Questões do ENEM: Análise sintática

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437 questões encontradas. Mostrando a página 18 de 22.

  • C2DEBDDA-FD

    Português

    Análise sintática
    Universidade do Contestado - Santa Catarina · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Considerando a frase a seguir, de Millôr Fernandes, assinale a alternativa correta.

    Fique certo de uma coisa, meu filho: se você mantiver seus princípios com firmeza, um dia lhe oferecerão excelentes oportunidades de abdicar deles.”

    Escolha uma alternativa para a questão c2debdda-fd
  • 7115BEA4-F8

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A palavra destacada em: Inteligentes são quase que a maioria das pessoas que conheço exerce a função sintática de:
    Escolha uma alternativa para a questão 7115bea4-f8
  • 710D1478-F8

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que indica corretamente a função sintática da expressão sublinhada em: Chamam-me de inteligente.
    Escolha uma alternativa para a questão 710d1478-f8
  • 7109B436-F8

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a função sintática da palavra sublinhada é a mesma da oração grifada em: O criador está convencido de que existe algo de errado.
    Escolha uma alternativa para a questão 7109b436-f8
  • 7101DC99-F8

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Assinale a alternativa em que está correta a análise morfossintática da palavra grifada


    Escolha uma alternativa para a questão 7101dc99-f8
  • 70B59FCA-F8

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    (LISPECTOR, Clarice. Aprendendo a viver, Rio de Janeiro. Rocco, 2004. pp. 47-48)

    Com base no TEXTO 2, responda à questão

    A relação de sentido entre as frases do fragmento “não só se comove como por assim dizer pensa sem ser com a cabeça” (linhas 15-16) está corretamente indicada na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 70b59fca-f8
  • 5AFFDBC2-F8

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada exerce a mesma função sintática do termo grifado na frase: Caminhavam para um certo e mesmo lugar.
    Escolha uma alternativa para a questão 5affdbc2-f8
  • 5AF72224-F8

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que analisa corretamente o período: Senhor, não consegui recompor o que foi nem o que fui.
    Escolha uma alternativa para a questão 5af72224-f8
  • 5AE99BE7-F8

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada tem a mesma função sintática do termo destacado em: O que aqui está é semelhante à pintura.
    Escolha uma alternativa para a questão 5ae99be7-f8
  • 2920F875-EC

    Português

    Análise sintática
    Faculdade Cásper Líbero · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:


    Ser ou não ser

        Na atualidade, a imagem da juventude está marcada ao mesmo tempo pela ambiguidade e pela incerteza. Digo ambiguidade, pois se, de um lado, a juventude é sempre exaltada na contemporaneidade, cantada que é em prosa e verso pelas potencialidades existenciais que condensaria, por outro a condição jovem caracteriza-se por sua posição de suspensão no espaço social, que se materializa pela ausência de seu reconhecimento social e simbólico.
        Seria em decorrência disso que a incerteza é o que se delineia efetivamente como o futuro real para os jovens, em todos os quadrantes do mundo. É preciso destacar, antes de tudo, que a possibilidade de experimentação foi o que passou a caracterizar a condição da adolescência no Ocidente, desde o final do século 18, quando as idades da vida foram construídas em conjunção com a família nuclear burguesa, em decorrência da emergência histórica da biopolítica.
        Nesse contexto, a adolescência foi delimitada como o tempo de passagem entre a infância e a idade adulta, na qual o jovem podia empreender experiências nos registros do amor e das escolhas profissionais, até que pudesse se inserir no mercado de trabalho e se casar para reproduzir efetivamente as linhas de força da família nuclear burguesa. Desde os anos 1980, no entanto, essa figuração da adolescência entrou em franco processo de desconstrução, por diversas razões.
        Antes de mais nada, pela revolução feminista dos anos 1960 e 70, com a qual as mulheres foram em busca de outras formas sociais de existência, além da condição materna. Em seguida, porque o deslocamento das mulheres da posição exclusivamente materna foi o primeiro combate decisivo contra o patriarcado, que forjou nossa tradição desde a Antiguidade. Finalmente, a construção do modelo neoliberal da economia internacional, em conjunção com seu processo de globalização, teve o poder de incidir preferencialmente em dois segmentos da população, no que tange ao mercado de trabalho. De fato, foram os jovens e os trabalhadores da faixa etária dos 50 anos os segmentos sociais mais afetados pela voragem neoliberal. Com isso, se os primeiros passaram a se inserir mais tardiamente no dito mercado, os segundos passaram a ser descartados para ser substituídos por trabalhadores jovens e mais baratos, pela precariedade que foi então estabelecida no mercado de trabalho.
        Foi em consequência desse processo que o tempo de duração da adolescência se alongou bastante, ficando então os jovens fora do espaço social formal e lançados perigosamente numa terra de ninguém. Assim, graças à ausência de inserção no mercado de trabalho, a juventude foi destituída de reconhecimento social e simbólico, prolongando-se efetivamente, não tendo mais qualquer limite tangível para seu término. Despossuídos que foram de qualquer reconhecimento social e simbólico, aos jovens restaram apenas o corpo e a força física. É por essa trilha que podemos interpretar devidamente a emergência e a multiplicação das formas de violência entre os jovens na contemporaneidade.
        Esse processo ocorre não apenas no Brasil e na América Latina, mas também em escala internacional. Pode-se depreender aqui a constituição de uma cultura agonística* na juventude de hoje. Assim, a violência juvenil transformou-se em delinquência, inserindo-se efetivamente no registro da criminalidade. No Brasil, os jovens de classe média e das elites passaram a atacar gratuitamente certos segmentos sociais com violência. De mulheres pobres confundidas com prostitutas até homossexuais, passando pelos mendigos, a violência disseminou-se nas grandes metrópoles do país.
        Ao fazerem isso, no entanto, seus gestos delinquentes inscrevem-se numa lógica social precisa e rigorosa. Com efeito, tais segmentos sociais representam no imaginário desses jovens a decadência na hierarquia social, sendo, pois, os signos do que eles poderão ser efetivamente no futuro, na ausência do reconhecimento social e simbólico que os marca. A cultura da força empreende-se regularmente em academias de ginástica, onde os jovens cultuam os músculos, não apenas para se preparar para os combates cotidianos da vida real, mas para forjar também um simulacro de força na ausência efetiva de potência, isto é, na ausência de reconhecimento social e simbólico, lançados que estão aqueles no desamparo.
        É nesse registro que se deve inscrever a disseminação do bullying na contemporaneidade. É preciso dizer, no que concerne a isso, que a provocação e a violência entre os jovens e crianças é uma prática social antiga. O que é novo, contudo, é a ausência de uma autoridade que possa funcionar como mediação no combate entre estes e aqueles, o que incrementou bastante a disseminação dessa prática de violência.
        Não obstante tudo isso, a juventude é ainda glorificada como a representação do que seria o melhor dos mundos possíveis. A juventude seria então a condensação simbólica de todas as potencialidades existenciais. Contudo, se fazemos isso é porque não apenas queremos cultivar a aparência juvenil, por meio de cirurgias plásticas e da medicina estética, mas também porque o código de experimentação que caracterizou a adolescência de outrora se disseminou para a idade adulta e para a terceira idade. Constituiu-se assim uma efetiva adolescência sem fim na tradição ocidental, onde se busca pelo desejo a possibilidade de novos laços amorosos e novas modalidades de realização existencial. (Joel Birman, revista Cult n. 157, maio 2011).


    *agonística: relativo a luta, conflito, combate.  
    Em “Esse processo ocorre não apenas no Brasil e na América Latina, mas também em escala internacional”, a série “não apenas... mas também” exprime valor de:
    Escolha uma alternativa para a questão 2920f875-ec
  • BA6370EB-E7

    Português

    Análise sintática
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    A frase “A história do homem que superou todas as dificuldades e se tornou um ícone da língua portuguesa.”, inserida no contexto do anúncio publicitário, permite, como verdadeira, a seguinte análise:
    Escolha uma alternativa para a questão ba6370eb-e7
  • 82E950CA-E3

    Português

    Análise sintática
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O equívoco de uma nova lei de imprensa. Disponível em: . Acesso em: maio 2011. Adaptado.



    “É quase inacreditável que jornais e jornalistas se unam para pedir que o Estado seja dotado de instrumentos para cercear sua liberdade. Ainda mais porque tudo isso é inútil, já que aqui, como em todo lugar, o que de fato garante a liberdade de expressão não é a existência ou inexistência de leis, mas a maneira como se expressa a dinâmica social”. (l. 38-44)


    Analise os aspectos linguísticos do fragmento em evidência e assinale V para as proposições verdadeiras e F, para as proposições falsas.


    ( ) “inacreditável” é um atributo do sujeito oracional, constituído de uma derivação, cujo prefixo apresenta ideia de negação, independente da expressa pelo sufixo.

    ( ) “que o Estado seja dotado de instrumentos” completa o sentido da forma verbal “pedir”, apresentando o comportamento dos jornais e jornalistas quanto à sua própria liberdade de expressão.

    ( ) “para”, em “para pedir”, e “para”, em “para cercear”, apresentam semânticas diversas.

    ( ) “já que” introduz uma consequência da falta de eficácia da Lei de Imprensa.

    ( ) “como”, em “como se expressa a dinâmica social”, retoma a palavra “maneira”, denotando uma circunstância de modo.


    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a

    Escolha uma alternativa para a questão 82e950ca-e3
  • 82E4E3D9-E3

    Português

    Análise sintática
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O equívoco de uma nova lei de imprensa. Disponível em: . Acesso em: maio 2011. Adaptado.



    Tem valor restritivo a expressão presente na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão 82e4e3d9-e3
  • 6A567BD6-E1

    Português

    Análise sintática
    Universidade Católica de Pelotas · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

                                Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    A função sintática do termo sublinhado em “Ergue a fronte, minha terra,” (verso 1) é
    Escolha uma alternativa para a questão 6a567bd6-e1
  • 7FF17DAA-E0

    Português

    Análise sintática
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    BITTENCOURT, Renato Nunes. O advento do homem-massa. Disponível em: < http://filosofiacienciaevida.uol.com.br/ESFI/Edicoes/52/o-adventodo-homem-massa-na-decadente-conjuntura-da-degradacao-cultural187560-1.asp>. Acesso em: nov. 2010. Adaptado.



    É importante destacar que a configuração valorativa do ‘homem-massa’ não segue parâmetros sociais ou econômicos específicos, mas a análise da existência ou não de uma nobreza de espírito interior.” (l. 21-24)


    Sobre o fragmento em evidência, é verdadeiro o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 7ff17daa-e0
  • B7CB8115-E0

    Português

    Análise sintática
    UEPB · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Do texto, pode-se considerar:


    I - Ambiguidade, tendo em vista o uso de duplo sentido das palavras “carola” e “corola”.

    II - Que no verso cinco as palavras “corola” e “flor” são consideradas cognatas.

    III - Paralelismo sintático, no verso oito, em razão da reiteração das estruturas lexicais em ritmo cadenciado.

    IV - Que nos versos onze e doze, não se leva em conta o fenômeno da variação linguística e suas implicações no uso da língua.


    Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
    Escolha uma alternativa para a questão b7cb8115-e0
  • B7AC4228-E0

    Português

    Análise sintática
    UEPB · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Em “Digam o que disserem [...]”, é correto afirmar em relação ao termo em destaque que há:
    Escolha uma alternativa para a questão b7ac4228-e0
  • EA939935-B5

    Português

    Análise sintática
    UESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    No trecho: “Além disso, em diferentes momentos da história humana, a literatura teve um papel fundamental”, o segmento sublinhado tem a função de:


    1) delimitar o contexto em que a afirmação pode ser considerada.

    2) apresentar uma ressalva ao que foi dito anteriormente.

    3) delimitar o âmbito onde o fato expresso encontra sustentação.



    Está(ão) correta(s): 

    Escolha uma alternativa para a questão ea939935-b5
  • EA8FBBD5-B5

    Português

    Análise sintática
    UESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Analise o segmento: ““A leitura dessas obras, mesmo que vivamos em uma sociedade democrática e livre, nos ensina a valorizar nossos direitos individuais.” No segmento sublinhado, o autor pretende:
    Escolha uma alternativa para a questão ea8fbbd5-b5
  • EA6B8E83-B5

    Português

    Análise sintática
    UESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Alfabetização, língua escrita e norma culta
        (1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.
        (2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.
        (3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.
        (4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.
        (5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.
        (6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)
        (7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.
    (Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado). 
    Analise o sentido do segmento sublinhado: “Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.” Trata-se de um segmento com sentido:
    Escolha uma alternativa para a questão ea6b8e83-b5