Português
- Coesão e coerência
- Prova de 2011
- UNEMAT
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: A300556B-AF
Questões filtradas
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“No entanto, essa pena alternativa só é aplicável a pessoas acusadas de crimes leves, como desacato e calúnia, por exemplo, e condenadas a até 2 anos de prisão”.
Esse enunciado não terá prejuízo de sentido, no texto, se substituir o “no entanto” em negrito por:
A conjunção, do ponto de vista semântico, estabelece relações de vários sentidos entre as orações que liga.
Relacione as duas colunas de acordo com as relações estabelecidas pelas conjunções destacadas nas frases.
Coluna I
A) Relação de adição.
B) Relação de oposição.
C) Relação de alternância.
D) Relação de causa.
E) Relação de consequência.
Coluna II
1) Não veio à escola nem justificou a falta. ( )
2) Ou compra um carro, ou anda a pé. ( )
3) Estamos cansados porque andamos bastante na mata. ( )
4) O solo é seco, mas conseguimos uma boa safra este ano. ( )
5) Havia tanta gente no Sambódromo, que não dava para caminhar. ( )
Assinale a alternativa correta.

A obra Sagarana, de Guimarães Rosa, cinde uma das mais belas coletâneas de contos/novelas da Literatura contemporânea do Brasil, segundo a crítica. Uma de suas narrativas mais densas tem com enredo a vida de um valentão arrependido que, depois de ter sido deixado quase morto pelos capangas do adversário, levou anos a restaurar a saúde do corpo e amansar o espírito sedento de vingança.
Assinale a alternativa que indica o título a que se refere o texto.





El día de los muertos en México (2 de noviembre)
Este día se celebra la máxima festividad de los muertos en México. La celebración está llena de muchas costumbres. A las personas les gusta ir y llevar flores a las tumbas de sus muertos pero para otras representa todo un rito que comienza en la madrugada cuando muchas familias hacen altares de muertos sobre las lápidas de sus difuntos familiares. Estos altares tienen un gran significado ya que con ellos se cree que se ayuda a sus muertos a llevar un buen camino durante la muerte. Esta creencia es una mezcla de las tradiciones religiosas precolombinas y la católica. Otros altares más complejos, según la tradición, deben de constar de 7 niveles o escalones que representan los niveles que tiene que pasar el alma de un muerto para poder descansar. Estos altares se realizan generalmente en lugares con gran espacio.
Disponível em: http://www.sanmiguelguide.com. Acesso em: 22 maio 2009 (adaptado).

Disponível em: http://www.educima.com. Acesso em: 22 maio 2009.
Como no Brasil, o México também homenageia seus
mortos no dia 2 de novembro, mas cada lugar tem suas
próprias características. Baseando-se no texto, a origem
dessa celebração no México deve-se

O exemplo de gênero textual citado é largamente
utilizado em bibliotecas. Suas características o definem
como pertencente ao gênero
Árvore da Língua
Ao longo dos três andares, uma instalação de 16 metros de altura mostra palavras com mais de 6 mil anos, projetadas em folhas da Árvore da Língua. Ela faz os significados dançarem para falar da evolução do indo-europeu ao latim e, dele, ao português. Criada pelo designer Rafic Farah, a escultura é pontuada por um mantra de Arnaldo Antunes, com os termos "língua" e "palavra" cantados em vários idiomas.
SCARDOVELI, E. Revista Língua Portuguesa. Ano II, n° 6. São Paulo: Segmento, 2006.
O texto apresentado pertence ao domínio jornalístico. Sua finalidade e sua composição estrutural caracterizam-no como

A relação entre texto e imagem potencializa a força de
persuasão desse anúncio, que apresenta como principal
objetivo
Diz-se, em termos gerais, que é preciso "falar a mesma língua": o português, por exemplo, que é a língua que utilizamos. Mas trata-se de uma língua portuguesa ou de várias línguas portuguesas? O português da Bahia é o mesmo português do Rio Grande do Sul? Não está cada um deles sujeito a influências diferentes — linguísticas, climáticas, ambientais? O português do médico é igual ao do seu cliente? O ambiente social e o cultural não determinam a língua? Estas questões levam à constatação de que existem níveis de linguagem. O vocabulário, a sintaxe e mesmo a pronúncia variam segundo esses níveis.
VANOYE, F. Usos da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1981 (fragmento).
Na fala e na escrita, são observadas variações de uso,
motivadas pela classe social do indivíduo, por sua
região, por seu grau de escolaridade, pelo gênero, pela
intencionalidade do ato comunicativo, ou seja, pelas
situações linguísticas e sociais em que a linguagem é
empregada. A variedade linguística adequada à situação
específica de uso social está expressa
Mudança
Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da catinga rala.
Arrastaram-se para lá, devagar, sinhá Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio. As manchas dos juazeiros tornaram a aparecer, Fabiano aligeirou o passo, esqueceu a fome, a canseira e os ferimentos. Deixaram a margem do rio, acompanharam a cerca, subiram uma ladeira, chegaram aos juazeiros. Fazia tempo que não viam sombra.
RAMOS, G. Vidas secas. Rio de Janeiro: Record, 2008 (fragmento).
Valendo-se de uma narrativa que mantém o distanciamento na abordagem da realidade social em questão, o texto expõe a condição de extrema carência dos personagens acuados pela miséria.
O recurso utilizado na construção dessa passagem, o qual comprova a postura distanciada do narrador, é a
— Adiante... Adiante... Não pares... Eu vejo. Canaã! Canaã!
Mas o horizonte da planície se estendia pelo seio da noite e se confundia com os céus.
Milkau não sabia para onde o impulso os levava: era o desconhecido que os atraía com a poderosa e magnética força da Ilusão. Começava a sentir a angustiada sensação de uma corrida no Infinito...
— Canaã! Canaã!... suplicava ele em pensamento, pedindo à noite que lhe revelasse a estrada da Promissão.
E tudo era silêncio, e mistério... Corriam... corriam. E o mundo parecia sem fim, e a terra do Amor mergulhada, sumida na névoa incomensurável... E Milkau, num sofrimento devorador, ia vendo que tudo era o mesmo; horas e horas, fatigados de voar, e nada variava, e nada lhe aparecia... Corriam... corriam...
ARANHA, G. Canaã. São Paulo: Ática, 1998 (fragmento).
O sonho da terra prometida revela-se como valor humano
que faz parte do imaginário literário brasileiro desde a
chegada dos portugueses. Ao descrever a situação final
das personagens Milkau e Maria, Graça Aranha resgata
esse desejo por meio de uma perspectiva


The fragments below share the question “What’s in a name?”:

The author of the text uses a resource that consists of borrowing from another text, published beforehand.
This resource is called: