Questões do ENEM: Linguagens e Universidade Virtual de São Paulo
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116 questões encontradas. Mostrando a página 4 de 6.
DA7B020F-76 Leia o texto para responder a questão.Tentativa e erro, experimentar o novo, entender que algumas questões têm respostas complexas ou podem mesmo não ter uma resposta, cultivar a noção de que o fracasso é essencial para o progresso, aceitar que erros são o que nos faz eventualmente acertar, saber persistir quando as dificuldades parecem não acabar nunca.Esses são alguns dos componentes da pesquisa científica, uma espécie de sabedoria acumulada através dos tempos que, acredito, é também muito útil em vários aspectos da vida – de como enfrentar desafios individualmente até como reger empresas.Quem poderia adivinhar que a eletricidade e o magnetismo são manifestações de um campo eletromagnético que se propaga através do espaço com a velocidade da luz? Quem poderia adivinhar que as espécies animais evoluem devido a mutações genéticas aliadas ao processo de seleção natural? Esse conhecimento todo não veio do nada; exigiu muita coragem intelectual, disciplina de trabalho e tolerância ao erro.Se as coisas não funcionam, precisamos deixar o orgulho para trás e aceitar que falhamos. Todo cientista sabe muito bem que a maioria das suas ideias não vai funcionar. Resolutos, vamos em frente; mas devemos também estar abertos a críticas.Na ciência, e em qualquer outra área de trabalho, é bom ouvir as sábias palavras de Isaac Newton – mesmo se o próprio, durante a vida, não tenha sido o que chamaria de um modelo de humildade profissional: “Não sei o que possa parecer aos olhos do mundo, mas aos meus pareço apenas ter sido como um menino brincando à beira-mar, divertindo-me com o fato de encontrar de vez em quando um seixo mais liso ou uma concha mais bonita que o normal, enquanto o grande oceano da verdade permanece completamente por descobrir à minha frente”.(Marcelo Gleiser. www.folha.uol.com.br. 10.12.2017. Adaptado)
Considere a frase do 4º parágrafo:Se as coisas não funcionam, precisamos deixar o orgulho para trás e aceitar que falhamos.Quanto ao restante da frase, o trecho destacado expressa uma
DA773301-76 Português
PontuaçãoUniversidade Virtual de São Paulo · 2018Muito fácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder a questão.Tentativa e erro, experimentar o novo, entender que algumas questões têm respostas complexas ou podem mesmo não ter uma resposta, cultivar a noção de que o fracasso é essencial para o progresso, aceitar que erros são o que nos faz eventualmente acertar, saber persistir quando as dificuldades parecem não acabar nunca.Esses são alguns dos componentes da pesquisa científica, uma espécie de sabedoria acumulada através dos tempos que, acredito, é também muito útil em vários aspectos da vida – de como enfrentar desafios individualmente até como reger empresas.Quem poderia adivinhar que a eletricidade e o magnetismo são manifestações de um campo eletromagnético que se propaga através do espaço com a velocidade da luz? Quem poderia adivinhar que as espécies animais evoluem devido a mutações genéticas aliadas ao processo de seleção natural? Esse conhecimento todo não veio do nada; exigiu muita coragem intelectual, disciplina de trabalho e tolerância ao erro.Se as coisas não funcionam, precisamos deixar o orgulho para trás e aceitar que falhamos. Todo cientista sabe muito bem que a maioria das suas ideias não vai funcionar. Resolutos, vamos em frente; mas devemos também estar abertos a críticas.Na ciência, e em qualquer outra área de trabalho, é bom ouvir as sábias palavras de Isaac Newton – mesmo se o próprio, durante a vida, não tenha sido o que chamaria de um modelo de humildade profissional: “Não sei o que possa parecer aos olhos do mundo, mas aos meus pareço apenas ter sido como um menino brincando à beira-mar, divertindo-me com o fato de encontrar de vez em quando um seixo mais liso ou uma concha mais bonita que o normal, enquanto o grande oceano da verdade permanece completamente por descobrir à minha frente”.(Marcelo Gleiser. www.folha.uol.com.br. 10.12.2017. Adaptado)No primeiro parágrafo, as vírgulas são empregadas para
DA735E00-76 Português
Interpretação de TextosUniversidade Virtual de São Paulo · 2018Muito fácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder a questão.Tentativa e erro, experimentar o novo, entender que algumas questões têm respostas complexas ou podem mesmo não ter uma resposta, cultivar a noção de que o fracasso é essencial para o progresso, aceitar que erros são o que nos faz eventualmente acertar, saber persistir quando as dificuldades parecem não acabar nunca.Esses são alguns dos componentes da pesquisa científica, uma espécie de sabedoria acumulada através dos tempos que, acredito, é também muito útil em vários aspectos da vida – de como enfrentar desafios individualmente até como reger empresas.Quem poderia adivinhar que a eletricidade e o magnetismo são manifestações de um campo eletromagnético que se propaga através do espaço com a velocidade da luz? Quem poderia adivinhar que as espécies animais evoluem devido a mutações genéticas aliadas ao processo de seleção natural? Esse conhecimento todo não veio do nada; exigiu muita coragem intelectual, disciplina de trabalho e tolerância ao erro.Se as coisas não funcionam, precisamos deixar o orgulho para trás e aceitar que falhamos. Todo cientista sabe muito bem que a maioria das suas ideias não vai funcionar. Resolutos, vamos em frente; mas devemos também estar abertos a críticas.Na ciência, e em qualquer outra área de trabalho, é bom ouvir as sábias palavras de Isaac Newton – mesmo se o próprio, durante a vida, não tenha sido o que chamaria de um modelo de humildade profissional: “Não sei o que possa parecer aos olhos do mundo, mas aos meus pareço apenas ter sido como um menino brincando à beira-mar, divertindo-me com o fato de encontrar de vez em quando um seixo mais liso ou uma concha mais bonita que o normal, enquanto o grande oceano da verdade permanece completamente por descobrir à minha frente”.(Marcelo Gleiser. www.folha.uol.com.br. 10.12.2017. Adaptado)A frase de Newton, ao final do texto, ilustra que esse cientista
DA6E4CCD-76 Português
Interpretação de TextosUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder a questão.Tentativa e erro, experimentar o novo, entender que algumas questões têm respostas complexas ou podem mesmo não ter uma resposta, cultivar a noção de que o fracasso é essencial para o progresso, aceitar que erros são o que nos faz eventualmente acertar, saber persistir quando as dificuldades parecem não acabar nunca.Esses são alguns dos componentes da pesquisa científica, uma espécie de sabedoria acumulada através dos tempos que, acredito, é também muito útil em vários aspectos da vida – de como enfrentar desafios individualmente até como reger empresas.Quem poderia adivinhar que a eletricidade e o magnetismo são manifestações de um campo eletromagnético que se propaga através do espaço com a velocidade da luz? Quem poderia adivinhar que as espécies animais evoluem devido a mutações genéticas aliadas ao processo de seleção natural? Esse conhecimento todo não veio do nada; exigiu muita coragem intelectual, disciplina de trabalho e tolerância ao erro.Se as coisas não funcionam, precisamos deixar o orgulho para trás e aceitar que falhamos. Todo cientista sabe muito bem que a maioria das suas ideias não vai funcionar. Resolutos, vamos em frente; mas devemos também estar abertos a críticas.Na ciência, e em qualquer outra área de trabalho, é bom ouvir as sábias palavras de Isaac Newton – mesmo se o próprio, durante a vida, não tenha sido o que chamaria de um modelo de humildade profissional: “Não sei o que possa parecer aos olhos do mundo, mas aos meus pareço apenas ter sido como um menino brincando à beira-mar, divertindo-me com o fato de encontrar de vez em quando um seixo mais liso ou uma concha mais bonita que o normal, enquanto o grande oceano da verdade permanece completamente por descobrir à minha frente”.(Marcelo Gleiser. www.folha.uol.com.br. 10.12.2017. Adaptado)Uma palavra do texto cujo sentido se contrapõe ao de ciência é
DA68666A-76 Português
Interpretação de TextosUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder a questão.Tentativa e erro, experimentar o novo, entender que algumas questões têm respostas complexas ou podem mesmo não ter uma resposta, cultivar a noção de que o fracasso é essencial para o progresso, aceitar que erros são o que nos faz eventualmente acertar, saber persistir quando as dificuldades parecem não acabar nunca.Esses são alguns dos componentes da pesquisa científica, uma espécie de sabedoria acumulada através dos tempos que, acredito, é também muito útil em vários aspectos da vida – de como enfrentar desafios individualmente até como reger empresas.Quem poderia adivinhar que a eletricidade e o magnetismo são manifestações de um campo eletromagnético que se propaga através do espaço com a velocidade da luz? Quem poderia adivinhar que as espécies animais evoluem devido a mutações genéticas aliadas ao processo de seleção natural? Esse conhecimento todo não veio do nada; exigiu muita coragem intelectual, disciplina de trabalho e tolerância ao erro.Se as coisas não funcionam, precisamos deixar o orgulho para trás e aceitar que falhamos. Todo cientista sabe muito bem que a maioria das suas ideias não vai funcionar. Resolutos, vamos em frente; mas devemos também estar abertos a críticas.Na ciência, e em qualquer outra área de trabalho, é bom ouvir as sábias palavras de Isaac Newton – mesmo se o próprio, durante a vida, não tenha sido o que chamaria de um modelo de humildade profissional: “Não sei o que possa parecer aos olhos do mundo, mas aos meus pareço apenas ter sido como um menino brincando à beira-mar, divertindo-me com o fato de encontrar de vez em quando um seixo mais liso ou uma concha mais bonita que o normal, enquanto o grande oceano da verdade permanece completamente por descobrir à minha frente”.(Marcelo Gleiser. www.folha.uol.com.br. 10.12.2017. Adaptado)O autor defende que
DA604147-76 Português
Interpretação de TextosUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o cartum.

(Bob Thaves. Frank e Ernest. http://cultura.estadao.com.br. 05.07.2017)
Já vi tantos contratos de “termos de serviço” que agora eu clico direto, sem ler.
Com esse comentário, o personagem
241C2781-B9 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUniversidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
Dying to defend the planet: why Latin America
is the deadliest place for environmentalists

February 11, 2017
Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.
Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.
The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.
(https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)
De acordo com o terceiro parágrafo, o assassino da freira e defensora da floresta amazônica, Dorothy Stang,2418F0F8-B9 Inglês
Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctionsUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
Dying to defend the planet: why Latin America
is the deadliest place for environmentalists

February 11, 2017
Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.
Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.
The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.
(https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)
No trecho do segundo parágrafo – That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in southeastern Guatemala – a expressão em destaque introduz2415A625-B9 Inglês
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Dying to defend the planet: why Latin America
is the deadliest place for environmentalists

February 11, 2017
Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.
Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.
The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.
(https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)
No trecho do segundo parágrafo – Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around – a expressão em destaque equivale, em português, a2411A80D-B9 Inglês
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Dying to defend the planet: why Latin America
is the deadliest place for environmentalists

February 11, 2017
Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.
Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.
The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.
(https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)
Leia o segundo parágrafo, em que se responde à pergunta “Why is Latin America so deadly?”. De acordo com o mesmo parágrafo, a resposta é:240E9AAA-B9 Inglês
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Dying to defend the planet: why Latin America
is the deadliest place for environmentalists

February 11, 2017
Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.
Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.
The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.
(https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)
No trecho do primeiro parágrafo – Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there –, o termo em destaque se refere a240BD61F-B9 Inglês
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Dying to defend the planet: why Latin America
is the deadliest place for environmentalists

February 11, 2017
Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.
Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.
The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.
(https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)
De acordo com o primeiro parágrafo, a ONG Global Witness afirma que, em 2015,2408F8A6-B9 Português
Interpretação de TextosUniversidade Virtual de São Paulo · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosConsidere o poema do livro A cinza das horas, de Manuel Bandeira.OceanoOlho a praia. A treva é densa.Ulula o mar, que não vejo,Naquela voz sem consolo,Naquela tristeza imensaQue há na voz do meu desejo.E nesse tom sem consoloOuço a voz do meu destino:Má sina que desconheço,Vem vindo desde eu menino,Cresce quanto em anos cresço.— Voz de oceano que não vejoDa praia do meu desejo...(Estrela da vida inteira. 20. ed. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1993)Acerca desse poema, está correto o que se afirma em:2404EC5F-B9 Português
Coesão e coerênciaUniversidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho de São Bernardo, de Graciliano Ramos, para responder às questão.Conforme declarei, Madalena possuía um excelente coração. Descobri nela manifestações de ternura que me sensibilizaram. E, como sabem, não sou homem de sensibilidades. É certo que tenho experimentado mudanças nestes dois últimos anos. Mas isto passa.(S. Bernardo. 93. ed. Rio de Janeiro, Record, 2012)
“Descobri nela manifestações de ternura que me sensibilizaram.”Está escrito em consonância com o conteúdo dessa frase e com uma forma verbal na voz passiva o que se encontra em:24015FB2-B9 Português
Interpretação de TextosUniversidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho de São Bernardo, de Graciliano Ramos, para responder às questão.Conforme declarei, Madalena possuía um excelente coração. Descobri nela manifestações de ternura que me sensibilizaram. E, como sabem, não sou homem de sensibilidades. É certo que tenho experimentado mudanças nestes dois últimos anos. Mas isto passa.(S. Bernardo. 93. ed. Rio de Janeiro, Record, 2012)
Em São Bernardo, o narrador, Paulo Honório, conta de seu relacionamento com a esposa, Madalena; relacionamento conflituoso, marcado pelo ciúme excessivo do marido, o que evidenciava o modo como ele23FE3C97-B9 Português
Interpretação de TextosUniversidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho de Macunaíma, narrativa de Mário de Andrade.Nem bem pisou na praia e se ergueu na frente dele um monstro. Era o bicho Pondê um jurucutu do Solimões que virava gente de-noite e engolia os estradeiros. Porém Macunaíma pegou na flecha que tinha na ponta a cabeça chata da formiga santa chamada curupê e nem fez pontaria, acertou que foi uma beleza. O bicho Pondê estourou virando coruja.(Macunaíma – o herói sem nenhum caráter. Ed. crítica de Telê Porto Ancona Lopez, 1988)Esse trecho evidencia uma característica comum à composição de Macunaíma, que é23FA58C0-B9 Português
SintaxeUniversidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho de Til, romance de José de Alencar, para responder às questão.Era ela de pequena estatura e tão delgada e flexível no talhe, que dobrava-se como o junco da várzea. As formas da graciosa pubescência, que um corpinho justo debuxaria1 em doce e palpitante relevo, as dissimulava o frouxo corte de uma jaqueta de flanela escarlate com mangas compridas, e desabotoada sobre um camisote liso, cujos largos colarinhos se rebatiam sobre os ombros, à feição dos que usavam então os meninos de escola.Os grandes olhos, negros, claros e serenos, como um lago cristalino imerso na sombra, não podiam negar que fossem de mulher: tinham a diáfana2 profundidade do céu, cheia de enlevos e mistérios.A boca mimosa e breve, conhecia-se que fora vazada no molde do beijo e do sorriso. Mas quando o brinco iluminava essa fisionomia, e o capricho quebrava-lhe a harmonia das linhas do suave perfil, era cobrir-se com a máscara do rapazinho estouvado, que ela teria sido sem dúvida, se a natureza não lhe trocasse o destino.(Til. www.dominiopublico.gov.br)1 um corpinho justo debuxaria: um corpete justo mostraria;2 diáfana: que permite a passagem da luz; transparente, límpida.Considere o emprego dos vocábulos destacados nas seguintes passagens:• “Era ela de pequena estatura e tão delgada e flexível no talhe, que dobrava-se como o junco da várzea.”• “... um camisote liso, cujos largos colarinhos se rebatiam sobre os ombros, à feição dos que usavam então os meninos de escola.”• “Os grandes olhos, negros, claros e serenos, como um lago cristalino imerso na sombra, não podiam negar que fossem de mulher...”No contexto em que são empregados, os vocábulos destacados expressam, respectivamente, ideia de23F731E9-B9 Português
Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)Universidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho de Til, romance de José de Alencar, para responder às questão.Era ela de pequena estatura e tão delgada e flexível no talhe, que dobrava-se como o junco da várzea. As formas da graciosa pubescência, que um corpinho justo debuxaria1 em doce e palpitante relevo, as dissimulava o frouxo corte de uma jaqueta de flanela escarlate com mangas compridas, e desabotoada sobre um camisote liso, cujos largos colarinhos se rebatiam sobre os ombros, à feição dos que usavam então os meninos de escola.Os grandes olhos, negros, claros e serenos, como um lago cristalino imerso na sombra, não podiam negar que fossem de mulher: tinham a diáfana2 profundidade do céu, cheia de enlevos e mistérios.A boca mimosa e breve, conhecia-se que fora vazada no molde do beijo e do sorriso. Mas quando o brinco iluminava essa fisionomia, e o capricho quebrava-lhe a harmonia das linhas do suave perfil, era cobrir-se com a máscara do rapazinho estouvado, que ela teria sido sem dúvida, se a natureza não lhe trocasse o destino.(Til. www.dominiopublico.gov.br)1 um corpinho justo debuxaria: um corpete justo mostraria;2 diáfana: que permite a passagem da luz; transparente, límpida.Constata-se a presença de uma construção hipotética em:23F44417-B9 Português
Interpretação de TextosUniversidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho de Til, romance de José de Alencar, para responder às questão.Era ela de pequena estatura e tão delgada e flexível no talhe, que dobrava-se como o junco da várzea. As formas da graciosa pubescência, que um corpinho justo debuxaria1 em doce e palpitante relevo, as dissimulava o frouxo corte de uma jaqueta de flanela escarlate com mangas compridas, e desabotoada sobre um camisote liso, cujos largos colarinhos se rebatiam sobre os ombros, à feição dos que usavam então os meninos de escola.Os grandes olhos, negros, claros e serenos, como um lago cristalino imerso na sombra, não podiam negar que fossem de mulher: tinham a diáfana2 profundidade do céu, cheia de enlevos e mistérios.A boca mimosa e breve, conhecia-se que fora vazada no molde do beijo e do sorriso. Mas quando o brinco iluminava essa fisionomia, e o capricho quebrava-lhe a harmonia das linhas do suave perfil, era cobrir-se com a máscara do rapazinho estouvado, que ela teria sido sem dúvida, se a natureza não lhe trocasse o destino.(Til. www.dominiopublico.gov.br)1 um corpinho justo debuxaria: um corpete justo mostraria;2 diáfana: que permite a passagem da luz; transparente, límpida.O trecho corresponde à apresentação de Berta, protagonista do romance. Ela é descrita como23F16682-B9 Português
Concordância verbal, Concordância nominalUniversidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosUma frase que apresenta uso de todas as formas verbais em conformidade com a norma-padrão da língua está em: