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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 791 de 950

  • Linguagens

    Português

    Assinale a opção que apresenta corretamente a análise crítica de Viagens na minha terra, de Almeida Garrett:
    Escolha uma alternativa para a questão fe2b197d-e7
  • Linguagens

    Português

    Sobre o tema da viagem em Viagens na minha terra, de Almeida Garrett, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão fe28327e-e7
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão:

    Desiguais até na crise
    O abismo entre ricos e pobres continua a crescer, aponta estudo
    Em um mundo angustiado pela crise econômica, aprendemos que de março de 2009 a março de 2014, exatamente o período considerado mais crítico, depois da bancarrota do Lehman Brothers, o número de bilionários do planeta dobrou: eram 793 no começo do furacão e agora somam 1.645. Os 85 mais ricos entre eles, no mesmo período, incrementaram seus capitais em 668 milhões de dólares a cada dia e sua renda equivale àquela de metade da população mundial, 3,5 bilhões de outros seres humanos. Os dados constam, entre outras “pérolas”, do recente estudo sobre a desigualdade no mundo, publicado pela Oxfam, rede internacional de 19 ONGs que combatem a pobreza. Na sequência da divulgação do relatório, originalmente chamado Even it up: time to end extreme inequality (“Equilibrando o jogo: é hora de acabar com a desigualdade extrema”, em tradução livre) foi lançada a campanha mundial de sensibilização “Equilibre o jogo”.
    Crise é um termo utilizado no mundo inteiro para descrever situações diferentes, mas com um denominador comum, a desaceleração do crescimento das economias, que em média superava os 4% anuais na década passada e hoje sofre para chegar perto dos 3,5%. Para resolver os problemas provocados por esse recuo e retomar o ritmo anterior, os defensores do atual sistema econômico-financeiro indicam caminho único, a ampliação do espaço da iniciativa privada em detrimento do setor público, com corolário de cortes nos gastos sociais e intensificação da produtividade no trabalho. Em outras palavras, salários mais baixos para criar produtos mais baratos. Essa receita, baseada numa visão brutalmente quantitativa do bem-estar da humanidade e sem nenhuma atenção à equilibrada convivência social, é rotundamente recusada pela Oxfam. Com riqueza de informações e análises, a desigualdade é descrita sob diversos aspectos, e o estudo chega à conclusão de que essa praga contemporânea não só é contrária a uma ética humanista, mas também a causa fundamental da crise econômica em curso. O primeiro mito que o relatório se encarrega de derrubar é aquele que considera natural a desigualdade entre os seres humanos. Melhor se concentrar na redução da pobreza, afirmaram os liberais a partir da Revolução Industrial, pois a compaixão é a única maneira de mitigar a lei natural que inevitavelmente produz as diferenças. Mas a desigualdade excessiva tem comprometido o combate à pobreza, apesar dos bons resultados conseguidos nesse campo até o início dos anos 80 do século passado. O abismo entre ricos e pobres nas últimas três décadas, demonstra a pesquisa, tem clara correlação com a baixa mobilidade social. Em outros termos, nos países em que o fenômeno é mais acentuado, quem nasce rico fica rico, quem nasce pobre não tem outra alternativa além de permanecer pobre. A esperança de uma vida melhor, na evolução entre pais e filhos, é banida do horizonte de bilhões de seres humanos. Com raras exceções, a desigualdade tem aumentado em todos os países do mundo. Caso particularmente emblemático, a Oxfam calcula que até na África do Sul a desigualdade é hoje maior do que no período do Apartheid. Com base em dados de 2013, 7 de cada 10 habitantes do mundo vivem em países em que a desigualdade econômica é maior do que há 30 anos.
    O enriquecimento desmedido de um número restrito de indivíduos, a depender dos países, encolheu ou limitou o crescimento da classe média, comprometendo a sua capacidade de gasto e, em última análise, o motor do crescimento mundial. Desde 1990, a participação do trabalho na composição do PIB mundial é constantemente decrescente. O ataque ao valor e à dignidade do trabalho é particularmente acentuado nos países mais pobres, mas também ocorre nas nações ricas. Por consequência, o PIB mundial é composto por uma porcentagem crescente do capital, que se autoalimenta cada vez mais da especulação financeira. As 150 páginas da pesquisa, com amplíssima bibliografia, demonstram que a desigualdade extrema também está associada à violência. A América Latina, a região mais desigual do mundo do ponto de vista econômico, reúne 41 das cidades mais violentas do planeta e registrou 1 milhão de assassinatos entre 2000 e 2010. Países desiguais são lugares perigosos para viver, e a insegurança afeta tanto ricos quanto pobres. (...) (Claudio Bernabucci, Carta Capital n. 825, ano XX, 12 de novembro de 2014, p. 46-47).  
    Assinale a opção que apresenta corretamente o significado do verbo “mitigar” em “... a compaixão é a única maneira de mitigar a lei natural que inevitavelmente produz as diferenças”.
    Escolha uma alternativa para a questão fe1c6528-e7
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão:

    Desiguais até na crise
    O abismo entre ricos e pobres continua a crescer, aponta estudo
    Em um mundo angustiado pela crise econômica, aprendemos que de março de 2009 a março de 2014, exatamente o período considerado mais crítico, depois da bancarrota do Lehman Brothers, o número de bilionários do planeta dobrou: eram 793 no começo do furacão e agora somam 1.645. Os 85 mais ricos entre eles, no mesmo período, incrementaram seus capitais em 668 milhões de dólares a cada dia e sua renda equivale àquela de metade da população mundial, 3,5 bilhões de outros seres humanos. Os dados constam, entre outras “pérolas”, do recente estudo sobre a desigualdade no mundo, publicado pela Oxfam, rede internacional de 19 ONGs que combatem a pobreza. Na sequência da divulgação do relatório, originalmente chamado Even it up: time to end extreme inequality (“Equilibrando o jogo: é hora de acabar com a desigualdade extrema”, em tradução livre) foi lançada a campanha mundial de sensibilização “Equilibre o jogo”.
    Crise é um termo utilizado no mundo inteiro para descrever situações diferentes, mas com um denominador comum, a desaceleração do crescimento das economias, que em média superava os 4% anuais na década passada e hoje sofre para chegar perto dos 3,5%. Para resolver os problemas provocados por esse recuo e retomar o ritmo anterior, os defensores do atual sistema econômico-financeiro indicam caminho único, a ampliação do espaço da iniciativa privada em detrimento do setor público, com corolário de cortes nos gastos sociais e intensificação da produtividade no trabalho. Em outras palavras, salários mais baixos para criar produtos mais baratos. Essa receita, baseada numa visão brutalmente quantitativa do bem-estar da humanidade e sem nenhuma atenção à equilibrada convivência social, é rotundamente recusada pela Oxfam. Com riqueza de informações e análises, a desigualdade é descrita sob diversos aspectos, e o estudo chega à conclusão de que essa praga contemporânea não só é contrária a uma ética humanista, mas também a causa fundamental da crise econômica em curso. O primeiro mito que o relatório se encarrega de derrubar é aquele que considera natural a desigualdade entre os seres humanos. Melhor se concentrar na redução da pobreza, afirmaram os liberais a partir da Revolução Industrial, pois a compaixão é a única maneira de mitigar a lei natural que inevitavelmente produz as diferenças. Mas a desigualdade excessiva tem comprometido o combate à pobreza, apesar dos bons resultados conseguidos nesse campo até o início dos anos 80 do século passado. O abismo entre ricos e pobres nas últimas três décadas, demonstra a pesquisa, tem clara correlação com a baixa mobilidade social. Em outros termos, nos países em que o fenômeno é mais acentuado, quem nasce rico fica rico, quem nasce pobre não tem outra alternativa além de permanecer pobre. A esperança de uma vida melhor, na evolução entre pais e filhos, é banida do horizonte de bilhões de seres humanos. Com raras exceções, a desigualdade tem aumentado em todos os países do mundo. Caso particularmente emblemático, a Oxfam calcula que até na África do Sul a desigualdade é hoje maior do que no período do Apartheid. Com base em dados de 2013, 7 de cada 10 habitantes do mundo vivem em países em que a desigualdade econômica é maior do que há 30 anos.
    O enriquecimento desmedido de um número restrito de indivíduos, a depender dos países, encolheu ou limitou o crescimento da classe média, comprometendo a sua capacidade de gasto e, em última análise, o motor do crescimento mundial. Desde 1990, a participação do trabalho na composição do PIB mundial é constantemente decrescente. O ataque ao valor e à dignidade do trabalho é particularmente acentuado nos países mais pobres, mas também ocorre nas nações ricas. Por consequência, o PIB mundial é composto por uma porcentagem crescente do capital, que se autoalimenta cada vez mais da especulação financeira. As 150 páginas da pesquisa, com amplíssima bibliografia, demonstram que a desigualdade extrema também está associada à violência. A América Latina, a região mais desigual do mundo do ponto de vista econômico, reúne 41 das cidades mais violentas do planeta e registrou 1 milhão de assassinatos entre 2000 e 2010. Países desiguais são lugares perigosos para viver, e a insegurança afeta tanto ricos quanto pobres. (...) (Claudio Bernabucci, Carta Capital n. 825, ano XX, 12 de novembro de 2014, p. 46-47).  
    Assinale a opção que apresenta corretamente, de acordo com o texto, duas consequências que a desigualdade econômica extrema pode provocar.
    Escolha uma alternativa para a questão fe192b90-e7
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão:

    Desiguais até na crise
    O abismo entre ricos e pobres continua a crescer, aponta estudo
    Em um mundo angustiado pela crise econômica, aprendemos que de março de 2009 a março de 2014, exatamente o período considerado mais crítico, depois da bancarrota do Lehman Brothers, o número de bilionários do planeta dobrou: eram 793 no começo do furacão e agora somam 1.645. Os 85 mais ricos entre eles, no mesmo período, incrementaram seus capitais em 668 milhões de dólares a cada dia e sua renda equivale àquela de metade da população mundial, 3,5 bilhões de outros seres humanos. Os dados constam, entre outras “pérolas”, do recente estudo sobre a desigualdade no mundo, publicado pela Oxfam, rede internacional de 19 ONGs que combatem a pobreza. Na sequência da divulgação do relatório, originalmente chamado Even it up: time to end extreme inequality (“Equilibrando o jogo: é hora de acabar com a desigualdade extrema”, em tradução livre) foi lançada a campanha mundial de sensibilização “Equilibre o jogo”.
    Crise é um termo utilizado no mundo inteiro para descrever situações diferentes, mas com um denominador comum, a desaceleração do crescimento das economias, que em média superava os 4% anuais na década passada e hoje sofre para chegar perto dos 3,5%. Para resolver os problemas provocados por esse recuo e retomar o ritmo anterior, os defensores do atual sistema econômico-financeiro indicam caminho único, a ampliação do espaço da iniciativa privada em detrimento do setor público, com corolário de cortes nos gastos sociais e intensificação da produtividade no trabalho. Em outras palavras, salários mais baixos para criar produtos mais baratos. Essa receita, baseada numa visão brutalmente quantitativa do bem-estar da humanidade e sem nenhuma atenção à equilibrada convivência social, é rotundamente recusada pela Oxfam. Com riqueza de informações e análises, a desigualdade é descrita sob diversos aspectos, e o estudo chega à conclusão de que essa praga contemporânea não só é contrária a uma ética humanista, mas também a causa fundamental da crise econômica em curso. O primeiro mito que o relatório se encarrega de derrubar é aquele que considera natural a desigualdade entre os seres humanos. Melhor se concentrar na redução da pobreza, afirmaram os liberais a partir da Revolução Industrial, pois a compaixão é a única maneira de mitigar a lei natural que inevitavelmente produz as diferenças. Mas a desigualdade excessiva tem comprometido o combate à pobreza, apesar dos bons resultados conseguidos nesse campo até o início dos anos 80 do século passado. O abismo entre ricos e pobres nas últimas três décadas, demonstra a pesquisa, tem clara correlação com a baixa mobilidade social. Em outros termos, nos países em que o fenômeno é mais acentuado, quem nasce rico fica rico, quem nasce pobre não tem outra alternativa além de permanecer pobre. A esperança de uma vida melhor, na evolução entre pais e filhos, é banida do horizonte de bilhões de seres humanos. Com raras exceções, a desigualdade tem aumentado em todos os países do mundo. Caso particularmente emblemático, a Oxfam calcula que até na África do Sul a desigualdade é hoje maior do que no período do Apartheid. Com base em dados de 2013, 7 de cada 10 habitantes do mundo vivem em países em que a desigualdade econômica é maior do que há 30 anos.
    O enriquecimento desmedido de um número restrito de indivíduos, a depender dos países, encolheu ou limitou o crescimento da classe média, comprometendo a sua capacidade de gasto e, em última análise, o motor do crescimento mundial. Desde 1990, a participação do trabalho na composição do PIB mundial é constantemente decrescente. O ataque ao valor e à dignidade do trabalho é particularmente acentuado nos países mais pobres, mas também ocorre nas nações ricas. Por consequência, o PIB mundial é composto por uma porcentagem crescente do capital, que se autoalimenta cada vez mais da especulação financeira. As 150 páginas da pesquisa, com amplíssima bibliografia, demonstram que a desigualdade extrema também está associada à violência. A América Latina, a região mais desigual do mundo do ponto de vista econômico, reúne 41 das cidades mais violentas do planeta e registrou 1 milhão de assassinatos entre 2000 e 2010. Países desiguais são lugares perigosos para viver, e a insegurança afeta tanto ricos quanto pobres. (...) (Claudio Bernabucci, Carta Capital n. 825, ano XX, 12 de novembro de 2014, p. 46-47).  
    Pode-se afirmar que no texto o autor aborda:
    Escolha uma alternativa para a questão fe110747-e7
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 3 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    According to the text, it's correct to say that:
    Escolha uma alternativa para a questão e2ca479f-e6
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Denotação e Conotação

    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Denotação e Conotação


    Do ponto de vista composicional e semântico, a única afirmativa em desacordo com as características do texto “Exaltação ao Nordeste” é a explicitada na alternativa

    Escolha uma alternativa para a questão e2af6d3a-e6
  • Linguagens

    Português

    Leia o fragmento, abaixo transcrito, da obra Vidas Secas e responda à questão a seguir.


    Vivia longe dos homens, só se dava bem com animais. Os seus pés duros quebravam espinhos e não sentiam a quentura da terra. Montado confundia-se com o cavalo, grudava-se a ele. E falava uma linguagem cantada, monossilábica e gutural, que o companheiro entendia. Apé, não se aguentava bem. Pendia para um lado, para o outro lado, cambaio, torto e feio. Às vezes, utilizava nas relações com as pessoas a mesma língua com que se dirigia aos brutos – exclamações, onomatopeias. Na verdade falava pouco. Admira as palavras compridas e difíceis da gente da cidade, tentava reproduzir algumas em vão, mas sabia que elas eram inúteis e talvez perigosas. (Graciliano Ramos).


    Tomando-se como referência a leitura completa da obra e a leitura do texto acima, marque V ou F, conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmativas.


    ( ) Adescrição do personagem revela o contraste entre o mundo cultural e o mundo físico e faz referência ao modo como o personagem utiliza a linguagem, indicando assim o seu distanciamento do mundo animal.

    ( ) Ao longo da narrativa, as personagens humanas, em razão da seca, da fome, da miséria e das injustiças sociais, animalizam-se; em contrapartida, os bichos humanizam-se. Exemplo disso é a cena descrita da morte de Baleia.

    ( ) A relação do personagem com a linguagem é descrita de tal modo que se pode inferir que a limitação de horizonte e a vida miserável que levam conduzem não só o pai, mas a família ao silêncio; eles não têm sequer recursos verbais para discutir qualquer tipo de ofensa ou humilhação a que eram submetidos.

    ( ) O autor descreve a realidade a partir da visão amarga do sertanejo, associando a psicologia das personagens com as condições naturais e sociais em que estão inseridas. Por essa razão, eles mergulham em um mundo silencioso onde encontram a felicidade plena a partir da fantasia.

    ( ) Infere-se da leitura que a família de retirantes vive numa espécie de mudez introspectiva, em precárias condições físicas e num estado degradante de condição humana.


    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão e2ab2570-e6
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Análise sintática
    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Análise sintática
    Sobre os termos coesivos que compõem esse texto, identifique com V as afirmativas verdadeiras e com F, as falsas.


    ( ) “que” (l. 04) retoma o termo “plêiade” (l.1) e, além de exercer a função sintática de sujeito, introduz uma oração de caráter restritivo.

    ( ) “embora” (l. 08) inicia uma oração subordinada de valor adverbial, que denota a ideia de concessão.

    ( ) “que” (l. 11) é um pronome relativo que retoma a expressão “cirurgião plástico” (l.10), e, além de exercer a função sintática de sujeito, introduz uma oração de valor de adjetivo.

    ( ) “que” (l. 20) resgata a expressão “rapaz de Caxias (RJ)” (l.19) e a oração que inicia exerce função subjetiva.

    ( ) “que” (l. 38) é um pronome relativo que inicia uma oração adjetiva restritiva, relacionada com o termo “planeta” (l.38) e exerce a função de adjunto adverbial.



    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é:
    Escolha uma alternativa para a questão e2a3f81c-e6
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Análise sintática
    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Análise sintática
    Do ponto de vista sintático-semântico, a única afirmativa que faz uma análise em desacordo com as relações estabelecidas entre as palavras e/ou expressões destacadas é a explicitada na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão e29fb697-e6
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Interpretação de Textos
    Aleitura do texto só não permite afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão e294eb07-e6
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Adjetivos | Adjectives
    Figura 2 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Adjetivos | Adjectives
    Figura 3 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Adjetivos | Adjectives

    Observe the propositions that follow. Decide if they are correct or incorrect according to Text 01 and mark the alternative in which there are only correct propositions.


    Excerpt 01: "Protesters say the poorest are being short-changed while the government spends the large bills on new stadiums and glitzy infrastructure for the soccer competition Brazil is hosting next year and the Olympic Games coming in 2016."


    I – There is an example of passive voice.

    II – There is an example of comparative of adjectives.

    III – The noun phrase “glitzy infrastructure for the soccer competition” is formed by a determiner, a pre modifier, a noun and a post modifier.

    IV - “while” indicates simultaneous actions.
    Escolha uma alternativa para a questão 4d850c50-e6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, IF-BA 2014, Interpretação de Textos
    O sentido produzido pelo cronista Luis Fernando Veríssimo, no texto acima, revela que
    Escolha uma alternativa para a questão 4d70e774-e6
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Denotação e Conotação
    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Denotação e Conotação
    Em relação aos aspectos linguísticos presentes no texto I, é possível afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 4d6cf3c7-e6
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Interpretação de Textos
    Apartir da leitura do texto acima, pode- se afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 4d622a0d-e6
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FMP 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    A tradução adequada para “a wit” (linhas 5/6); “a subject for wit” (linha 11); e “witty” (linha 12) é, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 4f6464a5-e5
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FMP 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Considere o trecho “our modern poets are all, to a man, almost as well read in the Scriptures as some of our divines [“teólogos”], and often abound more with the phrase […]” (linhas 7, 8 e 9) e analise estas assertivas:


    I. Os poetas modernos têm melhor domínio da palavra que alguns teólogos.

    II. Os poetas modernos são quase tão bons conhecedores da Bíblia quanto alguns teólogos.

    III. O autor separa os poetas modernos, humanizando-os (“to a man”), dos teólogos, que, como a própria palavra “divines” indica, estariam mais próximos do divino.

    IV. Tanto o texto dos poetas modernos quanto o dos teólogos são frequentemente abundantes em frases.


    Quantas estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 4f60fc7d-e5
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FMP 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Considere as seguintes assertivas:


    I. De acordo com o texto, a leitura da Bíblia é recomendável a um poeta jovem.

    II. Para o autor, o erro dos poetas ingleses mais respeitáveis foi não ler a Bíblia.

    III. De acordo com o texto, os poetas modernos leram a Bíblia de muitas maneiras, inclusive religiosamente.

    IV. Para o autor, os dramaturgos de seu país também são leitores da Bíblia.


    De acordo com o texto, quais assertivas são verdadeiras?
    Escolha uma alternativa para a questão 4f5794d7-e5
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o seguinte fragmento extraído do romance As parceiras, de Lya Luft.


    Minha avó ficou meio esquecida com as empregadas e uma governanta. Quando o marido irrompia naquela falsa tranquilidade, não deixava de procurar a mulher. Dava um jeito de abrirem o sótão, e entre gritos e escândalo emprenhava Catarina outra vez.

    (LUFT, Lya. As parceiras. 26.ed. Rio de Janeiro: Record, 2013.)


    Considere as seguintes afirmações sobre o romance As parceiras.


    I. Entre abortos – todos de meninas – Catarina teve, a princípio, três filhas: Beatriz, Dora e Norma. Depois viria Sibila, concebida e parida no sótão – uma menina anã e com problemas mentais.

    II. No sótão, Catarina se devolveu à menina interrompida. Mandou forrar o lugar de branco, como um quarto de bonecas, e, como nas brincadeiras infantis, “brincava” inventando vozes.

    III. Quando casou, Catarina Von Sassen já era uma moça experiente e ávida por experiências ousadas.


    Está(ão) correta(s):

    Escolha uma alternativa para a questão 4f4dfe86-e5
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o seguinte fragmento extraído do livro Verdade Tropical, de Caetano Veloso.

    A ideia do canibalismo cultural servia-nos, aos tropicalistas como uma luva. Estávamos “comendo” os Beatles e Jimi Hendrix. Nossas argumentações contra a atitude defensiva dos nacionalistas encontravam aqui uma formulação sucinta e exaustiva. Claro que passamos a aplicá-la com largueza e intensidade, mas não sem cuidado, e eu procurei, a cada passo, repensar os termos em que a adotamos.

    (VELOSO, Caetano. Verdade Tropical. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p. 247)


    Considere as seguintes afirmações sobre o Tropicalismo.


    I. A metáfora oswaldiana da devoração, que propunha não imitar e sim devorar a informação nova, inspirou Caetano e Gil em suas ações tropicalistas.

    II. Na opção tropicalista, para Caetano Veloso, o foco da preocupação política foi deslocado da área da rebeldia para o eixo da revolução social.

    III. O Tropicalismo apresentou-se com uma proposta que se pretendia artística, mas devido a sua força contestadora levou a discussão para além dos muros da música ou mesmo da arte, tornando-se símbolo não só de uma estética, mas também de uma proposta ideológica.


    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4f498ffa-e5