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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 78 de 950

  • Linguagens

    Português

    Texto 2


    Uma boa comunicação pode impulsionar a carreira corporativa

        Não se trata apenas de saber se vender no mercado; a capacidade de lidar com colegas e equipes é fundamental para estimular o desempenho e a produtividade.
        Que a comunicação é primordial, na vida particular e no mundo corporativo, não há a menor dúvida. A capacidade de expressar ideias e mobilizar outras pessoas é essencial para construir relacionamentos, educar filhos, formar equipes, superar concorrentes. Mas existem alguns mal-entendidos a respeito dessa competência tão importante.
        Um dos mais comuns é: comunicar-se bem significa falar bem. Não necessariamente. “Saber ouvir é uma qualidade indispensável e pouco encontrada no mundo corporativo”, afirma Mara Behlau, professora do Insper, especialista em voz e consultora em comunicação humana. “Muitas vezes, as pessoas falam sem parar e têm certeza de que o outro entendeu.”
        A professora lembra que, em diversos casos, a fala excessiva surge da necessidade que muitos profissionais sentem de se mostrar ativos. “Um gestor extrovertido parece muito participativo, mas também repetitivo. O introvertido é mais observador, porém parece desinteressado, sem opinião.” O ideal, diz ela, é ser ambivertido: “Há momentos para observar e momentos para se expor, trazer ideias”.
    Texto disponível em: https://exame.abril.com.br/geral/uma-boa-comunicacao-podeimpulsionar-a-carreiracorporativa (Adaptado).
    Dentre as considerações a seguir, acerca do vocábulo AMBIVERTIDO contido no texto 2, está CORRETO o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 18055f06-e6
  • Linguagens

    Português

    Texto 2


    Uma boa comunicação pode impulsionar a carreira corporativa

        Não se trata apenas de saber se vender no mercado; a capacidade de lidar com colegas e equipes é fundamental para estimular o desempenho e a produtividade.
        Que a comunicação é primordial, na vida particular e no mundo corporativo, não há a menor dúvida. A capacidade de expressar ideias e mobilizar outras pessoas é essencial para construir relacionamentos, educar filhos, formar equipes, superar concorrentes. Mas existem alguns mal-entendidos a respeito dessa competência tão importante.
        Um dos mais comuns é: comunicar-se bem significa falar bem. Não necessariamente. “Saber ouvir é uma qualidade indispensável e pouco encontrada no mundo corporativo”, afirma Mara Behlau, professora do Insper, especialista em voz e consultora em comunicação humana. “Muitas vezes, as pessoas falam sem parar e têm certeza de que o outro entendeu.”
        A professora lembra que, em diversos casos, a fala excessiva surge da necessidade que muitos profissionais sentem de se mostrar ativos. “Um gestor extrovertido parece muito participativo, mas também repetitivo. O introvertido é mais observador, porém parece desinteressado, sem opinião.” O ideal, diz ela, é ser ambivertido: “Há momentos para observar e momentos para se expor, trazer ideias”.
    Texto disponível em: https://exame.abril.com.br/geral/uma-boa-comunicacao-podeimpulsionar-a-carreiracorporativa (Adaptado).
    De acordo com o texto 2, está CORRETO o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 180c9a50-e6
  • Linguagens

    Português

    Texto 3


    O vício da tecnologia


        Entusiastas de tecnologia passaram a semana com os olhos voltados para uma exposição de novidades eletrônicas realizada recentemente nos Estados Unidos. Entre as inovações, estavam produtos relacionados a experiências de realidade virtual e à utilização de inteligência artificial — que hoje é um dos temas que mais desperta interesse em profissionais da área, tendo em vista a ampliação do uso desse tipo de tecnologia nos mais diversos segmentos.
        Mais do que prestar atenção às novidades lançadas no evento, vale refletir sobre o motivo que nos leva a uma ansiedade tão grande para consumir produtos que prometem inovação tecnológica. Por que tanta gente se dispõe a dormir em filas gigantescas só para ser um dos primeiros a comprar um novo modelo de smartphone? Por que nos dispomos a pagar cifras astronômicas para comprar aparelhos que não temos sequer certeza de que serão realmente úteis em nossas rotinas?
        A teoria de um neurocientista da Universidade de Oxford (Inglaterra) ajuda a explicar essa “corrida desenfreada” por novos gadgets. De modo geral, em nosso processo evolutivo como seres humanos, nosso cérebro aprendeu a suprir necessidades básicas para a sobrevivência e a perpetuação da espécie, tais como sexo, segurança e status social.
        Nesse sentido, a compra de uma novidade tecnológica atende a essa última necessidade citada: nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que momentaneamente, quando surgimos em nossos círculos sociais com um produto que quase ninguém ainda possui.
        Foi realizado um estudo de mapeamento cerebral que mostrou que imagens de produtos tecnológicos ativavam partes do nosso cérebro idênticas às que são ativadas quando uma pessoa muito religiosa se depara com um objeto sagrado. Ou seja, não seria exagero dizer que o vício em novidades tecnológicas é quase uma religião para os mais entusiastas.
        O ato de seguir esse impulso cerebral e comprar o mais novo lançamento tecnológico dispara em nosso cérebro a liberação de um hormônio chamado dopamina, responsável por nos causar sensações de prazer. Ele é liberado quando nosso cérebro identifica algo que represente uma recompensa.
        O grande problema é que a busca excessiva por recompensas pode resultar em comportamentos impulsivos, que incluem vícios em jogos, apego excessivo a redes sociais e até mesmo alcoolismo. No caso do consumo, podemos observar a situação problematizada aqui: gasto excessivo de dinheiro em aparelhos eletrônicos que nem sempre trazem novidade –– as atualizações de modelos de smartphones, por exemplo, na maior parte das vezes apresentam poucas mudanças em relação ao modelo anterior, considerando-se seu preço elevado. Em outros casos, gasta-se uma quantia absurda em algum aparelho novo que não se sabe se terá tanta utilidade prática ou inovadora no cotidiano.
        No fim das contas, vale um lembrete que pode ajudar a conter os impulsos na hora de comprar um novo smartphone ou alguma novidade de mercado: compare o efeito momentâneo da dopamina com o impacto de imaginar como ficarão as faturas do seu cartão de crédito com a nova compra. O choque ao constatar o rombo em seu orçamento pode ser suficiente para que você decida pensar duas vezes a respeito da aquisição.
    DANA, S. O Globo. Economia. Rio de Janeiro, 16 jan. 2018. Adaptado 
    De acordo com o texto 3, o “vício tecnológico” pode ser explicado por:
    Escolha uma alternativa para a questão 1812b1d6-e6
  • Linguagens

    Português

    Texto 3


    O vício da tecnologia


        Entusiastas de tecnologia passaram a semana com os olhos voltados para uma exposição de novidades eletrônicas realizada recentemente nos Estados Unidos. Entre as inovações, estavam produtos relacionados a experiências de realidade virtual e à utilização de inteligência artificial — que hoje é um dos temas que mais desperta interesse em profissionais da área, tendo em vista a ampliação do uso desse tipo de tecnologia nos mais diversos segmentos.
        Mais do que prestar atenção às novidades lançadas no evento, vale refletir sobre o motivo que nos leva a uma ansiedade tão grande para consumir produtos que prometem inovação tecnológica. Por que tanta gente se dispõe a dormir em filas gigantescas só para ser um dos primeiros a comprar um novo modelo de smartphone? Por que nos dispomos a pagar cifras astronômicas para comprar aparelhos que não temos sequer certeza de que serão realmente úteis em nossas rotinas?
        A teoria de um neurocientista da Universidade de Oxford (Inglaterra) ajuda a explicar essa “corrida desenfreada” por novos gadgets. De modo geral, em nosso processo evolutivo como seres humanos, nosso cérebro aprendeu a suprir necessidades básicas para a sobrevivência e a perpetuação da espécie, tais como sexo, segurança e status social.
        Nesse sentido, a compra de uma novidade tecnológica atende a essa última necessidade citada: nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que momentaneamente, quando surgimos em nossos círculos sociais com um produto que quase ninguém ainda possui.
        Foi realizado um estudo de mapeamento cerebral que mostrou que imagens de produtos tecnológicos ativavam partes do nosso cérebro idênticas às que são ativadas quando uma pessoa muito religiosa se depara com um objeto sagrado. Ou seja, não seria exagero dizer que o vício em novidades tecnológicas é quase uma religião para os mais entusiastas.
        O ato de seguir esse impulso cerebral e comprar o mais novo lançamento tecnológico dispara em nosso cérebro a liberação de um hormônio chamado dopamina, responsável por nos causar sensações de prazer. Ele é liberado quando nosso cérebro identifica algo que represente uma recompensa.
        O grande problema é que a busca excessiva por recompensas pode resultar em comportamentos impulsivos, que incluem vícios em jogos, apego excessivo a redes sociais e até mesmo alcoolismo. No caso do consumo, podemos observar a situação problematizada aqui: gasto excessivo de dinheiro em aparelhos eletrônicos que nem sempre trazem novidade –– as atualizações de modelos de smartphones, por exemplo, na maior parte das vezes apresentam poucas mudanças em relação ao modelo anterior, considerando-se seu preço elevado. Em outros casos, gasta-se uma quantia absurda em algum aparelho novo que não se sabe se terá tanta utilidade prática ou inovadora no cotidiano.
        No fim das contas, vale um lembrete que pode ajudar a conter os impulsos na hora de comprar um novo smartphone ou alguma novidade de mercado: compare o efeito momentâneo da dopamina com o impacto de imaginar como ficarão as faturas do seu cartão de crédito com a nova compra. O choque ao constatar o rombo em seu orçamento pode ser suficiente para que você decida pensar duas vezes a respeito da aquisição.
    DANA, S. O Globo. Economia. Rio de Janeiro, 16 jan. 2018. Adaptado 
    De acordo com o ordenamento das ideias no texto 3, observa-se que, depois de explicar a função da dopamina no cérebro, o texto se refere à ideia de que:
    Escolha uma alternativa para a questão 1819d107-e6
  • Linguagens

    Literatura

    A respeito do Romance “Dôra, Doralina” de Rachel de Queiroz, assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão 181df0e6-e6
  • Linguagens

    Português

    Leia o Poema:


    Lá vem o acendedor de lampiões da rua!
    Este mesmo que vem infatigavelmente,
    Parodiar o sol e associar-se à lua
    Quando a sombra da noite enegrece o poente!


    Um, dois, três lampiões, acende e continua
    Outros mais a acender imperturbavelmente,
    À medida que a noite aos poucos se acentua
    E a palidez da lua apenas se pressente.


    Triste ironia atroz que o senso humano irrita:
    Ele que doira à noite e ilumina a cidade,
    Talvez não tenha luz na choupana em que habita.


    Tanta gente também nos outros insinua
    Crenças, religiões, amor, felicidade,
    Como este acendedor de lampiões da rua

    (Jorge de Lima)



    Sobre a figura do acendedor de lampiões, o eu lírico manifesta sentimentos de:
    Escolha uma alternativa para a questão 1828b3dd-e6
  • Linguagens

    Literatura

    Considerando a inserção do Conto “O homem que sabia javanês” nos estilos de época da literatura brasileira, a obra de Lima Barreto pertence ao:
    Escolha uma alternativa para a questão 182f146b-e6
  • Linguagens

    Inglês

    Segundo o texto 1, pesquisas recentes acerca da memória de trabalho pretendem.
    Escolha uma alternativa para a questão 1833d449-e6
  • Linguagens

    Inglês

    De acordo com o texto 1, a função do “central executive” é:
    Escolha uma alternativa para a questão 18384696-e6
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 40, leia o excerto do poema denominado “Graciliano Ramos”, de João Cabral de Melo Neto.

    Falo somente com o que falo:
    com as mesmas vinte palavras
    girando ao redor do sol
    que as limpa do que não é faca:
    de toda uma crosta viscosa,
    resto de janta abaianada,
    que fica na lâmina e cega
    seu gosto da cicatriz clara.
    Falo somente do que falo:
    do seco e de suas paisagens,
    Nordestes, debaixo de um sol
    ali do mais quente vinagre:
    que reduz tudo ao espinhaço,
    cresta o simplesmente folhagem,
    folha prolixa, folharada,
    onde possa esconder- se na fraude.
    Falo somente por quem falo:
    por quem existe nesses climas
    condicionados pelo sol,
    pelo gavião e outras rapinas:
    e onde estão os solos inertes
    de tantas condições caatinga
    em que só cabe cultivar
    o que é sinônimo da míngua.
    Falo somente para quem falo:
    quem padece sono de morto
    e precisa um despertador
    acre, como o sol sobre o olho:
    que é quando o sol é estridente,
    a contrapelo, imperioso,
    e bate nas pálpebras como
    se bate numa porta a socos.

    I. O poema de João Cabral dialoga com o imaginário acre e violento presente no livro Vidas Secas, de Graciliano Ramos.

    II. O poema se dirige aos que sofrem com as radicais condições da caatinga nordestina, onde o sol é estridente, atingindo as pálpebras como se bate numa porta a socos.

    III. Apesar de todas as adversidades sertanejas, a natureza local possibilita um momento para cultivar uma multiplicidade de alimentos.

    A(s) afirmativa(s) correta(s) é/são:

    Escolha uma alternativa para a questão 1838bd7a-27
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2015, Interpretação de Textos

    essa estranha pressa de acabar se ostenta como a marca do século. (l. 5)

    O trecho acima contém o eixo temático da crônica escrita por João do Rio em 1909.

    Na construção da opinião presente nesse trecho, é possível identificar um procedimento de:

    Escolha uma alternativa para a questão 183b3e68-98
  • Linguagens

    Inglês

    Text 2


    Text 2a. Second Language Learning


        One of the principles of all learning is that we make sense of new information and ideas by relating them to our previous knowledge. There are two main kinds of previous language knowledge which second language learners can use in order to make sense of the new language they encounter: the first is their knowledge of their mother tongue and the second is the knowledge they already possess about the second language itself.
    LITTLEWOOD, W. Second Language Learning. In DAVIES, A. e ELDER, C. The Handbook of Applied Linguistics, pp.504/5, Blackwell Publishing, 2010.

    Text 2b. National Curriculum Parameters


        Every text is organized within a specific genre according to its communicative purposes, as part of the conditions of discourse production, which generate social uses that determine any and every text. Genres are, therefore, historically determined, and constitute relatively stable forms of utterances available in a culture. (National Curriculum Parameters, Brasil, 1988, p.21) (adaptado) Answer the two questions below considering also texts "Second Language Learning" and "National Curriculum Parameters", above.
    Choose the correct option about some features of the texts 2a and 2b above:
    Escolha uma alternativa para a questão 183d6105-e6
  • Linguagens

    Inglês

    Text 2


    Text 2a. Second Language Learning


        One of the principles of all learning is that we make sense of new information and ideas by relating them to our previous knowledge. There are two main kinds of previous language knowledge which second language learners can use in order to make sense of the new language they encounter: the first is their knowledge of their mother tongue and the second is the knowledge they already possess about the second language itself.
    LITTLEWOOD, W. Second Language Learning. In DAVIES, A. e ELDER, C. The Handbook of Applied Linguistics, pp.504/5, Blackwell Publishing, 2010.

    Text 2b. National Curriculum Parameters


        Every text is organized within a specific genre according to its communicative purposes, as part of the conditions of discourse production, which generate social uses that determine any and every text. Genres are, therefore, historically determined, and constitute relatively stable forms of utterances available in a culture. (National Curriculum Parameters, Brasil, 1988, p.21) (adaptado) Answer the two questions below considering also texts "Second Language Learning" and "National Curriculum Parameters", above.
    When approaching foreign language texts 2a and 2b, the learner will most frequently use his/her previous knowledge of the mother tongue to account for any difficulties, which may include dealing with genres. About the use of previous knowledge and the study of genres in foreign language education, it is correct to say that:
    Escolha uma alternativa para a questão 18412c67-e6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2015, Figuras de Linguagem

    Hoje, nós somos escravos das horas, dessas senhoras inexoráveis que não cedem nunca (l. 12)

    Neste fragmento, o autor emprega uma figura de linguagem para expressar o embate entre o homem e o tempo.

    Essa figura de linguagem é conhecida como:

    Escolha uma alternativa para a questão 1841c849-98
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2015, Interpretação de Textos

    Nós somos uma delirante sucessão de fitas cinematográficas. (l. 18)

    Ao comparar os seres humanos com filmes, o autor estabelece uma crítica.

    No contexto, essa crítica pode ser sintetizada pelo seguinte termo:

    Escolha uma alternativa para a questão 18476694-98
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2015, Interpretação de Textos

    O homem cinematográfico resolveu a suprema insanidade: encher o tempo, atopetar o tempo, abarrotar o tempo, paralisar o tempo para chegar antes dele. (l. 22-23)

    De acordo com a leitura global do texto, o autor caracteriza a tentativa de controlar o tempo como “suprema insanidade”, porque se trata de uma tarefa que não está ao alcance do homem. O trecho que melhor expõe a insanidade dessa tentativa é:

    Escolha uma alternativa para a questão 184d0de0-98
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2011, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)



    Assinale a alternativa que analisa corretamente o emprego dos verbos no passado nos trechos:

    “Na sua frente estava a cidade misteriosa, e ele partiu para conquistá-la.” (Texto I, linhas 21-22)
    “Engajou com 9 anos nos Capitães da Areia, quando o Caboclo ainda era o chefe...”(Texto I, linhas 25-26)
    Escolha uma alternativa para a questão 184e4ef2-0d
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2015, Interpretação de Textos

    A última fala da tirinha causa um estranhamento, porque assinala a ausência de um elemento fundamental para a instalação de um tribunal: a existência de alguém que esteja sendo acusado.

    Essa fala sugere o seguinte ponto de vista do autor em relação aos usuários da internet:

    Escolha uma alternativa para a questão 1852e0e6-98
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2015, Coesão e coerência

    Ninguém imaginou que o poder e o dinheiro se tornariam tão concentrados em megahipercorporações norte-americanas como o Google, que iriam destruir para sempre tantas indústrias e atividades (l. 16-18)

    O vocábulo tão, associado ao conectivo que, estabelece uma relação coesiva de:

    Escolha uma alternativa para a questão 1871815a-98
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2015, Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo

    O termo megahipercorporações é formado por um processo que enfatiza o tamanho e o poder das corporações econômicas atuais.

    Essa ênfase é produzida pelo emprego de:

    Escolha uma alternativa para a questão 187753cc-98