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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 124 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    Text 3


    What is a Computer?


               Nowadays, in most modern societies, almost everybody has idea about what a computer is. We depend on computers in every aspect of our lives whether we know how to use one or not. But does everyone really know how a computer works inside?

           A computer is an electronic machine which processes data and provides the results of the processing as information. There are three basic steps in the computing process. The first one is input, which consists of feeding data into the computer’s memory. Then comes the processing: the program is run and the computer processes the data by performing a set of instructions. The third and final step is the output furnished by the computer, which allows the user to see the results either in printed form or on the screen.

             The world of computers has created a specific language of its own. English words such as software and hardware are used worldwide and have been borrowed by many different languages. Software is information in the form of data and programs, and hardware refers to the electronic and mechanical parts that make up a computer system.

             Despite the constant presence of computers in most modern societies, it is a great mistake to believe that everybody in the world is computerliterate, i.e., is familiar with computers and knows how to use them properly. In some contemporary societies, many people still have no idea about the existence of computers, and even in the so-called developed countries, there are lots of people who do not know or do not care about what a computer is.


    Inglês.com.textos para informática, p. 25, 2001

    Mark the incorrect alternative.
    Escolha uma alternativa para a questão f9ac5b26-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Text 3


    What is a Computer?


               Nowadays, in most modern societies, almost everybody has idea about what a computer is. We depend on computers in every aspect of our lives whether we know how to use one or not. But does everyone really know how a computer works inside?

           A computer is an electronic machine which processes data and provides the results of the processing as information. There are three basic steps in the computing process. The first one is input, which consists of feeding data into the computer’s memory. Then comes the processing: the program is run and the computer processes the data by performing a set of instructions. The third and final step is the output furnished by the computer, which allows the user to see the results either in printed form or on the screen.

             The world of computers has created a specific language of its own. English words such as software and hardware are used worldwide and have been borrowed by many different languages. Software is information in the form of data and programs, and hardware refers to the electronic and mechanical parts that make up a computer system.

             Despite the constant presence of computers in most modern societies, it is a great mistake to believe that everybody in the world is computerliterate, i.e., is familiar with computers and knows how to use them properly. In some contemporary societies, many people still have no idea about the existence of computers, and even in the so-called developed countries, there are lots of people who do not know or do not care about what a computer is.


    Inglês.com.textos para informática, p. 25, 2001

    Mark the correct alternative.
    Escolha uma alternativa para a questão f9b1a57f-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.

    TEXTO 2

    Polivalência: do mito... para a realidade

       A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.  
         Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo? 
        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI. 
          Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.
          Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.
    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)  
    O tema básico do texto, em torno do qual o autor organiza seus argumentos, pode ser expresso pelas seguintes proposições, exceto uma. Assinale-a.
    Escolha uma alternativa para a questão 7b74fa65-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.

    TEXTO 2

    Polivalência: do mito... para a realidade

       A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.  
         Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo? 
        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI. 
          Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.
          Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.
    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)  
    No texto, o autor afirma que a imagem do novo trabalhador:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b79ccd0-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.

    TEXTO 2

    Polivalência: do mito... para a realidade

       A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.  
         Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo? 
        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI. 
          Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.
          Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.
    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)  
    Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 7b7fd2c8-b6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 3

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2010, Interpretação de Textos
    Hitler vs. Chaplin
    “Hut Weber. É o chapéu”.
    (disponível em: designrn.files.wordpress.com/2008/12/hutweber_hitler_chaplin)

    O texto 3 é criação de uma agência publicitária alemã para a chapelaria Hut Weber. Para divulgar o produto, a propaganda vale-se de:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b84c774-b6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 3

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2010, Coesão e coerência
    Hitler vs. Chaplin
    “Hut Weber. É o chapéu”.

    (disponível em:
    designrn.files.wordpress.com/2008/12/hutweber_hitler_chaplin)
    A expressão “É o chapéu”, na propaganda, tem o mesmo efeito de sentido que a expressão sublinhada em
    Escolha uma alternativa para a questão 7b88edb2-b6
  • Linguagens

    Inglês

    The Wind
    James Stephens

    The wind stood up, and gave a shout:
    He whistled on his fingers, and

    Kicked the withered leaves about,
    And thumped the branches with his hand,

    And said he'd kill, and kill, and kill:
    And so he will! And so he will! 

    The figure of speech in which an animal, object, or idea is given the characteristics of a person, as we see in the poem, is:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b94e036-b6
  • Linguagens

    Inglês

    The Wind
    James Stephens

    The wind stood up, and gave a shout:
    He whistled on his fingers, and

    Kicked the withered leaves about,
    And thumped the branches with his hand,

    And said he'd kill, and kill, and kill:
    And so he will! And so he will! 

    The words in “The Wind” that give human qualities to the wind are:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b9e5ee5-b6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado do Amapá 2010, Interpretação de Textos

    Analise as proposições que compõe a questão e, posteriormente, assinale a alternativa que contém a opção correta. 

    I- O o que aparece em ...o que fazia a serpente... (L.10) tem o valor de um pronome demonstrativo.

    II- Por anteceder a um verbo, o vocábulo a apresenta equivalência morfológica nas três situações seguintes: a evitem (L.18), a competirem (L.26), a cobiçar (L.31).

    III- Em ...pinta aquele incômodo persistente...(L.30/31), o vocábulo em destaque é marca predominante da linguagem informal.

    IV- Em Essa simples história retrata com clareza um sentimento conhecido por todos nós: a inveja. (L.13/14), os termos em negrito designam uma expressão que faz menção à palavra história. 
    Escolha uma alternativa para a questão 9e0b8858-b6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado do Amapá 2010, Coesão e coerência

    Analise as proposições que compõe a questão e, posteriormente, assinale a alternativa que contém a opção correta.


    I - Em ...um sentimento conhecido por todos nós: a inveja. (L.13/14) e No início a coisa é branda: a gente reconhece... (L.32) os dois pontos podem ser substituídos pela expressão que é.

    II- As orações Existem casos... (L.33) e ...explica Priscila Araújo... (L.40) são marcadas por um sujeito posposto.

    III- O período ...é possível livrar a inveja do estigma de vilã... (L.37) pode ser reescrito, sem prejuízo de sentido, por ...é possível que se livre a inveja do estigma de vilã.

    IV- O uso predominante das aspas, no texto, serve para destacar o posicionamento de especialistas no assunto em discussão.
    Escolha uma alternativa para a questão 9e112094-b6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado do Amapá 2010, Coesão e coerência

    Assinale a única alternativa que traz uma informação incorreta de acordo com o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 9e151c5c-b6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado do Amapá 2010, Morfologia - Pronomes

    Das afirmativas abaixo, assinale a única que apresenta o que como pronome relativo.
    Escolha uma alternativa para a questão 9e19de98-b6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado do Amapá 2010, Coesão e coerência

    Observe o trecho: A inveja está presente em todos nós e é encarada como algo ruim. Mas é possível tirar proveito desse sentimento para evoluir, sem prejudicar ninguém (chamada do texto). Substituindo o conector mas por outros de igual valor e fazendo algumas alterações de ordem e pontuação, em qual das alternativas a substituição alterará o sentido original do fragmento?
    Escolha uma alternativa para a questão 9e1ed3af-b6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO II

    Desculpe, querida, mas eu tenho a impressão de que você quer casar comigo só porque eu herdei uma fortuna do meu tio. – Imagina, meu bem! Eu me casaria com você mesmo que tivesse herdado a fortuna de outro parente qualquer!

    (Sírio Possenti. In: Humores da língua. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1998, p.31)


    No texto II, a partir da fala da mulher, o leitor pode ser levado a deduzir que ela quer se casar, não por interesse, mas por amor. Essa dedução, no entanto, é desconstruída quando 

    Escolha uma alternativa para a questão 9e27a66e-b6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO III

    O filhinho diz à mãe que chegou de viagem:

    - Eu dormiu com o papai ontem.

    A empregada o corrige:

    - Eu dormi com o papai.

    O menino responde:

    - Só se foi depois que eu peguei no sono.

    (Sírio Possenti. In: Humores da língua. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1998, p. 145)


    O texto acima apresenta um duplo efeito de sentido, em conseqüência: 

    Escolha uma alternativa para a questão 9e2c6a37-b6
  • Linguagens

    Literatura

    Analise as afirmações sobre a obra Ensaio Sobre a Cegueira, de José Saramago e, posteriormente, assinale a alternativa correta.


    I- Tem como cenário principal o sertão, onde os migrantes lutam contra o sistema latifundiário que os oprime.

    II- Os personagens apresentados na narrativa não têm nomes, suas identidades são marcadas por seus sentimentos e suas atitudes.

    III- Faz crítica aos valores sociais e da sociedade urbana em transformação, tanto do ponto de vista moral quanto material.

    IV- A narrativa é predominantemente alinear, ou seja, pode ir ao passado e ao futuro, sem obedecer à ordem do tempo cronológico.
    Escolha uma alternativa para a questão 9e2f7f29-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho abaixo e assinale a alternativa correta:


    "De repente, vi minha pessoa num brejal, a cem braças do recinto da onça, nadando em minha infância nado de cachorrinho. E na segurança de umas tábuas e paus-de-mangue, fui ancorar a barba, espingarda a salvo para o que desse e viesse. [...] E andava eu nessas minudências, quando vi sair, do atrás de um panelão de formiga, aquele tiro sem pai. A pintada, que não esperava chumbo, pulou em modos de voar de imediato e caiu nos estrebuchos da agonia. Avivei a atenção para descobrir Barbirato e quem apareceu, no encaracolado da fumaça, foi o molecote pegador de papa-capim e caboclinho que vez por outra pernoitava no Sobradinho. Veio fagueiro, espingarda no ombro, sem medir consequência. Soltei do banhado meu grito de aviso:

    ― Afasta! Afasta!

    E em dois pulos larguei a água em hora de correr o moleque na ponta da botina, tarefa de que só abri mão ao ver o desmiolado em distância segura, sem risco de vida. Como arremate, parado junto de uns pés de guriri, ainda esbravejei:

    ― Sujeito sem tino! Cuida que onça é gato de borralho.

    Então, voltando atrás, passei ao ouvido da pintada toda a munição do meu paude-fogo que nem a água do brejo teve força de emperrar. Quebrada a jura por um, quebrada por mil. E, mais alto do que o estrondo do tiro, berrei eu:

    ― Conheceu, papuda!"


    (José Cândido de Carvalho. O coronel e o lobisomem. José Olympio Editora: 41ª ed., p. 60-61)
    Escolha uma alternativa para a questão 9e36783b-b6
  • Linguagens

    Inglês

    THE ROAD TO COPENHAGEN

    Biggest Obstacle to Global Climate Deal May Be How to Pay for It

    As world leaders struggle to hash out a new global climate deal by December, they face a hurdle perhaps more formidable than getting big polluters like the United States and China to reduce greenhouse gas emissions: how to pay for the new accord. That money is needed to help fast-developing countries like India and Brazil convert to costly but cleaner technologies as they industrialize, as well as to assist the poorest countries in coping with the consequences of climate change, like droughts and rising seas. This financing is an essential part of any international climate agreement, negotiators and scientists say, because developing nations must curb the growth of their emissions if the world is to limit rising temperatures.
    Based on calculations by the International Energy Agency for 2005 to 2030, 75 percent of the growth in energy demand will come from the developing world. Many developing countries have made it clear that they will not sign a treaty unless they get money to help them adapt to a warmer planet. Acknowledging that a new treaty needs unanimity for success, industrialized nations like the United States and those in Europe have agreed in principle to make such payments; they have already been written into the agreed-upon structure of the treaty, to be signed in Copenhagen in December. (…) At a United Nations summit meeting in New York on climate change and at the Group of 20 meetings in Pittsburgh last month, national leaders, including President Obama and President Hu Jintao of China, stressed the urgency of combating climate change. But they offered no new proposals for financing and put no new cash on the table.
    Perhaps even more troublesome, the United Nations Adaptation Fund, which officially began operating in 2008 to help poor countries finance projects to blunt the effects of global warming, remains an empty shell, largely because rich nations have failed to come through with the donations they promised.
    By Elisabeth Rosenthal
    Published: October 14, 2009
    Source: http://www.nytimes.com/2009/10/15/science/earth/15climate.html?ref=science
    De acordo com a autora Elisabeth Rosenthal, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 9f056cb6-b6
  • Linguagens

    Inglês

    THE ROAD TO COPENHAGEN

    Biggest Obstacle to Global Climate Deal May Be How to Pay for It

    As world leaders struggle to hash out a new global climate deal by December, they face a hurdle perhaps more formidable than getting big polluters like the United States and China to reduce greenhouse gas emissions: how to pay for the new accord. That money is needed to help fast-developing countries like India and Brazil convert to costly but cleaner technologies as they industrialize, as well as to assist the poorest countries in coping with the consequences of climate change, like droughts and rising seas. This financing is an essential part of any international climate agreement, negotiators and scientists say, because developing nations must curb the growth of their emissions if the world is to limit rising temperatures.
    Based on calculations by the International Energy Agency for 2005 to 2030, 75 percent of the growth in energy demand will come from the developing world. Many developing countries have made it clear that they will not sign a treaty unless they get money to help them adapt to a warmer planet. Acknowledging that a new treaty needs unanimity for success, industrialized nations like the United States and those in Europe have agreed in principle to make such payments; they have already been written into the agreed-upon structure of the treaty, to be signed in Copenhagen in December. (…) At a United Nations summit meeting in New York on climate change and at the Group of 20 meetings in Pittsburgh last month, national leaders, including President Obama and President Hu Jintao of China, stressed the urgency of combating climate change. But they offered no new proposals for financing and put no new cash on the table.
    Perhaps even more troublesome, the United Nations Adaptation Fund, which officially began operating in 2008 to help poor countries finance projects to blunt the effects of global warming, remains an empty shell, largely because rich nations have failed to come through with the donations they promised.
    By Elisabeth Rosenthal
    Published: October 14, 2009
    Source: http://www.nytimes.com/2009/10/15/science/earth/15climate.html?ref=science
    Após a leitura do texto, não se pode concluir:
    Escolha uma alternativa para a questão 9f0d0467-b6