Questões do ENEM: Linguagens e Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação

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148 questões encontradas. Mostrando a página 6 de 8.

  • 76E53ADA-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Marginalzinho: a socialização de uma elite vazia e covarde

    Parada em um sinal de trânsito, uma cena capturou minha atenção e me fez pensar como, ao longo da vida, a segregação da sociedade brasileira nos bestializa.

    por Rosana Pinheiro-Machado — publicado 27/01/2015 15:08, última modificação 27/01/2015 15:44


         Era a largada de duas escolas que estavam situadas uma do lado da outra, separadas por um muro altíssimo de uma delas. Da escola pública saíam crianças correndo, brincando e falando alto. A maioria estava desacompanhada e dirigia-se ao ponto de ônibus da grande avenida, que terminaria nas periferias. Era uma massa escura, especialmente quando contrastada com a massa mais clara que saía da escola particular do lado: crianças brancas, de mãos dadas com os pais, babás ou seguranças, caminhando duramente em direção à fila de caminhonetes. Lado a lado, os dois grupos não se misturavam. Cada um sabia exatamente seu lugar. Desde muito pequenas, aquelas crianças tinham literalmente incorporado a segregação à brasileira, que se caracteriza pela mistura única entre o sistema de apartheid racial e o de castas de classes. Os corpos domesticados revelavam o triste processo de socialização ao desprezo, que tende a só piorar na vida adulta.
         Mas eis que, de repente, um menino negro, magro e sorridente, ousou subverter as regras tácitas. Brincando de correr em ziguezague, ele “invadiu” a área branca e se esbarrou num menino que, imediatamente, se agarrou desesperadamente no braço da mulher que lhe buscara. Foi um reflexo automático do medo. O menino “invasor” fez um gesto de desculpas – algo como “foi mal” -, e voltou a correr entre os seus, enquanto que a outra criança seguia petrificada.
         No olhar do menino “invadido”, havia um misto de medo, de raiva, mas principalmente, de nojo – como que se a outra criança tivesse uma doença altamente contagiosa. Não é difícil imaginar o impacto de esse olhar no inconsciente do menino negro e pobre. Este aprendia, desde muito cedo, que era um intocável, que vivia em uma sociedade na qual seu corpo, na esfera pública, valia menos que o de um menino da mesma idade, que ainda não tinha nenhum mérito conquistado, apenas privilégios herdados. As consequências desse gesto minúsculo serão trágicas para o menino "invadido", pois é vítima da ignorância social. Mas será muito mais trágica para quem é negro e desprovido de capital econômico, social e cultural. Para que essa criança não se corrompa no futuro, ela precisa ser salva do olhar de nojo.
         É possível que, por meio de leitura e mistura, o menino amedrontado se engrandeça politicamente no futuro, se liberte do muro que lhe protege e dispense o braço da babá. Mas, infelizmente, há uma tendência grande de que ele, cercado por medo e preconceito, passe o resto de sua existência se protegendo do “marginalzinho”. Pivetes, favelados, fedorentos: isso é tudo que ele ouve sobre seus vizinhos. Trata-se de uma verdade histórica a priori, para além da qual não se consegue pensar. Essas categorias compõem o discurso forjado sobre a pobreza, que, em última instância, visa à intervenção e à manutenção do poder. Reproduzindo este discurso, então, o menino tornar-se-á um adulto. Ele blindará seu carro, colocará alarme em sua casa, pedirá a morte de traficantes. Dirá que rolezinho é arrastão, pedirá mais polícia e curtirá a vida em camarotes. Pode ser até que ele peça a volta da ditadura. Achando que é um cidadão de bem que age contra a marginalidade do mal, forma-se um perfeito idiota.
    (Adaptado de , 27/01/2015. Disponível em Carta Capital http://www.cartacapital.com.br/sociedade/marginalzinho-asocializacao-de-uma-elite-vazia-e-covarde-3514.html)
    Ainda no segundo parágrafo, a expressão “foi mal”:
    Escolha uma alternativa para a questão 76e53ada-de
  • 76E207A7-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Marginalzinho: a socialização de uma elite vazia e covarde

    Parada em um sinal de trânsito, uma cena capturou minha atenção e me fez pensar como, ao longo da vida, a segregação da sociedade brasileira nos bestializa.

    por Rosana Pinheiro-Machado — publicado 27/01/2015 15:08, última modificação 27/01/2015 15:44


         Era a largada de duas escolas que estavam situadas uma do lado da outra, separadas por um muro altíssimo de uma delas. Da escola pública saíam crianças correndo, brincando e falando alto. A maioria estava desacompanhada e dirigia-se ao ponto de ônibus da grande avenida, que terminaria nas periferias. Era uma massa escura, especialmente quando contrastada com a massa mais clara que saía da escola particular do lado: crianças brancas, de mãos dadas com os pais, babás ou seguranças, caminhando duramente em direção à fila de caminhonetes. Lado a lado, os dois grupos não se misturavam. Cada um sabia exatamente seu lugar. Desde muito pequenas, aquelas crianças tinham literalmente incorporado a segregação à brasileira, que se caracteriza pela mistura única entre o sistema de apartheid racial e o de castas de classes. Os corpos domesticados revelavam o triste processo de socialização ao desprezo, que tende a só piorar na vida adulta.
         Mas eis que, de repente, um menino negro, magro e sorridente, ousou subverter as regras tácitas. Brincando de correr em ziguezague, ele “invadiu” a área branca e se esbarrou num menino que, imediatamente, se agarrou desesperadamente no braço da mulher que lhe buscara. Foi um reflexo automático do medo. O menino “invasor” fez um gesto de desculpas – algo como “foi mal” -, e voltou a correr entre os seus, enquanto que a outra criança seguia petrificada.
         No olhar do menino “invadido”, havia um misto de medo, de raiva, mas principalmente, de nojo – como que se a outra criança tivesse uma doença altamente contagiosa. Não é difícil imaginar o impacto de esse olhar no inconsciente do menino negro e pobre. Este aprendia, desde muito cedo, que era um intocável, que vivia em uma sociedade na qual seu corpo, na esfera pública, valia menos que o de um menino da mesma idade, que ainda não tinha nenhum mérito conquistado, apenas privilégios herdados. As consequências desse gesto minúsculo serão trágicas para o menino "invadido", pois é vítima da ignorância social. Mas será muito mais trágica para quem é negro e desprovido de capital econômico, social e cultural. Para que essa criança não se corrompa no futuro, ela precisa ser salva do olhar de nojo.
         É possível que, por meio de leitura e mistura, o menino amedrontado se engrandeça politicamente no futuro, se liberte do muro que lhe protege e dispense o braço da babá. Mas, infelizmente, há uma tendência grande de que ele, cercado por medo e preconceito, passe o resto de sua existência se protegendo do “marginalzinho”. Pivetes, favelados, fedorentos: isso é tudo que ele ouve sobre seus vizinhos. Trata-se de uma verdade histórica a priori, para além da qual não se consegue pensar. Essas categorias compõem o discurso forjado sobre a pobreza, que, em última instância, visa à intervenção e à manutenção do poder. Reproduzindo este discurso, então, o menino tornar-se-á um adulto. Ele blindará seu carro, colocará alarme em sua casa, pedirá a morte de traficantes. Dirá que rolezinho é arrastão, pedirá mais polícia e curtirá a vida em camarotes. Pode ser até que ele peça a volta da ditadura. Achando que é um cidadão de bem que age contra a marginalidade do mal, forma-se um perfeito idiota.
    (Adaptado de , 27/01/2015. Disponível em Carta Capital http://www.cartacapital.com.br/sociedade/marginalzinho-asocializacao-de-uma-elite-vazia-e-covarde-3514.html)
    Os sentidos atribuídos às expressões “invadiu” e “invadido”, no segundo e no terceiro parágrafos, estão relacionados, respectivamente, à dimensão:
    Escolha uma alternativa para a questão 76e207a7-de
  • 76DEE78D-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Marginalzinho: a socialização de uma elite vazia e covarde

    Parada em um sinal de trânsito, uma cena capturou minha atenção e me fez pensar como, ao longo da vida, a segregação da sociedade brasileira nos bestializa.

    por Rosana Pinheiro-Machado — publicado 27/01/2015 15:08, última modificação 27/01/2015 15:44


         Era a largada de duas escolas que estavam situadas uma do lado da outra, separadas por um muro altíssimo de uma delas. Da escola pública saíam crianças correndo, brincando e falando alto. A maioria estava desacompanhada e dirigia-se ao ponto de ônibus da grande avenida, que terminaria nas periferias. Era uma massa escura, especialmente quando contrastada com a massa mais clara que saía da escola particular do lado: crianças brancas, de mãos dadas com os pais, babás ou seguranças, caminhando duramente em direção à fila de caminhonetes. Lado a lado, os dois grupos não se misturavam. Cada um sabia exatamente seu lugar. Desde muito pequenas, aquelas crianças tinham literalmente incorporado a segregação à brasileira, que se caracteriza pela mistura única entre o sistema de apartheid racial e o de castas de classes. Os corpos domesticados revelavam o triste processo de socialização ao desprezo, que tende a só piorar na vida adulta.
         Mas eis que, de repente, um menino negro, magro e sorridente, ousou subverter as regras tácitas. Brincando de correr em ziguezague, ele “invadiu” a área branca e se esbarrou num menino que, imediatamente, se agarrou desesperadamente no braço da mulher que lhe buscara. Foi um reflexo automático do medo. O menino “invasor” fez um gesto de desculpas – algo como “foi mal” -, e voltou a correr entre os seus, enquanto que a outra criança seguia petrificada.
         No olhar do menino “invadido”, havia um misto de medo, de raiva, mas principalmente, de nojo – como que se a outra criança tivesse uma doença altamente contagiosa. Não é difícil imaginar o impacto de esse olhar no inconsciente do menino negro e pobre. Este aprendia, desde muito cedo, que era um intocável, que vivia em uma sociedade na qual seu corpo, na esfera pública, valia menos que o de um menino da mesma idade, que ainda não tinha nenhum mérito conquistado, apenas privilégios herdados. As consequências desse gesto minúsculo serão trágicas para o menino "invadido", pois é vítima da ignorância social. Mas será muito mais trágica para quem é negro e desprovido de capital econômico, social e cultural. Para que essa criança não se corrompa no futuro, ela precisa ser salva do olhar de nojo.
         É possível que, por meio de leitura e mistura, o menino amedrontado se engrandeça politicamente no futuro, se liberte do muro que lhe protege e dispense o braço da babá. Mas, infelizmente, há uma tendência grande de que ele, cercado por medo e preconceito, passe o resto de sua existência se protegendo do “marginalzinho”. Pivetes, favelados, fedorentos: isso é tudo que ele ouve sobre seus vizinhos. Trata-se de uma verdade histórica a priori, para além da qual não se consegue pensar. Essas categorias compõem o discurso forjado sobre a pobreza, que, em última instância, visa à intervenção e à manutenção do poder. Reproduzindo este discurso, então, o menino tornar-se-á um adulto. Ele blindará seu carro, colocará alarme em sua casa, pedirá a morte de traficantes. Dirá que rolezinho é arrastão, pedirá mais polícia e curtirá a vida em camarotes. Pode ser até que ele peça a volta da ditadura. Achando que é um cidadão de bem que age contra a marginalidade do mal, forma-se um perfeito idiota.
    (Adaptado de , 27/01/2015. Disponível em Carta Capital http://www.cartacapital.com.br/sociedade/marginalzinho-asocializacao-de-uma-elite-vazia-e-covarde-3514.html)
    O segundo parágrafo traz em si a expressão “regras tácitas”, que significa:
    Escolha uma alternativa para a questão 76dee78d-de
  • 2A09BF86-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Considere a tirinha abaixo para responder a questão.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

    (www.phdcomics.com - 19/08/2014)

    Apoiado nos elementos da tirinha, pode-se concluir mais coerentemente que o professor:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a09bf86-de
  • 2A06423C-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Considere a tirinha abaixo para responder a questão.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

    (www.phdcomics.com - 19/08/2014)

    Indique a alternativa que justifique o nervosismo do estudante que aparece na tirinha.
    Escolha uma alternativa para a questão 2a06423c-de
  • 2A024C5A-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto abaixo para responder à questão.


        THE euro-zone's feeble recovery since the spring of 2013 came to a halt in the second quarter of 2014, when GDP stagnated. There were some bright spots. Spanish growth quickened from 0.4% in the first three months of the year to 0.6%. And both Dutch and Portuguese GDP, which had contracted in the first quarter, rebounded, with growth of 0.5% and 0.6% respectively. But the euro area was held back by poor performances in its three biggest economies. GDP fell in Germany, the biggest, and Italy, the third largest, by 0.2%; France, the second largest economy, stagnated.

    (http://www.economist.com - acesso em 19/08/2014)

    GDP: Gross Domestic Product
    Considerando as três maiores economias europeias citadas no texto, é correto:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a024c5a-de
  • 29FF35B3-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto abaixo para responder à questão.


        THE euro-zone's feeble recovery since the spring of 2013 came to a halt in the second quarter of 2014, when GDP stagnated. There were some bright spots. Spanish growth quickened from 0.4% in the first three months of the year to 0.6%. And both Dutch and Portuguese GDP, which had contracted in the first quarter, rebounded, with growth of 0.5% and 0.6% respectively. But the euro area was held back by poor performances in its three biggest economies. GDP fell in Germany, the biggest, and Italy, the third largest, by 0.2%; France, the second largest economy, stagnated.

    (http://www.economist.com - acesso em 19/08/2014)

    GDP: Gross Domestic Product
    De acordo com o texto, o PIB
    Escolha uma alternativa para a questão 29ff35b3-de
  • 29FBE089-DE

    Inglês

    Adjetivos | Adjectives
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto abaixo para responder à questão.


        Can Audio or Digital Books Improve Learning Outcomes?

        Children with learning disabilities (LD), like dyslexia, have trouble understanding words they read. Causes are unclear, but we now know that LD is not due to a lack of intelligence or a desire to learn.

         While dyslexia is a life-long condition, early identification, support from a parent or teacher, and access to digital or audio books and other learning materials may help your child to improve their learning outcomes and be better prepared to successfully work around their LD.

        Research now demonstrates that when children with LD are given accessible instructional materials (often referred to as AIM) — textbooks or learning materials that are delivered in audio and/or digital formats — they can excel in school and also learn to enjoy reading.
        Reading with digital (or e-books) and audio books can enrich a user's learning experience by engaging them in the content in multi-sensory ways.
    (National Center for Learning Disabilities. . p. 23. - acesso em 08/04/2014 The Dyslexia Toolkit )
    Considere o primeiro parágrafo do texto. As palavras learning, like, read e desire aparecem no trecho, respectivamente, como
    Escolha uma alternativa para a questão 29fbe089-de
  • 29F866D2-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto abaixo para responder à questão.


        Can Audio or Digital Books Improve Learning Outcomes?

        Children with learning disabilities (LD), like dyslexia, have trouble understanding words they read. Causes are unclear, but we now know that LD is not due to a lack of intelligence or a desire to learn.

         While dyslexia is a life-long condition, early identification, support from a parent or teacher, and access to digital or audio books and other learning materials may help your child to improve their learning outcomes and be better prepared to successfully work around their LD.

        Research now demonstrates that when children with LD are given accessible instructional materials (often referred to as AIM) — textbooks or learning materials that are delivered in audio and/or digital formats — they can excel in school and also learn to enjoy reading.
        Reading with digital (or e-books) and audio books can enrich a user's learning experience by engaging them in the content in multi-sensory ways.
    (National Center for Learning Disabilities. . p. 23. - acesso em 08/04/2014 The Dyslexia Toolkit )
    Indique a alternativa que mais bem responda à pergunta do título, segundo as informações do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 29f866d2-de
  • 29F5332E-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto abaixo para responder à questão.


        Can Audio or Digital Books Improve Learning Outcomes?

        Children with learning disabilities (LD), like dyslexia, have trouble understanding words they read. Causes are unclear, but we now know that LD is not due to a lack of intelligence or a desire to learn.

         While dyslexia is a life-long condition, early identification, support from a parent or teacher, and access to digital or audio books and other learning materials may help your child to improve their learning outcomes and be better prepared to successfully work around their LD.

        Research now demonstrates that when children with LD are given accessible instructional materials (often referred to as AIM) — textbooks or learning materials that are delivered in audio and/or digital formats — they can excel in school and also learn to enjoy reading.
        Reading with digital (or e-books) and audio books can enrich a user's learning experience by engaging them in the content in multi-sensory ways.
    (National Center for Learning Disabilities. . p. 23. - acesso em 08/04/2014 The Dyslexia Toolkit )
    Indique a alternativa que apresenta uma característica da dislexia, segundo o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 29f5332e-de
  • 29F1DB19-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Considere o excerto abaixo, adaptado de uma página da internet com dicas para se destacar em uma empresa, para responder à questão.


        Excelling at an assigned project is expected. Excelling at a side project -- especially one you created -- helps you stand out.

        For example, years ago I decided to create a Web-based employee handbook my then-employer could put on the company Intranet. I worked on it at home on my own time. Some managers liked it but the HR manager didn't, so it died an inglorious death.

        I was disappointed but the company wasn't "out" anything, and soon after I was selected for a high visibility company-wide process improvement team because my little project had made me "that guy.”

    (www.linkedin.com - acesso em 26/08/2014)


    HR: Human Resources

    As palavras e no trecho but so Some managers liked it ... an inglorious death., no texto, apresentam respectivamente os sentidos de
    Escolha uma alternativa para a questão 29f1db19-de
  • 29EEC139-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Considere o excerto abaixo, adaptado de uma página da internet com dicas para se destacar em uma empresa, para responder à questão.


        Excelling at an assigned project is expected. Excelling at a side project -- especially one you created -- helps you stand out.

        For example, years ago I decided to create a Web-based employee handbook my then-employer could put on the company Intranet. I worked on it at home on my own time. Some managers liked it but the HR manager didn't, so it died an inglorious death.

        I was disappointed but the company wasn't "out" anything, and soon after I was selected for a high visibility company-wide process improvement team because my little project had made me "that guy.”

    (www.linkedin.com - acesso em 26/08/2014)


    HR: Human Resources

    O projeto citado no texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 29eec139-de
  • 29EB8C41-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Considere o excerto abaixo, adaptado de uma página da internet com dicas para se destacar em uma empresa, para responder à questão.


        Excelling at an assigned project is expected. Excelling at a side project -- especially one you created -- helps you stand out.

        For example, years ago I decided to create a Web-based employee handbook my then-employer could put on the company Intranet. I worked on it at home on my own time. Some managers liked it but the HR manager didn't, so it died an inglorious death.

        I was disappointed but the company wasn't "out" anything, and soon after I was selected for a high visibility company-wide process improvement team because my little project had made me "that guy.”

    (www.linkedin.com - acesso em 26/08/2014)


    HR: Human Resources

    O enunciador do texto afirma que:
    Escolha uma alternativa para a questão 29eb8c41-de
  • 298DAAD5-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão:


    D. SEBASTIÃO

    'Sperai! Caí no areal e na hora adversa
    Que Deus concede aos seus
    Para o intervalo em que esteja a alma imersa
    Em sonhos que são Deus.

    Que importa o areal e a morte e a desventura
    Se com Deus me guardei?
    É O que eu me sonhei que eterno dura
    É Esse que regressarei.

    (PESSOA, Fernando .Mensagem)
    Comparativamente, o poema de Pessoa toma o mito sebastianista de modo um pouco diferente daquele referido por Wisnik. Em “D. Sebastião” especificamente o rei é a figura esperada, que regressará, para:
    Escolha uma alternativa para a questão 298daad5-de
  • 298A0150-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão:


    D. SEBASTIÃO

    'Sperai! Caí no areal e na hora adversa
    Que Deus concede aos seus
    Para o intervalo em que esteja a alma imersa
    Em sonhos que são Deus.

    Que importa o areal e a morte e a desventura
    Se com Deus me guardei?
    É O que eu me sonhei que eterno dura
    É Esse que regressarei.

    (PESSOA, Fernando .Mensagem)
    O sebastianismo, mito do retorno triunfal de Dom Sebastião, o rei desaparecido em batalha no norte da África, ilustra a fala de José Miguel Wisnki e o poema de Fernando Pessoa. O uso para Wisnik se justifica porque:
    Escolha uma alternativa para a questão 298a0150-de
  • 298482E0-DE

    Português

    Figuras de Linguagem
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto abaixo para responder a questão:


    Prrrii!!
    -Aí, Heitor!
    A bola foi parar na extrema esquerda. Melle desembestou com ela.
    A arquibancada pôs-se em pé. Conteve a respiração. Suspirou:
    -Aaaah!
    Miquelina cravava as unhas no braço gordo de Yolanda. Em torno do trapézio verde a ânsia de vinte mil pessoas. De olhos ávidos. De nervos elétricos. De preto. De branco. De azul. De vermelho.
    Delírio futebolístico no Parque Antártica.
    Camisas verdes e calções negros corriam, pulavam, chocavam-se, embaralhavam-se, caíam, contorciam-se, esfalfavam-se, brigavam. Por causa da bola de couro amarelo que não parava, que não parava um minuto, um segundo. Não parava.
    -Neco, Neco!
    Parecia um louco. Driblou. Escorregou. Driblou. Correu. Parou. Chutou.
    -Gooool! Gooool!
    Miquelina ficou abobada com o olhar parado. Arquejando. Achando aquilo um desaforo, um absurdo.
    -Alegoá-goá-goá! Alegoá-goá-goá! Urrá-urrá! Coríntians!
    Palhetas subiram no ar. Com os gritos. Entusiasmos rugiam. Pulavam. Dançavam. E as mãos batendo nas bocas:
    -Go-o-o-o-o-o-o-l!
    Miquelina fechou os olhos de ódio.

    (MACHADO, Antônio de Alcântara. (1926) “Corinthians (2) x Palestra (1)” In: . São Paulo: OESP/Klick, 1997. p. 49)
    Em “Camisas verdes e calções negros corriam, pulavam, chocavam-se, embaralhavam-se, caíam, contorciam-se, esfalfavam-se, brigavam”, é possível verificar o uso de:
    Escolha uma alternativa para a questão 298482e0-de
  • 29809CC4-DE

    Português

    Coesão e coerência
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto abaixo para responder a questão:


    Prrrii!!
    -Aí, Heitor!
    A bola foi parar na extrema esquerda. Melle desembestou com ela.
    A arquibancada pôs-se em pé. Conteve a respiração. Suspirou:
    -Aaaah!
    Miquelina cravava as unhas no braço gordo de Yolanda. Em torno do trapézio verde a ânsia de vinte mil pessoas. De olhos ávidos. De nervos elétricos. De preto. De branco. De azul. De vermelho.
    Delírio futebolístico no Parque Antártica.
    Camisas verdes e calções negros corriam, pulavam, chocavam-se, embaralhavam-se, caíam, contorciam-se, esfalfavam-se, brigavam. Por causa da bola de couro amarelo que não parava, que não parava um minuto, um segundo. Não parava.
    -Neco, Neco!
    Parecia um louco. Driblou. Escorregou. Driblou. Correu. Parou. Chutou.
    -Gooool! Gooool!
    Miquelina ficou abobada com o olhar parado. Arquejando. Achando aquilo um desaforo, um absurdo.
    -Alegoá-goá-goá! Alegoá-goá-goá! Urrá-urrá! Coríntians!
    Palhetas subiram no ar. Com os gritos. Entusiasmos rugiam. Pulavam. Dançavam. E as mãos batendo nas bocas:
    -Go-o-o-o-o-o-o-l!
    Miquelina fechou os olhos de ódio.

    (MACHADO, Antônio de Alcântara. (1926) “Corinthians (2) x Palestra (1)” In: . São Paulo: OESP/Klick, 1997. p. 49)
    No trecho do conto é possível verficar uma descrição que muda várias vezes o ângulo da observação, efeito que, numa transmissão televisiva, se daria a partir de tomadas de várias câmeras diferentes. Assinale a alternativa que faça a correspondência correta entre o ângulo do trecho do conto e o ângulo de imagem dos fotogramas de uma partida de futebol.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    Escolha uma alternativa para a questão 29809cc4-de
  • 297D6859-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto abaixo para responder a questão:


    Prrrii!!
    -Aí, Heitor!
    A bola foi parar na extrema esquerda. Melle desembestou com ela.
    A arquibancada pôs-se em pé. Conteve a respiração. Suspirou:
    -Aaaah!
    Miquelina cravava as unhas no braço gordo de Yolanda. Em torno do trapézio verde a ânsia de vinte mil pessoas. De olhos ávidos. De nervos elétricos. De preto. De branco. De azul. De vermelho.
    Delírio futebolístico no Parque Antártica.
    Camisas verdes e calções negros corriam, pulavam, chocavam-se, embaralhavam-se, caíam, contorciam-se, esfalfavam-se, brigavam. Por causa da bola de couro amarelo que não parava, que não parava um minuto, um segundo. Não parava.
    -Neco, Neco!
    Parecia um louco. Driblou. Escorregou. Driblou. Correu. Parou. Chutou.
    -Gooool! Gooool!
    Miquelina ficou abobada com o olhar parado. Arquejando. Achando aquilo um desaforo, um absurdo.
    -Alegoá-goá-goá! Alegoá-goá-goá! Urrá-urrá! Coríntians!
    Palhetas subiram no ar. Com os gritos. Entusiasmos rugiam. Pulavam. Dançavam. E as mãos batendo nas bocas:
    -Go-o-o-o-o-o-o-l!
    Miquelina fechou os olhos de ódio.

    (MACHADO, Antônio de Alcântara. (1926) “Corinthians (2) x Palestra (1)” In: . São Paulo: OESP/Klick, 1997. p. 49)
    Uma das características da narrativa modernista é a sensação de alta velocidade com que as cenas são elaboradas. No trecho do conto de Antônio de Alcântara Machado, escritor modernista, essa alta velocidade é sugerida:
    Escolha uma alternativa para a questão 297d6859-de
  • 29795E40-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia a charge abaixo, que tem como tema uma cobrança de falta no futebol, para responder a questão:

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    (Disponível em https://opiodopovo.files.wordpress.com/2009/09/laerte-17-08-dragea116.jpg, acesso em 05/08/2014.)
    A brutalidade da cena é enfatizada:
    Escolha uma alternativa para a questão 29795e40-de
  • 29757862-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a charge abaixo, que tem como tema uma cobrança de falta no futebol, para responder a questão:

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    (Disponível em https://opiodopovo.files.wordpress.com/2009/09/laerte-17-08-dragea116.jpg, acesso em 05/08/2014.)
    A sátira que a tira acima faz ao futebol tem como alvo:
    Escolha uma alternativa para a questão 29757862-de