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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 250 de 950

  • Linguagens

    Inglês


    Imagem da questão de Inglês, ENEM 2024, Interpretação de texto | Reading comprehension



    Essa história em quadrinhos, que apresenta dois personagens frente a um quadro, ilustra a




    Escolha uma alternativa para a questão 07737c9a-d9
  • Linguagens

    Português

    Uma fábrica na qual os operários fossem, efetiva e integralmente, simples peças de máquinas executando cegamente as ordens da direção pararia em quinze minutos. O capitalismo só pode funcionar com a contribuição constante da atividade propriamente humana de seus subjugados que, ao mesmo tempo, tenta reduzir e desumanizar o mais possível.


    CASTORIADIS, C. A instituição imaginária da sociedade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.


    O texto apresenta uma contradição interna do capitalismo caracterizada pela
    Escolha uma alternativa para a questão 5e6866d7-d8
  • Linguagens

    Português

    As capas dos folhetos de cordel, já então ilustradas por postais fotográficos, desenhos ou fotogramas de filmes, demoravam mais de uma semana para serem transformadas em clichês em Recife ou Fortaleza, o que levou a que santeiros e artesãos locais fossem requisitados para cortar na umburana — madeira preferida para o taco xilográfico pela facilidade do talhe e abundância — princesas, dragões, cangaceiros.

    CARVALHO, G. Xilogravura: os percursos da criação popular. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, n. 39, 1986 (adaptado).

    No início do século XX, a incorporação da técnica de produção descrita no texto promoveu uma renovação da
    Escolha uma alternativa para a questão 5e390f89-d8
  • Linguagens

    Português

    Marília acorda

          Tomo café em golinhos para não queimar meus lábios ressequidos. Como pão em pedacinhos para não engasgar com um farelo mais duro. Marília come também, mas olha o tempo todo para baixo. Parece que tem um acanhamento novo entre a gente. Termino. Olho mais uma vez pela janela. O dia está bom. Quero caminhar pelo pátio. Marília levanta, pega o andador e põe ao lado da cama. Ela sabe que eu quero levantar sozinha, e levanto. O lance de escadas, apesar de pequeno, ainda me causa problemas, mas não quero um elevador na casa e não vou tolerar descer uma rampa de cadeira de rodas. Marília abre a porta e saímos para a manhã. O dia está mais fresco do que eu imaginava. Ela pega uma manta de tricô que temos desde não sei quando e põe sobre as minhas costas. Ela aperta meus ombros com muita força, porque mesmo depois de todos esses anos, não descobriu a medida certa do carinho. Eu gosto. Porque entendo que naquele ato, naquela força está o nosso carinho.


    POLESSO, N. B. Amora. Porto Alegre: Não Editora, 2015.


    Nesse trecho, o drama do declínio físico da narradora transmite uma sensibilidade lírica centrada na
    Escolha uma alternativa para a questão 5dc96b09-d8
  • Linguagens

    Português

    Cap. XLVIII / Terpsícore


    Ao contrário do que ficou dito atrás, Flora não se aborreceu na ilha. Conjeturei mal, emendo-me a tempo. Podia aborrecer-se pelas razões que lá ficam, e ainda outras que poupei ao leitor apressado; mas, em verdade, passou bem a noite. A novidade da festa, a vizinhança do mar, os navios perdidos na sombra, a cidade defronte com os seus lampiões de gás, embaixo e em cima, na praia e nos outeiros, eis aí aspectos novos que a encantaram durante aquelas horas rápidas

    . Não lhe faltavam pares, nem conversação, nem alegria alheia e própria. Toda ela compartia da felicidade dos outros. Via, ouvia, sorria, esquecia-se do resto para se meter consigo. Também invejava a princesa imperial, que viria a ser imperatriz um dia, com o absoluto poder de despedir ministros e damas, visitas e requerentes, e ficar só, no mais recôndito do paço, fartando-se de contemplação ou de música. Era assim que Flora definia o ofício de governar. Tais ideias passavam e tornavam. De uma vez alguém lhe disse, como para lhe dar força: “Toda alma livre é imperatriz!”.

    ASSIS, M. Esaú e Jacó. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1974.


    Convidada para o último baile do Império, na Ilha Fiscal, localizada no Rio de Janeiro, Flora devaneia sobre aspectos daquele contexto, no qual o narrador ironiza a
    Escolha uma alternativa para a questão 5dc6c4f2-d8
  • Linguagens

    Português

    Meu irmão é filho adotivo. Há uma tecnicidade no termo, filho adotivo, que contribui para sua aceitação social. Há uma novidade que por um átimo o absolve das mazelas do passado, que parece limpá-lo de seus sentidos indesejáveis. Digo que meu irmão é filho adotivo e as pessoas tendem a assentir com solenidade, disfarçando qualquer pesar, baixando os olhos como se não sentissem nenhuma ânsia de perguntar mais nada. Talvez compartilhem da minha inquietude, talvez de fato se esqueçam do assunto no próximo gole ou na próxima garfada. Se a inquietude continua a reverberar em mim, é porque ouço a frase também de maneira parcial — meu irmão é filho — e é difícil aceitar que ela não termine com a verdade tautológica habitual: meu irmão é filho dos meus pais. Estou entoando que meu irmão é filho e uma interrogação sempre me salta aos lábios: filho de quem?

    FUCKS, J. A resistência. São Paulo: Cia. das Letras, 2015.


    Das reflexões do narrador, apreende-se uma perspectiva que associa a adoção
    Escolha uma alternativa para a questão 5dc17503-d8
  • Linguagens

    Literatura

    Data venia

    Conheci Bentinho e Capitu nos meus curiosos e antigos quinze anos. E os olhos de água da jovem de Matacavalos atraíram-me, seduziram-me ao primeiro contato. Aliados ao seu jeito de ser, flor e mistério. Mas tomou-me também a indignação diante do narrador e seu texto, feito de acusação e vilipêndio. Sem qualquer direito de defesa. Sem acesso ao discurso, usurpado, sutilmente, pela palavra autoritária do marido, algoz, em pele de cordeiro vitimado. Crudelíssimo e desumano: não bastasse o que faz com a mulher, chega a desejar a morte do próprio filho e a festejá-la com um jantar, sem qualquer remorso. No fundo, uma pobre consciência dilacerada, um homem dividido, que busca encontrar-se na memória, e acaba faltando-se a si mesmo. Retomei inúmeras vezes a triste história daquele amor em desencanto. Familiarizei-me, ao longo do tempo, com a crítica do texto; poucos, muito poucos, escapam das bem traçadas linhas do libelo condenatório; no mínimo concedem à ré o beneplácito da dúvida: convertem-na num enigma indecifrável, seu atributo consagrador.

    Eis que, diante de mais um retorno ao romance, veio a iluminação: por que não dar voz plena àquela mulher, brasileira do século XIX, que, apesar de todas as artimanhas e do maquiavelismo do companheiro, se converte numa das mais fascinantes criaturas do gênio que foi Machado de Assis?

    A empresa era temerária, mas escrever é sempre um risco. Apoiado no espaço de liberdade em que habita a Literatura, arrisquei-me.

    O resultado: este livro em que, além-túmulo, como Brás Cubas, a dona dos olhos de ressaca assume, à luz do mistério da arte literária e do próprio texto do Dr. Bento Santiago, seu discurso e sua verdade.


    PROENÇA FILHO, D. Capitu: memórias póstumas. Rio de Janeiro: Atrium, 1998.



    Para apresentar a apropriação literária que faz da obra de Machado de Assis, o autor desse texto
    Escolha uma alternativa para a questão 5dbec055-d8
  • Linguagens

    Literatura

    — Vá para o inferno, Gondim. Você acanalhou o troço. Está pernóstico, está safado, está idiota. Há lá ninguém que fale dessa forma!

    Azevedo Gondim apagou o sorriso, engoliu em seco, apanhou os cacos da sua pequenina vaidade e replicou amuado que um artista não pode escrever como fala. — Não pode?

    — perguntei com assombro. E por quê? Azevedo Gondim respondeu que não pode porque não pode.

    — Foi assim que sempre se fez. A literatura é a literatura, seu Paulo. A gente discute, briga, trata de negócios naturalmente, mas arranjar palavras com tinta é outra coisa. Se eu fosse escrever como falo, ninguém me lia.

    RAMOS, G. São Bernardo. Rio de Janeiro: Record, 2009.


    Nesse fragmento, a discussão dos personagens traz à cena um debate acerca da escrita que
    Escolha uma alternativa para a questão 5db3be3a-d8
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

    A linguagem visual dos adornos transmite informações sobre prestígio e transgressão, direito e dever, pois só é permitido ao indivíduo o uso de adornos de sua linhagem. Quando diretamente vinculadas aos conceitos cosmológicos, as artes indígenas convertem-se antes em prismas que refletem as concepções acerca da composição do universo e dos componentes que o povoam.

    AGUILAR, N. (Org.); DIAS, J. A. B. F.; VELTHEN, L. H. V. Mostra do redescobrimento: artes indígenas. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo-Associação Brasil 500 anos, 2000 (adaptado).


    Imagem da questão de Português, ENEM 2024, Interpretação de Textos



    Pela leitura desses textos, infere-se que a compreensão da arte plumária indígena requer a consideração da
    Escolha uma alternativa para a questão 5dab12c8-d8
  • Linguagens

    Português

    Maranhenses que moram longe matam a saudade da terra natal usando expressões próprias do estado. Se o maranhês impressiona e desperta a curiosidade de quem mora no próprio Maranhão, imagine de quem vem de outros estados e países? A variedade linguística local é enorme e o modo de falar tão próprio e característico dos maranhenses vem conquistando muita gente e inspirando títulos e muito conteúdo digital com a criação de podcasts, blogs, perfis na internet, além de estampar diversos tipos de produtos e serviços de empresas locais.

    Com saudades do Maranhão, morando há 16 anos no Rio de Janeiro, um fotógrafo maranhense criou um perfil na internet no qual compartilha a culinária, brincadeiras e o ‘dicionário’ maranhês. “A primeira vez que fui a uma padaria no Rio, na inocência, pedi 3 reais de ‘pães misturados’. Quando falei isso, as pessoas pararam e me olharam de uma forma bem engraçada, aí já fiquei ‘encabulado, ó’ e o atendente sorriu e explicou que lá não existia pão misturado e, sim, pão francês e suíço. Depois foi a minha vez de explicar sobre os pães ‘massa grossa e massa fina’”, contou o fotógrafo, com humor.


    Disponível em: https://oimparcial.com.br. Acesso em: 1 nov. 2021 (adaptado).


    A vivência relatada no texto evidencia que as variedades linguísticas
    Escolha uma alternativa para a questão 5d9898e8-d8
  • Linguagens

    Português

        Evanildo Bechara prepara a sua aposentadoria de pouco em pouco, como se a adiasse ao máximo. Aos 95 anos, o imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL) alcançou um status de astro pop no mundo da filologia e da gramática. Quando ainda tinha saúde para viagens mais longas, o filólogo lotava plateias em suas palestras na Europa e no Brasil, que não raro terminavam com filas para selfies.

         A idade acentuou o lado “cientista” e professoral de Bechara, que adota um tom técnico na conversa até mesmo diante das perguntas mais pessoais. — “Qual o seu tipo preferido de leitura?”. — “A minha leitura está dividida em duas partes, a científica e a literária, estabelecendo uma relação de causa e efeito entre elas.” — responde.

      Ainda adolescente, Bechara descobriu a lexicologia. Um “novo mundo” se abriu para o pernambucano, que se mantém atento às metamorfoses do nosso idioma. Seu colega de ABL, o filólogo Ricardo Cavaliere, se lembra de quando deu carona para o mestre e este encucou com os estrangeirismos do aplicativo de navegação instalado no veículo. — “A vozinha do aplicativo avisou que havia um radar de velocidade ‘reportado’ à frente”, lembra Cavaliere. — “Esse ‘reportado’ é uma importação, né?”, notou Bechara.

    Disponível em: https://oglobo.globo.com. Acesso em: 3 jan. 2024 (adaptado).


    Nesse texto, as falas atribuídas a Evanildo Bechara são representativas da variedade linguística 
    Escolha uma alternativa para a questão 5d904188-d8
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, ENEM 2024, Interpretação de texto | Reading comprehension




    A carta da editora Stephanie Allen-Nichols à escritora Alice Walker tem o propósito de

    Escolha uma alternativa para a questão 5d7ef829-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia os versos da canção “Silêncio de um cipreste” – composição de Cartola e Carlos Cachaça.


    Todo mundo tem o direito

    De viver cantando.

    O meu único defeito

    É viver pensando

    Em que não realizei

    E é difícil realizar.

    Se eu pudesse dar um jeito

    Mudaria o meu pensar.

    O pensamento é uma folha desprendida

    Do galho de nossas vidas

    Que o vento leva e conduz,

    É uma luz vacilante e cega,

    É o silêncio do cipreste

    Escoltado pela cruz.



    Nesta canção, é possível afirmar que o eu-lírico

    Escolha uma alternativa para a questão 2091b028-b7
  • Linguagens

    Português

    Em “Sonhos para adiar o fim do mundo”, o pensador Ailton Krenak conta-nos que um pajé Xavante sonhou que a terra ficaria desolada diante da ação predatória dos homens brancos. Escreve Krenak no livro:

    “Foi ali que eu atinei que tinha algo na perspectiva dos povos indígenas, em nosso jeito de observar e pensar, que poderia abrir uma fresta de entendimento nesse entorno que é o mundo do conhecimento. Naquele tempo eu comecei a visitar as florestas (...) e, por todos os lados, os pajés diziam: ‘vocês precisam tomar cuidado porque o mundo dos brancos está invadindo a nossa existência.’ Invadindo.”.

    (KRENAK, A. A vida não é útil. São Paulo: Companhia das Letras, p. 35-36, 2020.)


    No trecho, as preocupações dos pajés evocam 
    Escolha uma alternativa para a questão 208f8500-b7
  • Linguagens

    Português

    “(...) Tão geladas as pernas e os braços e a cara que pensei em abrir a garrafa [de conhaque] para beber um gole, mas não queria chegar na casa dele meio bêbado, hálito fedendo, não queria que ele pensasse que eu andava bebendo, e eu andava, todo dia um bom pretexto, e fui pensando também que ele ia pensar que eu andava sem dinheiro, chegando a pé naquela chuva toda, e eu andava, estômago dolorido de fome, e eu não queria que ele pensasse que eu andava insone, e eu andava, roxas olheiras (...)”.

    (ABREU, Caio Fernando. Além do ponto. Morangos Mofados. São Paulo: Companhia das Letras, p. 42, 2019.)


    No conto “Além do ponto”, observa-se que o contraste entre o “eu”, personagem que deseja, e o “ele”, personagem imaginado,
    Escolha uma alternativa para a questão 208d1fe3-b7
  • Linguagens

    Português

    Qual o macete de ‘Macetando’?


    Macetar, verbo transitivo: “golpear (alguém ou algo) com maceta ou macete, um martelo de cabo curto”. A definição está nos dicionários, mas o carnaval, como de praxe, mascarou o significado a seu bel-prazer. O coro da multidão que acompanhou Ivete Sangalo na abertura da folia de Salvador comprova que essa é a época ideal para enriquecer o vocabulário. Música gravada pela cantora baiana com participação de Ludmilla, “Macetando” despontou como hit nacional ao encher a boca do povo com o refrão-chiclete: “Ah, bebê, é a Veveta que tá no comando / Macetando, macetando, macetando...”.

    (Adaptado de CUNHA, G. Qual o macete de ‘macetando’? O Globo (versão online), 10/02/2024.)



    Na letra da música em questão, um dos aspectos que contribuem para o mascaramento do significado de macetar é
    Escolha uma alternativa para a questão 2080a3be-b7
  • Linguagens

    Português

    Leia o trabalho da grafiteira e muralista Simone Siss (Texto 1), reconhecida por abordar temáticas femininas em sua obra.

    Imagem da questão de Português, UNICAMP 2024, Interpretação de Textos
    Esse trabalho da artista Simone Siss expressa
    Escolha uma alternativa para a questão 20769641-b7
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o resumo de uma pesquisa que, em 2021, já alertava para questões climáticas e fatores a elas relacionados.


    Politics of attributing extreme events to climate change


    Climate change shapes weather events. However, describing it as the cause of disasters can be misleading, since disasters are caused by pre-existing fragilities and inequalities on the ground. Attribution is not neutral. Hence, analytic frames that attribute disaster to climate can divert attention from place-based vulnerabilities and their sociopolitical causes. While politicians may blame climate change, the public may hold the government accountable for inadequate investments in flood or drought prevention. To be strategic and moral, framing choices must therefore be sensitive to context and to how the values implicit within analytic frames about the causes of disasters shape policy responses. Such sensitivity requires multicausal analysis of weather-linked disasters to reduce the damages. Through examples from around the world, especially Brazil, we discuss how and why climate-centric disaster framing can erase from view—and, thus, from policy agendas—the very socioeconomic and political factors that centrally cause vulnerability and suffering in weather extremes.

    (Adaptado de https://wires.onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1002/wcc.750. Acesso em 15/05/2024.)


    Qual alternativa expressa corretamente os argumentos dos autores do texto?
    Escolha uma alternativa para a questão 205317aa-b7
  • Linguagens

    Inglês

    O post a seguir foi retirado da rede social de ALOK, artista cujos trabalhos abordam questões de gênero e identidade.


    Imagem da questão de Inglês, UNICAMP 2024, Interpretação de texto | Reading comprehension



    No post, a argumentação é articulada a partir dos diferentes sentidos das palavras
    Escolha uma alternativa para a questão 20506ebc-b7
  • Linguagens

    Inglês

    Texto 1

    The fact that so few African Americans write science fiction is perplexing since they, in a very real sense, inhabit a sci-fi nightmare in which unseen but no less palpable acts of intolerance frustrate their movement; official histories undo what has been done; and technology is too often brought to bear on black bodies. Moreover, the sublegitimate status of science fiction in literature mirrors the subaltern position to which blacks have been relegated throughout American history. The notion of Afrofuturism gives rise to a troubling antinomy: can a community whose past has been deliberately rubbed out, and whose energies have been consumed by the search for legible traces of its history, imagine possible futures?


    (Adaptado de DERY, M. Black to the future: interviews with Samuel R. Delany, Greg Tate, and Tricia Rose. In: ___. (Ed.) The Discourse of cyberculture. Durham; London: Duke University Press, p. 179-222, 1994.)
    De acordo com o texto 1, a escassez de autores afro-americanos em obras de ficção científica representa um
    Escolha uma alternativa para a questão 204b91fa-b7