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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 126 de 950

  • Linguagens

    Literatura

    A ficção machadiana tem como particularidade a presença de diálogo constante com o leitor, o que pode ser verificado no fragmento que segue:

    [...] Mas o livro é enfadonho, cheira a sepulcro, traz certa contração cadavérica; vício grave, e aliás ínfimo, porque o maior defeito deste livro és tu, leitor. Tu tens pressa de envelhecer, e o livro anda devagar; tu amas a narração direta e nutrida, o estilo regular e fluente, e este livro e o meu estilo são como os ébrios, guinam à direita e à esquerda, andam e param, resmungam, urram, gargalham, ameaçam o céu, escorregam e caem
    [...]
    ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás
    Cubas. São Paulo: Ateliê Editorial. p. 172
    (fragmento)

    Essa forma de escrita de Machado de Assis sinaliza uma característica importante que está presente na
    Escolha uma alternativa para a questão f57d02bc-e3
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto, a seguir, atentando para responder à questão

    TWEET DE OBAMA SOBRE CHARLOTTESVILLE É O MAIS CURTIDO DA HISTÓRIA DO TWITTER 
    Ex-presidente norte-americano tuitou uma frase de 
    Nelson Mandela 
    16/08/2017 - 07h19 - ATUALIZADA ÀS 08h28 - POR AGÊNCIA EFE 



        Um tweet do ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sobre a violência racista do último sábado em Charlottesville, na Virgínia, se converteu, na noite de terça-feira, na mensagem com mais curtidas da história do Twitter.
        A postagem de Obama, que utilizou trechos de uma entrevista de Nelson Mandela, acompanhada de uma foto do ex-presidente americano com um grupo de crianças de várias etnias, alcançou 2,71 milhões de ‘curtidas’ (likes) e superou assim uma mensagem que a cantora Ariana Grande publicou após o atentado em sua apresentação em Manchester, no Reino Unido, em maio deste ano, que tem 2,7 milhões de ‘curtidas’.
        Os trechos da entrevista de Mandela, divididos em três tweets, dizem: “Ninguém nasce odiando outra pessoa por causa da cor da sua pele, sua cultura ou sua religião. As pessoas precisam aprender a odiar, e se elas podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar”.
        O tweet do ex-presidente americano também é um dos mais populares da história quanto aos compartilhamentos (retweets), mas, neste quesito, ainda está na quinta posição com 1,12 milhões.
        O tweet com mais retweets da história, com 3,65 milhões, é o de um adolescente que pedia ‘nuggets’ de frango de graça, seguido de uma ‘selfie’ da apresentadora e comediante Ellen DeGeneres durante a premiação do Oscar em 2014, com 3,44 milhões.
    Disponível em:<https://epocanegocios.globo.com/Mundo/noticia/2017/08/tweet-de-obama-sobre-charlottesville-e-o-mais-curtido-da-historiado-twitter.html> . Acesso em: 11 out. 2017. (Texto adaptado)
    A partir do enunciado: “A postagem de Obama, que utilizou trechos de uma entrevista de Nelson Mandela,” entendemos que no tweet de Obama ocorre a presença de...
    Escolha uma alternativa para a questão f570b9df-e3
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto, a seguir, atentando para responder à questão

    TWEET DE OBAMA SOBRE CHARLOTTESVILLE É O MAIS CURTIDO DA HISTÓRIA DO TWITTER 
    Ex-presidente norte-americano tuitou uma frase de 
    Nelson Mandela 
    16/08/2017 - 07h19 - ATUALIZADA ÀS 08h28 - POR AGÊNCIA EFE 



        Um tweet do ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sobre a violência racista do último sábado em Charlottesville, na Virgínia, se converteu, na noite de terça-feira, na mensagem com mais curtidas da história do Twitter.
        A postagem de Obama, que utilizou trechos de uma entrevista de Nelson Mandela, acompanhada de uma foto do ex-presidente americano com um grupo de crianças de várias etnias, alcançou 2,71 milhões de ‘curtidas’ (likes) e superou assim uma mensagem que a cantora Ariana Grande publicou após o atentado em sua apresentação em Manchester, no Reino Unido, em maio deste ano, que tem 2,7 milhões de ‘curtidas’.
        Os trechos da entrevista de Mandela, divididos em três tweets, dizem: “Ninguém nasce odiando outra pessoa por causa da cor da sua pele, sua cultura ou sua religião. As pessoas precisam aprender a odiar, e se elas podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar”.
        O tweet do ex-presidente americano também é um dos mais populares da história quanto aos compartilhamentos (retweets), mas, neste quesito, ainda está na quinta posição com 1,12 milhões.
        O tweet com mais retweets da história, com 3,65 milhões, é o de um adolescente que pedia ‘nuggets’ de frango de graça, seguido de uma ‘selfie’ da apresentadora e comediante Ellen DeGeneres durante a premiação do Oscar em 2014, com 3,44 milhões.
    Disponível em:<https://epocanegocios.globo.com/Mundo/noticia/2017/08/tweet-de-obama-sobre-charlottesville-e-o-mais-curtido-da-historiado-twitter.html> . Acesso em: 11 out. 2017. (Texto adaptado)
    As palavras tweet, likes, e selfie são utilizadas nos meios sociais digitais devido à influência da língua precursora destas ferramentas de comunicação. Para os nativos da Língua Portuguesa, essas palavras são exemplos de qual fenômeno linguístico? A alternativa que contém a resposta correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão f566ba81-e3
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    Português

    TEXTO VII


    O Som das Mãos

    as mãos cantam
    em um silêncio
                    harmonioso
    música em gestos
    (instrumentos inaudíveis)
                    sonhos infantis
    espadas cortando o ar
    em dança de metais
                    pureza ímpar
                    delicadeza sonora
    nos atos da imaginação
    [...]
    as mãos, que falam, silenciosas
                        cantam
    uma canção de amor
    como uma luz da escuridão.

    Inaldo Tenório Cavalcanti

    (FONTE: <http://www.recantodasletras.com.br/poesiasbucolicas/3363904> Acesso em 13 Jul. 2017, às 11:00h)
    O paradoxo é uma reunião de ideias contraditórias em um só pensamento. Ele se apresenta neste poema para causar a diferença de linguagem. Identifique o verso que NÃO apresenta um paradoxo:
    Escolha uma alternativa para a questão f2a64f1a-de
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    Português

    TEXTO VI


    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Sergipe 2018, Interpretação de Textos


    (Fonte: <https://cdn-istoedinheiro-ssl.akamaized.net/wp-content/uploads/sites/17/2018/03/din1061-

    mercado7.jpg> Acesso em 03 Ago. 2018, às 10h57)

    A porcentagem citada no texto de 70% significa:
    Escolha uma alternativa para a questão f29df433-de
  • Linguagens

    Português

    TEXTO VI


    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Sergipe 2018, Interpretação de Textos


    (Fonte: <https://cdn-istoedinheiro-ssl.akamaized.net/wp-content/uploads/sites/17/2018/03/din1061-

    mercado7.jpg> Acesso em 03 Ago. 2018, às 10h57)

    O infográfico é uma ferramenta que apresenta a informação resumida e utiliza imagens, texto e números, que juntos formam o sentido. O infográfico é apresentando geralmente com um texto jornalístico. Observe o infográfico acima que usa a imagem do personagem Pinóquio e identifique a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão f2975c26-de
  • Linguagens

    Português

    TEXTO V


    Em 2014 foi criada a 1ª Delegacia de Polícia da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo que fica na capital, na cidade de São Paulo, na Rua Brigadeiro Tobias, 527, de segunda à sexta-feira, das 9h às 18h. A criação foi o resultado de uma parceria entre a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Governo do Estado de São Paulo e a Secretaria da Segurança Pública. A delegacia tem o objetivo de oferecer os serviços tradicionais da polícia, como também um trabalho assistencial, pois ela possui uma equipe mista de policiais e um Centro de Apoio Integrado composto por assistentes sociais, psicólogos, intérpretes de LIBRAS e sociólogos. Apenas em 2016 essa delegacia registrou 190.724 boletins de ocorrências, envolvendo 10.920 vítimas com algum tipo de deficiência.


    Publicado em 24 de abril de 2017.


    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Sergipe 2018, Interpretação de Textos


    (FONTE ADAPTADA: <http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/sp-tem-delegacia-especializada-em-atenderpessoas-com-deficiencia/> Acesso em 03 Ago. 2018, às 10h57)

    Atualmente, encontramos muitas notícias falsas na internet. Porém, é possível verificar se uma informação é verdadeira. O texto sobre a Delegacia da Pessoa com Deficiência é verdadeiro, por que:

    I. A notícia é muito antiga – mais de 5 anos – portanto é verdadeira.
    II. Foi publicado em uma página do governo do Estado de São Paulo.
    III. Mostra o endereço da delegacia, permitindo que uma pessoa verifique sua existência.
    Escolha uma alternativa para a questão f2934619-de
  • Linguagens

    Português

    TEXTO V


    Em 2014 foi criada a 1ª Delegacia de Polícia da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo que fica na capital, na cidade de São Paulo, na Rua Brigadeiro Tobias, 527, de segunda à sexta-feira, das 9h às 18h. A criação foi o resultado de uma parceria entre a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Governo do Estado de São Paulo e a Secretaria da Segurança Pública. A delegacia tem o objetivo de oferecer os serviços tradicionais da polícia, como também um trabalho assistencial, pois ela possui uma equipe mista de policiais e um Centro de Apoio Integrado composto por assistentes sociais, psicólogos, intérpretes de LIBRAS e sociólogos. Apenas em 2016 essa delegacia registrou 190.724 boletins de ocorrências, envolvendo 10.920 vítimas com algum tipo de deficiência.


    Publicado em 24 de abril de 2017.


    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Sergipe 2018, Interpretação de Textos


    (FONTE ADAPTADA: <http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/sp-tem-delegacia-especializada-em-atenderpessoas-com-deficiencia/> Acesso em 03 Ago. 2018, às 10h57)

    Observe as informações dos gráficos e responda:


    I. Dentre as deficiências, a física é a maior no Estado de São Paulo.

    II. Os três crimes que apresentam um número de registros muito parecidos são “furto”, “ameaça” e “roubo”.

    III. A deficiência intelectual é a menor no Estado de São Paulo.

    Escolha uma alternativa para a questão f28d17d7-de
  • Linguagens

    Português

    TEXTO IV



    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Sergipe 2018, Interpretação de Textos


    Além de considerar a fonte, verificar o autor, procurar por fontes de apoio e ler mais sobre o assunto, é importante também observar a data de publicação da notícia ou da informação. Se a data for muito antiga, talvez ela não tenha mais validade, pois o contexto pode ter mudado. Veja também se ela foi publicada em uma página de humor ou se é uma piada: é possível que o autor esteja fazendo uma brincadeira sobre o tema. Se você ainda tiver alguma dúvida, procure um especialista.


    (FONTES ADAPTADAS: <https://www.ifla.org/publications/node/11174> ,

    <https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/4c/Como_identificar_not%C3%ADcias_falsas_%28How_To_Spot_Fake_News%29.jpg>, e <https://twitter.com/senadofederal/status/848142913670438912> Acesso em 03 Ago. 2018, às 10h57)

    A notícia pode ser duvidosa, se:
    Escolha uma alternativa para a questão f28613c6-de
  • Linguagens

    Português

    TEXTO III


    Desfiles do Carnaval do Rio para deficientes auditivos

    Em 13 de Fevereiro de 2018, às 13h42min


    Aulio Nobrega não escuta nada quando centenas de músicos começam a batucar no Sambódromo do Rio de Janeiro, ou quando os milhares de foliões cantam, nem quando o público grita. Mas ele pode sentir - literalmente - sua vibração. O brasileiro de 40 anos trabalha para a TV INES, canal destinado a deficientes auditivos, onde jornalistas reportam em LIBRAS, a língua brasileira de sinais. "As vibrações são reais, consigo senti-las", explica Nobrega, que cobriu os barulhentos desfiles desta segunda-feira. (...)


    "Não escuto nada da música, realmente nada, mas sinto as vibrações. É como se fosse uma força que sinto na minha pele", disse à AFP em LIBRAS, traduzido por uma das intérpretes da TV INES.


    O Brasil tem um longo caminho para garantir a inclusão adequada aos deficientes auditivos, garante Daniela Abreu, intérprete da TV INES, que pode ouvir, mas aprendeu LIBRAS com seus pais, que são surdos. (...) QUESTÃO 04 QUESTÃO 05 A TV INES entrou no ar há cinco anos, tentando atender a este público marginalizado. Seus vídeos costumam ser vistos por entre 10 mil e 13 mil pessoas, com uma audiência crescente entre os 10 milhões de deficientes auditivos no Brasil. Neste ano, eles fizeram pela primeira vez a cobertura do famoso desfile do Sambódromo. "É importante para a sociedade entender que existe essa diversidade", disse Nobrega.


    (FONTE: <https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2018/02/13/interna_internacional,937495/desfilesdo-carnaval-do-rio-para-deficientes-auditivos.shtml> Acesso em 16 Jul. 2018, às 11h36min)

    No texto, a informação de que Aulio Nobrega é surdo aparece de maneira implícita, sendo identificada através de enunciados que exploram a capacidade de interpretação do leitor. Qual das seguintes alternativas NÃO indica a condição de surdez do jornalista?
    Escolha uma alternativa para a questão f27fafde-de
  • Linguagens

    Português

    TEXTO III


    Desfiles do Carnaval do Rio para deficientes auditivos

    Em 13 de Fevereiro de 2018, às 13h42min


    Aulio Nobrega não escuta nada quando centenas de músicos começam a batucar no Sambódromo do Rio de Janeiro, ou quando os milhares de foliões cantam, nem quando o público grita. Mas ele pode sentir - literalmente - sua vibração. O brasileiro de 40 anos trabalha para a TV INES, canal destinado a deficientes auditivos, onde jornalistas reportam em LIBRAS, a língua brasileira de sinais. "As vibrações são reais, consigo senti-las", explica Nobrega, que cobriu os barulhentos desfiles desta segunda-feira. (...)


    "Não escuto nada da música, realmente nada, mas sinto as vibrações. É como se fosse uma força que sinto na minha pele", disse à AFP em LIBRAS, traduzido por uma das intérpretes da TV INES.


    O Brasil tem um longo caminho para garantir a inclusão adequada aos deficientes auditivos, garante Daniela Abreu, intérprete da TV INES, que pode ouvir, mas aprendeu LIBRAS com seus pais, que são surdos. (...) QUESTÃO 04 QUESTÃO 05 A TV INES entrou no ar há cinco anos, tentando atender a este público marginalizado. Seus vídeos costumam ser vistos por entre 10 mil e 13 mil pessoas, com uma audiência crescente entre os 10 milhões de deficientes auditivos no Brasil. Neste ano, eles fizeram pela primeira vez a cobertura do famoso desfile do Sambódromo. "É importante para a sociedade entender que existe essa diversidade", disse Nobrega.


    (FONTE: <https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2018/02/13/interna_internacional,937495/desfilesdo-carnaval-do-rio-para-deficientes-auditivos.shtml> Acesso em 16 Jul. 2018, às 11h36min)

    Assinale a figura de linguagem que se apresenta na frase “É como se fosse uma força que sinto na minha pele”:
    Escolha uma alternativa para a questão f27bb5d8-de
  • Linguagens

    Português

    TEXTO II


    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Sergipe 2018, Interpretação de Textos


    (FONTE:<http://gilmaronline.blogspot.com/2018/03/charge-fake-news.htmll> Acesso em 21 Jul. 2018, às 10h20min)

    “Em terra de cego, quem tem um olho é rei.” A expressão popular está associada ao significado da importância do conhecimento, sendo representada na charge em relação ao contexto das redes sociais. O personagem em destaque revela um diferencial em relação às pessoas que confiam cegamente em todas as notícias. Percebemos isto, visualmente e em seu discurso falado, quando notamos que ele:
    Escolha uma alternativa para a questão f273f0a0-de
  • Linguagens

    Espanhol

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo. 


    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Conjunções | Conjunciones

    Figura 2 de 2 da questão de Espanhol, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Conjunções | Conjunciones

    A função das conjunçõ s “ad más” (l. 02), “s gún” (l. 15) “sino” (l. 24), na ordem em que aparecem, é
    Escolha uma alternativa para a questão ce6d9207-db
  • Linguagens

    Inglês

            Fake news can distort people’s beliefs even after being debunked. A study recently published in the journal Intelligence suggests that some people may have an especially difficult time rejecting misinformation. Asked to rate a fictitious person on a range of character traits, people who scored low on a test of cognitive ability continued to be influenced by damaging information about the person even after they were explicitly told the information was false. The study is significant because it identifies what may be a major risk factor for vulnerability to fake news.

           One possible explanation for this finding is based on the theory that a person’s cognitive ability reflects how well they can regulate the contents of working memory – their “mental workspace” for processing information. First proposed by the cognitive psychologists Lynn Hasher and Rose Zacks, this theory holds that some people are more prone to “mental clutter” than other people. In other words, some people are less able to discard (or “inhibit”) information from their working memory that is no longer relevant to the task at hand, or information that has been discredited. Research on cognitive aging indicates that, in adulthood, this ability declines considerably with advancing age, suggesting that older adults may also be especially vulnerable to fake news. Another reason why cognitive ability may predict vulnerability to fake news is that it correlates highly with education. Through education, people may develop meta-cognitive skills – strategies for monitoring and regulating one’s own thinking – that can be used to combat the effects of misinformation.


    (www.scientificamerican.com, 06.02.2018. Adaptado.)

    Considere o trecho do segundo parágrafo “Research on cognitive aging indicates that, in adulthood, this ability declines considerably”. O termo sublinhado é empregado com o mesmo sentido em:
    Escolha uma alternativa para a questão 93d31d46-db
  • Linguagens

    Inglês

            Fake news can distort people’s beliefs even after being debunked. A study recently published in the journal Intelligence suggests that some people may have an especially difficult time rejecting misinformation. Asked to rate a fictitious person on a range of character traits, people who scored low on a test of cognitive ability continued to be influenced by damaging information about the person even after they were explicitly told the information was false. The study is significant because it identifies what may be a major risk factor for vulnerability to fake news.

           One possible explanation for this finding is based on the theory that a person’s cognitive ability reflects how well they can regulate the contents of working memory – their “mental workspace” for processing information. First proposed by the cognitive psychologists Lynn Hasher and Rose Zacks, this theory holds that some people are more prone to “mental clutter” than other people. In other words, some people are less able to discard (or “inhibit”) information from their working memory that is no longer relevant to the task at hand, or information that has been discredited. Research on cognitive aging indicates that, in adulthood, this ability declines considerably with advancing age, suggesting that older adults may also be especially vulnerable to fake news. Another reason why cognitive ability may predict vulnerability to fake news is that it correlates highly with education. Through education, people may develop meta-cognitive skills – strategies for monitoring and regulating one’s own thinking – that can be used to combat the effects of misinformation.


    (www.scientificamerican.com, 06.02.2018. Adaptado.)

    O tema central do texto é
    Escolha uma alternativa para a questão 93cf4f46-db
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema “Namorados” de Manuel Bandeira (1886-1968).


    O rapaz chegou-se para junto da moça e disse:

    – Antônia, ainda não me acostumei com o seu corpo, com

                                                                               [a sua cara.


    A moça olhou de lado e esperou.

    – Você não sabe quando a gente é criança e de repente

                                                         [vê uma lagarta listada?

    A moça se lembrava:

    – A gente fica olhando...


    A meninice brincou de novo nos olhos dela.


    O rapaz prosseguiu com muita doçura:


    – Antônia, você parece uma lagarta listada.


    A moça arregalou os olhos, fez exclamações.


    O rapaz concluiu:

    – Antônia, você é engraçada! Você parece louca.

    (Estrela da vida inteira, 2009.)




    Verifica-se a ocorrência de personificação no seguinte verso:

    Escolha uma alternativa para a questão 937efe91-db
  • Linguagens

    Português

    Leia a fábula “A tartaruga e a águia” do escritor grego Esopo (620 a.C.?-564 a.C.?).


        Uma tartaruga pediu a uma águia que a ensinasse a voar. A ave tentou dissuadi-la:

       – Voar é completamente contrário à sua natureza.

        Mas a tartaruga suplicou e insistiu ainda mais. Então a águia pegou a tartaruga com suas garras, levou-a até bem alto no céu e depois a soltou. A tartaruga caiu nos rochedos e se espatifou.

                                                                                       (Fábulas, 2013.)


    Depreende-se leitura da fábula a seguinte moral:

    Escolha uma alternativa para a questão 937be09f-db
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho de uma entrevista com o cineasta francês Jean Renoir (1894-1979), filho do conhecido pintor Pierre-Auguste Renoir, datada de novembro de 1958.

    Cheguei mesmo a me perguntar se toda obra humana não é provisória – mesmo um quadro, mesmo uma estátua, mesmo uma obra arquitetônica, mesmo o Partenon. Seja qual for a solidez do Partenon, o que resta dele é muito pouco e não temos nenhuma ideia do que era quando acabara de ser construído. Mesmo o que resta vai desaparecer. Talvez se consiga, a custa de tanto colocar cimento nas colunas, mantê-lo por cem anos, duzentos anos, digamos quinhentos anos, digamos mil anos. Mas, enfim, chegará um dia em que o Partenon não existirá mais. Pergunto-me se não seria mais honesto abordar a obra de arte sabendo que ela é provisória e irá desaparecer, e que, na verdade, relativizando, não há diferença entre uma obra arquitetônica feita em mármore maciço e um artigo de jornal, impresso em papel e jogado fora no dia seguinte.


                                                       (Jean Renoir apud Jorge Coli. O que é arte, 2013. Adaptado.)



    Neste trecho da entrevista, Jean Renoir reflete sobre 

    Escolha uma alternativa para a questão 93703ebe-db
  • Linguagens

    Português

              Dizer o que seja a arte é coisa difícil. Um sem-número de tratados de estética debruçou-se sobre o problema, procurando situá-lo, procurando definir o conceito. Mas, se buscamos uma resposta clara e definitiva, decepcionamo-nos: elas são divergentes, contraditórias, além de frequentemente se pretenderem exclusivas, propondo-se como solução única.

             Entretanto, se pedirmos a qualquer pessoa que possua um mínimo contato com a cultura para nos citar alguns exemplos de obras de arte ou de artistas, ficaremos certamente satisfeitos. Todos sabemos que a Mona Lisa, que a Nona sinfonia de Beethoven, que a Divina comédia, que Guernica de Picasso ou o Davi de Michelangelo são, indiscutivelmente, obras de arte. Assim, mesmo sem possuirmos uma definição clara e lógica do conceito, somos capazes de identificar algumas produções da cultura em que vivemos como sendo “arte”. Além disso, a nossa atitude diante da ideia “arte” é de admiração: sabemos que Leonardo ou Dante são gênios e, de antemão, diante deles, predispomo-nos a tirar o chapéu.                      Podemos, então, ficar tranquilos: se não conseguimos saber o que a arte é, pelo menos sabemos quais coisas correspondem a essa ideia e como devemos nos comportar diante delas. Infelizmente, esta tranquilidade não dura se quisermos escapar ao superficial e escavar um pouco mais o problema. O Davi de Michelangelo é arte, e não se discute. Entretanto, eu abro um livro consagrado a um artista célebre do século XX, Marcel Duchamp, e vejo entre suas obras, conservado em museu, um aparelho sanitário de louça, absolutamente idêntico aos que existem em todos os mictórios masculinos do mundo inteiro. Ora, esse objeto não corresponde exatamente à ideia que eu faço da arte.

              Assim, a questão que há pouco propusemos – como saber o que é ou não é obra de arte – de novo se impõe. Já vimos que responder com uma definição que parte da “natureza” da arte é tarefa vã. Mas, se não podemos encontrar critérios a partir do interior mesmo da noção de obra de arte, talvez possamos descobri-los fora dela.

            Para decidir o que é ou não arte, nossa cultura possui instrumentos específicos. Um deles, essencial, é o discurso sobre o objeto artístico, ao qual reconhecemos competência e autoridade. Esse discurso é o que proferem o crítico, o historiador da arte, o perito, o conservador de museu. São eles que conferem o estatuto de arte a um objeto. Nossa cultura também prevê locais específicos onde a arte pode manifestar-se, quer dizer, locais que também dão estatuto de arte a um objeto. Num museu, numa galeria, sei de antemão que encontrarei obras de arte; num cinema “de arte”, filmes que escapam à “banalidade” dos circuitos normais; numa sala de concerto, música “erudita” etc. Esses locais garantem-me assim o rótulo “arte” às coisas que apresentam, enobrecendo-as.

               Desse modo, para gáudio1 meu, posso despreocupar- -me, pois nossa cultura prevê instrumentos que determinarão, por mim, o que é ou não arte. Para evitar ilusões, devo prevenir que a situação não é assim tão rósea. Mas, por ora, o importante é termos em mente que o estatuto da arte não parte de uma definição abstrata do conceito, mas de atribuições feitas por instrumentos de nossa cultura, dignificando os objetos sobre os quais ela recai.


                                                                                                                          (O que é arte, 2013.Adaptado.)

    Em “Para evitar ilusões, devo prevenir que a situação não é assim tão rósea.” (6o parágrafo), o termo sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo de sentido para o texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 936c4490-db
  • Linguagens

    Português

              Dizer o que seja a arte é coisa difícil. Um sem-número de tratados de estética debruçou-se sobre o problema, procurando situá-lo, procurando definir o conceito. Mas, se buscamos uma resposta clara e definitiva, decepcionamo-nos: elas são divergentes, contraditórias, além de frequentemente se pretenderem exclusivas, propondo-se como solução única.

             Entretanto, se pedirmos a qualquer pessoa que possua um mínimo contato com a cultura para nos citar alguns exemplos de obras de arte ou de artistas, ficaremos certamente satisfeitos. Todos sabemos que a Mona Lisa, que a Nona sinfonia de Beethoven, que a Divina comédia, que Guernica de Picasso ou o Davi de Michelangelo são, indiscutivelmente, obras de arte. Assim, mesmo sem possuirmos uma definição clara e lógica do conceito, somos capazes de identificar algumas produções da cultura em que vivemos como sendo “arte”. Além disso, a nossa atitude diante da ideia “arte” é de admiração: sabemos que Leonardo ou Dante são gênios e, de antemão, diante deles, predispomo-nos a tirar o chapéu.                      Podemos, então, ficar tranquilos: se não conseguimos saber o que a arte é, pelo menos sabemos quais coisas correspondem a essa ideia e como devemos nos comportar diante delas. Infelizmente, esta tranquilidade não dura se quisermos escapar ao superficial e escavar um pouco mais o problema. O Davi de Michelangelo é arte, e não se discute. Entretanto, eu abro um livro consagrado a um artista célebre do século XX, Marcel Duchamp, e vejo entre suas obras, conservado em museu, um aparelho sanitário de louça, absolutamente idêntico aos que existem em todos os mictórios masculinos do mundo inteiro. Ora, esse objeto não corresponde exatamente à ideia que eu faço da arte.

              Assim, a questão que há pouco propusemos – como saber o que é ou não é obra de arte – de novo se impõe. Já vimos que responder com uma definição que parte da “natureza” da arte é tarefa vã. Mas, se não podemos encontrar critérios a partir do interior mesmo da noção de obra de arte, talvez possamos descobri-los fora dela.

            Para decidir o que é ou não arte, nossa cultura possui instrumentos específicos. Um deles, essencial, é o discurso sobre o objeto artístico, ao qual reconhecemos competência e autoridade. Esse discurso é o que proferem o crítico, o historiador da arte, o perito, o conservador de museu. São eles que conferem o estatuto de arte a um objeto. Nossa cultura também prevê locais específicos onde a arte pode manifestar-se, quer dizer, locais que também dão estatuto de arte a um objeto. Num museu, numa galeria, sei de antemão que encontrarei obras de arte; num cinema “de arte”, filmes que escapam à “banalidade” dos circuitos normais; numa sala de concerto, música “erudita” etc. Esses locais garantem-me assim o rótulo “arte” às coisas que apresentam, enobrecendo-as.

               Desse modo, para gáudio1 meu, posso despreocupar- -me, pois nossa cultura prevê instrumentos que determinarão, por mim, o que é ou não arte. Para evitar ilusões, devo prevenir que a situação não é assim tão rósea. Mas, por ora, o importante é termos em mente que o estatuto da arte não parte de uma definição abstrata do conceito, mas de atribuições feitas por instrumentos de nossa cultura, dignificando os objetos sobre os quais ela recai.


                                                                                                                          (O que é arte, 2013.Adaptado.)

    “Para decidir o que é ou não arte, nossa cultura possui instrumentos específicos.” (5o parágrafo)

    Em relação ao trecho que o sucede, o trecho sublinhado tem sentido de

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