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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 489 de 950

  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2017, Interpretação de Textos

    Levando em conta as relações de sentido presentes no texto de Manoel de Barros acima, é correto afirmar que o conteúdo temático geral do poema se estabelece na seguinte oposição semântica:
    Escolha uma alternativa para a questão 81abd816-e5
  • Linguagens

    Português

    O mundo como pode ser: uma outra globalização


        Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.

        Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.

        É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.

        No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

    SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).

    O segundo parágrafo é construído a partir da enumeração de uma série de fatos sociais que, segundo o autor, indicam possibilidade de emergência de uma nova história. Esses fatos são:
    Escolha uma alternativa para a questão 81ac3275-f8
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2017, Figuras de Linguagem

    A utilização de figuras de linguagem ocorre, de maneira muito particular, na escrita literária. Sobre o uso desse recurso no poema de Manoel de Barros, identifica-se
    Escolha uma alternativa para a questão 81aebf6f-e5
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2017, Interpretação de Textos

    No poema de Manoel de Barros, é descrita a seguinte sequência de atividades cotidianas com as quais o enunciador não deseja construir sua identidade: “Não aguento ser apenas um sujeito que abre portas, que puxa válvulas, que olha o relógio, que compra pão às 6 da tarde, que vai lá fora, que aponta lápis, que vê a uva, etc. etc.” (linhas 118- 125). Observe o que se diz a respeito disso.


    I. Há uma gradação da ação mais importante para a menos importante.

    II. As ações são descritas aleatoriamente, sem seguir uma linearidade lógica previamente explicitada.

    III. O enunciador lista atividades recorrentes do seu cotidiano que, isoladas, não constroem sua identidade.

    IV. A lista de ações poderia ainda ser estendida.


    É correto o que se afirma somente em

    Escolha uma alternativa para a questão 81b1858e-e5
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2010, Interpretação de Textos

    O texto, que narra uma parte do jogo final do Campeonato Carioca de futebol, realizado em 2009, contém vários conectivos, sendo que
    Escolha uma alternativa para a questão 81b1a75b-bb
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos


    PAES, José Paulo. Prosas seguidas de Odes

    mínimas. São Paulo, Cia. das Letras, 1992.

    A ordem para vender a casa aparece indicada no início - “Vendam logo esta casa” (linha 84) - e no final do poema – “Deixem o menino dormir, mas vendam a casa, vendam-na depressa” (linhas 105- 106). O uso repetido deste enunciado se justifica pelo fato de o poeta
    Escolha uma alternativa para a questão 81b224d9-02
  • Linguagens

    Português

    O mundo como pode ser: uma outra globalização


        Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.

        Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.

        É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.

        No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

    SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).

    Considere o seguinte recorte:


    “As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação”.


    O discurso do outro é apresentado nesse trecho por meio de uma

    Escolha uma alternativa para a questão 81b24171-f8
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2017, Interpretação de Textos

    O propósito principal da crônica resume-se pelo seguinte excerto do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 81b46696-e5
  • Linguagens

    Português

    O mundo como pode ser: uma outra globalização


        Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.

        Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.

        É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.

        No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

    SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).

    Considere o seguinte parágrafo:


    “É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual”.


    A oração reduzida de gerúndio “abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual” retoma como sujeito o seguinte sintagma:

    Escolha uma alternativa para a questão 81b70fdd-f8
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2017, Figuras de Linguagem

    Como figura de linguagem, a anáfora é caracterizada pela repetição de uma ou mais palavras no início de versos, orações ou períodos. Na crônica, a autora recorre à anáfora, nos três primeiros parágrafos do texto, pela repetição da conjunção “quando”, com o objetivo de
    Escolha uma alternativa para a questão 81b73a50-e5
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos


    PAES, José Paulo. Prosas seguidas de Odes

    mínimas. São Paulo, Cia. das Letras, 1992.

    Sobre a descrição das personagens do poema, NÃO é lícito afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 81b96f32-02
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2018, Análise sintática

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2018, Análise sintática


    PAES, José Paulo. Prosas seguidas de Odes

    mínimas. São Paulo, Cia. das Letras, 1992.

    A relação sintático-semântica estabelecida entre os períodos do enunciado “Vendam logo esta casa, ela está cheia de fantasmas” (linhas 84-85) é
    Escolha uma alternativa para a questão 81bca575-02
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos


    PAES, José Paulo. Prosas seguidas de Odes

    mínimas. São Paulo, Cia. das Letras, 1992.

    Assinale a assertiva que NÃO condiz com as questões temáticas e estéticas presentes no poema.
    Escolha uma alternativa para a questão 81c03274-02
  • Linguagens

    Português

    Observe a imagem e leia o poema a seguir para responder à questão.


    Figura 1 de 2 da questão de Português, UEG 2017, Interpretação de Textos

    YAYOKI KUSAMA. Dots obsession (Obsessão dos pontos – tradução livre). 1998

    Instalação – 600 X 600 X300 cm Fonte: COUTURIER, Élisabeth. Art contemporain.

    Le guide. Paris: Flamarion, s.d. p.60.



    Figura 2 de 2 da questão de Português, UEG 2017, Interpretação de Textos

    PEREIRA, C. Disponível em:

    <http://1.bp.blogspot.com/_p6aURW6N4ik/Ssvzu47gU7I/AAAAAAAAACE/6

    8mw5hykZTM/s320/POEMA03.jpg>. Acesso em: 23 ago. 2017.

    A imagem possui elementos visuais que dialogam com o poema por apresentarem aspectos constitutivos com formato de
    Escolha uma alternativa para a questão 81c0a79e-f8
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos

     Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos

    GIL, Gilberto. Tempo Rei. Disponível em:

    https://www.vagalume.com.br/gilberto-gil/tempo-rei.html. Acesso: 22.06.2018.


    Na canção de Gilberto Gil, o tempo é concebido como
    Escolha uma alternativa para a questão 81c41525-02
  • Linguagens

    Português

    Observe a imagem e leia o poema a seguir para responder à questão.


    Figura 1 de 2 da questão de Português, UEG 2017, Interpretação de Textos

    YAYOKI KUSAMA. Dots obsession (Obsessão dos pontos – tradução livre). 1998

    Instalação – 600 X 600 X300 cm Fonte: COUTURIER, Élisabeth. Art contemporain.

    Le guide. Paris: Flamarion, s.d. p.60.



    Figura 2 de 2 da questão de Português, UEG 2017, Interpretação de Textos

    PEREIRA, C. Disponível em:

    <http://1.bp.blogspot.com/_p6aURW6N4ik/Ssvzu47gU7I/AAAAAAAAACE/6

    8mw5hykZTM/s320/POEMA03.jpg>. Acesso em: 23 ago. 2017.

    A leitura, tanto da imagem quanto do poema apresentados, metaforiza o caráter
    Escolha uma alternativa para a questão 81c556c2-f8
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos

     Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos

    GIL, Gilberto. Tempo Rei. Disponível em:

    https://www.vagalume.com.br/gilberto-gil/tempo-rei.html. Acesso: 22.06.2018.


    Nos versos da canção “Água mole, pedra dura/Tanto bate que não restará nem pensamento” (linhas 117-119), o autor refaz um conhecido provérbio popular. Sobre esta mudança, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 81c96968-02
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UEG 2017, Figuras de Linguagem

    FRANCO, Siron. O aliado (1978), Óleo sobre tela. Disponível em:

    <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/obra12757/o-aliado>.

    Acesso em: 24 ago. 2017. 



    Um galo sozinho não tece uma manhã:

     ele precisará sempre de outros galos.   

    De um que apanhe esse grito que ele  

    e o lance a outro; de um outro galo      

     que apanhe o grito de um galo antes    

     e o lance a outro; e de outros galos      

      que com muitos outros galos se cruzem

    os fios de sol de seus gritos de galo,    

         para que a manhã, desde uma teia tênue,

    se vá tecendo, entre todos os galos.    


    E se encorpando em tela, entre todos,

      se erguendo tenda, onde entrem todos,

    se entretendendo para todos, no toldo

     (a manhã) que plana livre de armação.

     A manhã, toldo de um tecido tão aéreo

    que, tecido, se eleva por si: luz balão.


    MELO NETO, João Cabral de. Tecendo a manhã. Disponível em:

    <http://www.jornaldepoesia.jor.br/joao02.html>. Acesso em: 24 ago.

    2017. 

    O poema apresenta uma linguagem permeada de aliterações e assonâncias, o que lhe confere mais musicalidade, ao passo que a pintura apresenta traços de uma estética
    Escolha uma alternativa para a questão 81ca0213-f8
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2018, Gêneros Textuais

     Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2018, Gêneros Textuais

    GIL, Gilberto. Tempo Rei. Disponível em:

    https://www.vagalume.com.br/gilberto-gil/tempo-rei.html. Acesso: 22.06.2018.


    Considerando a constituição dialógica da letra da música como um gênero textual, assinale a afirmação verdadeira.
    Escolha uma alternativa para a questão 81cefaf6-02
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, USP 2013, Interpretação de Textos Nas primeiras versões das Memórias póstumas de Brás Cubas, constava, no final do capítulo LXXI, aqui reproduzido, o seguinte trecho, posteriormente suprimido pelo autor:

    [... Heis de cair.] Turvo é o ar que respirais, amadas folhas. O sol que vos alumia, com ser de toda a gente, é um sol opaco e reles, d e ..........................e ...........................

    As duas palavras que aparecem no final desse trecho, no lugar dos espaços pontilhados, podem servir para qualificar, de modo figurado, a mescla de tonalidades estilísticas que caracteriza o capítulo e o próprio livro. Preenchem de modo mais adequado as lacunas as palavras.
    Escolha uma alternativa para a questão 81ef1d40-ab