Questões do ENEM: Figuras de Linguagem

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399 questões encontradas. Mostrando a página 16 de 20.

  • A9734E8D-FE

    Português

    Figuras de Linguagem
    FGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
          Eram tempos menos duros aqueles vividos na casa de Tia Vicentina, em Madureira, subúrbio do Rio, onde Paulinho da Viola podia traçar, sem cerimônia, um prato de feijoada - comilança que deu até samba, "No Pagode do Vavá". Mas como não é dado a saudades (lembre-se: é o passado que vive nele, não o contrário), Paulinho aceitou de bom grado a sugestão para que o jantar ocorresse em um dos mais requintados italianos do Rio. A escolha pela alta gastronomia tem seu preço. Assim que o sambista chega à mesa redonda ao lado da porta da cozinha, forma-se um círculo de garçons, com o maître à frente. [...]
           Paulinho conta que cresceu comendo o trivial. Seu pai viveu 88 anos à base de arroz, feijão, bife e batata frita. De vez em quando, feijoada. Massa, também. "Mas nada muito sofisticado."
          Com exceção de algumas dores de coluna, aos 70 anos, goza de plena saúde. O músico credita sua boa forma ao estilo de vida, como se sabe, não dado a exageros e grandes ansiedades.


                                                                                                       T. Cardoso, Valor, 28/06/2013. Adaptado.

    Considere estas afirmações sobre elementos linguísticos presentes no texto:

    I O verbo “traçar" pertence a um registro linguístico diverso do que predomina no texto.
    II No trecho "um dos mais requintados italianos do Rio", ocorre elipse de um substantivo.
    III Com as aspas em "Mas nada muito sofisticado", o autor do texto imprime, a essa expressão, um tom irônico.

    Tendo em vista o contexto, está correto apenas o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão a9734e8d-fe
  • 7E1D64D7-AB

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o Texto 1 para responder à questão.

    Texto 1

                  VIA-LÁCTEA SONETO VIII
                                VIII

                                              (Olavo Bilac)

    Em que céus mais azuis, mais puros ares,
    Voa pomba mais pura? Em que sombria
    Moita mais nívea flor acaricia,
    A noite, a luz dos límpidos luares?

    Vives assim, como a corrente fria,
    Que, intemerata, aos trêmulos olhares
    Das estrelas e à sombra dos palmares,
    Corta o seio das matas, erradia.

    E envolvida de tua virgindade,
    De teu pudor na cândida armadura,
    Foges o amor, guardando a castidade,

    - Como as montanhas, nos espaços francos
    Erguendo os altos píncaros, a alvura
    Guardam da neve que lhes cobre os flancos.


    imagem-001.jpg


    Os recursos expressivos e o tema presentes no soneto são, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 7e1d64d7-ab
  • D2DA5B50-AB

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    No enunciado “Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade”, faz-se uso do recurso:
    Escolha uma alternativa para a questão d2da5b50-ab
  • 5C90816D-FB

    Português

    Figuras de Linguagem
    UEG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o excerto poético.

    Subamos!
    Subamos acima,
    Subamos além, subamos!
    Com a posse física dos braços
    Inelutavelmente galgaremos
    O grande mar de estrelas
    Através de milênios de luz...

    Na estrofe citada, infere-se que os predicados verbais, do ponto de vista figurativo, enfatizam uma
    Escolha uma alternativa para a questão 5c90816d-fb
  • C694EE37-F6

    Português

    Figuras de Linguagem
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado


    Com base no texto, responda à questão

    Assinale a alternativa em que há equivalência entre o termo em destaque, conforme seu sentido no texto, e seu uso na frase ao lado.
    Escolha uma alternativa para a questão c694ee37-f6
  • 4A4AD406-DC

    Português

    Figuras de Linguagem
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão:


    Tecendo a Manhã

    Um galo sozinho não tece uma manhã:
    ele precisará sempre de outros galos.
    De um que apanhe esse grito que ele
    e o lance a outro; de um outro galo
    que apanhe o grito de um galo antes
    e o lance a outro; e de outros galos
    que com muitos outros galos se cruzem
    os fios de sol de seus gritos de galo,
    para que a manhã, desde uma teia tênue,
    se vá tecendo, entre todos os galos.
    (João Cabral de Melo Neto, A educação pela pedra)
    Uma das características da poesia é o uso de imagens metafóricas. No excerto do poema de João Cabral transcrito acima, as imagens elaboradas representam:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a4ad406-dc
  • 861CD6CA-C6

    Português

    Coesão e coerência
    UECE · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO II

    PORTÃO

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    ANDRADE, Carlos Drummond de. In: Carlos Drummond de Andrade: Poesia e Prosa. Editora Nova Aguilar:1988. p. 506-507.
    Atente para o que se afirma sobre os versos “ah, isso não: o vagabundo ficará mofando lá fora/ e leva no boletim uma galáxia de zeros” (linhas 55- 57).


    I. Eles são construídos sobre duas metáforas hiperbólicas, isto é, metáforas que contêm um exagero.

    II. O pronome isso em “ah, isso não”, aponta para um referente na cena enunciativa.

    III. O pronome isso, no poema, aponta para o que é dito nos dois primeiros versos, sintetizando-os.


    Está correto o que se diz em
    Escolha uma alternativa para a questão 861cd6ca-c6
  • 861093A4-C6

    Português

    Figuras de Linguagem
    UECE · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO II

    PORTÃO

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    ANDRADE, Carlos Drummond de. In: Carlos Drummond de Andrade: Poesia e Prosa. Editora Nova Aguilar:1988. p. 506-507.
    Observe a metáfora que inicia o poema — “O portão fica bocejando” — e o que se diz sobre ela.


    I. Essa metáfora empresta ao portão faculdades humanas, constituindo, também uma prosopopeia ou personificação. Por outro lado, essa expressão aceita, ainda, a seguinte leitura: o portão representa metonimicamente a escola, com seus valores criticáveis e seus preconceitos.

    II. O emprego da locução verbal de gerúndio “fica bocejando”, no lugar da forma simples boceja, dá à ação expressa pelo verbo bocejar um caráter de continuidade, de duração.

    III. O gerúndio realça a própria semântica do verbo bocejar.


    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 861093a4-c6
  • 43E2DFE5-B8

    Português

    Figuras de Linguagem
    UECE · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2

         O texto que você lerá é um excerto retirado do primeiro parágrafo do artigo de opinião “Com um braço só”, escrito por J. R. Guzzo, que trata da corrupção na política. 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    Extraído do artigo ”Com um braço só”, de
    J.R. Guzzo. VEJA. 21/08/2013.
    O articulista inicia o texto com a expressão: “Um dos aspectos menos atraentes da personalidade humana”. Assinale a opção que expressa uma afirmação correta sobre esse começo de texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 43e2dfe5-b8
  • 9B37D09A-B0

    Português

    Figuras de Linguagem
    PUC-MINAS · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto abaixo e responda, em seguida, a questão.

    O xadrez de Marina

    SÃO PAULO — Eduardo Campos não é um "zero", como Ciro Gomes o chamou na sua tola e habitual verborragia, tampouco é o estrategista político formidável, tal qual passou a ser pintado em Brasília após a surpreendente filiação da ex-senadora Marina Silva ao seu PSB.
    O governador de Pernambuco é um construtor de pontes, paciente e habilidoso, que consegue se manter como interlocutor de quase todo o mundo, de Lula a Serra, de Bornhausen e Ronaldo Caiado a Marina. É um conciliador que parece mais mineiro do que o próprio Aécio Neves.
    É evidente que esses traços o ajudaram a se posicionar no momento em que Marina precisava achar uma saída para o imbróglio em que se meteu ao não conseguir oficializar a tal Rede Sustentabilidade -- não se filiar a um partido significaria abdicar totalmente da eleição presidencial; entrar numa sigla qualquer apenas para ser candidata seria um gesto personalista que poderia arranhar a imagem da nova política, que Marina tanto cultiva.
    Mas, na prática, o governador pernambucano foi um agente passivo nessa história toda. Se alguém anteviu alguma coisa, foi Marina. A ex-senadora criou o principal fato político desde a eleição de Dilma e ainda jogou sobre Campos a responsabilidade de crescer nas pesquisas em pouco tempo, ao deixar claro que, se o governador não se viabilizar, ela pode concorrer.
    No cenário anterior, Campos seria um vitorioso se terminasse a eleição presidencial do ano que vem com cerca de 15% dos votos. Atingiria seu objetivo de tornar-se um nome nacionalmente conhecido a fim de, quatro anos depois, disputar a sucessão para valer.
    Agora, após o empurrão da ex-senadora, se Campos não atingir esse patamar nos próximos meses, antes mesmo de a campanha eleitoral começar, poderá ser forçado a abdicar da candidatura em favor de Marina. 

    Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/rogeriogentile/2013/10/1354262-o-xadrez-de-marina.shtml. Acesso em: 10 out. 2013. 
    Leia o trecho a seguir, retirado do texto:

    O governador de Pernambuco é um construtor de pontes, paciente e habilidoso, que consegue se manter como interlocutor de quase todo o mundo, de Lula a Serra, de Bornhausen e Ronaldo Caiado a Marina.

    A metáfora “construtor de pontes” é iluminada e explicada:
    Escolha uma alternativa para a questão 9b37d09a-b0
  • 82A5D6B9-AF

    Português

    Figuras de Linguagem
    UECE · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1

    O texto 1 desta prova é da autoria do intelectual cearense Gustavo Barroso, que nasceu em Fortaleza, no ano de 1888 e morreu no Rio de Janeiro, em 1959. Professor, jornalista, ensaísta, romancista, foi membro da Academia Brasileira de Letras. A obra À margem da história do Ceará, em dois volumes, foi seu último trabalho. É uma reunião de setenta e seis artigos e crônicas que falam exclusivamente sobre a história do Ceará entre 1608 e 1959. O texto transcrito abaixo foi extraído do segundo volume e, como vocês poderão ver, é um artigo sobre a obra do também cearense Manuel de Oliveira Paiva, Dona Guidinha do Poço. Servindo-se de uma pesquisa feita pelo historiador Ismael Pordeus, Gustavo Barroso fala do romance de Oliveira Paiva, mais especificamente, das relações entre essa obra literária e a verdade histórica que ela transfigura. 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    Gustavo Barroso. À margem da história do Ceará. v. 2, 3 ed. p. 347-350. Texto adaptado.

    Leia o enunciado seguinte e atente ao que é dito sobre ele: “Tinha terminado de cumprir sua pena na cadeia pública e andava assim de léu em léu, sem teto e sem destino, como um resto de naufrágio açoitado pelo mar” (linhas 13-16).


    I. As expressões “andava assim de léu em léu”, “sem teto e sem destino” e “como um resto de naufrágio açoitado pelo mar” são de certa forma redundantes, mas formam uma gradação cujo clímax dá ênfase ao estado em que se encontra Lessa.

    II. Há, no enunciado, uma metáfora que aproxima a velha Lessa dos destroços de um naufrágio.

    III. A comparação do enunciado reúne em si as duas expressões anteriores e enfatiza a situação de abandono e a falta de perspectiva em que vive a velha Lessa.


    Está correto o que se diz somente em

    Escolha uma alternativa para a questão 82a5d6b9-af
  • CFB26467-94

    Português

    Figuras de Linguagem
    UERJ · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    O texto é centrado na expressão onomatopaica blablablá, que normalmente se escreve no lugar de uma longa fala irrelevante. A autora, no entanto, lhe empresta outro sentido e outra função.

    No texto, a expressão os blablablás se refere àqueles que:

    Escolha uma alternativa para a questão cfb26467-94
  • CFACEB26-94

    Português

    Figuras de Linguagem
    UERJ · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    Ele está fazendo noventa anos. É uma idade respeitável, e não são muitos que chegam lá, mas − quanto tempo ele pode ainda viver? (l. 14-15)

    No contexto, a pergunta feita pelo narrador está diretamente ligada à informação acerca da idade do pai de Matilda.

    No entanto, entre a informação e a pergunta, o narrador enuncia duas ponderações que possuem a função de:

    Escolha uma alternativa para a questão cfaceb26-94
  • DDF3B421-24

    Português

    Figuras de Linguagem
    SENAC-SP · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere a tirinha e as afirmativas abaixo.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013


    I. O humor da tirinha provém do fato de Calvin usar a palavra “rua" em sentido figurado em um quadro e em sentido literal em outro.

    II. Na expressão sabedoria das ruas, percebe-se o uso de linguagem denotativa.

    III. Na frase ele não é inteligente, mas tem a sabedoria das ruas, há uma crítica e uma ressalva que atenua essa mesma crítica.

    IV. Infere-se da tirinha que um menino visto como “valentão" não pode ser inteligente.


    Está correto o que se afirma APENAS em

    Escolha uma alternativa para a questão ddf3b421-24
  • BDDE63EF-23

    Português

    Figuras de Linguagem
    UERJ · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 002.jpg Vem perto o dia em que soará para os escritores a hora do irreparável desastre e da derradeira desgraça. (l.1-2).

    A profecia para os escritores, anunciada na primeira frase do texto de forma extremamente negativa, se opõe ao tom e à conclusão do texto. Considerando esse contraste, o texto de Bilac pode ser qualificado basicamente como:

    Escolha uma alternativa para a questão bdde63ef-23
  • BA51BBDC-FB

    Português

    Figuras de Linguagem
    FGV · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia também este texto, para responder às questão.


    Quando Bauer, o de pés ligeiros, se apoderou da cobiçada esfera, logo o suspeitoso Naranjo lhe partiu ao encalço, mas já Brandãozinho, semelhante à chama, lhe cortou a avançada. A tarde de olhos radiosos se fez mais clara para contemplar aquele combate, enquanto os agudos gritos e imprecações em redor animavam os contendores. A uma investida de Cárdenas, o de fera catadura, o couro inquieto quase se foi depositar no arco de Castilho, que com torva face o repeliu. Eis que Djalma, de aladas plantas, rompe entre os adversários atônitos, e conduz sua presa até o solerte Julinho, que a transfere ao valoroso Didi, e este por sua vez a comunica ao belicoso Pinga. (...)

    Assim gostaria eu de ouvir a descrição do jogo entre brasileiros e mexicanos, e a de todos os jogos: à maneira de Homero. Mas o estilo atual é outro, e o sentimento dramático se orna de termos técnicos.


    Carlos Drummond de Andrade, Quando é dia de futebol. Rio: Record, 2002.

    O fragmento em que a convergência estilística predominante é a que se estabelece entre metonímia e personificação encontra-se em
    Escolha uma alternativa para a questão ba51bbdc-fb
  • 4ABC6450-DF

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFRN · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em diversas passagens das Crônicas de origem, Luís da Câmara Cascudo serve-se de procedimentos de linguagem que tornam seus textos esteticamente notáveis. Entre esses procedimentos, a metáfora é um dos mais frequentes, como se constata na passagem:
    Escolha uma alternativa para a questão 4abc6450-df
  • 02D73945-DB

    Português

    Figuras de Linguagem
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, da prova de 2012
    Machado de Assis, A mão e a luva
    Considere os seguintes traços de estilo:

    I. Evidência de metáforas na composição do discurso descritivo.
    II. Marca linguística que denuncia a presença do interlocutor no texto.
    III. Sinais explícitos de reflexão metalinguística, ou seja, discurso que tematiza o próprio fazer literário.

    No texto,
    Escolha uma alternativa para a questão 02d73945-db