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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 367 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    Leia o TEXTO 03 para responder à questão:

    Imagem da questão de Inglês, IFN-MG 2018, Verbos | Verbs

    O fragmento presente no TEXTO 03 ―I‘m quitting Facebook‖ é um exemplo de construção em qual tempo verbal?
    Escolha uma alternativa para a questão 7310018f-b5
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o TEXTO 03 para responder à questão:

    Imagem da questão de Inglês, IFN-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    O TEXTO 03 expressa a seguinte ideia:
    Escolha uma alternativa para a questão 730cc3e1-b5
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO 01 

    Imagem da questão de Inglês, IFN-MG 2018, Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions

    No fragmento do TEXTO 01 ―Butthe social media story extends well be yond Facebook‖, (linha 12) podese encontrar os seguintes elementos, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 73059880-b5
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO 01 

    Imagem da questão de Inglês, IFN-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    No último parágrafo do TEXTO 01, os autores fazem uma discussão a respeito:
    Escolha uma alternativa para a questão 72fd7a69-b5
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO 01 

    Imagem da questão de Inglês, IFN-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    De acordo com os dados apresentados no TEXTO 01, marque a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 72f52bb3-b5
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO 01 

    Imagem da questão de Inglês, IFN-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Considere as seguintes informações acerca do TEXTO 01:
    I- Jovens americanos visitam as plataformas de redes sociais várias vezes ao dia.
    II- Jovens americanos, entre 18 e 24 anos, são usuários do Instagram e do Twitter.
    III- A maioria dos adultos americanos, incluindo aqueles acima de 65 anos, utilizam o Facebook.

    Assinale a alternativa que apresenta informações corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 72f090c6-b5
  • Linguagens

    Literatura

    Marque a opção que NÃO se aplica à obra Olhos D’água, de Conceição Evaristo.
    Escolha uma alternativa para a questão 72e3ffd6-b5
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre o conto de título homônimo ao livro Olhos D’água, de Conceição Evaristo, só NÃO podemos afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 72e07dc5-b5
  • Linguagens

    Português

    Observe o TEXTO 05.

    Imagem da questão de Português, IFN-MG 2018, Análise sintática

    (Disponível em :http://www.jornalreporterdovale.com/2013/09/humor-charge-do-facebook.html. Acesso em: 27/09/2018)

    É correto afirmar que o TEXTO 05 traz uma ideia:

    Escolha uma alternativa para a questão 72d85df1-b5
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 04 e responda à questão.

    Imagem da questão de Português, IFN-MG 2018, Concordância verbal, Concordância nominal

    No trecho ―... uma alternativa a mídia comercial que distorce os fatos (...).‖ nota-se um desvio quanto à norma padrão de uso da linguagem em relação à (ao):
    Escolha uma alternativa para a questão 72d37cca-b5
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 04 e responda à questão.

    Imagem da questão de Português, IFN-MG 2018, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

    Sobre o TEXTO 04, só NÃO podemos afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 72cf10fc-b5
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 03 e responda à questão.

    Imagem da questão de Português, IFN-MG 2018, Interpretação de Textos

    (Disponível em http://arteemanhasdalingua.blogspot.com/2014/11/calvin-e-o-poder-da-midia.html.Acesso em: 24/09/2018) 

    Marque a opção em que o trecho do TEXTO 01 NÃO dialoga com o segundo quadrinho da tirinha (TEXTO 03).
    Escolha uma alternativa para a questão 72c982db-b5
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 03 e responda à questão.

    Imagem da questão de Português, IFN-MG 2018, Análise sintática

    (Disponível em http://arteemanhasdalingua.blogspot.com/2014/11/calvin-e-o-poder-da-midia.html.Acesso em: 24/09/2018) 

    Em ''Oh, poderoso da mídia de massa, obrigado por elevar a emoção, reduzir o pensamento e aniquilar a imaginação''. no TEXTO 03,qual é a função sintática do termo em destaque?
    Escolha uma alternativa para a questão 72c42be4-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IFN-MG 2018, Coesão e coerência

    Figura 2 de 2 da questão de Português, IFN-MG 2018, Coesão e coerência

    Leia o trecho do TEXTO 01.
    ''Além disso, os 26 grupos pesquisados possuem negócios em mais de um tipo de mídia, o que configura a propriedade cruzada dos meios de comunicação, uma das formas mais graves de controle monopólico do setor'' (Linhas 17 a 20)

    Sobre o termo em destaque no trecho, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 72b6f271-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IFN-MG 2018, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, IFN-MG 2018, Interpretação de Textos

    Ao tratarem da relação mídia e agronegócio, os autores do TEXTO 01 pretendem
    Escolha uma alternativa para a questão 72a97eca-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IFN-MG 2018, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, IFN-MG 2018, Interpretação de Textos

    Para demonstrar a relação entre a mídia e o mercado imobiliário, os autores do TEXTO 01 só NÃO utilizaram o seguinte recurso:
    Escolha uma alternativa para a questão 72a4a92e-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1:

    Chiquinho Azevedo

    (Gilberto Gil)


    Chiquinho Azevedo

    Garoto de Ipanema

    Já salvou um menino

    Na Praia, no Recife

    Nesse dia Momó também estava com a gente


    Levou-se o menino

    Pra uma clínica em frente

    E o médico não quis

    Vir atender a gente

    Nessa hora nosso sangue ficou bem quente


    Menino morrendo

    Era aquela agonia

    E o doutor só queria

    Mediante dinheiro

    Nessa hora vi quanto o mundo está doente


    Discutiu-se muito

    Ameaçou-se briga

    Doze litros de água

    Tiraram da barriga

    Do menino que sobreviveu finalmente


    Muita gente me pergunta

    Se essa estória aconteceu

    Aconteceu minha gente

    Quem está contando sou eu

    Aconteceu e acontece

    Todo dia por aí

    Aconteceu e acontece

    Que esse mundo é mesmo assim


    (GIL, Gilberto. Quanta. CD Warner Music, 1997. Faixa 6.) 


    TEXTO 2

    A experiência da cidade

    (Fernando Sabino)

    A coisa que mais o impressionou no Rio foram os bondes. Não pode ver um bonde, fica maravilhado: nunca pensou que existisse algo de tão fantástico.

    Se ele quiser andar de fasto, ele pode?

    Andar de fasto, na sua linguagem de menino do interior de Minas, é andar para trás. Tem outras expressões esquisitas: sungar é levantar; pra riba é pra cima; pramode é para, por causa, etc. Mas eu também sou mineiro:

    Pramode o bonde andar de fasto tem que sungar os bancos e tocar para riba. Ele fica olhando. Olha tudo com atenção. Tem oito anos mas bem podia ter cinco ou seis, de tal maneira é pequenino. Bem que a cozinheira dizia: Tenho um filho que é deste tamaninho.

    E levava a mão à altura do joelho. Chama-se Valdecir. Ninguém acerta com seu nome, nem ele próprio: Vardici, diz, mostrando os dentes. No dia em que chegou fiquei sabendo que nunca tivera ao menos notícia da existência de uma cidade, além do arraial onde nascera. Nunca vira luz elétrica ou água corrente, ainda mais telefone ou elevador. Abria a torneira e ficava olhando. Quando tinha água era capaz de inundar o edifício. Quando não tinha, divertia-se tocando a campainha da porta da rua – e para alcançá-la precisava arrastar uma cadeira. As da sala de estar têm a marca de seus pés até hoje. A cozinheira atendia ao chamado, dava-lhe um safanão, arrastava-o para a cozinha. Ele ficava olhando: nunca vira um fogão a gás.

    [...]

    Arranjei-lhe um lugar num colégio interno, a pedido da mãe. Ele concordou em ir, desde que fosse de bonde. E lá se foi, certa manhã, na beirada do banco, descobrindo maravilhas em cada esquina.

    [...]

    Não sei por quê, saiu do colégio; acabou indo morar com os tios em Santa Teresa, numa casa de cômodos. Um dia, abro o jornal e leio a notícia: um homem matara o vizinho do quarto, que tentara violentar um menino. Foi arrolado como testemunha! Voltou para minha casa e já trazia nos olhos a perplexidade dos escandalizados pela vida.

    Agora regressa à sua terra. Vai crescer, tornar-se homem como os que aqui conheceu, ou apenas envelhecer e morrer apoiado no cabo de uma enxada, como seus ancestrais. Leva da cidade a notícia de meia dúzia de coisas fantásticas – bonde, televisão, elevador, telefone – cuja lembrança irá talvez se apagando com o tempo. Esquecerá depressa este homem que aqui viu, cercado de mecanismos, moderno e civilizado, que o abrigou alguns dias e a quem devolveu a infância. Apenas não esquecerá tão cedo seu primeiro conhecimento do homem, animal feroz.

    (SABINO, Fernando. A companheira de viagem. Rio de Janeiro: Record, 1984. p. 71-74.)

    No verso “Nessa hora vi quanto o mundo está doente”, do Texto 1, pode-se inferir que a doença do mundo está relacionada à predominância de valores:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c521cd8-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1:

    Chiquinho Azevedo

    (Gilberto Gil)


    Chiquinho Azevedo

    Garoto de Ipanema

    Já salvou um menino

    Na Praia, no Recife

    Nesse dia Momó também estava com a gente


    Levou-se o menino

    Pra uma clínica em frente

    E o médico não quis

    Vir atender a gente

    Nessa hora nosso sangue ficou bem quente


    Menino morrendo

    Era aquela agonia

    E o doutor só queria

    Mediante dinheiro

    Nessa hora vi quanto o mundo está doente


    Discutiu-se muito

    Ameaçou-se briga

    Doze litros de água

    Tiraram da barriga

    Do menino que sobreviveu finalmente


    Muita gente me pergunta

    Se essa estória aconteceu

    Aconteceu minha gente

    Quem está contando sou eu

    Aconteceu e acontece

    Todo dia por aí

    Aconteceu e acontece

    Que esse mundo é mesmo assim


    (GIL, Gilberto. Quanta. CD Warner Music, 1997. Faixa 6.) 


    TEXTO 2

    A experiência da cidade

    (Fernando Sabino)

    A coisa que mais o impressionou no Rio foram os bondes. Não pode ver um bonde, fica maravilhado: nunca pensou que existisse algo de tão fantástico.

    Se ele quiser andar de fasto, ele pode?

    Andar de fasto, na sua linguagem de menino do interior de Minas, é andar para trás. Tem outras expressões esquisitas: sungar é levantar; pra riba é pra cima; pramode é para, por causa, etc. Mas eu também sou mineiro:

    Pramode o bonde andar de fasto tem que sungar os bancos e tocar para riba. Ele fica olhando. Olha tudo com atenção. Tem oito anos mas bem podia ter cinco ou seis, de tal maneira é pequenino. Bem que a cozinheira dizia: Tenho um filho que é deste tamaninho.

    E levava a mão à altura do joelho. Chama-se Valdecir. Ninguém acerta com seu nome, nem ele próprio: Vardici, diz, mostrando os dentes. No dia em que chegou fiquei sabendo que nunca tivera ao menos notícia da existência de uma cidade, além do arraial onde nascera. Nunca vira luz elétrica ou água corrente, ainda mais telefone ou elevador. Abria a torneira e ficava olhando. Quando tinha água era capaz de inundar o edifício. Quando não tinha, divertia-se tocando a campainha da porta da rua – e para alcançá-la precisava arrastar uma cadeira. As da sala de estar têm a marca de seus pés até hoje. A cozinheira atendia ao chamado, dava-lhe um safanão, arrastava-o para a cozinha. Ele ficava olhando: nunca vira um fogão a gás.

    [...]

    Arranjei-lhe um lugar num colégio interno, a pedido da mãe. Ele concordou em ir, desde que fosse de bonde. E lá se foi, certa manhã, na beirada do banco, descobrindo maravilhas em cada esquina.

    [...]

    Não sei por quê, saiu do colégio; acabou indo morar com os tios em Santa Teresa, numa casa de cômodos. Um dia, abro o jornal e leio a notícia: um homem matara o vizinho do quarto, que tentara violentar um menino. Foi arrolado como testemunha! Voltou para minha casa e já trazia nos olhos a perplexidade dos escandalizados pela vida.

    Agora regressa à sua terra. Vai crescer, tornar-se homem como os que aqui conheceu, ou apenas envelhecer e morrer apoiado no cabo de uma enxada, como seus ancestrais. Leva da cidade a notícia de meia dúzia de coisas fantásticas – bonde, televisão, elevador, telefone – cuja lembrança irá talvez se apagando com o tempo. Esquecerá depressa este homem que aqui viu, cercado de mecanismos, moderno e civilizado, que o abrigou alguns dias e a quem devolveu a infância. Apenas não esquecerá tão cedo seu primeiro conhecimento do homem, animal feroz.

    (SABINO, Fernando. A companheira de viagem. Rio de Janeiro: Record, 1984. p. 71-74.)

    No verso “Aconteceu e acontece”, no Texto 1, a repetição do verbo indica que a conclusão do texto se faz por uma transição entre:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c4e7677-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1:

    Chiquinho Azevedo

    (Gilberto Gil)


    Chiquinho Azevedo

    Garoto de Ipanema

    Já salvou um menino

    Na Praia, no Recife

    Nesse dia Momó também estava com a gente


    Levou-se o menino

    Pra uma clínica em frente

    E o médico não quis

    Vir atender a gente

    Nessa hora nosso sangue ficou bem quente


    Menino morrendo

    Era aquela agonia

    E o doutor só queria

    Mediante dinheiro

    Nessa hora vi quanto o mundo está doente


    Discutiu-se muito

    Ameaçou-se briga

    Doze litros de água

    Tiraram da barriga

    Do menino que sobreviveu finalmente


    Muita gente me pergunta

    Se essa estória aconteceu

    Aconteceu minha gente

    Quem está contando sou eu

    Aconteceu e acontece

    Todo dia por aí

    Aconteceu e acontece

    Que esse mundo é mesmo assim


    (GIL, Gilberto. Quanta. CD Warner Music, 1997. Faixa 6.) 


    TEXTO 2

    A experiência da cidade

    (Fernando Sabino)

    A coisa que mais o impressionou no Rio foram os bondes. Não pode ver um bonde, fica maravilhado: nunca pensou que existisse algo de tão fantástico.

    Se ele quiser andar de fasto, ele pode?

    Andar de fasto, na sua linguagem de menino do interior de Minas, é andar para trás. Tem outras expressões esquisitas: sungar é levantar; pra riba é pra cima; pramode é para, por causa, etc. Mas eu também sou mineiro:

    Pramode o bonde andar de fasto tem que sungar os bancos e tocar para riba. Ele fica olhando. Olha tudo com atenção. Tem oito anos mas bem podia ter cinco ou seis, de tal maneira é pequenino. Bem que a cozinheira dizia: Tenho um filho que é deste tamaninho.

    E levava a mão à altura do joelho. Chama-se Valdecir. Ninguém acerta com seu nome, nem ele próprio: Vardici, diz, mostrando os dentes. No dia em que chegou fiquei sabendo que nunca tivera ao menos notícia da existência de uma cidade, além do arraial onde nascera. Nunca vira luz elétrica ou água corrente, ainda mais telefone ou elevador. Abria a torneira e ficava olhando. Quando tinha água era capaz de inundar o edifício. Quando não tinha, divertia-se tocando a campainha da porta da rua – e para alcançá-la precisava arrastar uma cadeira. As da sala de estar têm a marca de seus pés até hoje. A cozinheira atendia ao chamado, dava-lhe um safanão, arrastava-o para a cozinha. Ele ficava olhando: nunca vira um fogão a gás.

    [...]

    Arranjei-lhe um lugar num colégio interno, a pedido da mãe. Ele concordou em ir, desde que fosse de bonde. E lá se foi, certa manhã, na beirada do banco, descobrindo maravilhas em cada esquina.

    [...]

    Não sei por quê, saiu do colégio; acabou indo morar com os tios em Santa Teresa, numa casa de cômodos. Um dia, abro o jornal e leio a notícia: um homem matara o vizinho do quarto, que tentara violentar um menino. Foi arrolado como testemunha! Voltou para minha casa e já trazia nos olhos a perplexidade dos escandalizados pela vida.

    Agora regressa à sua terra. Vai crescer, tornar-se homem como os que aqui conheceu, ou apenas envelhecer e morrer apoiado no cabo de uma enxada, como seus ancestrais. Leva da cidade a notícia de meia dúzia de coisas fantásticas – bonde, televisão, elevador, telefone – cuja lembrança irá talvez se apagando com o tempo. Esquecerá depressa este homem que aqui viu, cercado de mecanismos, moderno e civilizado, que o abrigou alguns dias e a quem devolveu a infância. Apenas não esquecerá tão cedo seu primeiro conhecimento do homem, animal feroz.

    (SABINO, Fernando. A companheira de viagem. Rio de Janeiro: Record, 1984. p. 71-74.)

    A letra da canção de Gilberto Gil, apresentada como Texto 1, caracteriza-se, predominantemente, por:

    Escolha uma alternativa para a questão 6c4b2477-b5