Questões do ENEM: Período Colonial: produção de riqueza e escravismo
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489 questões encontradas. Mostrando a página 16 de 25.
C9999129-C2 As atividades manufatureiras eram geralmente proibidas no Brasil Colonial. Tal proibição ocorria, porque
C995C651-C2 História
História do BrasilUECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosAtente para as afirmações abaixo acerca da utilização da mão de obra indígena nos engenhos de açúcar no período colonial brasileiro.I. Os indígenas aceitaram mais facilmente o trabalho escravo e se acostumaram à vida com seus senhores, ao contrário dos africanos que sempre resistiram.II. Os jesuítas empreenderam uma intensa campanha contra a escravização dos indígenas, razão pela qual vieram para o Brasil no início da colonização.III. As dificuldades de escravização dos indígenas e os lucros do tráfico negreiro levaram os portugueses a optar pela mão de obra africana.Está correto o que se afirma somente em
C9915EED-C2 História
História do BrasilUECE · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosSobre a sociedade brasileira do período colonial, pode-se afirmar corretamente que
C98D7B8B-C2 História
História do BrasilUECE · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosPouco antes da independência, o Brasil possuía em torno de 1.887.900 habitantes livres e 1.930.000 escravos negros. Os escravos concentravam-se principalmente em
6B945491-B9 História
História do BrasilUECE · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosA descoberta do ouro no interior de Minas deslocou parte da população colonial do litoral para o interior. A região das minas foi ocupada por centenas de novos habitantes que careciam de tudo: alimentos, roupas, gado, cavalos, produtos europeus e muitos escravos para trabalhar nas minas. Atente para o que se diz acerca dessa que ficou conhecida como a “sociedade do ouro”.
I. A base da sociedade mineira eram os africanos escravizados, que constituíam boa parcela dessa sociedade. E, embora não representasse a maioria da população, seu trabalho era fundamental.
II. A atividade mineradora também deu origem a uma camada da sociedade que era extremamente pobre e que tinha sido atraída pela ilusão do ouro; era formada por escravos libertos e brancos pobres.
III. Havia uma camada média, composta principalmente de brancos, que incluía pequenos comerciantes, tropeiros e pequenos produtores de gêneros agrícolas.
Está correto o que se afirma em
CA4C6916-B8 História
História do BrasilUECE · 2014Muito fácilEntre para guardar nos favoritosNo final do século XVII, bandeirantes paulistas começaram a ocupação do Centro Sul de Minas Gerais, prioritariamente em busca deCA404C8D-B8 História
Período Colonial: produção de riqueza e escravismoUECE · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos“Em teoria, as pessoas livres da colônia portuguesa nos trópicos foram enquadradas em uma hierarquia de ordens. A divisão em ordens – nobreza, clero e povo – era uma característica do antigo regime, que as elites desejavam importar para o espaço colonial.”FAUSTO, Boris. Historia Concisa do Brasil.São Paulo, Editora da USP, 2009.Atente para as afirmações a seguir, acerca da aplicabilidade das três ordens mencionadas no excerto acima.I. A transplantação do modelo baseado nas três ordens – nobreza, clero e povo –, vigente em Portugal, teve pouco efeito no Brasil.II. A sociedade colonial brasileira era composta de senhores e escravos. Os fidalgos eram muitos, embora a gente comum, com pretensão à nobreza, compunha a maioria da população.III. Na cúpula da pirâmide social da população livre colonial, estavam os grandes proprietários de terras e escravos, e os comerciantes voltados para o mercado externo.É correto o que se afirma em
CA3AE4D3-B8 História
História do BrasilUECE · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos“A expedição de Martim Afonso de Sousa (1530) marcou o encerramento da etapa précolonial. A partir de 1530, a Coroa Portuguesa empenhou-se efetivamente no sentido de garantir a posse do território brasileiro.”AQUINO, Rubim Santos Leão de [et al].Sociedade Brasileira – uma historia a partirdos movimentos sociais. Rio de Janeiro,Record, 2008.No contexto acima citado, a principal ação empreendida pela Coroa Portuguesa para garantir a posse das terras brasileiras foi
6F937841-B6 História
História do BrasilFaculdade Cultura Inglesa · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosApesar de ser atualmente alvo da atenção de grande parte das corporações mundiais, assim como de ambientalistas e cientistas, a região Norte do Brasil não é uma região plenamente integrada ao restante do país, seja no aspecto econômico, social ou de infraestrutura. Entretanto, nos séculos XVII e XVIII, essa região inseriu-se na estrutura econômica da América Portuguesa por meio6F90A9B1-B6 História
História do BrasilFaculdade Cultura Inglesa · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosEntre as consequências diretas da expulsão dos holandeses do Nordeste brasileiro, onde atuavam na produção e comercialização do açúcar, podemos incluir5E9FC721-B2 História
História do BrasilFATEC · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosDurante o período colonial, a exploração de trabalhadores escravos de origem africana foi fundamental para o desenvolvimento das atividades produtivas em toda a América Portuguesa.No ciclo do ouro, no século XVIII, os escravos não foram responsáveis apenas pela parte braçal, mas também pelo desenvolvimento de técnicas que nunca tinham sido aplicadas na região de Minas Gerais como, por exemplo, a técnica das canoas (que eram lavadouros, espécies de mesas) em que se depositava o cascalho retirado dos rios ou tabuleiros em pequenos montes para ser lavado e apurado.(http://www.palmares.gov.br/2008/06/livro-valoriza-historia-afro-brasileira-do-ciclo-de-ouro/ Acesso em: 08.01.2014. Adaptado)Considerando os elementos apresentados, é correto concluir que a mineração no período colonial0903AA74-B1 História
História do BrasilFATEC · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosDe acordo com o historiador Stuart B. Schwarcz, durante o período da colonização, havia um ditado popular que dizia: “Sem açúcar, não há Brasil; sem a escravidão, não há açúcar; sem Angola, não há escravos”.
(http://tinyurl.com/njyvll6 Acesso em: 30.06.2014.)
Esse ditado traz elementos que permitem concluir que a organização colonial
18F39406-4B História
História do BrasilENEM · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosQuando Deus confundiu as línguas na torre de Babel, ponderou Filo Hebreu que todos ficaram mudos e surdos, porque, ainda que todos falassem e todos ouvissem, nenhum entendia o outro. Na antiga Babel, houve setenta e duas línguas; na Babel do rio das Amazonas, já se conhecem mais de cento e cinquenta. E assim, quando lá chegamos, todos nós somos mudos e todos eles, surdos. Vede agora quanto estudo e quanto trabalho serão necessários para que esses mudos falem e esses surdos ouçam.VIEIRA, A. Sermões pregados no Brasil. In: RODRIGUES, J. H. História viva. São Paulo: Global, 1985 (adaptado).No decorrer da colonização portuguesa na América, as tentativas de resolução do problema apontado pelo padre Antônio Vieira resultaram na
18F0BA2C-4B História
História do BrasilENEM · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosTEXTO I
O príncipe D. João VI podia ter decidido ficar em Portugal. Nesse caso, o Brasil com certeza não existiria. A Colônia se fragmentaria, como se fragmentou a parte espanhola da América. Teríamos, em vez do Brasil de hoje, cinco ou seis países distintos. (José Murilo de Carvalho)
TEXTO II
Há no Brasil uma insistência em reforçar o lugar-comum segundo o qual foi D. João VI o responsável pela unidade do país. Isso não é verdade. A unidade do Brasil foi construída ao longo do tempo e é, antes de tudo, uma fabricação da Coroa. A ideia de que era preciso fortalecer um Império com os territórios de Portugal e Brasil começou já no século XVIII. (Evaldo Cabral de Mello)
1808 - O primeiro ano do resto de nossas vidas. Folha de S. Paulo, 25 nov. 2007(adaptado)
Em 2008, foi comemorado o bicentenário da chegada da família real portuguesa ao Brasil. Nos textos, dois importantes historiadores brasileiros se posicionam diante de um dos possíveis legados desse episódio para a história do país. O legado discutido e um argumento que sustenta a diferença do primeiro ponto de vista para o segundo estão associados, respectivamente, em:
1B56EC10-96 História
História do BrasilCEDERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
https://www .google.com.br/search?q=escambo+indios+e+portugueses&esp. Acesso em: 05 out.2014.
Prática recorrente nos primeiros séculos da colonização do Brasil, o escambo consistia na troca ou permuta de mercadorias, ou mesmo na troca de mercadorias por trabalho. Assinale a alternativa que melhor caracteriza essa relação no contexto colonial.
78758F69-3D História
História do BrasilFGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosCaracteriza a agricultura colonial no Brasil do final do século XVIII:963A9C82-3C História
História do BrasilPUC - RJ · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosAnalise as afirmativas abaixo que apresentam acontecimentos referidos à política da Corte portuguesa durante sua permanência no Brasil entre 1808 e 1821.
I – Como expressão da relação de poder assimétrica entre os soberanos britânico e português, os tratados de 1810 impunham ao governo de D. João no Rio de Janeiro, entre outras decisões, a limitação do tráfico negreiro intercontinental às colônias de Portugal na África e o compromisso de abolir gradualmente o trabalho escravo na América portuguesa.
II – A criação do primeiro Banco do Brasil, da Impressão Régia, da Escola de Medicina, das Academias Militar e de Marinha, do Real Horto, da Real Biblioteca e inúmeras outras medidas, assim como a conquista da Guiana Francesa e a ocupação da Banda Oriental, revelavam o projeto político da Corte joanina de “criar um novo império" na América, tendo como sede a cidade do Rio de Janeiro.
III – Ao revogar o alvará de 1785 que proibia qualquer atividade manufatureira na colônia americana, com exceção da fabricação de panos grossos para a vestimenta dos escravos, o Príncipe- Regente D. João propiciou o surgimento de inúmeros estabelecimentos fabris em diferentes pontos do Reino do Brasil, deflagrando o primeiro grande surto industrial do país, apesar da permanência do trabalho escravo.
IV – A Revolução Pernambucana de 1817 teve como uma de suas motivações a reação aos privilégios concedidos por D. João aos comerciantes, burocratas e proprietários de escravos e terras do Rio de Janeiro e áreas próximas, o que lhes possibilitara prosperar, acumular poder e ganhar prestígio. Para os revolucionários de 1817, o Rio de Janeiro se transformara em uma “nova Lisboa", dominada por “portugueses" que oprimiam os “brasileiros" de outras partes do Reino do Brasil.
Assinale:FAF022A9-3B História
História do BrasilUSP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosSe o açúcar do Brasil o tem dado a conhecer a todos os reinos e províncias da Europa, o tabaco o tem feito muito afamado em todas as quatro partes do mundo, em as quais hoje tanto se deseja e com tantas diligências e por qualquer via se procura. Há pouco mais de cem anos que esta folhase começou a plantar e beneficiar na Bahia [...] e, destasorte, uma folha antes desprezada e quase desconhecidatem dado e dá atualmente grandes cabedais aos moradoresdo Brasil e incríveis emolumentos aos Erários dos príncipes.
André João Antonil. Cultura e opulência do Brasil por suas drogas e minas.
São Paulo: EDUSP, 2007. Adaptado
O texto acima, escrito por um padre italiano em 1711,revela queFAE43D48-3B História
Colonialismo espanhol: Ocupação e exploração do território americanoUSP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosUma observação comparada dos regimes de trabalho adotados nas Américas de colonização ibérica permite afirmar corretamente que, entre os séculos XVI e XVIII,99847E99-35 História
História do BrasilUNESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosA efervescência que conheceram nas Minas [Gerais, do século XVIII] as artes e as letras também teve feição peculiar.Pela primeira vez na Colônia buscava-se solução própria para a expressão artística.(Laura Vergueiro. Opulência e miséria das Minas Gerais, 1983.)São exemplos do que o texto afirma: