Questões do ENEM: Tipologia Textual

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Resultados

161 questões encontradas. Mostrando a página 8 de 9.

  • 9B376F3E-6D

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 012.jpg

    A imagem e o texto acima
    Escolha uma alternativa para a questão 9b376f3e-6d
  • 5BE7EC68-F6

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010Adaptado de MASSON, Celso e BARREIRA, Eliseu. A mente de quem tem músculos. Revista Época. 10/02/2010. Disponível em http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI121750-15228,00-A+MENTE+DE+QUEM+TEM+MUSCULOS.html. Acesso em 25 mai 2010.



    O primeiro parágrafo do texto apresenta essencialmente caráter:
    Escolha uma alternativa para a questão 5be7ec68-f6
  • 7AE3D0ED-B0

    Português

    Advérbios
    PUC-GO · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 04

          Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. [...]

           Arrastaram-se para lá, devagar, sinhá Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás.

          Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se. O menino mais velho pôs-se a chorar, sentou-se no chão.

          – Anda, condenado do diabo, gritou-lhe o pai. Não obtendo resultado, fustigou-o com a bainha da faca de ponta. Mas o pequeno esperneou acuado, depois sossegou, deitou-se, fechou os olhos. Fabiano ainda lhe deu algumas pancadas e esperou que ele se levantasse. Como isto não acontecesse, espiou os quatro cantos, zangado, praguejando baixo.

          A caatinga estendia-se, de um vermelho indeciso salpicado de manchas brancas que eram ossadas. O vôo negro dos urubus fazia círculos altos em redor de bichos moribundos.

             – Anda, excomungado.

       O pirralho não se mexeu, e Fabiano desejou matá-lo. Tinha o coração grosso, queria responsabilizar alguém pela sua desgraça. A seca aparecia-lhe como um fato necessário – e a obstinação da criança irritava-o. [...]

    (RAMOS, Graciliano. Vidas secas. 100. ed. Rio de Janeiro: Record, 2006. p. 9-10)



    Sobre o trecho “Arrastaram-se para lá, devagar [...] o menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás”, retirado do texto 04, indique a única alternativa verdadeira:

    Escolha uma alternativa para a questão 7ae3d0ed-b0
  • 3129E6D9-60

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/49763/hebert.png

    No texto, as falas do professor universitário e da coordenadora do instituto de pesquisa reforçam o sentido geral antecipado pelo título da matéria jornalística.
    A citação de falas como as referidas acima é um recurso conhecido da argumentação.
    Esse recurso está corretamente descrito em:
    Escolha uma alternativa para a questão 3129e6d9-60
  • 04804956-8D

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão  toma por base um fragmento do livro Comunicação e folclore, de Luiz Beltrão (1918-1986).

                                                              O Bumba-Meu-Boi

    Entre os autos populares conhecidos e praticados no Brasil – pastoril, fandango, chegança, reisado, congada, etc. – aquele em que melhor o povo exprime a sua crítica, aquele que tem maior conteúdo jornalístico, é, realmente, o bumba-meu-boi, ou simplesmente boi.
    Para Renato Almeida, é o “bailado mais notável do Brasil, o folguedo brasileiro de maior significação estética e social”. Luís da Câmara Cascudo, por seu turno, observou a sua superioridade porque “enquanto os outros autos cristalizaram, imóveis, no elenco de outrora, o bumba-meu-boi é sempre atual, incluindo soluções modernas, figuras de agora, vocabulário, sensação, percepção contemporânea. Na época da escravidão mostrava os vaqueiros escravos vencendo pela inteligência, astúcia e cinismo. Chibateava a cupidez, a materialidade, o sensualismo de doutores, padres, delegados, fazendo-os cantar versinhos que eram confissões estertóricas. O capitão-do-mato, preador de escravos, assombro dos moleques, faz-sono dos negrinhos, vai ‘caçar’ os negros que fugiram, depois da morte do Boi, e em vez de trazê-los é trazido amarrado, humilhado, tremendo de medo. O valentão mestiço, capoeira, apanha pancada e é mais mofino que todos os mofinos. Imaginem a alegria negra, vendo e ouvindo essa sublimação aberta, franca, na porta da casa-grande de engenho ou no terreiro da fazenda, nos pátios das vilas, diante do adro da igreja! A figura dos padres, os padres do interior, vinha arrastada com a violência de um ajuste de contas. O doutor, o curioso, metido a entender de tudo, o delegado autoritário, valente com a patrulha e covarde sem ela, toda a galeria perpassa, expondo suas mazelas, vícios, manias, cacoetes, olhada por uma assistência onde estavam muitas vítimas dos personagens reais, ali subalternizados pela virulência do desabafo”.
    Como algumas outras manifestações folclóricas, o bumbameu-boi utiliza uma forma antiga, tradicional; entretanto, fá-la revestir-se de novos aspectos, atualiza o entrecho, recompõe a trama. Daí “o interesse do tipo solidário que desperta nas camadas populares”, como o assinala Édison Carneiro. Interesse que só pode manter-se porque o que no auto se apresenta não reflete apenas situações do passado, “mas porque têm importância para o futuro”. Com efeito, tendo por tema central a morte e a ressurreição do boi, “cerca-se de episódios acessórios, não essenciais, muito desligados da ação principal, que variam de região para região... em cada lugar, novos personagens são enxertados, aparentemente sem outro objetivo senão o de prolongar e variar a brincadeira”. Contudo, dentre esses personagens, os que representam as classes superiores são caricaturados, cobrindo-se de ridículo, o que torna “o folguedo, em si mesmo, uma reivindicação”.

    Sílvio Romero recolheu os versos de um bumba-meu-boi, através dos quais se constata a intenção caricaturesca nos personagens do folguedo. Como o Padre, que recita:
                                     
                                      Não sou padre, não sou nada
                                      “Quem me ver estar dançando
                                      Não julgue que estou louco;
                                      Secular sou como os outros”.

    Ou como o Capitão-do-Mato que, dando com o negro Fidélis, vai prendê-lo:
                                     
                                     “CAPITÃO – Eu te atiro, negro
                                                          Eu te amarro, ladrão,
                                                          Eu te acabo, cão.”

    Mas, ao contrário, quem vai sobre o Capitão e o amarra é o Fidélis:

                                         “CORO – Capitão de campo
                                                         Veja que o mundo virou
                                                         Foi ao mato pegar negro
                                                         Mas o negro lhe amarrou.

                                      CAPITÃO – Sou valente afamado
                                                         Como eu não pode haver;
                                                         Qualquer susto que me fazem
                                                         Logo me ponho a correr”.

    (Luiz Beltrão. Comunicação e folclore. São Paulo: Edições Melhoramentos, 1971.)
    Chibateava a cupidez, a materialidade, o sensualismo de doutores, padres, delegados, fazendo-os cantar versinhos que eram confissões estertóricas.

    Nesta passagem, Luís da Câmara Cascudo, mencionado pelo autor, explica que, em apresentações do bumba-meu-boi da época da escravidão,
    Escolha uma alternativa para a questão 04804956-8d
  • 04344948-8D

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão  toma por base o seguinte fragmento do diálogo Fedro, de Platão (427-347 a.C.).
                                                   
                                                                            Fedro

    SÓCRATES: – Vamos então refletir sobre o que há pouco estávamos discutindo; examinaremos o que seja recitar ou escrever bem um discurso, e o que seja recitar ou escrever mal.

    FEDRO: – Isso mesmo.

    SÓCRATES: – Pois bem: não é necessário que o orador esteja bem instruído e realmente informado sobre a verdade do assunto de que vai tratar?

    FEDRO: – A esse respeito, Sócrates, ouvi o seguinte: para quem quer tornar-se orador consumado não é indispensável conhecer o que de fato é justo, mas sim o que parece justo para a maioria dos ouvintes, que são os que decidem; nem precisa saber tampouco o que é bom ou belo, mas apenas o que parece tal – pois é pela aparência que se consegue persuadir, e não pela verdade.

    SÓCRATES: – Não se deve desdenhar, caro Fedro, da palavra hábil, mas antes refletir no que ela significa. O que acabas de dizer merece toda a nossa atenção.

    FEDRO: – Tens razão.

    SÓCRATES: – Examinemos, pois, essa afirmação.

    FEDRO: – Sim.

    SÓCRATES: – Imagina que eu procuro persuadir-te a comprar um cavalo para defender-te dos inimigos, mas nenhum de nós sabe o que seja um cavalo; eu, porém, descobri por acaso uma coisa: “Para Fedro, o cavalo é o animal doméstico que tem as orelhas mais compridas”...

    FEDRO: – Isso seria ridículo, querido Sócrates.

    SÓCRATES: – Um momento. Ridículo seria se eu tratasse seriamente de persuadir-te a que escrevesses um panegírico do burro, chamando-o de cavalo e dizendo que é muitíssimo prático comprar esse animal para o uso doméstico, bem como para expedições militares; que ele serve para montaria de batalha, para transportar bagagens e para vários outros misteres.

    FEDRO: – Isso seria ainda ridículo.

    SÓCRATES: – Um amigo que se mostra ridículo não é preferível ao que se revela como perigoso e nocivo?

    FEDRO: – Não há dúvida.

    SÓCRATES: – Quando um orador, ignorando a natureza do bem e do mal, encontra os seus concidadãos na mesma ignorância e os persuade, não a tomar a sombra de um burro por um cavalo, mas o mal pelo bem; quando, conhecedor dos preconceitos da multidão, ele a impele para o mau caminho, – nesses casos, a teu ver, que frutos a retórica poderá recolher daquilo que ela semeou?

    FEDRO: – Não pode ser muito bom fruto.

    SÓCRATES: – Mas vejamos, meu caro: não nos teremos excedido em nossas censuras contra a arte retórica? Pode suceder que ela responda: “que estais a tagarelar, homens ridículos? Eu não obrigo ninguém – dirá ela – que ignore averdade a aprender a falar. Mas quem ouve o meu conselho tratará de adquirir primeiro esses conhecimentos acerca da verdade para, depois, se dedicar a mim. Mas uma coisa posso afirmar com orgulho: sem as minhas lições a posse da verdade de nada servirá para engendrar a persuasão”.

    FEDRO: – E não teria ela razão dizendo isso?

    SÓCRATES: – Reconheço que sim, se os argumentos usuais provarem que de fato a retórica é uma arte; mas, se não me engano, tenho ouvido algumas pessoas atacá-la e provar que ela não é isso, mas sim um negócio que nada tem que ver com a arte. O lacônio declara: “não existe arte retórica propriamente dita sem o conhecimento da verdade, nem haverá jamais tal coisa”.

    (Platão. Diálogos. Porto Alegre: Editora Globo, 1962.)
    Não se deve desdenhar, caro Fedro, da palavra hábil, mas antes refletir no que ela significa.

    Nesta frase, Sócrates, para rotular o tipo de discurso que acaba de ser sugerido por Fedro, emprega palavra hábil com o sentido de:
    Escolha uma alternativa para a questão 04344948-8d
  • F2B1984A-A6

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 002.jpg

    Observe o excerto do texto — ouvindo de seu pai o pouco, o nada que ele sabe das coisas, mas pegando dele seu jeito de amar — sério, quieto, devagar (linhas 22-25). Considere agora as afirmações que são feitas a seguir, a partir do excerto em tela.

    I. Nesse trecho da narrativa, é introduzido um novo narrador.

    II. No excerto, o enunciador refere-se a si mesmo na terceira pessoa.

    III. A mudança da 1a para a 3a pessoa sugere distanciamento do narrador, minimizando assim sua responsabilidade pelo que é dito.

    Está correto o que se afirma
    Escolha uma alternativa para a questão f2b1984a-a6
  • 100BC368-47

    Português

    Interpretação de Textos
    UFF · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Quanto à construção linguística do Texto V e a legenda do Texto VI, pode-se afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 100bc368-47
  • 3FAF9E9F-F6

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos

    Com base nos TEXTOS 1 e 2, responda à questão.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2009(Agência Estado- 15/05/2009 - Disponível em http://www.opovo.com.br/saude/877865.html)

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009FÁBIO DE AZEVEDO PETRA BITTENCOURT (Brasília, DF) - Painel do Leitor – Folha de São Paulo. Disponível em http://03www1.folha.uol.com.br/folha/paineldoleitor/ult10077u500793.shtml - 09/02/2009 

    Assinale a alternativa que classifica corretamente os textos 1 e 2.
    Escolha uma alternativa para a questão 3faf9e9f-f6
  • 7EDDA727-E7

    Português

    Gêneros Textuais
    Universidade do Estado do Amapá · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    I. Há predominância da linguagem no seu registro formal.

    II. O autor mescla, de forma eqüitativa, o registro formal e o registro informal da linguagem.

    III. Por ser um texto de cunho jornalístico, ele foi escrito, totalmente, levando em consideração o registro formal da linguagem.

    IV. De maneira geral, o uso de termos em inglês (Information Mapping) e alguns termos do registro informal da língua, em nada comprometem o caráter prioritariamente formal do texto.


    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 7edda727-e7
  • 3933C8DC-BE

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    imagem-001.jpg À medida que se aproximava o dia fatídico, ela ia ficando cada vez mais agitada e nervosa; (l. 6)

    A expressão grifada contribui para a construção da tensão narrativa, porque está relacionada com:
    Escolha uma alternativa para a questão 3933c8dc-be
  • 35C2A504-BE

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    imagem-001.jpg Em certo momento do texto, percebe-se a introdução da fala das personagens mesclada à fala do narrador. A presença do diálogo nesta narrativa tem como principal efeito:
    Escolha uma alternativa para a questão 35c2a504-be
  • 36F34C56-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMT · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2008


    (ABAURRE, M. L. M. et alii. Português: contexto, interlocução e sentido.São Paulo: Moderna, 2008, p. 236.)

    Que intencionalidade estrutura o texto?
    Escolha uma alternativa para a questão 36f34c56-e6
  • FE671E55-BC

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    imagem-001.jpg Os textos que defendem uma opinião possuem diversos mecanismos para garantir sua eficácia ou poder de convencimento.

    Pode-se dizer que a estrutura geral do texto contribui para sua eficácia argumentativa porque:
    Escolha uma alternativa para a questão fe671e55-bc
  • 3BC48F09-67

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    UEG · 2007MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 006.jpg Os narradores desenvolvidos por J. J. Veiga empreendem uma rica ambientação narrativa por meio de pretextos que motivam o enredo de seus contos. Os trechos acima focalizam, respectivamente, os seguintes pretextos:
    Escolha uma alternativa para a questão 3bc48f09-67
  • 396C5E45-67

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2007MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 005.jpg

    Da leitura do texto, é INCORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 396c5e45-67
  • 383BC4AD-67

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2007MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 004.jpg O sentido do termo “círculo”, na expressão “círculo ético”, complementa-se ao longo da segunda resposta do entrevistado pelos seguintes termos e expressões sublinhados no texto, à EXCEÇÃO de:
    Escolha uma alternativa para a questão 383bc4ad-67
  • 6889F910-4D

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    UNIFESP · 2007DifícilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder às questões de números 26 a 30,
    leia o texto de Lygia Fagundes Telles.

    Imagem 015.jpg
    Imagem 016.jpg

    O texto de Lygia Fagundes Telles apresenta marcas características do projeto literário da autora, ligado à ficção
    Escolha uma alternativa para a questão 6889f910-4d
  • 47A4A6DB-4D

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2007Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: As questões de números 04 a 08 baseiam-se no
    texto de Moacyr Scliar.

    Imagem 006.jpg
    Imagem 007.jpg O casal age de modo contrário aos sentimentos comuns de justiça e dignidade. No contexto da narrativa, tais comportamentos explicam-se
    Escolha uma alternativa para a questão 47a4a6db-4d