Questões do ENEM: Conjunções: Relação de causa e consequência

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

118 questões encontradas. Mostrando a página 5 de 6.

  • DF862515-E3

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    Universidade Católica de Pelotas · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Em “... enquanto moça, possuidora de um bom...”(linha 62), a classe gramatical da palavra sublinhada é
    Escolha uma alternativa para a questão df862515-e3
  • EC843F07-B9

    Português

    Análise sintática
    Universidade Virtual de São Paulo · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que apresenta a junção correta das três orações abaixo, em um único período, empregando pronome relativo e conjunção.

    Trata-se de um homem. Esse homem tinha consciência de sua importância. Enfrentava muitos obstáculos.
    Escolha uma alternativa para a questão ec843f07-b9
  • 6CAEBF74-B1

    Português

    Coesão e coerência
    UNIFESP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho do conto “O mandarim”, de Eça de Queirós, para responder a questão.


        Então começou a minha vida de milionário. Deixei bem depressa a casa de Madame Marques – que, desde que me sabia rico, me tratava todos os dias a arroz- -doce, e ela mesma me servia, com o seu vestido de seda dos domingos. Comprei, habitei o palacete amarelo, ao Loreto: as magnificências da minha instalação são bem conhecidas pelas gravuras indiscretas da Ilustração Francesa. Tornou-se famoso na Europa o meu leito, de um gosto exuberante e bárbaro, com a barra recoberta de lâminas de ouro lavrado e cortinados de um raro brocado negro onde ondeiam, bordados a pérolas, versos eróticos de Catulo; uma lâmpada, suspensa no interior, derrama ali a claridade láctea e amorosa de um luar de Verão.

        [...]

       Entretanto Lisboa rojava-se aos meus pés. O pátio do palacete estava constantemente invadido por uma turba: olhando-a enfastiado das janelas da galeria, eu via lá branquejar os peitilhos da Aristocracia, negrejar a sotaina do Clero, e luzir o suor da Plebe: todos vinham suplicar, de lábio abjeto, a honra do meu sorriso e uma participação no meu ouro. Às vezes consentia em receber algum velho de título histórico: – ele adiantava-se pela sala, quase roçando o tapete com os cabelos brancos, tartamudeando adulações; e imediatamente, espalmando sobre o peito a mão de fortes veias onde corria um sangue de três séculos, oferecia-me uma filha bem-amada para esposa ou para concubina.

        Todos os cidadãos me traziam presentes como a um ídolo sobre o altar – uns odes votivas, outros o meu monograma bordado a cabelo, alguns chinelas ou boquilhas, cada um a sua consciência. Se o meu olhar amortecido fixava, por acaso, na rua, uma mulher – era logo ao outro dia uma carta em que a criatura, esposa ou prostituta, me ofertava a sua nudez, o seu amor, e todas as complacências da lascívia.

        Os jornalistas esporeavam a imaginação para achar adjetivos dignos da minha grandeza; fui o sublime Sr. Teodoro, cheguei a ser o celeste Sr. Teodoro; então, desvairada, a Gazeta das Locais chamou-me o extraceleste Sr. Teodoro! Diante de mim nenhuma cabeça ficou jamais coberta – ou usasse a coroa ou o coco. Todos os dias me era oferecida uma presidência de Ministério ou uma direção de confraria. Recusei sempre, com nojo.

    (Eça de Queirós. O mandarim, s/d.)

    Assinale a alternativa que apresenta uma correta análise de passagem do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 6caebf74-b1
  • 2275E050-84

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    UFAL · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

                   Os resíduos sólidos no setor de saneamento ambiental


          No Brasil, embora tenha sido verificada pequena evolução nos últimos anos, os níveis de atendimento dos serviços de coleta e tratamento de esgotos ainda encontram-se em patamares inferiores ao dos países desenvolvidos e mesmo de outros países em desenvolvimento. [...]

    Disponível em: <http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/quimica/0021.html> . Acesso em: 10 maio 2014.

    O elemento coesivo destacado poderá ser substituído, sem prejuízos semânticos, por  

    Escolha uma alternativa para a questão 2275e050-84
  • C65208D6-96

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    CEDERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2

                                        Canção de garoa

                                                                                  Mário Quintana

                                  Em cima do meu telhado
                                  Pirulin lulin lulin,
                                  Um anjo, todo molhado,
                                  Soluça no seu flautim.

                                  O relógio vai bater:
                                  As molas rangem sem fim.
                                  O retrato na parede
                                  Fica olhando para mim.

                                  E chove sem saber por quê...
                                  E tudo foi sempre assim!
                                  Parece que vou sofrer:
                                  Pirulin lulin lulin...

        QUINTANA, Mário. Nariz de vidro. 4.ed. Editora Moderna, 1984. p. 23.
    A conjunção “e" foi usada duas vezes na terceira estrofe, para reforçar a ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão c65208d6-96
  • FB52D8CA-3B

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    USP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

                          Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Considerada no contexto, a palavra sublinhada no trecho “mal seus olhos descobriram entre os utensílios a enxada” (L. 17-18) expressa ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão fb52d8ca-3b
  • 67A3F222-36

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    PUC - RS · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Disponível em: http://www.jornaldaregiaosudeste.com.br/noticias/intensifi cada-campanha--dar-esmolas-nao-ajuda.

    Acesso em 29/8/2014.

    De acordo com a ideia veiculada pela campanha, o nexo que estabeleceria a correta relação entre as orações do cartaz mostrado pelo morador de rua, desconsiderando-se as modifi cações de pontuação, é
    Escolha uma alternativa para a questão 67a3f222-36
  • 678E6DD8-36

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    PUC - RS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto


                   Entre o espaço público e o privado


    01         Excluídos da sociedade, os moradores de rua

    02  ressignificam o único espaço que lhes foi permitido

    03   ocupar, o espaço público, transformando-o em

    04  seu “lugar”, um espaço privado. Espalhados pelos

    05  ambientes coletivos da cidade, fazendo comida no

    06  asfalto, arrumando suas camas, limpando as calçadas

    07 como se estivessem dentro de uma casa: assim vivem

    08  os moradores de rua. Ao andar pelas ruas de São

    09  Paulo, vemos essas pessoas dormindo nas calçadas,

    10  passando por situações constrangedoras, pedindo

    11  esmolas para sobreviver. Essa é a realidade das

    12  pessoas que fazem da rua sua casa e nela constroem

    13  sua intimidade. Assim, a ideia de individualização que

    14 está nas casas, na separação das coisas por cômodos

    15  e quartos que servem para proteger a intimidade do

    16  indivíduo, ganha outro sentido. O viver nas ruas, um

    17 lugar aparentemente inabitável, tem sua própria lógica

    18  de funcionamento, que vai além das possibilidades.

    19                  A relação que o homem estabelece com o

    20  espaço que ocupa é uma das mais importantes para

    21  sua sobrevivência. As mudanças de comportamento

    22  social foram sempre precedidas de mudanças físicas

    23  de local. Por mais que a rua não seja um local para

    24  viver, já que se trata de um ambiente público, de

    25 passagem e não de permanência, ela acaba sendo,

    26 senão única, a mais viável opção. Alguns pensadores

    27  já apontam que a habitação é um ponto base e

    28  adquire uma importância para harmonizar a vida.

    29 O pensador Norberto Elias comenta que “o quarto

    30 de dormir tornou-se uma das áreas mais privadas

    31 e íntimas da vida humana. Suas paredes visíveis

    32  e invisíveis vedam os aspectos mais ‘privados’,

    33 ‘íntimos’, irrepreensivelmente ‘animais’ da nossa

    34  existência à vista de outras pessoas”.

    35         O modo como essas pessoas constituem o único

    36  espaço que lhes foi permitido indica que conseguiram

    37  transformá-lo em “seu lugar”, que aproximaram, cada

    38  um à sua maneira, dois mundos nos quais estamos

    39  inseridos: o público e o privado.


    RODRIGUES, Robson. Moradores de uma terra sem dono

    (fragmento adaptado) In: http://sociologiacienciaevida.uol.com.br/

    ESSO/edicoes/32/artigo194186-4.asp.

    Acesso em 21/8/2014.

    Levando em conta o sentido original e a correção do texto, o trecho _________ pode ser substituído por _________.
    Escolha uma alternativa para a questão 678e6dd8-36
  • 2CD250A5-B0

    Português

    Coesão e coerência
    FATEC · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Aptidão
    – Bom dia, Senhor Pacheco. Sente-se, por favor. Temos uma ótima notícia. Como o senhor deve saber, contratamos uma firma de psicomputocratas para fazer testes de aptidão nos dez mil empregados desta firma. Precisamos nos atualizar. Acompanhar os tempos.
     – Sim, senhor.
    – Os dez mil testes foram submetidos a um computador, e os resultados estão aqui. O senhor é o primeiro a ser chamado porque o computador nos forneceu os resultados em rigorosa ordem alfabética.
    – Mas o meu nome começa com P.
    – Hum, sim, deixa ver. Pacheco. Sim, sim. Deve ser por ordem alfabética do primeiro nome, então. Este computador é de última geração. Nunca erra. Como é seu primeiro nome?
    – Xisto.
    – Bom, isso não tem importância. Vamos adiante. Vejo aqui pela sua ficha que o senhor está conosco há vinte e oito anos. Sempre na seção de entorte de fresos. O senhor nunca falhou no serviço, nunca tirou férias e já recebeu várias vezes nosso prêmio de produção.
    – Sim, senhor.
    – O senhor começou na seção de entorte de fresos como faxineiro, depois passou a assistente de entortador, depois entortador, e hoje é o chefe de entorte. Me diga uma coisa, o senhor nunca se sentiu atraído para outra função, além do entorte de fresos? Nunca achou que entortar não era bem sua vocação?
    – Nunca, não senhor.
    – Pois veja só! O computador nos revela que a sua verdadeira vocação não é o entorte de fresos e sim o bistoque de tronas! O senhor é um bistocador de tronas nato, segundo o computador. Não é fantástico? E ainda tem gente que critica a tecnologia. O senhor era um homem deslocado no entorte de fresos e não sabia. Se não fosse o teste, nunca ficaria sabendo. Claro que essa situação vai ser corrigida. O senhor, a partir deste minuto, deixa de entortar.
    – Sim, senhor.
    – Só tem uma coisa, Senhor Pacheco. Nossa firma não trabalha com tronas. Pensando bem, ninguém trabalha com tronas, hoje em dia.
    – Olha, tanto faz. Eu estou perfeitamente satisfeito no entorte e faltam só vinte anos pra me aposentar...
     – Então a firma gasta um dinheirão para descobrir a sua verdadeira vocação e o senhor quer jogá-la fora? Reconheço que o senhor tem sido um chefe de entorte perfeito. Aliás, o computador não descobriu ninguém com aptidão para o entorte. Vai ser um problema substituí-lo. Mas não podemos contestar a tecnologia. O senhor está despedido. Por favor, mande entrar o seguinte e passe bem.
    (VERÍSSIMO, Luís Fernando. O nariz e outras crônicas. São Paulo: Ática, 2003. Adaptado)
    Assinale a alternativa que apresenta a afirmação correta sobre o trecho selecionado do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 2cd250a5-b0
  • 3FAE117E-B0

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    PUC-MINAS · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Pneumotórax

    Manuel Bandeira
    Febre, hemoptise, dispneia e suores noturnos.
    A vida inteira que podia ter sido e que não foi.
    Tosse, tosse, tosse.

    Mandou chamar o médico:

    – Diga trinta e três.
    – Trinta e três... trinta e três... trinta e três...
    – Respire.

    ...............................................................................................................................

    – O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o pulmão direito infiltrado.
    – Então, doutor, não é possível tentar o pneumotórax?
    – Não. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino.

    BANDEIRA, Manuel. Libertinagem & Estrela da manhã. 4. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993, p. 30.
    I. O verbo “poder”, embora formalmente no imperfeito do indicativo, indica hipótese, possibilidade.
    II. O uso do discurso direto tem como efeito conferir ao poema um tom prosaico.
    III. A conjunção “e”, no segundo verso, tem valor adversativo.


    Tendo em conta as afirmativas acima, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3fae117e-b0
  • D4553AEF-96

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    CEDERJ · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
                                                        Infância

         
    Uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

          Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

          Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

          Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

          Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

          À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

            Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso. E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo.

          Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


                                                     RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 1995. p.187-191.

    Pronomes e conjunções são usados como recursos de coesão textual ao estabelecer relações entre palavras e sequências do texto.

    Assinale a alternativa que indica corretamente a função dos termos em destaque no período:

    E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia.
    Escolha uma alternativa para a questão d4553aef-96
  • 06B54C9E-64

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    UNEAL · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O texto a seguir é referência para as questões.

                           O Brasil nunca sofrerá um grande terremoto?

                Não dá para descartar uma megatragédia desse tipo, mas
    a possibilidade é muito pequena. Pelo menos enquanto a gente
    estiver vivo. “Já devem ter ocorridos grandes terremotos no
    Brasil há centenas de milhões de anos. Mas, nos dados
    sismológicos coletados desde o século 18, não há registro de
    tremor forte em nosso território”, afirma o geólogo João Carlos
    Dourado, especialista em sismologia da UNESP de Rio Claro (SP).
    A certeza de que o Brasil era uma terra abençoada por Deus e
    imune de terremotos, porém, foi abalada no início de
    dezembro, quando um tremor de 4,9 graus na escala Richter no
    vilarejo de Caraíbas (MG) causou a primeira morte no país. De
    fato, o Brasil tem pelo menos 48 falhas pequenas sob sua crosta
    – uma delas teria causado o chacoalhão fatal.
                Mas a imagem de um país remendado não é para assustar.
    Primeiro, porque o Brasil fica no meio de uma placa tectônica, a
    Sul-Americana, longe das instáveis regiões de contato entre
    placas. Segundo, porque as fraturas daqui geram no máximo
    terremotos médios como o de Caraíbas. Mesmo que um abalo
    atinja uma cidade grande, provavelmente os efeitos não serão
    devastadores. “As casas do vilarejo desabaram por serem
    construções muito simples, sem suporte estrutural. Em áreas
    urbanas, as estruturas são reforçadas e mais resistentes a
    tremores dessa intensidade”, diz João Carlos.

    RATIER, Rodrigo. Superinteressante,
    São Paulo, n. 248, p. 42, jan. 2008 (Fragmento
    ).
    No trecho “Segundo, porque as fraturas daqui geram no máximo terremotos médios como o de Caraíbas. Mesmo que um abalo atinja uma cidade grande, provavelmente os efeitos não serão devastadores”, foram destacadas conjunções.
    Considerando-se o valor semântico representado por elas, bem como a classificação das orações que encabeçam, em qual opção abaixo há um erro de análise?

    Escolha uma alternativa para a questão 06b54c9e-64
  • 41F1B727-EA

    Português

    Adjetivos
    Universidade Luterana do Brasil · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    A questão refere-se ao fragmento da reportagem Aids: tendência de aumento entre jovens, de Flavia Bemfica, disponível no site: http://www.sinprors.org.br/extraclasse/set12/ imprimir.asp?id_conteudo=436.  


    Imagem da questão de Português, da prova de 2012

    Qual a função morfológica dos termos sublinhados, na ordem em que se encontram, no trecho abaixo?


    “As campanhas (1) de (2) prevenção (3) não se (4) comparam àquelas realizadas no decorrer dos anos 90”. (l. 12-13)
    Escolha uma alternativa para a questão 41f1b727-ea
  • 02A7E9CE-DB

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, da prova de 2012
    Adaptado de Chega de saudade, de Ruy Castro
    Assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 02a7e9ce-db
  • 9D818B04-B7

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    UECE · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Contextualização para o texto III

    (Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)


    TEXTO III 


    Assinale V ou F conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmações feitas sobre o poema:


    ( ) Os dois primeiros versos têm valor de afirmação.
    ( ) O texto pode ser considerado um metapoema.
    ( ) As aspas usadas nos versos 3 e 4 (Linhas 181-183) e nos versos 15 e 16 (Linhas 195- 197) justificam-se por corresponderem esses versos às vozes do outro.
    ( ) O emprego do mas no verso 6 (Linha 185) introduz uma oposição: a voz do poeta modernista opõe-se à voz do poeta parnasiano.
    ( ) O sujeito lírico desautoriza a palavra do poeta parnasiano, usando uma palavra semelhante à desse poeta.
    ( ) o enunciador fala ao enunciatário, que é o poeta passadista, na segunda pessoa do singular.


    Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência: 
    Escolha uma alternativa para a questão 9d818b04-b7
  • 6E5C0EFC-E0

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    FATEC · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    O labirinto dos manuais

    Há alguns meses, troquei meu celular. Um modelo lindo, pequeno, prático. Segundo a vendedora, era capaz de tudo e mais um pouco. Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails e até servia para telefonar. Abri o manual, entusiasmado. “Agora eu aprendo”, decidi, folheando as 49 páginas. Já na primeira, tentei executar as funções. Duas horas depois, eu estava prestes a roer o aparelho. O manual tentava prever todas as possibilidades. Virou um labirinto de instruções! Na semana seguinte, tentei baixar o som da campainha. Só aumentava. Buscava o vibracall, não achava. Era só alguém me chamar e todo mundo em torno saía correndo, pensando que era o alarme de incêndio! Quem me salvou foi um motorista de táxi.

    - Manual só confunde - disse didaticamente. - Dá uma de curioso. Insisti e finalmente descobri que estava no vibracall há meses! O único problema é que agora não consigo botar a campainha de volta!

    Atualmente, estou de computador novo. Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. Comprei um livro. Na capa, a promessa: “Rápido e fácil” - um guia prático, simples e colorido! Resolvi: “Vou seguir cada instrução, página por página. Do que adianta ter um supercomputador se não sei usá-lo?”. Quando cheguei à página 20, minha cabeça latejava. O livro tem 342! Cada vez que olho, dá vontade de chorar! Não seria melhor gastar o tempo relendo Guerra e Paz*?

    Tudo foi criado para simplificar. Mas até o micro-ondas ficou difícil. A não ser que eu queira fazer pipoca, que possui sua tecla própria. Mas não posso me alimentar só de pipoca! Ainda se emagrecesse... E o fax com secretária eletrônica? O anterior era simples. Eu apertava um botão e apagava as mensagens. O atual exige que eu toque em um, depois em outro para confirmar, e de novo no primeiro! Outro dia, a luzinha estava piscando. Tentei ouvir a mensagem. A secretária disparou todas as mensagens, desde o início do ano!

    Eu sei que para a garotada que está aí tudo parece muito simples. Mas o mundo é para todos, não é? Talvez alguém dê aulas para entender manuais! Ou o jeito seria aprender só aquilo de que tenho realmente necessidade, e não usar todas as funções. É o que a maioria das pessoas acaba fazendo! Analise as afirmações sobre trechos do texto e assinale a correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 6e5c0efc-e0
  • DBB49375-FE

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    UNIFESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 014.jpg

    Considere as seguintes passagens do texto:

    – [...] é levado a sentir entre elas uma relação sintática, mesmo que estejam fora de um contexto mais esclarecedor.

    Como todos rissem, o autor da frase emendou [...].


    As conjunções destacadas expressam, respectivamente, relação de

    Escolha uma alternativa para a questão dbb49375-fe
  • 70F6145F-F8

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa correta quanto à análise do conectivo que, nas frases: É claro que tenho alguma inteligência / As pessoas que falam da minha inteligência são poucas.
    Escolha uma alternativa para a questão 70f6145f-f8
  • 5AE66F40-F8

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Na frase: A natureza deveria cooperar: os homens envelhecem de modo diferente. Os dois pontos poderiam ser substituídos por vírgula, se estabelecermos o nexo entre as orações pela conjunção:
    Escolha uma alternativa para a questão 5ae66f40-f8
  • F3F34C3A-E9

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    Universidade Luterana do Brasil · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    A questão está baseada no texto Casa de boneca, do escritor gaúcho Moacyr Scliar, publicado em SCLYAR, Moacir. Deu no jornal. Erechim: Edelbra, 2008, p. 18-19. 

    Casa de boneca

    “Casa de boneca” abriga morador de rua. Os abrigos, de cerca de um metro e meio de altura, foram construídos por entidade assistencial de São Paulo. Folha de São Paulo 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Na linha 19 (“que ele não teve outra alternativa”), qual o sentido lógico expresso pela conjunção “que”?
    Escolha uma alternativa para a questão f3f34c3a-e9