Questões do ENEM: Linguagens e Universidade Virtual de São Paulo

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116 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 6.

  • CB8EE3D6-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Virtual de São Paulo · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema “Erro de Português”, de Oswald de Andrade, e assinale a alternativa correta.

    Erro de português

    Quando o português chegou
    Debaixo de uma bruta chuva
    Vestiu o índio
    Que pena!
    Fosse uma manhã de sol
    O índio tinha despido
    O português.
    Escolha uma alternativa para a questão cb8ee3d6-b9
  • CB8C2022-B9

    Português

    Sintaxe
    Universidade Virtual de São Paulo · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o capítulo XXIX do romance “Quincas Borba” de Machado de Assis para responder a questão.

    CAPÍTULO XXIX

        RUBIÃO passou o resto da manhã alegremente. Era domingo; dois amigos vieram almoçar com ele, um rapaz de vinte e quatro anos, que roía as primeiras aparas dos bens da mãe, e um homem de quarenta e quatro ou quarenta e seis, que não tinha que roer.
    Carlos Maria chamava-se o primeiro, Freitas o segundo. Rubião gostava de ambos, mas diferentemente;não era só a idade que o ligava mais ao Freitas, era também a índole deste homem. Freitas elogiava tudo, saudava cada prato e cada vinho com uma frase particular, delicada, e saía de lá com as algibeiras cheias de charutos, provando assim que os preferia a quaisquer outros. Tinhalhe sido apresentado em certo armazém da Rua Municipal, onde jantaram uma vez juntos. Contaram-lhe ali a história do homem, a sua boa e má fortuna, mas não entraram em particularidades. Rubião torceu o nariz; era naturalmente algum náufrago, cuja convivência não lhe traria nenhum prazer pessoal nem consideração pública. Mas o Freitas atenuou logo essa primeira impressão; era vivo, interessante, anedótico, alegre como um homem que tivesse cinqüenta contos de renda.
    A respeito dos dois trechos a seguir “Tinha-lhe sido apresentado em certo armazém” e “Contaram-lhe ali a história do homem”, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão cb8c2022-b9
  • CB892FBB-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Virtual de São Paulo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o capítulo XXIX do romance “Quincas Borba” de Machado de Assis para responder a questão.

    CAPÍTULO XXIX

        RUBIÃO passou o resto da manhã alegremente. Era domingo; dois amigos vieram almoçar com ele, um rapaz de vinte e quatro anos, que roía as primeiras aparas dos bens da mãe, e um homem de quarenta e quatro ou quarenta e seis, que não tinha que roer.
    Carlos Maria chamava-se o primeiro, Freitas o segundo. Rubião gostava de ambos, mas diferentemente;não era só a idade que o ligava mais ao Freitas, era também a índole deste homem. Freitas elogiava tudo, saudava cada prato e cada vinho com uma frase particular, delicada, e saía de lá com as algibeiras cheias de charutos, provando assim que os preferia a quaisquer outros. Tinhalhe sido apresentado em certo armazém da Rua Municipal, onde jantaram uma vez juntos. Contaram-lhe ali a história do homem, a sua boa e má fortuna, mas não entraram em particularidades. Rubião torceu o nariz; era naturalmente algum náufrago, cuja convivência não lhe traria nenhum prazer pessoal nem consideração pública. Mas o Freitas atenuou logo essa primeira impressão; era vivo, interessante, anedótico, alegre como um homem que tivesse cinqüenta contos de renda.
    Assinale a alternativa que não apresenta nenhuma expressão utilizada no sentido figurado.
    Escolha uma alternativa para a questão cb892fbb-b9
  • CB8511F6-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Virtual de São Paulo · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o capítulo XXIX do romance “Quincas Borba” de Machado de Assis para responder a questão.

    CAPÍTULO XXIX

        RUBIÃO passou o resto da manhã alegremente. Era domingo; dois amigos vieram almoçar com ele, um rapaz de vinte e quatro anos, que roía as primeiras aparas dos bens da mãe, e um homem de quarenta e quatro ou quarenta e seis, que não tinha que roer.
    Carlos Maria chamava-se o primeiro, Freitas o segundo. Rubião gostava de ambos, mas diferentemente;não era só a idade que o ligava mais ao Freitas, era também a índole deste homem. Freitas elogiava tudo, saudava cada prato e cada vinho com uma frase particular, delicada, e saía de lá com as algibeiras cheias de charutos, provando assim que os preferia a quaisquer outros. Tinhalhe sido apresentado em certo armazém da Rua Municipal, onde jantaram uma vez juntos. Contaram-lhe ali a história do homem, a sua boa e má fortuna, mas não entraram em particularidades. Rubião torceu o nariz; era naturalmente algum náufrago, cuja convivência não lhe traria nenhum prazer pessoal nem consideração pública. Mas o Freitas atenuou logo essa primeira impressão; era vivo, interessante, anedótico, alegre como um homem que tivesse cinqüenta contos de renda.
    Considere as características centrais do Realismo. É possível afirmar que o trecho se aproxima da estética realista. Nesse sentido, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão cb8511f6-b9
  • CB7FDBA6-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Virtual de São Paulo · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o capítulo XXIX do romance “Quincas Borba” de Machado de Assis para responder a questão.

    CAPÍTULO XXIX

        RUBIÃO passou o resto da manhã alegremente. Era domingo; dois amigos vieram almoçar com ele, um rapaz de vinte e quatro anos, que roía as primeiras aparas dos bens da mãe, e um homem de quarenta e quatro ou quarenta e seis, que não tinha que roer.
    Carlos Maria chamava-se o primeiro, Freitas o segundo. Rubião gostava de ambos, mas diferentemente;não era só a idade que o ligava mais ao Freitas, era também a índole deste homem. Freitas elogiava tudo, saudava cada prato e cada vinho com uma frase particular, delicada, e saía de lá com as algibeiras cheias de charutos, provando assim que os preferia a quaisquer outros. Tinhalhe sido apresentado em certo armazém da Rua Municipal, onde jantaram uma vez juntos. Contaram-lhe ali a história do homem, a sua boa e má fortuna, mas não entraram em particularidades. Rubião torceu o nariz; era naturalmente algum náufrago, cuja convivência não lhe traria nenhum prazer pessoal nem consideração pública. Mas o Freitas atenuou logo essa primeira impressão; era vivo, interessante, anedótico, alegre como um homem que tivesse cinqüenta contos de renda.
    A índole de Rubião pode estar mais ligada a de Freitas. Quanto ao fato que justificaria essa possibilidade, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão cb7fdba6-b9
  • DAC57308-76

    Inglês

    Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Modern-day slavery: an explainer
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018
    Photograph: Mario Tama/Getty

    What is modern-day slavery?
       About 150 years after most countries banned slavery – Brazil was the last to abolish its participation in the transatlantic slave trade, in 1888 – millions of men, women and children are still enslaved. Contemporary slavery takes many forms, from women forced into prostitution, to child slavery in agriculture supply chains or whole families working for nothing to pay off generational debts. Slavery thrives on every continent and in almost every country. Forced labour, people trafficking, debt bondage and child marriage are all forms of modern-day slavery that affect the world’s most vulnerable people.

    How is slavery defined?
      Slavery is prohibited under the 1948 Universal Declaration of Human Rights, which states: “No one shall be held in slavery or servitude: slavery and the slave trade shall be prohibited in all their forms.”
      Definitions of modern-day slavery are mainly taken from the 1956 UN supplementary convention, which says: “debt bondage, serfdom, forced marriage and the delivery of a child for the exploitation of that child are all slavery-like practices and require criminalisation and abolishment”. The 1930 Forced Labour Convention defines forced labour as “all work or service which is exacted from any person under the menace of any penalty and for which the said person has not offered himself voluntarily”. As contemporary systems of slavery have evolved, new definitions, including trafficking and distinguishing child slavery from child labour, have developed. 

    How many people are enslaved across the world?
      Due to its illegality, data on modern-day slavery is difficult to collate. The UN’s International Labour Organisation (ILO) estimates that about 21 million people are in forced labour at any point in time. The ILO says this estimate includes trafficking and other forms of modern slavery. The only exceptions are trafficking for organ removal, forced marriage and adoption, unless the last two practices result in forced labour. The ILO calculates that 90% of the 21 million are exploited by individuals or companies, while 10% are forced to work by the state, rebel military groups, or in prisons under conditions that violate ILO standards. Sexual exploitation accounts for 22% of slaves.

    (www.theguardian.com/global-development/2013/apr/03/modern-day-slavery-explainer. Adaptado)
    No trecho do quarto parágrafo unless the last two practices result in forced labour – o termo em destaque indica ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão dac57308-76
  • DAC06DC0-76

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Modern-day slavery: an explainer
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018
    Photograph: Mario Tama/Getty

    What is modern-day slavery?
       About 150 years after most countries banned slavery – Brazil was the last to abolish its participation in the transatlantic slave trade, in 1888 – millions of men, women and children are still enslaved. Contemporary slavery takes many forms, from women forced into prostitution, to child slavery in agriculture supply chains or whole families working for nothing to pay off generational debts. Slavery thrives on every continent and in almost every country. Forced labour, people trafficking, debt bondage and child marriage are all forms of modern-day slavery that affect the world’s most vulnerable people.

    How is slavery defined?
      Slavery is prohibited under the 1948 Universal Declaration of Human Rights, which states: “No one shall be held in slavery or servitude: slavery and the slave trade shall be prohibited in all their forms.”
      Definitions of modern-day slavery are mainly taken from the 1956 UN supplementary convention, which says: “debt bondage, serfdom, forced marriage and the delivery of a child for the exploitation of that child are all slavery-like practices and require criminalisation and abolishment”. The 1930 Forced Labour Convention defines forced labour as “all work or service which is exacted from any person under the menace of any penalty and for which the said person has not offered himself voluntarily”. As contemporary systems of slavery have evolved, new definitions, including trafficking and distinguishing child slavery from child labour, have developed. 

    How many people are enslaved across the world?
      Due to its illegality, data on modern-day slavery is difficult to collate. The UN’s International Labour Organisation (ILO) estimates that about 21 million people are in forced labour at any point in time. The ILO says this estimate includes trafficking and other forms of modern slavery. The only exceptions are trafficking for organ removal, forced marriage and adoption, unless the last two practices result in forced labour. The ILO calculates that 90% of the 21 million are exploited by individuals or companies, while 10% are forced to work by the state, rebel military groups, or in prisons under conditions that violate ILO standards. Sexual exploitation accounts for 22% of slaves.

    (www.theguardian.com/global-development/2013/apr/03/modern-day-slavery-explainer. Adaptado)
    De acordo com o quarto parágrafo, a ILO estima que
    Escolha uma alternativa para a questão dac06dc0-76
  • DABB6FC9-76

    Inglês

    Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Modern-day slavery: an explainer
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018
    Photograph: Mario Tama/Getty

    What is modern-day slavery?
       About 150 years after most countries banned slavery – Brazil was the last to abolish its participation in the transatlantic slave trade, in 1888 – millions of men, women and children are still enslaved. Contemporary slavery takes many forms, from women forced into prostitution, to child slavery in agriculture supply chains or whole families working for nothing to pay off generational debts. Slavery thrives on every continent and in almost every country. Forced labour, people trafficking, debt bondage and child marriage are all forms of modern-day slavery that affect the world’s most vulnerable people.

    How is slavery defined?
      Slavery is prohibited under the 1948 Universal Declaration of Human Rights, which states: “No one shall be held in slavery or servitude: slavery and the slave trade shall be prohibited in all their forms.”
      Definitions of modern-day slavery are mainly taken from the 1956 UN supplementary convention, which says: “debt bondage, serfdom, forced marriage and the delivery of a child for the exploitation of that child are all slavery-like practices and require criminalisation and abolishment”. The 1930 Forced Labour Convention defines forced labour as “all work or service which is exacted from any person under the menace of any penalty and for which the said person has not offered himself voluntarily”. As contemporary systems of slavery have evolved, new definitions, including trafficking and distinguishing child slavery from child labour, have developed. 

    How many people are enslaved across the world?
      Due to its illegality, data on modern-day slavery is difficult to collate. The UN’s International Labour Organisation (ILO) estimates that about 21 million people are in forced labour at any point in time. The ILO says this estimate includes trafficking and other forms of modern slavery. The only exceptions are trafficking for organ removal, forced marriage and adoption, unless the last two practices result in forced labour. The ILO calculates that 90% of the 21 million are exploited by individuals or companies, while 10% are forced to work by the state, rebel military groups, or in prisons under conditions that violate ILO standards. Sexual exploitation accounts for 22% of slaves.

    (www.theguardian.com/global-development/2013/apr/03/modern-day-slavery-explainer. Adaptado)
    No trecho do terceiro parágrafo As contemporary systems of slavery have evolved – o termo em destaque equivale, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão dabb6fc9-76
  • DAB4DB6D-76

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Modern-day slavery: an explainer
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018
    Photograph: Mario Tama/Getty

    What is modern-day slavery?
       About 150 years after most countries banned slavery – Brazil was the last to abolish its participation in the transatlantic slave trade, in 1888 – millions of men, women and children are still enslaved. Contemporary slavery takes many forms, from women forced into prostitution, to child slavery in agriculture supply chains or whole families working for nothing to pay off generational debts. Slavery thrives on every continent and in almost every country. Forced labour, people trafficking, debt bondage and child marriage are all forms of modern-day slavery that affect the world’s most vulnerable people.

    How is slavery defined?
      Slavery is prohibited under the 1948 Universal Declaration of Human Rights, which states: “No one shall be held in slavery or servitude: slavery and the slave trade shall be prohibited in all their forms.”
      Definitions of modern-day slavery are mainly taken from the 1956 UN supplementary convention, which says: “debt bondage, serfdom, forced marriage and the delivery of a child for the exploitation of that child are all slavery-like practices and require criminalisation and abolishment”. The 1930 Forced Labour Convention defines forced labour as “all work or service which is exacted from any person under the menace of any penalty and for which the said person has not offered himself voluntarily”. As contemporary systems of slavery have evolved, new definitions, including trafficking and distinguishing child slavery from child labour, have developed. 

    How many people are enslaved across the world?
      Due to its illegality, data on modern-day slavery is difficult to collate. The UN’s International Labour Organisation (ILO) estimates that about 21 million people are in forced labour at any point in time. The ILO says this estimate includes trafficking and other forms of modern slavery. The only exceptions are trafficking for organ removal, forced marriage and adoption, unless the last two practices result in forced labour. The ILO calculates that 90% of the 21 million are exploited by individuals or companies, while 10% are forced to work by the state, rebel military groups, or in prisons under conditions that violate ILO standards. Sexual exploitation accounts for 22% of slaves.

    (www.theguardian.com/global-development/2013/apr/03/modern-day-slavery-explainer. Adaptado)
    De acordo com o terceiro parágrafo, a Convenção Suplementar das Nações Unidas de 1956 inclui como escravidão moderna
    Escolha uma alternativa para a questão dab4db6d-76
  • DAAF7CC8-76

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Leia o texto para responder a questão.

    Modern-day slavery: an explainer
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018
    Photograph: Mario Tama/Getty

    What is modern-day slavery?
       About 150 years after most countries banned slavery – Brazil was the last to abolish its participation in the transatlantic slave trade, in 1888 – millions of men, women and children are still enslaved. Contemporary slavery takes many forms, from women forced into prostitution, to child slavery in agriculture supply chains or whole families working for nothing to pay off generational debts. Slavery thrives on every continent and in almost every country. Forced labour, people trafficking, debt bondage and child marriage are all forms of modern-day slavery that affect the world’s most vulnerable people.

    How is slavery defined?
      Slavery is prohibited under the 1948 Universal Declaration of Human Rights, which states: “No one shall be held in slavery or servitude: slavery and the slave trade shall be prohibited in all their forms.”
      Definitions of modern-day slavery are mainly taken from the 1956 UN supplementary convention, which says: “debt bondage, serfdom, forced marriage and the delivery of a child for the exploitation of that child are all slavery-like practices and require criminalisation and abolishment”. The 1930 Forced Labour Convention defines forced labour as “all work or service which is exacted from any person under the menace of any penalty and for which the said person has not offered himself voluntarily”. As contemporary systems of slavery have evolved, new definitions, including trafficking and distinguishing child slavery from child labour, have developed. 

    How many people are enslaved across the world?
      Due to its illegality, data on modern-day slavery is difficult to collate. The UN’s International Labour Organisation (ILO) estimates that about 21 million people are in forced labour at any point in time. The ILO says this estimate includes trafficking and other forms of modern slavery. The only exceptions are trafficking for organ removal, forced marriage and adoption, unless the last two practices result in forced labour. The ILO calculates that 90% of the 21 million are exploited by individuals or companies, while 10% are forced to work by the state, rebel military groups, or in prisons under conditions that violate ILO standards. Sexual exploitation accounts for 22% of slaves.

    (www.theguardian.com/global-development/2013/apr/03/modern-day-slavery-explainer. Adaptado)
    No trecho do terceiro parágrafo – all work or service which is exacted from any person under the menace of any penalty and for which the said person has not offered himself voluntarily – o termo em destaque se refere a
    Escolha uma alternativa para a questão daaf7cc8-76
  • DAAB200C-76

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Leia o texto para responder a questão.

    Modern-day slavery: an explainer
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018
    Photograph: Mario Tama/Getty

    What is modern-day slavery?
       About 150 years after most countries banned slavery – Brazil was the last to abolish its participation in the transatlantic slave trade, in 1888 – millions of men, women and children are still enslaved. Contemporary slavery takes many forms, from women forced into prostitution, to child slavery in agriculture supply chains or whole families working for nothing to pay off generational debts. Slavery thrives on every continent and in almost every country. Forced labour, people trafficking, debt bondage and child marriage are all forms of modern-day slavery that affect the world’s most vulnerable people.

    How is slavery defined?
      Slavery is prohibited under the 1948 Universal Declaration of Human Rights, which states: “No one shall be held in slavery or servitude: slavery and the slave trade shall be prohibited in all their forms.”
      Definitions of modern-day slavery are mainly taken from the 1956 UN supplementary convention, which says: “debt bondage, serfdom, forced marriage and the delivery of a child for the exploitation of that child are all slavery-like practices and require criminalisation and abolishment”. The 1930 Forced Labour Convention defines forced labour as “all work or service which is exacted from any person under the menace of any penalty and for which the said person has not offered himself voluntarily”. As contemporary systems of slavery have evolved, new definitions, including trafficking and distinguishing child slavery from child labour, have developed. 

    How many people are enslaved across the world?
      Due to its illegality, data on modern-day slavery is difficult to collate. The UN’s International Labour Organisation (ILO) estimates that about 21 million people are in forced labour at any point in time. The ILO says this estimate includes trafficking and other forms of modern slavery. The only exceptions are trafficking for organ removal, forced marriage and adoption, unless the last two practices result in forced labour. The ILO calculates that 90% of the 21 million are exploited by individuals or companies, while 10% are forced to work by the state, rebel military groups, or in prisons under conditions that violate ILO standards. Sexual exploitation accounts for 22% of slaves.

    (www.theguardian.com/global-development/2013/apr/03/modern-day-slavery-explainer. Adaptado)
    Leia o primeiro parágrafo, em que se responde à pergunta “What is modern-day slavery?”. De acordo com esse parágrafo, uma das formas que a escravidão moderna assume é
    Escolha uma alternativa para a questão daab200c-76
  • DAA6A999-76

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de A rosa do povo, livro de Carlos Drummond de Andrade publicado em 1945, para responder a questão.

    Notícias
    Entre mim e os mortos há o mar
    e os telegramas.
    Há anos que nenhum navio parte
    nem chega. Mas sempre os telegramas
    frios, duros, sem conforto.

    Na praia, e sem poder sair.
    Volto, os telegramas vêm comigo.
    Não se calam, a casa é pequena
    para um homem e tantas notícias.

    Vejo-te no escuro, cidade enigmática.
    Chamas com urgência, estou paralisado.
    De ti para mim, apelos,
    de mim para ti, silêncio.
    Mas no escuro nos visitamos.

    Escuto vocês todos, irmãos sombrios.
    No pão, no couro, na superfície
    macia das coisas sem raiva,
    sinto vozes amigas, recados
    furtivos, mensagens em código.

    Os telegramas vieram no vento.
    Quanto sertão, quanta renúncia atravessaram!
    Todo homem sozinho devia fazer uma canoa
    e remar para onde os telegramas estão chamando.

    (Poesia 1930-62. São Paulo, Cosac Naif, 2012)
    O eu lírico expressa um sentimento de impotência, o qual se evidencia no verso
    Escolha uma alternativa para a questão daa6a999-76
  • DAA1FECB-76

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de A rosa do povo, livro de Carlos Drummond de Andrade publicado em 1945, para responder a questão.

    Notícias
    Entre mim e os mortos há o mar
    e os telegramas.
    Há anos que nenhum navio parte
    nem chega. Mas sempre os telegramas
    frios, duros, sem conforto.

    Na praia, e sem poder sair.
    Volto, os telegramas vêm comigo.
    Não se calam, a casa é pequena
    para um homem e tantas notícias.

    Vejo-te no escuro, cidade enigmática.
    Chamas com urgência, estou paralisado.
    De ti para mim, apelos,
    de mim para ti, silêncio.
    Mas no escuro nos visitamos.

    Escuto vocês todos, irmãos sombrios.
    No pão, no couro, na superfície
    macia das coisas sem raiva,
    sinto vozes amigas, recados
    furtivos, mensagens em código.

    Os telegramas vieram no vento.
    Quanto sertão, quanta renúncia atravessaram!
    Todo homem sozinho devia fazer uma canoa
    e remar para onde os telegramas estão chamando.

    (Poesia 1930-62. São Paulo, Cosac Naif, 2012)
    No poema, os telegramas equivalem
    Escolha uma alternativa para a questão daa1fecb-76
  • DA9E553B-76

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho de Menino de engenho, de José Lins do Rego, para responder a questão.

         Eu passava o dia inteiro rondando os oficiais nas suas confidências. Contavam a história de uns carpinas num engenho do Brejo.
      – O senhor de engenho só mandava para eles bacalhau, na janta e no almoço. Passavam o dia inteiro bebendo água com a boca seca. Um dia um deles disse para o negro que não gostava de bacalhau, que não aguentava mais aquilo. No outro dia o tabuleiro com a comida chegou: era peru. E peru de tarde. E a semana toda, peru. Num domingo, o mestre saiu para dar umas voltas nos arredores. Viu um negro com uma porção de urubus nas costas:
       – O que é isto, moleque?
       – É peru pros carpinas.
       Os oficiais anoiteceram e não amanheceram na propriedade. E rebentou ferida pelo corpo deles. Estiveram para morrer um tempão.
    (Menino de engenho. Rio de Janeiro, José Olympio, 2000)
    Publicado em 1932, Menino de engenho representa a prosa
    Escolha uma alternativa para a questão da9e553b-76
  • DA9964EB-76

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho de Menino de engenho, de José Lins do Rego, para responder a questão.

         Eu passava o dia inteiro rondando os oficiais nas suas confidências. Contavam a história de uns carpinas num engenho do Brejo.
      – O senhor de engenho só mandava para eles bacalhau, na janta e no almoço. Passavam o dia inteiro bebendo água com a boca seca. Um dia um deles disse para o negro que não gostava de bacalhau, que não aguentava mais aquilo. No outro dia o tabuleiro com a comida chegou: era peru. E peru de tarde. E a semana toda, peru. Num domingo, o mestre saiu para dar umas voltas nos arredores. Viu um negro com uma porção de urubus nas costas:
       – O que é isto, moleque?
       – É peru pros carpinas.
       Os oficiais anoiteceram e não amanheceram na propriedade. E rebentou ferida pelo corpo deles. Estiveram para morrer um tempão.
    (Menino de engenho. Rio de Janeiro, José Olympio, 2000)
    Da leitura desse trecho, entende-se que
    Escolha uma alternativa para a questão da9964eb-76
  • DA942CCA-76

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho de Dom Casmurro, de Machado de Assis, para responder a questão.

        Ezequiel, quando começou o capítulo anterior, não era ainda gerado; quando acabou era cristão e católico. Este outro é destinado a fazer chegar o meu Ezequiel aos cinco anos, um rapagão bonito, com os seus olhos claros, já inquietos, como se quisessem namorar todas as moças da vizinhança, ou quase todas.
       Agora, se considerares que ele foi único, que nenhum outro veio, certo nem incerto, morto nem vivo, um só e único, imaginarás os cuidados que nos deu, os sonos que nos tirou, e que sustos nos meteram as crises dos dentes e outras, a menor febrícula, toda a existência comum das crianças. A tudo acudíamos, segundo cumpria e urgia, cousa que não era necessário dizer, mas há leitores tão obtusos, que nada entendem, se lhes não relata tudo e o resto. Vamos ao resto. (Dom Casmurro. São Paulo, Globo, 1997) 
    Condizente com a estética do realismo brasileiro, a linguagem de Dom Casmurro caracteriza-se por
    Escolha uma alternativa para a questão da942cca-76
  • DA8E4C48-76

    Literatura

    Escolas Literárias
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    Leia o trecho de Dom Casmurro, de Machado de Assis, para responder a questão.

        Ezequiel, quando começou o capítulo anterior, não era ainda gerado; quando acabou era cristão e católico. Este outro é destinado a fazer chegar o meu Ezequiel aos cinco anos, um rapagão bonito, com os seus olhos claros, já inquietos, como se quisessem namorar todas as moças da vizinhança, ou quase todas.
       Agora, se considerares que ele foi único, que nenhum outro veio, certo nem incerto, morto nem vivo, um só e único, imaginarás os cuidados que nos deu, os sonos que nos tirou, e que sustos nos meteram as crises dos dentes e outras, a menor febrícula, toda a existência comum das crianças. A tudo acudíamos, segundo cumpria e urgia, cousa que não era necessário dizer, mas há leitores tão obtusos, que nada entendem, se lhes não relata tudo e o resto. Vamos ao resto. (Dom Casmurro. São Paulo, Globo, 1997) 
    Em Dom Casmurro, Bentinho é o narrador que
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  • DA8847F1-76

    Literatura

    Escolas Literárias
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    Leia o trecho de Dom Casmurro, de Machado de Assis, para responder a questão.

        Ezequiel, quando começou o capítulo anterior, não era ainda gerado; quando acabou era cristão e católico. Este outro é destinado a fazer chegar o meu Ezequiel aos cinco anos, um rapagão bonito, com os seus olhos claros, já inquietos, como se quisessem namorar todas as moças da vizinhança, ou quase todas.
       Agora, se considerares que ele foi único, que nenhum outro veio, certo nem incerto, morto nem vivo, um só e único, imaginarás os cuidados que nos deu, os sonos que nos tirou, e que sustos nos meteram as crises dos dentes e outras, a menor febrícula, toda a existência comum das crianças. A tudo acudíamos, segundo cumpria e urgia, cousa que não era necessário dizer, mas há leitores tão obtusos, que nada entendem, se lhes não relata tudo e o resto. Vamos ao resto. (Dom Casmurro. São Paulo, Globo, 1997) 
    Uma característica do estilo de Machado de Assis que pode ser observada nesse trecho diz respeito ao modo como o narrador
    Escolha uma alternativa para a questão da8847f1-76
  • DA8389F0-76

    Português

    Regência
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    Assinale a alternativa em que a regência, no trecho destacado, apresenta-se de acordo com a da norma-padrão.
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  • DA7F89C8-76

    Português

    Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

       Tentativa e erro, experimentar o novo, entender que algumas questões têm respostas complexas ou podem mesmo não ter uma resposta, cultivar a noção de que o fracasso é essencial para o progresso, aceitar que erros são o que nos faz eventualmente acertar, saber persistir quando as dificuldades parecem não acabar nunca.
       Esses são alguns dos componentes da pesquisa científica, uma espécie de sabedoria acumulada através dos tempos que, acredito, é também muito útil em vários aspectos da vida – de como enfrentar desafios individualmente até como reger empresas.
       Quem poderia adivinhar que a eletricidade e o magnetismo são manifestações de um campo eletromagnético que se propaga através do espaço com a velocidade da luz? Quem poderia adivinhar que as espécies animais evoluem devido a mutações genéticas aliadas ao processo de seleção natural? Esse conhecimento todo não veio do nada; exigiu muita coragem intelectual, disciplina de trabalho e tolerância ao erro.
        Se as coisas não funcionam, precisamos deixar o orgulho para trás e aceitar que falhamos. Todo cientista sabe muito bem que a maioria das suas ideias não vai funcionar. Resolutos, vamos em frente; mas devemos também estar abertos a críticas.
        Na ciência, e em qualquer outra área de trabalho, é bom ouvir as sábias palavras de Isaac Newton – mesmo se o próprio, durante a vida, não tenha sido o que chamaria de um modelo de humildade profissional: “Não sei o que possa parecer aos olhos do mundo, mas aos meus pareço apenas ter sido como um menino brincando à beira-mar, divertindo-me com o fato de encontrar de vez em quando um seixo mais liso ou uma concha mais bonita que o normal, enquanto o grande oceano da verdade permanece completamente por descobrir à minha frente”.

    (Marcelo Gleiser. www.folha.uol.com.br. 10.12.2017. Adaptado)
    Assinale a alternativa em que o trecho – … é bom ouvir as sábias palavras de Isaac Newton… (5º parágrafo) – está reescrito com o verbo em destaque na voz passiva e de acordo com a norma-padrão.
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