Questões do ENEM: Linguagens e Faculdade Municipal Professor Franco Montoro - São Paulo

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11 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 1.

  • 3DE6D62A-C4

    Inglês

    Verbos | Verbs
    Faculdade Municipal Professor Franco Montoro - São Paulo · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Choose the option that correctly completes the sentence: "The nurses ________ their routine check on the patients right now, and the doctors ________ available for consultations." 
    Escolha uma alternativa para a questão 3de6d62a-c4
  • 3DE41287-C4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Municipal Professor Franco Montoro - São Paulo · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
        Recent research suggests that about one in seven life-threatening allergic reactions are caused by foods not currently listed on mandatory allergen labels.

        Food allergies are rising, yet regulations, such as the European Union’s 14-item allergen list from 2011, have not been updated in years.

       To identify overlooked triggers, Dominique Sabouraud-Leclerc and colleagues analyzed 2999 cases of food-induced anaphylaxis reported between 2002 and 2023 to the Allergy-Vigilance Network. They found that goat or sheep milk, buckwheat, peas, lentils, pine nuts, kiwi, apples, beehive products and alpha-gal (a sugar that can trigger an allergy to red meat and other mammalian products) were responsible for about 14% of reactions. Goat and sheep cheese caused particularly severe outcomes, including two deaths, and hidden exposures in processed foods increased risks.

          Based on these findings, the researchers recommend adding goat and sheep milk products, peas, lentils, buckwheat and pine nuts to Europe’s mandatory allergen labelling. They argue that clearer information is crucial for protecting allergic individuals and could inspire broader international policy updates.

    New Scientist. Christa Lesté-Lasserre. 20 Aug 2025. Adapted. 
    Which of the following best captures the implicit argument the researchers are making regarding allergen regulation? 
    Escolha uma alternativa para a questão 3de41287-c4
  • 3DE17D90-C4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Municipal Professor Franco Montoro - São Paulo · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
        Recent research suggests that about one in seven life-threatening allergic reactions are caused by foods not currently listed on mandatory allergen labels.

        Food allergies are rising, yet regulations, such as the European Union’s 14-item allergen list from 2011, have not been updated in years.

       To identify overlooked triggers, Dominique Sabouraud-Leclerc and colleagues analyzed 2999 cases of food-induced anaphylaxis reported between 2002 and 2023 to the Allergy-Vigilance Network. They found that goat or sheep milk, buckwheat, peas, lentils, pine nuts, kiwi, apples, beehive products and alpha-gal (a sugar that can trigger an allergy to red meat and other mammalian products) were responsible for about 14% of reactions. Goat and sheep cheese caused particularly severe outcomes, including two deaths, and hidden exposures in processed foods increased risks.

          Based on these findings, the researchers recommend adding goat and sheep milk products, peas, lentils, buckwheat and pine nuts to Europe’s mandatory allergen labelling. They argue that clearer information is crucial for protecting allergic individuals and could inspire broader international policy updates.

    New Scientist. Christa Lesté-Lasserre. 20 Aug 2025. Adapted. 
    Which foods were found to cause the most severe allergic reactions, including two deaths?
    Escolha uma alternativa para a questão 3de17d90-c4
  • 3DDF076C-C4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Municipal Professor Franco Montoro - São Paulo · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
        For over 35 years, Rush University Medical Center in Chicago, in United States of America, has been helping infant patients and their families through a volunteer cuddler program.

        When families are away from the hospital’s neonatal intensive care unit (NICU), volunteers comfort infants with cuddles. Families can’t be in the hospital all the time, but the babies had needs after they left. The staff understood these needs and volunteer cuddlers helped. A lot of the volunteers are parents whose children were in the NICU before. After undergoing extensive training, they are using their experiences and skills to provide other parents a sense of relief and security.

        Studies show that interactions like holding, rocking, singing, reading and talking to the infants reduce stress and pain, and they improve their overall physical health.

    Cuddlers help babies. News in Levels. 11 Aug 2025. Adapted. 
    Why do some volunteers have a unique perspective in supporting the infants and families?
    Escolha uma alternativa para a questão 3ddf076c-c4
  • 3DDC71BC-C4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Municipal Professor Franco Montoro - São Paulo · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
        For over 35 years, Rush University Medical Center in Chicago, in United States of America, has been helping infant patients and their families through a volunteer cuddler program.

        When families are away from the hospital’s neonatal intensive care unit (NICU), volunteers comfort infants with cuddles. Families can’t be in the hospital all the time, but the babies had needs after they left. The staff understood these needs and volunteer cuddlers helped. A lot of the volunteers are parents whose children were in the NICU before. After undergoing extensive training, they are using their experiences and skills to provide other parents a sense of relief and security.

        Studies show that interactions like holding, rocking, singing, reading and talking to the infants reduce stress and pain, and they improve their overall physical health.

    Cuddlers help babies. News in Levels. 11 Aug 2025. Adapted. 

    What is the main purpose of the volunteer cuddler program at Rush University Medical Center?

    Escolha uma alternativa para a questão 3ddc71bc-c4
  • 3DC45008-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Municipal Professor Franco Montoro - São Paulo · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    “A vacina é considerada por especialistas como uma das maiores descobertas da ciência. No século 19, pouco depois da criação da primeira vacina, a expectativa de vida mundial não passava de 32 anos. Atualmente, com imunizantes contra dezenas de doenças à disposição da população, esse número é de 72,6 anos. Gabriel Orlando, historiador e educador do Museu Histórico do Instituto Butantan, enfatiza que, além de mortes, as doenças podem ocasionar problemas de saúde futuramente. Um exemplo das consequências benéficas da vacinação é a varíola, doença que matou mais de 300 milhões de pessoas no século 20 e foi erradicada em 1980. A OMS estima que mais de cinco milhões de vidas são salvas anualmente com a extinção da doença devido à vacinação, com a economia de mais de US$ 1 bilhão por ano. Ao contrário da varíola – um problema já do passado –, o sarampo é um problema do presente, mesmo que já exista um imunizante seguro e eficaz. Antes da vacina ser aplicada em massa a partir de 1963, a doença causava cerca de 2,6 milhões de mortes por ano no mundo. Em 2017, foram 110 mil óbitos no mundo, a maioria de crianças com menos de cinco anos. Em 2019, uma queda na cobertura vacinal contra a doença ocasionou um aumento no número de mortes, que foi de 207 mil mortes, também atingindo majoritariamente crianças.”

    Adaptado de “O mundo antes e depois das vacinas”, Portal do Butantan, 14/03/2022. Disponível em <https://butantan.gov.br/noticias/o-mundoantes-e-depois-das-vacinas-a-historia-comprova-que-o-caminho-para-aerradicacao-de-doencas-e-a-imunizacao>


    Assinale a alternativa incorreta sobre a história da vacinação e da saúde na Idade Contemporânea:
    Escolha uma alternativa para a questão 3dc45008-c4
  • 3DBF805C-C4

    Literatura

    Escolas Literárias
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    AMAR

    Que pode uma criatura senão,

    Entre criaturas, amar?

    Amar e esquecer, amar e malamar,

    Amar, desamar, amar?

    Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

    Que pode, pergunto, o ser amoroso,

    Sozinho, em rotação universal, senão

    Rodar também, e amar?

    Amar o que o mar traz à praia,

    O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,

    É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

    Amar solenemente as palmas do deserto,

    O que é entrega ou adoração expectante,

    E amar o inóspito, o áspero,

    Um vaso sem flor, um chão de ferro,

    E o peito inerte, e a rua vista em sonho,

    E uma ave de rapina.

    Este o nosso destino: Amor sem conta,

    Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,

    Doação ilimitada a uma completa ingratidão,

    E na concha vazia do amor à procura medrosa,

    Paciente, de mais e mais amor.

    Amar a nossa falta mesma de amor,

    E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito,

    e a sede infinita.

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Amar se aprende amando. Rio de Janeiro: Record, 1985.
    Considerando as características da obra drummondiana, é correto afirmar que o poema “Amar”:
    Escolha uma alternativa para a questão 3dbf805c-c4
  • 3DBD4DC8-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Municipal Professor Franco Montoro - São Paulo · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    AMAR

    Que pode uma criatura senão,

    Entre criaturas, amar?

    Amar e esquecer, amar e malamar,

    Amar, desamar, amar?

    Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

    Que pode, pergunto, o ser amoroso,

    Sozinho, em rotação universal, senão

    Rodar também, e amar?

    Amar o que o mar traz à praia,

    O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,

    É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

    Amar solenemente as palmas do deserto,

    O que é entrega ou adoração expectante,

    E amar o inóspito, o áspero,

    Um vaso sem flor, um chão de ferro,

    E o peito inerte, e a rua vista em sonho,

    E uma ave de rapina.

    Este o nosso destino: Amor sem conta,

    Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,

    Doação ilimitada a uma completa ingratidão,

    E na concha vazia do amor à procura medrosa,

    Paciente, de mais e mais amor.

    Amar a nossa falta mesma de amor,

    E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito,

    e a sede infinita.

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Amar se aprende amando. Rio de Janeiro: Record, 1985.
    No verso “Amar a nossa falta mesma de amor”, que figura de linguagem se destaca e qual o seu efeito de sentido principal? 
    Escolha uma alternativa para a questão 3dbd4dc8-c4
  • 3DBA67BE-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Municipal Professor Franco Montoro - São Paulo · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    AMAR

    Que pode uma criatura senão,

    Entre criaturas, amar?

    Amar e esquecer, amar e malamar,

    Amar, desamar, amar?

    Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

    Que pode, pergunto, o ser amoroso,

    Sozinho, em rotação universal, senão

    Rodar também, e amar?

    Amar o que o mar traz à praia,

    O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,

    É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

    Amar solenemente as palmas do deserto,

    O que é entrega ou adoração expectante,

    E amar o inóspito, o áspero,

    Um vaso sem flor, um chão de ferro,

    E o peito inerte, e a rua vista em sonho,

    E uma ave de rapina.

    Este o nosso destino: Amor sem conta,

    Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,

    Doação ilimitada a uma completa ingratidão,

    E na concha vazia do amor à procura medrosa,

    Paciente, de mais e mais amor.

    Amar a nossa falta mesma de amor,

    E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito,

    e a sede infinita.

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Amar se aprende amando. Rio de Janeiro: Record, 1985.
    Qual tese sobre o amor é defendida no poema?

    Considere, entre outros, os trechos: “Amar o que o mar traz à praia, / o que ele sepulta…”, “amar o inóspito, o áspero…”, “Doação ilimitada a uma completa ingratidão” e “Amar a nossa falta mesma de amor”. 
    Escolha uma alternativa para a questão 3dba67be-c4
  • 3DB7A6DA-C4

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    Faculdade Municipal Professor Franco Montoro - São Paulo · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    AMAR

    Que pode uma criatura senão,

    Entre criaturas, amar?

    Amar e esquecer, amar e malamar,

    Amar, desamar, amar?

    Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

    Que pode, pergunto, o ser amoroso,

    Sozinho, em rotação universal, senão

    Rodar também, e amar?

    Amar o que o mar traz à praia,

    O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,

    É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

    Amar solenemente as palmas do deserto,

    O que é entrega ou adoração expectante,

    E amar o inóspito, o áspero,

    Um vaso sem flor, um chão de ferro,

    E o peito inerte, e a rua vista em sonho,

    E uma ave de rapina.

    Este o nosso destino: Amor sem conta,

    Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,

    Doação ilimitada a uma completa ingratidão,

    E na concha vazia do amor à procura medrosa,

    Paciente, de mais e mais amor.

    Amar a nossa falta mesma de amor,

    E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito,

    e a sede infinita.

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Amar se aprende amando. Rio de Janeiro: Record, 1985.
    Em “Amar o que o mar traz à praia, / O que ele sepulta…”, o termo “que”, em destaque, exerce, respectivamente em suas duas ocorrências, a função sintática de: 
    Escolha uma alternativa para a questão 3db7a6da-c4
  • 3DB1B4D0-C4

    Português

    Sintaxe
    Faculdade Municipal Professor Franco Montoro - São Paulo · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    AMAR

    Que pode uma criatura senão,

    Entre criaturas, amar?

    Amar e esquecer, amar e malamar,

    Amar, desamar, amar?

    Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

    Que pode, pergunto, o ser amoroso,

    Sozinho, em rotação universal, senão

    Rodar também, e amar?

    Amar o que o mar traz à praia,

    O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,

    É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

    Amar solenemente as palmas do deserto,

    O que é entrega ou adoração expectante,

    E amar o inóspito, o áspero,

    Um vaso sem flor, um chão de ferro,

    E o peito inerte, e a rua vista em sonho,

    E uma ave de rapina.

    Este o nosso destino: Amor sem conta,

    Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,

    Doação ilimitada a uma completa ingratidão,

    E na concha vazia do amor à procura medrosa,

    Paciente, de mais e mais amor.

    Amar a nossa falta mesma de amor,

    E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito,

    e a sede infinita.

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Amar se aprende amando. Rio de Janeiro: Record, 1985.
    No verso inicial, o eu lírico pergunta: “Que pode uma criatura senão, / Entre criaturas, amar?”. Identifique o valor semântico do termo em destaque nesse contexto e a melhor paráfrase para ele:
    Escolha uma alternativa para a questão 3db1b4d0-c4