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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 143 de 950

  • Linguagens

    Português

    Leia o poema para responder a questão.

    Amar  

    Que pode uma criatura senão,
    entre criaturas, amar?
    amar e esquecer, amar e malamar,
    amar, desamar, amar?
    sempre, e até de olhos vidrados, amar?

    Que pode, pergunto, o ser amoroso,
    sozinho, em rotação universal,
    senão rodar também, e amar?
    amar o que o mar traz à praia,
    o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
    é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

    Amar solenemente as palmas do deserto,
    o que é entrega ou adoração expectante,
    e amar o inóspito, o cru,
    um vaso sem flor, um chão de ferro,
    e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e
    uma ave de rapina.

    Este o nosso destino: amor sem conta,
    distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
    doação ilimitada a uma completa ingratidão,
    e na concha vazia do amor a procura medrosa,
    paciente, de mais e mais amor.

    Amar a nossa falta mesma de amor,
    e na secura nossa amar a água implícita,
    e o beijo tácito, e a sede infinita.

    – Carlos Drummond de Andrade, em “Claro enigma”. 1951.
    No poema Amar, de Carlos Drummond de Andrade, prevalece a ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 6254bf14-76
  • Linguagens

    Português

    A vírgula é um sinal de pontuação usado para marcar uma pausa no enunciado. Assinale a alternativa que apresenta um período corretamente pontuado, seguindo a norma padrão da língua portuguesa
    Escolha uma alternativa para a questão 624ed144-76
  • Linguagens

    Português

    Leia o cartum para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, Universidade Virtual de São Paulo 2017, Interpretação de Textos

    <http://tinyurl.com/y9oe2k3n> Acesso em: 16.06.2017.

    O efeito de humor do cartum advém do fato de o garoto

    Escolha uma alternativa para a questão 62440998-76
  • Linguagens

    Português

    No período: “O pai lembrou a filha do seu dever” observa-se uma possível dúvida com relação ao sentido pretendido devido ao uso
    Escolha uma alternativa para a questão 623f3db0-76
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.

    Trump assina decreto que altera política americana com Cuba

      São Paulo e Washington – O presidente Donald Trump defendeu o embargo econômico dos Estados Unidos contra Cuba e condicionou avanços na relação bilateral a mudanças políticas na ilha na direção de eleições livres, libertação de presos políticos e respeito à liberdade de expressão. “Eu estou cancelando o acordo completamente unilateral da última administração com Cuba”, declarou em discurso realizado nesta sexta-feira, 16, em Miami.
       Apesar da declaração, Trump reviu apenas questões pontuais da política anunciada por Barack Obama no dia 17 de dezembro de 2014. As mudanças acabam com a possibilidade de viagens individuais para a ilha e proíbem gastos em estabelecimentos turísticos controlados pelo Exército e pelos setores de inteligência e segurança do país. “Lucros provenientes do turismo foram diretamente para as forças armadas”, afirmou.
       Além da reversão desses pontos, a grande transformação foi de tom e na sinalização do futuro da relação bilateral. Enquanto Obama defendeu o levantamento do embargo, Trump prometeu reforçá-lo. A agressividade retórica contra o governo de Raúl Castro também indica uma desaceleração do ritmo de normalização das relações bilaterais.
        Um dos objetivos do novo acordo, explicou Trump, é garantir que a população cubana seja beneficiada diretamente. O presidente norte-americano, entretanto, buscou frisar que ‘atrocidades’ cometidas desde o início do regime dos irmãos Castro não serão toleradas e insinuou que o governo de Barack Obama negligenciou a prática de crimes contra a população da ilha.
     <http://tinyurl.com/y8ol93q4> Acesso em: 17/06/2017. Adaptado.
    De acordo com o posicionamento de Trump apresentado no texto, as “‘atrocidades’ cometidas desde o início do regime dos irmãos Castro”
    Escolha uma alternativa para a questão 622f0b5d-76
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.

    Trump assina decreto que altera política americana com Cuba

      São Paulo e Washington – O presidente Donald Trump defendeu o embargo econômico dos Estados Unidos contra Cuba e condicionou avanços na relação bilateral a mudanças políticas na ilha na direção de eleições livres, libertação de presos políticos e respeito à liberdade de expressão. “Eu estou cancelando o acordo completamente unilateral da última administração com Cuba”, declarou em discurso realizado nesta sexta-feira, 16, em Miami.
       Apesar da declaração, Trump reviu apenas questões pontuais da política anunciada por Barack Obama no dia 17 de dezembro de 2014. As mudanças acabam com a possibilidade de viagens individuais para a ilha e proíbem gastos em estabelecimentos turísticos controlados pelo Exército e pelos setores de inteligência e segurança do país. “Lucros provenientes do turismo foram diretamente para as forças armadas”, afirmou.
       Além da reversão desses pontos, a grande transformação foi de tom e na sinalização do futuro da relação bilateral. Enquanto Obama defendeu o levantamento do embargo, Trump prometeu reforçá-lo. A agressividade retórica contra o governo de Raúl Castro também indica uma desaceleração do ritmo de normalização das relações bilaterais.
        Um dos objetivos do novo acordo, explicou Trump, é garantir que a população cubana seja beneficiada diretamente. O presidente norte-americano, entretanto, buscou frisar que ‘atrocidades’ cometidas desde o início do regime dos irmãos Castro não serão toleradas e insinuou que o governo de Barack Obama negligenciou a prática de crimes contra a população da ilha.
     <http://tinyurl.com/y8ol93q4> Acesso em: 17/06/2017. Adaptado.
    De acordo com as informações presentes no texto, assinale a alternativa que melhor descreve a postura de Donald Trump em relação ao país governado por Raúl Castro.
    Escolha uma alternativa para a questão 622a77a2-76
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.

    Trump assina decreto que altera política americana com Cuba

      São Paulo e Washington – O presidente Donald Trump defendeu o embargo econômico dos Estados Unidos contra Cuba e condicionou avanços na relação bilateral a mudanças políticas na ilha na direção de eleições livres, libertação de presos políticos e respeito à liberdade de expressão. “Eu estou cancelando o acordo completamente unilateral da última administração com Cuba”, declarou em discurso realizado nesta sexta-feira, 16, em Miami.
       Apesar da declaração, Trump reviu apenas questões pontuais da política anunciada por Barack Obama no dia 17 de dezembro de 2014. As mudanças acabam com a possibilidade de viagens individuais para a ilha e proíbem gastos em estabelecimentos turísticos controlados pelo Exército e pelos setores de inteligência e segurança do país. “Lucros provenientes do turismo foram diretamente para as forças armadas”, afirmou.
       Além da reversão desses pontos, a grande transformação foi de tom e na sinalização do futuro da relação bilateral. Enquanto Obama defendeu o levantamento do embargo, Trump prometeu reforçá-lo. A agressividade retórica contra o governo de Raúl Castro também indica uma desaceleração do ritmo de normalização das relações bilaterais.
        Um dos objetivos do novo acordo, explicou Trump, é garantir que a população cubana seja beneficiada diretamente. O presidente norte-americano, entretanto, buscou frisar que ‘atrocidades’ cometidas desde o início do regime dos irmãos Castro não serão toleradas e insinuou que o governo de Barack Obama negligenciou a prática de crimes contra a população da ilha.
     <http://tinyurl.com/y8ol93q4> Acesso em: 17/06/2017. Adaptado.
    Sobre as mudanças propostas pelo presidente Donald Trump relacionadas às relações com Cuba, pode-se afirmar corretamente que elas
    Escolha uma alternativa para a questão 621ea734-76
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.

    Trump assina decreto que altera política americana com Cuba

      São Paulo e Washington – O presidente Donald Trump defendeu o embargo econômico dos Estados Unidos contra Cuba e condicionou avanços na relação bilateral a mudanças políticas na ilha na direção de eleições livres, libertação de presos políticos e respeito à liberdade de expressão. “Eu estou cancelando o acordo completamente unilateral da última administração com Cuba”, declarou em discurso realizado nesta sexta-feira, 16, em Miami.
       Apesar da declaração, Trump reviu apenas questões pontuais da política anunciada por Barack Obama no dia 17 de dezembro de 2014. As mudanças acabam com a possibilidade de viagens individuais para a ilha e proíbem gastos em estabelecimentos turísticos controlados pelo Exército e pelos setores de inteligência e segurança do país. “Lucros provenientes do turismo foram diretamente para as forças armadas”, afirmou.
       Além da reversão desses pontos, a grande transformação foi de tom e na sinalização do futuro da relação bilateral. Enquanto Obama defendeu o levantamento do embargo, Trump prometeu reforçá-lo. A agressividade retórica contra o governo de Raúl Castro também indica uma desaceleração do ritmo de normalização das relações bilaterais.
        Um dos objetivos do novo acordo, explicou Trump, é garantir que a população cubana seja beneficiada diretamente. O presidente norte-americano, entretanto, buscou frisar que ‘atrocidades’ cometidas desde o início do regime dos irmãos Castro não serão toleradas e insinuou que o governo de Barack Obama negligenciou a prática de crimes contra a população da ilha.
     <http://tinyurl.com/y8ol93q4> Acesso em: 17/06/2017. Adaptado.
    De acordo com o trecho: “O presidente Donald Trump defendeu o embargo econômico dos Estados Unidos contra Cuba e condicionou avanços na relação bilateral a mudanças políticas na ilha na direção de eleições livres, libertação de presos políticos e respeito à liberdade de expressão.”, pode-se afirmar corretamente que
    Escolha uma alternativa para a questão 62187aef-76
  • Linguagens

    Inglês

    Text


    A French art expert believes a charcoal drawing kept in a collection for more than 150 years may be a preparatory sketch made by Leonardo da Vinci of the Mona Lisa.

    The black-and-white drawing of a woman, nude from the waist up, known as the Monna Vanna, was previously attributed to Leonardo’s studio, suggesting it was done in his style by a pupil or follower, not by the master himself.

    But after preliminary tests at the Louvre Museum, experts believe the sketch may well have been drawn by Leonardo.

    Among the signs, according to curator Mathieu Deldicque, are the fact the drawing was made during the same period as the Mona Lisa, the paper is from the same region of Italy, and the technique is very similar to that of the Mona Lisa.

    “We know the drawing was made during the lifetime of Leonardo da Vinci, we know that the paper was made in Italy, between Venice and Florence, and the third discovery is the high quality of this drawing in the face of the Monna Vanna and in her arms,” Deldicque told reporters.

    “That’s very interesting because the arms are the same as the Mona Lisa‘s.”

    Leonardo, who lived from 1452 to 1519, was an engineer, scientist, inventor and sculptor, as well as one of the finest artists of the Italian Renaissance.

    He painted the Mona Lisa, also known as La Gioconda and regarded as the world’s most valuable artwork, at the beginning of the 16th century. It is believed to depict Lisa Gherardini, the wife of a successful merchant.

    EXCITING

    The charcoal portrait, in which the woman is holding a similar pose to the Mona Lisa but with her body more side-on and her head turned further over her left shoulder, has been held in a collection at the Conde Museum at the Palace of Chantilly, north of Paris, since 1862.

    The Mona Lisa and Monna Vanna hold their hands in very similar ways, the right hand across the left and resting on the forearm, the fingers gently extended.

    Deldicque said that while it was exciting to think the charcoal drawing was created by Leonardo, there were more tests to be done.

    “We have one more month of analysis and then a very slow process of history of art with a collection of analysts and advice by specialists,” he said. 

    It is possible that process will determine that the authorship is the same. But it may also be inconclusive, he said, adding:

    “Maybe the mystery will remain.”

    (Source: adapted from http://www.reuters.com/article/us-france-monalisa-sketch/is-16th-century-charcoal-sketch-a-naked-mona-lisa-idUSKCN1C42LD, retrieved on October 1, 2017) 

    According to Text , Leonardo da Vinci was not...
    Escolha uma alternativa para a questão b9baec28-02
  • Linguagens

    Inglês

    Text


    A French art expert believes a charcoal drawing kept in a collection for more than 150 years may be a preparatory sketch made by Leonardo da Vinci of the Mona Lisa.

    The black-and-white drawing of a woman, nude from the waist up, known as the Monna Vanna, was previously attributed to Leonardo’s studio, suggesting it was done in his style by a pupil or follower, not by the master himself.

    But after preliminary tests at the Louvre Museum, experts believe the sketch may well have been drawn by Leonardo.

    Among the signs, according to curator Mathieu Deldicque, are the fact the drawing was made during the same period as the Mona Lisa, the paper is from the same region of Italy, and the technique is very similar to that of the Mona Lisa.

    “We know the drawing was made during the lifetime of Leonardo da Vinci, we know that the paper was made in Italy, between Venice and Florence, and the third discovery is the high quality of this drawing in the face of the Monna Vanna and in her arms,” Deldicque told reporters.

    “That’s very interesting because the arms are the same as the Mona Lisa‘s.”

    Leonardo, who lived from 1452 to 1519, was an engineer, scientist, inventor and sculptor, as well as one of the finest artists of the Italian Renaissance.

    He painted the Mona Lisa, also known as La Gioconda and regarded as the world’s most valuable artwork, at the beginning of the 16th century. It is believed to depict Lisa Gherardini, the wife of a successful merchant.

    EXCITING

    The charcoal portrait, in which the woman is holding a similar pose to the Mona Lisa but with her body more side-on and her head turned further over her left shoulder, has been held in a collection at the Conde Museum at the Palace of Chantilly, north of Paris, since 1862.

    The Mona Lisa and Monna Vanna hold their hands in very similar ways, the right hand across the left and resting on the forearm, the fingers gently extended.

    Deldicque said that while it was exciting to think the charcoal drawing was created by Leonardo, there were more tests to be done.

    “We have one more month of analysis and then a very slow process of history of art with a collection of analysts and advice by specialists,” he said. 

    It is possible that process will determine that the authorship is the same. But it may also be inconclusive, he said, adding:

    “Maybe the mystery will remain.”

    (Source: adapted from http://www.reuters.com/article/us-france-monalisa-sketch/is-16th-century-charcoal-sketch-a-naked-mona-lisa-idUSKCN1C42LD, retrieved on October 1, 2017) 

    What’s a synonym for “naked” in Text ?
    Escolha uma alternativa para a questão b9b62eb1-02
  • Linguagens

    Português

    Nas frases a seguir, preencha as lacunas com uma das preposições sugeridas entre parênteses e depois assinale a alternativa com a sequência correta.


    l Nesse caso, é estranho que o Ministro do Meio Ambiente ignore as informações técnicas _____ que detém a posse. (sobre, com, de)

    ll De acordo com as fontes _____ as quais mantive contato ontem, a mudança na legislação eleitoral não valerá para 2018. (com, perante, a)

    lll Quando um homem _____ quem eu confiava me disse que havia uma solução para isso, eu acreditei. (a, em, de)

    lV Logo cedo chegaram dois gaúchos pilchados e um vizinho meu recente, ____ cuja procedência não me lembro. (em, de, sobre)

    V Ontem resolvi mandar uma carta à empresa _____ a qual o jornal fez uma longa reportagem, publicada na semana passada. (com, perante, sobre)

    Escolha uma alternativa para a questão b99d90a8-02
  • Linguagens

    Português

    Considerando que as orações subordinadas adverbiais concessivas se opõem à ação da oração principal, mas sem impedir a sua realização, assinale a alternativa em que as duas orações entre colchetes são concessivas.

    Escolha uma alternativa para a questão b98fa95e-02
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade do Contestado - Santa Catarina 2017, Interpretação de Textos


        A terra está ali, diante dos olhos e dos braços, uma imensa metade de um país imenso, mas aquela gente (quantas pessoas ao todo? 15 milhões? mais ainda?) não pode lá entrar para trabalhar, para viver com a dignidade simples que só o trabalho pode conferir, porque os voracíssimos descendentes daqueles homens que primeiro haviam dito: “Esta terra é minha”, e encontraram semelhantes seus bastante ingênuos para acreditar que era suficiente tê-lo dito, esses rodearam a terra de leis que os protegem, de polícias que os guardam, de governos que os representam e defendem, de pistoleiros pagos para matar.(José Saramago)

    Disponível em:<http://www.fabianocartunista.com/2014/01/latifundio-e-reforma-agraria.html> Acesso: 23 de set. de 2017.

    Sobre a charge e em conformidade com o texto , todas as alternativas são corretas, exceto a: 
    Escolha uma alternativa para a questão b9831d5e-02
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre o Modernismo no Brasil, é correto considerar que
    Escolha uma alternativa para a questão 211deae6-00
  • Linguagens

    Português

    Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar, melhorar a nutrição e promover a agricultura sustentável. O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da agenda 2030 da Organização das Nações Unidas traz um grande desafio aos países.
    Os programas realizados nos últimos anos permitiram avanços significativos, contudo a situação global ainda é alarmante: 1 em cada 9 pessoas é subnutrida.
    Especialistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas preveem que as variações nos próximos anos impactarão a agricultura e a produção de alimentos em todo o mundo, agravando substancialmente o problema. Com uma perspectiva tão complexa e restrita, como garantir a sobrevivência das futuras gerações?
    A chamada agropecuária tradicional tem dado passos importantes para se adaptar a essa nova realidade, mas não há dúvida de que a escolha pela produção agroecológica de alimentos pode trazer a resposta mais adequada a esse cenário.
    A agroecologia integra conhecimentos científicos e saberes tradicionais na construção de sistemas agrícolas de baixo impacto ambiental e alta capacidade de resiliência.
    Essa abordagem propõe uma dinâmica de produção de acordo com as características dos ecossistemas, com o uso e a conservação dos recursos naturais. As estratégias de cultivo são fundamentadas a partir do equilíbrio dos componentes do solo, com a recuperação da fertilidade e sem a necessidade de agrotóxicos.
    É importante destacar que a produção agroecológica não se restringe à área rural e também influencia hábitos na cidade. A crescente demanda por uma vida saudável nos centros urbanos estimula, por exemplo, a criação de hortas comunitárias com produção de verduras e hortaliças sem uso de agrotóxicos.
    No Brasil, as grandes proporções territoriais e a diversidade de biomas tornam-se uma oportunidade e um desafio para a implantação de políticas orientadas à produção agroecológica. Existem no país diversas redes que aderiram a práticas sustentáveis e integradas na produção e comercialização de alimentos.
    Para o fortalecimento e ampliação dessas redes, a sociedade civil organizada requisitou a elaboração de um programa que aumentasse a escala de produção e a oferta de alimentos saudáveis. Em 2013, atendendo a esse desejo, foi criado o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo).
    Também nesse sentido, surgiu o Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia, Extrativismo e Produção Orgânica (Ecoforte), com o qual se buscou integrar o investimento social privado às políticas públicas com foco territorial, associando ações de pesquisa, extensão, produção, comercialização, consumo e certificação orgânica.
    Ações articuladas da sociedade civil, somadas ao incentivo de políticas públicas por meio de programas e linhas de crédito, fortalecem às organizações agroecológicas, geram renda no campo e nas cidades, promovem segurança alimentar e hídrica e dinamizam os territórios.
    Contribuem, também, para que um número maior de agricultores familiares, assentados da reforma agrária, extrativistas e suas organizações se interessem por conhecer e participar desse ciclo virtuoso de desenvolvimento sustentável, proporcionando uma alimentação mais saudável aos brasileiros e ao mundo. 

    Folha de São Paulo, ASCLEPIUS RAMATIZ é presidente da Fundação Banco do Brasil. Graduado em direito, possui
    MBA em negócios internacionais, 12 set. 2017, com adaptações).
    No trecho: “Os programas realizados nos últimos anos permitiram avanços significativos, contudo a situação global ainda é alarmante: 1 em cada 9 pessoas é subnutrida”. Estabelece a relação de sentido entre as orações de
    Escolha uma alternativa para a questão 211124de-00
  • Linguagens

    Inglês

    Can talking on a mobile phone be hazardous to your health? It is difficult to know for sure. Some research suggests that heavy users of mobile phones are at a greater risk of developing cancerous brain tumours. However, many other studies suggest there are no links between cancer and mobile phone use.

    The main problem with the current research is that mobile phones have only been popular since the 1990s. As a result, it is impossible to study long-term exposure to mobile phones. This concerns many health professionals who point out that certain cancers can take over twenty years to develop. Another concern about these studies is that many have been funded by the mobile phone industry or those who benefit from it.

    Over five billion people now use mobile phones on a daily basis, and many talk for more than an hour a day. Mobile phone antennas are similar to microwave ovens. While both rely on electromagnetic radiation (EMR), the radio waves in mobile phones are lower in frequency. Microwave ovens have radio wave frequencies that are high enough to cook food, and they are also known to be dangerous to human tissues like those in the brain. The concern is that the lowerfrequency radio waves that mobile phones rely on may also be dangerous. It seems logical that holding a heat source near your brain for a long period of time is a potential health hazard.

    Some researchers believe that other types of wireless technology may also be dangerous to human health, including cordless phones, wireless gaming consoles, and laptop or tablet computers with wireless connections. They suggest replacing all cordless and wireless devices with wired ones where possible. They also say that many cordless phones can emit dangerous levels of Electromagnetic Radiation even when they are not in use. They even suggest keeping electronic devices such as desktop and tablet computers out of the bedroom, or at least six feet from the head while we're sleeping.

    A growing number of health professionals worldwide are recommending that mobile phone users err on the side of caution until more definitive studies can be conducted. They use the example of tobacco to illustrate the potential risks. Many years ago, people smoked freely and were not concerned about the effects of cigarettes on their health. Today, people know that cigarettes cause lung cancer, though it is still unknown exactly how or why. Some doctors fear that the same thing will happen with mobile phones. In May 2016, the UK's Independent newspaper reported on research by the US government's National Toxicology Program that showed a slight increase in brain tumours among rats exposed to the type of radio frequencies commonly emitted by mobile phones. This doesn't prove that mobile phones can cause brain tumours in humans, but it does show that it's possible. As a result, many experts now recommend texting or using head sets or speaker phones instead of holding a mobile phone to the ear.

    (Source: https://www.englishclub.com/reading/health/cell-phone.htm)

    In the first paragraph, the word however tells the reader that the following sentence will:
    Escolha uma alternativa para a questão be00f8cc-ff
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder a questão

          Um humano sai em busca de um mamute, persegue-o durante o dia, arma a emboscada e, depois de inúmeras tentativas, consegue matá-lo e abocanhar seu quinhão de carne.
          Em seguida, exausto, volta para casa com o firme propósito de deitar e rolar no tapete com o filho, contar historinhas repetitivas e ignorar a bronca merecida do pimpolho, pois, afinal, trata-se de um pai/mãe ausente o dia todo.
          Antes de dormir, ainda se verá no espelho com um olhar de feroz reprovação pela falta de tempo e de pique para a ginástica, para o sexo e para a vida social.
      Bem-vindo à geração cem por cento, que acredita que pode e deve dar conta de tudo e de fazer escolhas que não impliquem perdas.
          Uma aluna comentou esse fenômeno sabiamente: "Escolha sua perda!". Sim, é disso que se trata. Uma ínfima parcela da população pode se dar ao luxo de não ter que caçar seu mamute diariamente. Além disso, temos outras aspirações, que nos fazem mais do que caçadores, que nos fazem humanos.
      Ainda assim, somos assombrados pela ideia de que nossos filhos serão traumatizados pela nossa ausência. Aqui funciona a lógica de que pai e mãe são oxigênio, de que qualquer outro adulto cuidando deles será fatal. [...]
          Nossos filhos viverão em média 4 a 5 décadas mais do que nós -ou seja, os deixaremos órfãos, na melhor das hipóteses. Ausência fundamental que marca o sentido da parentalidade, pois acarreta criar sujeitos rumo à autonomia.
    [...]
       Há, ainda, outras ausências, menos radicais do que a morte, com as quais devemos aprender a lidar. Ausentamonos trabalhando, amando outras pessoas, amando outras coisas e amando a nós mesmos. [...] Ninguém merece ser tudo para um pai ou uma mãe. Por outro lado, nenhum adulto merece criar uma criança sem ajuda, sem respiro, tendo que gostar de brincar por obrigação. [...]
          A tarefa parental é imensa e vitalícia. Será exercida por quem assumir essa responsabilidade radical, não cabendo aqui fazer diferença entre homens e mulheres, pais e mães. Quem tomar para si essa missão só poderá cumpri-la a partir de suas escolhas e consequentes perdas, sem fazer da parentalidade um poço de ressentimento e culpas, cuja conta quem paga são os filhos.
          Então, façamos a lição de casa. O que realmente é possível para cada família específica, para além de um mundo fantasioso no qual os pais se dedicariam integralmente aos filhos como se isso fosse bom para as crianças? Perguntemo-nos também o que é desejável para nós, pois a presença ressentida não passa desapercebida aos pequenos.
          Ao deixá-los com outros, sejam familiares ou profissionais, cabe assumir essa escolha, não valendo controlar à distância avós, babás e professores, o que é enlouquecedor. Enfim, escolha sua perda e aprenda a se ausentar.
    (Folha de São Paulo, VERA IACONELLI, 10 set. 2017, com adaptações). 
    A partir do trecho: “Quem tomar para si essa missão só poderá cumpri-la a partir de suas escolhas e consequentes perdas, sem fazer da parentalidade um poço de ressentimento e culpas, cuja conta quem paga são os filhos”, é correto considerar que o pronome em destaque refere-se a:
    Escolha uma alternativa para a questão bdf308a9-ff
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder a questão

          Um humano sai em busca de um mamute, persegue-o durante o dia, arma a emboscada e, depois de inúmeras tentativas, consegue matá-lo e abocanhar seu quinhão de carne.
          Em seguida, exausto, volta para casa com o firme propósito de deitar e rolar no tapete com o filho, contar historinhas repetitivas e ignorar a bronca merecida do pimpolho, pois, afinal, trata-se de um pai/mãe ausente o dia todo.
          Antes de dormir, ainda se verá no espelho com um olhar de feroz reprovação pela falta de tempo e de pique para a ginástica, para o sexo e para a vida social.
      Bem-vindo à geração cem por cento, que acredita que pode e deve dar conta de tudo e de fazer escolhas que não impliquem perdas.
          Uma aluna comentou esse fenômeno sabiamente: "Escolha sua perda!". Sim, é disso que se trata. Uma ínfima parcela da população pode se dar ao luxo de não ter que caçar seu mamute diariamente. Além disso, temos outras aspirações, que nos fazem mais do que caçadores, que nos fazem humanos.
      Ainda assim, somos assombrados pela ideia de que nossos filhos serão traumatizados pela nossa ausência. Aqui funciona a lógica de que pai e mãe são oxigênio, de que qualquer outro adulto cuidando deles será fatal. [...]
          Nossos filhos viverão em média 4 a 5 décadas mais do que nós -ou seja, os deixaremos órfãos, na melhor das hipóteses. Ausência fundamental que marca o sentido da parentalidade, pois acarreta criar sujeitos rumo à autonomia.
    [...]
       Há, ainda, outras ausências, menos radicais do que a morte, com as quais devemos aprender a lidar. Ausentamonos trabalhando, amando outras pessoas, amando outras coisas e amando a nós mesmos. [...] Ninguém merece ser tudo para um pai ou uma mãe. Por outro lado, nenhum adulto merece criar uma criança sem ajuda, sem respiro, tendo que gostar de brincar por obrigação. [...]
          A tarefa parental é imensa e vitalícia. Será exercida por quem assumir essa responsabilidade radical, não cabendo aqui fazer diferença entre homens e mulheres, pais e mães. Quem tomar para si essa missão só poderá cumpri-la a partir de suas escolhas e consequentes perdas, sem fazer da parentalidade um poço de ressentimento e culpas, cuja conta quem paga são os filhos.
          Então, façamos a lição de casa. O que realmente é possível para cada família específica, para além de um mundo fantasioso no qual os pais se dedicariam integralmente aos filhos como se isso fosse bom para as crianças? Perguntemo-nos também o que é desejável para nós, pois a presença ressentida não passa desapercebida aos pequenos.
          Ao deixá-los com outros, sejam familiares ou profissionais, cabe assumir essa escolha, não valendo controlar à distância avós, babás e professores, o que é enlouquecedor. Enfim, escolha sua perda e aprenda a se ausentar.
    (Folha de São Paulo, VERA IACONELLI, 10 set. 2017, com adaptações). 
    No trecho “Uma ínfima parcela da população pode se dar ao luxo de não ter que caçar seu mamute diariamente”, o termo em destaque, refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão bdf02559-ff
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder a questão

          Um humano sai em busca de um mamute, persegue-o durante o dia, arma a emboscada e, depois de inúmeras tentativas, consegue matá-lo e abocanhar seu quinhão de carne.
          Em seguida, exausto, volta para casa com o firme propósito de deitar e rolar no tapete com o filho, contar historinhas repetitivas e ignorar a bronca merecida do pimpolho, pois, afinal, trata-se de um pai/mãe ausente o dia todo.
          Antes de dormir, ainda se verá no espelho com um olhar de feroz reprovação pela falta de tempo e de pique para a ginástica, para o sexo e para a vida social.
      Bem-vindo à geração cem por cento, que acredita que pode e deve dar conta de tudo e de fazer escolhas que não impliquem perdas.
          Uma aluna comentou esse fenômeno sabiamente: "Escolha sua perda!". Sim, é disso que se trata. Uma ínfima parcela da população pode se dar ao luxo de não ter que caçar seu mamute diariamente. Além disso, temos outras aspirações, que nos fazem mais do que caçadores, que nos fazem humanos.
      Ainda assim, somos assombrados pela ideia de que nossos filhos serão traumatizados pela nossa ausência. Aqui funciona a lógica de que pai e mãe são oxigênio, de que qualquer outro adulto cuidando deles será fatal. [...]
          Nossos filhos viverão em média 4 a 5 décadas mais do que nós -ou seja, os deixaremos órfãos, na melhor das hipóteses. Ausência fundamental que marca o sentido da parentalidade, pois acarreta criar sujeitos rumo à autonomia.
    [...]
       Há, ainda, outras ausências, menos radicais do que a morte, com as quais devemos aprender a lidar. Ausentamonos trabalhando, amando outras pessoas, amando outras coisas e amando a nós mesmos. [...] Ninguém merece ser tudo para um pai ou uma mãe. Por outro lado, nenhum adulto merece criar uma criança sem ajuda, sem respiro, tendo que gostar de brincar por obrigação. [...]
          A tarefa parental é imensa e vitalícia. Será exercida por quem assumir essa responsabilidade radical, não cabendo aqui fazer diferença entre homens e mulheres, pais e mães. Quem tomar para si essa missão só poderá cumpri-la a partir de suas escolhas e consequentes perdas, sem fazer da parentalidade um poço de ressentimento e culpas, cuja conta quem paga são os filhos.
          Então, façamos a lição de casa. O que realmente é possível para cada família específica, para além de um mundo fantasioso no qual os pais se dedicariam integralmente aos filhos como se isso fosse bom para as crianças? Perguntemo-nos também o que é desejável para nós, pois a presença ressentida não passa desapercebida aos pequenos.
          Ao deixá-los com outros, sejam familiares ou profissionais, cabe assumir essa escolha, não valendo controlar à distância avós, babás e professores, o que é enlouquecedor. Enfim, escolha sua perda e aprenda a se ausentar.
    (Folha de São Paulo, VERA IACONELLI, 10 set. 2017, com adaptações). 
    A partir da leitura do texto de Vera Iaconelli, pode-se inferir que
    Escolha uma alternativa para a questão bded1079-ff
  • Linguagens

    Inglês

    In a nationwide referendum, the Turkish population has voted for a change in the country’s constitution. It will give the president more power and reduce the influence of parliament. 51.3% of the voters said “Yes” to a change , while the “No” side received 48.7%. For months, the population has been divided on the issue. The new constitution is the biggest change in the structure of Turkey since it was founded in the early 20th century. 
    The referendum was a victory for Turkish President Recip Erdogan, who, together with his ruling AKP Party , called the country’s people to expand presidential powers. Erdogan became Turkey’s president in 2014 after being Prime Minster for over a decade. In the last few years he gained more and more power, especially after the attempted coup last summer. With the new constitution in place Erdogan could stay president until 2029.
    Recip Erdogan insists that the new constitution will make Turkey more modern and easier to govern. Opponents of Erdogan claim that the change will make the president too powerful and will turn the country into a dictatorship ruled by one person. They say that, in future, the president cannot be controlled or supervised by parliament or the courts. In Turkey’s new constitution the president will have wide-ranging powers. He will not only be able to appoint his own minsters and choose the vice president, but also have the power to dissolve parliament and declare a state of emergency. He will also be able to appoint judges to the highest court, similar to the American President. 
    The European Union has been highly critical of the referendum and stated that a change towards more presidential power will not help Turkey become a member of the EU. It is afraid that, once Erdogan has more power, the country will disregard human rights and introduce the death penalty. 
    (Source: http://www.english-online.at/news-articles/world/europe/turkey-votes-for-new-constitution.htm)

    __________ is your birthday?

    It is ________ November.

    Great! We ________ celebrate together.

    Escolha uma alternativa para a questão 1477f25e-ff