Questões do ENEM: Linguagens
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18.995 questões encontradas. Mostrando a página 54 de 950.
74B8EAE2-32 O texto seguinte servirá de base para responder à questão.GurulândiaEm uma semana, eu garanto: sua vida vai estar diferente". Assim começa o vídeo do guru-influenciador de dentes alvos e brilhantes. Ao fundo, um rock pesadão, trilha sonora de quem vai começar uma competição de UFC. Letras fortes e chamativas, soluções milagrosas e felicidade instantânea. O moço lota grandes teatros e até ginásios. É uma igreja sem santos, sem Deus. O deus, na verdade, é ele. Que cita todos os filósofos, dos gregos aos católicos, de cor. "Como dizia Platão...", assim começa sua frase. E todos ficam boquiabertos.Nestes tempos de coaches, tenho pensado muito na figura dos professores e professoras. Daqueles de antigamente, os que formaram a nós, geração analógica que, de repente, foi apresentada ao mundo digital. Longe de mim querer romantizar o passado, afinal o mundo evolui, mas como eu admiro meus mestres. Mulheres e homens que, dia após dia, ano após ano, ficavam diante de nós em salas de aula modestas. Eles não tinham ternos sob medida nem PowerPoints elaborados. Seu palco era um simples quadro, seu público, uma trintena de alunos turbulentos. E, no entanto, sua influência em nossas vidas foi imensurável.Poderiam, mas não escreveram nenhum best-seller nem venderam seminários caros para compartilhar sua sabedoria. Não fariam sucesso, pois seu "produto" não é de fórmula fácil: a própria educação, que muitas vezes se baseia no desagrado, no não, na contrariedade. Eles não prometiam transformar nossa vida em sete dias, mas se engajavam em um processo longo e paciente de formação da nossa mente e do nosso caráter. Quando tocavam o coração de um aluno, ele não virava um seguidor, mas um discípulo. Sua influência não se media em curtidas ou compartilhamentos, mas em vidas transformadas. Muito loucos os meus professores: ao mesmo tempo que exigiam de nós comportamento, esperavam que fôssemos corações rebeldes para mudar este mundo insano.Eram mentores que não buscavam nos deslumbrar com citações pomposas ou teorias rebuscadas. Sua sabedoria estava ancorada no concreto, adaptada ao nosso nível de compreensão. Eles nos ensinavam a ler, contar, pensar por nós mesmos. O respeito, a curiosidade e o valor do trabalho árduo e da perseverança. Não nos ofereciam atalhos para o sucesso, mas as ferramentas para enfrentar os desafios da vida: resiliência e indignação. Ao mesmo tempo, eram cansados, impacientes — ?a grana era sempre curta — enfim, eram humanos.Os meus melhores professores e professoras não tentaram me fazer acreditar; eles me ensinaram a duvidar. A fazer perguntas. A rebater o inaceitável. A abraçar o estranho. A checar as fontes. Tudo isso com a mão imunda de giz, que arranhava o quadro sob aquela luz fria de necrotério. Mas quanta vida entrava em nós. O sopro da sabedoria. Tenho muito orgulho de ser filho de professores e de ter começado minha vida como um.Mas há de tudo nesta vida: bons gurus e maus professores; maus coaches e bons mestres; sábios no boteco e ignorantes na academia. Só que nunca vi os verdadeiros mestres se preocuparem em conquistar multidões. Pelo contrário; era uma dedicação artesanal, diária e sussurrada aos poucos espíritos que estavam ali, naqueles 50 minutos de aula. A educação não é plastificada, ela é esculpida.https://oglobo.globo.com/ela/bruno-astuto/coluna/2024/09/gurulandia.gh tmlNo primeiro parágrafo do texto, a tipologia textual observada, predominantemente, é:74B650E6-32 Português
Funções morfossintáticas da palavra QUECentro Universitário FAESA · 2024FácilEntre para guardar nos favoritosO texto seguinte servirá de base para responder à questão.GurulândiaEm uma semana, eu garanto: sua vida vai estar diferente". Assim começa o vídeo do guru-influenciador de dentes alvos e brilhantes. Ao fundo, um rock pesadão, trilha sonora de quem vai começar uma competição de UFC. Letras fortes e chamativas, soluções milagrosas e felicidade instantânea. O moço lota grandes teatros e até ginásios. É uma igreja sem santos, sem Deus. O deus, na verdade, é ele. Que cita todos os filósofos, dos gregos aos católicos, de cor. "Como dizia Platão...", assim começa sua frase. E todos ficam boquiabertos.Nestes tempos de coaches, tenho pensado muito na figura dos professores e professoras. Daqueles de antigamente, os que formaram a nós, geração analógica que, de repente, foi apresentada ao mundo digital. Longe de mim querer romantizar o passado, afinal o mundo evolui, mas como eu admiro meus mestres. Mulheres e homens que, dia após dia, ano após ano, ficavam diante de nós em salas de aula modestas. Eles não tinham ternos sob medida nem PowerPoints elaborados. Seu palco era um simples quadro, seu público, uma trintena de alunos turbulentos. E, no entanto, sua influência em nossas vidas foi imensurável.Poderiam, mas não escreveram nenhum best-seller nem venderam seminários caros para compartilhar sua sabedoria. Não fariam sucesso, pois seu "produto" não é de fórmula fácil: a própria educação, que muitas vezes se baseia no desagrado, no não, na contrariedade. Eles não prometiam transformar nossa vida em sete dias, mas se engajavam em um processo longo e paciente de formação da nossa mente e do nosso caráter. Quando tocavam o coração de um aluno, ele não virava um seguidor, mas um discípulo. Sua influência não se media em curtidas ou compartilhamentos, mas em vidas transformadas. Muito loucos os meus professores: ao mesmo tempo que exigiam de nós comportamento, esperavam que fôssemos corações rebeldes para mudar este mundo insano.Eram mentores que não buscavam nos deslumbrar com citações pomposas ou teorias rebuscadas. Sua sabedoria estava ancorada no concreto, adaptada ao nosso nível de compreensão. Eles nos ensinavam a ler, contar, pensar por nós mesmos. O respeito, a curiosidade e o valor do trabalho árduo e da perseverança. Não nos ofereciam atalhos para o sucesso, mas as ferramentas para enfrentar os desafios da vida: resiliência e indignação. Ao mesmo tempo, eram cansados, impacientes — ?a grana era sempre curta — enfim, eram humanos.Os meus melhores professores e professoras não tentaram me fazer acreditar; eles me ensinaram a duvidar. A fazer perguntas. A rebater o inaceitável. A abraçar o estranho. A checar as fontes. Tudo isso com a mão imunda de giz, que arranhava o quadro sob aquela luz fria de necrotério. Mas quanta vida entrava em nós. O sopro da sabedoria. Tenho muito orgulho de ser filho de professores e de ter começado minha vida como um.Mas há de tudo nesta vida: bons gurus e maus professores; maus coaches e bons mestres; sábios no boteco e ignorantes na academia. Só que nunca vi os verdadeiros mestres se preocuparem em conquistar multidões. Pelo contrário; era uma dedicação artesanal, diária e sussurrada aos poucos espíritos que estavam ali, naqueles 50 minutos de aula. A educação não é plastificada, ela é esculpida.https://oglobo.globo.com/ela/bruno-astuto/coluna/2024/09/gurulandia.gh tml" 'Como dizia Platão...' "A conjunção sublinhada pode ser substituída sem prejuízo de sentido por:74B17FEF-32 Português
MorfologiaCentro Universitário FAESA · 2024FácilEntre para guardar nos favoritosO texto seguinte servirá de base para responder à questão.GurulândiaEm uma semana, eu garanto: sua vida vai estar diferente". Assim começa o vídeo do guru-influenciador de dentes alvos e brilhantes. Ao fundo, um rock pesadão, trilha sonora de quem vai começar uma competição de UFC. Letras fortes e chamativas, soluções milagrosas e felicidade instantânea. O moço lota grandes teatros e até ginásios. É uma igreja sem santos, sem Deus. O deus, na verdade, é ele. Que cita todos os filósofos, dos gregos aos católicos, de cor. "Como dizia Platão...", assim começa sua frase. E todos ficam boquiabertos.Nestes tempos de coaches, tenho pensado muito na figura dos professores e professoras. Daqueles de antigamente, os que formaram a nós, geração analógica que, de repente, foi apresentada ao mundo digital. Longe de mim querer romantizar o passado, afinal o mundo evolui, mas como eu admiro meus mestres. Mulheres e homens que, dia após dia, ano após ano, ficavam diante de nós em salas de aula modestas. Eles não tinham ternos sob medida nem PowerPoints elaborados. Seu palco era um simples quadro, seu público, uma trintena de alunos turbulentos. E, no entanto, sua influência em nossas vidas foi imensurável.Poderiam, mas não escreveram nenhum best-seller nem venderam seminários caros para compartilhar sua sabedoria. Não fariam sucesso, pois seu "produto" não é de fórmula fácil: a própria educação, que muitas vezes se baseia no desagrado, no não, na contrariedade. Eles não prometiam transformar nossa vida em sete dias, mas se engajavam em um processo longo e paciente de formação da nossa mente e do nosso caráter. Quando tocavam o coração de um aluno, ele não virava um seguidor, mas um discípulo. Sua influência não se media em curtidas ou compartilhamentos, mas em vidas transformadas. Muito loucos os meus professores: ao mesmo tempo que exigiam de nós comportamento, esperavam que fôssemos corações rebeldes para mudar este mundo insano.Eram mentores que não buscavam nos deslumbrar com citações pomposas ou teorias rebuscadas. Sua sabedoria estava ancorada no concreto, adaptada ao nosso nível de compreensão. Eles nos ensinavam a ler, contar, pensar por nós mesmos. O respeito, a curiosidade e o valor do trabalho árduo e da perseverança. Não nos ofereciam atalhos para o sucesso, mas as ferramentas para enfrentar os desafios da vida: resiliência e indignação. Ao mesmo tempo, eram cansados, impacientes — ?a grana era sempre curta — enfim, eram humanos.Os meus melhores professores e professoras não tentaram me fazer acreditar; eles me ensinaram a duvidar. A fazer perguntas. A rebater o inaceitável. A abraçar o estranho. A checar as fontes. Tudo isso com a mão imunda de giz, que arranhava o quadro sob aquela luz fria de necrotério. Mas quanta vida entrava em nós. O sopro da sabedoria. Tenho muito orgulho de ser filho de professores e de ter começado minha vida como um.Mas há de tudo nesta vida: bons gurus e maus professores; maus coaches e bons mestres; sábios no boteco e ignorantes na academia. Só que nunca vi os verdadeiros mestres se preocuparem em conquistar multidões. Pelo contrário; era uma dedicação artesanal, diária e sussurrada aos poucos espíritos que estavam ali, naqueles 50 minutos de aula. A educação não é plastificada, ela é esculpida.https://oglobo.globo.com/ela/bruno-astuto/coluna/2024/09/gurulandia.gh tml"...mas as ferramentas para enfrentar os desafios da vida..." A preposição sublinhada no fragmento em destaque tem valor semântico de:1C08FDDD-31 Português
Interpretação de TextosEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritosOrganizadores dos Jogos Olímpicos 2024 investiram cerca de 1,4 bilhões de euros para preparar o Rio Sena para Paris e as competições. A ministra do esporte e a prefeita da cidade chegaram a nadar em seu curso para comemorar as condições de nado. No entanto, testes diários de qualidade da água no início de junho indicaram níveis inseguros da bactéria E. coli, seguidos por melhorias recentes. Durante as Olimpíadas, o assunto foi amplamente debatido no mesmo ritmo em que treinos e provas eram adiados.
ESMERIZ, André. Olimpíadas 2024: entenda a nova polêmica sobre a qualidade da água do rio Sena. Estadão. 03/08/2024.Disponível em: https://www.estadao.com.br/esportes/nova-polemica-qualidade-agua-rio-sena-olimpiadas-2024-npres/. Acesso em: 5 ago. 2024 (adaptado).
Processo de alto grau de complexidade, a revitalização dos rios urbanos é uma constante em cidades europeias e tenta promover a melhoria das condições hidrológicas, ecológicas e sociais, buscando uma aproximação da população com o ambiente fluvial.
As intervenções no Rio Sena demonstram que a revitalização de rios urbanos
1A2B9D08-31 Inglês
Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctionsEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritosINSTRUCTION: Read the following text to answer question.
Brachytherapy: A Tool for Fighting Cancer
Imagine you are camping at night, and you are sitting inside a tent. You want to read a book, but it is too dark. If someone outside the tent shines a flashlight at the book, that might help – you might be able to do some reading, especially if the person with the flashlight is not too far away. If the person with the flashlight gets very close to the tent, it will probably be easier to read your book. If you have a flashlight with you inside the tent and you hold your flashlight right up next to the pages of the book, then you are really in business! Brachytherapy is a little like this flashlight, because doctors deliver a dose of radiation right up close to tumor cells instead of treating them from farther away.
There are several ways to treat cancer using radiation. [...] When healthcare providers use beams of radiation from outside the patient, like with the linear accelerator, that is a little like shining the flashlight from outside of the tent. This is a great option, especially if doctors can aim the beam very carefully at the target. Another way to treat cancer with radiation is by using little pieces of radioactive metal. If doctors put the radioactive source right into the tumor that they are trying to treat, the cancer cells will get a high dose of radiation. This is what is done in brachytherapy.
Radiation Seeds and Extra Special Robots
There are several ways healthcare providers can deliver brachytherapy treatments. The first one that we will talk about is to use lots of little capsules, called seeds. Even though they are called seeds, these are a lot different than the kind of seeds you use in your garden! These seeds are pretty small – they are each about the size of a grain of rice. A doctor can surgically implant these seeds directly inside a tumor. The seeds stay in place inside and, because they are radioactive, they release radiation right where the cancer is.
In another type of brachytherapy, healthcare providers can use a robot called an afterloader that controls where the radioactive source is placed in the patient. This robot can move the source through special tubes into the inside of a patient. When the treatment is over, the robot removes the source from the patient. When the radiation source is not being used for treatment, it sits inside a container inside the robot. That container is made of lead so that it blocks radiation. The afterloader can be controlled from outside the treatment room, so the doctor and other members of the healthcare team can be outside of the room while the source is outside of its special container and is being used to treat the patient. This makes delivering radiation safer for the medical team, because they are not exposed to radiation each time they treat a patient.
Available at: https://kids.frontiersin.org/articles/10.3389/ frym.2024.1378550. Accessed on: July 27, 2024.
The idiom even though in “Even though they are called seeds, these are a lot different than the kind of seeds you use in your garden!” is closest in meaning to1A2020AB-31 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUCTION: Read the following text to answer question.
Brachytherapy: A Tool for Fighting Cancer
Imagine you are camping at night, and you are sitting inside a tent. You want to read a book, but it is too dark. If someone outside the tent shines a flashlight at the book, that might help – you might be able to do some reading, especially if the person with the flashlight is not too far away. If the person with the flashlight gets very close to the tent, it will probably be easier to read your book. If you have a flashlight with you inside the tent and you hold your flashlight right up next to the pages of the book, then you are really in business! Brachytherapy is a little like this flashlight, because doctors deliver a dose of radiation right up close to tumor cells instead of treating them from farther away.
There are several ways to treat cancer using radiation. [...] When healthcare providers use beams of radiation from outside the patient, like with the linear accelerator, that is a little like shining the flashlight from outside of the tent. This is a great option, especially if doctors can aim the beam very carefully at the target. Another way to treat cancer with radiation is by using little pieces of radioactive metal. If doctors put the radioactive source right into the tumor that they are trying to treat, the cancer cells will get a high dose of radiation. This is what is done in brachytherapy.
Radiation Seeds and Extra Special Robots
There are several ways healthcare providers can deliver brachytherapy treatments. The first one that we will talk about is to use lots of little capsules, called seeds. Even though they are called seeds, these are a lot different than the kind of seeds you use in your garden! These seeds are pretty small – they are each about the size of a grain of rice. A doctor can surgically implant these seeds directly inside a tumor. The seeds stay in place inside and, because they are radioactive, they release radiation right where the cancer is.
In another type of brachytherapy, healthcare providers can use a robot called an afterloader that controls where the radioactive source is placed in the patient. This robot can move the source through special tubes into the inside of a patient. When the treatment is over, the robot removes the source from the patient. When the radiation source is not being used for treatment, it sits inside a container inside the robot. That container is made of lead so that it blocks radiation. The afterloader can be controlled from outside the treatment room, so the doctor and other members of the healthcare team can be outside of the room while the source is outside of its special container and is being used to treat the patient. This makes delivering radiation safer for the medical team, because they are not exposed to radiation each time they treat a patient.
Available at: https://kids.frontiersin.org/articles/10.3389/ frym.2024.1378550. Accessed on: July 27, 2024.
Brachytherapy is a cancer treatment method that1A1467AB-31 Inglês
Vocabulário | VocabularyEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUCTION: Read the following text to answer question
Bringing Physics Into The Doctor’s Office?
Particle physics is a scientific discipline that tries to understand the tiniest building blocks of the universe. These particles are so small that we cannot see them with our eyes or even with advanced microscopes. To study them, particle physicists use huge, powerful machines called particle accelerators, which get particles moving at very high speeds and then smash them into each other. Examining what comes out of these collisions, using giant detectors, can teach scientists a lot about the tiny particles that make up atoms, like electrons and quarks, and even the famous Higgs boson. Nuclear physicists can also use and study radioactive isotopes – atoms that give off a kind of energy called radiation – in their experiments.
On the surface, particle physics and medicine might seem as different as plumbing and carpentry. But some particle physicists have the same goal as doctors – they would ultimately like to see their research improve human lives. Working together, doctors and particle physicists can combine tools and ideas from these two separate disciplines to improve the way diseases, like cancer for instance, are diagnosed and treated. When particle physicists collaborate with doctors, the sky(scraper) is the limit!
Available at: https://kids.frontiersin.org/articles/10.3389/
frym.2024.1302457. Accessed on: July 17, 2024.
The phrasal verb to make up in “Examining what comes out of these collisions, using giant detectors, can teach scientists a lot about the tiny particles that make up atoms…” means1A063028-31 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritosRead the following article abstract.
Abstract
In this article, we explore the importance of cooperation in science. Just as various construction trades must work together to build a skyscraper, scientists from separate fields can cooperate to tackle complex scientific challenges. This is called interdisciplinary collaboration, and it is a great way to do science. By bringing together knowledge and tools from multiple fields, scientists can uncover creative solutions and make meaningful connections that they might not have reached on their own. We give an example of how collaboration between particle physics and medicine – two fields that seem very different from one another – come together to improve healthcare. Using the tools of particle physics, scientists are enhancing cancer diagnosis and treatment. Interdisciplinary collaboration is the best way to address many of the complex issues we face today, like controlling climate change or fighting cancer, and it can help scientists and doctors make a lasting impact on human lives and the health of our planet.
Available at: https://kids.frontiersin.org/articles/10.3389/
frym.2024.1302457. Accessed on: July 17, 2024.
The abstract highlights19FA7C96-31 Português
SintaxeEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024MédioEntre para guardar nos favoritosA regência verbal, assim como outros fatos da língua, se adequa à situação de uso.
Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa, a regência verbal está adequada em:
19EF37E1-31 Português
Interpretação de TextosEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritosIA na medicina
DrugGPT ajuda médicos a prescrever remédios
A ferramenta, desenvolvida pela Universidade de Oxford, poderá ser usada em consultórios: o médico digita os sintomas do paciente e o bot responde com uma lista de medicamentos recomendados, os possíveis efeitos colaterais e uma explicação sobre a escolha. Uma análise da Universidade de Manchester estimou que os médicos ingleses cometam 237 milhões de erros em receitas por ano.
Bots podem gerar desinformação, mostra estudo
Os algoritmos GPT-4 (do ChatGPT), PaLM 2 (do Google), Llama (da Meta) e Claude foram avaliados por cientistas australianos, que fizeram a eles perguntas sobre temas de saúde (3). Tirando o Claude (da empresa Anthropic AI), todos os robôs se saíram mal: é possível induzi-los a dizer coisas absurdas, como que vacinas causam autismo ou uma “dieta alcalina” pode curar câncer.
Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/3-noticias
sobre-ia-na-medicina/. Acesso em: 3 ago. 2024 (adaptado).
O texto discute o uso da inteligência artificial (IA) na Medicina. A relação entre os dois parágrafos apresentados evidencia uma
19ECAB34-31 Português
SintaxeEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritosLeia a seguir uma manchete e sua reescrita.
Manchete:
Rebeca Andrade é reverenciada no pódio por Simone Biles e Jordan Chiles
Disponível em: https://ge.globo.com/. Acesso em: 5 ago. 2024.
Reescrita
Simone Biles e Jordan Chiles reverenciam Rebeca Andrade no pódio
Considerando as vozes verbais utilizadas na elaboração da manchete e da reescrita apresentadas, conclui-se que
19E183D2-31 Português
MorfologiaEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritosO mesmo processo de formação da palavra “prioritariamente” é observado na palavra19D6AE3E-31 Português
SintaxeEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
A importância da análise de dados na saúde
O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!
O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.
Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.
Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.
Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.
Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.
Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).
Releia o período a seguir.
“Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde.”
O verbo “haver”, no período anterior, é
19D4476E-31 Português
SintaxeEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
A importância da análise de dados na saúde
O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!
O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.
Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.
Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.
Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.
Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.
Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).
Releia o trecho a seguir.
“Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde.”
O fragmento em destaque caracteriza-se como um
19C93E68-31 Português
SintaxeEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
A importância da análise de dados na saúde
O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!
O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.
Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.
Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.
Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.
Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.
Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).
Releia o trecho a seguir.
“Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital a entrada de dados é geralmente feita com atraso.”
A função da oração subordinada destacada no período é
19BE19BD-31 Português
Interpretação de TextosEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
A importância da análise de dados na saúde
O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!
O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.
Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.
Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.
Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.
Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.
Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).
No encadeamento dos parágrafos do texto, o mecanismo coesivo predominante é19B32443-31 Português
Interpretação de TextosEscola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
A importância da análise de dados na saúde
O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!
O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.
Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.
Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.
Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.
Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.
Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).
Na argumentação, o autor do artigo destaca três aspectos para discutir a utilização dos dados ligados à saúde no Brasil.
Entre o primeiro e o segundo aspecto, há uma mudança no tempo verbal utilizado porque
19A41501-31 Português
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A importância da análise de dados na saúde
O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!
O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.
Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.
Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.
Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.
Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.
Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).
Os argumentos utilizados no artigo de opinião apresentado permitem inferir que o objetivo comunicativo central do texto foiAB30ED3F-31 Português
Interpretação de TextosFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2024MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o excerto para responder à questão.
A presença feminina foi sempre destacada no exercício do pequeno comércio em vilas e cidades do Brasil colonial. Desde os primeiros tempos, em lugares como Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, estabeleceu-se uma divisão de trabalho assentada em critérios sexuais, em que o comércio ambulante representava ocupação preponderantemente feminina. A quase exclusiva presença de mulheres num mercado onde se consumiam gêneros a varejo resultou da convergência de duas referências culturais determinantes no Brasil. A primeira delas está relacionada à influência africana, uma vez que nessas sociedades tradicionais as mulheres desempenhavam tarefas de alimentação e distribuição de gêneros de primeira necessidade. O segundo tipo de influência deriva da transposição para o mundo colonial da divisão de papéis sexuais vigentes em Portugal, onde a legislação amparava de maneira incisiva a participação feminina.
(Luciano Figueiredo. “Mulheres nas Minas Gerais”.
In: Mary del Priore (org.). História das mulheres no Brasil, 2015.)
O tipo de atividade econômica mencionado no excertoAB26717D-31 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2024FácilEntre para guardar nos favoritosRead the comic strip by Sarah Andersen.

(Sarah Andersen. Adulthood is a myth, 2016.)
According to the comic strip, phrases from 1 to 4 make the girl feel