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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 409 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto II para responder as questões 14 e 15

    Texto II

    ACTIVE TEENS BUILD STRONG BONES FOR LIFE
    Tweens and teens who run, jump and dance may become adults with less breakable bones
    Sharon Oosthoek - May 8, 2017

        As much as a third of an adult’s skeleton will form during adolescence. So the more active someone is during this time, the stronger those bones will become.
        Adolescence is a critical time for growing strong bones. That's especially true between the ages of 10 and 14 in girls, and 12 to 16 for boys. As much as 36 percent of the adult skeleton forms during these four years. But how strong those bones become depends on how active someone had been during those formative years. That’s the finding of a new study.
        "The bigger the bones children make when they are young, the harder it will be to break when they get older," explains Laura Tosi. She’s a doctor who was not involved in the new work. But she knows the topic well. Tosi directs the Bone Health Program at Children’s National Medical Center in Washington, D.C.
    Marque a alternativa em que as informações NÃO estão de acordo com o texto:
    Escolha uma alternativa para a questão f495492a-d9
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto I para responder a questão

    Texto I

    THE "13 REASONS WHY" ACTORS HAD THERAPY DOGS TO HELP WITH EMOTIONAL SCENES By Hannah Orenstein - Apr 17, 2017 

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

        “13 Reasons Why” doesn't shy away from tackling heavy issues like bullying, rape, and suicide. But bringing such dark stories to life can take a toll on actors, which is why the cast had access to cute, cuddly therapy dogs while filming the show.
        "They had therapy dogs on set," Dylan Minnette, who played Clay, told PopSugar. "There was a puppy per hour. They really tried to help out. The puppies helped." According to the Alliance of Therapy Dogs, the pups are "on a mission of sharing smiles and joy."
        Dylan also acknowledged that Katherine Langford, who played Hannah, had the most intense experience of them all. "She had the brunt of the emotional stuff," he continued. "I mean, we all have very emotional parts, but this is about her character." In the same interview, Katherine acknowledged the intensity of her character's role and explained why it was so important to bring these tough scenes to life.
        "We always read a new script at a table read, and once we hit episode nine, there was silence," she said. "That's when we realized what we were doing was important. That's the moment that's kind of ingrained in my head as, 'This is really important.' We cover so many intense issues. I feel like so much of Hannah's life, especially the last five episodes, is so tragic that you just have to put that shock aside and get through it. It's only been after the show and after wrapping that I've gone, wow, we really did handle some really heavy stuff. I'm really proud of how we handle it, because as you said we don't shy away from them."

    Fonte: <http://www.seventeen.com/celebrity/movies-tv/news/ a46489/the-13-reasons-why-actors-had-therapy-dogs/> Acesso: 22/05/2017.
    O assunto principal do Texto I é:
    Escolha uma alternativa para a questão f487505d-d9
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos a seguir





    Texto V


    “Minha terra tem palmeiras,

    Onde canta o sabiá;

    As aves, que aqui gorjeiam,

    Não gorjeiam como lá.


    Nosso céu tem mais estrelas,

    Nossas várzeas têm mais flores,

    Nossos bosques têm mais vida,

    Nossa vida mais amores.”

    (DIAS, Gonçalves. Canção do exílio). 


    Texto VI


    “Não me convidaram pra essa festa pobre

    Que os homens armaram pra me convencer

    A pagar sem ver toda essa droga

    Que já vem malhada antes de eu nascer

    Não me escolheram a garota do fantástico

    Não me subornaram, será que é meu fim?

    Ver tv a cores na taba de um índio

    Programada pra só dizer sim


    Brasil mostra tua cara

    Quero ver quem paga pra gente ficar assim

    Brasil qual o teu negócio?

    O nome do teu sócio? Confia em mim.


    Grande pátria desimportante

    Em nenhum instante eu vou te trair”


    (CAZUZA, Brasil)


    Texto VII


    “ [...] como não havia ninguém no balcão, achei perigoso, alguém podia entrar, roubar qualquer coisa, a velha olhou pra mim, com raiva, disse, “Isso aqui não é o Brasil não, ó estúpido!”, e voltou a praguejar [...]”

    (RUFFATO, Luiz. Estive em Lisboa e lembrei de você).


    Fontes: DIAS, Gonçalves. Primeiros cantos. Domínio Público. CAZUZA. Ideologia. Rio de Janeiro: Philips, 1988. RUFFATO, Luiz. Estive em Lisboa e lembrei de você. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.



    A representação do Brasil é uma preocupação constante na história da literatura nacional. Ao longo dos mais variados movimentos estéticos, diversos artistas representaram das mais variadas formas o nosso país.

    Observe as representações extraídas de Canção do exílio, de Gonçalves Dias; Estive em Lisboa e lembrei de você, de Luís Ruffato e Brasil, de Cazuza.



    Sobre os textos, é INCORRETO afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão f484546a-d9
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir

    Texto IV

    I
    Aqui na floresta
    Dos ventos batida,
    Façanhas de bravos
    Não geram escravos,
    Que estimem a vida
    Sem guerra e lidar.
    - Ouvi-me, Guerreiros.
    - Ouvi meu cantar.

    II
    Valente na guerra
    Quem há, como eu sou?
    Quem vibra o tacape
    Com mais valentia?
    Quem golpes daria
    Fatais, como eu dou?
    - Guerreiros, ouvi-me;
    - Quem há, como eu sou?

    (...)

    IX
    E então se de novo
    Eu toco o Boré;
    Qual fonte que salta
    De rocha empinada,
    Que vai marulhosa,
    Fremente e queixosa,
    Que a raiva apagada
    De todo não é,
    Tal eles se escoam
    Aos sons do Boré.
    - Guerreiros, dizei-me,
    - Tão forte quem é?

    Fonte: DIAS, Gonçalves. Primeiros cantos. Domínio público.


    ASSINALE a alternativa CORRETA a respeito do eu-lírico do poema O canto do guerreiro.
    Escolha uma alternativa para a questão f4810db9-d9
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto III para resolver a questão

    Texto III

    A notícia a seguir foi publicada no site Sensacionalista.com em 07/05/2010.

    “Um dos maiores sites do mundo publica notícia do Sensacionalista como se fosse real

    Um dos maiores sites do mundo publica notícia do Sensacionalista como se fosse real. O Gizmodo, um dos maiores blogs do mundo, publicou a notícia da mulher que engravidou vendo um filme 3D, do Sensacionalista, como se fosse real. A nota entrou no ar hoje às 4h07 da manhã e pouco tempo depois, alertado por comentários de leitores, o Gizmodo publicou um adendo explicando que a notícia tinha sido publicada por este jornal de humor.
    Apesar de estapafúrdia, a notícia que foi publicada no Sensacionalista há três dias e já foi lida por cerca de 150 mil pessoas, acabou reproduzida por vários sites nacionais e estrangeiros como se fosse real. Um jornal português, I, também publicou a história. Horas depois, o I publicou uma errata em seu site afirmando que o Sensacionalista é “um jornal brasileiro que publica notícias falsas”. Não é. O Sensacionalista é um jornal de humor.
    O Sensacionalista é um site de humor e não tem a intenção de espalhar boatos na internet. Todas as páginas do site tem uma assinatura dizendo que as notícias são fictícias e que o objetivo é meramente humorístico. O próprio nome do site já indica que o seu conteúdo não é confiável. O Sensacionalista lamenta eventuais transtornos que possa ter causado a editores e repórteres.”

    Fonte: https://www.sensacionalista.com.br/2010/05/07/ umdosmaioressitesdomundopublicanoticiadosensacionalistacomosefossereal/ Acesso em: 27/04/2017
    A partir da leitura do texto, é CORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão f47983c8-d9
  • Linguagens

    Português

    Conselho não cassa registro por quebra de sigilo médico

    Cláudia Colucci

    10 fev. 2017 – 2h00 de São Paulo


        Nos últimos quatro anos, nenhum médico teve seu registro profissional cassado no Estado de São Paulo por quebra de sigilo médico. 

        Segundo o Cremesp (conselho médico paulista), de 2012 a 2016, foram registrados 379 processos éticos por essa razão – 87 já julgados.

        Desses, 39 foram inocentados e 48, julgados culpados. A maioria (26) recebeu penas confidenciais e 22, públicas.

        As primeiras são advertências e censuras sigilosas (só o médico fica sabendo). Já as públicas envolvem publicação na imprensa oficial e a suspensão do exercício profissional por até 30 dias.

         No mesmo período, 26 médicos foram cassados em primeira instância pelo Cremesp por diferentes motivos. Cabe recurso das decisões no Conselho Federal de Medicina.

        Para Mauro Aranha, presidente do Cremesp, o fato de não ter havido nenhuma cassação por quebra de sigilo não significa que essa seja um infração menos grave.

        “É uma infração ética muito importante. Mas a pena depende de uma série de contextos, por exemplo, o dano provocado ao paciente, se o médico cometeu o ato de forma proposital ou se foi negligente e do seu histórico ético no conselho”, explica.

      Se a pessoa usar a quebra de sigilo para conseguir algum benefício (dinheiro, por exemplo), o ato é considerado gravíssimo.

        Aranha não comenta sobre as duas sindicâncias abertas para apurar o envolvimento de médicos na divulgação de dados de Marisa Letícia Lula da Silva e de mensagens de ódio em redes sociais (o processo é sigiloso).

        Mas conforme apurou a Folha com conselheiros, a tendência é que os médicos acusados recebam, no mínimo, uma censura pública.

        Na opinião de Aranha, é preciso que os médicos repensem seus papéis nas redes sociais. “Elas convidam a pessoa a responder de forma instantânea, intempestiva. O médico não tem que ser um santo, mas o ato médico exige prudência.”


    MÍDIAS SOCIAIS

        A violação do sigilo médico em mídias sociais não é uma prática incomum entre alunos de medicina, residentes e cirurgiões, aponta uma dissertação de mestrado apresentada nesta quarta (8), na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

        No estudo envolvendo 156 pessoas (52 alunos, 51 residentes e 53 docentes), o cirurgião Diego Adão Fanti Silva verificou que 53% dos alunos, 86% dos residentes e 62% dos docentes divulgam dados de pacientes nas mídias sociais. A maioria (entre 86,5% e 100%) relata que oculta a identidade dos pacientes no momento da divulgação.

        No trabalho, o autor diz que é ilegal e antiética a divulgação de imagens de pacientes mesmo com a autorização dos expostos e mesmo não identificando o doente.

        Só há permissão se a publicação tiver fins acadêmicos ou assistenciais – ainda assim, é necessário o consentimento do paciente.


    Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/ equilibrioesaude/2017/02/1857393-conselho-nao-cassa-registro-por- quebra-de-sigilo-medico.shtml. Acesso em: 8 out. 2017.

    Ainda na matéria Conselho não cassa registro por quebra de sigilo médico, tanto no início do terceiro parágrafo como no início do quarto, estão elípticas, respectivamente, as expressões
    Escolha uma alternativa para a questão 4f20c31e-d8
  • Linguagens

    Português

    Conselho não cassa registro por quebra de sigilo médico

    Cláudia Colucci

    10 fev. 2017 – 2h00 de São Paulo


        Nos últimos quatro anos, nenhum médico teve seu registro profissional cassado no Estado de São Paulo por quebra de sigilo médico. 

        Segundo o Cremesp (conselho médico paulista), de 2012 a 2016, foram registrados 379 processos éticos por essa razão – 87 já julgados.

        Desses, 39 foram inocentados e 48, julgados culpados. A maioria (26) recebeu penas confidenciais e 22, públicas.

        As primeiras são advertências e censuras sigilosas (só o médico fica sabendo). Já as públicas envolvem publicação na imprensa oficial e a suspensão do exercício profissional por até 30 dias.

         No mesmo período, 26 médicos foram cassados em primeira instância pelo Cremesp por diferentes motivos. Cabe recurso das decisões no Conselho Federal de Medicina.

        Para Mauro Aranha, presidente do Cremesp, o fato de não ter havido nenhuma cassação por quebra de sigilo não significa que essa seja um infração menos grave.

        “É uma infração ética muito importante. Mas a pena depende de uma série de contextos, por exemplo, o dano provocado ao paciente, se o médico cometeu o ato de forma proposital ou se foi negligente e do seu histórico ético no conselho”, explica.

      Se a pessoa usar a quebra de sigilo para conseguir algum benefício (dinheiro, por exemplo), o ato é considerado gravíssimo.

        Aranha não comenta sobre as duas sindicâncias abertas para apurar o envolvimento de médicos na divulgação de dados de Marisa Letícia Lula da Silva e de mensagens de ódio em redes sociais (o processo é sigiloso).

        Mas conforme apurou a Folha com conselheiros, a tendência é que os médicos acusados recebam, no mínimo, uma censura pública.

        Na opinião de Aranha, é preciso que os médicos repensem seus papéis nas redes sociais. “Elas convidam a pessoa a responder de forma instantânea, intempestiva. O médico não tem que ser um santo, mas o ato médico exige prudência.”


    MÍDIAS SOCIAIS

        A violação do sigilo médico em mídias sociais não é uma prática incomum entre alunos de medicina, residentes e cirurgiões, aponta uma dissertação de mestrado apresentada nesta quarta (8), na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

        No estudo envolvendo 156 pessoas (52 alunos, 51 residentes e 53 docentes), o cirurgião Diego Adão Fanti Silva verificou que 53% dos alunos, 86% dos residentes e 62% dos docentes divulgam dados de pacientes nas mídias sociais. A maioria (entre 86,5% e 100%) relata que oculta a identidade dos pacientes no momento da divulgação.

        No trabalho, o autor diz que é ilegal e antiética a divulgação de imagens de pacientes mesmo com a autorização dos expostos e mesmo não identificando o doente.

        Só há permissão se a publicação tiver fins acadêmicos ou assistenciais – ainda assim, é necessário o consentimento do paciente.


    Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/ equilibrioesaude/2017/02/1857393-conselho-nao-cassa-registro-por- quebra-de-sigilo-medico.shtml. Acesso em: 8 out. 2017.

    No texto de Cláudia Colucci, o posicionamento do presidente do Cremesp e o do cirurgião em sua dissertação de mestrado
    Escolha uma alternativa para a questão 4f1d48b0-d8
  • Linguagens

    Português

    Era digital desafia exercício profissional


        ''A medicina não sobreviverá ao velho método do médico de família, mas terá que se adaptar”. A afirmação é do desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Diaulas Costa Ribeiro, proferida durante a mesa redonda “Panorama atual das mídias sociais e aplicativos na medicina contemporânea”. Para ele, as novas tecnologias trazem desafios que precisam ser colocados em perspectiva para garantir a ética e o sigilo.

        “Possivelmente vamos chegar a uma medicina sem gosto, distanciada, mas que também funciona. Talvez este não seja o fi m, mas um recomeço”, ponderou Ribeiro. Segundo ele, antes de gerar um novo modelo de atendimento médico, o “dr. Google” – termo que utilizou para indicar as buscas por informações médicas na internet – gerou um novo tipo de paciente, que passou a conhecer mais sobre as doenças e, por isso, exige um novo relacionamento com seu médico.

        O desembargador ainda reforçou a necessidade de se rediscutir questões como o uso da internet nessa relação médico-paciente e a segurança do sigilo médico neste cenário. “Precisamos refletir sobre algumas questões importantes. Quem guardará o sigilo? Ou não haverá sigilo? O sigilo médico será mantido ou  valerá o direito público à informação? Os conflitos serão reinventados ou serão os mesmos? A solução para os problemas será a de sempre?”, indagou. Ética – Na perspectiva do médico legista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Malthus Galvão, embora acredite que algumas mudanças serão inevitáveis e necessárias, é preciso defender os princípios fundamentais instituídos pelo Código de ética médica (CEM). 

        “As novas mídias devem ser entendidas como um sistema de interação social, de compartilhamento e criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos e não podemos perder essa oportunidade”, destacou. Ele lembra, por exemplo, que desde a Resolução CFM 1.643/2002, que defi ne e disciplina a prestação de serviços através da telemedicina, alguns avanços colaborativos já foram possíveis.    

        Galvão apresentou ainda preceitos da Resolução CFM 1.974/2011 e também da Lei do Ato Médico (12.842/2013), chamando a atenção para alguns cuidados que o médico deve ter ao divulgar conteúdo de forma sensacionalista. “Segundo o CEM, é vedada a divulgação de informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico. A internet deve ser usada como um instrumento de promoção da saúde e orientação à população”, reforçou.

    Editorial do Jornal Medicina – Publicação oficial do Conselho

    Federal de Medicina (CFM). Brasília, jul. 2017, p. 7.

    Diaulas Costa Ribeiro, desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), refere-se ao “dr. Google” para explicar o tipo de paciente da atualidade, ou seja,
    Escolha uma alternativa para a questão 4f1a333b-d8
  • Linguagens

    Português

    Era digital desafia exercício profissional


        ''A medicina não sobreviverá ao velho método do médico de família, mas terá que se adaptar”. A afirmação é do desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Diaulas Costa Ribeiro, proferida durante a mesa redonda “Panorama atual das mídias sociais e aplicativos na medicina contemporânea”. Para ele, as novas tecnologias trazem desafios que precisam ser colocados em perspectiva para garantir a ética e o sigilo.

        “Possivelmente vamos chegar a uma medicina sem gosto, distanciada, mas que também funciona. Talvez este não seja o fi m, mas um recomeço”, ponderou Ribeiro. Segundo ele, antes de gerar um novo modelo de atendimento médico, o “dr. Google” – termo que utilizou para indicar as buscas por informações médicas na internet – gerou um novo tipo de paciente, que passou a conhecer mais sobre as doenças e, por isso, exige um novo relacionamento com seu médico.

        O desembargador ainda reforçou a necessidade de se rediscutir questões como o uso da internet nessa relação médico-paciente e a segurança do sigilo médico neste cenário. “Precisamos refletir sobre algumas questões importantes. Quem guardará o sigilo? Ou não haverá sigilo? O sigilo médico será mantido ou  valerá o direito público à informação? Os conflitos serão reinventados ou serão os mesmos? A solução para os problemas será a de sempre?”, indagou. Ética – Na perspectiva do médico legista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Malthus Galvão, embora acredite que algumas mudanças serão inevitáveis e necessárias, é preciso defender os princípios fundamentais instituídos pelo Código de ética médica (CEM). 

        “As novas mídias devem ser entendidas como um sistema de interação social, de compartilhamento e criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos e não podemos perder essa oportunidade”, destacou. Ele lembra, por exemplo, que desde a Resolução CFM 1.643/2002, que defi ne e disciplina a prestação de serviços através da telemedicina, alguns avanços colaborativos já foram possíveis.    

        Galvão apresentou ainda preceitos da Resolução CFM 1.974/2011 e também da Lei do Ato Médico (12.842/2013), chamando a atenção para alguns cuidados que o médico deve ter ao divulgar conteúdo de forma sensacionalista. “Segundo o CEM, é vedada a divulgação de informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico. A internet deve ser usada como um instrumento de promoção da saúde e orientação à população”, reforçou.

    Editorial do Jornal Medicina – Publicação oficial do Conselho

    Federal de Medicina (CFM). Brasília, jul. 2017, p. 7.

    No primeiro parágrafo do editorial do CFM, as aspas são empregadas, respectivamente, para demarcar
    Escolha uma alternativa para a questão 4f13c3c2-d8
  • Linguagens

    Literatura

    Mas ... Houve um pequeno engano, um

    contratempo de última hora, que veio

    pôr dois bons sujeitos, pacatíssimos e

    pacíficos, num jogo dos demônios, numa

    comprida complicação.



    O trecho acima faz parte do conto “Duelo”, uma das narrativas de Sagarana, de João Guimarães Rosa. Essa narrativa, como um todo, apresenta

    Escolha uma alternativa para a questão 4f10d017-d8
  • Linguagens

    Literatura

    Jacinto, personagem de A Cidade e as Serras, deixa Paris e vai para Tormes, em Portugal. Lá vive em contato com o campo, em uma quinta herdada de seus ancestrais. Sua presença desperta curiosidade e suas ações contribuem para
    Escolha uma alternativa para a questão 4f0d9214-d8
  • Linguagens

    Literatura

    A MÁQUINA DO MUNDO


    E como eu palmilhasse vagamente

    uma estrada de Minas, pedregosa,

    e no fecho da tarde um sino rouco


    se misturasse ao som de meus sapatos

    que era pausado e seco; e aves pairassem

    no céu de chumbo, e suas formas pretas


    lentamente se fossem diluindo

    na escuridão maior, vinda dos montes

    e de meu próprio ser desenganado,


    a máquina do mundo se entreabriu

    para quem de a romper já se esquivava

    e só de o ter pensado se carpia.

    ( ... )


    O trecho ao lado integra um poema maior da obra Claro Enigma, de Carlos Drummond de Andrade. Considerando o poema como um todo, NÃO É CORRETO afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão 4f048a9b-d8
  • Linguagens

    Inglês

    The $900bn question: What is the Belt and Road initiative? 

    By Tom Phillips              https://www.theguardian.com               Acessado em 25/10/2017


       It’s a confusing title but it could turn out to be the largest ever infrastructure project with close to a trillion dollars being invested across the globe

       In concrete terms, the Belt and Road initiative is an immensely ambitious development campaign through which China wants to boost trade and stimulate economic growth across Asia and beyond. It hopes to do so by building massive amounts of infrastructure connecting it to countries around the globe. By some estimates, China plans to pump $150bn into such projects each year. In a report released at the start of this year, ratings agency Fitch said an extraordinary $900bn in projects were planned or underway.

       The Belt and Road initiative has two main prongs: one is called the ‘Silk Road Economic Belt’ (the belt) and the other the ‘21st Century Maritime Silk Road’ (the road). Bewilderingly, the ‘road’ is not actually a road but rather a sea route linking China’s southern coast to east Africa and the Mediterranean. The ‘belt’ is a series of overland corridors connecting China with Europe, via Central Asia and the Middle East.



    A iniciativa Belt and Road

    Escolha uma alternativa para a questão 4efd298e-d8
  • Linguagens

    Inglês

    Utilize o infográfico para responder a questão.


    Imagem da questão de Inglês, Ensino Einstein 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Com relação aos números apresentados no infográfico, é CORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 4ef7249a-d8
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    Can plants hear?
    Flora may be able to detect the sounds of flowing water or munching insects

        Pseudoscientific claims that music helps plants grow have been made for decades, despite evidence that is shaky at best. Yet new research suggests some flora may be capable of sensing sounds, such as the gurgle of water through a pipe or the buzzing of insects.
        In a recent study, Monica Gagliano, an evolutionary biologist at the University of Western Australia, and her colleagues placed pea seedlings in pots shaped like an upside-down Y. One arm of each pot was placed in either a tray of water or a coiled plastic tube through which water flowed; the other arm had dry soil. The roots grew toward the arm of the pipe with the fluid, regardless of whether it was easily accessible or hidden inside the tubing. “They just knew the water was there, even if the only thing to detect was the sound of it flowing inside the pipe,” Gagliano says. Yet when the seedlings were given a choice between the water tube and some moistened soil, their roots favored the latter. She hypothesizes that these plants use sound waves to detect water at a distance but follow moisture gradients to home in on their target when it is closer.
        The research, reported earlier this year in Oecologia, is not the first to suggest flora can detect and interpret sounds. A 2014 study showed the rock cress Arabidopsis can distinguish between caterpillar chewing sounds and wind vibrations – the plant produced more chemical toxins after “hearing” a recording of feeding insects. “We tend to underestimate plants because their responses are usually less visible to us. But leaves turn out to be extremely sensitive vibration detectors,” says lead study author Heidi M. Appel, an environmental scientist now at the University of Toledo.
    (Marta Zaraska. www.scientificamerican.com, 17.05.2017.)
    In the excerpt from the third paragraph “the first to suggest flora can detect”, the word in bold indicates
    Escolha uma alternativa para a questão 9847aa82-d7
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    Can plants hear?
    Flora may be able to detect the sounds of flowing water or munching insects

        Pseudoscientific claims that music helps plants grow have been made for decades, despite evidence that is shaky at best. Yet new research suggests some flora may be capable of sensing sounds, such as the gurgle of water through a pipe or the buzzing of insects.
        In a recent study, Monica Gagliano, an evolutionary biologist at the University of Western Australia, and her colleagues placed pea seedlings in pots shaped like an upside-down Y. One arm of each pot was placed in either a tray of water or a coiled plastic tube through which water flowed; the other arm had dry soil. The roots grew toward the arm of the pipe with the fluid, regardless of whether it was easily accessible or hidden inside the tubing. “They just knew the water was there, even if the only thing to detect was the sound of it flowing inside the pipe,” Gagliano says. Yet when the seedlings were given a choice between the water tube and some moistened soil, their roots favored the latter. She hypothesizes that these plants use sound waves to detect water at a distance but follow moisture gradients to home in on their target when it is closer.
        The research, reported earlier this year in Oecologia, is not the first to suggest flora can detect and interpret sounds. A 2014 study showed the rock cress Arabidopsis can distinguish between caterpillar chewing sounds and wind vibrations – the plant produced more chemical toxins after “hearing” a recording of feeding insects. “We tend to underestimate plants because their responses are usually less visible to us. But leaves turn out to be extremely sensitive vibration detectors,” says lead study author Heidi M. Appel, an environmental scientist now at the University of Toledo.
    (Marta Zaraska. www.scientificamerican.com, 17.05.2017.)
    De acordo com as ideias apresentadas pelo texto, a frase que contém uma ideia de suposição é:
    Escolha uma alternativa para a questão 984367f9-d7
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    Can plants hear?
    Flora may be able to detect the sounds of flowing water or munching insects

        Pseudoscientific claims that music helps plants grow have been made for decades, despite evidence that is shaky at best. Yet new research suggests some flora may be capable of sensing sounds, such as the gurgle of water through a pipe or the buzzing of insects.
        In a recent study, Monica Gagliano, an evolutionary biologist at the University of Western Australia, and her colleagues placed pea seedlings in pots shaped like an upside-down Y. One arm of each pot was placed in either a tray of water or a coiled plastic tube through which water flowed; the other arm had dry soil. The roots grew toward the arm of the pipe with the fluid, regardless of whether it was easily accessible or hidden inside the tubing. “They just knew the water was there, even if the only thing to detect was the sound of it flowing inside the pipe,” Gagliano says. Yet when the seedlings were given a choice between the water tube and some moistened soil, their roots favored the latter. She hypothesizes that these plants use sound waves to detect water at a distance but follow moisture gradients to home in on their target when it is closer.
        The research, reported earlier this year in Oecologia, is not the first to suggest flora can detect and interpret sounds. A 2014 study showed the rock cress Arabidopsis can distinguish between caterpillar chewing sounds and wind vibrations – the plant produced more chemical toxins after “hearing” a recording of feeding insects. “We tend to underestimate plants because their responses are usually less visible to us. But leaves turn out to be extremely sensitive vibration detectors,” says lead study author Heidi M. Appel, an environmental scientist now at the University of Toledo.
    (Marta Zaraska. www.scientificamerican.com, 17.05.2017.)
    In the excerpt from the second paragraph “their roots favored the latter”, the words in bold refer to
    Escolha uma alternativa para a questão 983b524c-d7
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    Can plants hear?
    Flora may be able to detect the sounds of flowing water or munching insects

        Pseudoscientific claims that music helps plants grow have been made for decades, despite evidence that is shaky at best. Yet new research suggests some flora may be capable of sensing sounds, such as the gurgle of water through a pipe or the buzzing of insects.
        In a recent study, Monica Gagliano, an evolutionary biologist at the University of Western Australia, and her colleagues placed pea seedlings in pots shaped like an upside-down Y. One arm of each pot was placed in either a tray of water or a coiled plastic tube through which water flowed; the other arm had dry soil. The roots grew toward the arm of the pipe with the fluid, regardless of whether it was easily accessible or hidden inside the tubing. “They just knew the water was there, even if the only thing to detect was the sound of it flowing inside the pipe,” Gagliano says. Yet when the seedlings were given a choice between the water tube and some moistened soil, their roots favored the latter. She hypothesizes that these plants use sound waves to detect water at a distance but follow moisture gradients to home in on their target when it is closer.
        The research, reported earlier this year in Oecologia, is not the first to suggest flora can detect and interpret sounds. A 2014 study showed the rock cress Arabidopsis can distinguish between caterpillar chewing sounds and wind vibrations – the plant produced more chemical toxins after “hearing” a recording of feeding insects. “We tend to underestimate plants because their responses are usually less visible to us. But leaves turn out to be extremely sensitive vibration detectors,” says lead study author Heidi M. Appel, an environmental scientist now at the University of Toledo.
    (Marta Zaraska. www.scientificamerican.com, 17.05.2017.)
    In the excerpt from the second paragraph “Yet when the seedlings”, the word “yet” indicates
    Escolha uma alternativa para a questão 9837ad4f-d7
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    Can plants hear?
    Flora may be able to detect the sounds of flowing water or munching insects

        Pseudoscientific claims that music helps plants grow have been made for decades, despite evidence that is shaky at best. Yet new research suggests some flora may be capable of sensing sounds, such as the gurgle of water through a pipe or the buzzing of insects.
        In a recent study, Monica Gagliano, an evolutionary biologist at the University of Western Australia, and her colleagues placed pea seedlings in pots shaped like an upside-down Y. One arm of each pot was placed in either a tray of water or a coiled plastic tube through which water flowed; the other arm had dry soil. The roots grew toward the arm of the pipe with the fluid, regardless of whether it was easily accessible or hidden inside the tubing. “They just knew the water was there, even if the only thing to detect was the sound of it flowing inside the pipe,” Gagliano says. Yet when the seedlings were given a choice between the water tube and some moistened soil, their roots favored the latter. She hypothesizes that these plants use sound waves to detect water at a distance but follow moisture gradients to home in on their target when it is closer.
        The research, reported earlier this year in Oecologia, is not the first to suggest flora can detect and interpret sounds. A 2014 study showed the rock cress Arabidopsis can distinguish between caterpillar chewing sounds and wind vibrations – the plant produced more chemical toxins after “hearing” a recording of feeding insects. “We tend to underestimate plants because their responses are usually less visible to us. But leaves turn out to be extremely sensitive vibration detectors,” says lead study author Heidi M. Appel, an environmental scientist now at the University of Toledo.
    (Marta Zaraska. www.scientificamerican.com, 17.05.2017.)
    De acordo com o segundo parágrafo,
    Escolha uma alternativa para a questão 9833698b-d7
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema “A última nau”, da obra Mensagem, de Fernando Pessoa, para responder à questão.

    Levando a bordo El-Rei D. Sebastião,
    E erguendo, como um nome, alto o pendão
    Do Império,
    Foi-se a última nau, ao sol aziago1
    Erma2 , e entre choros de ânsia e de pressago3
    Mistério.

    Não voltou mais. A que ilha indescoberta
    Aportou? Voltará da sorte incerta
    Que teve?
    Deus guarda o corpo e a forma do futuro,
    Mas Sua luz projeta-o, sonho escuro
    E breve.

    Ah, quanto mais ao povo a alma falta,
    Mais a minha alma atlântica se exalta
    E entorna,
    E em mim, num mar que não tem tempo ou spaço,
    Vejo entre a cerração teu vulto baço
    Que torna.

    Não sei a hora, mas sei que há a hora,
    Demore-a Deus, chame-lhe a alma embora
    Mistério.
    Surges ao sol em mim, e a névoa finda:
    A mesma, e trazes o pendão ainda
    Do Império.

    (Obra poética, 1987.)
    1aziago: funesto.
    2erma: solitária.
    3pressago: presságio.
    Os pronomes oblíquos assumem, geralmente, a função de complementos verbais. Em “projeta-o” (2ª estrofe) e “Demore-a” (4ª estrofe), os pronomes oblíquos referem-se, respectivamente, aos termos
    Escolha uma alternativa para a questão 982a55f2-d7