Questões do ENEM: Sintaxe

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Resultados

1.390 questões encontradas. Mostrando a página 21 de 70.

  • CBA33E20-9C

    Português

    Análise sintática
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    Dentre as expressões sublinhadas nas opções abaixo, assinale a que NÃO tem a função sintática de sujeito.
    Escolha uma alternativa para a questão cba33e20-9c
  • DABF71F0-8C

    Português

    Coesão e coerência
    UERJ · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    O conto a seguir foi retirado do livro Hora de Alimentar Serpentes, de Marina Colasanti.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    Ausente para os outros, continuava docemente presente para si mesmo. (l. 7)

    Uma reformulação que mantém sentido equivalente ao da frase acima é:

    Escolha uma alternativa para a questão dabf71f0-8c
  • 70571C79-8B

    Português

    Análise sintática
    CEDERJ · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 3


    Imagem da questão de Português, da prova de 2019


    A tirinha em tela foi publicada às vésperas do dia internacional da mulher deste ano de 2019. A referência à data está expressa na placa que a menina carrega: “8M” (8 de março).

    Nos enunciados “A LUTA”, “HÁ LUTA” e “À LUTA”, observam-se três

    Escolha uma alternativa para a questão 70571c79-8b
  • 70398351-8B

    Português

    Análise sintática
    CEDERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1


    NOS ANOS 1940, MULHERES FORAM PRESAS POR JOGAR FUTEBOL NAS RUAS DE BELO HORIZONTE

    Renan Damasceno /Estado de Minas


                               Imagem da questão de Português, da prova de 2019

                             Página original do Diário da Tarde (Foto: Arquivo EM)


    Em 1940, mulher jogando futebol em Belo Horizonte era caso de polícia. “Mulheres jogavam futebol à noite, no fim da linha de Lourdes”, chamava a atenção o Diário da Tarde de 20/4/1940. “O guarda prendeu as jogadoras e o seu treinador. Uma conseguiu escapar e trancar-se em casa”. O caso parece pitoresco, não fosse trágico, e revela um pouco sobre o preconceito dos primeiros registros de mulheres jogando futebol na capital mineira encontrados nos arquivos dos Diários Associados.


    Disponível em: https://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/interior/ 2019/03/22/noticia_interior,574010/nos-anos-1940-mulheres-foram-presas-por-jogar-futebol-nas-ruas-de-bel. shtml?fbclid=IwAR3S-N0oyIuAcC-U6vICoxuxSKonZYQ9p1 iMmDNHIqQvgPWDGB-Kb2_a__E?utm_ source=whatsapp&utm_medium=social

    A manchete do Jornal Estado de Minas “NOS ANOS 1940, MULHERES FORAM PRESAS POR JOGAR FUTEBOL NAS RUAS DE BELO HORIZONTE” reúne as informações básicas de um lide: o que aconteceu, com quem, quando, onde e por quê. Ao cumprir essa função, essa manchete foi estruturada a partir de uma oração que contém
    Escolha uma alternativa para a questão 70398351-8b
  • 3E769A39-0B

    Português

    Análise sintática
    UFMS · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A questão refere ao seguinte fragmento de texto:


    Em termos muito simples, podemos dizer que o amor é um horizonte de compreensão que tem em vista a real dimensão do outro, que não o inventa em uma projeção, que permanece aberto ao seu mistério. Se o amor é aberto ao outro, o ódio é fechado a ele. Tendemos a não querer ver o ódio que nos fecha porque ele nos diminui. “Não querer ver” é uma armadilha, pois todos somos afetados pelo ódio e contribuímos com a nossa parte para a sua persistência (TIBURI, Marcia. Odiar, verbo intransitivo. Revista Cult, n. 20, ano 18, p. 59, set. 2015. Fragmento).


    A alternativa correta com relação à estrutura sintática e de significação dos enunciados é:


    Escolha uma alternativa para a questão 3e769a39-0b
  • 60E7B09B-09

    Português

    Análise sintática
    UEA · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Considere o texto de Rodrigo Duarte para responder à questão.


        Um dos aspectos mais óbvios de nossa realidade – amplamente difundido em todo o mundo contemporâneo – é a divisão do tempo de cada um numa parte dedicada ao trabalho e noutra dedicada ao lazer. Mas essa realidade atual, por mais evidente que seja para nós, não deveria nos levar à crença enganosa de que terá sido sempre assim: a divisão entre tempo de trabalho e tempo livre – inexistente na Idade Média e no período que a sucedeu imediatamente – se consolidou apenas com o amadurecimento do modo de produção capitalista, isto é, após a chamada Revolução Industrial, que eliminou o trabalho produtivo realizado nas próprias casas dos trabalhadores (quase sempre com o auxílio de suas famílias), limitando as atividades à grande indústria: um estabelecimento exclusivamente dedicado à produção por meio de maquinário pesado, concentrando massas de operários em turnos de trabalhos previamente estabelecidos.

        Na Idade Média, por um lado, a aristocracia, mesmo não tendo necessidade de se dedicar a qualquer trabalho produtivo, reservava para si atividades que, não obstante seu caráter socialmente obrigatório, eram também consideradas prazerosas. Os bailes e jantares, as festas e os concertos, as caçadas e a frequência às óperas eram parte integrante da vida cortesã e nobre.

        Por outro lado, o horizonte vital das classes servis – e possivelmente também da burguesia em sua fase inicial – era dado pelo trabalho de sol a sol, com pouquíssimo tempo que extrapolasse a produção material. Esse exíguo período antes do sono preparador para a próxima jornada de trabalho, embora não deva ser entendido como tempo de lazer no sentido moderno do termo, provavelmente constituía o momento coletivo de se cantar e narrar, tempo que servia, ao mesmo tempo, como pretexto e elemento aglutinador para a comida e a bebida em comum.


    (Indústria cultural: uma introdução, 2010.)

    “Mas essa realidade atual, por mais evidente que seja para nós, não deveria nos levar à crença enganosa de que terá sido sempre assim” (1º parágrafo)

    No contexto em que se encontra, a locução sublinhada indica uma
    Escolha uma alternativa para a questão 60e7b09b-09
  • 79BE2771-07

    Português

    Coesão e coerência
    Centro Universitário São Camilo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do livro A dança do universo, do físico brasileiro Marcelo Gleiser, para responder à questão.

         Na dedicatória de seu livro O progresso da sabedoria (1605) a Jaime I, sir Francis Bacon declara: “de todas as pessoas ainda vivas que conheci, sua Majestade é o melhor exemplo de um homem que representa a opinião de Platão, de que todo conhecimento é apenas memória”. Embora Platão tenha provavelmente escrito essas linhas como uma alegoria à sua crença na imortalidade da alma, e Bacon, como parte de um astuto plano para obter certos favores do rei, podemos nos referir a elas como uma alegoria à enorme importância que o pensamento grego exerceu e exerce no desenvolvimento da cultura ocidental.
          Após derrotar os persas em uma série de conflitos durante as primeiras décadas do século V a.C., a civilização grega viveu um século e meio de grande esplendor, inspirada pela liderança de Péricles, que governou Atenas por 32 anos, de 461 a 429. Nem mesmo as amargas disputas entre Atenas, Esparta e outros Estados, que acabaram resultando na Guerra do Peloponeso, entre 431 e 404, conseguiram ofuscar o incrível nível de sofisticação atingido durante esse período. Nas palavras de H. G. Wells, “durante esse período o pensamento e o impulso criativo e artístico dos gregos ascenderam a níveis que os transformaram numa fonte de luz para o resto da História”. Que essa luz tenha continuado a brilhar através dos tempos, sobrevivendo a séculos de intolerância religiosa e muitas guerras, é a prova concreta de coragem intelectual daqueles que acreditam que a busca do conhecimento é o antídoto contra a cegueira causada pela repressão e pelo medo.

    (A dança do universo, 2006. Adaptado.)
    Embora Platão tenha provavelmente escrito essas linhas como uma alegoria à sua crença na imortalidade da alma, e Bacon, como parte de um astuto plano para obter certos favores do rei, podemos nos referir a elas como uma alegoria à enorme importância que o pensamento grego exerceu e exerce no desenvolvimento da cultura ocidental.” (1° parágrafo)

    Tendo em vista as relações de sentido estabelecidas entre as orações que compõem esse período, a conjunção sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão 79be2771-07
  • B1ECB48A-05

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Como e por que leio o romance brasileiro

         Leitora apaixonada, fã de carteirinha, me envolvo com os romances de que gosto: curto, torço, roo as unhas, leio de novo um pedaço que tenha me agradado de forma particular. Se não gosto, largo no meio ou até no começo. O autor tem vinte ou trinta páginas para me convencer de que seu livro vai fazer diferença. Pois acredito piamente que a leitura faz a diferença. Se não, adeus! O livro volta para a estante e vou cuidar de outra coisa...
          Ao terminar a leitura de um romance de que gosto, fico com vontade de dividi-lo com os amigos. Recomendar a leitura, emprestar, dar de presente. Mas, sobretudo, discutir. Nada melhor do que conversar sobre livros... eu acho uma coisa, meu amigo acha outra, a colega discorda de nós dois...
         Na discussão, pode tudo, só não pode não achar nada nem concordar com todo mundo. No fim do papo, cada um fica mais cada um, ouvindo os outros. Quem sabe o livro tem mais de um sentido? Como foi mesmo aquele lance? E aquele personagem... vilão ou herói?
           Na minha geração e nas minhas relações, é assim que se lê romance.
        A leitura de romance, no entanto, não é só esta leitura envolvida e vertiginosa. Junto com o suspense, ao lado do mergulho na história, transcorre o tempo de decantação. Enredo, linguagem e personagens depositam-se no leitor. Passam a fazer parte da vida de quem lê. Vêm à tona meio sem aviso, aos pedaços, evocados não se sabe bem por quais articulações...
        Vida e literatura enredam-se em bons e em maus momentos, e os romances que leio passam a fazer parte da minha vida, me expressam em várias situações.

    Marisa Lajolo. Como e por que ler o romance brasileiro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004, p. 13-14.
    As normas sintáticas da concordância e da regência verbal foram integralmente respeitadas na seguinte alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão b1ecb48a-05
  • B1D4F3D2-05

    Português

    Análise sintática
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    A geografia linguística no Brasil


           É por meio da língua que o homem expressa suas ideias, as ideias de sua geração, as ideias da comunidade a que pertence, as ideias de seu tempo. A todo instante, utiliza-a de acordo com uma tradição que lhe foi transmitida, e contribui para sua renovação e constante transformação. Cada falante é, a um tempo, usuário e agente modificador de sua língua, nela imprimindo marcas geradas pelas novas situações com que se depara.

          Nesse sentido, pode-se afirmar que, na língua, se projeta a cultura de um povo, compreendendo-se cultura no seu sentido mais amplo, aquele que abarca “o conjunto dos padrões de comportamento, das crenças, das instituições e de outros valores espirituais e materiais transmitidos coletivamente e característicos de uma sociedade”, segundo o novo Aurélio. (...)

         Ao falar, um indivíduo transmite, além da mensagem contida em seu discurso, uma série de dados que permite a um interlocutor atento não só depreender seu estilo pessoal, mas também filiá-lo a um determinado grupo.

        A entonação, a pronúncia, a escolha vocabular, a preferência por determinadas construções frasais, os mecanismos morfológicos que são peculiares a determinado usuário podem servir de índices que identifiquem: a) o país ou a região de que se origina; b) o grupo social de que faz parte (seu grau de instrução, sua faixa etária, seu nível socioeconômico, sua atividade profissional); c) a situação (formal) ou (informal) em que se encontra. (...)

          O Brasil, em decorrência do processo de povoamento e colonização a que foi submetido bem como das condições em que se deu sua independência política e seu posterior desenvolvimento, apresenta grandes contrastes regionais e sociais, estes últimos perceptíveis mesmo em grandes centros urbanos, em cuja periferia se concentram comunidades mantidas à margem do progresso.

        Um retrato fiel, atual, de nosso país teria de colocar lado a lado: executivos de grandes empresas; técnicos que manipulam, com desenvoltura, o computador; operários de pequenas, médias e grandes indústrias; vaqueiros isolados em latifúndios; cortadores de cana; pescadores artesanais; plantadores de mandioca em humildes roças; viajantes que comerciam pelo sertão; indígenas aculturados. (...)

         Detentores de antigos costumes portugueses aqui reelaborados pelo contato com outra terra e outras gentes ou, já em acelerado processo de mestiçagem étnica e linguística, esquecidos das origens, esses homens e mulheres guardam, na sua forma de expressão oral, as marcas de nossa identidade linguístico-cultural e a resposta a muitas indagações e a diversas hipóteses sobre a história e o estado atual do português do Brasil.


    (Sílvia F. Brandão. A geografia linguística no Brasil. São Paulo: Ática, 1991. p.5-17. Adaptado)

    Em: “O Brasil, em decorrência do processo de povoamento e colonização a que foi submetido bem como das condições em que se deu sua independência política e seu posterior desenvolvimento, o segmento destacado tem um sentido de:
    Escolha uma alternativa para a questão b1d4f3d2-05
  • 922F57DE-02

    Português

    Coesão e coerência
    Centro Universitário de Volta Redonda · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    A indiferença com a violência nas favelas do Rio de Janeiro

    O silêncio de autoridades e instituições revela o fatalismo de uma política de segurança pública falida

    Marcelo Baumann Burgo

     

    A rotina de tiroteios em diversas favelas do Rio de Janeiro tem por cenário um labirinto de casas recheadas de seres humanos, acuados e humilhados. O quadro ultrapassa as raias do absurdo, e nem os escritores do realismo mágico seriam capazes de imaginá-lo.

    O que mais surpreende, contudo, é o silêncio condescendente das autoridades e instituições cujo papel deveria ser o de, antes de qualquer outra coisa, zelar pelas garantias mínimas do direito à vida e integridade física dos cidadãos.

                Mas ao que tudo indica, para os moradores das favelas cariocas, nem mesmo esse aspecto elementar do pacto hobbesiano tem sido preservado, o que sugere que, para eles, a lei é a da barbárie. Na favela da Rocinha, por exemplo, desde setembro de 2017, a cada três dias pelo menos uma pessoa – incluindo policiais - morreu nesses confrontos.

    O primeiro e mais ensurdecedor silêncio é o do governador e das autoridades da segurança pública estaduais e federais. No máximo, se manifestam quando algum policial é morto no “campo de batalha”, para lamentar sua perda e reafirmar o “espírito de combate da tropa”.

    Diante desse silêncio deliberado, ficam no ar várias perguntas: como explicar o sentido de uma política de segurança que tem como efeito real a tortura diária da população das favelas, que se vê obrigada a conviver com um fogo cruzado intenso e aleatório? Quem realmente responde por ela, e pelas mortes e sofrimento que ela provoca? Onde se pretende chegar com isso? Quais as suas razões “técnicas”, se é que não é uma ofensa às vítimas formular essa pergunta? SILÊNCIO...

    Sob esse primeiro vácuo de respostas, há um segundo nível de silêncio, o das instituições que deveriam questionar as autoridades estaduais e federais. Cadê os poderes legislativos, que não criam um grupo suprapartidário de parlamentares para interpelar o governo? Neste caso, não vale alegar que estamos aguardando as próximas eleições para “fazer o debate”, pois o sofrimento é hoje, e a morte espreita diariamente a vida dessa população.

    E o Ministério Público, que não organiza uma força-tarefa para, tempestivamente, proteger a ordem jurídica escandalosamente violada, com a agressão de todo tipo aos direitos fundamentais dos cidadãos? SILÊNCIO...

    Sob essa segunda e espessa camada de silêncios, subsiste uma terceira igualmente decisiva, a da grande imprensa. Não que ela não faça a crônica diária dos tiroteios, mas em geral as faz descrevendo os fatos com aparente neutralidade, como se eles simplesmente fizessem parte da rotina, não dando sinais, portanto, de que reflete sobre o que significa informar, em uma mesma matéria, que três ou quatro pessoas morreram ou se feriram, e que a operação teve como saldo a apreensão de “um fuzil”, “dez trouxinhas de maconha”, e “alguns papelotes de cocaína”...

    Cadê os editoriais cobrando respostas das autoridades? Cadê o trabalho que, em outras áreas da vida pública, por exemplo na questão da corrupção, a grande imprensa faz com tanto zelo para mobilizar a opinião pública? No caso da rotina de tiroteios nas favelas o que parece resultar do trabalho da grande imprensa é o oposto da mobilização, ou seja, um efeito de resignação diante da violência ordinária.

    Restaria, ainda, a sociedade civil organizada. Cadê a OAB, CNBB, ABI, as universidades, associações de bairro, e tantas outras que se irmanaram na luta contra a ditadura? Para ser justo com elas, até esboçaram alguma reação, mas sem força para fazer diferença. Com isso, tudo se passa como se esse bangue-bangue diário e estúpido dissesse respeito apenas aos moradores das favelas. Será que devemos esperar que somente eles se mobilizem?

    Como se vê, para além de quaisquer outras razões de ordem econômica e social, o que se passa com a (in)segurança nos territórios populares do Rio de Janeiro deve ser creditado, antes de mais nada, aos silêncios e omissões de diferentes autoridades e instituições. Tal postura não deixa de revelar o quadro de fatalismo e perplexidade a que chegamos e não por acaso! Pois não há mesmo muito a se fazer com o modelo atual de segurança pública.

    Em face de uma trama social que se torna cada vez mais complexa, a verdade é que não há como insistir com respostas casuísticas, provisórias e crescentemente brutais, que sintomaticamente já não podem prescindir do apoio recorrente das Forças Armadas.

    Mas se é assim, que ao menos se reconheça, com honestidade, a necessidade de enfrentarmos um amplo debate sobre a reforma estrutural das instituições de segurança pública, a começar pelas polícias civil e militar. A cada dia, sua incompatibilidade com o projeto de democracia se mostra mais explícita.

    O sofrimento de quem convive diariamente sob a tortura da loteria dos tiroteios nos territórios populares não terá como ser reparado, mas ainda não é tarde demais para mobilizarmos energia para esse debate.

    No caso do Rio de Janeiro, o mínimo aceitável seria exigir que as autoridades, de um lado, contribuíssem para precipitar esta discussão e, de outro, interrompessem imediatamente a escalada do descalabro que elas vêm chancelando, movidas sabe-se lá por que tipo de cálculo.

     

    Adaptado a partir de: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-indiferenca-com-a-violencia-nasfavelas-do-rio-de-janeiro /. Acesso em 10 de maio de 2018.

    Em relação à coesão do TEXTO, não se pode afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 922f57de-02
  • B0424820-02

    Português

    Regência
    UEA · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Considere o poema de Chacal para responder à questão.


    Beijo beijos


    qual o sentido da palavra beijo?

    ato de tocar com os lábios em alguém

    ou alguma coisa, fazendo leve sucção; ósculo?

    ou aquele que o cauã reymond deu na mariana

    ximenes na novela?

    ou aquele que você deu no daniel que só você sentiu?

    que é diferente do que eu dei na dolores que nunca

    vou esquecer.

    já a gabi, sempre que sai de casa, dá em sua mãe

    um beijo automático

    parecido com os dois beijos de cumprimento que eu

    dou numa garota

    se estiver no rio, um em são paulo ou três em minas

    gerais.

    diferente ainda do beijo de despedida apaixonado que

    você deu no julinho

    quando ele foi para a austrália

    diferente do derradeiro beijo no leito de morte que o

    luís deu na laís, sua avó

    ou do beijo da traição de judas ou do beijo que a

    princesa deu no sapo.

    diante de tantos sentidos diferentes da palavra beijo,

    a melhor forma de saber o que significa é ir direto ao

    assunto:

    língua pra que te quero!

    (Murundum, 2012.)

    Em “a melhor forma de saber o que significa é ir direto ao assunto”, o termo sublinhado é um verbo 
    Escolha uma alternativa para a questão b0424820-02
  • C6155DAE-9E

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    Universidade Luterana do Brasil · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão refere-se à tira abaixo, disponível em https://i1.wp.com/www.humorpolitico.com.br/wp-content/uploads/2018/01/fakenews.jpg?resize=580%2C420&ssl=1

    4.png (358×262)

    Leia as afirmações abaixo e marque “V” para verdadeiro e “F” para falso, entre os parênteses. Depois, assinale a alternativa correspondente.


    ( ) Primeiro balão: a expressão “no face” é um adjunto adverbial.

    ( ) Primeiro balão: a palavra “se” é uma conjunção de condição.

    ( ) Segundo balão: a locução verbal “vão ter” corresponde ao futuro do presente do indicativo.

    ( ) Segundo balão: o termo “se” poderia ser substituído, com o mesmo sentido, por “caso”, sem a necessidade de alteração na conjugação dos verbos.

    Escolha uma alternativa para a questão c6155dae-9e
  • C611BB92-9E

    Português

    Análise sintática
    Universidade Luterana do Brasil · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão refere-se ao texto adaptado Fake news no Facebook: veja quais foram as mais compartilhadas em 2017, de Jessé Giotti, disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/noticia/2018/01/fake-news-no-facebook-vejaquais-foram-as-mais-compartilhadas-em-2017-cjbwcc88q04s001lsf1fr59iy.html.

    3.png (648×373)

    Com base no fragmento abaixo, leia as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.


    “Em entrevista em abril ao BuzzFeed, o dono se vangloria por ser reconhecido ‘como um dos sites mais notórios em boatos e notícias satíricas da internet’. Tecnicamente, portanto, seu site não produziria fake news.” (l. 20-22)


    I – No primeiro período do trecho, há a presença de uma oração sem sujeito.

    II – No primeiro período do trecho, há a presença de quatro orações.

    III – O período sublinhado corresponde a um período simples.


    Está (ão) correta (s):

    Escolha uma alternativa para a questão c611bb92-9e
  • C60E8636-9E

    Português

    Análise sintática
    Universidade Luterana do Brasil · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão refere-se ao texto adaptado Fake news no Facebook: veja quais foram as mais compartilhadas em 2017, de Jessé Giotti, disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/noticia/2018/01/fake-news-no-facebook-vejaquais-foram-as-mais-compartilhadas-em-2017-cjbwcc88q04s001lsf1fr59iy.html.

    3.png (648×373)

    Leia o fragmento abaixo e assinale a alternativa que indica a função sintática do trecho sublinhado.


    “Até agora, os esforços não trouxeram grandes resultados.” (l. 2-3)

    Escolha uma alternativa para a questão c60e8636-9e
  • C5FD8E60-9E

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Luterana do Brasil · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão refere-se ao texto Você anda espalhando mentiras por aí, de Eugênio Bucci, disponível em https://epoca.globo.com/politica/eugenio-bucci/noticia/2017/08/voce-anda-espalhando-mentiras-por-ai.html

    2.png (664×697)

    Com base no fragmento abaixo, leia as afirmações e marque a alternativa correta.


    “Fique de olho. Antes de tudo, fique de olho no seu próprio comportamento nas redes sociais. Não basta checar as origens das mensagens, embora isso ajude. Não basta conferir se elas foram produzidas por órgãos de imprensa conhecidos e responsáveis. Mais do que isso, é preciso verificar os impulsos que levam cada um de nós a propagar histórias que não sabemos de onde vêm.” (l. 35-38)


    I – O termo sublinhado “embora” é um articulador de causalidade.

    II – A palavra sublinhada “isso” faz referência a checar as origens das mensagens.

    III – A palavra sublinhada “elas” faz referência a mensagens.

    IV – A palavra sublinhada “que” faz referência a histórias.


    Estão corretas:

    Escolha uma alternativa para a questão c5fd8e60-9e
  • C5EA0550-9E

    Português

    Análise sintática
    Universidade Luterana do Brasil · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão refere-se ao texto Você anda espalhando mentiras por aí, de Eugênio Bucci, disponível em https://epoca.globo.com/politica/eugenio-bucci/noticia/2017/08/voce-anda-espalhando-mentiras-por-ai.html

    2.png (664×697)

    Assinale a alternativa correta quanto ao emprego da vírgula no trecho abaixo.


    “Em seguida, vieram os requintes de cinismo.” (l. 9)

    Escolha uma alternativa para a questão c5ea0550-9e
  • DA8389F0-76

    Português

    Regência
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a regência, no trecho destacado, apresenta-se de acordo com a da norma-padrão.
    Escolha uma alternativa para a questão da8389f0-76
  • DA7B020F-76

    Português

    Análise sintática
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

       Tentativa e erro, experimentar o novo, entender que algumas questões têm respostas complexas ou podem mesmo não ter uma resposta, cultivar a noção de que o fracasso é essencial para o progresso, aceitar que erros são o que nos faz eventualmente acertar, saber persistir quando as dificuldades parecem não acabar nunca.
       Esses são alguns dos componentes da pesquisa científica, uma espécie de sabedoria acumulada através dos tempos que, acredito, é também muito útil em vários aspectos da vida – de como enfrentar desafios individualmente até como reger empresas.
       Quem poderia adivinhar que a eletricidade e o magnetismo são manifestações de um campo eletromagnético que se propaga através do espaço com a velocidade da luz? Quem poderia adivinhar que as espécies animais evoluem devido a mutações genéticas aliadas ao processo de seleção natural? Esse conhecimento todo não veio do nada; exigiu muita coragem intelectual, disciplina de trabalho e tolerância ao erro.
        Se as coisas não funcionam, precisamos deixar o orgulho para trás e aceitar que falhamos. Todo cientista sabe muito bem que a maioria das suas ideias não vai funcionar. Resolutos, vamos em frente; mas devemos também estar abertos a críticas.
        Na ciência, e em qualquer outra área de trabalho, é bom ouvir as sábias palavras de Isaac Newton – mesmo se o próprio, durante a vida, não tenha sido o que chamaria de um modelo de humildade profissional: “Não sei o que possa parecer aos olhos do mundo, mas aos meus pareço apenas ter sido como um menino brincando à beira-mar, divertindo-me com o fato de encontrar de vez em quando um seixo mais liso ou uma concha mais bonita que o normal, enquanto o grande oceano da verdade permanece completamente por descobrir à minha frente”.

    (Marcelo Gleiser. www.folha.uol.com.br. 10.12.2017. Adaptado)
    Considere a frase do 4º parágrafo:
    Se as coisas não funcionam, precisamos deixar o orgulho para trás e aceitar que falhamos.

    Quanto ao restante da frase, o trecho destacado expressa uma
    Escolha uma alternativa para a questão da7b020f-76