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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 816 de 950

  • Linguagens

    Português

    Texto IV

    CONSUMO COM CRITÉRIOS SOCIOAMBIENTAIS

    Consumo com critérios socioambientais depende de atitudes, adesão aos valores de sustentabilidade e de comportamentos coerentes, que gerem na prática impactos positivos na sociedade e no planeta. O consumo consciente inicia-se com uma avaliação da necessidade de aquisição de determinado produto. Caso seja necessário, é importante que a opção por uma determinada marca ou modelo leve em conta não somente o preço, mas também aspectos de produção, que podem ser confirmados através de selos, certificações e autorizações de órgãos ambientais. O comércio ético e solidário é uma postura de desenvolvimento que abriga agricultores responsáveis, artesãos, e tem impactos socioeconômicos relevantes. Conforme estudos do Instituto Akatu em 2010, 5% da população brasileira têm práticas conscientes de consumo. O Instituto ainda mostra que a sociedade brasileira já se encontra na segunda fase do consumo consciente. No surgimento de um fenômeno social, é comum que as opiniões oscilem e sejam influenciadas. Com a constância do assunto na mídia e na sociedade, a parcela desta que se identifica com as novas preferências e comportamentos vai se estabelecendo. Para os próximos anos, uma terceira fase deve ser observada, com opiniões disseminadas, consistentes e reforço comportamental. O perfil do nível de consciência do consumidor brasileiro foi analisado por idade, classe social e escolaridade, cujos resultados encontram-se ilustrados no Gráfico 1.

    Gráfico 1 - Perfil dos consumidores por segmento

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais 2019, Interpretação de Textos
    Fonte: Instituto Akatu, 2010. Disponível em <http://www.institutoorior.com.br/images/artigospdf/raimundo/livro /temas-emergentes/dimensao-meio-ambiente/consumo-com-criterios-socioambientais.html>. Acesso em 28 de abril de 2019. Adaptado

    A partir da leitura do texto IV, sobre os resultados da pesquisa feita pela Akatu em 2010, infere-se que:
    Escolha uma alternativa para a questão dc08a6a1-dc
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade do Estado da Bahia 2014, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects

    Considering language use in the text, it’s correct to say:
    Escolha uma alternativa para a questão dc095582-bb
  • Linguagens

    Literatura

    Uma das características mais marcantes do teatro de Nelson Rodrigues está na revelação de desejos reprimidos nos seus personagens. Tal característica pode ser analisada como uma patologia social, fator central para a explicação dos casos de violência desencadeados. Nesse sentido, muitos personagens de O beijo no asfalto (1960) carregam desejos que procuram reprimir ou esconder.

    Associe os personagens a seus desejos reprimidos.

    1 – Aprígio
    2 – Dália
    3 – Cunha

    ( ) Possui ciúmes do casamento da irmã
    ( ) Ama Arandir
    ( ) Possui prazer em agir com violência

    ASSINALE a alternativa que contém a associação correta.
    Escolha uma alternativa para a questão dc0cb93c-dc
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão. 
    Entalhando a felicidade
    “Madeira é um elemento que tem que ser respeitado. Eu nasci numa casa de madeira, me criei numa casa de madeira. Ela era feita com árvores retiradas dali, da região”, conta José Belaque, 63. O artesão expõe suas peças no Calçadão de Londrina, esquina com Hugo Cabral, de segunda a sexta. Após uma vida dedicada ao trabalho contínuo e sistemático, Belaque parece ter encontrado, na madeira, a felicidade.
    As peças são criadas para discursar. Os móveis para bonecas obedecem à arte vitoriana, período que estudou em um trabalho como guia turístico. Formas, desenhos, cores, tudo leva ao passado. “A minimização, ou seja, a cozinha do adulto que tinha nas fazendas, agora é feita para as bonecas. A criança vai aprendendo, por meio do brinquedo, a história”, afirma.
    História na expressão e na própria madeira. “Isso tudo é um resgate. Foi uma árvore que deu frutos, sombra, conforto e de repente ela se torna um elemento positivo”, defende. “Quando eu era criança, não tinha indústria de brinquedos e a gente queria brincar. Então, os avós e pais construíam os brinquedos de uma forma artesanal. Eu quis voltar num tempo em que se construíam os brinquedos, elementos decorativos e móveis dentro de casa”, afirma.
    Há quatro anos, tomou a decisão de viver da arte após a constatação de ter realizado bons trabalhos em sua carreira, já satisfeito com o ponto aonde tinha chegado. A oficina funciona no fundo da casa de Belaque. “Eu estou fazendo uma coisa que amo fazer, na hora em que tenho interesse, então eu digo que estou no período fetal. Eu almoço quando tenho fome, levanto quando o corpo pede, trabalho e me estendo até de madrugada quando estou empolgado”, sorri.
    E vai criando conforme suas crenças e constatações expressas na madeira. Recicladas e não recicladas, afirma usar mais o pínus por questão de respeito e custo. As madeiras de primeira linha que possui são controladas e faz questão de afirmar: “Eu só trabalho com aquelas que têm o selo de controle, se não tiver eu não aceito, não compro. Não dou força para criar-se esse comércio”, argumenta.
    No fim, o resultado é a felicidade baseada no respeito pela natureza, pela arte e pela sua história. “Dinheiro é maravilhoso, mas chega um período em que ele não é mais tão importante, porque a felicidade não é o dinheiro que traz. É você realizar aquilo que gosta de fazer. Isso é felicidade”, acredita.
    (Adaptado de: GONÇALVES, É. Entalhando a felicidade. Londrina: Folha de Londrina, Folha Mais, 26 e 27 de maio de 2018, p. 1). 

    Em relação aos recursos linguístico-semânticos presentes no texto, considere as afirmativas a seguir.

    I. Na oração “Os móveis para bonecas obedecem à arte vitoriana”, a presença da preposição a deve-se à exigência feita pelo verbo.

    II. Em “O artesão expõe suas peças no Calçadão de Londrina, esquina com Hugo Cabral, de segunda a sexta”, não se emprega a crase porque o a é uma mera preposição.

    III. Em “Dinheiro é maravilhoso, mas chega um período em que ele não é mais tão importante”, o conectivo “mas” estabelece uma relação de oposição com a ideia expressa anteriormente.

    IV. Em “Então, os avós e pais construíam os brinquedos de forma artesanal” a partícula “então” estabelece uma relação de alternância.

    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão dc0d41c0-b2
  • Linguagens

    Inglês

        You can fool some of the people all of the time, and all of the people some of the time, but you cannot fool all of the people all of the time.

    LINCOLN, Abraham. Disponível em: . Acesso em: 15 nov. 2014. 

    This famous quote by Abraham Lincoln is about
    Escolha uma alternativa para a questão dc0e6efc-bb
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos O personagem Isaías Caminha faz críticas àqueles que ele denomina “literatos”.

    No primeiro parágrafo, podemos entender que os chamados literatos são escritores com a característica de:
    Escolha uma alternativa para a questão dc1072f2-bf
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão. 
    Entalhando a felicidade
    “Madeira é um elemento que tem que ser respeitado. Eu nasci numa casa de madeira, me criei numa casa de madeira. Ela era feita com árvores retiradas dali, da região”, conta José Belaque, 63. O artesão expõe suas peças no Calçadão de Londrina, esquina com Hugo Cabral, de segunda a sexta. Após uma vida dedicada ao trabalho contínuo e sistemático, Belaque parece ter encontrado, na madeira, a felicidade.
    As peças são criadas para discursar. Os móveis para bonecas obedecem à arte vitoriana, período que estudou em um trabalho como guia turístico. Formas, desenhos, cores, tudo leva ao passado. “A minimização, ou seja, a cozinha do adulto que tinha nas fazendas, agora é feita para as bonecas. A criança vai aprendendo, por meio do brinquedo, a história”, afirma.
    História na expressão e na própria madeira. “Isso tudo é um resgate. Foi uma árvore que deu frutos, sombra, conforto e de repente ela se torna um elemento positivo”, defende. “Quando eu era criança, não tinha indústria de brinquedos e a gente queria brincar. Então, os avós e pais construíam os brinquedos de uma forma artesanal. Eu quis voltar num tempo em que se construíam os brinquedos, elementos decorativos e móveis dentro de casa”, afirma.
    Há quatro anos, tomou a decisão de viver da arte após a constatação de ter realizado bons trabalhos em sua carreira, já satisfeito com o ponto aonde tinha chegado. A oficina funciona no fundo da casa de Belaque. “Eu estou fazendo uma coisa que amo fazer, na hora em que tenho interesse, então eu digo que estou no período fetal. Eu almoço quando tenho fome, levanto quando o corpo pede, trabalho e me estendo até de madrugada quando estou empolgado”, sorri.
    E vai criando conforme suas crenças e constatações expressas na madeira. Recicladas e não recicladas, afirma usar mais o pínus por questão de respeito e custo. As madeiras de primeira linha que possui são controladas e faz questão de afirmar: “Eu só trabalho com aquelas que têm o selo de controle, se não tiver eu não aceito, não compro. Não dou força para criar-se esse comércio”, argumenta.
    No fim, o resultado é a felicidade baseada no respeito pela natureza, pela arte e pela sua história. “Dinheiro é maravilhoso, mas chega um período em que ele não é mais tão importante, porque a felicidade não é o dinheiro que traz. É você realizar aquilo que gosta de fazer. Isso é felicidade”, acredita.
    (Adaptado de: GONÇALVES, É. Entalhando a felicidade. Londrina: Folha de Londrina, Folha Mais, 26 e 27 de maio de 2018, p. 1). 
    Com base no texto, considere as afirmativas a seguir.
    I. Em “[...] após a constatação de ter realizado bons trabalhos em sua carreira, já satisfeito com o ponto aonde tinha chegado”, a locução “tinha chegado” caracteriza-se como um gerundismo que enfatiza o objetivo alcançado pelo artesão.
    II. Em “Eu só trabalho com aquelas que têm o selo de controle”, o pronome “aquelas” se refere ao termo “madeiras”.
    III. As aspas utilizadas ao longo do texto marcam o discurso direto do artesão José Belaque.
    IV. No título do texto “Entalhando a felicidade”, a palavra “entalhando” se ajusta ao tema da reportagem.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão dc109152-b2
  • Linguagens

    Literatura

    A dinâmica das artes nacionais no século XX passa diretamente pela importância do movimento modernista de 1922. Diversos movimentos artísticos subsequentes, como a Tropicália – na canção popular – ou o Cinema Novo – no cinema – tiveram relações diretas com as propostas estéticas de autores como Oswald de Andrade e Mário de Andrade. Um dos principais expoentes do Cinema Novo, o cineasta Cacá Diegues, não foge a essa relação.

    A característica do Modernismo que não está presente no longa-metragem Xica da Silva (1976) é:
    Escolha uma alternativa para a questão dc113760-dc
  • Linguagens

    Inglês

        You can fool some of the people all of the time, and all of the people some of the time, but you cannot fool all of the people all of the time.

    LINCOLN, Abraham. Disponível em: . Acesso em: 15 nov. 2014. 

    The alternative that best explains this quote is
    Escolha uma alternativa para a questão dc13c3d7-bb
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão. 
    Entalhando a felicidade
    “Madeira é um elemento que tem que ser respeitado. Eu nasci numa casa de madeira, me criei numa casa de madeira. Ela era feita com árvores retiradas dali, da região”, conta José Belaque, 63. O artesão expõe suas peças no Calçadão de Londrina, esquina com Hugo Cabral, de segunda a sexta. Após uma vida dedicada ao trabalho contínuo e sistemático, Belaque parece ter encontrado, na madeira, a felicidade.
    As peças são criadas para discursar. Os móveis para bonecas obedecem à arte vitoriana, período que estudou em um trabalho como guia turístico. Formas, desenhos, cores, tudo leva ao passado. “A minimização, ou seja, a cozinha do adulto que tinha nas fazendas, agora é feita para as bonecas. A criança vai aprendendo, por meio do brinquedo, a história”, afirma.
    História na expressão e na própria madeira. “Isso tudo é um resgate. Foi uma árvore que deu frutos, sombra, conforto e de repente ela se torna um elemento positivo”, defende. “Quando eu era criança, não tinha indústria de brinquedos e a gente queria brincar. Então, os avós e pais construíam os brinquedos de uma forma artesanal. Eu quis voltar num tempo em que se construíam os brinquedos, elementos decorativos e móveis dentro de casa”, afirma.
    Há quatro anos, tomou a decisão de viver da arte após a constatação de ter realizado bons trabalhos em sua carreira, já satisfeito com o ponto aonde tinha chegado. A oficina funciona no fundo da casa de Belaque. “Eu estou fazendo uma coisa que amo fazer, na hora em que tenho interesse, então eu digo que estou no período fetal. Eu almoço quando tenho fome, levanto quando o corpo pede, trabalho e me estendo até de madrugada quando estou empolgado”, sorri.
    E vai criando conforme suas crenças e constatações expressas na madeira. Recicladas e não recicladas, afirma usar mais o pínus por questão de respeito e custo. As madeiras de primeira linha que possui são controladas e faz questão de afirmar: “Eu só trabalho com aquelas que têm o selo de controle, se não tiver eu não aceito, não compro. Não dou força para criar-se esse comércio”, argumenta.
    No fim, o resultado é a felicidade baseada no respeito pela natureza, pela arte e pela sua história. “Dinheiro é maravilhoso, mas chega um período em que ele não é mais tão importante, porque a felicidade não é o dinheiro que traz. É você realizar aquilo que gosta de fazer. Isso é felicidade”, acredita.
    (Adaptado de: GONÇALVES, É. Entalhando a felicidade. Londrina: Folha de Londrina, Folha Mais, 26 e 27 de maio de 2018, p. 1). 
    Em “Eu só trabalho com aquelas que têm o selo de controle”, assinale a alternativa que remete ao sentido da palavra “só”, neste contexto.
    Escolha uma alternativa para a questão dc141d17-b2
  • Linguagens

    Português

    Para o estudioso da canção brasileira Luiz Tatit, em sua obra O século da canção (2004), os sambistas da década de 1930 destacaram-se pelo desenvolvimento de uma forma poética a partir da prosódia popular dos morros cariocas, retratando o cotidiano de vida permeado pela pobreza, pelo humor e pela boemia. Nas palavras de Tatit: "Alheios a qualquer formação escolar, de ordem musical ou literária, esses sambistas retiravam suas melodias e seus versos da própria fala cotidiana. Serviam-se das entoações que acompanham a linguagem oral e das expressões usadas em conversa. Tais recursos, aliás, já vinham das brincadeiras indígenas e dos rituais religiosos das primeiras levas de negros que aqui chegaram".

    De acordo com esse texto, o verso que NÃO apresenta prosódia baseada na linguagem popular é:
    Escolha uma alternativa para a questão dc14fbb0-dc
  • Linguagens

    Inglês

                                                  T E X T


          If all of the children who currently are sedentary started exercising every day, societies could save enormous amounts of money in the coming decades and have healthier citizens as a whole, according to a remarkable new study. In the United States alone, we could expect to save more than $120 billion every year in health care and associated expenses. The study is the first to use sophisticated computer simulations to arrive at a literal and sobering societal price tag for allowing our children to be sedentary.

          Inactivity is, of course, widespread among young people today. Recent research shows that in the United States and Europe, physical activity tends to peak at about age 7 for both boys and girls and tail off continually throughout adolescence. More than two-thirds of children in the United States rarely exercise at all.

          The immediate health consequences for inactive children and their families are worrisome. Childhood obesity, which is linked to lack of exercise, is common, as is the incidence of Type 2 diabetes and other health problems related to being overweight among children as young as 6.

          But the long-term financial costs of inactivity in the young, both for them and society as a whole, have never been quantified. So for the new study, which was published this week in Health Affairs, researchers with the Global Obesity Prevention Center at Johns Hopkins University in Baltimore and other institutions decided to create a bogglingly complex computer model of what the future could look like if we do or do not get more of our children moving.

          The researchers began by gathering as much public data as is currently available about the health, weight and physical activity patterns of all 31.7 million American children now aged 8 to 11, using large-scale databases from the Census Bureau, the Centers for Disease Control and Prevention, and other groups.

          The researchers fed this information into a computerized modeling program that created an electronic avatar for every American child today. In line with reality, two-thirds of these children were programmed to rarely exercise and many were overweight or obese.

          The scientists then had the simulated children grow up. Using estimations about how calorie intake and activity patterns affect body weight, the program changed each virtual child’s body day-by-day and year-by-year into adulthood. Most became increasingly overweight.

          As the simulated children became adults, the scientists then modeled each one’s health, based on obesity-associated risks for heart disease, diabetes, stroke and cancer, and also the probable financial price of dealing with those diseases (adjusted for future inflation), both in terms of direct expenses for hospitalizations, drugs and so on, and lost productivity because of someone’s being ill.

          The results were staggering. According to the computer model, the costs of today’s 8- to 11- year-olds being inactive and consequently overweight would be almost $3 trillion in medical expenses and lost productivity every year once the children reached adulthood and for decades until their deaths.

          But when the researchers tweaked children’s activity levels within their model, the numbers began to look quite different. If they presumed that, in an imaginary America, half of all children exercised vigorously for about 25 minutes three times a week, such as during active recess or sports or, more ambitiously, ran around and moved for at least an hour every day, which is the amount of youth exercise recommended by the C.D.C., their virtual lives were transformed.

          Most obviously, the incidence of childhood obesity fell by more than 4 percent, a change that resonated throughout the simulated children’s lives and society. There were about half a million fewer cases of adult-onset heart disease, diabetes, cancer and strokes in this simulation, and the society-wide costs associated with these illnesses dropped by about $32 billion every year if the children romped about for 25 minutes three times per week and by almost $37 billion if they moved for an hour every day.

          The impacts were even more substantial when the researchers assumed that 100 percent of the children who are now sedentary got regular exercise. In this scenario, the annual total costs during adulthood from obesity-associated medical expenses and lost productivity plummeted by about $62 billion when children were active three times a week and by more than $120 billion every year when all of the virtual children played and moved for at least an hour each day.

                                                         From: https://www.nytimes.com May 3, 2017

    As to how physically active American and European children are, recent studies show that
    Escolha uma alternativa para a questão dc1587a4-cb
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto abaixo e responda a questão.

    Texto I

    What Are Human Rights?

    While some dictionaries define the word right as ―a privilege,‖ when used in the context of ―human rights,‖ we are talking about something more basic.

    Every person is entitled to certain fundamental rights, simply by the fact of being human. These are called ―human rights‖ rather than a privilege (which can be taken away at someone’s whim).

    They are "rights" because they are things you are allowed to be, to do or to have. These rights are there for your protection against people who might want to harm or hurt you.They are also there to help us get along with each other and live in peace.

    Many people know something about their rights. Generally they know they have the right to food and a safe place to stay.They know they have a right to be paid for the work they do. But there are many other rights.

    When human rights are not well known by people, abuses such as discrimination, intolerance, injustice, oppression and slavery can arise.

    Born out of the atrocities and enormous loss of life during World War II, the United Nations Universal Declaration of Human Rights was signed in 1948 to provide a common understanding of what everyone’s rights are. It forms the basis for a world built on freedom, justice and peace.

    Fonte: Disponível em < https://www.youthforhumanrights.org/what-are-human-rights/ >. Acesso em: 17 de setembro de 2019. (Adaptado)


    Glossário:

    Entitled to: direito a
    Taken away: retirado
    Whim: capricho
    Allowed: permitido
    Get along: se dar bem
    Arise: surgir
    Born out: nascida
    A ideia central do texto compreende:
    Escolha uma alternativa para a questão dc18649c-dc
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão. 
    Entalhando a felicidade
    “Madeira é um elemento que tem que ser respeitado. Eu nasci numa casa de madeira, me criei numa casa de madeira. Ela era feita com árvores retiradas dali, da região”, conta José Belaque, 63. O artesão expõe suas peças no Calçadão de Londrina, esquina com Hugo Cabral, de segunda a sexta. Após uma vida dedicada ao trabalho contínuo e sistemático, Belaque parece ter encontrado, na madeira, a felicidade.
    As peças são criadas para discursar. Os móveis para bonecas obedecem à arte vitoriana, período que estudou em um trabalho como guia turístico. Formas, desenhos, cores, tudo leva ao passado. “A minimização, ou seja, a cozinha do adulto que tinha nas fazendas, agora é feita para as bonecas. A criança vai aprendendo, por meio do brinquedo, a história”, afirma.
    História na expressão e na própria madeira. “Isso tudo é um resgate. Foi uma árvore que deu frutos, sombra, conforto e de repente ela se torna um elemento positivo”, defende. “Quando eu era criança, não tinha indústria de brinquedos e a gente queria brincar. Então, os avós e pais construíam os brinquedos de uma forma artesanal. Eu quis voltar num tempo em que se construíam os brinquedos, elementos decorativos e móveis dentro de casa”, afirma.
    Há quatro anos, tomou a decisão de viver da arte após a constatação de ter realizado bons trabalhos em sua carreira, já satisfeito com o ponto aonde tinha chegado. A oficina funciona no fundo da casa de Belaque. “Eu estou fazendo uma coisa que amo fazer, na hora em que tenho interesse, então eu digo que estou no período fetal. Eu almoço quando tenho fome, levanto quando o corpo pede, trabalho e me estendo até de madrugada quando estou empolgado”, sorri.
    E vai criando conforme suas crenças e constatações expressas na madeira. Recicladas e não recicladas, afirma usar mais o pínus por questão de respeito e custo. As madeiras de primeira linha que possui são controladas e faz questão de afirmar: “Eu só trabalho com aquelas que têm o selo de controle, se não tiver eu não aceito, não compro. Não dou força para criar-se esse comércio”, argumenta.
    No fim, o resultado é a felicidade baseada no respeito pela natureza, pela arte e pela sua história. “Dinheiro é maravilhoso, mas chega um período em que ele não é mais tão importante, porque a felicidade não é o dinheiro que traz. É você realizar aquilo que gosta de fazer. Isso é felicidade”, acredita.
    (Adaptado de: GONÇALVES, É. Entalhando a felicidade. Londrina: Folha de Londrina, Folha Mais, 26 e 27 de maio de 2018, p. 1). 

    Em relação à partícula “que” em “Eu estou fazendo uma coisa que amo” e “eu digo que estou no período fetal”, considere as afirmativas a seguir.


    I. O primeiro “que” é um pronome relativo e retoma o termo “coisa”.

    II. O segundo “que” é uma conjunção subordinativa substantiva objetiva direta.

    III. O primeiro “que” inicia uma oração subordinada adverbial causal.

    IV. O segundo “que” é um pronome relativo e retoma a forma verbal “estou”.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão dc18a447-b2
  • Linguagens

    Inglês

                                                  T E X T


          If all of the children who currently are sedentary started exercising every day, societies could save enormous amounts of money in the coming decades and have healthier citizens as a whole, according to a remarkable new study. In the United States alone, we could expect to save more than $120 billion every year in health care and associated expenses. The study is the first to use sophisticated computer simulations to arrive at a literal and sobering societal price tag for allowing our children to be sedentary.

          Inactivity is, of course, widespread among young people today. Recent research shows that in the United States and Europe, physical activity tends to peak at about age 7 for both boys and girls and tail off continually throughout adolescence. More than two-thirds of children in the United States rarely exercise at all.

          The immediate health consequences for inactive children and their families are worrisome. Childhood obesity, which is linked to lack of exercise, is common, as is the incidence of Type 2 diabetes and other health problems related to being overweight among children as young as 6.

          But the long-term financial costs of inactivity in the young, both for them and society as a whole, have never been quantified. So for the new study, which was published this week in Health Affairs, researchers with the Global Obesity Prevention Center at Johns Hopkins University in Baltimore and other institutions decided to create a bogglingly complex computer model of what the future could look like if we do or do not get more of our children moving.

          The researchers began by gathering as much public data as is currently available about the health, weight and physical activity patterns of all 31.7 million American children now aged 8 to 11, using large-scale databases from the Census Bureau, the Centers for Disease Control and Prevention, and other groups.

          The researchers fed this information into a computerized modeling program that created an electronic avatar for every American child today. In line with reality, two-thirds of these children were programmed to rarely exercise and many were overweight or obese.

          The scientists then had the simulated children grow up. Using estimations about how calorie intake and activity patterns affect body weight, the program changed each virtual child’s body day-by-day and year-by-year into adulthood. Most became increasingly overweight.

          As the simulated children became adults, the scientists then modeled each one’s health, based on obesity-associated risks for heart disease, diabetes, stroke and cancer, and also the probable financial price of dealing with those diseases (adjusted for future inflation), both in terms of direct expenses for hospitalizations, drugs and so on, and lost productivity because of someone’s being ill.

          The results were staggering. According to the computer model, the costs of today’s 8- to 11- year-olds being inactive and consequently overweight would be almost $3 trillion in medical expenses and lost productivity every year once the children reached adulthood and for decades until their deaths.

          But when the researchers tweaked children’s activity levels within their model, the numbers began to look quite different. If they presumed that, in an imaginary America, half of all children exercised vigorously for about 25 minutes three times a week, such as during active recess or sports or, more ambitiously, ran around and moved for at least an hour every day, which is the amount of youth exercise recommended by the C.D.C., their virtual lives were transformed.

          Most obviously, the incidence of childhood obesity fell by more than 4 percent, a change that resonated throughout the simulated children’s lives and society. There were about half a million fewer cases of adult-onset heart disease, diabetes, cancer and strokes in this simulation, and the society-wide costs associated with these illnesses dropped by about $32 billion every year if the children romped about for 25 minutes three times per week and by almost $37 billion if they moved for an hour every day.

          The impacts were even more substantial when the researchers assumed that 100 percent of the children who are now sedentary got regular exercise. In this scenario, the annual total costs during adulthood from obesity-associated medical expenses and lost productivity plummeted by about $62 billion when children were active three times a week and by more than $120 billion every year when all of the virtual children played and moved for at least an hour each day.

                                                         From: https://www.nytimes.com May 3, 2017

    According to the text, the lack of exercise in childhood years is associated with very early health problems such as
    Escolha uma alternativa para a questão dc1927cc-cb
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Interpretação de Textos

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    Assinale a alternativa cujo termo equivale semanticamente a “compacta” (linha 07)
    Escolha uma alternativa para a questão dc1a4215-fa
  • Linguagens

    Português

    Leia a tirinha a seguir e responda à questão.

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Norte do Paraná 2018, Colocação Pronominal

    Com base na tira, em relação ao emprego do pronome oblíquo átono anteposto ao verbo, nos dois primeiros quadros, considere as afirmativas a seguir.

    I. Está de acordo com a norma culta.

    II. Demonstra a formalidade do discurso.

    III. Marca a informalidade na linguagem.

    IV. Está de acordo com o uso previsto para o registro oral da língua.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão dc1ba493-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto abaixo e responda a questão.

    Texto I

    What Are Human Rights?

    While some dictionaries define the word right as ―a privilege,‖ when used in the context of ―human rights,‖ we are talking about something more basic.

    Every person is entitled to certain fundamental rights, simply by the fact of being human. These are called ―human rights‖ rather than a privilege (which can be taken away at someone’s whim).

    They are "rights" because they are things you are allowed to be, to do or to have. These rights are there for your protection against people who might want to harm or hurt you.They are also there to help us get along with each other and live in peace.

    Many people know something about their rights. Generally they know they have the right to food and a safe place to stay.They know they have a right to be paid for the work they do. But there are many other rights.

    When human rights are not well known by people, abuses such as discrimination, intolerance, injustice, oppression and slavery can arise.

    Born out of the atrocities and enormous loss of life during World War II, the United Nations Universal Declaration of Human Rights was signed in 1948 to provide a common understanding of what everyone’s rights are. It forms the basis for a world built on freedom, justice and peace.

    Fonte: Disponível em < https://www.youthforhumanrights.org/what-are-human-rights/ >. Acesso em: 17 de setembro de 2019. (Adaptado)


    Glossário:

    Entitled to: direito a
    Taken away: retirado
    Whim: capricho
    Allowed: permitido
    Get along: se dar bem
    Arise: surgir
    Born out: nascida
    De acordo com o texto, é INCORRETO afirmar sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos:
    Escolha uma alternativa para a questão dc1c5ad7-dc
  • Linguagens

    Inglês

                                                  T E X T


          If all of the children who currently are sedentary started exercising every day, societies could save enormous amounts of money in the coming decades and have healthier citizens as a whole, according to a remarkable new study. In the United States alone, we could expect to save more than $120 billion every year in health care and associated expenses. The study is the first to use sophisticated computer simulations to arrive at a literal and sobering societal price tag for allowing our children to be sedentary.

          Inactivity is, of course, widespread among young people today. Recent research shows that in the United States and Europe, physical activity tends to peak at about age 7 for both boys and girls and tail off continually throughout adolescence. More than two-thirds of children in the United States rarely exercise at all.

          The immediate health consequences for inactive children and their families are worrisome. Childhood obesity, which is linked to lack of exercise, is common, as is the incidence of Type 2 diabetes and other health problems related to being overweight among children as young as 6.

          But the long-term financial costs of inactivity in the young, both for them and society as a whole, have never been quantified. So for the new study, which was published this week in Health Affairs, researchers with the Global Obesity Prevention Center at Johns Hopkins University in Baltimore and other institutions decided to create a bogglingly complex computer model of what the future could look like if we do or do not get more of our children moving.

          The researchers began by gathering as much public data as is currently available about the health, weight and physical activity patterns of all 31.7 million American children now aged 8 to 11, using large-scale databases from the Census Bureau, the Centers for Disease Control and Prevention, and other groups.

          The researchers fed this information into a computerized modeling program that created an electronic avatar for every American child today. In line with reality, two-thirds of these children were programmed to rarely exercise and many were overweight or obese.

          The scientists then had the simulated children grow up. Using estimations about how calorie intake and activity patterns affect body weight, the program changed each virtual child’s body day-by-day and year-by-year into adulthood. Most became increasingly overweight.

          As the simulated children became adults, the scientists then modeled each one’s health, based on obesity-associated risks for heart disease, diabetes, stroke and cancer, and also the probable financial price of dealing with those diseases (adjusted for future inflation), both in terms of direct expenses for hospitalizations, drugs and so on, and lost productivity because of someone’s being ill.

          The results were staggering. According to the computer model, the costs of today’s 8- to 11- year-olds being inactive and consequently overweight would be almost $3 trillion in medical expenses and lost productivity every year once the children reached adulthood and for decades until their deaths.

          But when the researchers tweaked children’s activity levels within their model, the numbers began to look quite different. If they presumed that, in an imaginary America, half of all children exercised vigorously for about 25 minutes three times a week, such as during active recess or sports or, more ambitiously, ran around and moved for at least an hour every day, which is the amount of youth exercise recommended by the C.D.C., their virtual lives were transformed.

          Most obviously, the incidence of childhood obesity fell by more than 4 percent, a change that resonated throughout the simulated children’s lives and society. There were about half a million fewer cases of adult-onset heart disease, diabetes, cancer and strokes in this simulation, and the society-wide costs associated with these illnesses dropped by about $32 billion every year if the children romped about for 25 minutes three times per week and by almost $37 billion if they moved for an hour every day.

          The impacts were even more substantial when the researchers assumed that 100 percent of the children who are now sedentary got regular exercise. In this scenario, the annual total costs during adulthood from obesity-associated medical expenses and lost productivity plummeted by about $62 billion when children were active three times a week and by more than $120 billion every year when all of the virtual children played and moved for at least an hour each day.

                                                         From: https://www.nytimes.com May 3, 2017

    In terms of the future financial costs for individuals and the society as a result of inactivity in young people, it is mentioned that they
    Escolha uma alternativa para a questão dc1cdf48-cb
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Interpretação de Textos

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    De acordo com o texto, os “políticos hesitantes” (linha 15) são:
    Escolha uma alternativa para a questão dc1d9400-fa