Questões do ENEM: Linguagens
Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
- Filtrando por
- LinguagensRemover este filtro
Resultados
18.995 questões encontradas. Mostrando a página 26 de 950.
EBE4DBD3-CD “Na planície avermelhada os juazeiros largavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da catinga rala”.RAMOS, Graciliano. Vidas secas. 57. ed. São Paulo: Record, p. 9.Dadas as afirmativas acerca do primeiro parágrafo do capítulo “Mudança”, de Vidas secas, escrito pelo romancista alagoano Graciliano Ramos,I. No início do livro, a seleção e a combinação de imagens representativas da seca, como “a planície avermelhada”, “os juazeiros” e o “rio seco”, constroem um contexto desolador.II. Trata-se de um parágrafo que exalta a beleza do sertão nordestino, em que elementos significativos da paisagem são articulados para compor um cenário leve e idílico.III. Fabiano, um dos personagens centrais desse livro de Graciliano Ramos, narra sua história em primeira pessoa, como se pode ver nesse trecho.IV. Há uma forte presença da visualidade, com descrições do sertão afetado pela seca, que predomina no início e no fim desse livro.verifica-se que estão corretasEBE2443F-CD Literatura
Escolas LiteráriasQualin - Faculdade de Saúde · 2025MédioEntre para guardar nos favoritosClarice Lispector é uma autora brasileira que escreveu uma vasta obra, composta, entre outros gêneros, por contos, entre os quais se destacam os livros Laços de família (1960) e Felicidade clandestina (1971), e romances como Perto do coração selvagem e A hora da estrela (1977).Sobre essa autora é correto afirmar queEBDFB988-CD Literatura
Escolas LiteráriasQualin - Faculdade de Saúde · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos“Era decisivo. Simão Bacamarte curvou a cabeça, juntamente alegre e triste, e ainda mais alegre do que triste. Ato contínuo, recolheu-se à Casa Verde. Em vão a mulher e os amigos lhe disseram que ficasse, que estava perfeitamente são e equilibrado: nem rogos nem sugestões nem lágrimas o detiveram um só instante.— A questão é científica, dizia ele; trata-se de uma doutrina nova, cujo primeiro exemplo sou eu. Reúno em mim mesmo a teoria e a prática.— Simão! Simão! meu amor! dizia-lhe a esposa com o rosto lavado em lágrimas.Mas o ilustre médico, com os olhos acesos da convicção científica, trancou os ouvidos à saudade da mulher, e brandamente a repeliu. Fechada a porta da Casa Verde, entregou-se ao estudo e à cura de si mesmo. Dizem os cronistas que ele morreu dali a dezessete meses, no mesmo estado em que entrou, sem ter podido alcançar nada. Alguns chegam ao ponto de conjeturar que nunca houve outro louco, além dele, em Itaguaí; mas esta opinião, fundada em um boato que correu desde que o alienista expirou, não tem outra prova, senão o boato; e boato duvidoso, pois é atribuído ao Padre Lopes, que com tanto fogo realçara as qualidades do grande homem. Seja como for, efetuou-se o enterro com muita pompa e rara solenidade”.ASSIS, Machado de. O alienista. In: ASSIS, Machado de. Papéis Avulsos. Belo Horizonte: Itatiaia,1882.O trecho supracitado pertence ao conto “O alienista”, de Machado de Assis, publicado no livro Papéis avulsos (1882), acerca do qual é correto afirmar queEBDD2436-CD Português
Interpretação de TextosQualin - Faculdade de Saúde · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos“Ademais, não havia temer-se o juízo tremendo do futuro. A História não iria até ali.Afeiçoara-se a ver a fisionomia temerosa dos povos na ruinaria majestosa das cidades vastas, na imponência soberana dos coliseus ciclópicos, nas gloriosas chacinas das batalhas clássicas e na selvatiqueza épica das grandes invasões. Nada tinha que ver naquele matadouro.O sertão é o homizio. Quem lhe rompe as trilhas, ao divisar à beira da estrada a cruz sobre a cova do assassinado, não indaga do crime. Tira o chapéu, e passa.E lá não chegaria, certo, a correção dos poderes constituídos. O atentado era público. Conhecia-o, em Monte Santo, o principal representante do governo, e silenciara. Coonestara-o com a indiferença culposa. Desse modo a consciência da impunidade, do mesmo passo fortalecida pelo anonimato da culpa e pela cumplicidade tácita dos únicos que podiam reprimi-la, amalgamou-se a todos os rancores acumulados, e arrojou, armada até aos dentes, em cima da mísera sociedade sertaneja, a multidão criminosa e paga para matar.Canudos tinha muito apropriadamente, em roda, uma cercadura de montanhas. Era um parêntesis; era um hiato. Era um vácuo. Não existia. Transposto aquele cordão de serras, ninguém mais pecava.Realizava-se um recuo prodigioso no tempo; um resvalar estonteador por alguns séculos abaixo”.CUNHA, Euclides. Os sertões. Edição crítica e organização: Walnice Nogueira Galvão. São Paulo: Ubu, 2016, v. I, p. 512.De acordo com o trecho, é correto afirmar queEBD9DF74-CD Português
Interpretação de TextosQualin - Faculdade de Saúde · 2025MédioEntre para guardar nos favoritosSe Liga AíA gente pensa que vive num lugar onde se fala o que pensa.Mas eu não conheço esse lugar.Eu não conheço esse lugar!A gente pensa que é livre pra falar tudo que pensa mas agente sempre pensa um pouco antes de falar!Se liga aí, se liga lá, se liga então!Se legalize nessa comunicação.Se liga aí, se liga lá, se liga então!Se legalize a liberdade de expressão!Se liga aí, se liga lá, se liga então!Se legalize nessa comunicação.Se liga aí, se liga lá, se liga então!Se legalize a opção!Pensa! O pensamento tem poder.Mas não adianta só pensar.Você também tem que dizer! Diz!Porque as palavras têm poder.Mas não adianta só falar.Você também tem que fazer! Faz!Porque você só vai saber se o final vai ser feliz depois quetudo acontecer.[...]Disponível em: https://www.letras.mus.br/gabriel-pensador/72842/. Acesso em: 31 mar. 2025.As preferências linguísticas do autor atribuem ao textoEBD72B5C-CD Português
Interpretação de TextosQualin - Faculdade de Saúde · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosEQUIPES MULTIPROFISSIONAISArte educador, assistente social, psicólogo, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, nutricionista são alguns dos profissionais de saúde que também trabalham na atenção primária do SUS. Eles integram as Equipes Multidisciplinares em Atenção Primária à Saúde (eMulti), que atuam de modo integrado e complementar à saúde da família, e também a outros modelos de equipe, como a do Consultório na Rua e a da Unidade Básica de Saúde Fluvial.Chamadas inicialmente de Nasf (Núcleo de Apoio à Saúde da Família), quando foram criadas, em 2008, essas equipes trabalham em conjunto com as equipes de Saúde da Família (eSF), além de fortalecer as articulações com outros setores, como educação, serviço social, cultura, lazer e esporte.Na edição 260 (maio de 2024), Radis mostrou como é o dia a dia de uma psicóloga que atua em uma Clínica da Família. Depois de uma série de ataques a esse modelo de trabalho multidisciplinar nos últimos anos, inclusive com o congelamento de repasses depois de 2019, essas equipes voltaram a receber investimentos do Ministério da Saúde, em 2023, e passaram a ser chamadas de eMulti.REVISTA RADIS, Nº 267 - DEZ 2024, p. 22.No texto, a referência a várias áreas dos profissionais da saúde tem como objetivoEBD48EA9-CD Português
Interpretação de TextosQualin - Faculdade de Saúde · 2025DifícilEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: https://issuu.com/daniellalopesrodrigues/docs/revista_dispositiva_v._4__ corrigida_/s/11453165. Acesso em: 28 mar. 2025.
Considerando-se o universo das falas da personagem Mafalda na tira acima, dadas as afirmativas,
I. No contexto da tira, a marca de intertextualidade se dá a partir de outro texto não verbal preexistente.
II. Nota-se, na tira, que a representação da intertextualidade ocorre na alusão às ordens que a personagem Mafalda recebe diariamente de sua mãe em relação à lavagem das mãos.
III. Na tira, ocorre um intertexto pela ativação do texto-fonte na memória discursiva da personagem Mafalda.
IV. O gênero textual, em questão, trata de uma narrativa curta com um tom crítico que recusa o mundo como ele é e se apresenta a partir de duas linguagens: a verbal e a não verbal, ambas importantes para a compreensão da tira.
verifica-se que estão corretas apenas
EBD1E8FE-CD Português
Interpretação de TextosQualin - Faculdade de Saúde · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: https://www.facebook.com/Prometeus22/. Acesso em: 28 mar. 2025.Dadas as afirmativas acerca das funções da linguagem,I. Na imagem, a função apresentada é a conativa, pois se centra na mensagem e em como ela é transmitida, e em razão disso, o anúncio possui recursos não verbais.II. A função apelativa ou conativa é bem própria do gênero textual que foi apresentado.III. No cartaz, o verbo encontra-se no imperativo. Verbos no imperativo são frequentes nos anúncios e conferem mais brevidade e impacto à mensagem que se deseja transmitir ao receptor.IV. O cartaz apresentado proporciona uma reflexão sobre o papel do cidadão em práticas cotidianas, junto a quem é endereçada a mensagem.V. O verbo no imperativo, característico da função informativa, não interfere na leitura do cartaz, uma vez que o uso deles se trata de uma questão meramente estilística.verifica-se que estão corretas apenasEBCF3FE7-CD Português
Funções morfossintáticas da palavra QUEQualin - Faculdade de Saúde · 2025MédioEntre para guardar nos favoritosO que a BNCC dizValorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. Cada competência traz a proposta de um aluno ativo, que consegue não apenas compreender e reconhecer a importância do que foi aprendido, mas, principalmente, refletir sobre como ocorre a construção do conhecimento, conquistando autonomia para estudar e aprender em diversos contextos, inclusive fora da escola.Disponível em: https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/5/competencia-1-conhecimento. Acesso em: 30 mar. 2025.A respeito do vocábulo “que” no contexto: “Cada competência traz a proposta de um aluno ativo, que consegue não apenas compreender e reconhecer a importância...”, assinale a alternativa correta.EBCC8E6D-CD Português
Interpretação de TextosQualin - Faculdade de Saúde · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: https://folhapress.folha.com.br/arte/61287. Acesso em: 30 mar. 2025.Essa charge retrata a sanção do projeto de lei que proíbe o uso de celulares nas escolas. Nela, as diferentes linguagens, representadas pelo aluno, evidenciam uma posturaEBCA038E-CD Português
Interpretação de TextosQualin - Faculdade de Saúde · 2025MédioEntre para guardar nos favoritosPlataformaNão põe corda no meu blocoNem vem com teu carro-chefeNão dá ordem ao pessoalNão traz lema nem divisaQue a gente não precisaQue organizem nosso carnavalNão sou candidato a nadaMeu negócio é madrugadaMas meu coração não se conformaO meu peito é do contraE por isso mete broncaNeste samba plataformaPor um blocoQue derrube esse coretoPor passistas à vontadeQue não dancem o minuetoPor um blocoSem bandeira ou fingimentoQue balance e abagunceO desfile e o julgamentoPor um bloco que aumenteO movimentoQue sacuda e arrebenteO cordão de isolamentoDisponível em: https://www.letras.mus.br/joao-bosco/46531/. Acesso em: 28 mar. 2025Levando-se em consideração a letra dessa composição, dadas as afirmativas,I. A composição é uma expressão artística que se apropria do contexto do carnaval para tecer uma crítica social e cultural.II. A letra da canção clama por organização rígida e pelas estruturas de poder que, muitas vezes, se infiltram nas celebrações populares, como o carnaval, que é um símbolo de liberdade e de expressão espontânea no Brasil.III. O compositor utiliza a metáfora do carnaval para falar de temas mais amplos, como a resistência contra a conformidade e a burocracia.IV. A letra da canção apresenta mensagem que rejeita a autenticidade e a quebra de padrões que limitam a expressão individual e coletiva.verifica-se que está/ão correta/sEBC77514-CD Português
Funções morfossintáticas da palavra QUEQualin - Faculdade de Saúde · 2025DifícilEntre para guardar nos favoritosEu ando pelo mundoPrestando atenção em coresQue eu não sei o nomeCores de AlmodóvarCores de Frida KahloCores!Passeio pelo escuroEu presto muita atençãoNo que meu irmão ouveE como uma segunda peleUm calo, uma cascaUma cápsula protetoraAi, Eu quero chegar antesPra sinalizarO estar de cada coisaFiltrar seus graus[...]Disponível em: https://www.letras.mus.br/adriana-calcanhotto/43856/. Acesso em: 28 mar. 2025.Com base na construção dos versos: “Prestando atenção em cores / Que eu não sei o nome”, da música Esquadros, de Adriana Calcanhotto, e, considerando a estrutura morfossintática, dadas as afirmativas,I. Como acontece com as orações relativas-padrão, houve nos versos em questão uma drástica alteração da ordem “antecedente - preposição - consequente”.II. Pelas regras da norma-padrão, a autora deveria ter usado uma adequada preposição no verso: “Que eu não sei o nome”.III. O verso: “Que eu não sei o nome” poderia ser substituído, sem prejuízos semânticos, por: “Das quais eu não sei o nome”.verifica-se que está/ão correta/sEBC4A12D-CD Português
Morfologia - PronomesQualin - Faculdade de Saúde · 2025MédioEntre para guardar nos favoritosDeixa eu dizer que te amoDeixa eu pensar em vocêIsso me acalma, me acolhe a almaIsso me ajuda a viverDisponível em: https://www.letras.mus.br/marisa-monte/47268/. Acesso em: 28 mar. 2025.Dadas as afirmativas acerca do pronome em destaque nos versos: “Deixa eu dizer que te amo / Deixa eu pensar em você”,I. Evidencia-se, nos versos, a prática da maioria dos falantes do português brasileiro (de todas as regiões, de todos os níveis de escolaridade) em usar os pronomes pessoais retos para exercer as funções sintáticas: objeto direto do primeiro verbo e sujeito do segundo.II. Nota-se uma tendência cada vez mais acentuada que leva o português do Brasil a preferir usar o pronome sujeito (reto) quando a norma-padrão conservadora cobra um pronome-objeto (oblíquo).III. Nos versos, há um fenômeno sintático que, na tradição gramatical, recebe o nome de sujeito acusativo, usado praticamente pelos falantes incultos brasileiros.verifica-se que está/ão correta/sEBC12995-CD Português
MorfologiaQualin - Faculdade de Saúde · 2025DifícilEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: https://brainly.com.br/tarefa/16552491. Acesso em: 1º abr. 2025. Adaptada.O texto acima trabalha com a possibilidade da ambiguidade obtida devido à/aoC5F98D4C-CC Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2025MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUCTION: Read the following text to answer the question.How can neuroscience lead to treatments for nicotine addiction?Around a billion people still smoke, so we clearly have more to learn about effective treatments for nicotine addiction. Medications that can help include bupropion, a classical antidepressant, which mostly helps people who are depressed to stop smoking; and varenicline, which imitates nicotine in some ways but prevents nicotinic receptors from being fully activated.Some nicotine cessation products, such as gums and patches and inhalers, use nicotine itself in the hope that it can be delivered in small enough quantities and over a long enough period of time that nicotine receptors will only be partially chaperoned, helping to reduce upregulation while the individual works on quitting smoking.We still need more and better science to figure out the pharmacokinetics of nicotine: How fast does it enter the body? How long does it stay in the body? To that end, along with a team of collaborators — including Caltech professors Wei Gao (professor of medical engineering), Dennis Dougherty (George Grant Hoag Professor of Chemistry), and Stephen Mayo (Bren Professor of Biology and Chemistry), and Professor Neal Benowitz of UC San Francisco — we have been working to develop a wearable device that resembles the continuous glucose monitor used by Type 1 diabetes patients.We will use this monitor to measure nicotine while a person smokes or vapes or uses a nicotine pouch so that we can fully understand how an individual metabolizes nicotine and relate this knowledge to a century’s worth of work on nicotinic receptors and nicotine addiction.Available at: https://scienceexchange.caltech.edu/topics/neuroscience/neuroscience-experts/nicotine-addictionneuroscience-henry-lester#what-happens-in-the-brainwhen-people-smoke. Accessed on: Aug 1st, 2025What is the primary purpose of the new wearable gadget being developed by the author and his teaC5F721F8-CC Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosINSTRUCTION: Read the following text to answer the question.How can neuroscience lead to treatments for nicotine addiction?Around a billion people still smoke, so we clearly have more to learn about effective treatments for nicotine addiction. Medications that can help include bupropion, a classical antidepressant, which mostly helps people who are depressed to stop smoking; and varenicline, which imitates nicotine in some ways but prevents nicotinic receptors from being fully activated.Some nicotine cessation products, such as gums and patches and inhalers, use nicotine itself in the hope that it can be delivered in small enough quantities and over a long enough period of time that nicotine receptors will only be partially chaperoned, helping to reduce upregulation while the individual works on quitting smoking.We still need more and better science to figure out the pharmacokinetics of nicotine: How fast does it enter the body? How long does it stay in the body? To that end, along with a team of collaborators — including Caltech professors Wei Gao (professor of medical engineering), Dennis Dougherty (George Grant Hoag Professor of Chemistry), and Stephen Mayo (Bren Professor of Biology and Chemistry), and Professor Neal Benowitz of UC San Francisco — we have been working to develop a wearable device that resembles the continuous glucose monitor used by Type 1 diabetes patients.We will use this monitor to measure nicotine while a person smokes or vapes or uses a nicotine pouch so that we can fully understand how an individual metabolizes nicotine and relate this knowledge to a century’s worth of work on nicotinic receptors and nicotine addiction.Available at: https://scienceexchange.caltech.edu/topics/neuroscience/neuroscience-experts/nicotine-addictionneuroscience-henry-lester#what-happens-in-the-brainwhen-people-smoke. Accessed on: Aug 1st, 2025The text suggests that products designed to help people quit nicotine, such as gums and patches, are effective byC5F4BD14-CC Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2025MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUCTION: Read the following text to answer the question.What happens in the brain when people smoke?When nicotine enters the lungs, it’s in the brain 20 seconds later. In this journey, nicotine has traveled through the cells in the lungs to the blood — and then from the blood to the brain, passing through the blood‑brain barrier. In all, nicotine passes through six membranes when it’s smoked or vaped.Once nicotine is in the brain, it activates the most sensitive nicotinic receptors on membranes of nerve cells, or neurons, but it also travels through the membrane to enter the neuron. Finally, it passes into the organelles of the neuron, where proteins, including the nicotinic receptor, are being made. When a person smokes, nicotine actually helps the cell to assemble more nicotinic receptors, which travel out of the endoplasmic reticulum (part of the cellular transportation system) and onto the surface of the cell. It’s as though nicotine is acting as a pharmacological “chaperone” to bring those receptors to the surface of the cell.We have labeled this process “inside out” pharmacology. In trying to unravel the cell biology of nicotine addiction, my lab and others study how this so‑called chaperoning or upregulating of nicotinic receptors is necessary for the early stages of nicotine dependence, ultimately underlying the brain’s addiction to nicotine. When a person stops taking nicotine, the natural acetylcholine cannot sufficiently activate the upregulated receptors. They produce craving and other symptoms of withdrawal.Available at: https://scienceexchange.caltech.edu/topics/ neuroscience/neuroscience-experts/nicotine-addictionneuroscience-henry-lester#what-happens-in-the-brainwhen-people-smoke. Accessed on: Aug 1st, 2025.The word unravel in the sentence “In trying to unravel the cell biology of nicotine addiction...” is closest in meaning toC5F23363-CC Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosINSTRUCTION: Read the following text to answer the question.What happens in the brain when people smoke?When nicotine enters the lungs, it’s in the brain 20 seconds later. In this journey, nicotine has traveled through the cells in the lungs to the blood — and then from the blood to the brain, passing through the blood‑brain barrier. In all, nicotine passes through six membranes when it’s smoked or vaped.Once nicotine is in the brain, it activates the most sensitive nicotinic receptors on membranes of nerve cells, or neurons, but it also travels through the membrane to enter the neuron. Finally, it passes into the organelles of the neuron, where proteins, including the nicotinic receptor, are being made. When a person smokes, nicotine actually helps the cell to assemble more nicotinic receptors, which travel out of the endoplasmic reticulum (part of the cellular transportation system) and onto the surface of the cell. It’s as though nicotine is acting as a pharmacological “chaperone” to bring those receptors to the surface of the cell.We have labeled this process “inside out” pharmacology. In trying to unravel the cell biology of nicotine addiction, my lab and others study how this so‑called chaperoning or upregulating of nicotinic receptors is necessary for the early stages of nicotine dependence, ultimately underlying the brain’s addiction to nicotine. When a person stops taking nicotine, the natural acetylcholine cannot sufficiently activate the upregulated receptors. They produce craving and other symptoms of withdrawal.Available at: https://scienceexchange.caltech.edu/topics/ neuroscience/neuroscience-experts/nicotine-addictionneuroscience-henry-lester#what-happens-in-the-brainwhen-people-smoke. Accessed on: Aug 1st, 2025.What is the primary function of nicotine in the process the author calls “inside out” pharmacology?C5EFA6C9-CC Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2025MédioEntre para guardar nos favoritosRead the following text.Henry Lester, professor of biology at Caltech, discusses the effects of nicotine addiction on the brain.Tobacco originated in the Americas, where humans have known some of its effects for at least 10,000 years. Beginning some 500 years ago, ocean crossings spread tobacco use to all other continents. We are essentially the only species that has learned how to use small amounts of plant toxins — which provide the selective advantage of sickening or poisoning animals who might eat them — for our own purposes. For tobacco, that toxin is nicotine. In addition to their historical medicinal and ritual uses, these substances, over time, have come to serve as guides, models, and touchstones for learning about the brain and opening many fields of neuroscience.We have learned from tobacco and nicotine that it is possible to isolate single chemicals from plants that cause toxic effects on herbivores and valued effects on people. We’ve learned that it’s possible to define chemical processes in the human brain that are activated, inhibited, or otherwise manipulated by those substances.Available at: https://scienceexchange.caltech.edu/topics/neuroscience/neuroscience-experts/nicotine-addictionneuroscience-henry-lester#what-happens-in-the-brain-when-people-smoke. Accessed on: Aug 1st, 2025.According to the text, what is one of the main discoveries made from the study of tobacco and nicotine?C5ED4C6E-CC Português
Interpretação de TextosEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2025MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.TEXTO IIRaquel Castanharo, influenciadora e fisioterapeuta, foi diagnosticada com câncer de mama apenas 17 dias antes de sua primeira maratona. Apesar de já sentir um nódulo há anos, exames anteriores não indicaram a presença da doença. O tumor, classificado como luminal B, media 5 centímetros e crescia lentamente. Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.Em julho, Raquel iniciou a quimioterapia, começando com os ciclos vermelhos a cada 15 dias. O exercício físico se tornou um aliado importante para lidar com os efeitos colaterais do tratamento. A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.Disponível em: https://www.portaltela.com/cotidiano/saude/2025/09/02/corredora-e-diagnosticada-com-cancer-demama-antes-da-estreia-em-maratona. Acesso em: 2 set. 2025Considerando o propósito comunicativo, predomina no texto II a função da linguagem cujo foco é