Questões do ENEM: História Geral
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2.724 questões encontradas. Mostrando a página 98 de 137.
629E6B18-E6 “Os Estados Árabes se consideram em estado de guerra com Israel e, desde 1948, não cessam de proclamar sua vontade de lançar os israelitas no mar e de riscar seu Estado do mapa do Oriente próximo (...).”FRIEDMANN, Georges. Fim do povo judeu? São Paulo: Perspectiva, 1969, p. 243.Iniciado em 1848, o conflito palestino-israelense constituiu, no Oriente Médio, o que se convencionou chamar de Questão Palestina, que está longe de ser resolvida, ainda hoje, e pode ser relacionada à62912E31-E6 História
História GeralIF-BA · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos“As luzes se apagam em toda a Europa”, disse Edward Grey, secretário das Relações Exteriores da Grã-Bretanha, observando as luzes de Whitehall na noite em que a GrãBretanha e a Alemanha foram à guerra. “Não voltaremos a vê-las acender-se em nosso tempo de vida”. Em Viena, o grande satirista Karl Kraus preparava-se para documentar e denunciar essa guerra num extraordinário drama-reportagem a que deu o título de Os Últimos Dias da Humanidade. Ambos viram a guerra mundial como o fim do mundo, e não foram os únicos.“[...] A humanidade sobreviveu. Contudo, o grande edifício da civilização do século XX desmoronou nas chamas das guerras mundiais, quando suas colunas ruíram. Não há como compreender o breve século XX sem ela. Ele foi marcado pela guerra. Viveu e pensou em termos de guerra mundial, mesmo quando os canhões se calavam e as bombas não explodiam. Sua história e, mais especificamente, a história de sua era inicial de colapso e catástrofe devem começar com a da guerra mundial de 31 anos. [...]”HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 30.Para o historiador Eric Hobsbawm, as duas guerras mundiais ocorridas no século XX se referem a um mesmo processo, que se inicia em 1914 e se encerra em 1945. Esta análise se sustenta historicamente no fato de que
C7811605-E6 História
Construção do Estado Liberal: Revolução FrancesaIF-BA · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
No contexto da Revolução Francesa em 1789, a imagem expressa um conjunto de ações que ficou conhecido como
C77C11A1-E6 História
História GeralIF-BA · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos“Os habitantes da paróquia de Chateaubourg, na Bretanha, consideram que o regime priva o proprietário do direito da propriedade, o mais sagrado, pois todo ano ele é obrigado a pagar a seu senhor uma renda em dinheiro ou em espécie. A dependência em relação aos moinhos também deve ser levada em consideração: ela sujeita [camponês] a utilizar os moinhos do senhor; dessa forma, ele é forçado a levar suas sementes a moleiros de honestidade nem sempre reconhecida, embora pudesse moer mais perto e escolher um moleiro de sua confiança.”Caderno de queixas de Rennes para os Estados Gerais de 1789. Coletânea de Documentos Históricos para o 1º Grau. São Paulo: SE/ CENP, 1980, p. 87O trecho do documento acima aponta para uma realidade da sociedade francesa do final do século XVIII, que pode ser relacionada àC7768D29-E6 História
Construção de Estados e o AbsolutismoIF-BA · 2012MédioEntre para guardar nos favoritosTexto I
Um reino bem governado deve ser como uma família cujo soberano é o pai e os cidadãos seus filhos ... O monarca não poderia ser feliz quando seus povos são miseráveis. O príncipe é apenas o primeiro servidor do Estado, obrigado a agir com probidade, sabedoria e completo desinteresse, como se a cada momento tivesse que dar contas de sua administração a seus concidadãos.Francisco II, rei da Prússia. 1740 - 1786Texto II
A cada país é necessária uma lei fundamental, ou contrato, entre o povo e o soberano, que limite a autoridade e o poder deste último (...). o poder executivo está no soberano, mas o legislativo no povo e seus representantes (...) O soberano deve prestar conta exata e anual ao povo a respeito de emprego das rendas públicas; ele não tem absolutamente o direito de impor arbitrariamente as taxas.Leopoldo II, imperador da Alemanha, 1747-1792RODRIGUE, Joelza Ester. História em documento: imagem e texto. São Paulo: FTD, 2001, p. 35.Os textos apresentam ideias de alguns reis e imperadores europeus que, no século XVIII, implementaram reformas liberais, influenciados pelos iluministas, marcando um processo histórico conhecido como
5F20ACA0-E1 História
História GeralUniversidade Católica de Pelotas · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos“Decreto sobre terras da reunião dos Sovietes (26 de outubro de 1917):1) Fica abolida, sem nenhuma indenização, a propriedade latifundiária.2) Todas as propriedades dos latifundiários, bem como as dos conventos e da Igreja, acompanhadas de seus inventários, construções e demais acessórios ficarão a disposição dos Sovietes.3) Quaisquer danos causados aos bens confiscados, que pertencem, daqui por diante, ao povo, são crime punido pelo tribunal revolucionário.Presidente do Soviete de Comissários do Povo. Vlademir Ulianov – Lênin”Esse decreto indica as características
4285BF1E-E0 História
História GeralFaculdade Adventista da Bahia · 2012MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto:“O continente africano em seu conjunto apresenta 44% de suas fronteiras apoiadas em meridianos e paralelos; 30% por linhas retas e arqueadas, e apenas 26% se referem a limites naturais que geralmente coincidem com os de locais de habitação dos grupos étnicos".Fonte: MARTIN, A. R. Fronteiras e Nações. São Paulo: Contexto, 1998.As fronteiras atuais dos países africanos têm suas origens relacionadas com:E951E72E-DD História
Construção de Estados e o AbsolutismoUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
“O Estado sou eu”, frase atribuída ao rei francês Luís XIV, traduzia o grau de centralização de poderes típica dos Estados absolutistas europeus. Tal forma de organização política destacava a figura do monarca como bem caracteriza a imagem acima. Assinale a alternativa correta que expressa o papel da monarquia absolutista.
E93B34C4-DD História
História GeralUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2012MédioEntre para guardar nos favoritosCom a união das coroas de Portugal e Espanha, ocorreu o início do período chamado de União Ibérica (1580-1640). A Holanda, que enfrentou diversas lutas contra a Espanha, exerceu influência direta na colônia portuguesa na América, poisE937D865-DD História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos“(...) Consta que a concubina de Péricles, Aspásia, ajudou-o a escrever seus discursos. E a todos surpreendia ver o grande estadista a cada manhã, ao sair de casa, despedir-se de Aspásia com beijos.”
A elevação do espírito: 600 a.C.- 400 a.C. Rio de Janeiro, 1998
O texto acima, referindo-se ao grande líder da cidade-estado de Atenas, Péricles, retrata as contradições sociais existentes, não apenas em Atenas, mas em toda a Grécia. Sobre a sociedade grega da época, podemos afirmar que
D9A7BFC7-DD História
História GeralFGV · 2012MédioEntre para guardar nos favoritosA partir do século X, mas principalmente do XI, é o grande período de urbanização – prefiro utilizar esse termo mais do que o de renascimento urbano, já que penso que, salvo exceção, não há continuidade entre a Idade Média e a Antiguidade.LE GOFF, Jacques. Por amor às cidades. Conversações com Jean Lebrun. São Paulo: Unesp, 1998, p. 16.A respeito das cidades medievais, após o ano mil, é CORRETO afirmar:03849149-DB História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2012FácilEntre para guardar nos favoritosTemos um regime que nada tem a invejar das leis estrangeiras. Somos, antes, exemplos que imitadores. (...). (...) no que se refere à vida pública, as origens sociais contam menos que o mérito, sem que a pobreza dificulte a alguém servir à cidade por causa da humildade de sua posição. Vivemos em liberdade, não somente em termos de vida política, mas também na vida cotidiana. (...) por mais tolerantes que sejamos nas relações particulares, recusamos absolutamente, nas questões públicas, fazer algo de ilegal – teríamos medo! Damos ouvidos àqueles que se sucedem nas magistraturas, às leis e especialmente àquelas criadas para proteger as vítimas (...).Tucídides. História da Guerra do Peloponeso.
O regime de governo, referido por Tucídides, denominava-se, na Grécia antiga,037EDC50-DB História
História GeralUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
Tintim no Congo. Versão original (1930)Tradução livre
Milu: Tintim, há dois, lá atrás, conversando.
Tintim: Meus queridos amigos, hoje vou falar sobre seu país: a Bélgica!....
O processo histórico que possibilitou a fala de Tintim
D0514CBF-C2 História
História GeralUECE · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritosHitler, Mussolini e Stálin são exemplos de líderes de regimes totalitários. Analise as seguintes afirmações sobre o Totalitarismo:I. É um regime político não democrático, caracterizado pela ausência de pluralismo, em que o partido único tem papel proeminente e cujo poder é legitimado pela presença de uma ideologia rígida.II. No Totalitarismo há frequentes mobilizações, com fundo ideológico contínuo da população, mantidas por organizações colaterais e subordinadas ao partido, como as associações de jovens, sindicatos, etc.III. Aparece sempre em regimes autoritários e, segundo alguns críticos, tem uma fraqueza e uma incapacidade de adaptar-se às novas exigências de uma sociedade em transformação.IV. É um partido ou movimento político que também pode ser uma ideologia com estrutura institucional; pode ser temporalmente delimitado a partir da história moderna, com fases diferentes nas modalidades de conteúdo ideológico.Está correto o que se afirma somente em
D04C7439-C2 História
Construção do Estado Liberal: Revolução FrancesaUECE · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos“A grande revolução de 1789-1848 foi o triunfo não da ‘indústria’ como tal, mas da indústria capitalista; não da liberdade e da igualdade em geral, mas da classe média ou da sociedade ‘burguesa liberal’; não da ‘economia moderna’ ou do ‘Estado moderno’, mas das economias e estados em uma determinada região geográfica do mundo (parte da Europa e alguns trechos da América do Norte), cujo centro eram os Estados rivais e vizinhos da Grã-Bretanha e França. A transformação de 1789-1848 é essencialmente o levante gêmeo que se deu naqueles dois países e que dali se propagou por todo o mundo.”HOBSBAWM, Eric J. A Era das Revoluções. Europa 1789-1848. Trad. Maria Tereza Lopes Teixeira e Marcos Penchel. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1989. p. 17.As revoluções referidas acima por Hobsbawm são:
D04893B5-C2 História
História GeralUECE · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos“[...] Mas o vigário não lhe deu atenção e o processo continuou. Pensou-se em liquidar as opiniões de Menocchio, em especial sua cosmogonia, fazendo-as passar por um amontoado de extravagâncias ímpias, porém inócuas (o queijo, o leite, os vermes-anjos, o Deus-anjo criado do caos), mas tal ideia foi abandonada. Cem, 150 anos depois, Menocchio provavelmente teria sido trancado em um hospício, e o diagnóstico teria sido “tomado por delírio religioso”. Todavia, em plena Contra-Reforma, as modalidades de exclusão eram outras – prevaleciam a identificação e a repressão da heresia.”GINZBURG, Carlo. O queijo e os vermes. O cotidiano e as ideias de um moleiro perseguido pela Inquisição. Trad. Maria Betânia Amoroso e José Paulo Paes. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. p. 38.Para Ginzburg, Menocchio é definido pela ContraReforma como um
D040F7ED-C2 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UECE · 2012FácilEntre para guardar nos favoritosAs Guerras Púnicas foram uma série de combates entre Roma e Cartago entre o III e o II século a.C.; receberam esse nome, porque os romanos chamavam os cartagineses de púnicos. Tiveram importância significativa na história de Roma e do mundo antigo, porque
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Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UECE · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritosO fenômeno conhecido como Helenismo designa convencionalmente o período em que a cultura grega se difundiu em diferentes partes do mundo antigo, pelo mediterrâneo, pela Ásia, pela Síria, pela Fenícia, etc. e daí, tem-se o florescer de um modelo cultural em filosofia, economia, religião, ciência e arte. Este período que também se caracteriza pela intensa troca de experiências culturais entre dominadores e dominados começou a partir do(a)
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Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)UECE · 2012MédioEntre para guardar nos favoritosCiro, o Grande (558-529 a.C.), reinou sobre o grande império persa. Utilizou como método de organização política a tolerância em relação aos seus súditos, concedendo-lhes relativa autonomia administrativa. Dividiu o imenso território em vinte satrapias, cada uma dirigida por um sátrapa, que era um funcionário
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Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)UECE · 2012MédioEntre para guardar nos favoritosSegundo o historiador grego Heródoto, os egípcios, dentre todos os povos da Antiguidade, eram os mais religiosos. Efetivamente a vida religiosa que se desenvolveu no Egito foi extremamente rica e articulada. A característica fundamental da religiosidade egípcia era o culto