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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 618 de 950

  • Linguagens

    Literatura

    A obra Nossos Ossos, de Marcelino Freire, é classificada como literatura contemporânea, uma vez que traz problematizações do nosso momento, sobretudo os embates do meio urbano. Da mesma forma,Capão Pecado, de Ferréz, traz um retrato contemporâneo do espaço urbano, a partir de uma trama narrativa que tem como cenário a favela Capão Redondo.
    Leia as considerações que se seguem.
    I. A obra Nossos Ossos centraliza a narrativa na personagem protagonista Heleno, um dramaturgo. A forma como os fatos são narrados não são lineares, surgem como quadros de cenas de um teatro, reclamando um leitor que se desdobra em espectador e coautor, uma vez que lhe cabe ordenar a narrativa.
    II. Em Nossos Ossos, São Paulo se afigura como uma cidade marcada pela dureza, para a qual as personagens principais do livro, oriundas do nordeste brasileiro, se direcionam em busca de oportunidades. Nesse aspecto, o autor do livro empresta esse elemento autobiográfico à narrativa.
    III. A obra Nossos Ossos explora elementos do macabro, assassinato, suicídio, prostituição e pornografia, de modo que problematiza a relação vida e morte; esta seria equivalente ao ―baixar as cortinas de um teatro‖ e aquela corresponde ao curso da encenação.
    IV. Em Capão Pecado, Ferréz apresenta os desafios da cidade grande e denuncia a injusta distribuição de rendas e ainda a ineficácia do Estado que não consegue promover justiça social, sobretudo para aqueles que vivem nas favelas.

    Marque a opção correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 72dcb2aa-b5
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre o conto de título homônimo ao livro Olhos D’água, de Conceição Evaristo, só NÃO podemos afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 72e07dc5-b5
  • Linguagens

    Literatura

    Marque a opção que NÃO se aplica à obra Olhos D’água, de Conceição Evaristo.
    Escolha uma alternativa para a questão 72e3ffd6-b5
  • Linguagens

    Português

    Leia os TEXTOS 01 e 02, "O grito" e "Gueto‖, da obra Textos Urbanos, de Toni Vargas, e responda ao que se pede. 



    TEXTO 01


    O Grito


    Uma voz se levanta do silêncio e quebra a hipnose coletiva

    Na verdade é um grito de basta de ódio

    Ele nasceu fraco nos quilombos

    Foi gerado nas senzalas em ventres humilhados

    Tentaram abortá-lo, secá-lo na garganta

    Mas o grito se impôs à morte e, devagar, foi tateando a vida

    Ele cresceu franzino nos cortiços, correu nas palafitas, nas favelas

    E encontrou eco nas bocas vazias, sem dentes

    Embriagou-se nos prostíbulos, viciou-se nas prisões

    E conheceu o medo nas salas de tortura

    Arriscou-se em plena rua, em passeatas,

    E corajoso soou mais alto que os tiros

    Invadiu palácios, subiu em palanques e falou versos de mangue ao mais seleto público

    Entrou nas casas, acordou pessoas e, pela mão, levou-as aos comícios

    Fortificou-se nos hospícios bebendo a valentia dos dementes

    E aí ganhou o espaço e, como um braço, desceu sobre os ouvidos

    Agora ninguém mais desconhece o grito

    Só aqueles que por polidez não gritam

    E quando a dor é grande, quando a fome atrofia todos os sentidos

    O povo todo dá as mãos na rua aos gritos

    E os donos do povo se assustam e fazem leis para proibir o grito


    E ensinam as crianças bem pequenas 

    Mas como eu, existem outros adeptos do grito

    Ensinando o contrário às criancinhas

    Que gritam juntas e felizes nas pracinhas

    Reivindicando espaço e pirulitos 




    TEXTO 02



    Gueto



    O Brasil é um imenso gueto

    O Brasil é um gueto continental

    No Brasil, Portugais e Áfricas

    E o mundo inteiro toca berimbau

    O Brasil é um moleque de rua,

    Maluco de cola, que embola geral

    Ameaça de caco de vidro do subnutrido

    Fera de sinal

    É o não do seu dedo medroso

    O desprezo asqueroso, o finge que não vê

    O alívio do sinal abrindo, o medo vai fugindo

    Mas sobra você

    Muito pouco, enfim, quase nada

    Virando piada, tão fora do tom

    Esbarrando na idiotice, correndo na rua atrás de Pokémon

    Caçador de nada, cidadão de merda

    O Brasil é sede, o Brasil que pede nos sinais do mundo

    Prometendo praia, prometendo carnaval...

    O Brasil é um grande gueto

    O Brasil é um gueto CONTINENTAL.


    Marque a opção INADEQUADA, em relação à poética de Toni Vargas, em Textos Urbanos.

    Escolha uma alternativa para a questão 72ed7370-b5
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO 01 

    Imagem da questão de Inglês, IFN-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Considere as seguintes informações acerca do TEXTO 01:
    I- Jovens americanos visitam as plataformas de redes sociais várias vezes ao dia.
    II- Jovens americanos, entre 18 e 24 anos, são usuários do Instagram e do Twitter.
    III- A maioria dos adultos americanos, incluindo aqueles acima de 65 anos, utilizam o Facebook.

    Assinale a alternativa que apresenta informações corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 72f090c6-b5
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO 01 

    Imagem da questão de Inglês, IFN-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    De acordo com os dados apresentados no TEXTO 01, marque a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 72f52bb3-b5
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO 01 

    Imagem da questão de Inglês, IFN-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    O TEXTO 01 tem um caráter informativo, portanto, a principal ideia em seu contexto é:
    Escolha uma alternativa para a questão 72f8f2f0-b5
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO 01 

    Imagem da questão de Inglês, IFN-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    No último parágrafo do TEXTO 01, os autores fazem uma discussão a respeito:
    Escolha uma alternativa para a questão 72fd7a69-b5
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO 01 

    Imagem da questão de Inglês, IFN-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    No trecho do TEXTO 01 ―At the same time, younger Americans (especially those ages 18 to 24) stand out for embracing a variety of platforms and using them frequently‖(linhas 4 e 5), o termo em destaque faz referência a:
    Escolha uma alternativa para a questão 7300fef2-b5
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO 01 

    Imagem da questão de Inglês, IFN-MG 2018, Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions

    No fragmento do TEXTO 01 ―Butthe social media story extends well be yond Facebook‖, (linha 12) podese encontrar os seguintes elementos, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 73059880-b5
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o TEXTO 02 para responder à questão:

    Imagem da questão de Inglês, IFN-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Disponível em:.m:<http://www.incredibleteam.com/incredible-marketing-news/social-media-does-advertising-pay/> Acesso em: 10/09/2018)


    O TEXTO 02 transmite a seguinte mensagem:

    Escolha uma alternativa para a questão 730953b0-b5
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o TEXTO 03 para responder à questão:

    Imagem da questão de Inglês, IFN-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    O TEXTO 03 expressa a seguinte ideia:
    Escolha uma alternativa para a questão 730cc3e1-b5
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o TEXTO 03 para responder à questão:

    Imagem da questão de Inglês, IFN-MG 2018, Verbos | Verbs

    O fragmento presente no TEXTO 03 ―I‘m quitting Facebook‖ é um exemplo de construção em qual tempo verbal?
    Escolha uma alternativa para a questão 7310018f-b5
  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente o texto apresentados a seguir.

    TEXTO 1
    Saudosa Maloca

    Se o senhor não tá lembrado
    Dá licença de contá
    Que acá onde agora está
    Esse adifício arto
    Era uma casa véia
    Um palacete assobradado

    Foi aqui seu moço
    Que eu, Mato Grosso e o Joca
    Construímos nossa maloca
    Mas um dia, nós nem pode se alembrá
    Veio os homis c'as ferramentas
    O dono mandô derrubá

    Peguemos todas nossas coisas
    E fumos pro meio da rua
    Apreciá a demolição
    Que tristeza que nós sentia
    Cada táuba que caía
    Doía no coração

    Mato Grosso quis gritá
    Mas em cima eu falei:
    Os homis tá cá razão
    Nós arranja outro lugar
    Só se conformemo quando o Joca falou:
    "Deus dá o frio conforme o cobertor"

    E hoje nós pega páia nas gramas do jardim
    E prá esquecê, nós cantemos assim:
    Saudosa maloca, maloca querida
    Dim-dim donde nós passemos os dias feliz de nossa vida
    Saudosa maloca, maloca querida
    Dim-dim donde nós passemos os dias feliz de nossas vidas.

    BARBOSA, Adoniran. Saudosa maloca. Disponível em: <http://m.letras.mus.br/adoniranbarbosa> . Acesso em: 17 abr. 2018.


    Analise as seguintes proposições a respeito do texto I.
    I. A canção trata do processo de urbanização dos grandes centros urbanos que transforma as casas em edifícios.
    II. A canção trata de três homens expulsos da casa abandonada que haviam invadido porque em seu lugar será construído um edifício.
    III. A canção tematiza a moradia, mas pelo lado daqueles que não a possuem.

    Marque a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão a7c4408b-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o seguinte soneto.

    RECORDO AINDA...

    Recordo ainda... e nada mais me importa...

    Aqueles dias de uma luz tão mansa

    Que me deixavam, sempre, de lembrança,

    Algum brinquedo novo à minha porta...


    Mas veio um vento de Desesperança

    Soprando cinzas pela noite morta!

    E eu pendurei na galharia torta

    Todos os meus brinquedos de criança...


    Estrada afora após segui... Mas, aí,

    Embora idade e senso eu aparente

    Não vos iludais o velho que aqui vai:


    Eu quero os meus brinquedos novamente!

    Sou um pobre menino... acreditai!...

    Que envelheceu, um dia, de repente!...


    QUINTANA, Mário. Nariz de vidro. São Paulo: Moderna, 2003, p. 42.


    Marque a alternativa que identifica CORRETAMENTE o eu lírico do soneto.

    Escolha uma alternativa para a questão a7cbc368-b6
  • Linguagens

    Literatura

    Leia atentamente o fragmento I-Juca-Pirama.

    Em fundos vasos d'alvacenta argila

    Ferve o cauim;

    Enche-se as copas, o prazer começa,

    Reina o festim.


    O prisioneiro, cuja morte anseia,

    Sentado está,

    O prisioneiro, que outro sol no ocaso

    Jamais verá!


    A dura corda, que lhe enlaça o colo,

    Mostra-lhe o fim

    Da vida escura, que será mais breve

    Do que o festim!


    Contudo os olhos d'ignóbil pranto

    Secos estão;

    Mudos os lábios não descerram queixas

    Do coração.


    Mais um martírio, que encobrir não pode

    Em rugas faz

    A mentirosa placidez do rosto

    Na fronte audaz!


    Que tens, guerreiro? Que temor te assalta

    No passo horrendo?

    Honra das tabas que nascer te viram,

    Folga morrendo.


    Folga morrendo; porque além dos Andes

    Revive o forte,

    Que soube ufano contrastar os medos

    Da fria morte.


    GONÇALVES, Dias. Poesia e Prosa Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1998, p. 380-381.


    Considerando o poema como um todo e seu conhecimento sobre o Romantismo brasileiro, assinale a alternativa CORRETA.

    Escolha uma alternativa para a questão a7d00822-b6
  • Linguagens

    Literatura

    Analise as seguintes proposições a respeito do Arcadismo.

    I. Pode-se dizer que o pastor convida sua amada a gozar o quanto antes os prazeres do amor, porque a vida é breve, e o futuro é incerto.
    II. Pode-se dizer que o eu-lírico idealiza uma paisagem agradável e propícia aos encontros amorosos.
    III. Pode-se dizer que se trata de uma época de lutas e polêmicas religiosas que valorizou muito a arte da oratória, tendo como um de seus maiores expoentes Gregório de Matos.
    IV. Pode-se dizer que, contrariamente à arte do Renascimento, o Arcadismo pregava uma exaltação dos sentimentos, e a religiosidade é expressa de forma dramática, intensa, envolvendo emocionalmente os ouvintes.

    Marque a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão a7d354ed-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente o poema que se segue.


    BUSCANDO A CRISTO


    A vós correndo vou, braços sagrados,

    Nessa cruz sacrossanta descobertos

    Que, para receber-me, estais abertos,

    E, por não castigar-me, estais cravados.


    A vós, divinos olhos, eclipsados

    De tanto sangue e lágrimas abertos,

    Pois, para perdoar-me, estais despertos,

    E, por não condenar-me, estais fechados.


    A vós, pregados pés, por não deixar-me,

    A vós, sangue vertido, para ungir-me,

    A vós, cabeça baixa, p'ra chamar-me.


    A vós, lado patente, quero unir-me,

    A vós, cravos preciosos, quero atar-me,

    Para ficar unido, atado e firme.


    MATOS, Gregório de. In: WISNIK, José Miguel (org.). Gregório de Matos: poemas escolhidos. São Paulo: Círculo do Livro/Cultrix, s.d., p. 282.


    Marque a alternativa CORRETA que melhor expressa o desejo do eu lírico no último terceto.

    Escolha uma alternativa para a questão a7d74ba1-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente o poema a seguir.

    TRISTE HORIZONTE

    Por que não vais a Belo Horizonte? a saudade cicia
    e continua branda: Volta lá.
    Tudo é belo e cantante na coleção de perfumes
    das avenidas que levam ao amor,
    nos espelhos de luz e penumbra onde se projetam
    os puros jogos de viver.
    Anda! Volta lá, volta já.

    E eu respondo, carrancudo: Não.
    Não voltarei para ver o que não merece ser visto,
    o que merece ser esquecido, se revogado não pode ser.
    Não o passado cor-de-cores fantásticas,
    Belo Horizonte sorrindo púbere núbil sensual sem malícia,
    lugar de ler os clássicos e amar as artes novas,
    lugar muito especial pela graça do clima
    e pelo gosto, que não tem preço,
    de falar mal do Governo no lendário Bar do Ponto.
    Cidade aberta aos estudantes do mundo inteiro, inclusive Alagoas,
    "maravilha de milhares de brilhos vidrilhos"
    mariodeandrademente celebrada.
    Não, Mário, Belo Horizonte não era uma tolice como as outras.
    Era uma provinciana saudável, de carnes leves pesseguíneas.
    Era um remanso, era um remanso
    para fugir às partes agitadas do Brasil
    sorrindo do Rio de Janeiro e de São Paulo: tão prafentrex, as duas!
    e nós lá: macio-amesendados
    na calma e na verde brisa irônica. . .

    Esquecer, quero esquecer é a brutal Belo Horizonte
    que se empavonava sobre o corpo crucificado da primeira.
    Quero não saber da traição de seus santos.
    Eles a protegiam, agora protegem-se a si mesmos.
    São José, no centro mesmo da cidade, explora estacionamento de automóveis.
    São José dendroclasta não deixa de pé sequer um pé-de-pau
    onde amarrar o burrinho numa parada no caminho do Egito.
    São José vai entrar feio no comércio de imóveis,
    vendendo seus jardins reservados a Deus.
    São Pedro instala supermercado.
    Nossa Senhora das Dores,
    amizade da gente na Floresta,
    (vi crescer sua igreja à sombra do Padre Artur)
    abre caderneta de poupança,
    lojas de acessórios para carros,
    papelaria, aviários, pães-de-queijo.

    Terão endoidecido esses meus santos
    e a dolorida mãe de Deus?
    Ou foi em nome deles que pastores
    deixam de pastorear para faturar?
    Não escutem a voz de Jeremias
    (e é o Senhor que fala por sua boa de vergasta):
    "Eu vos introduzi numa terra fértil,
    e depois de lá entrardes a profanastes.
    Ai dos pastores que perdem e despedaçam
    o rebanho de minha pastagem!
    Eis que os visitarei para castigar a esperteza de seus desígnios".

    Fujo
    da ignóbil visão de tendas obstruindo as alamedas do Senhor.
    Tento fugir da própria cidade, reconfortar-me
    em seu austero píncaro serrano.
    De lá verei uma longínqua, purificada Belo Horizonte
    sem escutar os rumos dos negócios abafando a litania dos fiéis.
    Lá o imenso azul desenha ainda as mensagens
    de esperança nos homens pacificados - os doces mineiros
    que teimam em existir no caos e no tráfico.
    Em vão tento a escalada.
    Cassetetes e revólveres me barram
    a subida que era alegria dominical de minha gente.
    Proibido escalar. Proibido sentir
    o ar de liberdade destes cimos,
    proibido viver a selvagem intimidade destas pedras
    que se vão desfazendo em forma de dinheiro.
    Esta serra tem dono. Não mais a natureza
    a governa. Desfaz-se, com o minério
    uma antiga aliança , um rito da cidade. Desiste ou leva bala. Encurralado todos,
    a Serra do Curral, os moradores
    cá embaixo. Jeremias me avisa:
    "Foi assolada toda a serra; de improviso
    derrubaram minhas tendas, abateram meus pavilhões.
    Vi os montes, e eis que tremiam.
    E todos os outeiros estremeciam.
    Olhei a terra, e eis que estava vazia,
    sem nada nada nada".

    Sossega minha saudade. Não me cicies outra vez
    o impróprio convite.
    Não quero mais, não quero ver-te,
    meu Triste Horizonte e destroçado amor.

    ANDRADE, Carlos Drummond de. “Triste horizonte”. In: Estado de Minas, 2o caderno, p. 1, 15 ago. 1976.

    Em relação ao poema, analise as assertivas a seguir.

    I. Carlos Drummond de Andrade lamenta as perdas sofridas e anseia esquecer as discrepâncias entre a cidade de que se lembra afetivamente e a que se ergue diante de seu olhar.
    II. Pode-se dizer que o pacato e o efêmero, a tradição e a modernidade são contradições que foram registradas por Carlos Drummond de Andrade.
    III. O receio de Carlos Drummond de Andrade em retornar a Belo Horizonte se relaciona à inconformidade com as transformações que atravessaram a cidade.
    IV. Carlos Drummond de Andrade demonstra um receio de aceitar o convite de seu alterego de retornar à cidade de Belo Horizonte.

    Marque a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão a7da27df-b6