Questões do ENEM: Intertextualidade

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Resultados

78 questões encontradas. Mostrando a página 4 de 4.

  • CFCF2E35-94

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    UERJ · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    Os três benefícios fundamentais da leitura apresentados no texto são listados numa determinada ordem.

    Essa ordem mostra uma organização na seguinte direção:

    Escolha uma alternativa para a questão cfcf2e35-94
  • CF839695-94

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    Não era um pássaro nem um avião. (l. 1)

    A primeira frase do texto remete às perguntas feitas por personagens que observavam intrigados o voo do Super-homem em suas muitas histórias: É um pássaro? É um avião? Não! É o Super-homem!


    Essa primeira frase configura um recurso da linguagem conhecido como:

    Escolha uma alternativa para a questão cf839695-94
  • F79CF191-96

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Mesmo tendo a trajetória do movimento interrompida com a prisão de seus dois líderes, o tropicalismo não deixou de cumprir seu papel de vanguarda na música popular brasileira. A partir da década de 70 do século passado, em lugar do produto musical de exportação de nível internacional prometido pelos baianos com a retomada da linha evolutória”, instituiu-se nos meios de comunicação e na industriado lazer uma nova era musical.
    TINHORÃO. J. R. Pequena história da música popular: da modinha ao tropicalismo, São Paulo: Art, 1986 (adaptado).

    A nova era musical mencionada no texto evidencia um gênero que incorporou a cultura de massa e se adequou à realidade brasileira. Esse gênero está representado peta obra cujo trecho da letra é:

    Escolha uma alternativa para a questão f79cf191-96
  • 8ADD69B0-F3

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para as questão.


    BOCAGE NO FUTEBOL


    Imagem da questão de Português, da prova de 2012

    Considere os seguintes elementos de composição textual:


    I interação com o leitor;

    II incorporação de uma fala em discurso indireto;

    III procedimento intertextual;

    IV mistura de gêneros discursivos.


    É correto afirmar que, no texto, ocorre apenas o que foi indicado em

    Escolha uma alternativa para a questão 8add69b0-f3
  • 50877228-77

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - PR · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o seguinte texto, adaptado da revista IstoÉ, que servirá de base para a próxima questão:

                                                  A vida depois do aborto  

                                                                                                                             Solange Azevedo

        A paulistana Camila Moreira Olímpio, 27 anos, deu pulos de alegria quando engravidou. Antes de completar três meses de gestação, sua casa já estava abarrotada de roupinhas de bebê. O enxoval era todo rosa porque ela nunca teve dúvidas de que a criança que carregava no ventre era uma menina. Até o nome estava escolhido: Stacy. Com o berço e o guarda-roupa instalados no quarto, Camila e o marido foram construindo sonhos. “Daí veio a desilusão. Fui fazer o ultrassom e o médico disse que o meu bebê não tinha calota craniana nem massa encefálica”, lamenta Camila. “Desci da maca e saí correndo do posto de saúde. Parei na beira da avenida. Ali, vi o meu castelo desabar.” Ela descobriu que a criança que tanto amava era mesmo uma menina. Mas constatou, também, que Stacy não sobreviveria porque sofria de uma grave má-formação fetal chamada anencefalia. Uma anomalia congênita irreversível e incompatível com a vida.

    “E agora, o que eu faço?”, perguntou aos médicos. Eles explicaram que a gestação de um bebê anencefálico traria mais riscos que uma gravidez comum. Camila ficou dez dias enfurnada em casa. Não abria a janela, não tomava banho, não penteava o cabelo, não comia, não levantava da cama. “Entrei em depressão. Estar grávida e saber que não teria minha filha comigo estava me matando”, lembra. “Se eu não antecipasse o parto, perderia a chance de ter outro filho porque eu morreria junto.” Camila decidiu se valer de uma liminar concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, que permitia que grávidas de anencéfalos fizessem aborto. Conseguiu realizar o procedimento no 5º mês de gestação. Ela foi uma das cerca de 60 beneficiadas entre 1º de julho e 20 de outubro de 2004, período em que a decisão provisória vigorou. Começava ali uma batalha jurídica entre grupos de defesa dos direitos humanos e entidades de cunho religioso – a qual se estende até hoje. “Obrigar uma mulher a passar meses, entre o diagnóstico e o parto, dormindo e acordando sabendo que não terá aquele filho, é impor a ela um imenso sofrimento inútil. Isso viola o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana”, afirma o advogado Luís Roberto Barroso, da CNTS. “É uma situação equiparável à tortura. Interromper ou não a gestação deve ser uma opção da mulher e de seu médico. O Estado, o Judiciário ou quem quer que seja não têm o direito de interferir nessa decisão.” Barroso fundamenta a ação em mais dois pilares. Primeiro, alega que a interrupção da gestação de um anencéfalo, tecnicamente, não pode ser considerada aborto porque o feto não é uma vida em potencial. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o que define a morte é a falta de atividade cerebral e, como o anencéfalo não tem cérebro, ele seria um natimorto. Um dos argumentos dos grupos contrários é que, caso a gestação chegue aos nove meses, os órgãos do bebê podem ser doados. Mas nem a OMS nem o Conselho Federal de Medicina recomendam a doação porque esses órgãos também podem apresentar má-formação.

    A outra tese de Barroso é a de que a lei brasileira permite o aborto em duas ocasiões: se a gravidez é resultado de estupro ou se há riscos para a mãe. “Interromper a gestação de um feto anencefálico é menos do que nas duas situações já previstas pelo Código Penal, pois tanto no caso de estupro quanto no de riscos para a mãe, o feto tem potencialidade de vida”, relata o advogado. “O nosso Código Penal não contempla a hipótese do feto inviável porque foi elaborado em 1940, quando o diagnóstico da anencefalia não era possível.” Paulo Fernando da Costa, vice-presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, entidade que atua no combate ao aborto, contesta. “Não podemos condenar uma pessoa à morte. O aborto dos anencéfalos abre uma janela para a legalização completa do aborto”, afirma. Costa conta que a Associação fez um filme sobre Marcela de Jesus – uma menina do interior paulista, que morreu em agosto de 2008, com 1 ano e 8 meses. A história de Marcela se tornou uma das principais bandeiras de grupos religiosos na cruzada antiaborto. Porém, as explicações do vídeo podem ser contestadas pela medicina especializada em anencefalia, o que aumenta a discussão. “Marcela não era anencéfala. Tinha merocrania”, garante o geneticista Thomaz Gollop, professor da Universidade de São Paulo e coordenador do Grupo de Estudos sobre o Aborto. O médico explica que o que distingue esse quadro da anencefalia é a presença de um cérebro muito rudimentar – um pouco mais de massa encefálica, coberta por uma membrana. Isso faz com que o indivíduo sobreviva um pouco mais. Mas não faz com que tenha cérebro nem que interaja. “Quando a anencefalia é diagnosticada, não estamos discutindo a vida, mas a morte certa”, diz Gollop. 

    Camila Moreira afirma que, mesmo com a liminar de Marco Aurélio, batalhou para conseguir um hospital que aceitasse fazer o aborto. “Entrei em trabalho de parto no dia 18 de outubro. No dia 20, a liminar caiu”, lembra. “Foi um desespero. Algumas mulheres que estavam internadas foram mandadas de volta para casa. Se eu saísse de lá, grávida, não resistiria. Ia enlouquecer.” O casamento de Camila terminou um ano depois. Ela desistiu de tentar ser mãe depois de descobrir que é alérgica aos comprimidos de ácido fólico, uma vitamina do complexo B essencial para prevenir a má-formação fetal. “Tenho muito medo de passar por tudo de novo, por aquela desilusão”, diz. 

        “Minha filha nasceu viva. Morreu dez segundos depois. Eu não quis ver, preferi guardar a imagem que eu tinha dela na minha cabeça”. Camila leva uma vida pacata. Divide uma casa simples em Cotia, na Grande São Paulo, com duas amigas e os três filhos delas. Passa a maior parte do tempo trabalhando como demonstradora de café num supermercado.

    O medo de que alguma coisa dê errada é comum às gestantes. Quando a mulher tem um passado traumático essa sensação é multiplicada. Foi assim com a paulista Érica Souza do Nascimento, 22 anos. Ela fez a antecipação do parto dias antes de Camila, na 17ª semana de gestação, no mesmo hospital. “Foi complicado emocionalmente. Imagina ter consciência de que seu filho vai nascer e morrer, e você não vai poder fazer nada”, diz Érica. “Não tive dúvidas de que interromper a gestação era a melhor opção. Não queria sentir o meu neném mexer e, depois, ter de enterrá-lo.” Durante um bom tempo, Érica não conseguia ver crianças. Doía. Machucava. “Isso só passou quando engravidei de novo”, conta Érica, aos prantos. “No ultrassom, eu e minha mãe estávamos apreensivas. A gente queria perguntar se a cabecinha do neném estava bem, mas não tivemos coragem. A gente esperou o laudo sair para ver o que estava escrito. Foi uma das melhores sensações que tive na vida.” Yasmin, uma menina de 5 anos toda serelepe, é a alegria dos pais. “Foi ela que me ajudou a esquecer”, garante Érica. “Minha filha é tudo na minha vida.”

    Fonte: Revista IstoÉ, n. 2177, 29 de julho de 2011. 

    Analise os fragmentos dando atenção aos verbos selecionados para a introdução de discursos diretos no texto. Depois, assinale a alternativa que contém uma afirmação INCORRETA:

    “Daí veio a desilusão. Fui fazer o ultrassom e o médico disse que o meu bebê não tinha calota craniana nem massa encefálica”, lamenta Camila.

    “Entrei em depressão. Estar grávida e saber que não teria minha filha comigo estava me matando”, lembra (Camila).

    “Tenho muito medo de passar por tudo de novo, por aquela desilusão”, diz (Camila Moreira).

    “Isso só passou quando engravidei de novo”, conta Érica, aos prantos.

    “Não podemos condenar uma pessoa à morte. O aborto dos anencéfalos abre uma janela para a legalização completa do aborto”, afirma (Paulo Fernando da Costa, vice-presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família).

    “Obrigar uma mulher a passar meses, entre o diagnóstico e o parto, dormindo e acordando sabendo que não terá aquele filho, é impor a ela um imenso sofrimento inútil. Isso viola o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana”, afirma o advogado Luís Roberto Barroso, da CNTS.

    “Marcela não era anencéfala. Tinha merocrania”, garante o geneticista Thomaz Gollop, professor da Universidade de São Paulo e coordenador do Grupo de Estudos sobre o Aborto.

    Escolha uma alternativa para a questão 50877228-77
  • E7CE24FF-94

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

                   A literatura em perigo


    A análise das obras feita na escola não deveria mais ter
    por objetivo ilustrar os conceitos recém-introduzidos por este
    ou aquele linguista, este ou aquele teórico da literatura, quando,
    então, os textos são apresentados como uma aplicação da
    língua e do discurso; sua tarefa deveria ser a de nos fazer ter
    acesso ao sentido dessas obras — pois postulamos que esse
    sentido, por sua vez, nos conduz a um conhecimento do humano,
    o qual importa a todos. Como já o disse, essa ideia não é
    estranha a uma boa parte do próprio mundo do ensino; mas é
    necessário passar das ideias à ação. Num relatório estabelecido
    pela Associação dos Professores de Letras, podemos ler:
    “O estudo de Letras implica o estudo do homem, sua relação
    consigo mesmo e com o mundo, e sua relação com os outros.”
    Mais exatamente, o estudo da obra remete a círculos concêntricos
    cada vez mais amplos: o dos outros escritos do mesmo
    autor, o da literatura nacional, o da literatura mundial; mas
    seu contexto final, o mais importante de todos, nos é efetivamente
    dado pela própria existência humana. Todas as grandes
    obras, qualquer que seja sua origem, demandam uma reflexão
    dessa dimensão.
    O que devemos fazer para desdobrar o sentido de uma
    obra e revelar o pensamento do artista? Todos os “métodos”
    são bons, desde que continuem a ser meios, em vez de se tornarem
    fins em si mesmos. (...)
    (...)
    (...) Sendo o objeto da literatura a própria condição humana,
    aquele que a lê e a compreende se tornará não um
    especialista em análise literária, mas um conhecedor do ser
    humano. Que melhor introdução à compreensão das paixões
    e dos comportamentos humanos do que uma imersão na obra
    dos grandes escritores que se dedicam a essa tarefa há milênios?
    E, de imediato: que melhor preparação pode haver para
    todas as profissões baseadas nas relações humanas? Se entendermos
    assim a literatura e orientarmos dessa maneira o seu
    ensino, que ajuda mais preciosa poderia encontrar o futuro
    estudante de direito ou de ciências políticas, o futuro assistente
    social ou psicoterapeuta, o historiador ou o sociólogo? Ter
    como professores Shakespeare e Sófocles, Dostoievski e Proust
    não é tirar proveito de um ensino excepcional? E não se vê que
    mesmo um futuro médico, para exercer o seu ofício, teria mais
    a aprender com esses mesmos professores do que com os manuais
    preparatórios para concurso que hoje determinam o seu
    destino? Assim, os estudos literários encontrariam o seu lugar
    no coração das humanidades, ao lado da história dos eventos
    e das ideias, todas essas disciplinas fazendo progredir o pensamento
    e se alimentando tanto de obras quanto de doutrinas,
    tanto de ações políticas quanto de mutações sociais, tanto da
    vida dos povos quanto da de seus indivíduos.
    Se aceitarmos essa finalidade para o ensino literário, o
    qual não serviria mais unicamente à reprodução dos professores
    de Letras, podemos facilmente chegar a um acordo sobre
    o espírito que o deve conduzir: é necessário incluir as obras
    no grande diálogo entre os homens, iniciado desde a noite dos

    tempos e do qual cada um de nós, por mais ínfimo que seja,
    ainda participa. “É nessa comunicação inesgotável, vitoriosa
    do espaço e do tempo, que se afirma o alcance universal da
    literatura”, escrevia Paul Bénichou. A nós, adultos, nos cabe
    transmitir às novas gerações essa herança frágil, essas palavras
    que ajudam a viver melhor.


                (Tzvetan Todorov. A literatura em perigo. 2 ed.Trad. Caio Meira. Rio de Janeiro: DIFEL, 2009, p. 89-94.)

    Observe as seguintes opiniões referentes ao ensino de literatura.


    I. O estudo de obras literárias na escola tem como objetivo fundamental ensinar os fundamentos da Linguística.
    II. A análise das obras feita na escola deve levar o estudante a ter acesso ao sentido dessas obras.
    III. O objetivo do ensino da literatura na escola não é formar teóricos da literatura.
    IV. De nada adianta a leitura das obras literárias sem a prévia fundamentação das teorias literárias.


    Das quatro opiniões, as que se enquadram na argumentação manifestada por Todorov em seu texto estão contidas apenas em:

    Escolha uma alternativa para a questão e7ce24ff-94
  • 3EEEA568-0E

    Português

    Interpretação de Textos
    UEMG · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o seguinte trecho da peça Lisbela e o Prisioneiro:

    Imagem 006.jpg

    o trecho transcrito acima, a intertextualidade se dá na forma de
    Escolha uma alternativa para a questão 3eeea568-0e
  • 619D863A-A5

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 003.jpg

    Reflita sobre o comercial do “Space Fox Trend”, calcado no provérbio “Pense duas vezes antes de agir”. Ele configura linguisticamente um détournement, caso específico de intertextualidade implícita, que altera ou adultera um texto-fonte, com algum propósito. Considere o que se diz sobre o détournement dessa propaganda e marque V para o que for verdadeiro e F para o que for falso.

    ( ) O détournement que gerou o comercial da Volkswagen foi produzido por meio do acréscimo e da substituição de palavras.

    ( ) A descoberta ou o conhecimento do texto- fonte, no caso do détournement, é indesejável.

    ( ) O détournement presente no comercial do “Space Fox Trend” é do tipo lúdico: brinca com as palavras como um jogo infantil. É próprio para divertir crianças.

    ( ) O détournement do comercial da Volkswagen desautoriza o texto-fonte. É utilizado com o propósito de orientar o interlocutor para a construção de um outro sentido.

    ( ) No caso da propaganda em questão, o détournement leva o interlocutor a acreditar que o carro apresentado é tão bom que não se precisa pensar duas vezes para comprá- lo. Ele é tão especial que contradiz uma afirmação considerada verdade universal.

    Está correta, de cima para baixo, a sequência seguinte:
    Escolha uma alternativa para a questão 619d863a-a5
  • A60CEEA0-6D

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 016.jpg

    No texto utilizado, marcadamente informativo, para dar maior credibilidade às informações que apresenta, o autor
    Escolha uma alternativa para a questão a60ceea0-6d
  • 9DD457AA-6D

    Português

    Figuras de Linguagem
    UEG · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 013.jpg

    Compostas em contextos históricos distintos, em 1939 (“Aquarela do Brasil”) e em 1978 (“Querelas do Brasil”), as músicas fazem uma interpretação diferenciada da realidade brasileira. Nesse sentido, a música “Querelas do Brasil” constitui uma paródia que
    Escolha uma alternativa para a questão 9dd457aa-6d
  • 9B376F3E-6D

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 012.jpg

    A imagem e o texto acima
    Escolha uma alternativa para a questão 9b376f3e-6d
  • 4E2C1D1C-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Sabe-se que os textos se servem de outros textos, citando-os direta ou indiretamente, num processo a que se dá o nome de intertextualidade.
    No último parágrafo da crônica, há um caso de intertextualidade com um dos episódios do Êxodo: Como os israelitas, na caminhada pelo deserto, reclamavam da falta de água, dirige-se Deus a Moisés:' ''[...] toma na mão tua vara, com que feriste o Nilo e vai. Eis que estarei ali diante de ti, sobre o rochedo do monte Horeb; ferirás o rochedo e a água jorrará dele''. Esse trabalho intertextual feito pela cronista tem o propósito textual de
    Escolha uma alternativa para a questão 4e2c1d1c-b6
  • C3F6E076-B5

    Português

    Análise sintática
    UESPI · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    O teor argumentativo do Texto 2 é reforçado também:
    Escolha uma alternativa para a questão c3f6e076-b5
  • CF26BE7B-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFU-MG · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre a presença da intertextualidade na obra Ensaio sobre a cegueira é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão cf26be7b-af
  • 38D9914E-47

    Português

    Interpretação de Textos
    UFF · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 062.jpg

    Os versos dos poetas modernistas e românticos apresentam relação de intertextualidade com o poema de Ribeiro Couto, EXCETO em uma alternativa.
    Assinale-a.
    Escolha uma alternativa para a questão 38d9914e-47
  • 42B14E39-FE

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 021.jpg

    *A frase em latim traduz-se, comumente, por “liberdade ainda que tardia”.

    Considere as seguintes afirmações:

    I. O diálogo com outros textos (intertextualidade) é procedimento central na composição da estrofe.

    II. O espírito de contradição manifesto nos versos indica que o amor da pátria que eles expressam não é oficial nem conformista.

    III. O apego do eu lírico à tradição da poesia clássica patenteia-se na escolha de um verso latino como núcleo da estrofe.

    Está correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 42b14e39-fe
  • 0504E6DA-BC

    Português

    Figuras de Linguagem
    UERJ · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    imagem-002.jpg E as ilusões estão todas perdidas (v. 3).

    Este verso pode ser lido como uma alusão a um livro intitulado Ilusões perdidas, de Honoré de Balzac. Tal procedimento constitui o que se chama de:
    Escolha uma alternativa para a questão 0504e6da-bc
  • 3F08BDEB-67

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    UEG · 2007DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 009.jpg O trecho acima remete a uma das tentativas de escritura de São Bernardo. Na ocasião, o debate travado entre Paulo Honório e Azevedo Gondim espelha, acerca da literatura brasileira, as seguintes visões críticas:

    Escolha uma alternativa para a questão 3f08bdeb-67