Questões do ENEM: Concordância verbal, Concordância nominal

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234 questões encontradas. Mostrando a página 7 de 12.

  • 84796344-06

    Português

    Coesão e coerência
    UFRGS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2016
    Imagem da questão de Português, da prova de 2016
    Considere o trecho abaixo, extraído e adaptado do texto (l. 03-09).

    Pressente: há alguma coisa irresolvida que não está em parte alguma, mas que os nervos sentem. Quem sabe seja uma espécie de vergonha. Quem sabe seja o medo enigmático dos quarenta anos. Certamente não é a angústia de se ver lavando o carro numa tarde de sábado.

    Suponha que o segmento Pressente: fosse substituído por Estava lavando o carro quando pressentiu que. Quantas formas verbais teriam de ser alteradas no restante do trecho para garantir a correção das relações temporais?
    Escolha uma alternativa para a questão 84796344-06
  • 50975DB8-F7

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UNEMAT · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    CONSTRUÇÃO CIVIL


    (01) A construção civil, não sofreu grandes modificação ao longo

    (02) dos anos.

    (03) O trabalho ainda continua de forma artesanal.

    (04) Estudos são feitos à fim de melhorar a produtividade na

    (05) construção civil, desde a preparação da argamassa até o

    (06) assentamento de tijolos

    (07) Mas, novos produtos aparecem no mercado, materiais de mais

    (08) fácil trabalhabilidade, mais leve, mais barato...

    (09) Fazendo assim, que a construção civil, procure novas tecnologia

    (10) de construção.


    SANTOS, Maria do Carmo O.T. Retratos da escrita na universidade. Maringá: Eduem, 2000. (adaptado)


    O texto acima apresenta problemas de concordâncias a partir do exigido pela norma padrão da língua portuguesa. Isto se comprova, pois:

    Escolha uma alternativa para a questão 50975db8-f7
  • 26C204DC-FF

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Federal do Ceará · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/05/150428_parainglesver_adamsmith2_ss. Acesso em 25 ago. 2016.


    Com base no texto 02, da Língua Portuguesa I, responda à questão.

    Assinale a alternativa em que a lacuna pode ser preenchida corretamente por qualquer das duas formas verbais indicadas ao lado.
    Escolha uma alternativa para a questão 26c204dc-ff
  • 26B0DF5E-FF

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Federal do Ceará · 2016Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/05/150428_parainglesver_adamsmith2_ss. Acesso em 25 ago. 2016.


    Com base no texto 02, da Língua Portuguesa I, responda à questão.

    Como em “Para mim, uma das coisas mais lindas do Brasil é a mistura das raças” (linhas 23-24), também está conforme a norma padrão o emprego do pronome pessoal de 1ª pessoa do singular em:
    Escolha uma alternativa para a questão 26b0df5e-ff
  • 268F534B-FF

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Federal do Ceará · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    FREYRE, Gilberto. Casa-Grande & Senzala. Rio de Janeiro: Editora Record, 1998. p. 18 a 31

    Com base no texto 01 da Língua Portuguesa I, responda à questão.


    O verbo trazer em “trouxe em consequência uma sociedade e um gênero de vida...” (linhas 24-25) encontra-se na terceira pessoa do singular porque:
    Escolha uma alternativa para a questão 268f534b-ff
  • 2BBD20E0-FD

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Federal do Ceará · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    MEIRELES, Cecília. Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1983, p. 8.


    A questão baseia-se no texto 2 da Língua Portuguesa I. 
    No particípio “perdida” (verso 11), ocorre concordância:
    Escolha uma alternativa para a questão 2bbd20e0-fd
  • A38B58F3-F2

    Português

    Análise sintática
    Instituto Federal de Alagoas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    Quanto às flexões das palavras no uso da língua, assinale a única alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão a38b58f3-f2
  • 334424E2-F1

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade do Vale do Paraíba · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A frase que apresenta inadequação quanto à concordância é a alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão 334424e2-f1
  • 922824AC-EA

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    ACHADO NÃO É ROUBADO

    Fabrício Carpinejar


            Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.
            As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.
             A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.
             Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua.         Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.
             Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.
             Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.
             Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.


    Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
    Observe o trecho abaixo:


    “Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir ...”


    Se passarmos os verbos do trecho para a primeira pessoa do plural e mantivermos o mesmo tempo verbal, teremos:
    Escolha uma alternativa para a questão 922824ac-ea
  • 9224C8F7-EA

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    ACHADO NÃO É ROUBADO

    Fabrício Carpinejar


            Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.
            As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.
             A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.
             Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua.         Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.
             Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.
             Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.
             Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.


    Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
    Há concordância nominal INADEQUADA em:
    Escolha uma alternativa para a questão 9224c8f7-ea
  • F98E1823-E7

    Português

    Colocação Pronominal
    Faculdade Cásper Líbero · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir e responda à questao:


    Os adolescentes e a filosofia

    Vladimir Safatle


        Há poucos anos, o ensino de filosofia tornou-se matéria obrigatória para os alunos de ensino médio. Uma decisão acertada que leva em conta a necessidade de estudantes adolescentes desenvolverem habilidades críticas, além de compreenderem a complexidade da gênese de conceitos fundamentais para nossas formas de vida.

        De fato, a filosofia, tal como a conhecemos hoje, é o discurso que permite à chamada “experiência do pensamento ocidental” criticar seus próprios valores morais, estéticos, normas sociais e evidências cognitivas. A cláusula restritiva relativa ao “ocidente” justifica-se pelo fato de conhecermos muito pouco a respeito dos sistemas não ocidentais de pensamento. Temos, em larga medida, uma visão estereotipada de que eles ainda seriam fortemente vinculados ao pensamento mítico e, por isso, não teriam algo parecido à nossa razão desencantada, que baseia seus princípios na confrontação das argumentações a partir da procura do melhor argumento. É provável que em alguns anos tenhamos de rever tal análise.

        De toda forma, que adolescentes sejam apresentados à filosofia, eis algo que vale a pena conservar. A adolescência transformou-se entre nós em um momento de revisão profunda do sistema de valores e crenças, de abertura e de profunda insegurança. Em sociedades com tendências a criticar modelos de autoridade baseados no legado da tradição e na repetição de experiências passadas, sociedades que incitam os indivíduos a tomar em seus ombros a responsabilidade pela construção de seus estilos de vida, inclusive como estratégia para apagar os impasses propriamente sociais de nossos modelos de conduta e julgamento, a adolescência será necessariamente vivenciada de forma mais angustiante. Nesse sentido, o contato com a filosofia encontra um terreno fértil de questionamento.

        A avaliação dos livros e projetos pedagógicos normalmente direcionados a nossos alunos revela, no entanto, que deveríamos procurar outras estratégias de ensino. Nossos livros didáticos e paradidáticos são, na sua grande maioria, manuais de exposição da história da filosofia a partir de seus personagens principais. Os melhores se organizam a partir de temas específicos e do seu desdobramento nos últimos dois mil anos (o que, convenhamos, não é pouco tempo). Nos dois casos, alcança-se, no máximo, uma visão geral da história das ideias. Normalmente muito bem ilustrada.

        Melhor seria focar o ensino na leitura dirigida de textos maiores da tradição filosófica. Um adolescente tem todas as condições de ter uma primeira leitura produtiva de textos como O banquete ou A república, de Platão, Discurso sobre a origem da desigualdade, de Rousseau, Meditações, de Descartes, Além do bem e do mal, de Nietzsche, ou mesmo um texto como O que é o esclarecimento?, de Kant, entre tantos outros. São obras que abrem parte de suas questões diante de uma primeira leitura dirigida. Eles permitem ainda uma problematização sobre questões maiores como o amor, a política, a autoidentidade, a injustiça social e as aspirações da razão.

        Nesse sentido, ganharíamos mais se os cursos fossem direcionados, por um lado, ao aprendizado sistemático da leitura e da interpretação. Nossos alunos chegam à universidade sem uma real capacidade de compreensão e problematização de textos. Os cursos de Filosofia poderiam colaborar em muito para mudar tal realidade.

        Por outro lado, e sei que isso pode estranhar alguns, ganharíamos muito se uma parte dos cursos de Filosofia para os adolescentes fosse dedicada ao ensino da lógica. Nossos alunos chegam às universidades com dificuldades de escrita e raciocínio que poderiam ser minoradas se eles tivessem cursos de lógica. Sei que esta é uma das disciplinas de que nossos alunos de filosofia menos gostam, mas eles ganhariam muito, em todas as áreas, se tivessem uma formação mais sistemática no campo da lógica e da teoria do conhecimento.

        Neste momento em que a sociedade brasileira se dá conta da importância da luta pela qualidade do ensino, deveríamos parar de desqualificar a capacidade de raciocínio de nossos adolescentes. Eles merecem conhecer diretamente os textos e ideias que constituíram nossa experiência social. Esta seria uma estratégia melhor do que lhes apresentar manuais.

    Fonte: http://www.cartacapital.com.br/revista/760/os-adolescentes-e-a-filosofia-9201.html

    Assinale a alternativa que completa, de acordo, com a norma-padrão, as lacunas do período organizado a partir do texto: Se os cursos de filosofia se voltassem ______ interpretação sistematizada dos textos filosóficos, os alunos não ______ da capacidade de raciocinar com lógica; exercício inviável, sem que se ______ os textos canônicos da filosofia.
    Escolha uma alternativa para a questão f98e1823-e7
  • 29E2954D-E0

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Centro universitário FAG · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2


        Em algumas ocasiões uma pessoa que sofre um desmaio ________ o que vai acontecer e até consegue avisar alguém, mas a queda é inevitável. Trata-se de um reflexo, uma mensagem que o cérebro enviou ao coração e que faz a pessoa cair no chão e ficar inconsciente.
        “Às vezes, principalmente quando fazemos exercício, nossas artérias ________ pequenas janelas perto de nossos músculos para aumentar o fluxo sanguíneo e liberar oxigênio quando ele é necessário, o que retira o sangue do cérebro”, disse Adam Rutherford, geneticista e apresentador do programa da BBC Inside Science.
        “Isso também pode acontecer quando você vai desmaiar”, afirmou Hannah Fry, professora de Análise Espacial Avançada na University College de Londres.
        “Seu ritmo cardíaco ________ para alcançar a pressão que permita enviar mais sangue para o cérebro”, acrescentou a cientista.
        Mas, se essas medidas não funcionam, o cérebro ativa um “sistema de emergência”. E é nesse momento que ficamos inconscientes.
    http://noticias.terra.com.br/ciencia/... - adaptado. 
    Assinale a alternativa que preenche as lacunas do texto 2 CORRETAMENTE:
    Escolha uma alternativa para a questão 29e2954d-e0
  • DF27FA7C-DE

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos


    Fonte: Disponível em: <www.pordentroemrosa.blogspot.com.br/2014/11/

    sorrir-faz-bem-armandinho.html. Acesso em: 19 nov. 2016.

    Assinale a alternativa em que a reescrita de uma das falas no primeiro quadrinho observa a concordância verbal da norma-padrão e mantém a coerência com o teor do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão df27fa7c-de
  • 67C52457-DD

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Vera Teixeira de Aguiar, O verbal e o não verbal

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 67c52457-dd
  • 67C1CD47-DD

    Português

    Advérbios
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016
    Vera Teixeira de Aguiar, O verbal e o não verbal

    Assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 67c1cd47-dd
  • 2F45ECEF-D9

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Na oração “Eu paguei muito caro por esse par de tênis”, se o pronome pessoal passar para o plural, quantas palavras além dele sofrerão necessariamente alteração?
    Escolha uma alternativa para a questão 2f45ecef-d9
  • 2F31AA2D-D9

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe as frases a seguir.


    I - Fazem três anos que moro aqui.

    II - Vai fazer quinze anos que moro aqui.

    III - Deve haver muita gente desempregada.


    As conjugações verbais estão corretas em 
    Escolha uma alternativa para a questão 2f31aa2d-d9
  • F0B6A948-D9

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.



    BOTELHO, José Francisco. A odisseia da filosofia: uma breve história do pensamento ocidental. São Paulo: Abril, 2015
    Se o vocábulo “Deus” (l. 01) fosse colocado no feminino, quantas outras palavras (além dele) sofreriam modificação, levando-se em consideração apenas aquele período?
    Escolha uma alternativa para a questão f0b6a948-d9
  • C6EE1482-D8

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em um hipotético diálogo, um matuto diz a seguinte frase: Nóis apricêia muito os concêio que tu qué dá pra nóis.

    Para grafarmos este trecho em conformidade com a norma-padrão da linguagem, teríamos: 
    Escolha uma alternativa para a questão c6ee1482-d8
  • DD2C183A-D8

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Uma campanha alegre

    O País perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos e os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido, nem instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não existe nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Já se não crê na honestidade dos homens públicos. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos vão abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta em cada dia. Vivemos todos ao acaso. Perfeita, absoluta indiferença de cima a baixo! Todo o viver espiritual, intelectual, parado. O tédio invadiu as almas. A mocidade arrasta-se, envelhecida, das mesas das secretarias para as mesas dos cafés. A ruína econômica cresce, cresce, cresce... O comércio definha. A indústria enfraquece. O salário diminui. A renda diminui. O Estado é considerado na sua ação fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. Neste salve-se quem puder, a burguesia proprietária de casas explora aluguel. A agiotagem explora o juro. (…) A intriga política alastra-se por sobre a sonolência enfastiada do País. Apenas a devoção perturba o silêncio da opinião, com padre-nossos maquinais.
    Não é uma existência, é uma expiação. 

    Disponível em: QUEIROZ, E. Obras de Eça de Queiroz. Vol. III. Porto: Lello & Irmão, [s.d.], p. 959-960. 
    As frases abaixo, retiradas do texto Uma campanha alegre, foram adaptadas para o uso da segunda pessoa do singular do tempo verbal. Aponte a alternativa que completa corretamente as frases, de tal modo que a flexão dos verbos indicados entre parênteses esteja de acordo com as normas gramaticais, no tempo presente do indicativo e na segunda pessoa do singular.

    I – Tu ___________ a inteligência e a consciência moral. (perder)
    II – Já não _____________ na honestidade dos homens públicos. (crer)
    III – _____________________ progressivamente na imbecilidade e na inércia. (abater)
    IV – _________ por única direção a conveniência. (ter)
    V – Tu ___________ ao acaso. (viver)

    Escolha uma alternativa para a questão dd2c183a-d8