Questões do ENEM: Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
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2A125032-DE Leia o excerto:No ano de 476, o general godo Odoacro, o Rúgio, depôs o último imperador do Ocidente e a Itália tornou-se um reino bárbaro. [...] Embora perseguissem interesses próprios, os reis bárbaros da Itália governaram, pelo menos no começo, em nome do imperador, que vivia em Constantinopla, mantiveram e respeitaram o senado e chegaram a aceitar o título honorífico de “Patrício de Roma”. Mesmo Teodorico, o feroz sucessor de Odoacro, [...] aceitou e explorou a ficção do império, adotando a vestimenta romana e a efígie do imperador no cunho de suas moedas. Os reis godos estabeleceram-se em Ravena, a antiga capital do império do Ocidente na costa do Adriático, de modo que o glamour de Roma persistiu. Como declarou o próprio Teodorico, “Todo godo, quando pode, quer ser romano: nenhum romano quer ser godo”.(DUFFY, Eamon. . Santos & Pecadores – história dos papas SP: Cosac &Naify, 1998, p. 37.)A análise do fragmento nos permite concluir que:2A0E2759-DE História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosOs animais da Itália possuem cada um sua toca, seu abrigo, seu refúgio. No entanto, os homens que combatem e morrem pela Itália estão à mercê do ar e da luz e nada mais: sem lar, sem casa, erram com suas mulheres e crianças. Os generais mentem aos soldados quando, na hora do combate, os exortam a defender contra o inimigo suas tumbas e seus lugares de culto, pois nenhum destes romanos possui nem altar de família, nem sepultura de ancestral. É para o luxo e enriquecimento de outrem que combatem e morrem tais pretensos senhores do mundo, que não possuem sequer um torrão de terra.(PLUTARCO DE QUERONEIA.Tibério Graco. In____PINSKY, Jaime.100 textos de História Antiga. SP: Contexto, 1991, p.20.)Durante a República Romana, os irmãos Tibério e, seu sucessor como Tribuno, Caio Graco elaboraram propostas que visavam reduzir a crise social de Roma.Tomando por base as informações acima e o trecho retirado do discurso do Tribuno da Plebe, Tibério Graco, assinale a alternativa na qual aparecem algumas das propostas dos irmãos.141CBDA1-DE História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)FGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosSão características do período arcaico (séculos VIII-VI a.C.), na Grécia Antiga:
5E24B9F3-DC História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos“Os generais os enganam quando os exortam a combater pelos templos de seus deuses, pelas sepulturas de seus pais. Isto porque de um grande número de romanos não há um só que tenha o seu altar doméstico, o seu jazigo familiar. Eles combatem e morrem para alimentar a opulência e o luxo de outros. Dizem que são senhores do universo, mas eles não são donos sequer de um pedaço de terra”.(Apud Plutarco. Vidas paralelas. Barcelona: Ibéria, 1951. v4, p.150)
Segundo Plutarco, essas foram palavras proferidas por Tibério Graco, político romano, em um discurso público. A respeito da iniciativa promovida tanto por ele, como por seu irmão Caio, durante o período da Republica romana (VI a.C. – I a.C.) podemos afirmar queAC0FCE55-D6 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosNa Antiguidade ocidental clássica, os escravizados eram, na maioria dos casosC9BFF700-C2 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos“A primeira maneira de integrar-se é tornarse cristão. Assim, no início do século X, o chefe normando Rollon aceita ser batizado. Ele muda de nome, adotando o de seu padrinho, Robert. Com ele, todos os guerreiros que o cercam mergulham nas águas do batismo. Por volta do ano 1000, o duque da Normandia chama um homem que sabia escrever bem o latim, formado nas melhores escolas – o portador da cultura carolíngia mais pura. Encomenda-lhe uma história dos normandos. Nela vemos como se deu a integração, ao menos, entre os aristocratas. Eles firmaram com as famílias dos países francos, casamentos que foram, com o cristianismo, o fator essencial do enfraquecimento das disparidades étnicas e culturais. Tornavam-se realmente participantes da comunidade do povo de Deus assim que começassem a compreender alguns rudimentos de latim e se pusessem a construir igrejas na tradição carolíngia.”DUBY, G. Ano 1000, Ano 2000. Na pista de nossos medos. Trad. Eugênio Michel da Silva e Maria Regina L. Borges-Osório. São Paulo: Editora UNESP, 1998.Segundo o texto de G. Duby, o batismo de Rollon é nitidamente
C99FF963-C2 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UECE · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos“Eucrates, filho de Aristôtimos, do Pireu, fez a moção: Com a boa sorte do Povo de Atenas. Que os legisladores resolvam: se alguém se rebelar contra o Povo visando implantar a Tirania, ou juntar-se a conspiradores, ou se alguém atenta contra o Povo de Atenas ou contra a Democracia, em Atenas, se alguém cometeu algum destes crimes, quem o matar estará livre do processo(...).”Lei Ateniense contra a Tirania, 337-6 a.C. FUNARI, P.P.A. Antiguidade Clássica: a história e a cultura a partir dos documentos. Campinas: Editora Unicamp, 2003. p.90.A Lei Ateniense de 337-6 a.C contra a Tirania. insere-se na
CA5BD703-B8 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UECE · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosEsparta e Atenas têm inúmeras diferenças de origens culturais, econômicas, geográficas e sociais. Enquanto Atenas é mencionada por ter sido a pátria de grandes pensadores e filósofos, Esparta é conhecida historicamente por sua rígida formação militar que objetivava preparar soldados quase invencíveis que rejeitavam qualquer tipo de fraqueza. Contudo, Esparta e Atenas têm como característica comumC00D3BB5-B8 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosO desenvolvimento de núcleos urbanos, o crescimento demográfico, a necessidade de intensificar as trocas e controlar as rotas comerciais e as zonas ricas de matérias primas impulsionaram a criação de “colônias gregas” ao longo da costa do Mediterrâneo; dessa maneira, o modelo urbano e habitacional grego se difundiu, em larga escala, influenciando e marcando o molde de uma cultura comum, a estrutura e o gosto urbano de cidades distantes entre si.Assinale a opção que corresponde a dois exemplos de grandes centros urbanos resultantes de ocupações gregas.08D52BAA-B1 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)FATEC · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosDurante toda a História, os homens criaram tecnologias, inclusive para proteger o corpo, buscando atingir seus objetivos. Podemos ver um exemplo disso nas formações militares desenvolvidas pelos romanos, chamadas de “tartaruga” ou “testudo”. Nessas formações, a aproximação com o inimigo era facilitada por grandes escudos empunhados à frente e acima do corpo pelos soldados, como podemos ver na imagem apresentada.
Sobre o período da República Romana, em que foram desenvolvidas as formações militares citadas, é correto afirmar que ele foi caracterizado

7859C6A8-3D História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosÉ a partir do século VIII a.C. que começamos a entrever, em diferentes regiões do Mediterrâneo, o progressivo surgimento das cidades-Estados ou pólis. Elas formaram a organização social e política dominante das comunidades organizadas ao longo do Mediterrâneo nos séculos seguintes.
(Norberto Luiz Guarinello, História Antiga, 2013, p. 77. Adaptado)
Nas pólis, é correto
996BFE9D-35 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UNESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
Roma provou ser capaz de ampliar o seu próprio sistema político para incluir as cidades italianas durante sua expansão penisular. Desde o começo ela havia – diferentemente de Atenas – exigido de seus aliados tropas para seus exércitos, e não dinheiro para seu tesouro; desta maneira, diminuindo a carga de sua dominação na paz e unindo-os solidamente em tempo de guerra. Neste ponto, seguia o exemplo de Esparta, embora seu controle militar central das tropas aliadas fosse sempre muito maior.
(Perry Anderson. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo, 1987. Adaptado.)
A comparação que o texto estabelece entre Roma e Esparta é pertinente, uma vez que foi comum às duas cidades9963F248-35 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UNESP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
Roma provou ser capaz de ampliar o seu próprio sistema político para incluir as cidades italianas durante sua expansão penisular. Desde o começo ela havia – diferentemente de Atenas – exigido de seus aliados tropas para seus exércitos, e não dinheiro para seu tesouro; desta maneira, diminuindo a carga de sua dominação na paz e unindo-os solidamente em tempo de guerra. Neste ponto, seguia o exemplo de Esparta, embora seu controle militar central das tropas aliadas fosse sempre muito maior.
( Perry Anderson. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo, 1987. Adaptado.)
O texto caracteriza uma das principais estratégias romanas de domínio sobre outros povos e outras cidades:96488B94-06 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UniCEUB · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosSobre a República Romana podemos afirmar queFB684D77-AB História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir.
Alexandre encerrou os conflitos entre Oriente e Ocidente ao aniquilar o império dos persas, ao conquistar todo o território situado entre o deserto africano e a Índia, ao afirmar a supremacia da civilização grega sobre a cultura declinante dos povos asiáticos. Enfim, ao gerar o helenismo.
DROYSEN, J. G. Alexandre: o grande. Rio de Janeiro: Contraponto, 2010. p. 37. (Adaptado).
Ao cunhar o termo helenismo, a citação sintetiza um processo histórico associado56163B52-2A História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)PUC - RS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosEm 509 a. C., Clístenes assumiu o poder em Atenas e implantou uma série de reformas que viriam a consolidar a democracia escravista naquela cidade-estado da Grécia Antiga. Dentre tais reformas, NÃO se pode apontar a866B3930-C6 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UECE · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos“Todas as pessoas frequentavam o mercado e o teatro. Já a assembleia era reservada apenas aos que eram cidadãos – ou seja, homens livres descendentes de pessoas nascidas na cidade. O conselho e os tribunais eram reservados aos eleitos para suas funções, embora todo cidadão pudesse sê-lo. O estádio era frequentado por homens adultos e jovens com mais de doze anos que tivessem tempo livre para praticar esportes. Todos esses lugares ficavam na parte baixa da cidade, a ágora.”VAN ACKER, Maria Teresa. Grécia: a vida cotidiana na cidade-Estado. São Paulo, Atual, 1994, p. 17.De acordo com o excerto acima, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para o que se afirma nos itens a seguir.( ) Na sociedade grega, todos os espaços da cidade - Estado – Pólis – eram de livre acesso a todos os seus cidadãos, não havendo restrição de participação deles nas instituições públicas.( ) Apesar da proibição de frequentar o estádio, às mulheres era permitido participar da assembleia, do conselho e dos tribunais.( ) O direito à cidadania era excludente, pois impedia que estrangeiros e seus descendentes, além das mulheres e escravos, participassem dos espaços de decisão da Pólis.( ) Somente aos cidadãos era permitido usufruir das diversões, como ir ao estádio praticar esportes e assistir a espetáculos no teatro.Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
DE5C377A-B8 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UECE · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos“[...] com seus 10 a 15 mil habitantes, a Pompeia dos anos 70 d.C. apresentava-se como uma cidadezinha provinciana enriquecida. Possuía uma agricultura desenvolvida, que alguns autores consideram capitalista devido à sua orientação para o mercado. No campo, predominavam fazendas escravistas voltadas para a produção de mercadorias, trigo, azeite e, principalmente, vinhos de diversas qualidades: populares, aromatizados, para aperitivo, medicinais, para citar apenas alguns. A criação de gado e a floricultura também eram praticadas no campo. As principais manufaturas encontravam-se concentradas no interior do recinto urbano: fábricas de cerâmica, construção civil, tinturarias, lavanderias, manufaturas têxteis e de confecções, de conservas de peixe e panificadoras. Embora não possamos falar em revolução industrial, não cabe dúvida que a urbanização ligava-se ao papel articulador do mercado numa economia baseada no consumo de massa.”FUNARI, Pedro Paulo A. A vida quotidiana na Roma antiga.São Paulo: Annablume, 2003. p.54-55.No fragmento acima, Pedro Paulo de Abreu Funari se refere a
C21517C4-B0 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UECE · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosSobre a educação em Esparta, pode-se afirmar corretamente queC20F9D97-B0 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UECE · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosNa Grécia antiga, entre os séculos VI e VII a.C., verificou-se o declínio dos genos e a expansão de um pequeno grupo de proprietários que dominava as terras mais férteis. Sobre esse período, é correto afirmar-se que nele ocorreu