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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 495 de 950

  • Linguagens

    Português

                       
              O velho Lima

          O velho Lima, que era empregado – empregado antigo – numa das nossas repartições públicas, e morava no Engenho de Dentro, caiu de cama, seriamente enfermo, no dia 14 de novembro de 1889, isto é, na véspera da Proclamação da República dos Estados Unidos do Brasil.
          O doente não considerou a moléstia coisa de cuidado, e tanto assim foi que não quis médico. Entretanto, o velho Lima esteve de molho oito dias.
          O nosso homem tinha o hábito de não ler jornais e, como em casa nada lhe dissessem (porque nada sabiam), ele ignorava completamente que o Império se transformara em República.
          No dia 23, restabelecido e pronto para outra, comprou um bilhete, segundo o seu costume, e tomou lugar no trem, ao lado do comendador Vidal, que o recebeu com estas palavras:
          – Bom dia, cidadão.
          O velho Lima estranhou o cidadão, mas de si para si pensou que o comendador dissera aquilo como poderia ter dito ilustre, e não deu maior importância ao cumprimento, limitando-se a responder:
          – Bom dia, comendador.
          – Qual comendador! Chama-me Vidal! Já não há mais comendadores!
          – Ora essa! Então por quê?
          – A República deu cabo de todas as comendas! Acabaram-se!
          O velho Lima encarou o comendador e calou-se, receoso de não ter compreendido a pilhéria.
          Ao entrar na sua seção, o velho Lima sentou-se e viu que tinham tirado da parede uma velha litografia representando D. Pedro de Alcântara. Como na ocasião passasse um contínuo, perguntou-lhe:
          – Por que tiraram da parede o retrato de Sua Majestade?
          O contínuo respondeu num tom lentamente desdenhoso:
          – Ora, cidadão, que fazia ali a figura do Pedro Banana?
          – Pedro Banana! – repetiu raivoso o velho Lima.
          – Não dou três anos para que isso seja República!

                                                      (Arthur Azevedo. Seleção de contos, 2014)

    Assinale a alternativa em que a passagem está reescrita, de acordo os sentidos do original e com a norma-padrão de emprego e colocação de pronomes.
    Escolha uma alternativa para a questão 76c42778-ad
  • Linguagens

    Português

                       
              O velho Lima

          O velho Lima, que era empregado – empregado antigo – numa das nossas repartições públicas, e morava no Engenho de Dentro, caiu de cama, seriamente enfermo, no dia 14 de novembro de 1889, isto é, na véspera da Proclamação da República dos Estados Unidos do Brasil.
          O doente não considerou a moléstia coisa de cuidado, e tanto assim foi que não quis médico. Entretanto, o velho Lima esteve de molho oito dias.
          O nosso homem tinha o hábito de não ler jornais e, como em casa nada lhe dissessem (porque nada sabiam), ele ignorava completamente que o Império se transformara em República.
          No dia 23, restabelecido e pronto para outra, comprou um bilhete, segundo o seu costume, e tomou lugar no trem, ao lado do comendador Vidal, que o recebeu com estas palavras:
          – Bom dia, cidadão.
          O velho Lima estranhou o cidadão, mas de si para si pensou que o comendador dissera aquilo como poderia ter dito ilustre, e não deu maior importância ao cumprimento, limitando-se a responder:
          – Bom dia, comendador.
          – Qual comendador! Chama-me Vidal! Já não há mais comendadores!
          – Ora essa! Então por quê?
          – A República deu cabo de todas as comendas! Acabaram-se!
          O velho Lima encarou o comendador e calou-se, receoso de não ter compreendido a pilhéria.
          Ao entrar na sua seção, o velho Lima sentou-se e viu que tinham tirado da parede uma velha litografia representando D. Pedro de Alcântara. Como na ocasião passasse um contínuo, perguntou-lhe:
          – Por que tiraram da parede o retrato de Sua Majestade?
          O contínuo respondeu num tom lentamente desdenhoso:
          – Ora, cidadão, que fazia ali a figura do Pedro Banana?
          – Pedro Banana! – repetiu raivoso o velho Lima.
          – Não dou três anos para que isso seja República!

                                                      (Arthur Azevedo. Seleção de contos, 2014)

    O lado humorístico do conto decorre do fato de o velho Lima
    Escolha uma alternativa para a questão 76b0b71a-ad
  • Linguagens

    Português

     
        Na virada do século, chegou o euro. Na prática, era como se o marco alemão mudasse de nome para “euro" e passasse a suprir o resto do continente (a maior parte dele, pelo menos). Parecia bom para todas as partes. Os governos dos países menos pibados passariam a receber os impostos dos seus cidadãos em euros, uma moeda garantida pelo PIB alemão. Impostos servem para pagar as dívidas dos governos – além da lagosta dos governantes. E agora os contribuintes pagavam em euros. Resultado: o mercado passou a emprestar para os países bagunçados da Europa a juros baixíssimos.

          Aí choveu euro na periferia da Europa. A economia ali cresceu como nunca, mas os governantes gastaram como sempre. Além disso, não perceberam que seus países eram pequenos demais para suportar o peso de uma moeda forte.

          Com os PIBs dos europobres caindo, a arrecadação deles diminuiu. Menos arrecadação, mais problemas para pagar dívidas. Aí tome mais dinheiro emprestado para ir rolando a pendura, só que agora a juros menos fofos.

    (Superinteressante, agosto de 2015. Adaptado)


    De acordo com a norma-padrão, assinale a alternativa correta quanto à regência e ao uso ou não do acento indicativo da crase.
    Escolha uma alternativa para a questão 76abc6a1-ad
  • Linguagens

    Português

     
        Na virada do século, chegou o euro. Na prática, era como se o marco alemão mudasse de nome para “euro" e passasse a suprir o resto do continente (a maior parte dele, pelo menos). Parecia bom para todas as partes. Os governos dos países menos pibados passariam a receber os impostos dos seus cidadãos em euros, uma moeda garantida pelo PIB alemão. Impostos servem para pagar as dívidas dos governos – além da lagosta dos governantes. E agora os contribuintes pagavam em euros. Resultado: o mercado passou a emprestar para os países bagunçados da Europa a juros baixíssimos.

          Aí choveu euro na periferia da Europa. A economia ali cresceu como nunca, mas os governantes gastaram como sempre. Além disso, não perceberam que seus países eram pequenos demais para suportar o peso de uma moeda forte.

          Com os PIBs dos europobres caindo, a arrecadação deles diminuiu. Menos arrecadação, mais problemas para pagar dívidas. Aí tome mais dinheiro emprestado para ir rolando a pendura, só que agora a juros menos fofos.

    (Superinteressante, agosto de 2015. Adaptado)


    Assinale a alternativa em que a referência ao PIB confere um sentido pejorativo ao enunciado, elaborado de acordo com a norma-padrão.
    Escolha uma alternativa para a questão 76a69028-ad
  • Linguagens

    Inglês

             
                    China has created a monster it can't control

    By Jeremy Warner

          3 Sep 2015 

          When in trouble, shoot the messenger. This timehonoured approach to dealing with unwelcome news was much in evidence in China this week when nearly 200 people were rounded up and criminally charged with spreading “false" rumours about the stock market and the economy, or otherwise profiting from their travails.
          One luckless financial journalist was ritually paraded on state TV, tearfully confessing his “crimes". Meanwhile, the head of the Chinese desk of one London-based hedge fund group was summoned to a “meeting" with regulators, and hasn't been heard of since. Her Chinese husband says “she's gone on holiday". We can only hope it is not to the re-indoctrination of the asbestos mines. Despite the massive progress of recent decades, old habits die hard.
          China was meant to have embraced free market reform, yet these latest actions suggest an altogether different approach. Roughly summarised, it amounts to: “Reform good, but woe betide the free market if it doesn't do what the high command wants it to." When the stock market was going up, the Chinese authorities were perfectly happy to tolerate what, to virtually all Western observers, looked like a dangerously speculative bubble, vaingloriously believing it to be a fair reflection of the wondrous successes of the Chinese economy.
          The first rule of stock market investment – that share prices can go down as well as up – seems to have been almost wholly forgotten in the scramble for instant riches. When, inevitably, the stock market crashed, the authorities threw the kitchen sink at the problem, but they failed to halt the carnage. This was an even ruder awakening – for it demonstrated to an already disillusioned public that policy-makers were no longer in control of events. Perhaps they hadn't noticed, but there are today more Chinese with stock trading accounts – some 90 million – than there are members of the Communist Party – “just" 80 million. In any case, powerless before the storm, the authorities have instead turned to scapegoating.
          Apparently more liberal, advanced economies, it ought to be said, are by no means averse to this kind of behaviour either. A few years back, Italian prosecutors charged nine employees of Standard & Poor's and Fitch Rating with market abuse for daring to downgrade Italy's credit rating, while it is still commonplace in France to blame Anglo-Saxon speculators and their cronies in the London press for any financial or economic setback.
          Nor are Western governments and central bankers averse to a little market manipulation when it suits them. What is “quantitative easing" other than money printing to prop up asset prices, including stocks and shares? Chinese refusal to accept the judgments of “Mr Market", it might be argued, is just a more extreme version of the same thing. Small wonder that European officials sometimes look longingly across at the state-directed capitalism practised in China, and pronounce it a model we might perhaps aspire to ourselves.
          As recent events have demonstrated, we should not. China's stock market crash is not the work of malicious financial journalists and short-selling hedge funds, but a signal of difficult time ahead and perhaps even of an economic roadcrash to come. After nearly 35 years of spectacular progress, the Chinese economy faces multiple challenges on many fronts which are not going to be solved by denying harsh realities and imprisoning journalists.
          The progress of recent decades belies an industrial sector which in truth has become quite seriously uncompetitive by international standards. Many of China's factories need completely retooling to keep up with developments in robotics and other forms of mechanisation. Yet if industry is to get less labour intensive, this only further steepens the challenge of employment creation.
          It is reckoned that China needs to create some 20 million jobs a year just to keep pace with employment demand as the population shifts from land to town, eight million of them in high-end professions to cater for the country's burgeoning output of graduates. China's modernisation has created a monster which it is struggling to feed.
          As the export-growth story waned, China compensated by unleashing a massive investment boom, which internal demand is now struggling to keep up with, rendering many of the country's shiny new constructs uneconomic and overburdened with bad debts.
          The Chinese leadership looks to growth in consumption and service industries to plug the gap, but these new sources of demand can't do so without further free-market reform, which in turn requires further loosening of the shackles of political control. Without growth, the Communist Party loses its political legitimacy, yet the old growth model is broken, and to achieve a new one, the authorities must cede the very power and influence that sustains them. Rumour-mongering journalists and short-selling speculators can only be blamed for so long.

                                                                 (http://www.telegraph.co.uk. Adapted)


    The last paragraph leads the reader to conclude that
    Escolha uma alternativa para a questão 75b4aaa5-ad
  • Linguagens

    Inglês

              A Housing Meltdown Looms in Brazil as Builders Seek Debt Relief

    by Julia Leite and Paula Sambo

          August 26, 2015

          Not long ago, Brazil's real-estate market was one of the biggest symbols of the country's burgeoning economic might. Now, it's fallen victim to an ever-deepening recession.
           PDG Realty SA, once the largest homebuilder by revenue, hired Rothschild last week to help restructure 5.8 billion reais ($1.6 billion) of debt after second-quarter net sales sank 88 percent. Earlier this month, Rossi Residencial SA, which has 2.5 billion reais in debt, also brought in advisers to “restructure operations and review strategies." Since 2010, the builder has lost 99 percent of its stock-market value.
          The real-estate industry, which is equal to about 10 percent of Brazil's economy, is emerging as one of the latest casualties of a recession that analysts forecast will be its longest since the 1930s. To make matters worse, interest rates are the highest in almost a decade while inflation is soaring. “There is no real estate company that survives without sales," Bruno Mendonça Lima de Carvalho, the head of fixed income at Guide Investimentos SA, said from Sao Paulo. “You can't import or export apartments. You're relying solely on domestic activity."
          PDG tried to boost revenue by lowering prices, financing up to 20 percent of some home purchases and even offering to buy back apartments if banks deny financing. Still, it sold just 217 units in the second quarter on a net basis, compared with 1,749 in 2014.

          Negative Outlook

          On Friday, Moody's Investors Service cut PDG's rating three levels to Caa3, citing the possibility of significant losses for bondholders and other lenders. Secured creditors may recover less than 80 percent in a default, according to Moody's, which kept a negative outlook on the rating. “The company is facing additional liquidity pressures from a prolonged deterioration in industry dynamics, including weak sales speed, tight financing availability and declining real estate prices," Moody's said.
          Sao Paulo-based Rossi said in an e-mailed response to questions that second quarter sales improved and that the company's main focus is to reduce debt. Gross debt fell about 30 percent in the 12 months ended in June, Rossi said.
          Home sales in Latin America's biggest economy tumbled 14 percent in the first half of 2015, according to data from the national real estate institute. Builders cut new projects by 20 percent during that span, while available financing shrank by about a quarter.

          Real's Collapse

          That's a reversal from just two years ago, when realestate prices in places like Rio de Janeiro and Sao Paulo had surged as much as 230 percent as rising incomes, a soaring real and record-low borrowing costs ignited a wave of home buying.  
          Brazilians find themselves in drastically different circumstances today. The currency fell 0.4 percent Wednesday as of 3:25 p.m. in New York, extending its loss this year to 26 percent. The jobless rate climbed to a five-year high of 7.5 percent last month.
          The central bank boosted its key rate to 14.25 percent in July, making it ever more expensive to finance the purchase of a home. “It's a matter of demand, and demand is really weak," Will Landers, who manages Latin American stocks at BlackRock, said from Princeton, New Jersey. “We may have reached a peak in interest rates, but they should continue to be at these levels for a while. Consumers will stay on the sidelines because debt levels are still high, and employment will get worse."

                                  (Business Week at www.bloomberg.com/news. Adapted)

    The third paragraph implies that
    Escolha uma alternativa para a questão 7563b9a4-ad
  • Linguagens

    Literatura

    Os excertos a seguir são de Cecília Meireles e Carpinejar, respectivamente.

                     “Minhas mãos ainda estão molhadas

                      do azul das ondas entreabertas,

                      e a cor que escorre dos meus dedos

                      colore as areias desertas".

                                                                (MEIRELES, 2000, p. 27).

                      “A matilha dos filhos

                        fareja o sonho inacabado,

                        perseguindo tua lapela castanha,

                        o açúcar do linho,

                        olor de café aquecido".

                                                       (CARPINEJAR, 2008, p. 58-59). 

    Em ambas as composições, os versos acima revelam que o sujeito lírico tem do mundo uma percepção 



    Escolha uma alternativa para a questão 8e7ced81-a7
  • Linguagens

    Português

    O trecho a seguir pertence ao conto “A terceira margem do rio", de Guimarães Rosa.

    “Sou homem de tristes palavras. De que era que eu tinha tanta, tanta culpa? Se o meu pai, sempre fazendo ausência: e o rio-rio-rio, o rio – pondo perpétuo".

                                                                                                                  (ROSA, 1994, p. 412).

    A partir do excerto lido, assinale a alternativa que apresenta a melhor aproximação do conto com a obra Um terno de pássaros ao Sul, de Carpinejar

    Escolha uma alternativa para a questão 8e71c69d-a7
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o fragmento.

         “Estávamos em fins de janeiro. Os paus-d'arco, floridos, salpicavam a mata de pontos amarelos; de manhã a serra cachimbava; o riacho, depois das últimas trovoadas, cantava grosso, bancando rio, e a cascata em que se despenha, antes de entrar no açude, enfeitava-se de espuma". (RAMOS, 1977, p. 86). 

          Embora produzido no contexto da estética modernista, o romance aproxima-se, na citação lida, a outro movimento literário marcado pela valorização e idealização da natureza, qual seja: 


    Escolha uma alternativa para a questão 8e66e839-a7
  • Linguagens

    Literatura

    Em seu esforço para dar sentido a si mesmo e ao passado, o relato de Paulo Honório, em São Bernardo, ganha nuances psicológicas e aproxima-se ao de outro narrador-protagonista muito famoso na Literatura Brasileira: Bentinho, o Dom Casmurro, criado por Machado de Assis na obra homônima. Os trechos a seguir pertencem aos dois romances, respectivamente, e referem-se à relação matrimonial dos protagonistas.

    - “O que eu dizia era simples, direto, e procurava debalde em minha mulher concisão e clareza. Usar aquele vocabulário, vasto, cheio de ciladas, não me seria possível. E se ela tentava empregar a minha linguagem resumida, matuta, as expressões mais inofensivas e concretas eram para mim semelhantes às cobras: faziam voltas, picavam e tinham significação venenosa". (RAMOS, 1977, p. 141). [...] – “O que estragou tudo foi esse ciúme, Paulo". (RAMOS, 1977, p. 147).

    - “Tinha-me lembrado a definição que José Dias dera deles, 'olhos de cigana oblíqua e dissimulada" (ASSIS, 1988, p. 46). – “Pois até os defuntos! Nem os mortos escapam aos seus ciúmes!" (ASSIS, 1988, p. 145).

    Assinale e alternativa que melhor descreve o clima que envolve os narradores, em suas relações amorosas, nos romances mencionados. 

    Escolha uma alternativa para a questão 8e61d4e0-a7
  • Linguagens

    Literatura

    No romance São Bernardo, de Graciliano Ramos, a aquisição da fazenda São Bernardo pelo narrador-protagonista, Paulo Honório, ilustra o capitalismo predatório, sistema econômico que prima pelo acúmulo de capital a qualquer custo. A citação que melhor caracteriza esse sistema econômico é:
    Escolha uma alternativa para a questão 8e5bdb4c-a7
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto abaixo.

                          Victoria and Albert: how a royal love changed culture

                                                                                                               By Lucinda Hawksley 

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UCS 2015, Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UCS 2015, Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions 


    Disponível em: <http://www.bbc.com/culture/story/20150623-victoria-albert-cultural-impact>.

    Acesso em: 3 ago. 15. (Parcial e adaptado.)

    Assinale a alternativa cujos elementos melhor substituem, respectivamente, os termos sublinhados nos segmentos a seguir.

    I Despite the fact that Victoria and Albert often favoured artists from Germany (linha 30).

    II Scottish authors Robert Louis Stevenson and Sir Walter Scott also owe Victoria a debt – in fact, the royal couple’s love of Scotland (linhas 42 e 43).
    Escolha uma alternativa para a questão b2c1d161-a6
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto abaixo.

                          Victoria and Albert: how a royal love changed culture

                                                                                                               By Lucinda Hawksley 

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UCS 2015, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UCS 2015, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects 


    Disponível em: <http://www.bbc.com/culture/story/20150623-victoria-albert-cultural-impact>.

    Acesso em: 3 ago. 15. (Parcial e adaptado.)

    Em relação à expressão engagement ring (linha 17), é correto afirmar que o segmento – an item little known in Britain in the first half of the 19th Century – (linhas 17 e 18), encerra uma.
    Escolha uma alternativa para a questão b2bcfab8-a6
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto abaixo.

                          Victoria and Albert: how a royal love changed culture

                                                                                                               By Lucinda Hawksley 

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UCS 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UCS 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension 


    Disponível em: <http://www.bbc.com/culture/story/20150623-victoria-albert-cultural-impact>.

    Acesso em: 3 ago. 15. (Parcial e adaptado.)

    Com base no texto, é correto afirmar que:

    I foi Vitoria quem pediu Alberto em casamento.

    II take for granted (linha 11) pode ser traduzido como que recebemos como doações.

    III Alberto e Vitoria eram artistas talentosos.

    Das proposições acima.
    Escolha uma alternativa para a questão b2b891e9-a6
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto abaixo.

                          Victoria and Albert: how a royal love changed culture

                                                                                                               By Lucinda Hawksley 

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UCS 2015, Tradução | Translation

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UCS 2015, Tradução | Translation 


    Disponível em: <http://www.bbc.com/culture/story/20150623-victoria-albert-cultural-impact>.

    Acesso em: 3 ago. 15. (Parcial e adaptado.)

    Considerando o texto, assinale a alternativa em que o termo presente na COLUNA B melhor traduz o da COLUNA A.
    Escolha uma alternativa para a questão b2b319ab-a6
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto abaixo.

                          Victoria and Albert: how a royal love changed culture

                                                                                                               By Lucinda Hawksley 

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UCS 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UCS 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension 


    Disponível em: <http://www.bbc.com/culture/story/20150623-victoria-albert-cultural-impact>.

    Acesso em: 3 ago. 15. (Parcial e adaptado.)

    Assinale a alternativa em que o termo noted melhor substitui o vocábulo sublinhado, sem prejuízo para o sentido da oração.
    Escolha uma alternativa para a questão b18b7d5d-a6
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto abaixo.

                          Victoria and Albert: how a royal love changed culture

                                                                                                               By Lucinda Hawksley 

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UCS 2015, Preposições | Prepositions

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UCS 2015, Preposições | Prepositions 


    Disponível em: <http://www.bbc.com/culture/story/20150623-victoria-albert-cultural-impact>.

    Acesso em: 3 ago. 15. (Parcial e adaptado.)

    Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do texto nas linhas 02, 07 e 20.
    Escolha uma alternativa para a questão b1863eb7-a6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UCS 2015, Adjetivos

    Com base no texto, analise as proposições a seguir, quanto à sua veracidade (V) ou falsidade (F), em relação ao emprego de elementos linguísticos.

    ( ) O substantivo regimes (linha 10) pode ser substituído, sem comprometimento de sentido, por governos.

    ( ) O fragmento No romance (linha 14) refere-se ao livro 1984.

    ( ) O adjetivo dissidente (linha 15) pode ser substituído, sem comprometimento de sentido, por divergente.

    Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente os parênteses, de cima para baixo.

    Escolha uma alternativa para a questão 403c0087-a6
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UCS 2015, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Segundo o texto, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 3ab0b7e5-a6
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UCS 2015, Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y Expresiones

    De acordo com o texto, é correto afirmar que

    I quitarse (linha 42) equivale a manter-se.

    II hechizo (linha 49) equivale a feitiço.

    III si hubiera dormido (linha 51) equivale a se tivesse dormido.

    Das proposições acima,

    Escolha uma alternativa para a questão 3aaac54a-a6