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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 717 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    THE PERILS OF POLYGAMY

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from The Economist, December 23, 2017.
    With respect to William, the information in paragraph 1 most supports which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão 61d99445-16
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão 

        Vindos do norte, da fronteira velha-de-guerra, bem montados, bem enroupados, bem apessoados, chegaram uns oito homens, que de longe se via que eram valentões: primeiro surgiu um, dianteiro, escoteiro, que percorreu, de ponta a ponta, o povoado, pedindo água à porta de uma casa, pedindo pousada em outra, espiando muito para tudo e fazendo pergunta e pergunta; depois, então, apareceram os outros, equipados com um despropósito de armas – carabinas, novinhas quase; garruchas, de um e de dois canos; revólveres de boas marcas; facas, punhais, quicés de cabos esculpidos; porretes e facões, – e transportando um excesso de breves nos pescoços.
        O bando desfilou em formação espaçada, o chefe no meio. E o chefe – o mais forte e o mais alto de todos, com um lenço azul enrolado no chapéu de couro, com dentes brancos limados em acume, de olhar dominador e tosse rosnada, mas sorriso bonito e mansinho de moça – era o homem mais afamado dos dois sertões do rio: célebre do Jequitinhonha à Serra das Araras, da beira do Jequitaí à barra do Verde Grande, do Rio Gavião até nos Montes Claros, de Carinhanha até Paracatu; maior do que Antônio Dó ou Indalécio; o arranca-toco, o treme-terra, o come-brasa, o pega-à-unha, o fecha-treta, o tira-prosa, o parte-ferro, o rompe-racha, o rompe-e-arrasa: Seu Joãozinho Bem-Bem.

    João Guimarães Rosa, “A hora e vez de Augusto Matraga”, in Sagarana.
    Considerado no contexto do trecho de Guimarães Rosa, o prefixo sublinhado assume sentido intensificador, e não ideia de negação ou de oposição, na seguinte palavra do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 61cf38bd-16
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    According to the information in the article, all of the following most likely contributed to the Great Famine of the fourteenth century except
    Escolha uma alternativa para a questão b12f345e-15
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The last sentence of the article, “That’s a lot of milk,” most likely refers to which aspect of certain polygamous societies?
    Escolha uma alternativa para a questão b11ba40f-15
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    In paragraph 4, “This” in the phrase “This is one of the reasons why the Arab Spring erupted…” most likely refers specifically to
    Escolha uma alternativa para a questão b10e7b91-15
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    In paragraph 2, the sentence “All true, but not the whole story” most likely refers to which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão b1067ccf-15
  • Linguagens

    Português

          Vindos do norte, da fronteira velha-de-guerra, bem montados, bem enroupados, bem apessoados, chegaram uns oito homens, que de longe se via que eram valentões: primeiro surgiu um, dianteiro, escoteiro, que percorreu, de ponta a ponta, o povoado, pedindo água à porta de uma casa, pedindo pousada em outra, espiando muito para tudo e fazendo pergunta e pergunta; depois, então, apareceram os outros, equipados com um despropósito de armas – carabinas, novinhas quase; garruchas, de um e de dois canos; revólveres de boas marcas; facas, punhais, quicés de cabos esculpidos; porretes e facões, – e transportando um excesso de breves nos pescoços.

          O bando desfilou em formação espaçada, o chefe no meio. E o chefe – o mais forte e o mais alto de todos, com um lenço azul enrolado no chapéu de couro, com dentes brancos limados em acume, de olhar dominador e tosse rosnada, mas sorriso bonito e mansinho de moça – era o homem mais afamado dos dois sertões do rio: célebre do Jequitinhonha à Serra das Araras, da beira do Jequitaí à barra do Verde Grande, do Rio Gavião até nos Montes Claros, de Carinhanha até Paracatu; maior do que Antônio Dó ou Indalécio; o arranca-toco, o treme-terra, o come-brasa, o pega-à-unha, o fecha-treta, o tira-prosa, o parte-ferro, o rompe-racha, o rompe-e-arrasa: Seu Joãozinho Bem-Bem.

                      João Guimarães Rosa, “A hora e vez de Augusto Matraga”, in Sagarana. 

    O tipo de valentão armado, figurado no texto de Guimarães Rosa, atuando isoladamente ou em grupo, é personagem frequente na ficção brasileira – literária, cinematográfica etc. Corresponde também a esse tipo a personagem
    Escolha uma alternativa para a questão b0e1735f-15
  • Linguagens

    Português

                                             Imagem da questão de Português, FGV 2018, Interpretação de Textos


          À hora do primeiro almoço, como prometera, Aristarco mostrou-se em toda a grandeza fúnebre dos justiçadores. De preto. Calculando magnificamente os passos pelos do diretor, seguiam-no em guarda de honra muitos professores. À porta fronteira, mais professores de pé e os bedéis ainda, e a multidão bisbilhoteira dos criados.

          Tão grande a calada, que se distinguia nítido o tique-taque do relógio, na sala de espera, palpitando os ansiados segundos.

          Aristarco soprou duas vezes através do bigode, inundando o espaço com um bafejo de todo-poderoso.

          E, sem exórdio:

          “Levante-se, Sr. Cândido Lima! “Apresento-lhes, meus senhores, a Sra. D. Cândida”, acrescentou com uma ironia desanimada.

          “Para o meio da casa! e curve-se diante dos seus colegas!”

          Cândido era um grande menino, beiçudo, louro, de olhos verdes e maneiras difíceis de indolência e enfado. Atravessou devagar a sala, dobrando a cabeça, cobrindo o rosto com a manga, castigado pela curiosidade pública.

          “Levante-se, Sr. Emílio Tourinho...

           Este é o cúmplice, meus senhores!”

          Tourinho era um pouco mais velho que o outro, porém mais baixo; atarracado, moreno, ventas arregaladas, sobrancelhas crespas, fazendo um só arco pela testa. Nada absolutamente conformado para galã; mas era com efeito o amante.

          “Venha ajoelhar-se com o companheiro.”

          “Agora, os auxiliares...”

          Desde as cinco horas da manhã trabalhava Aristarco no processo. O interrogatório, com o apêndice das delações da polícia secreta e dos tímidos, comprometera apenas dez alunos.

          A chamado do diretor, foram deixando os lugares e postando-se de joelhos em seguimento dos principais culpados.

          “Estes são os acólitos da vergonha, os corréus do silêncio!”

          Cândido e Tourinho, braço dobrado contra os olhos, espreitavam-se a furto, confortando-se na identidade da desgraça, como Francesca e Paolo* no inferno.

          Prostrados os doze rapazes perante Aristarco, na passagem alongada entre as cabeceiras das mesas, parecia aquilo um ritual desconhecido de noivado: a espera da bênção para o casal à frente.

          Em vez da bênção chovia a cólera.

                                                                                                    Raul Pompeia, O Ateneu.

    * Francesca e Paolo: personagens de A Divina Comédia, de Dante Alighieri. 

    As personagens que compõem a cena são descritas pelo narrador, ora de maneira concisa, por meio de breves estruturas frasais, ora de maneira detalhada, por meio do uso de farta adjetivação. É o que se verifica, respectivamente, com as personagens identificadas no texto pelas expressões
    Escolha uma alternativa para a questão b0d2f2b0-15
  • Linguagens

    Português

                                             Imagem da questão de Português, FGV 2018, Interpretação de Textos


          À hora do primeiro almoço, como prometera, Aristarco mostrou-se em toda a grandeza fúnebre dos justiçadores. De preto. Calculando magnificamente os passos pelos do diretor, seguiam-no em guarda de honra muitos professores. À porta fronteira, mais professores de pé e os bedéis ainda, e a multidão bisbilhoteira dos criados.

          Tão grande a calada, que se distinguia nítido o tique-taque do relógio, na sala de espera, palpitando os ansiados segundos.

          Aristarco soprou duas vezes através do bigode, inundando o espaço com um bafejo de todo-poderoso.

          E, sem exórdio:

          “Levante-se, Sr. Cândido Lima! “Apresento-lhes, meus senhores, a Sra. D. Cândida”, acrescentou com uma ironia desanimada.

          “Para o meio da casa! e curve-se diante dos seus colegas!”

          Cândido era um grande menino, beiçudo, louro, de olhos verdes e maneiras difíceis de indolência e enfado. Atravessou devagar a sala, dobrando a cabeça, cobrindo o rosto com a manga, castigado pela curiosidade pública.

          “Levante-se, Sr. Emílio Tourinho...

           Este é o cúmplice, meus senhores!”

          Tourinho era um pouco mais velho que o outro, porém mais baixo; atarracado, moreno, ventas arregaladas, sobrancelhas crespas, fazendo um só arco pela testa. Nada absolutamente conformado para galã; mas era com efeito o amante.

          “Venha ajoelhar-se com o companheiro.”

          “Agora, os auxiliares...”

          Desde as cinco horas da manhã trabalhava Aristarco no processo. O interrogatório, com o apêndice das delações da polícia secreta e dos tímidos, comprometera apenas dez alunos.

          A chamado do diretor, foram deixando os lugares e postando-se de joelhos em seguimento dos principais culpados.

          “Estes são os acólitos da vergonha, os corréus do silêncio!”

          Cândido e Tourinho, braço dobrado contra os olhos, espreitavam-se a furto, confortando-se na identidade da desgraça, como Francesca e Paolo* no inferno.

          Prostrados os doze rapazes perante Aristarco, na passagem alongada entre as cabeceiras das mesas, parecia aquilo um ritual desconhecido de noivado: a espera da bênção para o casal à frente.

          Em vez da bênção chovia a cólera.

                                                                                                    Raul Pompeia, O Ateneu.

    * Francesca e Paolo: personagens de A Divina Comédia, de Dante Alighieri. 

    Em O Ateneu, o tema da homossexualidade é tematizado abertamente e tratado de maneira ______________ ao passo que, na obra ____________, onde também aparece claramente, o mesmo tema é descrito como prática viciosa e animalesca, e tratado de modo ___________ .


    Mantida a sequência, preenche adequadamente os espaços pontilhados o que se encontra em

    Escolha uma alternativa para a questão b0b3a1cb-15
  • Linguagens

    Inglês

                                      Why so few nurses are men


                       Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2018, Sinônimos | Synonyms

          Ask health professionals in any country what the biggest problem in their health-care system is and one of the most common answers is the shortage of nurses. In ageing rich countries, demand for nursing care is becoming increasingly insatiable. Britain’s National Health Service, for example, has 40,000-odd nurse vacancies. Poor countries struggle with the emigration of nurses for greener pastures. One obvious solution seems neglected: recruit more men. Typically, just 5-10% of nurses registered in a given country are men. Why so few?

          Views of nursing as a “woman’s job” have deep roots. Florence Nightingale, who established the principles of modern nursing in the 1860s, insisted that men’s “hard and horny” hands were “not fitted to touch, bathe and dress wounded limbs”. In Britain the Royal College of Nursing, the profession’s union, did not even admit men as members until 1960. Some nursing schools in America started admitting men only in 1982, after a Supreme Court ruling forced them to. Senior nurse titles such as “sister” (a ward manager) and “matron” (which in some countries is used for men as well) do not help matters. Unsurprisingly, some older people do not even know that men can be nurses too. Male nurses often encounter patients who assume they are doctors.

          Another problem is that beliefs about what a nursing job entails are often outdated – in ways that may be particularly off-putting for men. In films, nurses are commonly portrayed as the helpers of heroic male doctors. In fact, nurses do most of their work independently and are the first responders to patients in crisis. To dispel myths, nurse-recruitment campaigns display nursing as a professional job with career progression, specialisms like anaesthetics, cardiology or emergency care, and use for skills related to technology, innovation and leadership. However, attracting men without playing to gender stereotypes can be tricky. “Are you man enough to be a nurse?”, the slogan of an American campaign, was involved in controversy.

          Nursing is not a career many boys aspire to, or are encouraged to consider. Only two-fifths of British parents say they would be proud if their son became a nurse. Because of all this, men who go into nursing are usually already closely familiar with the job. Some are following in the career footsteps of their mothers. Others decide that the job would suit them after they see a male nurse care for a relative or they themselves get care from a male nurse when hospitalised. Although many gender stereotypes about jobs and caring have crumbled, nursing has, so far, remained unaffected.

                                                  (www.economist.com, 22.08.2018. Adaptado.)

    No trecho do quarto parágrafo “gender stereotypes about jobs and caring have crumbled”, o termo sublinhado pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão 756a9a05-51
  • Linguagens

    Inglês

                                      Why so few nurses are men


                       Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

          Ask health professionals in any country what the biggest problem in their health-care system is and one of the most common answers is the shortage of nurses. In ageing rich countries, demand for nursing care is becoming increasingly insatiable. Britain’s National Health Service, for example, has 40,000-odd nurse vacancies. Poor countries struggle with the emigration of nurses for greener pastures. One obvious solution seems neglected: recruit more men. Typically, just 5-10% of nurses registered in a given country are men. Why so few?

          Views of nursing as a “woman’s job” have deep roots. Florence Nightingale, who established the principles of modern nursing in the 1860s, insisted that men’s “hard and horny” hands were “not fitted to touch, bathe and dress wounded limbs”. In Britain the Royal College of Nursing, the profession’s union, did not even admit men as members until 1960. Some nursing schools in America started admitting men only in 1982, after a Supreme Court ruling forced them to. Senior nurse titles such as “sister” (a ward manager) and “matron” (which in some countries is used for men as well) do not help matters. Unsurprisingly, some older people do not even know that men can be nurses too. Male nurses often encounter patients who assume they are doctors.

          Another problem is that beliefs about what a nursing job entails are often outdated – in ways that may be particularly off-putting for men. In films, nurses are commonly portrayed as the helpers of heroic male doctors. In fact, nurses do most of their work independently and are the first responders to patients in crisis. To dispel myths, nurse-recruitment campaigns display nursing as a professional job with career progression, specialisms like anaesthetics, cardiology or emergency care, and use for skills related to technology, innovation and leadership. However, attracting men without playing to gender stereotypes can be tricky. “Are you man enough to be a nurse?”, the slogan of an American campaign, was involved in controversy.

          Nursing is not a career many boys aspire to, or are encouraged to consider. Only two-fifths of British parents say they would be proud if their son became a nurse. Because of all this, men who go into nursing are usually already closely familiar with the job. Some are following in the career footsteps of their mothers. Others decide that the job would suit them after they see a male nurse care for a relative or they themselves get care from a male nurse when hospitalised. Although many gender stereotypes about jobs and caring have crumbled, nursing has, so far, remained unaffected.

                                                  (www.economist.com, 22.08.2018. Adaptado.)

    O trecho do terceiro parágrafo que exemplifica a visão ultrapassada sobre a enfermagem, que pode desestimular homens a seguirem a profissão, é:
    Escolha uma alternativa para a questão 755bf214-51
  • Linguagens

    Inglês

                                      Why so few nurses are men


                       Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

          Ask health professionals in any country what the biggest problem in their health-care system is and one of the most common answers is the shortage of nurses. In ageing rich countries, demand for nursing care is becoming increasingly insatiable. Britain’s National Health Service, for example, has 40,000-odd nurse vacancies. Poor countries struggle with the emigration of nurses for greener pastures. One obvious solution seems neglected: recruit more men. Typically, just 5-10% of nurses registered in a given country are men. Why so few?

          Views of nursing as a “woman’s job” have deep roots. Florence Nightingale, who established the principles of modern nursing in the 1860s, insisted that men’s “hard and horny” hands were “not fitted to touch, bathe and dress wounded limbs”. In Britain the Royal College of Nursing, the profession’s union, did not even admit men as members until 1960. Some nursing schools in America started admitting men only in 1982, after a Supreme Court ruling forced them to. Senior nurse titles such as “sister” (a ward manager) and “matron” (which in some countries is used for men as well) do not help matters. Unsurprisingly, some older people do not even know that men can be nurses too. Male nurses often encounter patients who assume they are doctors.

          Another problem is that beliefs about what a nursing job entails are often outdated – in ways that may be particularly off-putting for men. In films, nurses are commonly portrayed as the helpers of heroic male doctors. In fact, nurses do most of their work independently and are the first responders to patients in crisis. To dispel myths, nurse-recruitment campaigns display nursing as a professional job with career progression, specialisms like anaesthetics, cardiology or emergency care, and use for skills related to technology, innovation and leadership. However, attracting men without playing to gender stereotypes can be tricky. “Are you man enough to be a nurse?”, the slogan of an American campaign, was involved in controversy.

          Nursing is not a career many boys aspire to, or are encouraged to consider. Only two-fifths of British parents say they would be proud if their son became a nurse. Because of all this, men who go into nursing are usually already closely familiar with the job. Some are following in the career footsteps of their mothers. Others decide that the job would suit them after they see a male nurse care for a relative or they themselves get care from a male nurse when hospitalised. Although many gender stereotypes about jobs and caring have crumbled, nursing has, so far, remained unaffected.

                                                  (www.economist.com, 22.08.2018. Adaptado.)

    The excerpt from the first paragraph “In ageing rich countries, demand for nursing care is becoming increasingly insatiable” means that
    Escolha uma alternativa para a questão 754c0925-51
  • Linguagens

    Inglês

                                    Words that define the presente


    At a time when the world is changing more quickly than ever before, we need a new vocabulary to help us grasp what’s happening.


                     Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2018, Vocabulário | Vocabulary


          Catfishing. This word would make more sense if it referred to fishing for cats, but in fact, it refers to people who construct false identities online. Whether out of boredom, loneliness or malice, they lure other people into continued messaging correspondence, thereby building false relationships with them (the apparent source of the term “catfish” is a 2010 documentary called Catfish, whose verity, ironically enough, has been questioned).

          There are two ways of looking at this: 1) The internet/ cyberspace is wonderful, because it gives people the freedom to augment or totally change their identities, and this is a marvellous new dawn for human expression, a new step in human evolution. 2) Nah, it’s a false dawn, because the internet is essentially a libertarian arena, and, as such, an amoral one (lots of “freedoms” but with no attendant social obligations); it is a new jungle where we must watch our backs and struggle for survival, surely a backward step in evolution. I lean toward the latter.

                                 (Cameron Laux. www.bbc.com, 08.08.2018. Adaptado.)

    No trecho final do terceiro parágrafo “I lean toward the latter”, a expressão sublinhada refere-se
    Escolha uma alternativa para a questão 75429e58-51
  • Linguagens

    Inglês

                                    Words that define the presente


    At a time when the world is changing more quickly than ever before, we need a new vocabulary to help us grasp what’s happening.


                     Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension


          Catfishing. This word would make more sense if it referred to fishing for cats, but in fact, it refers to people who construct false identities online. Whether out of boredom, loneliness or malice, they lure other people into continued messaging correspondence, thereby building false relationships with them (the apparent source of the term “catfish” is a 2010 documentary called Catfish, whose verity, ironically enough, has been questioned).

          There are two ways of looking at this: 1) The internet/ cyberspace is wonderful, because it gives people the freedom to augment or totally change their identities, and this is a marvellous new dawn for human expression, a new step in human evolution. 2) Nah, it’s a false dawn, because the internet is essentially a libertarian arena, and, as such, an amoral one (lots of “freedoms” but with no attendant social obligations); it is a new jungle where we must watch our backs and struggle for survival, surely a backward step in evolution. I lean toward the latter.

                                 (Cameron Laux. www.bbc.com, 08.08.2018. Adaptado.)

    According to the first paragraph, new words like “catfishing” are necessary because they
    Escolha uma alternativa para a questão 75367834-51
  • Linguagens

    Inglês

                                    Words that define the presente


    At a time when the world is changing more quickly than ever before, we need a new vocabulary to help us grasp what’s happening.


                     Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension


          Catfishing. This word would make more sense if it referred to fishing for cats, but in fact, it refers to people who construct false identities online. Whether out of boredom, loneliness or malice, they lure other people into continued messaging correspondence, thereby building false relationships with them (the apparent source of the term “catfish” is a 2010 documentary called Catfish, whose verity, ironically enough, has been questioned).

          There are two ways of looking at this: 1) The internet/ cyberspace is wonderful, because it gives people the freedom to augment or totally change their identities, and this is a marvellous new dawn for human expression, a new step in human evolution. 2) Nah, it’s a false dawn, because the internet is essentially a libertarian arena, and, as such, an amoral one (lots of “freedoms” but with no attendant social obligations); it is a new jungle where we must watch our backs and struggle for survival, surely a backward step in evolution. I lean toward the latter.

                                 (Cameron Laux. www.bbc.com, 08.08.2018. Adaptado.)

    De acordo com o texto, o termo catfishing
    Escolha uma alternativa para a questão 75331250-51
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o trecho do livro Casa-grande e senzala, de Gilberto Freyre.


           Mas a casa-grande patriarcal não foi apenas fortaleza, capela, escola, oficina, santa casa, harém, convento de moças, hospedaria. Desempenhou outra função importante na economia brasileira: foi também banco. Dentro das suas grossas paredes, debaixo dos tijolos ou mosaicos, no chão, enterrava-se dinheiro, guardavam-se joias, ouro, valores. Às vezes guardavam-se joias nas capelas, enfeitando os santos. Daí Nossas Senhoras sobrecarregadas à baiana de teteias, balangandãs, corações, cavalinhos, cachorrinhos e correntes de ouro. Os ladrões, naqueles tempos piedosos, raramente ousavam entrar nas capelas e roubar os santos. É verdade que um roubou o esplendor e outras joias de São Benedito; mas sob o pretexto, ponderável para a época, de que “negro não devia ter luxo”. Com efeito, chegou a proibir-se, nos tempos coloniais, o uso de “ornatos de algum luxo” pelos negros.

          Por segurança e precaução contra os corsários, contra os excessos demagógicos, contra as tendências comunistas dos indígenas e dos africanos, os grandes proprietários, nos seus zelos exagerados de privativismo, enterraram dentro de casa as joias e o ouro do mesmo modo que os mortos queridos. Os dois fortes motivos das casas-grandes acabarem sempre mal-assombradas com cadeiras de balanço se balançando sozinhas sobre tijolos soltos que de manhã ninguém encontra; com barulho de pratos e copos batendo de noite nos aparadores; com almas de senhores de engenho aparecendo aos parentes ou mesmo estranhos pedindo padres-nossos, ave-marias, gemendo lamentações, indicando lugares com botijas de dinheiro. Às vezes dinheiro dos outros, de que os senhores ilicitamente se haviam apoderado. Dinheiro que compadres, viúvas e até escravos lhes tinham entregue para guardar. Sucedeu muita dessa gente ficar sem os seus valores e acabar na miséria devido à esperteza ou à morte súbita do depositário. Houve senhores sem escrúpulos que, aceitando valores para guardar, fingiram-se depois de estranhos e desentendidos: “Você está maluco? Deu-me lá alguma cousa para guardar?”

          Muito dinheiro enterrado sumiu-se misteriosamente. Joaquim Nabuco, criado por sua madrinha na casa-grande de Maçangana, morreu sem saber que destino tomara a ourama para ele reunida pela boa senhora; e provavelmente enterrada em algum desvão de parede. […] Em várias casas-grandes da Bahia, de Olinda, de Pernambuco se têm encontrado, em demolições ou escavações, botijas de dinheiro. Na que foi dos Pires d’Ávila ou Pires de Carvalho, na Bahia, achou-se, num recanto de parede, “verdadeira fortuna em moedas de ouro”. Noutras casas-grandes só se têm desencavado do chão ossos de escravos, justiçados pelos senhores e mandados enterrar no quintal, ou dentro de casa, à revelia das autoridades. Conta-se que o visconde de Suaçuna, na sua casa-grande de Pombal, mandou enterrar no jardim mais de um negro supliciado por ordem de sua justiça patriarcal. Não é de admirar. Eram senhores, os das casas-grandes, que mandavam matar os próprios filhos. Um desses patriarcas, Pedro Vieira, já avô, por descobrir que o filho mantinha relações com a mucama de sua predileção, mandou matá-lo pelo irmão mais velho.

                             (In: Silviano Santiago (coord.). Intérpretes do Brasil, 2000.)

    A forma verbal destacada deve sua flexão ao termo sublinhado em:
    Escolha uma alternativa para a questão 751e2724-51
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o trecho do livro Casa-grande e senzala, de Gilberto Freyre.


           Mas a casa-grande patriarcal não foi apenas fortaleza, capela, escola, oficina, santa casa, harém, convento de moças, hospedaria. Desempenhou outra função importante na economia brasileira: foi também banco. Dentro das suas grossas paredes, debaixo dos tijolos ou mosaicos, no chão, enterrava-se dinheiro, guardavam-se joias, ouro, valores. Às vezes guardavam-se joias nas capelas, enfeitando os santos. Daí Nossas Senhoras sobrecarregadas à baiana de teteias, balangandãs, corações, cavalinhos, cachorrinhos e correntes de ouro. Os ladrões, naqueles tempos piedosos, raramente ousavam entrar nas capelas e roubar os santos. É verdade que um roubou o esplendor e outras joias de São Benedito; mas sob o pretexto, ponderável para a época, de que “negro não devia ter luxo”. Com efeito, chegou a proibir-se, nos tempos coloniais, o uso de “ornatos de algum luxo” pelos negros.

          Por segurança e precaução contra os corsários, contra os excessos demagógicos, contra as tendências comunistas dos indígenas e dos africanos, os grandes proprietários, nos seus zelos exagerados de privativismo, enterraram dentro de casa as joias e o ouro do mesmo modo que os mortos queridos. Os dois fortes motivos das casas-grandes acabarem sempre mal-assombradas com cadeiras de balanço se balançando sozinhas sobre tijolos soltos que de manhã ninguém encontra; com barulho de pratos e copos batendo de noite nos aparadores; com almas de senhores de engenho aparecendo aos parentes ou mesmo estranhos pedindo padres-nossos, ave-marias, gemendo lamentações, indicando lugares com botijas de dinheiro. Às vezes dinheiro dos outros, de que os senhores ilicitamente se haviam apoderado. Dinheiro que compadres, viúvas e até escravos lhes tinham entregue para guardar. Sucedeu muita dessa gente ficar sem os seus valores e acabar na miséria devido à esperteza ou à morte súbita do depositário. Houve senhores sem escrúpulos que, aceitando valores para guardar, fingiram-se depois de estranhos e desentendidos: “Você está maluco? Deu-me lá alguma cousa para guardar?”

          Muito dinheiro enterrado sumiu-se misteriosamente. Joaquim Nabuco, criado por sua madrinha na casa-grande de Maçangana, morreu sem saber que destino tomara a ourama para ele reunida pela boa senhora; e provavelmente enterrada em algum desvão de parede. […] Em várias casas-grandes da Bahia, de Olinda, de Pernambuco se têm encontrado, em demolições ou escavações, botijas de dinheiro. Na que foi dos Pires d’Ávila ou Pires de Carvalho, na Bahia, achou-se, num recanto de parede, “verdadeira fortuna em moedas de ouro”. Noutras casas-grandes só se têm desencavado do chão ossos de escravos, justiçados pelos senhores e mandados enterrar no quintal, ou dentro de casa, à revelia das autoridades. Conta-se que o visconde de Suaçuna, na sua casa-grande de Pombal, mandou enterrar no jardim mais de um negro supliciado por ordem de sua justiça patriarcal. Não é de admirar. Eram senhores, os das casas-grandes, que mandavam matar os próprios filhos. Um desses patriarcas, Pedro Vieira, já avô, por descobrir que o filho mantinha relações com a mucama de sua predileção, mandou matá-lo pelo irmão mais velho.

                             (In: Silviano Santiago (coord.). Intérpretes do Brasil, 2000.)

    A expressão do texto cujo sentido está corretamente indicado é:
    Escolha uma alternativa para a questão 7515fba9-51
  • Linguagens

    Literatura

    Para responder à questão, leia o trecho do livro Casa-grande e senzala, de Gilberto Freyre.


           Mas a casa-grande patriarcal não foi apenas fortaleza, capela, escola, oficina, santa casa, harém, convento de moças, hospedaria. Desempenhou outra função importante na economia brasileira: foi também banco. Dentro das suas grossas paredes, debaixo dos tijolos ou mosaicos, no chão, enterrava-se dinheiro, guardavam-se joias, ouro, valores. Às vezes guardavam-se joias nas capelas, enfeitando os santos. Daí Nossas Senhoras sobrecarregadas à baiana de teteias, balangandãs, corações, cavalinhos, cachorrinhos e correntes de ouro. Os ladrões, naqueles tempos piedosos, raramente ousavam entrar nas capelas e roubar os santos. É verdade que um roubou o esplendor e outras joias de São Benedito; mas sob o pretexto, ponderável para a época, de que “negro não devia ter luxo”. Com efeito, chegou a proibir-se, nos tempos coloniais, o uso de “ornatos de algum luxo” pelos negros.

          Por segurança e precaução contra os corsários, contra os excessos demagógicos, contra as tendências comunistas dos indígenas e dos africanos, os grandes proprietários, nos seus zelos exagerados de privativismo, enterraram dentro de casa as joias e o ouro do mesmo modo que os mortos queridos. Os dois fortes motivos das casas-grandes acabarem sempre mal-assombradas com cadeiras de balanço se balançando sozinhas sobre tijolos soltos que de manhã ninguém encontra; com barulho de pratos e copos batendo de noite nos aparadores; com almas de senhores de engenho aparecendo aos parentes ou mesmo estranhos pedindo padres-nossos, ave-marias, gemendo lamentações, indicando lugares com botijas de dinheiro. Às vezes dinheiro dos outros, de que os senhores ilicitamente se haviam apoderado. Dinheiro que compadres, viúvas e até escravos lhes tinham entregue para guardar. Sucedeu muita dessa gente ficar sem os seus valores e acabar na miséria devido à esperteza ou à morte súbita do depositário. Houve senhores sem escrúpulos que, aceitando valores para guardar, fingiram-se depois de estranhos e desentendidos: “Você está maluco? Deu-me lá alguma cousa para guardar?”

          Muito dinheiro enterrado sumiu-se misteriosamente. Joaquim Nabuco, criado por sua madrinha na casa-grande de Maçangana, morreu sem saber que destino tomara a ourama para ele reunida pela boa senhora; e provavelmente enterrada em algum desvão de parede. […] Em várias casas-grandes da Bahia, de Olinda, de Pernambuco se têm encontrado, em demolições ou escavações, botijas de dinheiro. Na que foi dos Pires d’Ávila ou Pires de Carvalho, na Bahia, achou-se, num recanto de parede, “verdadeira fortuna em moedas de ouro”. Noutras casas-grandes só se têm desencavado do chão ossos de escravos, justiçados pelos senhores e mandados enterrar no quintal, ou dentro de casa, à revelia das autoridades. Conta-se que o visconde de Suaçuna, na sua casa-grande de Pombal, mandou enterrar no jardim mais de um negro supliciado por ordem de sua justiça patriarcal. Não é de admirar. Eram senhores, os das casas-grandes, que mandavam matar os próprios filhos. Um desses patriarcas, Pedro Vieira, já avô, por descobrir que o filho mantinha relações com a mucama de sua predileção, mandou matá-lo pelo irmão mais velho.

                             (In: Silviano Santiago (coord.). Intérpretes do Brasil, 2000.)

    Guardadas as proporções, o ambiente retratado no texto de Gilberto Freyre aparece com destaque na produção literária de
    Escolha uma alternativa para a questão 750b0779-51
  • Linguagens

    Inglês

    CAGED BIRD

    Maya Angelou


    A free bird leaps

    on the back of the wind

    and floats downstream

    till the current ends

    and dips his wing

    in the orange sun rays

    and dares to claim the sky.


    But a bird that stalks

    down his narrow cage

    can seldom see through

    his bars of rage

    his wings are clipped and

    his feet are tied

    so he opens his throat to sing.


    The caged bird sings

    with a fearful trill

    of things unknown

    but longed for still

    and his tune is heard

    on the distant hill

    for the caged bird

    sings of freedom.


    The free bird thinks of another breeze

    and the trade winds soft through the sighing trees

    and the fat worms waiting on a dawn bright lawn

    and he names the sky his own.


    But a caged bird stands on the grave of dreams

    his shadow shouts on a nightmare scream

    his wings are clipped and his feet are tied

    so he opens his throat to sing.

    Adaptado de ANGELOU, M. “Caged Bird” In: The Poetry Foundation (website). Disponível em www.poetryfoundation.org

    Nota sobre a autora: Maya Angelou (1924-2014) foi uma poeta norte-americana que explorou em suas obras temas como a segregação racial, a desigualdade de gêneros e a opressão social entre outros.

    De acordo com o poema, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, os versos que indicam a soberania do pássaro livre.
    Escolha uma alternativa para a questão e623aad0-3f
  • Linguagens

    Inglês

    CAGED BIRD

    Maya Angelou


    A free bird leaps

    on the back of the wind

    and floats downstream

    till the current ends

    and dips his wing

    in the orange sun rays

    and dares to claim the sky.


    But a bird that stalks

    down his narrow cage

    can seldom see through

    his bars of rage

    his wings are clipped and

    his feet are tied

    so he opens his throat to sing.


    The caged bird sings

    with a fearful trill

    of things unknown

    but longed for still

    and his tune is heard

    on the distant hill

    for the caged bird

    sings of freedom.


    The free bird thinks of another breeze

    and the trade winds soft through the sighing trees

    and the fat worms waiting on a dawn bright lawn

    and he names the sky his own.


    But a caged bird stands on the grave of dreams

    his shadow shouts on a nightmare scream

    his wings are clipped and his feet are tied

    so he opens his throat to sing.

    Adaptado de ANGELOU, M. “Caged Bird” In: The Poetry Foundation (website). Disponível em www.poetryfoundation.org

    Nota sobre a autora: Maya Angelou (1924-2014) foi uma poeta norte-americana que explorou em suas obras temas como a segregação racial, a desigualdade de gêneros e a opressão social entre outros.

    Em relação à comparação entre os pássaros presente no poema, considere as afirmativas a seguir.


    I. Os verbos “leaps”, “floats” e “dips”, na primeira estrofe, descrevem a relação positiva que o pássaro tem com a natureza, decorrente de sua liberdade.

    II. As palavras “narrow” e “seldom”, na segunda estrofe, enfatizam a sensação de aprisionamento do pássaro engaiolado.

    III. O uso do adjetivo “fearful” em “fearful trill” remete ao tom ameaçador do canto do pássaro engaiolado.

    IV. No verso “and dares to claim the sky”, o verbo “to claim” é utilizado para realçar o egoísmo do pássaro livre.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão e620383f-3f