Questões do ENEM: Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831
Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
Resultados
129 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 7.
57038A64-A5 A história brasileira é repleta de eventos em que determinados grupos promoveram ações de ruptura das regras do jogo político, visando à conquista do poder, de forma que, tradicionalmente, tais ações, em muitos casos, acabaram por compor a história da nação classificadas como golpes.Em um desses eventos, o poder central determinou que o exército invadisse o plenário do congresso que estava em reunião para a elaboração da Constituição Brasileira, o que resultou na prisão de diversos deputados e na deportação de outros.Esse episódio refere-se à32870935-58 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831UNESP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosA primeira Constituição brasileira, de 1824, foiE8FD730A-EB História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831Universidade do Vale do Paraíba · 2017Muito difícilEntre para guardar nos favoritos“A análise atenta da documentação revela que a instauração do Estado Brasileiro (em 1822) se dá em meio à coexistência, no interior do que fora anteriormente a América portuguesa, de múltiplas identidades políticas, cada qual expressando trajetórias coletivas que, reconhecendo-se particulares, baliza, cada qual à sua maneira, o passado, o presente e o futuro das comunidades humanas em cujo interior eram engendradas”.(JANCSO, Istvan; PIMENTA, João Paulo. Peças de um mosaico ou apontamentos para o estudo da emergência da identidade nacional brasileira. Revista de História das Ideias, Volume 21, 2000, p. 392).Com base no texto acima e no conhecimento acerca da formação do Estado nacional basileiro em 1822, é possível afirmar que932780F6-EA História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos“A dissolução da Assembleia Constituinte e a outorga da Carta de 1824 acirraram os ânimos, principalmente em Pernambuco. O que incomodava os pernambucanos, assim como os membros da elite de outras províncias dos atuais Nordeste e Norte, era a falta de autonomia, em decorrência da opção de D. Pedro por um regime centralizado a partir do Rio de Janeiro.” (VAINFAS, Ronaldo e outros. História 2: o longo século XIX. – 2° Ed. São Paulo:Saraiva, 2013. p. 153)O texto faz referencia à política autoritária de D. Pedro I, a qual ocasionou a02DF6579-D5 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosO Brasil conseguiu se libertar do domínio de Portugal, embora continuasse com problemas econômicos profundos. No século XIX, o Brasil:F08523C5-D9 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa que melhor define o caráter da política de D. Pedro I através do Poder Moderador, instituído pela carta constitucional de 1824.A6BC107B-D8 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831IFF · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos“Gente que eu chamo (...), de ‘brasílicos’, não de luso-brasileiros ou de ‘brasileiros’ (...). Essa gente ‘brasílica’ já possuía uma identidade diferente da dos reinóis, dos portugueses de Portugal – como os moradores de Goa, de Macau e os outros luso-asiáticos espalhados na imensidão do Estado da Índia -, mas não tinha ainda a ideia de seu pertencimento a uma comunidade única encravada na América Portuguesa. Isso é a economia do ouro que vai engendrar, num segundo tempo, porque o ouro une o mercado brasileiro.”Disponível em: MORAES, José Geraldo Vinci de; REGO, José Marcio. Luiz Felipe de Alencastro. In: Conversas com historiadores brasileiros. São Paulo: ed. 34, 2002, p.254.Sobre os períodos colonial e imperial brasileiros, identifique a afirmação incorreta:
219001B6-D5 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosEntre as medidas tomadas pelo governo do Marquês de Pombal, na busca pela centralização do poder monárquico português, situam-se:1) a extinção do sistema de Capitanias Hereditárias no Brasil.2) a instituição das Aulas de Comércio na Colônia.3) a expulsão dos Jesuítas dos domínios portugueses.4) a imposição de um Juiz de Fora na presidência das câmaras municipais.5) a retirada de religiosos da direção das missões indígenas.
Estão corretas apenas:39B44E1A-C2 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831PUC - Campinas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.
Há no Romantismo nacional uma expressão evidente do culto da nacionalidade, o qual, tomado num sentido mais amplo, se manifesta também em lutas pela afirmação da liberdade política e determina a exaltação de valores e tradições. Esse sentimento é tomado também nos seus aspectos sociais, sob o apanágio dos direitos do homem livre, razão de ser do movimento abolicionista e matéria para o romance, para o teatro e para a poesia da época.
(Adaptado de: CANDIDO, Antonio e CASTELLO, José Aderaldo. Presença da Literatura Brasileira I. Das origens ao Romantismo. São Paulo: DIFE, 1974, p. 207-208)
Considere a imagem abaixo.
Na imagem, Batalha naval do Riachuelo, óleo sobre tela,
de Vitor Meirelles, executado em fins do século XIX.

(In: AZEVEDO, Gislene e SERIACOPI, Reinaldo. História.
São Paulo: Ática, 2005,(série Brasil), p.348)
Com base na observação da pintura e no conhecimento histórico, é correto afirmar que o autor da tela
8FCB63C8-B0 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831UDESC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosEm 25 de março de 1824, Dom Pedro I outorgou a Constituição Política do Império do Brasil. Em relação à Constituição de 1824, assinale a alternativa correta.957AEF04-31 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831ENEM · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosÉ hoje a nossa festa nacional. O Brasil inteiro, da capital do Império a mais remota e insignificante de suas aldeolas, congrega-se unânime para comemorar o dia que o tirou dentre as nações dependentes para colocá-lo entre as nações soberanas, e entregou-lhe os seus destinos, que até então haviam ficado a cargo de um povo estranho.
Gazeta de Notícias, 7 set. 1883.
As festividades em torno da Independência do Brasil marcam o nosso calendário desde os anos imediatamente posteriores ao 7 de setembro de 1822. Essa comemoração está diretamente relacionada com
C756C640-31 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831UNESPAR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosSobre as revoltas provinciais deflagradas no período regencial, considere as seguintes alternativas:
I. A Cabanagem - PA (1835-1840) foi um movimento popular com a participação de índios, caboclos e negros que se opôs à Regência e ocupou, por alguns meses, o governo da província.
II. A Revolução Farroupilha - RS/SC (1835-1845) foi uma revolta motivada, sobretudo, pela política tributária do governo regencial, que, por sua vez, conseguiu conter o movimento, punir os líderes e impor as tarifas que causaram o início do movimento.
III. A Sabinada – BA (1837-1838) pregava a República federativa, estabelecendo em 1837 o novo regime na BA, o qual se manteria até a maioridade do futuro imperador. Após reação dos senhores de engenho do Recôncavo e do governo central (com a Armada) a capital da BA foi retomada.
IV. As revoltas Cabanagem, Revolução Farroupilha e Sabinada tinham em comum demandas regionais não atendidas pelo governo central. Em nenhum caso, seus líderes pretendiam ampliar as conquistas para o âmbito nacional.
0AD6D018-0D História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831UECE · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosObserve o seguinte enunciado: “Com a dissolução da Assembleia Constituinte, em 12 de novembro de 1823, aumentou a insatisfação com o governo de D. Pedro I, sobretudo no Nordeste. Em 2 de julho de 1824, em Pernambuco, Manuel Carvalho Paes de Andrade lança o manifesto que dá origem ao movimento. Contudo, antes da manifestação ocorrida no Recife, apoiada por Cipriano Barata e por Joaquim da Silva Rabelo (o Frei Caneca), ambos experientes revoltosos, a província do Ceará já tinha sua manifestação contrária ao Imperador, ocorrida no município de Nova Vila do Campo Maior (hoje Quixeramobim), em 9 de janeiro de 1824 e liderada por Gonçalo Inácio de Loyola Albuquerque e Melo (o Padre Mororó)”.
O movimento ocorrido no Brasil durante o Império a que o enunciado acima se refere é denominado
D838895F-A6 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831ENEM · 2016Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
TEXTO II
Os santos tornaram-se grandes aliados da Igreja para atrair novos devotos, pois eram obedientes a Deus e ao poder clerical. Contando e estimulando o conhecimento sobre a vida dos santos, a Igreja transmitia aos fiéis os ensinamentos que julgava corretos e que deviam ser imitados por escravos que, em geral, traziam outras crenças de suas terras de origem, muito diferentes das que preconizava a fé católica.
OLIVEIRA, A. J. Negra devoção. Revista de História da Biblioteca Nacional, n. 20, maio 2007 (adaptado).
Posteriormente ressignificados no interior de certas irmandades e no contato com outra matriz religiosa, o ícone e a prática mencionada no texto estiveram desde o século XVII relacionados a um esforço da Igreja Católica paraBBAE0865-E2 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831Universidade Católica de Pelotas · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritosO movimento revolucionário que ocorreu no Nordeste, em 1824, contra o Estado brasileiro centralizador, imperial, autoritário, dominado pelas elites do Rio de Janeiro, foi denominado historicamente comoB2BC59BB-DD História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos“A especificidade do Brasil, que se manteve como única monarquia em meio às repúblicas criadas pela independência nas Américas, indica as trajetórias diversas seguidas pelas colônias em sua transição para Estados independentes. Elas indubitavelmente compartilham de algumas características comuns importantes que as vinculam em um processo que varreu o mundo atlântico (...)”
Assinale a alternativa que NÃO contém uma das “características comuns” citadas no texto.F63102D4-D8 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831Universidade Estadual de Roraima · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosPara Frei Caneca o Poder Moderador, criado por D. Pedro I, na Constituição de 1824 era uma “... invenção maquiavélica e a chave mestra da opressão da nação brasileira e o garrote mais forte da liberdade dos povos” (FERES JR, João. Léxico da História dos Conceitos Políticos. Belo Horizonte: UFMG 2009). Pedro I foi influenciado pelos renascentistas. Quanto ao Poder Moderador é CORRETO afirmar que:1A31FB30-D5 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosO sistema eleitoral em vigor no Império Brasileiro adotava o voto censitário, o que significava que:6B82A74B-24 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831PUC-GO · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO 2
VI
Para entenderes bem o que é a morte e a vida, basta contar-te como morreu minha avó.
— Como foi?
— Senta-te.
Rubião obedeceu, dando ao rosto o maior interesse possível, enquanto Quincas Borba continuava a andar.
— Foi no Rio de Janeiro, começou ele, defronte da Capela Imperial, que era então Real, em dia de grande festa; minha avó saiu, atravessou o adro, para ir ter à cadeirinha, que a esperava no Largo do Paço. Gente como formiga. O povo queria ver entrar as grandes senhoras nas suas ricas traquitanas. No momento em que minha avó saía do adro para ir à cadeirinha, um pouco distante, aconteceu espantar-se uma das bestas de uma sege; a besta disparou, a outra imitou-a, confusão, tumulto, minha avó caiu, e tanto as mulas como a sege passaram-lhe por cima. Foi levada em braços para uma botica da Rua Direita, veio um sangrador, mas era tarde; tinha a cabeça rachada, uma perna e o ombro partidos, era toda sangue; expirou minutos depois.
— Foi realmente uma desgraça, disse Rubião.
— Não.
— Não?
— Ouve o resto. Aqui está como se tinha passado o caso. O dono da sege estava no adro, e tinha fome, muita fome, porque era tarde, e almoçara cedo e pouco. Dali pôde fazer sinal ao cocheiro; este fustigou as mulas para ir buscar o patrão. A sege no meio do caminho achou um obstáculo e derribou-o; esse obstáculo era minha avó. O primeiro ato dessa série de atos foi um movimento de conservação: Humanitas tinha fome. Se em vez de minha avó, fosse um rato ou um cão, é certo que minha avó não morreria, mas o fato era o mesmo; Humanitas precisa comer. Se em vez de um rato ou de um cão, fosse um poeta, Byron ou Gonçalves Dias diferia o caso no sentido de dar matéria a muitos necrológios; mas o fundo subsistia. O universo ainda não parou por lhe faltarem alguns poemas mortos em flor na cabeça de um varão ilustre ou obscuro; mas Humanitas (e isto importa, antes de tudo) Humanitas precisa comer.
Rubião escutava, com a alma nos olhos, sinceramente desejoso de entender; mas não dava pela necessidade a que o amigo atribuía a morte da avó. Seguramente o dono da sege, por muito tarde que chegasse à casa, não morria de fome, ao passo que a boa senhora morreu de verdade, e para sempre. Explicou-lhe, como pôde, essas dúvidas, e acabou perguntando-lhe:
— E que Humanitas é esse?
— Humanitas é o princípio. Mas não, não digo nada, tu não és capaz de entender isto, meu caro Rubião; falemos de outra coisa.
— Diga sempre.
Quincas Borba, que não deixara de andar, parou alguns instantes.
— Queres ser meu discípulo?
— Quero.
— Bem, irás entendendo aos poucos a minha filosofia; no dia em que a houveres penetrado inteiramente, ah! nesse dia terás o maior prazer da vida, porque não há vinho que embriague como a verdade. Crê-me, o Humanitismo é o remate das coisas; e eu, que o formulei, sou o maior homem do mundo. Olha, vês como o meu bom Quincas Borba está olhando para mim? Não é ele, é Humanitas...
— Mas que Humanitas é esse?
— Humanitas é o principio. Há nas coisas todas certa substância recôndita e idêntica, um princípio único, universal, eterno, comum, indivisível e indestrutível, — ou, para usar a linguagem do grande Camões:
Uma verdade que nas coisas anda,
Que mora no visíbil e invisíbil.
Pois essa sustância ou verdade, esse princípio indestrutível é que é Humanitas. Assim lhe chamo, porque resume o universo, e o universo é o homem. Vais entendendo?
— Pouco; mas, ainda assim, como é que a morte de sua avó...
— Não há morte. O encontro de duas expansões, ou a expansão de duas formas, pode determinar a supressão de uma delas; mas, rigorosamente, não há morte, há vida, porque a supressão de uma é a condição da sobrevivência da outra, e a destruição não atinge o princípio universal e comum. Daí o carácter conservador e benéfico da guerra. Supõe tu um campo de batatas e duas tribos famintas. As batatas apenas chegam para alimentar uma das tribos, que assim adquire forças para transpor a montanha e ir à outra vertente, onde há batatas em abundância; mas, se as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não chegam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição. A paz, nesse caso, é a destruição; a guerra é a conservação. Uma das tribos extermina a outra e recolhe os despojos. Daí a alegria da vitória, os hinos, aclamações, recompensas públicas e todos os demais efeitos das ações bélicas. Se a guerra não fosse isso, tais demonstrações não chegariam a dar-se, pelo motivo real de que o homem só comemora e ama o que lhe é aprazível ou vantajoso, e pelo motivo racional de que nenhuma pessoa canoniza uma ação que virtualmente a destrói. Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas.
— Mas a opinião do exterminado?
— Não há exterminado. Desaparece o fenômeno; a substância é a mesma. Nunca viste ferver água? Hás de lembrar-te que as bolhas fazem-se e desfazem-se de contínuo, e tudo fica na mesma água. Os indivíduos são essas bolhas transitórias.
— Bem; a opinião da bolha...
— Bolha não tem opinião. Aparentemente, há nada mais contristador que uma dessas terríveis pestes que devastam um ponto do globo? E, todavia, esse suposto mal é um benefício, não só porque elimina os organismos fracos, incapazes de resistência, como porque dá lugar à observação, à descoberta da droga curativa. A higiene é filha de podridões seculares; devemo-la a milhões de corrompidos e infectos. Nada se perde, tudo é ganho. Repito, as bolhas ficam na água. Vês este livro? É Dom Quixote. Se eu destruir o meu exemplar, não elimino a obra, que continua eterna nos exemplares subsistentes e nas edições posteriores. Eterna e bela, belamente eterna, como este mundo divino e supradivino.
(ASSIS, Machado de. Quincas Borba. 18. ed. São Paulo: Ática, 2011. p. 26-28.)
No Texto 2 o narrador nos remete a uma cena cotidiana da vida urbana na capital do Império, Rio de Janeiro, subverte o tempo e o espaço e nos descortina as relações de poder que eram vivenciadas pela sociedade naquela cidade. Com relação a esse tema, analise as afirmativas a seguir:
I-A vinda da Corte portuguesa para o Brasil em 1808 promoveu mudanças sociais. Dentre essas, o surgimento de um grupo de proprietários de terra que se notabilizou por abastecer com produtos agrários o mercado carioca e, com isso, conseguir ascensão política local e provincial. Porém, esse grupo não era aceito na Corte por estar ligado ao comércio.
II-O surto cafeeiro, por ter se desenvolvido com recursos nacionais, possibilitou a autonomia e independência das elites cariocas com relação ao capital estrangeiro para implementar suas atividades comerciais e financeiras.
III-Era comum encontrar na cidade escravos exercendo todas as formas de trabalho, dentro e fora das casas, no comércio, nas ruas, nas artes e em outros ofícios. Esses escravos, diferentemente dos escravos das fazendas, não sofriam castigos e gozavam de liberdade e autonomia.
IV-A proibição do tráfico de escravos liberou capitais para aplicações bancárias e ampliação de serviços. Com isso, criaram-se condições favoráveis à diminuição das desigualdades sociais, pois os ex-escravos foram incorporados no mercado e se transformaram em prestadores de serviços assalariados.
Em relação às proposições analisadas, assinale a única alternativa cujos itens estão todos corretos:
08000F25-1D História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831PUC - RS · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosSobre a situação econômica e financeira do Brasil durante o Primeiro Reinado, é INCORRETO afirmar que