Questões do ENEM: Linguagens e Faculdade Cásper Líbero
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258 questões encontradas. Mostrando a página 6 de 13.
8CC7C1C8-EF Sobre Viagens na minha terra, de Almeida Garrett, é correto afirmar que:8CBBEFF9-EF Português
Interpretação de TextosFaculdade Cásper Líbero · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosAssinale a opção que apresenta corretamente o elemento presente no seguinte trecho do conto Paulinho Perna Torta, de João Antônio:“A gente pensa que está subindo muito nos pontos de uma carreira, mas apenas está se chegando para mais perto do fim. E como percebo, de repente, quando estou sozinho!(...) Tenho a impressão de que me preguei uma mentirada enorme nestes anos todos”.8CB20951-EF Português
Interpretação de TextosFaculdade Cásper Líbero · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a opção que apresenta corretamente o trecho do conto Paulinho Perna Torta, de João Antônio, que apresenta a origem do apelido do protagonista:8CA9F4DE-EF Português
Interpretação de TextosFaculdade Cásper Líbero · 2015Muito difícilEntre para guardar nos favoritosAssinale a opção que apresenta corretamente a análise crítica de Papeis avulsos, de Machado de Assis.8CA02CC9-EF Português
Interpretação de TextosFaculdade Cásper Líbero · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosSobre O espelho, que faz parte de Papéis avulsos, de Machado de Assis, é correto afirmar que o conto:8C9804E3-EF Português
Coesão e coerênciaFaculdade Cásper Líbero · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosMeio ambiente: ações tardias e termômetros em altaReinaldo CantoNão será por falta de declarações, compromissos e reconhecimentos que o processo de enfrentamento das mudanças climáticas não irá alcançar bons resultados durante a realização da COP 21 (Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas) em dezembro próximo, em Paris. Mas o que são bons resultados? Basicamente eles se referem a compromissos e não necessariamente a alterações no clima realmente perceptíveis.Os mais otimistas poderão dizer que as últimas notícias vindas de grandes emissores como Estados Unidos, China e Brasil; de importantes resoluções adotadas em encontros internacionais como a Cúpula do Desenvolvimento Sustentável e até mesmo por declarações de influentes religiosos como o Papa Francisco e lideranças muçulmanas sobre a importância de se cuidar do planeta, parecem mesmo representar um avanço importante no combate ao aquecimento global e às mudanças climáticas.Já os mais pessimistas ou, melhor dizendo, os mais realistas, aplaudem esses posicionamentos, mas, além de considerá-los ainda tímidos diante dos desafios, também perguntam sem obter respostas: o que está sendo proposto será mesmo suficiente? E, o que ainda é mais angustiante pensar: ainda dará tempo de reverter todo esse processo?Foram boas e alvissareiras as notícias anunciadas durante a Cúpula do Clima realizada no final de setembro em Nova York e que serviu de palco para diversos países apresentarem seus compromissos nacionais a serem ratificados durante a Conferência Climática de Paris (a COP 21). Grandes empresas também buscaram se destacar e se uniram aos líderes mundiais para selar compromissos de descarbonização de suas atividades e investimentos em energias limpas.A presidenta Dilma Rousseff também apresentou em Nova York o nosso INDC, sigla em inglês para o compromisso nacional determinado. A meta brasileira é diminuir 37% das emissões até 2025, chegando a 43% de redução em 2030. O incremento no uso de energias limpas, o reflorestamento de 12 milhões de hectares e o fim do desmatamento ilegal até 2030 estão entre as propostas para o alcance das metas estabelecidas pelo governo brasileiro.Mesmo considerando positiva e apoiando em parte o anúncio oficial do país, organizações e movimentos da sociedade civil se pronunciaram quanto à falta de detalhamento e ousadia do Brasil. Fizeram coro com diferentes abordagens, a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura; o coletivo Engajamundo e o Observatório do Clima, entre outros.Unânime mesmo foi a reprovação da meta de conter definitivamente o desmatamento apenas em 2030. A secretária executiva do Diálogo Florestal, integrante da Coalizão Brasil, Miriam Prochnow, afirmou que “a Coalizão entende que temos a obrigação, inclusive constitucional, de atacar isso imediatamente, com mais força".Na mesma linha, “declarar que o Brasil vai ‘buscar’ políticas para eliminar o desmatamento ilegal é ridículo. O que o governo está dizendo com isso é que aceita conviver com o crime por sabe-se lá quanto tempo. Isso é uma ofensa ao bom-senso e ao que o Brasil já mostrou que pode fazer no controle do desmatamento”, disse Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima. “É preciso lembrar que todos os outros países tropicais já se comprometeram a zerar o desmatamento em 2030”, acrescentou.Debates, metas e mesmo críticas à parte, a verdade é que a temperatura continua a subir. Em seu último relatório, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), alertou que a temperatura do planeta subirá quase 5 graus Celsius até 2100. Já relatório divulgado pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA, em inglês) constatou que o mês de julho deste ano foi o mais quente já registrado no mundo. O mês registrou temperatura média de 16,61°C nas superfícies dos continentes e dos oceanos, 0,81°C a mais do que a média de temperatura do século XX. O ano passado já havia sido apontado como o ano mais quente da história moderna. Além disso, os 10 anos mais quentes registrados, com exceção de 1998, ocorreram a partir de 2000.Uma das consequências desse aumento constante na temperatura está nos mares e oceanos. Recentemente a NASA, órgão aeronáutico e espacial norte-americano, divulgou um estudo com imagens de satélite que revela um aumento de 8 centímetros no nível dos oceanos de 1992 para cá, sendo que em alguns lugares do planeta chegou mesmo a 22 centímetros. Derretimentos de geleiras e expansão da água do mar estão entre as principais razões, efeitos, portanto, do aquecimento global.Só na Groenlândia, por exemplo, a perda de gelo anual está em 303 bilhões de toneladas e na Antártida são em média 118 bilhões de toneladas que todos os anos têm contribuído para elevar o nível dos nossos mares. Se tivermos em mente que muitas das maiores e mais habitadas cidades do mundo estão localizadas em litorais, pode-se imaginar que efeito isso terá num tempo não tão longo.Entre a constatação do aquecimento planetário e as ações anunciadas para reverter esse processo, o que nos cabe como sociedade é cobrar mais e mais efetividade e urgência. Descarbonizar a economia global, recuperar a cobertura florestal e mudar radicalmente nossa maneira de consumo e descarte não são mais possibilidades ou alternativas, mas necessidades básicas e urgentes para a própria sobrevivência da espécie humana. Vamos, portanto, radicalizar.Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/acoes-tardias-termometros-em-alta-e-o-combate-as-mudancas-climaticas-2413.html
Assinale a opção correta, caso o verbo em negrito seja mudado para “tivéssemos” em: “Se tivermos em mente que muitas das maiores e mais habitadas cidades do mundo estão localizadas em litorais, pode-se imaginar que efeito isso terá num tempo não tão longo”:8C87593D-EF Português
Interpretação de TextosFaculdade Cásper Líbero · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosMeio ambiente: ações tardias e termômetros em altaReinaldo CantoNão será por falta de declarações, compromissos e reconhecimentos que o processo de enfrentamento das mudanças climáticas não irá alcançar bons resultados durante a realização da COP 21 (Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas) em dezembro próximo, em Paris. Mas o que são bons resultados? Basicamente eles se referem a compromissos e não necessariamente a alterações no clima realmente perceptíveis.Os mais otimistas poderão dizer que as últimas notícias vindas de grandes emissores como Estados Unidos, China e Brasil; de importantes resoluções adotadas em encontros internacionais como a Cúpula do Desenvolvimento Sustentável e até mesmo por declarações de influentes religiosos como o Papa Francisco e lideranças muçulmanas sobre a importância de se cuidar do planeta, parecem mesmo representar um avanço importante no combate ao aquecimento global e às mudanças climáticas.Já os mais pessimistas ou, melhor dizendo, os mais realistas, aplaudem esses posicionamentos, mas, além de considerá-los ainda tímidos diante dos desafios, também perguntam sem obter respostas: o que está sendo proposto será mesmo suficiente? E, o que ainda é mais angustiante pensar: ainda dará tempo de reverter todo esse processo?Foram boas e alvissareiras as notícias anunciadas durante a Cúpula do Clima realizada no final de setembro em Nova York e que serviu de palco para diversos países apresentarem seus compromissos nacionais a serem ratificados durante a Conferência Climática de Paris (a COP 21). Grandes empresas também buscaram se destacar e se uniram aos líderes mundiais para selar compromissos de descarbonização de suas atividades e investimentos em energias limpas.A presidenta Dilma Rousseff também apresentou em Nova York o nosso INDC, sigla em inglês para o compromisso nacional determinado. A meta brasileira é diminuir 37% das emissões até 2025, chegando a 43% de redução em 2030. O incremento no uso de energias limpas, o reflorestamento de 12 milhões de hectares e o fim do desmatamento ilegal até 2030 estão entre as propostas para o alcance das metas estabelecidas pelo governo brasileiro.Mesmo considerando positiva e apoiando em parte o anúncio oficial do país, organizações e movimentos da sociedade civil se pronunciaram quanto à falta de detalhamento e ousadia do Brasil. Fizeram coro com diferentes abordagens, a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura; o coletivo Engajamundo e o Observatório do Clima, entre outros.Unânime mesmo foi a reprovação da meta de conter definitivamente o desmatamento apenas em 2030. A secretária executiva do Diálogo Florestal, integrante da Coalizão Brasil, Miriam Prochnow, afirmou que “a Coalizão entende que temos a obrigação, inclusive constitucional, de atacar isso imediatamente, com mais força".Na mesma linha, “declarar que o Brasil vai ‘buscar’ políticas para eliminar o desmatamento ilegal é ridículo. O que o governo está dizendo com isso é que aceita conviver com o crime por sabe-se lá quanto tempo. Isso é uma ofensa ao bom-senso e ao que o Brasil já mostrou que pode fazer no controle do desmatamento”, disse Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima. “É preciso lembrar que todos os outros países tropicais já se comprometeram a zerar o desmatamento em 2030”, acrescentou.Debates, metas e mesmo críticas à parte, a verdade é que a temperatura continua a subir. Em seu último relatório, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), alertou que a temperatura do planeta subirá quase 5 graus Celsius até 2100. Já relatório divulgado pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA, em inglês) constatou que o mês de julho deste ano foi o mais quente já registrado no mundo. O mês registrou temperatura média de 16,61°C nas superfícies dos continentes e dos oceanos, 0,81°C a mais do que a média de temperatura do século XX. O ano passado já havia sido apontado como o ano mais quente da história moderna. Além disso, os 10 anos mais quentes registrados, com exceção de 1998, ocorreram a partir de 2000.Uma das consequências desse aumento constante na temperatura está nos mares e oceanos. Recentemente a NASA, órgão aeronáutico e espacial norte-americano, divulgou um estudo com imagens de satélite que revela um aumento de 8 centímetros no nível dos oceanos de 1992 para cá, sendo que em alguns lugares do planeta chegou mesmo a 22 centímetros. Derretimentos de geleiras e expansão da água do mar estão entre as principais razões, efeitos, portanto, do aquecimento global.Só na Groenlândia, por exemplo, a perda de gelo anual está em 303 bilhões de toneladas e na Antártida são em média 118 bilhões de toneladas que todos os anos têm contribuído para elevar o nível dos nossos mares. Se tivermos em mente que muitas das maiores e mais habitadas cidades do mundo estão localizadas em litorais, pode-se imaginar que efeito isso terá num tempo não tão longo.Entre a constatação do aquecimento planetário e as ações anunciadas para reverter esse processo, o que nos cabe como sociedade é cobrar mais e mais efetividade e urgência. Descarbonizar a economia global, recuperar a cobertura florestal e mudar radicalmente nossa maneira de consumo e descarte não são mais possibilidades ou alternativas, mas necessidades básicas e urgentes para a própria sobrevivência da espécie humana. Vamos, portanto, radicalizar.Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/acoes-tardias-termometros-em-alta-e-o-combate-as-mudancas-climaticas-2413.html
Assinale a opção que apresenta corretamente o significado da palavra “alvissareiras” em “Foram boas e alvissareiras as notícias anunciadas durante a Cúpula do Clima realizada no final de setembro em Nova York...”8C831299-EF Português
Coesão e coerênciaFaculdade Cásper Líbero · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosMeio ambiente: ações tardias e termômetros em altaReinaldo CantoNão será por falta de declarações, compromissos e reconhecimentos que o processo de enfrentamento das mudanças climáticas não irá alcançar bons resultados durante a realização da COP 21 (Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas) em dezembro próximo, em Paris. Mas o que são bons resultados? Basicamente eles se referem a compromissos e não necessariamente a alterações no clima realmente perceptíveis.Os mais otimistas poderão dizer que as últimas notícias vindas de grandes emissores como Estados Unidos, China e Brasil; de importantes resoluções adotadas em encontros internacionais como a Cúpula do Desenvolvimento Sustentável e até mesmo por declarações de influentes religiosos como o Papa Francisco e lideranças muçulmanas sobre a importância de se cuidar do planeta, parecem mesmo representar um avanço importante no combate ao aquecimento global e às mudanças climáticas.Já os mais pessimistas ou, melhor dizendo, os mais realistas, aplaudem esses posicionamentos, mas, além de considerá-los ainda tímidos diante dos desafios, também perguntam sem obter respostas: o que está sendo proposto será mesmo suficiente? E, o que ainda é mais angustiante pensar: ainda dará tempo de reverter todo esse processo?Foram boas e alvissareiras as notícias anunciadas durante a Cúpula do Clima realizada no final de setembro em Nova York e que serviu de palco para diversos países apresentarem seus compromissos nacionais a serem ratificados durante a Conferência Climática de Paris (a COP 21). Grandes empresas também buscaram se destacar e se uniram aos líderes mundiais para selar compromissos de descarbonização de suas atividades e investimentos em energias limpas.A presidenta Dilma Rousseff também apresentou em Nova York o nosso INDC, sigla em inglês para o compromisso nacional determinado. A meta brasileira é diminuir 37% das emissões até 2025, chegando a 43% de redução em 2030. O incremento no uso de energias limpas, o reflorestamento de 12 milhões de hectares e o fim do desmatamento ilegal até 2030 estão entre as propostas para o alcance das metas estabelecidas pelo governo brasileiro.Mesmo considerando positiva e apoiando em parte o anúncio oficial do país, organizações e movimentos da sociedade civil se pronunciaram quanto à falta de detalhamento e ousadia do Brasil. Fizeram coro com diferentes abordagens, a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura; o coletivo Engajamundo e o Observatório do Clima, entre outros.Unânime mesmo foi a reprovação da meta de conter definitivamente o desmatamento apenas em 2030. A secretária executiva do Diálogo Florestal, integrante da Coalizão Brasil, Miriam Prochnow, afirmou que “a Coalizão entende que temos a obrigação, inclusive constitucional, de atacar isso imediatamente, com mais força".Na mesma linha, “declarar que o Brasil vai ‘buscar’ políticas para eliminar o desmatamento ilegal é ridículo. O que o governo está dizendo com isso é que aceita conviver com o crime por sabe-se lá quanto tempo. Isso é uma ofensa ao bom-senso e ao que o Brasil já mostrou que pode fazer no controle do desmatamento”, disse Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima. “É preciso lembrar que todos os outros países tropicais já se comprometeram a zerar o desmatamento em 2030”, acrescentou.Debates, metas e mesmo críticas à parte, a verdade é que a temperatura continua a subir. Em seu último relatório, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), alertou que a temperatura do planeta subirá quase 5 graus Celsius até 2100. Já relatório divulgado pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA, em inglês) constatou que o mês de julho deste ano foi o mais quente já registrado no mundo. O mês registrou temperatura média de 16,61°C nas superfícies dos continentes e dos oceanos, 0,81°C a mais do que a média de temperatura do século XX. O ano passado já havia sido apontado como o ano mais quente da história moderna. Além disso, os 10 anos mais quentes registrados, com exceção de 1998, ocorreram a partir de 2000.Uma das consequências desse aumento constante na temperatura está nos mares e oceanos. Recentemente a NASA, órgão aeronáutico e espacial norte-americano, divulgou um estudo com imagens de satélite que revela um aumento de 8 centímetros no nível dos oceanos de 1992 para cá, sendo que em alguns lugares do planeta chegou mesmo a 22 centímetros. Derretimentos de geleiras e expansão da água do mar estão entre as principais razões, efeitos, portanto, do aquecimento global.Só na Groenlândia, por exemplo, a perda de gelo anual está em 303 bilhões de toneladas e na Antártida são em média 118 bilhões de toneladas que todos os anos têm contribuído para elevar o nível dos nossos mares. Se tivermos em mente que muitas das maiores e mais habitadas cidades do mundo estão localizadas em litorais, pode-se imaginar que efeito isso terá num tempo não tão longo.Entre a constatação do aquecimento planetário e as ações anunciadas para reverter esse processo, o que nos cabe como sociedade é cobrar mais e mais efetividade e urgência. Descarbonizar a economia global, recuperar a cobertura florestal e mudar radicalmente nossa maneira de consumo e descarte não são mais possibilidades ou alternativas, mas necessidades básicas e urgentes para a própria sobrevivência da espécie humana. Vamos, portanto, radicalizar.Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/acoes-tardias-termometros-em-alta-e-o-combate-as-mudancas-climaticas-2413.html
Assinale a opção que apresenta corretamente, um subtítulo para o texto.8C7C1D41-EF Português
Interpretação de TextosFaculdade Cásper Líbero · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosMeio ambiente: ações tardias e termômetros em altaReinaldo CantoNão será por falta de declarações, compromissos e reconhecimentos que o processo de enfrentamento das mudanças climáticas não irá alcançar bons resultados durante a realização da COP 21 (Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas) em dezembro próximo, em Paris. Mas o que são bons resultados? Basicamente eles se referem a compromissos e não necessariamente a alterações no clima realmente perceptíveis.Os mais otimistas poderão dizer que as últimas notícias vindas de grandes emissores como Estados Unidos, China e Brasil; de importantes resoluções adotadas em encontros internacionais como a Cúpula do Desenvolvimento Sustentável e até mesmo por declarações de influentes religiosos como o Papa Francisco e lideranças muçulmanas sobre a importância de se cuidar do planeta, parecem mesmo representar um avanço importante no combate ao aquecimento global e às mudanças climáticas.Já os mais pessimistas ou, melhor dizendo, os mais realistas, aplaudem esses posicionamentos, mas, além de considerá-los ainda tímidos diante dos desafios, também perguntam sem obter respostas: o que está sendo proposto será mesmo suficiente? E, o que ainda é mais angustiante pensar: ainda dará tempo de reverter todo esse processo?Foram boas e alvissareiras as notícias anunciadas durante a Cúpula do Clima realizada no final de setembro em Nova York e que serviu de palco para diversos países apresentarem seus compromissos nacionais a serem ratificados durante a Conferência Climática de Paris (a COP 21). Grandes empresas também buscaram se destacar e se uniram aos líderes mundiais para selar compromissos de descarbonização de suas atividades e investimentos em energias limpas.A presidenta Dilma Rousseff também apresentou em Nova York o nosso INDC, sigla em inglês para o compromisso nacional determinado. A meta brasileira é diminuir 37% das emissões até 2025, chegando a 43% de redução em 2030. O incremento no uso de energias limpas, o reflorestamento de 12 milhões de hectares e o fim do desmatamento ilegal até 2030 estão entre as propostas para o alcance das metas estabelecidas pelo governo brasileiro.Mesmo considerando positiva e apoiando em parte o anúncio oficial do país, organizações e movimentos da sociedade civil se pronunciaram quanto à falta de detalhamento e ousadia do Brasil. Fizeram coro com diferentes abordagens, a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura; o coletivo Engajamundo e o Observatório do Clima, entre outros.Unânime mesmo foi a reprovação da meta de conter definitivamente o desmatamento apenas em 2030. A secretária executiva do Diálogo Florestal, integrante da Coalizão Brasil, Miriam Prochnow, afirmou que “a Coalizão entende que temos a obrigação, inclusive constitucional, de atacar isso imediatamente, com mais força".Na mesma linha, “declarar que o Brasil vai ‘buscar’ políticas para eliminar o desmatamento ilegal é ridículo. O que o governo está dizendo com isso é que aceita conviver com o crime por sabe-se lá quanto tempo. Isso é uma ofensa ao bom-senso e ao que o Brasil já mostrou que pode fazer no controle do desmatamento”, disse Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima. “É preciso lembrar que todos os outros países tropicais já se comprometeram a zerar o desmatamento em 2030”, acrescentou.Debates, metas e mesmo críticas à parte, a verdade é que a temperatura continua a subir. Em seu último relatório, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), alertou que a temperatura do planeta subirá quase 5 graus Celsius até 2100. Já relatório divulgado pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA, em inglês) constatou que o mês de julho deste ano foi o mais quente já registrado no mundo. O mês registrou temperatura média de 16,61°C nas superfícies dos continentes e dos oceanos, 0,81°C a mais do que a média de temperatura do século XX. O ano passado já havia sido apontado como o ano mais quente da história moderna. Além disso, os 10 anos mais quentes registrados, com exceção de 1998, ocorreram a partir de 2000.Uma das consequências desse aumento constante na temperatura está nos mares e oceanos. Recentemente a NASA, órgão aeronáutico e espacial norte-americano, divulgou um estudo com imagens de satélite que revela um aumento de 8 centímetros no nível dos oceanos de 1992 para cá, sendo que em alguns lugares do planeta chegou mesmo a 22 centímetros. Derretimentos de geleiras e expansão da água do mar estão entre as principais razões, efeitos, portanto, do aquecimento global.Só na Groenlândia, por exemplo, a perda de gelo anual está em 303 bilhões de toneladas e na Antártida são em média 118 bilhões de toneladas que todos os anos têm contribuído para elevar o nível dos nossos mares. Se tivermos em mente que muitas das maiores e mais habitadas cidades do mundo estão localizadas em litorais, pode-se imaginar que efeito isso terá num tempo não tão longo.Entre a constatação do aquecimento planetário e as ações anunciadas para reverter esse processo, o que nos cabe como sociedade é cobrar mais e mais efetividade e urgência. Descarbonizar a economia global, recuperar a cobertura florestal e mudar radicalmente nossa maneira de consumo e descarte não são mais possibilidades ou alternativas, mas necessidades básicas e urgentes para a própria sobrevivência da espécie humana. Vamos, portanto, radicalizar.Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/acoes-tardias-termometros-em-alta-e-o-combate-as-mudancas-climaticas-2413.html
Segundo o texto, a atitude mundial para com as mudanças climáticas, por ora, está no nível:8C71941E-EF Português
Interpretação de TextosFaculdade Cásper Líbero · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosMeio ambiente: ações tardias e termômetros em altaReinaldo CantoNão será por falta de declarações, compromissos e reconhecimentos que o processo de enfrentamento das mudanças climáticas não irá alcançar bons resultados durante a realização da COP 21 (Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas) em dezembro próximo, em Paris. Mas o que são bons resultados? Basicamente eles se referem a compromissos e não necessariamente a alterações no clima realmente perceptíveis.Os mais otimistas poderão dizer que as últimas notícias vindas de grandes emissores como Estados Unidos, China e Brasil; de importantes resoluções adotadas em encontros internacionais como a Cúpula do Desenvolvimento Sustentável e até mesmo por declarações de influentes religiosos como o Papa Francisco e lideranças muçulmanas sobre a importância de se cuidar do planeta, parecem mesmo representar um avanço importante no combate ao aquecimento global e às mudanças climáticas.Já os mais pessimistas ou, melhor dizendo, os mais realistas, aplaudem esses posicionamentos, mas, além de considerá-los ainda tímidos diante dos desafios, também perguntam sem obter respostas: o que está sendo proposto será mesmo suficiente? E, o que ainda é mais angustiante pensar: ainda dará tempo de reverter todo esse processo?Foram boas e alvissareiras as notícias anunciadas durante a Cúpula do Clima realizada no final de setembro em Nova York e que serviu de palco para diversos países apresentarem seus compromissos nacionais a serem ratificados durante a Conferência Climática de Paris (a COP 21). Grandes empresas também buscaram se destacar e se uniram aos líderes mundiais para selar compromissos de descarbonização de suas atividades e investimentos em energias limpas.A presidenta Dilma Rousseff também apresentou em Nova York o nosso INDC, sigla em inglês para o compromisso nacional determinado. A meta brasileira é diminuir 37% das emissões até 2025, chegando a 43% de redução em 2030. O incremento no uso de energias limpas, o reflorestamento de 12 milhões de hectares e o fim do desmatamento ilegal até 2030 estão entre as propostas para o alcance das metas estabelecidas pelo governo brasileiro.Mesmo considerando positiva e apoiando em parte o anúncio oficial do país, organizações e movimentos da sociedade civil se pronunciaram quanto à falta de detalhamento e ousadia do Brasil. Fizeram coro com diferentes abordagens, a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura; o coletivo Engajamundo e o Observatório do Clima, entre outros.Unânime mesmo foi a reprovação da meta de conter definitivamente o desmatamento apenas em 2030. A secretária executiva do Diálogo Florestal, integrante da Coalizão Brasil, Miriam Prochnow, afirmou que “a Coalizão entende que temos a obrigação, inclusive constitucional, de atacar isso imediatamente, com mais força".Na mesma linha, “declarar que o Brasil vai ‘buscar’ políticas para eliminar o desmatamento ilegal é ridículo. O que o governo está dizendo com isso é que aceita conviver com o crime por sabe-se lá quanto tempo. Isso é uma ofensa ao bom-senso e ao que o Brasil já mostrou que pode fazer no controle do desmatamento”, disse Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima. “É preciso lembrar que todos os outros países tropicais já se comprometeram a zerar o desmatamento em 2030”, acrescentou.Debates, metas e mesmo críticas à parte, a verdade é que a temperatura continua a subir. Em seu último relatório, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), alertou que a temperatura do planeta subirá quase 5 graus Celsius até 2100. Já relatório divulgado pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA, em inglês) constatou que o mês de julho deste ano foi o mais quente já registrado no mundo. O mês registrou temperatura média de 16,61°C nas superfícies dos continentes e dos oceanos, 0,81°C a mais do que a média de temperatura do século XX. O ano passado já havia sido apontado como o ano mais quente da história moderna. Além disso, os 10 anos mais quentes registrados, com exceção de 1998, ocorreram a partir de 2000.Uma das consequências desse aumento constante na temperatura está nos mares e oceanos. Recentemente a NASA, órgão aeronáutico e espacial norte-americano, divulgou um estudo com imagens de satélite que revela um aumento de 8 centímetros no nível dos oceanos de 1992 para cá, sendo que em alguns lugares do planeta chegou mesmo a 22 centímetros. Derretimentos de geleiras e expansão da água do mar estão entre as principais razões, efeitos, portanto, do aquecimento global.Só na Groenlândia, por exemplo, a perda de gelo anual está em 303 bilhões de toneladas e na Antártida são em média 118 bilhões de toneladas que todos os anos têm contribuído para elevar o nível dos nossos mares. Se tivermos em mente que muitas das maiores e mais habitadas cidades do mundo estão localizadas em litorais, pode-se imaginar que efeito isso terá num tempo não tão longo.Entre a constatação do aquecimento planetário e as ações anunciadas para reverter esse processo, o que nos cabe como sociedade é cobrar mais e mais efetividade e urgência. Descarbonizar a economia global, recuperar a cobertura florestal e mudar radicalmente nossa maneira de consumo e descarte não são mais possibilidades ou alternativas, mas necessidades básicas e urgentes para a própria sobrevivência da espécie humana. Vamos, portanto, radicalizar.Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/acoes-tardias-termometros-em-alta-e-o-combate-as-mudancas-climaticas-2413.html
Pode-se afirmar que o autor, diante das condições do meio ambiente, sugere:FEB555E5-E7 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Cásper Líbero · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosA brief survey of the short story part 47: Machado de AssisStill neglected by English readers, the Brazilian writer is one of the very greatest of the early modern eraThe Brazilian Joaquim Maria Machado de Assis is, to English-language readers, perhaps the most obscure of world literature’s great short-story writers. Producing work between 1869 and 1908, Machado wrote nine novels and more than 200 hundred stories, more than 60 of the latter appearing after 1880. This date marks the point at which Machado metamorphosed from a writer of romantic trifles into a master of psychological realism, seemingly overnight. The Brazilian poet and critic Augusto Meyer compared the shift to the one between Herman Melville’s earlier works and Moby-Dick.The evolutionary leap is unquestionable, although the precise reasons for it are unclear. Indeed, many uncertainties surround the biography of Machado, who was an intensely private person. Perhaps it’s no surprise that such a man should create a body of work that prizes the puzzle above the certainty. Meyer called ambiguity Machado’s most prominent theme and the translators Jake Schmitt and Lorie Ishimatsu agree, seeing it as being “in part the result of his subjective, relativistic world view, in which truth and reality, which are never absolutes, can only be approximated; no character relationships are stable, no issues are clear-cut, and the nature of everything is tenuous.” Machado writes with pleasurable clarity – he worked as a journalist for a time – but the straightforwardness of his stories is a camouflage for less obvious, more troubling cargo.(...)Machado’s most recent English translator, John Gledson, says the difficulty of translating him is capturing the right balance of distance, understanding and sympathy. Trapdoors to the unexpected open constantly in his work, from the sadism of “The Hidden Cause”, or the bleak violence of “Father versus Mother”, to the subtle play of what Michael Wood terms his “quiet, complicated humour”. Reading him prompts thoughts of so many different writers that he can only be unique. Poe’s chilling shadow falls across “The Hidden Cause” and “The Fortune-Teller”. “The Alienist” glitters with Swiftian satire. Machado’s shrewd, even devious work with the point of view of his narrators positions him alongside Henry James. Numerous stories anticipate the moral ambiguity of Chekhov’s mature work, in particular “A Singular Occurrence”. Machado’s literary mapping of Rio reaches back to the St Petersburg of Gogol and Dostoevsky, and anticipates the Dublin of Joyce. Finally, some of his more obviously strange works (nearly all of it is strange to some degree, which is part of its brilliance) evoke Borges and Kafka. Given all this, it’s little wonder that writer and critic Kevin Jackson would feel confident enough to claim that Machado “invented literary modernity, sui generis”.(...)At its most pessimistic, as at the conclusion of “Dona Paula”, all pleasure lies in a past that proves impossible to meaningfully access.This conception of a hollow, unreal present tied to a genuine but obliterated past finds a binary in Machado’s interest in the duality of the self, and the exploration of characters whose outer and inner personae differ radically. In “The Diplomat” this idea is expressed through the description of a man’s unexpressed passion for a friend’s daughter. In “A Famous Man” a hugely successful composer of polkas is wracked by his inability to compose ‘serious’ music. But it is in an earlier treatment of this theme, 1882’s “The Mirror”, that Machado captures the phenomenon most memorably. Alone in a desolate plantation house, Jacobina, a sub-lieutenant in the National Guard, finds his reflection growing dimmer and less distinct. The only way to bring it back into focus, and thus cling to reality, is to spend a period several hours each day standing before the mirror in his uniform. Jacobina steps out of this strange, haunting story to take his place alongside Chekhov’s Dmitri Gurov and Joyce’s Gabriel Conroy, men whose fatally divided selves leave them trapped in a limbo between their public and private personae. Just as the characters belong together, so do their creators; writing about Machado in 2002 Michael Wood complained, “Everyone who reads him thinks he is a master, but who reads him, and who has heard of him?” Not nearly so many as he deserves.Quotations from the stories are translated by John Gledson, Jack Schmitt and Lorie Ishimatsu.Source:POWER, Chris,The Guardian, Books Blog, Posted by Chris Power on Friday 1 March 2013 15.28 GMT http://www.theguardian.com/books/booksblog/2013/mar/01/survey-short-story-machado (Adapted) Access November, 2014
An attribute of Machado’s work seen on the post is:FEB16BB3-E7 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Cásper Líbero · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosA brief survey of the short story part 47: Machado de AssisStill neglected by English readers, the Brazilian writer is one of the very greatest of the early modern eraThe Brazilian Joaquim Maria Machado de Assis is, to English-language readers, perhaps the most obscure of world literature’s great short-story writers. Producing work between 1869 and 1908, Machado wrote nine novels and more than 200 hundred stories, more than 60 of the latter appearing after 1880. This date marks the point at which Machado metamorphosed from a writer of romantic trifles into a master of psychological realism, seemingly overnight. The Brazilian poet and critic Augusto Meyer compared the shift to the one between Herman Melville’s earlier works and Moby-Dick.The evolutionary leap is unquestionable, although the precise reasons for it are unclear. Indeed, many uncertainties surround the biography of Machado, who was an intensely private person. Perhaps it’s no surprise that such a man should create a body of work that prizes the puzzle above the certainty. Meyer called ambiguity Machado’s most prominent theme and the translators Jake Schmitt and Lorie Ishimatsu agree, seeing it as being “in part the result of his subjective, relativistic world view, in which truth and reality, which are never absolutes, can only be approximated; no character relationships are stable, no issues are clear-cut, and the nature of everything is tenuous.” Machado writes with pleasurable clarity – he worked as a journalist for a time – but the straightforwardness of his stories is a camouflage for less obvious, more troubling cargo.(...)Machado’s most recent English translator, John Gledson, says the difficulty of translating him is capturing the right balance of distance, understanding and sympathy. Trapdoors to the unexpected open constantly in his work, from the sadism of “The Hidden Cause”, or the bleak violence of “Father versus Mother”, to the subtle play of what Michael Wood terms his “quiet, complicated humour”. Reading him prompts thoughts of so many different writers that he can only be unique. Poe’s chilling shadow falls across “The Hidden Cause” and “The Fortune-Teller”. “The Alienist” glitters with Swiftian satire. Machado’s shrewd, even devious work with the point of view of his narrators positions him alongside Henry James. Numerous stories anticipate the moral ambiguity of Chekhov’s mature work, in particular “A Singular Occurrence”. Machado’s literary mapping of Rio reaches back to the St Petersburg of Gogol and Dostoevsky, and anticipates the Dublin of Joyce. Finally, some of his more obviously strange works (nearly all of it is strange to some degree, which is part of its brilliance) evoke Borges and Kafka. Given all this, it’s little wonder that writer and critic Kevin Jackson would feel confident enough to claim that Machado “invented literary modernity, sui generis”.(...)At its most pessimistic, as at the conclusion of “Dona Paula”, all pleasure lies in a past that proves impossible to meaningfully access.This conception of a hollow, unreal present tied to a genuine but obliterated past finds a binary in Machado’s interest in the duality of the self, and the exploration of characters whose outer and inner personae differ radically. In “The Diplomat” this idea is expressed through the description of a man’s unexpressed passion for a friend’s daughter. In “A Famous Man” a hugely successful composer of polkas is wracked by his inability to compose ‘serious’ music. But it is in an earlier treatment of this theme, 1882’s “The Mirror”, that Machado captures the phenomenon most memorably. Alone in a desolate plantation house, Jacobina, a sub-lieutenant in the National Guard, finds his reflection growing dimmer and less distinct. The only way to bring it back into focus, and thus cling to reality, is to spend a period several hours each day standing before the mirror in his uniform. Jacobina steps out of this strange, haunting story to take his place alongside Chekhov’s Dmitri Gurov and Joyce’s Gabriel Conroy, men whose fatally divided selves leave them trapped in a limbo between their public and private personae. Just as the characters belong together, so do their creators; writing about Machado in 2002 Michael Wood complained, “Everyone who reads him thinks he is a master, but who reads him, and who has heard of him?” Not nearly so many as he deserves.Quotations from the stories are translated by John Gledson, Jack Schmitt and Lorie Ishimatsu.Source:POWER, Chris,The Guardian, Books Blog, Posted by Chris Power on Friday 1 March 2013 15.28 GMT http://www.theguardian.com/books/booksblog/2013/mar/01/survey-short-story-machado (Adapted) Access November, 2014
The references to other writers on the text were, for Chris Power,FEACD1A0-E7 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Cásper Líbero · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosA brief survey of the short story part 47: Machado de AssisStill neglected by English readers, the Brazilian writer is one of the very greatest of the early modern eraThe Brazilian Joaquim Maria Machado de Assis is, to English-language readers, perhaps the most obscure of world literature’s great short-story writers. Producing work between 1869 and 1908, Machado wrote nine novels and more than 200 hundred stories, more than 60 of the latter appearing after 1880. This date marks the point at which Machado metamorphosed from a writer of romantic trifles into a master of psychological realism, seemingly overnight. The Brazilian poet and critic Augusto Meyer compared the shift to the one between Herman Melville’s earlier works and Moby-Dick.The evolutionary leap is unquestionable, although the precise reasons for it are unclear. Indeed, many uncertainties surround the biography of Machado, who was an intensely private person. Perhaps it’s no surprise that such a man should create a body of work that prizes the puzzle above the certainty. Meyer called ambiguity Machado’s most prominent theme and the translators Jake Schmitt and Lorie Ishimatsu agree, seeing it as being “in part the result of his subjective, relativistic world view, in which truth and reality, which are never absolutes, can only be approximated; no character relationships are stable, no issues are clear-cut, and the nature of everything is tenuous.” Machado writes with pleasurable clarity – he worked as a journalist for a time – but the straightforwardness of his stories is a camouflage for less obvious, more troubling cargo.(...)Machado’s most recent English translator, John Gledson, says the difficulty of translating him is capturing the right balance of distance, understanding and sympathy. Trapdoors to the unexpected open constantly in his work, from the sadism of “The Hidden Cause”, or the bleak violence of “Father versus Mother”, to the subtle play of what Michael Wood terms his “quiet, complicated humour”. Reading him prompts thoughts of so many different writers that he can only be unique. Poe’s chilling shadow falls across “The Hidden Cause” and “The Fortune-Teller”. “The Alienist” glitters with Swiftian satire. Machado’s shrewd, even devious work with the point of view of his narrators positions him alongside Henry James. Numerous stories anticipate the moral ambiguity of Chekhov’s mature work, in particular “A Singular Occurrence”. Machado’s literary mapping of Rio reaches back to the St Petersburg of Gogol and Dostoevsky, and anticipates the Dublin of Joyce. Finally, some of his more obviously strange works (nearly all of it is strange to some degree, which is part of its brilliance) evoke Borges and Kafka. Given all this, it’s little wonder that writer and critic Kevin Jackson would feel confident enough to claim that Machado “invented literary modernity, sui generis”.(...)At its most pessimistic, as at the conclusion of “Dona Paula”, all pleasure lies in a past that proves impossible to meaningfully access.This conception of a hollow, unreal present tied to a genuine but obliterated past finds a binary in Machado’s interest in the duality of the self, and the exploration of characters whose outer and inner personae differ radically. In “The Diplomat” this idea is expressed through the description of a man’s unexpressed passion for a friend’s daughter. In “A Famous Man” a hugely successful composer of polkas is wracked by his inability to compose ‘serious’ music. But it is in an earlier treatment of this theme, 1882’s “The Mirror”, that Machado captures the phenomenon most memorably. Alone in a desolate plantation house, Jacobina, a sub-lieutenant in the National Guard, finds his reflection growing dimmer and less distinct. The only way to bring it back into focus, and thus cling to reality, is to spend a period several hours each day standing before the mirror in his uniform. Jacobina steps out of this strange, haunting story to take his place alongside Chekhov’s Dmitri Gurov and Joyce’s Gabriel Conroy, men whose fatally divided selves leave them trapped in a limbo between their public and private personae. Just as the characters belong together, so do their creators; writing about Machado in 2002 Michael Wood complained, “Everyone who reads him thinks he is a master, but who reads him, and who has heard of him?” Not nearly so many as he deserves.Quotations from the stories are translated by John Gledson, Jack Schmitt and Lorie Ishimatsu.Source:POWER, Chris,The Guardian, Books Blog, Posted by Chris Power on Friday 1 March 2013 15.28 GMT http://www.theguardian.com/books/booksblog/2013/mar/01/survey-short-story-machado (Adapted) Access November, 2014
On the post, the phenomenon described as to have been captured most memorably by MachadoFEA90AA1-E7 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Cásper Líbero · 2014Muito difícilEntre para guardar nos favoritosA brief survey of the short story part 47: Machado de AssisStill neglected by English readers, the Brazilian writer is one of the very greatest of the early modern eraThe Brazilian Joaquim Maria Machado de Assis is, to English-language readers, perhaps the most obscure of world literature’s great short-story writers. Producing work between 1869 and 1908, Machado wrote nine novels and more than 200 hundred stories, more than 60 of the latter appearing after 1880. This date marks the point at which Machado metamorphosed from a writer of romantic trifles into a master of psychological realism, seemingly overnight. The Brazilian poet and critic Augusto Meyer compared the shift to the one between Herman Melville’s earlier works and Moby-Dick.The evolutionary leap is unquestionable, although the precise reasons for it are unclear. Indeed, many uncertainties surround the biography of Machado, who was an intensely private person. Perhaps it’s no surprise that such a man should create a body of work that prizes the puzzle above the certainty. Meyer called ambiguity Machado’s most prominent theme and the translators Jake Schmitt and Lorie Ishimatsu agree, seeing it as being “in part the result of his subjective, relativistic world view, in which truth and reality, which are never absolutes, can only be approximated; no character relationships are stable, no issues are clear-cut, and the nature of everything is tenuous.” Machado writes with pleasurable clarity – he worked as a journalist for a time – but the straightforwardness of his stories is a camouflage for less obvious, more troubling cargo.(...)Machado’s most recent English translator, John Gledson, says the difficulty of translating him is capturing the right balance of distance, understanding and sympathy. Trapdoors to the unexpected open constantly in his work, from the sadism of “The Hidden Cause”, or the bleak violence of “Father versus Mother”, to the subtle play of what Michael Wood terms his “quiet, complicated humour”. Reading him prompts thoughts of so many different writers that he can only be unique. Poe’s chilling shadow falls across “The Hidden Cause” and “The Fortune-Teller”. “The Alienist” glitters with Swiftian satire. Machado’s shrewd, even devious work with the point of view of his narrators positions him alongside Henry James. Numerous stories anticipate the moral ambiguity of Chekhov’s mature work, in particular “A Singular Occurrence”. Machado’s literary mapping of Rio reaches back to the St Petersburg of Gogol and Dostoevsky, and anticipates the Dublin of Joyce. Finally, some of his more obviously strange works (nearly all of it is strange to some degree, which is part of its brilliance) evoke Borges and Kafka. Given all this, it’s little wonder that writer and critic Kevin Jackson would feel confident enough to claim that Machado “invented literary modernity, sui generis”.(...)At its most pessimistic, as at the conclusion of “Dona Paula”, all pleasure lies in a past that proves impossible to meaningfully access.This conception of a hollow, unreal present tied to a genuine but obliterated past finds a binary in Machado’s interest in the duality of the self, and the exploration of characters whose outer and inner personae differ radically. In “The Diplomat” this idea is expressed through the description of a man’s unexpressed passion for a friend’s daughter. In “A Famous Man” a hugely successful composer of polkas is wracked by his inability to compose ‘serious’ music. But it is in an earlier treatment of this theme, 1882’s “The Mirror”, that Machado captures the phenomenon most memorably. Alone in a desolate plantation house, Jacobina, a sub-lieutenant in the National Guard, finds his reflection growing dimmer and less distinct. The only way to bring it back into focus, and thus cling to reality, is to spend a period several hours each day standing before the mirror in his uniform. Jacobina steps out of this strange, haunting story to take his place alongside Chekhov’s Dmitri Gurov and Joyce’s Gabriel Conroy, men whose fatally divided selves leave them trapped in a limbo between their public and private personae. Just as the characters belong together, so do their creators; writing about Machado in 2002 Michael Wood complained, “Everyone who reads him thinks he is a master, but who reads him, and who has heard of him?” Not nearly so many as he deserves.Quotations from the stories are translated by John Gledson, Jack Schmitt and Lorie Ishimatsu.Source:POWER, Chris,The Guardian, Books Blog, Posted by Chris Power on Friday 1 March 2013 15.28 GMT http://www.theguardian.com/books/booksblog/2013/mar/01/survey-short-story-machado (Adapted) Access November, 2014
Augusto Meyer, Jake Schmitt and Lorie IshimatsuFEA5AEA2-E7 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Cásper Líbero · 2014Muito difícilEntre para guardar nos favoritosA brief survey of the short story part 47: Machado de AssisStill neglected by English readers, the Brazilian writer is one of the very greatest of the early modern eraThe Brazilian Joaquim Maria Machado de Assis is, to English-language readers, perhaps the most obscure of world literature’s great short-story writers. Producing work between 1869 and 1908, Machado wrote nine novels and more than 200 hundred stories, more than 60 of the latter appearing after 1880. This date marks the point at which Machado metamorphosed from a writer of romantic trifles into a master of psychological realism, seemingly overnight. The Brazilian poet and critic Augusto Meyer compared the shift to the one between Herman Melville’s earlier works and Moby-Dick.The evolutionary leap is unquestionable, although the precise reasons for it are unclear. Indeed, many uncertainties surround the biography of Machado, who was an intensely private person. Perhaps it’s no surprise that such a man should create a body of work that prizes the puzzle above the certainty. Meyer called ambiguity Machado’s most prominent theme and the translators Jake Schmitt and Lorie Ishimatsu agree, seeing it as being “in part the result of his subjective, relativistic world view, in which truth and reality, which are never absolutes, can only be approximated; no character relationships are stable, no issues are clear-cut, and the nature of everything is tenuous.” Machado writes with pleasurable clarity – he worked as a journalist for a time – but the straightforwardness of his stories is a camouflage for less obvious, more troubling cargo.(...)Machado’s most recent English translator, John Gledson, says the difficulty of translating him is capturing the right balance of distance, understanding and sympathy. Trapdoors to the unexpected open constantly in his work, from the sadism of “The Hidden Cause”, or the bleak violence of “Father versus Mother”, to the subtle play of what Michael Wood terms his “quiet, complicated humour”. Reading him prompts thoughts of so many different writers that he can only be unique. Poe’s chilling shadow falls across “The Hidden Cause” and “The Fortune-Teller”. “The Alienist” glitters with Swiftian satire. Machado’s shrewd, even devious work with the point of view of his narrators positions him alongside Henry James. Numerous stories anticipate the moral ambiguity of Chekhov’s mature work, in particular “A Singular Occurrence”. Machado’s literary mapping of Rio reaches back to the St Petersburg of Gogol and Dostoevsky, and anticipates the Dublin of Joyce. Finally, some of his more obviously strange works (nearly all of it is strange to some degree, which is part of its brilliance) evoke Borges and Kafka. Given all this, it’s little wonder that writer and critic Kevin Jackson would feel confident enough to claim that Machado “invented literary modernity, sui generis”.(...)At its most pessimistic, as at the conclusion of “Dona Paula”, all pleasure lies in a past that proves impossible to meaningfully access.This conception of a hollow, unreal present tied to a genuine but obliterated past finds a binary in Machado’s interest in the duality of the self, and the exploration of characters whose outer and inner personae differ radically. In “The Diplomat” this idea is expressed through the description of a man’s unexpressed passion for a friend’s daughter. In “A Famous Man” a hugely successful composer of polkas is wracked by his inability to compose ‘serious’ music. But it is in an earlier treatment of this theme, 1882’s “The Mirror”, that Machado captures the phenomenon most memorably. Alone in a desolate plantation house, Jacobina, a sub-lieutenant in the National Guard, finds his reflection growing dimmer and less distinct. The only way to bring it back into focus, and thus cling to reality, is to spend a period several hours each day standing before the mirror in his uniform. Jacobina steps out of this strange, haunting story to take his place alongside Chekhov’s Dmitri Gurov and Joyce’s Gabriel Conroy, men whose fatally divided selves leave them trapped in a limbo between their public and private personae. Just as the characters belong together, so do their creators; writing about Machado in 2002 Michael Wood complained, “Everyone who reads him thinks he is a master, but who reads him, and who has heard of him?” Not nearly so many as he deserves.Quotations from the stories are translated by John Gledson, Jack Schmitt and Lorie Ishimatsu.Source:POWER, Chris,The Guardian, Books Blog, Posted by Chris Power on Friday 1 March 2013 15.28 GMT http://www.theguardian.com/books/booksblog/2013/mar/01/survey-short-story-machado (Adapted) Access November, 2014
The noun ‘shift’ on the first paragraph was used byFE5BE75F-E7 Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Cásper Líbero · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosPoema 1
o bicho alfabeto
tem vinte e três patas
ou quase
por onde ele passa
nascem palavras
e frases
com frases
se fazem asas
palavras
o vento leve
o bicho alfabeto
passa
fica o que não se escreve
Poema 2
operação de vista
De uma noite, vim.
Para uma noite, vamos,
uma rosa de Guimarães
nos ramos de Graciliano.
Finnegans Wake à direita
un coup de dés à esquerda
que coisa pode ser feita
que não seja pura perda?
Poema 3
Um bom poema
leva anos cinco jogando bola,
mais cinco estudando sânscrito,
seis carregando pedra,
nove namorando a vizinha,
sete levando porrada,
quatro andando sozinho,
três mudando de cidade,
dez trocando de assunto,
uma eternidade, eu e você,
caminhando junto
Os três poemas de Paulo Leminski reproduzidos acima apresentam um forte conteúdo:FE581FAD-E7 Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Cásper Líbero · 2014Muito difícilEntre para guardar nos favoritosAssinale a opção que apresenta corretamente a análise crítica de Toda poesia, de Paulo Leminski:FE54ADB3-E7 Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Cásper Líbero · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosSobre Tropicália, de Marcelo Machado, é correto afirmar que:FE50C30A-E7 Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Cásper Líbero · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a opção que apresenta corretamente a análise crítica de Capitães da areia, de Jorge Amado.FE4CD3BA-E7 Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Cásper Líbero · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosAssinale a opção que apresenta corretamente um excerto de O alienista, de Machado de Assis, que faz referência a um episódio da Revolução Francesa.