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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 351 de 950

  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UERJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Los textos “Três teses sobre o avanço da febre amarela” y “Epidemias en Guatemala en los últimos diez años” tratan de enfermedades transmitidas por mosquitos.

    Una de las causas de la epidemia de esas enfermedades indicada en los dos textos es:

    Escolha uma alternativa para a questão 5ed35778-fa
  • Linguagens

    Espanhol

    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaFigura 2 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Texto adaptado de Aloma Rodríguez, publicado en El País, el 24/07/2018.
    Según Jared Horvath, investigador de la Universidad de Melbourne, “la memoria de recuperación es ahora menos necesaria” (líneas 57-58) porque
    Escolha uma alternativa para a questão 8723aae4-f9
  • Linguagens

    Espanhol

    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaFigura 2 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Texto adaptado de Aloma Rodríguez, publicado en El País, el 24/07/2018.
    En el texto, la expresión “Leer un libro de un tirón” (línea 51) significa leer
    Escolha uma alternativa para a questão 87207000-f9
  • Linguagens

    Espanhol

    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaFigura 2 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Texto adaptado de Aloma Rodríguez, publicado en El País, el 24/07/2018.
    En “De hecho, se sabe que quienes consumen… (línea 48), la locución de hecho se puede sustituir por
    Escolha uma alternativa para a questão 871d980c-f9
  • Linguagens

    Espanhol

    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaFigura 2 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Texto adaptado de Aloma Rodríguez, publicado en El País, el 24/07/2018.
    En el segundo párrafo, el pronombre destacado en la oración “…suelo recordar dónde lo compré…” (línea 18) se refiere a
    Escolha uma alternativa para a questão 87194cd2-f9
  • Linguagens

    Espanhol

    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaFigura 2 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Texto adaptado de Aloma Rodríguez, publicado en El País, el 24/07/2018.
    Marque la única opción que presenta la correspondencia semántica correcta, sin alteración del sentido contextual, entre la palabra subrayada y la que está entre paréntesis.
    Escolha uma alternativa para a questão 871365c1-f9
  • Linguagens

    Espanhol

    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Conjunções | ConjuncionesFigura 2 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Conjunções | Conjunciones

    Texto adaptado de Aloma Rodríguez, publicado en El País, el 24/07/2018.
    En la oración “Aunque a veces se recuerda que…” (líneas 8-9), la conjunción en negrita establece respecto a lo dicho anteriormente una relación de
    Escolha uma alternativa para a questão 8710609f-f9
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehensionFigura 2 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Available at: . Retrieved on: 3 May 2018. Adapted. * Automated teller machines

    In the last paragraph (lines 95-98), Monika Halan implies that the new policies towards demonetisation are
    Escolha uma alternativa para a questão 3f92a2c8-f7
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehensionFigura 2 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Available at: . Retrieved on: 3 May 2018. Adapted. * Automated teller machines

    In terms of reference, it is correct to affirm that
    Escolha uma alternativa para a questão 3f8c9bdb-f7
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehensionFigura 2 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Available at: . Retrieved on: 3 May 2018. Adapted. * Automated teller machines

    In the fragment “Is a cashless future actually desirable even if it is possible?” (lines 52-53), “actually” can be replaced, with no change in meaning, by
    Escolha uma alternativa para a questão 3f73155d-f7
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehensionFigura 2 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Available at: . Retrieved on: 3 May 2018. Adapted. * Automated teller machines

    In the fragment “…it is a little bit more difficult in general for the people to get away with tax fraud.” (lines 29-31), “get away with” can be replaced, without change in meaning, by
    Escolha uma alternativa para a questão 3f6bb042-f7
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehensionFigura 2 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Available at: <http://www.bbc.com/culture/story/20180503-our-fi ction-

    -addiction-why-humans-need-stories>. Retrieved on: 3 May 2018.

    Adapted.

    According to the third paragraph of the text (lines 16-22), it is INCORRECT to state that storytelling
    Escolha uma alternativa para a questão 3bde7b80-f7
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehensionFigura 2 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Available at: <http://www.bbc.com/culture/story/20180503-our-fi ction-

    -addiction-why-humans-need-stories>. Retrieved on: 3 May 2018.

    Adapted.

    The boldfaced expression introduces an idea of RESULT in
    Escolha uma alternativa para a questão 3bd322e4-f7
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehensionFigura 2 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Available at: <http://www.bbc.com/culture/story/20180503-our-fi ction-

    -addiction-why-humans-need-stories>. Retrieved on: 3 May 2018.

    Adapted.

    The sentence in which the boldfaced item expresses advice is
    Escolha uma alternativa para a questão 3bce48ca-f7
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehensionFigura 2 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Available at: <http://www.bbc.com/culture/story/20180503-our-fi ction-

    -addiction-why-humans-need-stories>. Retrieved on: 3 May 2018.

    Adapted.

    The main purpose of the article is to
    Escolha uma alternativa para a questão 3bbdd2e6-f7
  • Linguagens

    Inglês

    Considere o texto a seguir para responder à questão.


    Facebook’s new data policy: Answers to your privacy questions

        Facebook, the world’s largest social network, revamped the policies it uses when collecting data on the more than 2 billion people who use it every month. As part of the new policy, released April 19, the company is also spelling out more clearly how it collects and uses that information about you.

        Where does Facebook get information about me?

        It finds this information from a mixture of photos, videos and thoughts you post on your timeline. It also gleans data from your interactions with Facebook friends, as well as the pages and posts you “like.” Plus, the company collects seven different kinds of information it takes from a phone, computer or tablet you’re using. That includes data about the version of software you’re running, how low your battery is and how much storage you have left on your device. On top of that, Facebook can access information about devices that are connected to the same network you’re on.

        This kind of info is often used for something industry experts call fingerprinting, which is how websites identify you based on all the data they can collect from your device.

    (Adaptado de https://www.cnet.com/news/facebook-data-policy-answers-to-your-privacyquestions-cambridge-analytica/. Publicado em: 21 abr. 2018.

    Acesso em: 21 ago. 2018, às 16h31.)

    De acordo com o texto, indique a única informação correta sobre o Facebook.
    Escolha uma alternativa para a questão c1fa76f6-f2
  • Linguagens

    Português

        A voz o chama. Uma voz que o alegra, que faz bater seu coração. Ajudar a mudar o destino de todos os pobres. Uma voz que atravessa a cidade, que parece vir dos atabaques que ressoam nas macumbas da religião ilegal dos negros. Uma voz que vem com o ruído dos bondes onde vão os condutores e motorneiros grevistas. Uma voz que vem do cais, do peito dos estivadores, de João de Adão, de seu pai morrendo num comício, dos marinheiros dos navios, dos saveiristas e dos canoeiros. Uma voz que vem do grupo que joga a luta da capoeira, que vem dos golpes que o Querido-de-Deus aplica. Uma voz que vem mesmo do padre José Pedro, padre pobre de olhos espantados diante do destino terrível dos Capitães da Areia. Uma voz que vem das filhas-de-santo do candomblé de Don’Aninha, na noite que a polícia levou Ogum. Voz que vem do trapiche dos Capitães da Areia. Que vem do reformatório e do orfanato. Que vem do ódio do Sem-Pernas se atirando do elevador para não se entregar. […] Porque é uma voz que chama para lutar por todos, pelo destino de todos, sem exceção. Voz poderosa como nenhuma outra. Voz que atravessa a cidade e vem de todos os lados. Voz que traz com ela uma festa, que faz o inverno acabar lá fora e ser a primavera. A primavera da luta. Voz que chama Pedro Bala, que o leva para a luta. Voz que vem de todos os peitos esfomeados da cidade, de todos os peitos explorados da cidade. Voz que traz o bem maior do mundo, bem que é igual ao sol, mesmo maior que o sol: a liberdade. […] Dentro de Pedro Bala uma voz o chama: voz que traz para a canção da Bahia, a canção da liberdade. Voz poderosa que o chama. Voz de toda a cidade pobre da Bahia, voz da liberdade. A revolução chama Pedro Bala.

    (AMADO, Jorge. Capitães da Areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. p. 258-259”)

    É possível perceber, no trecho apresentado, como a linguagem reflete aspectos típicos da tradição baiana. Isso pode ser notado em:
    Escolha uma alternativa para a questão c1765e00-f2
  • Linguagens

    Português

        A voz o chama. Uma voz que o alegra, que faz bater seu coração. Ajudar a mudar o destino de todos os pobres. Uma voz que atravessa a cidade, que parece vir dos atabaques que ressoam nas macumbas da religião ilegal dos negros. Uma voz que vem com o ruído dos bondes onde vão os condutores e motorneiros grevistas. Uma voz que vem do cais, do peito dos estivadores, de João de Adão, de seu pai morrendo num comício, dos marinheiros dos navios, dos saveiristas e dos canoeiros. Uma voz que vem do grupo que joga a luta da capoeira, que vem dos golpes que o Querido-de-Deus aplica. Uma voz que vem mesmo do padre José Pedro, padre pobre de olhos espantados diante do destino terrível dos Capitães da Areia. Uma voz que vem das filhas-de-santo do candomblé de Don’Aninha, na noite que a polícia levou Ogum. Voz que vem do trapiche dos Capitães da Areia. Que vem do reformatório e do orfanato. Que vem do ódio do Sem-Pernas se atirando do elevador para não se entregar. […] Porque é uma voz que chama para lutar por todos, pelo destino de todos, sem exceção. Voz poderosa como nenhuma outra. Voz que atravessa a cidade e vem de todos os lados. Voz que traz com ela uma festa, que faz o inverno acabar lá fora e ser a primavera. A primavera da luta. Voz que chama Pedro Bala, que o leva para a luta. Voz que vem de todos os peitos esfomeados da cidade, de todos os peitos explorados da cidade. Voz que traz o bem maior do mundo, bem que é igual ao sol, mesmo maior que o sol: a liberdade. […] Dentro de Pedro Bala uma voz o chama: voz que traz para a canção da Bahia, a canção da liberdade. Voz poderosa que o chama. Voz de toda a cidade pobre da Bahia, voz da liberdade. A revolução chama Pedro Bala.

    (AMADO, Jorge. Capitães da Areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. p. 258-259”)

    Capitães da Areia (1937), de Jorge Amado, é um dos expoentes do chamado Romance de 30, que se caracterizava pela abordagem social de determinadas regiões do país. Este aspecto pode ser observado no trecho apresentado pois:
    Escolha uma alternativa para a questão c16f5122-f2
  • Linguagens

    Literatura

         E Jerônimo via e escutava, sentindo ir-se-lhe toda a alma pelos olhos enamorados.
       Naquela mulata estava o grande mistério, a síntese das impressões que ele recebeu chegando aqui: ela era a luz ardente do meio-dia; ela era o calor vermelho das sestas da fazenda; era o aroma quente dos trevos e das baunilhas, que o atordoara nas matas brasileiras; era a palmeira virginal e esquiva que se não torce a nenhuma outra planta; era o veneno e era o açúcar gostoso; era o sapoti mais doce que o mel e era a castanha do caju, que abre feridas com o seu azeite de fogo; ela era a cobra verde e traiçoeira, a lagarta viscosa, a muriçoca doida, que esvoaçava havia muito tempo em torno do corpo dele, assanhando-lhe os desejos, acordando-lhe as fibras embambecidas pela saudade da terra, picando-lhe as artérias, para lhe cuspir dentro do sangue uma centelha daquele amor setentrional, uma nota daquela música feita de gemidos de prazer, uma larva daquela nuvem de cantáridas que zumbiam em torno da Rita Baiana e espalhavam-se pelo ar numa fosforescência afrodisíaca.
      Isto era o que Jerônimo sentia, mas o que o tonto não podia conceber. De todas as impressões daquele resto de domingo só lhe ficou no espírito o entorpecimento de uma desconhecida embriaguez, não de vinho, mas de mel chuchurreado no cálice de flores americanas, dessas muito alvas, cheirosas e úmidas, que ele na fazenda via debruçadas confidencialmente sobre os limosos pântanos sombrios, onde as oiticicas trescalam um aroma que entristece de saudade.
    (AZEVEDO, Aluísio. O Cortiço. São Paulo: Ateliê Editorial, 2012. p. 152)
    Aluísio Azevedo (1857-1913) foi um dos principais nomes do Naturalismo no Brasil. Pode-se notar características da escola naturalista no trecho de O Cortiço pois
    Escolha uma alternativa para a questão c167d03b-f2
  • Linguagens

    Português

    O Escândalo do Petróleo

        O petróleo está hoje praticamente monopolizado por dois imensos trustes, a Standard Oil e a Royal Dutch & Shell. Como dominaram o petróleo, dominaram também as finanças, os bancos, o mercado do dinheiro: e como dominaram o dinheiro, dominaram também os governos e as máquinas administrativas. Essa rede de dominação constitui o que neste livro chamamos os Interesses Ocultos.

        O Brasil, com o seu imenso território em tantos pontos marcado de indícios de petróleo, constituía um perigo para esses trustes. Gustav Grossman, um geólogo que estudou secretamente as nossas possibilidades petrolíferas, escreveu na conclusão dum seu relatório reservado, feito por conta e uso dum desses trustes: Dada a sua área, a quantidade de petróleo do Brasil talvez seja maior que a de qualquer outro país do mundo.

        Ora, se era assim, o negócio dos trustes tinha de ser acaparar terras potencialmente petrolíferas do Brasil e também catequizá-lo, convencê-lo de que em seus oito milhões e meio de quilômetros quadrados haverá tudo, menos petróleo.

        Esses trustes nos conhecem. Sabem que o brasileiro é uma espécie de criança tonta, que realmente se interessa por jogo, farra, carnavais e anedotas fesceninas. Sabem que o Brasil não dá a mínima importância ao estudo, [...]. 

        Os trustes sabem de tudo e sorriem lá entre si. Sabem que a partir de 1930 o brasileiro cada vez menos se utiliza do cérebro para pensar, como fazem todos os povos. Sabem que os nossos estadistas dos últimos tempos positivamente pensam com outros órgãos que não o cérebro: com o calcanhar, com o cotovelo, com certos penduricalhos, raramente com os miolos. Daí o desmantelo cada vez maior da administração pública; daí a bancarrota, a miséria horrível do povo. A miséria é tanta em certas zonas que a grande massa da população rural já está perdendo a forma humana. Há povoados inteiros de papudos e nos fundões de Goiás surgem as primeiras criaturas de rabo. Involução darwínica. [...]

        Ao mesmo tempo, graças a uma hábil propaganda feita nas estradas de rodagem por meio das bombas gasoline, convenceriam o indígena bocó de que era absurdo existir petróleo no Brasil, porque “Ora! Ora! Então se aqui existisse petróleo pensa você que os americanos já não o tinham tirado?”

        Para gente que pensa com outras partes do corpo que não o cérebro, argumentos dessa ordem valem ouro. Matam a questão. E quarenta milhões de criaturas passaram a repetir como papagaios os argumentos “estandardizados” que as bombas de gasolina forneciam de lambuja a cada comprador de essência.

        Não era bastante. Tornava-se necessário meter ciência no meio. Organizar cientificamente o não-petróleo. Ora, o brasileiro tem uma concepção muito curiosa de ciência. Ciência é o que ele não entende. Se entende é besteira, não é ciência da legítima.

    (LOBATO, Monteiro. O Escândalo do Petróleo.

    São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1936. P.10-11)

    Assinale a alternativa cujo trecho de “O Escândalo do Petróleo”, em 1936, já antecipava parte da relação do Brasil com C&T, explicada em “A asfixia da Ciência e Tecnologia brasileira”:
    Escolha uma alternativa para a questão c16466e9-f2