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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 932 de 950

  • Linguagens

    Português

        O dentista me passou a receita de remédio para ajudar a cicatrizar melhor uma pequena cirurgia. Parei na primeira farmácia. Aliás, uma grande farmácia, pertencente a uma dessas redes. Farmácia se tornou supermercado. A gente entra, recebe cestinha, procura os remédios nas gôndolas. E importamos o costume norte-americano de drugstore. Tem de tudo, de remédios a bolachas, leite em pó, calcinha e sutiãs, refrigerantes. Aguardem: cachorro-quente!
        Pois o jovem que me serviu apanhou a receita, olhou, reolhou e perguntou:

       — O que está escrito aqui?
       — O nome do remédio.
       — Sei, mas qual é o remédio?
       — Você é quem tem de saber.
       — Mas como vou saber, se não entendo a letra?
       — Acho que deve ser... Periogard... Isto? Existe um remédio com esse nome?
       — Vou ver.
       Ele foi. Olhou o que foi possível no P. E voltou.
       — Não temos.
       — Acabou ou está em falta?
       — Está em falta.
       Deixei por isso mesmo e continuei. Parei na próxima. Também o jovem olhou, reolhou, cochichou com outro que deu uma vista na receita.
        — Não temos.
        — Que remédio mesmo é? — É esse que está escrito aí. — Sei. Mas não entendo letra de médico.     — Nem eu. Por que não escreveu à máquina?
      Continuei mais um pouco, mas desisti. E fui para casa, pensando naqueles tempos em que o farmacêutico lia qualquer letra. E os médicos pareciam fazer de propósito aqueles garranchos, para colocar à prova o pobre boticário. Que, por sua vez, não dava o braço a torcer. Olhava, e sabia o medicamento. Pode ser que muita gente tenha tomado aquilo que o farmacêutico entendeu e que nem sempre correspondia ao prescrito. Mas, era batata, não falhava. Em Araraquara, de vez em quando, a professora apanhava a prova de um aluno:
          — Que letrinha, hein? Vai ser médico? O que pensa? Que o professor é farmacêutico?
        Eram duas castas bem estabelecidas. Os médicos com as letras ruins e os farmacêuticos que decifravam tudo, champolions1 dedicados. Muitas vezes imaginei que houvesse um conluio, principalmente quando se deixava a receita para aviar2 . Na calada da noite, o farmacêutico batendo à porta do médico e pedindo: “Socorro, doutor. Pode me decifrar as receitas de hoje?” E lá ficavam os dois, labutando.
       Hoje, médicos usam computadores. E as farmácias têm tantos, mas tantos remédios, que é impossível se guardar o nome de todos. Há pilhas de listas, grossíssimas. Ou o povo anda muito doente ou o melhor negócio do mundo é montar um laboratório e em seguida uma farmácia.

    (Ignácio de Loyola Brandão. Crônicas para ler na escola, 2010.)

    1     champolion: Jean-François Champollion, principal responsável pela decifração dos hieróglifos egípcios.

    2    aviar: preparar um medicamento segundo uma prescrição.
    Retoma uma expressão mencionada anteriormente no texto a palavra sublinhada em:
    Escolha uma alternativa para a questão 4ac4bd02-75
  • Linguagens

    Português

        O dentista me passou a receita de remédio para ajudar a cicatrizar melhor uma pequena cirurgia. Parei na primeira farmácia. Aliás, uma grande farmácia, pertencente a uma dessas redes. Farmácia se tornou supermercado. A gente entra, recebe cestinha, procura os remédios nas gôndolas. E importamos o costume norte-americano de drugstore. Tem de tudo, de remédios a bolachas, leite em pó, calcinha e sutiãs, refrigerantes. Aguardem: cachorro-quente!
        Pois o jovem que me serviu apanhou a receita, olhou, reolhou e perguntou:

       — O que está escrito aqui?
       — O nome do remédio.
       — Sei, mas qual é o remédio?
       — Você é quem tem de saber.
       — Mas como vou saber, se não entendo a letra?
       — Acho que deve ser... Periogard... Isto? Existe um remédio com esse nome?
       — Vou ver.
       Ele foi. Olhou o que foi possível no P. E voltou.
       — Não temos.
       — Acabou ou está em falta?
       — Está em falta.
       Deixei por isso mesmo e continuei. Parei na próxima. Também o jovem olhou, reolhou, cochichou com outro que deu uma vista na receita.
        — Não temos.
        — Que remédio mesmo é? — É esse que está escrito aí. — Sei. Mas não entendo letra de médico.     — Nem eu. Por que não escreveu à máquina?
      Continuei mais um pouco, mas desisti. E fui para casa, pensando naqueles tempos em que o farmacêutico lia qualquer letra. E os médicos pareciam fazer de propósito aqueles garranchos, para colocar à prova o pobre boticário. Que, por sua vez, não dava o braço a torcer. Olhava, e sabia o medicamento. Pode ser que muita gente tenha tomado aquilo que o farmacêutico entendeu e que nem sempre correspondia ao prescrito. Mas, era batata, não falhava. Em Araraquara, de vez em quando, a professora apanhava a prova de um aluno:
          — Que letrinha, hein? Vai ser médico? O que pensa? Que o professor é farmacêutico?
        Eram duas castas bem estabelecidas. Os médicos com as letras ruins e os farmacêuticos que decifravam tudo, champolions1 dedicados. Muitas vezes imaginei que houvesse um conluio, principalmente quando se deixava a receita para aviar2 . Na calada da noite, o farmacêutico batendo à porta do médico e pedindo: “Socorro, doutor. Pode me decifrar as receitas de hoje?” E lá ficavam os dois, labutando.
       Hoje, médicos usam computadores. E as farmácias têm tantos, mas tantos remédios, que é impossível se guardar o nome de todos. Há pilhas de listas, grossíssimas. Ou o povo anda muito doente ou o melhor negócio do mundo é montar um laboratório e em seguida uma farmácia.

    (Ignácio de Loyola Brandão. Crônicas para ler na escola, 2010.)

    1     champolion: Jean-François Champollion, principal responsável pela decifração dos hieróglifos egípcios.

    2    aviar: preparar um medicamento segundo uma prescrição.
    Empresta sentido depreciativo ao termo o sufixo da palavra sublinhada em:
    Escolha uma alternativa para a questão 4ac23aff-75
  • Linguagens

    Português

        O dentista me passou a receita de remédio para ajudar a cicatrizar melhor uma pequena cirurgia. Parei na primeira farmácia. Aliás, uma grande farmácia, pertencente a uma dessas redes. Farmácia se tornou supermercado. A gente entra, recebe cestinha, procura os remédios nas gôndolas. E importamos o costume norte-americano de drugstore. Tem de tudo, de remédios a bolachas, leite em pó, calcinha e sutiãs, refrigerantes. Aguardem: cachorro-quente!
        Pois o jovem que me serviu apanhou a receita, olhou, reolhou e perguntou:

       — O que está escrito aqui?
       — O nome do remédio.
       — Sei, mas qual é o remédio?
       — Você é quem tem de saber.
       — Mas como vou saber, se não entendo a letra?
       — Acho que deve ser... Periogard... Isto? Existe um remédio com esse nome?
       — Vou ver.
       Ele foi. Olhou o que foi possível no P. E voltou.
       — Não temos.
       — Acabou ou está em falta?
       — Está em falta.
       Deixei por isso mesmo e continuei. Parei na próxima. Também o jovem olhou, reolhou, cochichou com outro que deu uma vista na receita.
        — Não temos.
        — Que remédio mesmo é? — É esse que está escrito aí. — Sei. Mas não entendo letra de médico.     — Nem eu. Por que não escreveu à máquina?
      Continuei mais um pouco, mas desisti. E fui para casa, pensando naqueles tempos em que o farmacêutico lia qualquer letra. E os médicos pareciam fazer de propósito aqueles garranchos, para colocar à prova o pobre boticário. Que, por sua vez, não dava o braço a torcer. Olhava, e sabia o medicamento. Pode ser que muita gente tenha tomado aquilo que o farmacêutico entendeu e que nem sempre correspondia ao prescrito. Mas, era batata, não falhava. Em Araraquara, de vez em quando, a professora apanhava a prova de um aluno:
          — Que letrinha, hein? Vai ser médico? O que pensa? Que o professor é farmacêutico?
        Eram duas castas bem estabelecidas. Os médicos com as letras ruins e os farmacêuticos que decifravam tudo, champolions1 dedicados. Muitas vezes imaginei que houvesse um conluio, principalmente quando se deixava a receita para aviar2 . Na calada da noite, o farmacêutico batendo à porta do médico e pedindo: “Socorro, doutor. Pode me decifrar as receitas de hoje?” E lá ficavam os dois, labutando.
       Hoje, médicos usam computadores. E as farmácias têm tantos, mas tantos remédios, que é impossível se guardar o nome de todos. Há pilhas de listas, grossíssimas. Ou o povo anda muito doente ou o melhor negócio do mundo é montar um laboratório e em seguida uma farmácia.

    (Ignácio de Loyola Brandão. Crônicas para ler na escola, 2010.)

    1     champolion: Jean-François Champollion, principal responsável pela decifração dos hieróglifos egípcios.

    2    aviar: preparar um medicamento segundo uma prescrição.
    Transposto para o discurso indireto, o trecho “o jovem [...] perguntou: — O que está escrito aqui?” (2º /3º parágrafos) assume a seguinte redação:
    Escolha uma alternativa para a questão 4abfd23a-75
  • Linguagens

    Português

        O dentista me passou a receita de remédio para ajudar a cicatrizar melhor uma pequena cirurgia. Parei na primeira farmácia. Aliás, uma grande farmácia, pertencente a uma dessas redes. Farmácia se tornou supermercado. A gente entra, recebe cestinha, procura os remédios nas gôndolas. E importamos o costume norte-americano de drugstore. Tem de tudo, de remédios a bolachas, leite em pó, calcinha e sutiãs, refrigerantes. Aguardem: cachorro-quente!
        Pois o jovem que me serviu apanhou a receita, olhou, reolhou e perguntou:

       — O que está escrito aqui?
       — O nome do remédio.
       — Sei, mas qual é o remédio?
       — Você é quem tem de saber.
       — Mas como vou saber, se não entendo a letra?
       — Acho que deve ser... Periogard... Isto? Existe um remédio com esse nome?
       — Vou ver.
       Ele foi. Olhou o que foi possível no P. E voltou.
       — Não temos.
       — Acabou ou está em falta?
       — Está em falta.
       Deixei por isso mesmo e continuei. Parei na próxima. Também o jovem olhou, reolhou, cochichou com outro que deu uma vista na receita.
        — Não temos.
        — Que remédio mesmo é? — É esse que está escrito aí. — Sei. Mas não entendo letra de médico.     — Nem eu. Por que não escreveu à máquina?
      Continuei mais um pouco, mas desisti. E fui para casa, pensando naqueles tempos em que o farmacêutico lia qualquer letra. E os médicos pareciam fazer de propósito aqueles garranchos, para colocar à prova o pobre boticário. Que, por sua vez, não dava o braço a torcer. Olhava, e sabia o medicamento. Pode ser que muita gente tenha tomado aquilo que o farmacêutico entendeu e que nem sempre correspondia ao prescrito. Mas, era batata, não falhava. Em Araraquara, de vez em quando, a professora apanhava a prova de um aluno:
          — Que letrinha, hein? Vai ser médico? O que pensa? Que o professor é farmacêutico?
        Eram duas castas bem estabelecidas. Os médicos com as letras ruins e os farmacêuticos que decifravam tudo, champolions1 dedicados. Muitas vezes imaginei que houvesse um conluio, principalmente quando se deixava a receita para aviar2 . Na calada da noite, o farmacêutico batendo à porta do médico e pedindo: “Socorro, doutor. Pode me decifrar as receitas de hoje?” E lá ficavam os dois, labutando.
       Hoje, médicos usam computadores. E as farmácias têm tantos, mas tantos remédios, que é impossível se guardar o nome de todos. Há pilhas de listas, grossíssimas. Ou o povo anda muito doente ou o melhor negócio do mundo é montar um laboratório e em seguida uma farmácia.

    (Ignácio de Loyola Brandão. Crônicas para ler na escola, 2010.)

    1     champolion: Jean-François Champollion, principal responsável pela decifração dos hieróglifos egípcios.

    2    aviar: preparar um medicamento segundo uma prescrição.
    Em “E os médicos pareciam fazer de propósito aqueles garranchos, para colocar à prova o pobre boticário.” (20º parágrafo), o termo sublinhado introduz uma oração que expressa ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 4abd3a5f-75
  • Linguagens

    Português

        O dentista me passou a receita de remédio para ajudar a cicatrizar melhor uma pequena cirurgia. Parei na primeira farmácia. Aliás, uma grande farmácia, pertencente a uma dessas redes. Farmácia se tornou supermercado. A gente entra, recebe cestinha, procura os remédios nas gôndolas. E importamos o costume norte-americano de drugstore. Tem de tudo, de remédios a bolachas, leite em pó, calcinha e sutiãs, refrigerantes. Aguardem: cachorro-quente!
        Pois o jovem que me serviu apanhou a receita, olhou, reolhou e perguntou:

       — O que está escrito aqui?
       — O nome do remédio.
       — Sei, mas qual é o remédio?
       — Você é quem tem de saber.
       — Mas como vou saber, se não entendo a letra?
       — Acho que deve ser... Periogard... Isto? Existe um remédio com esse nome?
       — Vou ver.
       Ele foi. Olhou o que foi possível no P. E voltou.
       — Não temos.
       — Acabou ou está em falta?
       — Está em falta.
       Deixei por isso mesmo e continuei. Parei na próxima. Também o jovem olhou, reolhou, cochichou com outro que deu uma vista na receita.
        — Não temos.
        — Que remédio mesmo é? — É esse que está escrito aí. — Sei. Mas não entendo letra de médico.     — Nem eu. Por que não escreveu à máquina?
      Continuei mais um pouco, mas desisti. E fui para casa, pensando naqueles tempos em que o farmacêutico lia qualquer letra. E os médicos pareciam fazer de propósito aqueles garranchos, para colocar à prova o pobre boticário. Que, por sua vez, não dava o braço a torcer. Olhava, e sabia o medicamento. Pode ser que muita gente tenha tomado aquilo que o farmacêutico entendeu e que nem sempre correspondia ao prescrito. Mas, era batata, não falhava. Em Araraquara, de vez em quando, a professora apanhava a prova de um aluno:
          — Que letrinha, hein? Vai ser médico? O que pensa? Que o professor é farmacêutico?
        Eram duas castas bem estabelecidas. Os médicos com as letras ruins e os farmacêuticos que decifravam tudo, champolions1 dedicados. Muitas vezes imaginei que houvesse um conluio, principalmente quando se deixava a receita para aviar2 . Na calada da noite, o farmacêutico batendo à porta do médico e pedindo: “Socorro, doutor. Pode me decifrar as receitas de hoje?” E lá ficavam os dois, labutando.
       Hoje, médicos usam computadores. E as farmácias têm tantos, mas tantos remédios, que é impossível se guardar o nome de todos. Há pilhas de listas, grossíssimas. Ou o povo anda muito doente ou o melhor negócio do mundo é montar um laboratório e em seguida uma farmácia.

    (Ignácio de Loyola Brandão. Crônicas para ler na escola, 2010.)

    1     champolion: Jean-François Champollion, principal responsável pela decifração dos hieróglifos egípcios.

    2    aviar: preparar um medicamento segundo uma prescrição.
    O cronista recorre a expressão própria da linguagem coloquial em:
    Escolha uma alternativa para a questão 4abadc1e-75
  • Linguagens

    Português

        O dentista me passou a receita de remédio para ajudar a cicatrizar melhor uma pequena cirurgia. Parei na primeira farmácia. Aliás, uma grande farmácia, pertencente a uma dessas redes. Farmácia se tornou supermercado. A gente entra, recebe cestinha, procura os remédios nas gôndolas. E importamos o costume norte-americano de drugstore. Tem de tudo, de remédios a bolachas, leite em pó, calcinha e sutiãs, refrigerantes. Aguardem: cachorro-quente!
        Pois o jovem que me serviu apanhou a receita, olhou, reolhou e perguntou:

       — O que está escrito aqui?
       — O nome do remédio.
       — Sei, mas qual é o remédio?
       — Você é quem tem de saber.
       — Mas como vou saber, se não entendo a letra?
       — Acho que deve ser... Periogard... Isto? Existe um remédio com esse nome?
       — Vou ver.
       Ele foi. Olhou o que foi possível no P. E voltou.
       — Não temos.
       — Acabou ou está em falta?
       — Está em falta.
       Deixei por isso mesmo e continuei. Parei na próxima. Também o jovem olhou, reolhou, cochichou com outro que deu uma vista na receita.
        — Não temos.
        — Que remédio mesmo é? — É esse que está escrito aí. — Sei. Mas não entendo letra de médico.     — Nem eu. Por que não escreveu à máquina?
      Continuei mais um pouco, mas desisti. E fui para casa, pensando naqueles tempos em que o farmacêutico lia qualquer letra. E os médicos pareciam fazer de propósito aqueles garranchos, para colocar à prova o pobre boticário. Que, por sua vez, não dava o braço a torcer. Olhava, e sabia o medicamento. Pode ser que muita gente tenha tomado aquilo que o farmacêutico entendeu e que nem sempre correspondia ao prescrito. Mas, era batata, não falhava. Em Araraquara, de vez em quando, a professora apanhava a prova de um aluno:
          — Que letrinha, hein? Vai ser médico? O que pensa? Que o professor é farmacêutico?
        Eram duas castas bem estabelecidas. Os médicos com as letras ruins e os farmacêuticos que decifravam tudo, champolions1 dedicados. Muitas vezes imaginei que houvesse um conluio, principalmente quando se deixava a receita para aviar2 . Na calada da noite, o farmacêutico batendo à porta do médico e pedindo: “Socorro, doutor. Pode me decifrar as receitas de hoje?” E lá ficavam os dois, labutando.
       Hoje, médicos usam computadores. E as farmácias têm tantos, mas tantos remédios, que é impossível se guardar o nome de todos. Há pilhas de listas, grossíssimas. Ou o povo anda muito doente ou o melhor negócio do mundo é montar um laboratório e em seguida uma farmácia.

    (Ignácio de Loyola Brandão. Crônicas para ler na escola, 2010.)

    1     champolion: Jean-François Champollion, principal responsável pela decifração dos hieróglifos egípcios.

    2    aviar: preparar um medicamento segundo uma prescrição.
    O cronista dirige-se explicitamente a seus leitores no seguinte trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão 4ab87a91-75
  • Linguagens

    Português

    Examine o cartum de Richard Bittencourt, o Fí.


    Imagem da questão de Português, Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo 2023, Interpretação de Textos



    Depreende-se do cartum que a mulher considera o conteúdo produzido pelo homem 

    Escolha uma alternativa para a questão 4ab58968-75
  • Linguagens

    Literatura

    O Romantismo no Brasil foi episódio do grande processo de tomada de consciência nacional, constituindo um aspecto do movimento de independência. Afirmar a autonomia no setor literário significava cortar mais um laço com a mãe-pátria.

    (Antonio Candido. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos, 2017.)


    O vínculo estético-político, mencionado no excerto, exprimia-se literariamente
    Escolha uma alternativa para a questão ca437774-75
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo 2023, Interpretação de texto | Reading comprehension





    In the section “Be more social”, the expression “I will strive” means to
    Escolha uma alternativa para a questão ca33fee0-75
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo 2023, Interpretação de texto | Reading comprehension





    The main purpose of the infographic is to present
    Escolha uma alternativa para a questão ca316c57-75
  • Linguagens

    Inglês

         Some of the world’s leading artificial intelligence (AI) researchers are calling for a pause on research into AI, claiming that safety issues must first be urgently addressed. If not, the outcomes could be devastating for humanity. Others say any pause in development would not only be impractical to enforce on a global scale, but could also stand in the way of advances that could both improve and save lives.
         The AI that is currently available already has the power to radically alter society, in new ways that we are seeing every day. So how might it progress over the coming years? Are we on the brink of an artificial intelligence-powered utopia or dystopia?
         Firstly, technology has been automating jobs since the Industrial Revolution, though never before has it happened on this scale. Everyone from truck drivers to voice over artists are at risk of being replaced by AI. A recent study found that just over 30 jobs are considered safe from automation in the near future. They range from mechanics to athletes, though they represent just a sliver of the current labour market. While new jobs will be created, there is a significant chance that the majority of the population will be left jobless. This could either lead to:
         Utopia: A new leisure class emerges, living off a universal basic income funded by taxes on robots and the companies that operate them.
        Dystopia: Mass unemployment results in social unrest, similar to the way laid off factory workers trashed the machines that replaced them. With so many jobs at risk and the potential for huge wealth inequality, some fear it could ultimately result in societal collapse.
        Secondly, artificial intelligence is already contributing to major scientific advances, dramatically accelerating the time it takes to make discoveries. It has been used to invent millions of materials that did not previously exist, find potential drug molecules 1,000 times faster than previous methods, and improve our understanding of the universe. This could either lead to:
          Utopia: Cancer and all other life-threatening diseases are cured, leading to a new age of health and prosperity. Scientists are already using AI tools to make breakthroughs in longevity medicine, which aims to end or even reverse ageing.
         Dystopia: The same AI-enabled technology could be used for malevolent purposes, creating entirely new diseases and viruses. These could be used as bioweapons, capable of devastating populations that don’t have access to cures or the tech needed to develop them.


    (Anthony Cuthbertson. www.independent.co.uk, 03.05.2023. Adaptado.)
    In the excerpt from the seventh paragraph “which aims to end or even reverse ageing”, the underlined word refers to 
    Escolha uma alternativa para a questão ca2e9478-75
  • Linguagens

    Inglês

         Some of the world’s leading artificial intelligence (AI) researchers are calling for a pause on research into AI, claiming that safety issues must first be urgently addressed. If not, the outcomes could be devastating for humanity. Others say any pause in development would not only be impractical to enforce on a global scale, but could also stand in the way of advances that could both improve and save lives.
         The AI that is currently available already has the power to radically alter society, in new ways that we are seeing every day. So how might it progress over the coming years? Are we on the brink of an artificial intelligence-powered utopia or dystopia?
         Firstly, technology has been automating jobs since the Industrial Revolution, though never before has it happened on this scale. Everyone from truck drivers to voice over artists are at risk of being replaced by AI. A recent study found that just over 30 jobs are considered safe from automation in the near future. They range from mechanics to athletes, though they represent just a sliver of the current labour market. While new jobs will be created, there is a significant chance that the majority of the population will be left jobless. This could either lead to:
         Utopia: A new leisure class emerges, living off a universal basic income funded by taxes on robots and the companies that operate them.
        Dystopia: Mass unemployment results in social unrest, similar to the way laid off factory workers trashed the machines that replaced them. With so many jobs at risk and the potential for huge wealth inequality, some fear it could ultimately result in societal collapse.
        Secondly, artificial intelligence is already contributing to major scientific advances, dramatically accelerating the time it takes to make discoveries. It has been used to invent millions of materials that did not previously exist, find potential drug molecules 1,000 times faster than previous methods, and improve our understanding of the universe. This could either lead to:
          Utopia: Cancer and all other life-threatening diseases are cured, leading to a new age of health and prosperity. Scientists are already using AI tools to make breakthroughs in longevity medicine, which aims to end or even reverse ageing.
         Dystopia: The same AI-enabled technology could be used for malevolent purposes, creating entirely new diseases and viruses. These could be used as bioweapons, capable of devastating populations that don’t have access to cures or the tech needed to develop them.


    (Anthony Cuthbertson. www.independent.co.uk, 03.05.2023. Adaptado.)
    No terceiro parágrafo, a expressão “be left jobless” pode ser associada ao seguinte trecho do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão ca2c2edf-75
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    Inglês

         Some of the world’s leading artificial intelligence (AI) researchers are calling for a pause on research into AI, claiming that safety issues must first be urgently addressed. If not, the outcomes could be devastating for humanity. Others say any pause in development would not only be impractical to enforce on a global scale, but could also stand in the way of advances that could both improve and save lives.
         The AI that is currently available already has the power to radically alter society, in new ways that we are seeing every day. So how might it progress over the coming years? Are we on the brink of an artificial intelligence-powered utopia or dystopia?
         Firstly, technology has been automating jobs since the Industrial Revolution, though never before has it happened on this scale. Everyone from truck drivers to voice over artists are at risk of being replaced by AI. A recent study found that just over 30 jobs are considered safe from automation in the near future. They range from mechanics to athletes, though they represent just a sliver of the current labour market. While new jobs will be created, there is a significant chance that the majority of the population will be left jobless. This could either lead to:
         Utopia: A new leisure class emerges, living off a universal basic income funded by taxes on robots and the companies that operate them.
        Dystopia: Mass unemployment results in social unrest, similar to the way laid off factory workers trashed the machines that replaced them. With so many jobs at risk and the potential for huge wealth inequality, some fear it could ultimately result in societal collapse.
        Secondly, artificial intelligence is already contributing to major scientific advances, dramatically accelerating the time it takes to make discoveries. It has been used to invent millions of materials that did not previously exist, find potential drug molecules 1,000 times faster than previous methods, and improve our understanding of the universe. This could either lead to:
          Utopia: Cancer and all other life-threatening diseases are cured, leading to a new age of health and prosperity. Scientists are already using AI tools to make breakthroughs in longevity medicine, which aims to end or even reverse ageing.
         Dystopia: The same AI-enabled technology could be used for malevolent purposes, creating entirely new diseases and viruses. These could be used as bioweapons, capable of devastating populations that don’t have access to cures or the tech needed to develop them.


    (Anthony Cuthbertson. www.independent.co.uk, 03.05.2023. Adaptado.)
    O termo “while”, no trecho do terceiro parágrafo “While new jobs will be created, there is a significant chance that the majority of the population will be left jobless”, é empregado com o mesmo sentido em:
    Escolha uma alternativa para a questão ca29b2a0-75
  • Linguagens

    Inglês

         Some of the world’s leading artificial intelligence (AI) researchers are calling for a pause on research into AI, claiming that safety issues must first be urgently addressed. If not, the outcomes could be devastating for humanity. Others say any pause in development would not only be impractical to enforce on a global scale, but could also stand in the way of advances that could both improve and save lives.
         The AI that is currently available already has the power to radically alter society, in new ways that we are seeing every day. So how might it progress over the coming years? Are we on the brink of an artificial intelligence-powered utopia or dystopia?
         Firstly, technology has been automating jobs since the Industrial Revolution, though never before has it happened on this scale. Everyone from truck drivers to voice over artists are at risk of being replaced by AI. A recent study found that just over 30 jobs are considered safe from automation in the near future. They range from mechanics to athletes, though they represent just a sliver of the current labour market. While new jobs will be created, there is a significant chance that the majority of the population will be left jobless. This could either lead to:
         Utopia: A new leisure class emerges, living off a universal basic income funded by taxes on robots and the companies that operate them.
        Dystopia: Mass unemployment results in social unrest, similar to the way laid off factory workers trashed the machines that replaced them. With so many jobs at risk and the potential for huge wealth inequality, some fear it could ultimately result in societal collapse.
        Secondly, artificial intelligence is already contributing to major scientific advances, dramatically accelerating the time it takes to make discoveries. It has been used to invent millions of materials that did not previously exist, find potential drug molecules 1,000 times faster than previous methods, and improve our understanding of the universe. This could either lead to:
          Utopia: Cancer and all other life-threatening diseases are cured, leading to a new age of health and prosperity. Scientists are already using AI tools to make breakthroughs in longevity medicine, which aims to end or even reverse ageing.
         Dystopia: The same AI-enabled technology could be used for malevolent purposes, creating entirely new diseases and viruses. These could be used as bioweapons, capable of devastating populations that don’t have access to cures or the tech needed to develop them.


    (Anthony Cuthbertson. www.independent.co.uk, 03.05.2023. Adaptado.)
    No trecho do terceiro parágrafo “though never before has it happened on this scale”, o termo sublinhado expressa, no contexto apresentado, ideia de 
    Escolha uma alternativa para a questão ca271e3e-75
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         Some of the world’s leading artificial intelligence (AI) researchers are calling for a pause on research into AI, claiming that safety issues must first be urgently addressed. If not, the outcomes could be devastating for humanity. Others say any pause in development would not only be impractical to enforce on a global scale, but could also stand in the way of advances that could both improve and save lives.
         The AI that is currently available already has the power to radically alter society, in new ways that we are seeing every day. So how might it progress over the coming years? Are we on the brink of an artificial intelligence-powered utopia or dystopia?
         Firstly, technology has been automating jobs since the Industrial Revolution, though never before has it happened on this scale. Everyone from truck drivers to voice over artists are at risk of being replaced by AI. A recent study found that just over 30 jobs are considered safe from automation in the near future. They range from mechanics to athletes, though they represent just a sliver of the current labour market. While new jobs will be created, there is a significant chance that the majority of the population will be left jobless. This could either lead to:
         Utopia: A new leisure class emerges, living off a universal basic income funded by taxes on robots and the companies that operate them.
        Dystopia: Mass unemployment results in social unrest, similar to the way laid off factory workers trashed the machines that replaced them. With so many jobs at risk and the potential for huge wealth inequality, some fear it could ultimately result in societal collapse.
        Secondly, artificial intelligence is already contributing to major scientific advances, dramatically accelerating the time it takes to make discoveries. It has been used to invent millions of materials that did not previously exist, find potential drug molecules 1,000 times faster than previous methods, and improve our understanding of the universe. This could either lead to:
          Utopia: Cancer and all other life-threatening diseases are cured, leading to a new age of health and prosperity. Scientists are already using AI tools to make breakthroughs in longevity medicine, which aims to end or even reverse ageing.
         Dystopia: The same AI-enabled technology could be used for malevolent purposes, creating entirely new diseases and viruses. These could be used as bioweapons, capable of devastating populations that don’t have access to cures or the tech needed to develop them.


    (Anthony Cuthbertson. www.independent.co.uk, 03.05.2023. Adaptado.)
    According to the text, in a utopian future empowered by artificial intelligence, AI could be
    Escolha uma alternativa para a questão ca249003-75
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         Some of the world’s leading artificial intelligence (AI) researchers are calling for a pause on research into AI, claiming that safety issues must first be urgently addressed. If not, the outcomes could be devastating for humanity. Others say any pause in development would not only be impractical to enforce on a global scale, but could also stand in the way of advances that could both improve and save lives.
         The AI that is currently available already has the power to radically alter society, in new ways that we are seeing every day. So how might it progress over the coming years? Are we on the brink of an artificial intelligence-powered utopia or dystopia?
         Firstly, technology has been automating jobs since the Industrial Revolution, though never before has it happened on this scale. Everyone from truck drivers to voice over artists are at risk of being replaced by AI. A recent study found that just over 30 jobs are considered safe from automation in the near future. They range from mechanics to athletes, though they represent just a sliver of the current labour market. While new jobs will be created, there is a significant chance that the majority of the population will be left jobless. This could either lead to:
         Utopia: A new leisure class emerges, living off a universal basic income funded by taxes on robots and the companies that operate them.
        Dystopia: Mass unemployment results in social unrest, similar to the way laid off factory workers trashed the machines that replaced them. With so many jobs at risk and the potential for huge wealth inequality, some fear it could ultimately result in societal collapse.
        Secondly, artificial intelligence is already contributing to major scientific advances, dramatically accelerating the time it takes to make discoveries. It has been used to invent millions of materials that did not previously exist, find potential drug molecules 1,000 times faster than previous methods, and improve our understanding of the universe. This could either lead to:
          Utopia: Cancer and all other life-threatening diseases are cured, leading to a new age of health and prosperity. Scientists are already using AI tools to make breakthroughs in longevity medicine, which aims to end or even reverse ageing.
         Dystopia: The same AI-enabled technology could be used for malevolent purposes, creating entirely new diseases and viruses. These could be used as bioweapons, capable of devastating populations that don’t have access to cures or the tech needed to develop them.


    (Anthony Cuthbertson. www.independent.co.uk, 03.05.2023. Adaptado.)
    No contexto apresentado pelo texto, a frase que indica uma situação hipotética é:
    Escolha uma alternativa para a questão ca2207d2-75
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         Some of the world’s leading artificial intelligence (AI) researchers are calling for a pause on research into AI, claiming that safety issues must first be urgently addressed. If not, the outcomes could be devastating for humanity. Others say any pause in development would not only be impractical to enforce on a global scale, but could also stand in the way of advances that could both improve and save lives.
         The AI that is currently available already has the power to radically alter society, in new ways that we are seeing every day. So how might it progress over the coming years? Are we on the brink of an artificial intelligence-powered utopia or dystopia?
         Firstly, technology has been automating jobs since the Industrial Revolution, though never before has it happened on this scale. Everyone from truck drivers to voice over artists are at risk of being replaced by AI. A recent study found that just over 30 jobs are considered safe from automation in the near future. They range from mechanics to athletes, though they represent just a sliver of the current labour market. While new jobs will be created, there is a significant chance that the majority of the population will be left jobless. This could either lead to:
         Utopia: A new leisure class emerges, living off a universal basic income funded by taxes on robots and the companies that operate them.
        Dystopia: Mass unemployment results in social unrest, similar to the way laid off factory workers trashed the machines that replaced them. With so many jobs at risk and the potential for huge wealth inequality, some fear it could ultimately result in societal collapse.
        Secondly, artificial intelligence is already contributing to major scientific advances, dramatically accelerating the time it takes to make discoveries. It has been used to invent millions of materials that did not previously exist, find potential drug molecules 1,000 times faster than previous methods, and improve our understanding of the universe. This could either lead to:
          Utopia: Cancer and all other life-threatening diseases are cured, leading to a new age of health and prosperity. Scientists are already using AI tools to make breakthroughs in longevity medicine, which aims to end or even reverse ageing.
         Dystopia: The same AI-enabled technology could be used for malevolent purposes, creating entirely new diseases and viruses. These could be used as bioweapons, capable of devastating populations that don’t have access to cures or the tech needed to develop them.


    (Anthony Cuthbertson. www.independent.co.uk, 03.05.2023. Adaptado.)
    The text aims to
    Escolha uma alternativa para a questão ca1f8ec9-75
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    Português

    Para responder à questão, leia o poema da escritora portuguesa Florbela Espanca, publicado originalmente em 1919.



                Vaidade

    Sonho que sou a Poetisa eleita,
    Aquela que diz tudo e tudo sabe,
    Que tem a inspiração pura e perfeita,
    Que reúne num verso a imensidade!

    Sonho que um verso meu tem claridade
    Para encher todo o mundo! E que deleita
    Mesmo aqueles que morrem de saudade!
    Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!

    Sonho que sou Alguém cá neste mundo...
    Aquela de saber vasto e profundo
    Aos pés de quem a terra anda curvada!

    E quando mais no céu eu vou sonhando,
    E quando mais no alto ando voando,
    Acordo do meu sonho... E não sou nada!...


    (Florbela Espanca. Poemas, 1996.)
    O núcleo do sujeito do verbo “deleita” (2a estrofe) é
    Escolha uma alternativa para a questão ca1a4f97-75
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    Literatura

    Para responder à questão, leia o poema da escritora portuguesa Florbela Espanca, publicado originalmente em 1919.



                Vaidade

    Sonho que sou a Poetisa eleita,
    Aquela que diz tudo e tudo sabe,
    Que tem a inspiração pura e perfeita,
    Que reúne num verso a imensidade!

    Sonho que um verso meu tem claridade
    Para encher todo o mundo! E que deleita
    Mesmo aqueles que morrem de saudade!
    Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!

    Sonho que sou Alguém cá neste mundo...
    Aquela de saber vasto e profundo
    Aos pés de quem a terra anda curvada!

    E quando mais no céu eu vou sonhando,
    E quando mais no alto ando voando,
    Acordo do meu sonho... E não sou nada!...


    (Florbela Espanca. Poemas, 1996.)
    Tendo em vista as escolhas formais mobilizadas pela escritora, como o emprego do gênero soneto e de versos decassílabos, o poema aproxima-se da estética
    Escolha uma alternativa para a questão ca17dd57-75