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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 381 de 950

  • Linguagens

    Português

          Mito, na acepção aqui empregada, não significa mentira, falsidade ou mistificação. Tomo de empréstimo a formulação de Hans Blumenberg do mito político como um processo contínuo de trabalho de uma narrativa que responde a uma necessidade prática de uma sociedade em determinado período. Narrativa simbólica que é, o mito político coloca em suspenso o problema da verdade. Seu discurso não pretende ter validade factual, mas também não pode ser percebido como mentira (do contrário, não seria mito). O mito político confere um sentido às circunstâncias que envolvem os indivíduos: ao fazê‐los ver sua condição presente como parte de uma história em curso, ajuda a compreender e suportar o mundo em que vivem.

            ENGELKE, Antonio. O anjo redentor. Piauí, ago. 2018, ed. 143, p. 24

    De acordo com o texto, o “mito político”
    Escolha uma alternativa para a questão d1343a96-f2
  • Linguagens

    Inglês

    Genetic Fortune-Telling


    Imagem da questão de Inglês, UNICAMP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension


    One day, babies will get DNA report cards at birth. These reports will offer predictions about their chances of suffering a heart attack or cancer, of getting hooked on tobacco, and of being smarter than average.

    Though the new DNA tests offer probabilities, not diagnoses, they could greatly benefit medicine. For example, if women at high risk for breast cancer got more mammograms and those at low risk got fewer, those exams might catch more real cancers and set off fewer false alarms. The trouble is, the predictions are far from perfect. What if someone with a low risk score for cancer puts off being screened, and then develops cancer anyway? Polygenic scores are also controversial because they can predict any trait, not only diseases. For instance, they can now forecast about 10 percent of a person’s performance on IQ tests. But how will parents and educators use that information?


    (Adaptado de Derek Brahney, Genetic Fortune-Telling. MIT Technology Review, Março/Abril 2018)


    De acordo com o texto, um dos riscos do prognóstico genético dos indivíduos desde o nascimento seria o de

    Escolha uma alternativa para a questão d9c39f9a-f1
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UNICAMP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Disponível em https://www.creators.com/read/bruce-beattie/01/11/70433. Acessado em 18/03/2018.)

    Este cartum foi criado pelo norte-americano Bruce Beattie, em 2011. Nele, o cartunista faz uso da ironia para
    Escolha uma alternativa para a questão d9b0b622-f1
  • Linguagens

    Literatura

    Em 1961, o poeta António Gedeão publica o livro Máquina de Fogo. Um dos poemas é “Lágrima de Preta”. Musicado por José Niza, foi gravado por Adriano Correia de Oliveira, em 1970, e incluído no seu álbum “Cantaremos”. A canção foi censurada pelo governo português.

    Lágrima de preta

    Encontrei uma preta
    que estava a chorar,
    pedi-lhe uma lágrima
    para a analisar.

    Recolhi a lágrima
    com todo o cuidado
    num tubo de ensaio
    bem esterilizado.

    Olhei-a de um lado,
    do outro e de frente:
    tinha um ar de gota
    muito transparente.

    Mandei vir os ácidos,
    as bases e os sais,
    as drogas usadas
    em casos que tais.

    Ensaiei a frio,
    experimentei ao lume,
    de todas as vezes
    deu-me o que é
    costume:

    Nem sinais de negro,
    nem vestígios de ódio.
    Água (quase tudo)
    e cloreto de sódio.

    (António Gedeão, Máquina de fogo. Coimbra: Tipografia da Atlântida,1961, p. 187.)

    Os versos anteriores articulam as linguagens literária e científica com questões de ordem ética e política. Considerando o contexto de produção e recepção de “Lágrima de Preta” (anos 1960 e 1970, em Portugal), o propósito artístico desse poema é
    Escolha uma alternativa para a questão d8b6554b-f1
  • Linguagens

    Português

    Na opinião de Klaus R. Mecke, professor no Instituto de Física Teórica da Universidade de Stuttgart, Alemanha, o uso da linguagem da física na literatura obedeceria ao seguinte propósito:

    Uma função literária central da fórmula seria simbolizar a violência. A fórmula torna-se metáfora para a violência, para o calculismo desumano, para a morte e para a fria mecânica - para o golpe de força. Recorde-se também O Pêndulo de Foucault, de Umberto Eco, em que a fórmula do pêndulo caracteriza o estrangulamento de um ser humano. Passo a citar: “O período de oscilação, T, é independente da massa do corpo suspenso (igualdade de todos os homens perante Deus)...”. Também aqui a fórmula constitui uma referência irônica à marginalização do sujeito, reduzido à “massa inerte” suspensa.

    (Adaptado de Klaus R. Mecke, A imagem da Física na Literatura. Gazeta de Física, 2004, p. 6-7.)

    Segundo Mecke, a função literária de algumas noções da Física, presentes em determinados romances, expressa
    Escolha uma alternativa para a questão d8b251cb-f1
  • Linguagens

    Português

    "A noção de programa genético (...) desempenhou um papel importante no lançamento do Projeto Genoma Humano, fazendo com que se acreditasse que a decifração de um genoma, à maneira de um livro com instruções de um longo programa, permitiria decifrar ou compreender toda a natureza humana ou, no mínimo, o essencial dos mecanismos de ocorrência das doenças. Em suma, a fisiopatologia poderia ser reduzida à genética, já que toda doença seria reduzida a um ou diversos erros de programação, isto é, à alteração de um ou diversos genes".

    (Edgar Morin, A religação dos saberes: o desafio do século XXI. Jornadas temáticas idealizadas e dirigidas por Edgar Morin. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil Ltda, 2012, p. 157.)

    A expressão programa genético, mencionada no trecho anterior, é
    Escolha uma alternativa para a questão d8ae9024-f1
  • Linguagens

    Português

    Sobre as representações históricas da morte no Ocidente, Philippe Ariès e Alcir Pécora comentam:

    “O moribundo está deitado, cercado por seus amigos e familiares. Está prestes a executar os ritos que bem conhecemos. (...) Seres sobrenaturais invadiram o quarto e se comprimem na cabeceira do ‘jacente’. A grande reunião que nos séculos XII e XIII tinha lugar no final dos tempos se faz, então, a partir do século XV, no quarto do enfermo.”

    (Philippe Ariès, História da morte no Ocidente: da Idade Média aos nossos dias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2012, p. 53.)

    “(...) essa espécie de arte de morrer de Vieira se opõe à tradição das artes moriendi fundadas na preparação para a ‘última prova’ que acontece apenas no quarto do moribundo. Não é mais lá que se decide a salvação ou a condenação do cristão, mas no exato momento de suas escolhas e ações ao longo da vida, vale dizer, na resolução adequada a ser tomada hic et nunc (aqui e agora).”

    (Alcir Pécora, A arte de morrer, segundo Vieira, em Antonio Vieira, Sermões de quarta-feira de cinza. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2016. p.51.)

    Com base nos excertos anteriores e na leitura dos três Sermões de Quarta-feira de Cinza, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão d8a61af4-f1
  • Linguagens

    Literatura

    “DOROTÉA
    O senhor perdeu a cabeça?
    DULCINÉA
    Fazer de um cangaceiro um delegado!
    DOROTÉA
    Quando a oposição souber!
    DULCINÉA
    Que prato pra Neco Pedreira!
    ODORICO
    E tomara que Neco se sirva bem dele. Tomara que chame Zeca Diabo de cangaceiro, assassino, quanto mais xingar, melhor.
    DOROTÉA
    O senhor não acha que se excedeu?
    ODORICO
    Em política, dona Dorotéa, os finalmentes justificam os não obstantes.”

    (Dias Gomes, O bem-amado. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2014. p. 69-70.)

    As personagens femininas do excerto anterior discordam da nomeação de Zeca Diabo feita por Odorico. Assinale a alternativa que indica a razão dessa discordância e a natureza da crítica às práticas políticas brasileiras presente na peça teatral de Dias Gomes.
    Escolha uma alternativa para a questão d8a230f3-f1
  • Linguagens

    Português

    (...)
    Eu tenho uma ideia.
    Eu não tenho a menor ideia.
    Uma frase em cada linha. Um golpe de exercício.
    Memórias de Copacabana. Santa Clara às três da tarde.
    Autobiografia. Não, biografia.
    Mulher.
    Papai Noel e os marcianos.
    Billy the Kid versus Drácula.
    Drácula versus Billy the Kid.
    Muito sentimental.
    Agora pouco sentimental.
    Pensa no seu amor de hoje que sempre dura menos que o seu]

    amor de ontem.
    Gertrude: estas são ideias bem comuns.
    Apresenta a jazz-band.
    Não, toca blues com ela.
    Esta é a minha vida.
    Atravessa a ponte.
    (...)

    (Ana Cristina Cesar, A teus pés. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 9.)

    Esse trecho do poema de abertura de A teus pés, de Ana Cristina Cesar,
    Escolha uma alternativa para a questão d89e73b2-f1
  • Linguagens

    Português

    “...Nas ruas e casas comerciais já se vê as faixas indicando os nomes dos futuros deputados. Alguns nomes já são conhecidos. São reincidentes que já foram preteridos nas urnas. Mas o povo não está interessado nas eleições, que é o cavalo de Troia que aparece de quatro em quatro anos.”

    (Carolina Maria de Jesus, Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2014, p. 43.)

    O trecho anterior faz parte das considerações políticas que aparecem repetidamente em Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus. Considerando o conjunto dessas observações, indique a alternativa que resume de modo adequado a posição da autora sobre a lógica política das eleições.
    Escolha uma alternativa para a questão d89a8b4f-f1
  • Linguagens

    Literatura

    “Um cego me levou ao pior de mim mesma, pensou espantada. Sentia-se banida porque nenhum pobre beberia água nas suas mãos ardentes. Ah! era mais fácil ser um santo que uma pessoa! Por Deus, pois não fora verdadeira a piedade que sondara no seu coração as águas mais profundas? Mas era uma piedade de leão.”

    (Clarice Lispector, “Amor”, em Laços de família. 20ª ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1990, p. 39.)

    Ao caracterizar a personagem Ana, a expressão “piedade de leão” reúne valores opostos, remetendo simultaneamente à compaixão e à ferocidade. É correto afirmar que, no conto “Amor”, essa formulação
    Escolha uma alternativa para a questão d897494d-f1
  • Linguagens

    Português

    Para driblar a censura imposta pela ditadura militar, compositores de música popular brasileira (MPB) valiam-se do que Gilberto Vasconcelos chamou de “linguagem da fresta”, expressão inspirada na canção “Festa imodesta”, de Caetano Veloso.

    (...)
    Numa festa imodesta como esta
    Vamos homenagear
    Todo aquele que nos empresta sua testa
    Construindo coisas pra se cantar
    Tudo aquilo que o malandro pronuncia
    E que o otário silencia
    Toda festa que se dá ou não se dá
    Passa pela fresta da cesta e resta a vida.

    Acima do coração que sofre com razão
    A razão que volta do coração
    E acima da razão a rima
    E acima da rima a nota da canção
    Bemol natural sustenida no ar
    Viva aquele que se presta a esta ocupação
    Salve o compositor popular

    (Gilberto de Vasconcelos, Música popular: de olho na fresta. Rio de Janeiro: Graal, 1977.)

    É correto afirmar que, na canção, essa “linguagem da fresta” transparece
    Escolha uma alternativa para a questão d8939373-f1
  • Linguagens

    Português

    Uma página do Facebook faz humor com montagens que combinam capas de livros já publicados e memes que circulam nas redes sociais. Uma dessas postagens envolve a obra de Henry Thoreau, para quem a desobediência civil é uma forma de protesto legítima contra leis ou atos governamentais considerados injustos pelo cidadão e que ponham em risco a democracia.

    Imagem da questão de Português, UNICAMP 2018, Interpretação de Textos

    (Fonte: Página de Facebook Obras Literárias com capas de memes genuinamente brasileiros.)

    O efeito de humor aqui se deve ao fato de que a montagem
    Escolha uma alternativa para a questão d88ff489-f1
  • Linguagens

    Português

    Na década de 1950, quando iniciava seu governo, Juscelino Kubitschek prometeu “50 anos em 5”. Na campanha do atual governo o slogan ficou assim: “O Brasil voltou, 20 anos em dois”. A ‘tradução’ não tinha como dar certo; era como comparar vinho com água. E mais: havia uma vírgula no meio do caminho. Na propaganda, apenas uma vírgula impede que a leitura, ao invés de ser positiva e associada ao progressismo de Juscelino, se transforme numa mensagem de retrocesso: o Brasil de fato ‘voltou’ muito nesses últimos dois anos; para trás.

    (Adaptado de Lilia Schwarcz, Havia uma vírgula no meio do caminho. Nexo Jornal, 21/05/2018.)

    Considerando o gênero propaganda institucional e o paralelo histórico traçado pela autora, é correto afirmar que o slogan do atual governo fracassou porque
    Escolha uma alternativa para a questão d8839a64-f1
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UNICAMP 2018, Interpretação de Textos

    (Disponível em https://www.facebook.com/SeboItinerante/photos/. Acessado em 28/05/2018.)


    “Acho que só devemos ler a espécie de livros que nos ferem e trespassam. Um livro tem que ser como um machado para quebrar o mar de gelo do bom senso e do senso comum."

    (Adaptado de “Franz Kafka, carta a Oscar Pollak, 1904.” Disponível em https://laboratoriode sensibilidades.wordpress.com. Acessado em 28/05/2018.)


    Assinale o excerto que confirma os dois textos anteriores.

    Escolha uma alternativa para a questão d87b7c54-f1
  • Linguagens

    Português

    Farejador de Plágio: uma ferramenta contra a cópia ilegal


    No mundo acadêmico ou nos veículos de comunicação, as cópias ilegais podem surgir de diversas maneiras, sendo integrais, parciais ou paráfrases. Para ajudar a combater esse crime, o professor Maximiliano Zambonatto Pezzin, engenheiro de computação, desenvolveu junto com os seus alunos o programa Farejador de Plágio.

    O programa é capaz de detectar: trechos contínuos e fragmentados, frases soltas, partes de textos reorganizadas, frases reescritas, mudanças na ordem dos períodos e erros fonéticos e sintáticos.

    Mas como o programa realmente funciona? Considerando o texto como uma sequência de palavras, a ferramenta analisa e busca trecho por trecho nos sites de busca, assim como um professor desconfiado de um aluno faria. A diferença é que o programa permite que se pesquise em vários buscadores, gerando assim muito mais resultados.

    Disponível em: http://reporterunesp.jor.br. Acesso em: 19 mar. 2018


    Segundo o texto, a ferramenta Farejador de Plágio alcança seu objetivo por meio da

    Escolha uma alternativa para a questão 97c54dfc-e8
  • Linguagens

    Português

    Encontrando base em argumentos supostamente científicos, o mito do sexo frágil contribuiu historicamente para controlar as práticas corporais desempenhadas pelas mulheres. Na história do Brasil, exatamente na transição entre os séculos XIX e XX, destacam-se os esforços para impedir a participação da mulher no campo das práticas esportivas. As desconfianças em relação à presença da mulher no esporte estiveram culturalmente associadas ao medo de masculinizar o corpo feminino pelo esforço físico intenso. Em relação ao futebol feminino, o mito do sexo frágil atuou como obstáculo ao consolidar a crença de que o esforço físico seria inapropriado para proteger a feminilidade da mulher “normal”. Tal mito sustentou um forte movimento contrário à aceitação do futebol como prática esportiva feminina. Leis e propagandas buscaram desacreditar o futebol, considerando-o inadequado à delicadeza. Na verdade, as mulheres eram consideradas incapazes de se adequar às múltiplas dificuldades do “esporte-rei”.

    TEIXEIRA, F L. S.; CAMINHA, I. O. Preconceito no futebol feminino: uma revisão sistemática. Movimento, Porto Alegre, n. 1,2013 (adaptado).


    No contexto apresentado, a relação entre a prática do futebol e as mulheres é caracterizada por um

    Escolha uma alternativa para a questão 97c1bd94-e8
  • Linguagens

    Português

                                      A Casa de Vidro


          Houve protestos.

          Deram uma bola a cada criança e tempo para brincar. Elas aprenderam malabarismos incríveis e algumas viajavam pelo mundo exibindo sua alegre habilidade. (O problema é que muitos, a maioria, não tinham jeito e eram feios de noite, assustadores. Seria melhor prender essa gente - havia quem dissesse.)

          Houve protestos.

          Aumentaram o preço da carne, liberaram os preços dos cereais e abriram crédito a juros baixos para o agricultor. O dinheiro que sobrasse, bem, digamos, ora o dinheiro que sobrasse!

          Houve protestos.

          Diminuíram os salários (infelizmente aumentou o número de assaltos) porque precisamos combater a inflação e, como se sabe, quando os salários estão acima do índice de produtividade eles se tornam altamente inflacionários, de modo que.

          Houve protestos.

          Proibiram os protestos.

          E no lugar dos protestos nasceu o ódio. Então surgiu a Casa de Vidro, para acabar com aquele ódio.

    ÂNGELO, I. A casa de vidro. São Paulo: Círculo do Livro, 1985.


    Publicado em 1979, o texto compartilha com outras obras da literatura brasileira escritas no período as marcas do contexto em que foi produzido, como a 

    Escolha uma alternativa para a questão 97be29c3-e8
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2018, Formação do imperativo


    Nesse texto, busca-se convencer o leitor a mudar seu comportamento por meio da associação de verbos no modo imperativo à

    Escolha uma alternativa para a questão 97ba6f22-e8
  • Linguagens

    Português

    Certa vez minha mãe surrou-me com uma corda nodosa que me pintou as costas de manchas sangrentas. Moído, virando a cabeça com dificuldade, eu distinguia nas costelas grandes lanhos vermelhos. Deitaram-me, enrolaram-me em panos molhados com água de sal - e houve uma discussão na família. Minha avó, que nos visitava, condenou o procedimento da filha e esta afligiu-se. Irritada, ferira-me à toa, sem querer. Não guardei ódio a minha mãe: o culpado era o nó.

    RAMOS, G. Infância. Rio de Janeiro: Record, 1998.


    Num texto narrativo, a sequência dos fatos contribui para a progressão temática. No fragmento, esse processo é indicado pela

    Escolha uma alternativa para a questão 97b0a58e-e8