Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2017
- Centro universitário FAG
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: EF318A94-EB
Questões filtradas
Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Texto 1

LHULLIER, Luciana. Onde mora sua muiteza? In: No coração da floresta (blog). 08 out. 2013 (adaptado). Original disponível em: <https://contesdesfee.wordpress.com/page/2/>. Acesso: 05 ago. 2016.
Vocabulário:
Onírico: de sonho e/ou relativo a sonho.
Pantomima: representação teatral baseada na mímica (ou seja, em gestos corporais); por extensão, situação falsa, representação, ilusão, fraude.
Patético: que provoca sentimento de piedade ou tristeza; indivíduo digno da piedade alheia.
A respeito do título, é correto afirmar que
I. “Onde mora sua muiteza?” dirige-se à Alice fictícia, e o pronome possessivo “sua” remete claramente a essa personagem.
II. “Onde mora sua muiteza?” dirige-se, através do pronome possessivo “sua”, ao(à) leitor(a) implícito(a) do texto.
III. o pronome relativo “onde” e o verbo “morar”, no título, estão sendo empregados de forma coloquial. Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
Read TEXT 2 below and answer question
TEXT 2
Read TEXT 1 below and answer question
TEXT 1
World Health Officials Describe Progress Against Tetanus, H.I.V. and Malaria
Infant and maternal tetanus was officially eliminated from the Americas this year, the Pan American Health Organization
announced on Thursday. At one time, the infection killed about 10,000 newborns annually in the Western Hemisphere; tetanus
still kills about 35,000 infants around the world. It was one of several significant global health advances, including new programs
against malaria and H.I.V., announced last week in conjunction with the meeting of the United Nations General Assembly in
New York.
Haiti was the last country in the Americas to eliminate neonatal tetanus. That does not mean complete eradication,
because the bacteria that cause tetanus exist everywhere in soil and animal droppings. Rather, elimination means that
thanks to vaccination of mothers and clean birth procedures — less than one case occurs per 1,000 live births.
The Americas have generally led the world in eliminating diseases for which vaccines exist. In this hemisphere, smallpox
was eliminated in 1971, polio in 1994, rubella in 2015 and measles in 2016 (the diseases are sometimes reintroduced, as
measles was at Disneyland in 2014, but outbreaks are usually brought quickly under control).
Also this week, the President’s Malaria Initiative said it would expand its work to new countries in West and Central
Africa, protecting 90 million more people. The initiative, founded in 2005 as part of the United States Agency for International
Development, has been a major force in driving down worldwide malaria deaths by about 40 percent in the past decade. The
disease most often kills young children and pregnant women. The expansion in Cameroon, Ivory Coast, Niger, Sierra Leone
and Burkina Faso was made possible because Congress increased funding for the initiative in fiscal year 2017, a representativ
said
In his speech to the United Nations on Tuesday, President Trump praised the malaria initiative and the President’s
Emergency Plan for AIDS Relief as examples of leadership in humanitarian assistance by the United States.
A combination of aid agencies, drug companies and g
cocktail to treat H.I.V. would soon be available to 92 countries, including virtually all of Africa, for about $75 a year. The new AIDS cocktail is the first available in poor countries to contain dolutegravir, which is widely used in wealthy countries because it is highly effective and has few side effects. The pill also contains lamivudine, an older but still effective drug, and tenof
disoproxil fumarate, another modern drug whose inclus
effects and resistance.
Almost 37 million people in the world have H.I.V., according to Unaids, the U.N.’s AIDS-fighting agency, but fewer than 20 million are now on antiretroviral medicine, which not only saves their lives but prevents them from passing on the disease.
McNEIL Jr., Donald. Disponível em: < https://www.nytimes.com/2017/09/22/health/world-health-tetanus-infants.html?mcubz=1>. Acesso em: 22/09/2017.
Read TEXT 1 below and answer question
TEXT 1
World Health Officials Describe Progress Against Tetanus, H.I.V. and Malaria
Infant and maternal tetanus was officially eliminated from the Americas this year, the Pan American Health Organization
announced on Thursday. At one time, the infection killed about 10,000 newborns annually in the Western Hemisphere; tetanus
still kills about 35,000 infants around the world. It was one of several significant global health advances, including new programs
against malaria and H.I.V., announced last week in conjunction with the meeting of the United Nations General Assembly in
New York.
Haiti was the last country in the Americas to eliminate neonatal tetanus. That does not mean complete eradication,
because the bacteria that cause tetanus exist everywhere in soil and animal droppings. Rather, elimination means that
thanks to vaccination of mothers and clean birth procedures — less than one case occurs per 1,000 live births.
The Americas have generally led the world in eliminating diseases for which vaccines exist. In this hemisphere, smallpox
was eliminated in 1971, polio in 1994, rubella in 2015 and measles in 2016 (the diseases are sometimes reintroduced, as
measles was at Disneyland in 2014, but outbreaks are usually brought quickly under control).
Also this week, the President’s Malaria Initiative said it would expand its work to new countries in West and Central
Africa, protecting 90 million more people. The initiative, founded in 2005 as part of the United States Agency for International
Development, has been a major force in driving down worldwide malaria deaths by about 40 percent in the past decade. The
disease most often kills young children and pregnant women. The expansion in Cameroon, Ivory Coast, Niger, Sierra Leone
and Burkina Faso was made possible because Congress increased funding for the initiative in fiscal year 2017, a representativ
said
In his speech to the United Nations on Tuesday, President Trump praised the malaria initiative and the President’s
Emergency Plan for AIDS Relief as examples of leadership in humanitarian assistance by the United States.
A combination of aid agencies, drug companies and g
cocktail to treat H.I.V. would soon be available to 92 countries, including virtually all of Africa, for about $75 a year. The new AIDS cocktail is the first available in poor countries to contain dolutegravir, which is widely used in wealthy countries because it is highly effective and has few side effects. The pill also contains lamivudine, an older but still effective drug, and tenof
disoproxil fumarate, another modern drug whose inclus
effects and resistance.
Almost 37 million people in the world have H.I.V., according to Unaids, the U.N.’s AIDS-fighting agency, but fewer than 20 million are now on antiretroviral medicine, which not only saves their lives but prevents them from passing on the disease.
McNEIL Jr., Donald. Disponível em: < https://www.nytimes.com/2017/09/22/health/world-health-tetanus-infants.html?mcubz=1>. Acesso em: 22/09/2017.
TEXTO 3
Português, a língua mais difícil do mundo?
Conta outra!
(1) Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos
chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles,
argumentações fundadas em fatos e um mínimo de
racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às
cegas em pernilongos zumbidores.
(2) A lenda de que se fala no estado do Maranhão o
português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas
aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os
tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer
nada contra isso.
(3) Outra bobagem de grande prestígio é aquela que
sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”.
Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete
estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de
nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para
dispensar a necessidade de uma prova.
(4) O sujeito erra o gênero da palavra alface e lá vem a
desculpa universal: “Ah, como é difícil a porcaria dessa
língua! Ah!, se tivéssemos sido colonizados pelos
holandeses”.
(5) Claro que isso não quer dizer que o queixoso fale
holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da
população que a crença na dificuldade insuperável da
língua portuguesa encontra solo mais fértil.
(6) Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas
do português diz muito sobre a falência educacional
brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto
de desenvolvimento social que vá além da promoção de um
maior acesso da população a shopping centers.
(7) Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas.
Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência,
autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa
esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do
que nosso vicejante semianalfabetismo.
Sérgio Rodrigues. Disponível em:
http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/portugues-a-lingua-mais-dificil-domundo-conta-outra. Acesso em 06/09/2017. Adaptado.
TEXTO 1
A leitura como tratamento para diversas doenças
TEXTO 1
A leitura como tratamento para diversas doenças
TEXTO 1
A leitura como tratamento para diversas doenças
Texto 3
O problema da norma culta
Nosso problema linguístico não é a regência desse ou
daquele verbo; não é esta ou aquela concordância verbal;
não são as regras de colocação dos pronomes oblíquos.
Nosso problema linguístico são 5 milhões de jovens entre 15 e 17 anos que estão fora da escola. Nosso problema são os elevados índices de evasão escolar. Nosso problema é termos ainda algo em torno de 12% de analfabetos na população adulta. Nosso problema é o tamanho do analfabetismo funcional, isto é, a quantidade daqueles que, embora frequentem ou tenham frequentado a escola, não conseguem ler e entender um texto medianamente complexo.
Os estudos sugerem que apenas 25% da população adulta brasileira, perto de 30 milhões de pessoas, conseguem ler e entender um texto medianamente complexo.
Texto1
Em busca de um conceito dinâmico de saúde
A despeito das diferentes possibilidades de encarar o
processo saúde/doença, não se pode compreender a saúde
de indivíduos e coletividades sem levar em conta que ela é
produzida nas relações com o meio físico, social e cultural.
Intrincados mecanismos determinam as condições de vida
das pessoas e a maneira como nascem, vivem e morrem,
bem como suas vivências em saúde e doença. Entre os
inúmeros fatores decisivos da condição de saúde, incluemse os condicionantes biológicos (sexo, idade,
características geradas pela herança genética), o meio
físico (condições geográficas, modos da ocupação, fontes
de água para consumo, disponibilidade e qualidade dos
alimentos, condições de habitação), assim como o meio
socioeconômico e cultural, que expressa os níveis de
ocupação e renda, o acesso à educação formal e ao lazer,
os graus de liberdade, hábitos e formas de relacionamento
interpessoal, as possibilidades de acesso aos serviços
destinados à promoção e à recuperação da saúde e a
qualidade da atenção por eles prestada.
Falar de saúde, portanto, envolve componentes
aparentemente tão díspares como a qualidade da água que
se consome e do ar que se respira, o consumismo
desenfreado e a miséria, a degradação social e a
desnutrição, os estilos de vida pessoais e as formas de
inserção das diferentes parcelas da população no mundo
do trabalho. Implica, ainda, a consideração dos aspectos
éticos relacionados ao direito à vida e à saúde, aos direitos
e deveres, às ações e omissões de indivíduos e grupos
sociais, dos serviços privados e do poder público.
A humanidade já dispõe de conhecimentos e de tecnologias
que podem melhorar significativamente a qualidade de vida
das pessoas. No entanto, além de não serem aplicados em
benefício de todos por falta de priorização de políticas sociais,
há uma série de enfermidades relacionadas ao potencial
genético de indivíduos ou etnias ou ao risco pura e
simplesmente de viver. Por melhores que sejam as condições
de vida, necessariamente, convive-se com doenças e
deficiências, com problemas de saúde e com a morte.
A busca do entendimento do processo saúde/doença e
seus múltiplos determinantes leva a concluir que nenhum
ser humano pode ser considerado totalmente saudável ou
totalmente doente: ao longo de sua existência, vive
condições de saúde/doença, conforme suas
potencialidades, condições de vida e interação com elas.
A saúde deixa de ser o avesso ou a imagem complementar
da doença, expressando-se na luta pela ampliação do uso
das potencialidades de cada pessoa e da sociedade,
refletindo sua capacidade de defender a vida. E a vitalidade
física, mental e social para a atuação frente às permanentes
transformações pessoais e sociais, e frente aos desafios e
conflitos, expressa esse potencial. Saúde é, portanto, produto
e parte do estilo de vida e das condições de existência,
sendo a vivência do processo saúde/doença uma forma de
representação da inserção humana no mundo.
Parâmetros Curriculares Nacionais – Saúde.
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/saude.pdf. Acesso
em 26/04/17. Adaptado.
Texto1
Em busca de um conceito dinâmico de saúde
A despeito das diferentes possibilidades de encarar o
processo saúde/doença, não se pode compreender a saúde
de indivíduos e coletividades sem levar em conta que ela é
produzida nas relações com o meio físico, social e cultural.
Intrincados mecanismos determinam as condições de vida
das pessoas e a maneira como nascem, vivem e morrem,
bem como suas vivências em saúde e doença. Entre os
inúmeros fatores decisivos da condição de saúde, incluemse os condicionantes biológicos (sexo, idade,
características geradas pela herança genética), o meio
físico (condições geográficas, modos da ocupação, fontes
de água para consumo, disponibilidade e qualidade dos
alimentos, condições de habitação), assim como o meio
socioeconômico e cultural, que expressa os níveis de
ocupação e renda, o acesso à educação formal e ao lazer,
os graus de liberdade, hábitos e formas de relacionamento
interpessoal, as possibilidades de acesso aos serviços
destinados à promoção e à recuperação da saúde e a
qualidade da atenção por eles prestada.
Falar de saúde, portanto, envolve componentes
aparentemente tão díspares como a qualidade da água que
se consome e do ar que se respira, o consumismo
desenfreado e a miséria, a degradação social e a
desnutrição, os estilos de vida pessoais e as formas de
inserção das diferentes parcelas da população no mundo
do trabalho. Implica, ainda, a consideração dos aspectos
éticos relacionados ao direito à vida e à saúde, aos direitos
e deveres, às ações e omissões de indivíduos e grupos
sociais, dos serviços privados e do poder público.
A humanidade já dispõe de conhecimentos e de tecnologias
que podem melhorar significativamente a qualidade de vida
das pessoas. No entanto, além de não serem aplicados em
benefício de todos por falta de priorização de políticas sociais,
há uma série de enfermidades relacionadas ao potencial
genético de indivíduos ou etnias ou ao risco pura e
simplesmente de viver. Por melhores que sejam as condições
de vida, necessariamente, convive-se com doenças e
deficiências, com problemas de saúde e com a morte.
A busca do entendimento do processo saúde/doença e
seus múltiplos determinantes leva a concluir que nenhum
ser humano pode ser considerado totalmente saudável ou
totalmente doente: ao longo de sua existência, vive
condições de saúde/doença, conforme suas
potencialidades, condições de vida e interação com elas.
A saúde deixa de ser o avesso ou a imagem complementar
da doença, expressando-se na luta pela ampliação do uso
das potencialidades de cada pessoa e da sociedade,
refletindo sua capacidade de defender a vida. E a vitalidade
física, mental e social para a atuação frente às permanentes
transformações pessoais e sociais, e frente aos desafios e
conflitos, expressa esse potencial. Saúde é, portanto, produto
e parte do estilo de vida e das condições de existência,
sendo a vivência do processo saúde/doença uma forma de
representação da inserção humana no mundo.
Parâmetros Curriculares Nacionais – Saúde.
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/saude.pdf. Acesso
em 26/04/17. Adaptado.