Questões do ENEM: Uso das aspas
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125B7EF3-D8 Uma ponte que decompõe e “devora” rapidamente mofo, sebo, fuligem, fumaça de cigarro e outros componentes, melhorando a qualidade do ar ao seu redor. Mágica? Longe disso. Trata‐se de um projeto de arquitetos espanhóis para reformar a ponte Sarajevo na cidade de Barcelona.Segundo Toni Casamor, do escritório de arquitetura espanhol BCQ, a ponte será reconstruída com um cimento mesclado a aditivos que fazem essa filtragem que mitiga a poluição ambiental. “O processo funciona como uma planta durante a fotossíntese, no sentido que consome o CO2 (dióxido de carbono) e regenera o ar ao seu redor", explicouCasamor à BBC Mundo.Segundo ele, será usando um concreto conhecido como fotocatalítico, que "filtra" a poluição absorvendo os raios ultravioletas e transformam contaminantes em elementos inócuos à saúde humana.Por definição, a fotocatálise é o aumento da velocidade de uma reação química pelo efeito da luz de outras energias radiantes. O conceito de fotocatálise é conhecido há anos, mas seu uso aliado ao cimento é algo recente.E assim, a nova ponte deve decompor elementos alergênicos, algas, bactérias e óxido de nitrogênio produzidos pelo combustível de automóveis.A ponte também terá luminárias LED alimentadas por painéis solares e estruturas com jardins.Disponível em: http://noticias.terra.com.br/ciencia/barcelona‐planeja‐ponte‐que‐come‐poluicao,dd2c26dcd02c4a9c80bffb814b2d1938nd4sRCRD.html.Acesso em: 27.09.15 (adaptado)No texto, as aspas foram empregadas81131ECE-31 Português
Análise sintáticaPUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosAtenção: Para responder à questão, considere o trecho abaixo, do romance Dois irmãos, do escritor amazonense Milton Hatoum.
É correta a seguinte afirmação:C035E594-1C Português
Interpretação de TextosPUC - SP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
No texto de Hélio Schwartsman, as aspas sinalizam, respectivamente,
73F9EC01-4C Português
Interpretação de TextosPUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
Toda criança ouve essa pergunta dezenas de vezes. Quase sempre há uma resposta, dada por ela mesma (bombeiro! piloto de fórmula 1! mágico! cantor!) ou pelos zelosos paizinhos (médico! engenheiro! advogado!). Ao que parece ninguém dá muita importância ao que se designa por “vocação”, do latim vocare, isto é, chamar: somos levados a exercer uma profissão para a qual fomos chamados. Vinda de fora ou de dentro de nós, essa “voz” nos leva a ser professores, músicos, atores, malabaristas – e até médicos e engenheiros, por que não?
No fragmento acima,
3DFD46AD-34 Português
PontuaçãoPUC - SP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
Assinale as funções das aspas nas ocorrências destacadas no texto.
4F192D9A-E5 Português
Interpretação de TextosFMP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosTEXTO 3
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor ele não é de verdade punido. É levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas ........., e todo mundo sabe disso.Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino ........., reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ......... certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.(Extraído de “A banalização da vida”, de Lya Luft, revista Veja de 26.3.2014, p.24.)Atente para as seguintes afirmativas relativas ao texto 3:I – A palavra “hipoteticamente”, na terceira frase do primeiro parágrafo, tem o sentido de “supostamente”.II – Com o emprego de aspas na palavra “menino”, na última frase, a autora manifesta ironia.III – Caso se trocasse “Todo mundo”, por “Todo o mundo”, no início do segundo parágrafo, o significado da frase não se alteraria.Está(ão) correta(s):DBC59564-BB Português
Coesão e coerênciaUniversidade do Estado da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
BLACH, Mateus. Patrimônio Cultural, parte II: a contemporaneidade. Disponível em:. Acesso em: 9 nov. 2014.
No que se refere aos aspectos linguísticos do texto, é correto afirmar:6C6868D7-B1 Português
PontuaçãoUNIFESP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder a questão.
Você conseguiria ficar 99 dias sem o Facebook?
Uma organização não governamental holandesa está propondo um desafio que muitos poderão considerar impossível: ficar 99 dias sem dar nem uma “olhadinha” no Facebook. O objetivo é medir o grau de felicidade dos usuários longe da rede social.
O projeto também é uma resposta aos experimentos psicológicos realizados pelo próprio Facebook. A diferença neste caso é que o teste é completamente voluntário. Ironicamente, para poder participar, o usuário deve trocar a foto do perfil no Facebook e postar um contador na rede social.
Os pesquisadores irão avaliar o grau de satisfação e felicidade dos participantes no 33.º dia, no 66.º e no último dia da abstinência.
Os responsáveis apontam que os usuários do Facebook gastam em média 17 minutos por dia na rede social. Em 99 dias sem acesso, a soma média seria equivalente a mais de 28 horas, que poderiam ser utilizadas em “atividades emocionalmente mais realizadoras”.
(http://codigofonte.uol.com.br. Adaptado.)
Considere os enunciados a seguir para responder a questão.
• [...] ficar 99 dias sem dar nem uma “olhadinha” no Facebook. (1.º parágrafo)
• [...] que poderiam ser utilizadas em “atividades emocionalmente mais realizadoras”. (4.º parágrafo)
Nos dois trechos, utilizam-se as aspas, respectivamente, paraA9734E8D-FE Português
Figuras de LinguagemFGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosEram tempos menos duros aqueles vividos na casa de Tia Vicentina, em Madureira, subúrbio do Rio, onde Paulinho da Viola podia traçar, sem cerimônia, um prato de feijoada - comilança que deu até samba, "No Pagode do Vavá". Mas como não é dado a saudades (lembre-se: é o passado que vive nele, não o contrário), Paulinho aceitou de bom grado a sugestão para que o jantar ocorresse em um dos mais requintados italianos do Rio. A escolha pela alta gastronomia tem seu preço. Assim que o sambista chega à mesa redonda ao lado da porta da cozinha, forma-se um círculo de garçons, com o maître à frente. [...]
Paulinho conta que cresceu comendo o trivial. Seu pai viveu 88 anos à base de arroz, feijão, bife e batata frita. De vez em quando, feijoada. Massa, também. "Mas nada muito sofisticado."
Com exceção de algumas dores de coluna, aos 70 anos, goza de plena saúde. O músico credita sua boa forma ao estilo de vida, como se sabe, não dado a exageros e grandes ansiedades.
T. Cardoso, Valor, 28/06/2013. Adaptado.
Considere estas afirmações sobre elementos linguísticos presentes no texto:
I O verbo “traçar" pertence a um registro linguístico diverso do que predomina no texto.
II No trecho "um dos mais requintados italianos do Rio", ocorre elipse de um substantivo.
III Com as aspas em "Mas nada muito sofisticado", o autor do texto imprime, a essa expressão, um tom irônico.
Tendo em vista o contexto, está correto apenas o que se afirma em3F8708CD-B0 Português
Interpretação de TextosPUC-MINAS · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosO FASCÍNIO DO ÃORoberto Pompeu de Toledo1º § O novo estádio do Corinthians, em São Paulo, em tese destinado à abertura da Copa do Mundo de 2014, é por enquanto um rasgo de imaginação sobre um terreno baldio, mas já tem nome de guerra. O leitor adivinha qual é? Aí vai uma pista: o local escolhido é o bairro de Itaquera. Agora ficou fácil. O nome é Itaquerão, claro. Antes, os estádios precisavam ao menos ser construídos, para receber o enobrecimento do “ão” na última sílaba do apelido. Não mais. Não se sabe sequer quem vai pagar a conta do estádio, ou suposto estádio, do Corinthians, nem existe projeto definido. Mas o nome já lhe foi pespegado.2º § O uso do aumentativo para designar estádios de futebol começou com a inauguração, em 1965, do Mineirão, em Belo Horizonte – oficialmente Estádio Magalhães Pinto, mas desde o primeiro momento, e para sempre, Mineirão. Fazia sentido. O majestoso Mineirão, com capacidade para 130000 pessoas, nascia como o segundo estádio brasileiro, só atrás do Maracanã, “o maior do mundo”. Dali em diante, a moda pegou, e a febre de construção de estádios que assolou o país, a partir do “milagre brasileiro” [...], espalhou ãos pelo país afora.3º § Era uma questão de honra, para os governadores, construir estádios na capital do estado. A exemplo do caso mineiro, o governador que iniciasse as obras ganhava, por direito divino, o mimo de ter o nome emprestado ao do colosso. Mas as homenagens devidas ao governador, à cidade, ao estado e ao estádio não estariam completas se ao nome não se juntasse um apelido em que se engatasse um ão. Seguiu-se uma floração da qual constaram, entre outros, o Batistão de Aracaju (Estádio Lourival Batista, 1969), o Castelão de Fortaleza (Estádio Plácido Castelo, 1973), o Albertão de Teresina (Estádio Alberto Silva, 1976) e o Castelão de São Luís (Estádio João Castelo, 1982). Os estádios, assim como o próprio campeonato brasileiro de futebol, que chegou a abrigar quarenta clubes, em 1973, para agradar ao maior número de praças possível, integravam a estratégia panem et circenses do regime. Sendo que, no caso dos estádios, o circenses incluía um ão que convenientemente espelhava a grandeza da Pátria Grande concebida para embalar a fantasia dos brasileiros.4º § Tal era sua força que o ão se disseminou por cidades do interior. Em Presidente Prudente, interior de São Paulo, surgiu o Prudentão (1982), um entre muitos exemplos. Com o fim do regime militar, ou, antes, com o fim do milagre econômico e de sua contrapartida de Pátria Grande, transcorreram mais de duas décadas de seca na construção de estádios. Mesmo porque, nos centros mais óbvios, ou mais vistosos, sob o ponto de vista político, já tinham sido todos construídos. Mas não desapareceu a memória do ão. Quando, para os Jogos Pan-Americanos, em 2007, foi inaugurado no Rio de Janeiro o Estádio João Havelange, que apelido ganhou? O leitor não adivinha? Pista: fica no bairro de Engenho de Dentro. Claro: é Engenhão. No caso do eventual e futuro estádio do Corinthians, o apelido de ltaquerão prova que o ão sobrevive mesmo à moda recente de chamar estádio de “arena” (Arena da Baixada, Arena Barueri). E no entanto...5º § No entanto, o inho é que melhor caracterizaria o brasileiro. Sérgio Buarque de Holanda escreveu, no clássico Raízes do Brasil (um pouco de erudição faz bem, especialmente ao autor, que se convence de estar falando coisa séria): “A terminação inho, aposta às palavras, serve para nos familiarizar mais com as pessoas ou os objetos e, ao mesmo tempo, para lhes dar relevo. É a maneira de fazê-los mais acessíveis aos sentidos e também de aproximá-los do coração”. A passagem está no famoso capítulo do “homem cordial”, isto é, o homem regido pelo coração, que seria o brasileiro.6º § [...] Somos a terra do jeitinho, do favorzinho e do probleminha, invocados sobretudo quando o jeito é complicado, o favor é grande e o problema insolúvel. Por esse caminho, para melhor se aninhar no coração dos brasileiros, o Mineirão deveria ser Mineirinho, o Castelão, Castelinho e o Batistão, Batistinha. Ocorre que estádios pertencem a outra esfera. Não foram feitos para cativar, mas para impressionar. Não pedem carinho, mas reverência, a si mesmos e a seus criadores. Cumprem no Brasil o que há de mais próximo ao papel das catedrais e das pirâmides, em outras épocas e lugares. Mesmo no caso de uma entidade que é puro espírito, como o propalado estádio do Corinthians, o brasileiro é levado a considerar uma indelicadeza não chamá-lo de ão.(Veja, 9 mar. 2011, p. 102.)I. O emprego do itálico no texto atende a finalidades distintas.II. Os parênteses são usados pelo autor com funções diversas.III. As aspas são sistematicamente utilizadas pelo autor para indicar menções.Dentre as afirmativas acima, são VERDADEIRAS:82B3774B-AF Português
PontuaçãoUECE · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosTexto 1
O texto 1 desta prova é da autoria do intelectual cearense Gustavo Barroso, que nasceu em Fortaleza, no ano de 1888 e morreu no Rio de Janeiro, em 1959. Professor, jornalista, ensaísta, romancista, foi membro da Academia Brasileira de Letras. A obra À margem da história do Ceará, em dois volumes, foi seu último trabalho. É uma reunião de setenta e seis artigos e crônicas que falam exclusivamente sobre a história do Ceará entre 1608 e 1959. O texto transcrito abaixo foi extraído do segundo volume e, como vocês poderão ver, é um artigo sobre a obra do também cearense Manuel de Oliveira Paiva, Dona Guidinha do Poço. Servindo-se de uma pesquisa feita pelo historiador Ismael Pordeus, Gustavo Barroso fala do romance de Oliveira Paiva, mais especificamente, das relações entre essa obra literária e a verdade histórica que ela transfigura.

Gustavo Barroso. À margem da história do Ceará. v. 2, 3 ed. p. 347-350. Texto adaptado.
Atente para as aspas que marcam os enunciados entre as linhas 64 e 72 e o que se diz sobre elas.
I. Expressam que o direito de falar é concedido a outro enunciador que não aquele que até o momento tinha a palavra.
II. Como não remetem a um sujeito preciso, somente asseguram que o enunciado não é mais do enunciador que antes tinha a palavra, o qual se exime das responsabilidades sobre o dito.
III. Indicam que o que é dito pelo segundo enunciador é paradoxal, está à margem da opinião comum.
Está correto o que se diz em
78057B1F-AB Português
Interpretação de TextosUSP · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
O emprego de aspas em uma dada expressão pode servir, inclusive, para indicar que ela;
I. foi utilizada pelo autor com algum tipo de restrição;
II. pertence ao jargão de uma determinada área do conhecimento;
III. contém sentido pejorativo, não assumido pelo autor.
Considere as seguintes ocorrências de emprego de aspas presentes no texto:
A. "pós-moderna" (L. 1);
B. "mau uso" (L. 3);
C. "livre jogo do mercado" (L. 10);
D. "livre" (L. 11);
E. "resto do mundo" (L. 16).
As modalidades I, II e III de uso de aspas, elencadas acima, verificam-se, respectivamente, em;9D818B04-B7 Português
Conjunções: Relação de causa e consequênciaUECE · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritosContextualização para o texto III
(Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)
TEXTO III
Assinale V ou F conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmações feitas sobre o poema:( ) Os dois primeiros versos têm valor de afirmação.( ) O texto pode ser considerado um metapoema.( ) As aspas usadas nos versos 3 e 4 (Linhas 181-183) e nos versos 15 e 16 (Linhas 195- 197) justificam-se por corresponderem esses versos às vozes do outro.( ) O emprego do mas no verso 6 (Linha 185) introduz uma oposição: a voz do poeta modernista opõe-se à voz do poeta parnasiano.( ) O sujeito lírico desautoriza a palavra do poeta parnasiano, usando uma palavra semelhante à desse poeta.( ) o enunciador fala ao enunciatário, que é o poeta passadista, na segunda pessoa do singular.Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:F40FD859-E9 Português
Interpretação de TextosUniversidade Luterana do Brasil · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosa questão está baseada no texto Ah, como gastam, escrito por Carolina Araújo para a Folha de São Paulo, no dia 27 de julho de 2008
Em qual das alternativas abaixo, as aspas NÃO foram utilizadas para caracterizar discurso direto?
7FED8DD4-E0 Português
PontuaçãoUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

BITTENCOURT, Renato Nunes. O advento do homem-massa. Disponível em: < http://filosofiacienciaevida.uol.com.br/ESFI/Edicoes/52/o-adventodo-homem-massa-na-decadente-conjuntura-da-degradacao-cultural187560-1.asp>. Acesso em: nov. 2010. Adaptado.
O uso das aspas na palavra “igualdade” (l. 15) traz, como efeito de sentido,CD2982FC-EB Português
Interpretação de TextosUniversidade Luterana do Brasil · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
Em quais das alternativas abaixo, as aspas foram utilizadas com o fim exclusivo de marcar emprego de discurso direto?I – “The 99” (linha 4);II – “As palavras do presidente Obama serviram de empurrão” (linhas 11-12);III – “O que posso dizer é que tudo começa com desconfiança entre os dois lados, que mais tarde é superada para salvar o mundo.” (linhas 13-14);C7915CC3-B7 Português
Coesão e coerênciaUECE · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosTextoNÃO LIBERTE O MONSTRO QUE EXISTEEM VOCÊA vida em estado natural:"Solitária, pobre,sórdida, embrutecida e curta"
(Revista VEJA. Edição 2137. 04/11/2009)
Considere o seguinte excerto: “O stress é causado em grande parte por relacionamentos humanos mal resolvidos. Se melhorarmos a capacidade de nos relacionar, teremos menos brigas, menos stress e, consequentemente, menos processos e pessoas doentes", diz o italiano Piero Massimo Forni. Professor da Universidade Johns Hopkins e um dos maiores especialistas mundiais no estudo da civilidade, ele até calculou o custo da falta dela nos Estados Unidos: 30 bilhões de dólares por ano.Assinale (V) ou (F), conforme seja VERDADEIRO ou FALSO o que se diz a partir do excerto acima.( ) O primeiro período poderia ser assim reescrito: Relacionamentos humanos mal resolvidos causam em grande parte o stress.( ) O texto apresenta uma cadeia assim estruturada: maus relacionamentos >brigas>stress>processos e doenças.( ) O pronome ele retoma o italiano Piero Massimo Forni.( ) O elemento referencial (d)ela retoma civilidade.( ) As aspas têm a função de dar à expressão em destaque um sentido especial.A sequência correta, de cima para baixo, é9E112094-B6 Português
Coesão e coerênciaUniversidade do Estado do Amapá · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO I
Analise as proposições que compõe a questão e, posteriormente, assinale a alternativa que contém a opção correta.
I - Em ...um sentimento conhecido por todos nós: a inveja. (L.13/14) e No início a coisa é branda: a gente reconhece... (L.32) os dois pontos podem ser substituídos pela expressão que é.II- As orações Existem casos... (L.33) e ...explica Priscila Araújo... (L.40) são marcadas por um sujeito posposto.III- O período ...é possível livrar a inveja do estigma de vilã... (L.37) pode ser reescrito, sem prejuízo de sentido, por ...é possível que se livre a inveja do estigma de vilã.IV- O uso predominante das aspas, no texto, serve para destacar o posicionamento de especialistas no assunto em discussão.
548FDF26-AF Português
Análise sintáticaPUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosInstruções: Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.
Banana, a fruta mais consumida e perigosa do mundo


(Adaptado de Sergio Augusto, O Estado de S. Paulo, 26/04/2008)
Considerado o último parágrafo é correto afirmar:FBDFC3D5-E4 Português
Interpretação de TextosUFGD · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosSustentável é pouco
Ideias e experiências que vão além do discurso da sustentabilidade
Enfim, juntou-se um "dream team" do novo urbanismo mundial para dar ideias para São Paulo. Os arquitetos do escritório de Gehl resolveram dedicar-se a transformar a região do Anhangabaú no centro vivo da cidade, um lugar onde a cidade toda se encontraria. Eles passaram semanas observando o jeito como as pessoas se relacionam com o espaço, entendendo o papel de cada um lá: os mendigos, as prostitutas, os policiais, os meninos de rua, os trabalhadores, os executivos, os camelôs. Ao final, eles propuseram um projeto lindo. Fiquei morrendo de vontade de passear pelo novo Anhangabaú.
Mas provavelmente não vou ter a chance. São Paulo recusou o projeto do dream team dos urbanistas do mundo. As ideias deles servem para Bogotá, Londres, Nova York, Copenhague, Melbourne, mas não para nós.
Por quê? Por quê São Paulo - e muitas cidades brasileiras - são tão refratárias a ideias inovadoras? [...].
Em parte é fácil de entender o porquê. Os setores imobiliários e de construção são os maiores financiadores de campanhas eleitorais, tanto à prefeitura quanto à Câmara dos Vereadores. A Associação Imobiliária Brasileira deu dinheiro a 29 dos 55 vereadores em exercício - o suficiente para ganhar com folga qualquer votação em plenário.
[...]
Quer entender por que o espaço público tende a ser tão ruim no Brasil? Talvez a resposta esteja nas regras de financiamento de campanhas e no sistema político. Talvez nosso sistema privilegie os candidatos que se preocupam em agradar empreiteiras e incorporadoras, em vez de se especializar em atender as pessoas e tornar a vida delas melhor.
BURGIERMAN, Denis Russo. Sustentável é pouco. Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/cidade/nossas-cidades-nao- mudam/ Acesso em 25 out. 2010.
O uso da expressão “dream team” (Linha 1) entre aspas indica que o autor lança mão explicitamente de recursos linguísticos chamados