Questões do ENEM: Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

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5.815 questões encontradas. Mostrando a página 287 de 291.

  • 8081D3C5-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMT · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2008

    O Ministério Público do Trabalho e o Ministério Público do Estado de Mato Grosso usaram o gênero propaganda social (Texto I) para
    Escolha uma alternativa para a questão 8081d3c5-df
  • 807E71EF-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMT · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia trecho de Dom Casmurro, de Machado de Assis, para responder à questão. 


    A DENÚNCIA


        Ia a entrar na sala de visitas, quando ouvi proferir o meu nome e escondi-me atrás da porta. A casa era a da Rua de Matacavalos. O mês novembro, o ano é que é um tanto remoto, mas eu não hei de trocar as datas à minha vida só para agradar as pessoas que não amam histórias velhas; o ano era de 1857.

        – D. Glória, a senhora persiste na idéia de meter o nosso Bentinho no seminário? É mais que tempo, e já agora pode haver uma dificuldade.

        – Que dificuldade?

        – Uma grande dificuldade.

        Minha mãe quis saber o que era. José Dias, depois de alguns instantes de concentração, veio ver se havia alguém no corredor; não deu por mim, voltou e, abafando a voz, disse que a dificuldade estava na casa ao pé, a gente do Pádua.

        – A gente do Pádua?

        – Há algum tempo estou para lhe dizer isto, mas não me atrevia. Não me parece bonito que o nosso Bentinho ande metido nos cantos com a filha do Tartaruga, e esta é a dificuldade, porque se eles pegam de namoro, a senhora terá muito que lutar para separá-los.

        – Não acho. Metidos nos cantos?

        – É um modo de falar. Em segredinhos, sempre juntos. Bentinho quase que não sai de lá. A pequena é uma desmiolada; o pai faz que não vê; tomara ele que as coisas andassem de tal maneira, que... Compreendo o seu gesto, a senhora não crê em tais cálculos, parece-lhe que todos têm a alma cândida...

        – Mas, Sr. José Dias, tenho visto os pequenos brincando, e nunca vi nada que faça desconfiar. Basta a idade: Bentinho mal tem quinze anos. Capitu fez quatorze à semana passada; são dois criançolas. Não se esqueça que foram criados juntos, desde aquela grande enchente, há dez anos, em que a família do Pádua perdeu tanta coisa; daí vieram as nossas relações. Pois eu hei de crer?... Mano Cosme, você que acha?

        Tio Cosme respondeu com um “Ora!” que, traduzido em vulgar, queria dizer. “São imaginações de José Dias; os pequenos divertem-se, eu divirto-me; onde está o gamão?”

         – Sim, creio que o senhor está enganado.

         – Pode ser, minha senhora. Oxalá tenham razão; mas creia que não falei senão depois de muito examinar... ......................................................................................................................................................................................................................

    José Dias desculpava-se: “Se soubesse, não tinha falado, mas falei pela veneração, pela estima, pelo afeto, para cumprir um dever amargo, um dever amaríssimo...” 

    Com base no texto de Machado de Assis, assinale a afirmativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 807e71ef-df
  • 8079EF1A-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMT · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia trecho de Dom Casmurro, de Machado de Assis, para responder à questão. 


    A DENÚNCIA


        Ia a entrar na sala de visitas, quando ouvi proferir o meu nome e escondi-me atrás da porta. A casa era a da Rua de Matacavalos. O mês novembro, o ano é que é um tanto remoto, mas eu não hei de trocar as datas à minha vida só para agradar as pessoas que não amam histórias velhas; o ano era de 1857.

        – D. Glória, a senhora persiste na idéia de meter o nosso Bentinho no seminário? É mais que tempo, e já agora pode haver uma dificuldade.

        – Que dificuldade?

        – Uma grande dificuldade.

        Minha mãe quis saber o que era. José Dias, depois de alguns instantes de concentração, veio ver se havia alguém no corredor; não deu por mim, voltou e, abafando a voz, disse que a dificuldade estava na casa ao pé, a gente do Pádua.

        – A gente do Pádua?

        – Há algum tempo estou para lhe dizer isto, mas não me atrevia. Não me parece bonito que o nosso Bentinho ande metido nos cantos com a filha do Tartaruga, e esta é a dificuldade, porque se eles pegam de namoro, a senhora terá muito que lutar para separá-los.

        – Não acho. Metidos nos cantos?

        – É um modo de falar. Em segredinhos, sempre juntos. Bentinho quase que não sai de lá. A pequena é uma desmiolada; o pai faz que não vê; tomara ele que as coisas andassem de tal maneira, que... Compreendo o seu gesto, a senhora não crê em tais cálculos, parece-lhe que todos têm a alma cândida...

        – Mas, Sr. José Dias, tenho visto os pequenos brincando, e nunca vi nada que faça desconfiar. Basta a idade: Bentinho mal tem quinze anos. Capitu fez quatorze à semana passada; são dois criançolas. Não se esqueça que foram criados juntos, desde aquela grande enchente, há dez anos, em que a família do Pádua perdeu tanta coisa; daí vieram as nossas relações. Pois eu hei de crer?... Mano Cosme, você que acha?

        Tio Cosme respondeu com um “Ora!” que, traduzido em vulgar, queria dizer. “São imaginações de José Dias; os pequenos divertem-se, eu divirto-me; onde está o gamão?”

         – Sim, creio que o senhor está enganado.

         – Pode ser, minha senhora. Oxalá tenham razão; mas creia que não falei senão depois de muito examinar... ......................................................................................................................................................................................................................

    José Dias desculpava-se: “Se soubesse, não tinha falado, mas falei pela veneração, pela estima, pelo afeto, para cumprir um dever amargo, um dever amaríssimo...” 

    Em Compreendo o seu gesto, a senhora não crê em tais cálculos, parece-lhe que todos têm a alma cândida, José Dias indica que
    Escolha uma alternativa para a questão 8079ef1a-df
  • 8075A241-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMT · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia trecho de Dom Casmurro, de Machado de Assis, para responder à questão. 


    A DENÚNCIA


        Ia a entrar na sala de visitas, quando ouvi proferir o meu nome e escondi-me atrás da porta. A casa era a da Rua de Matacavalos. O mês novembro, o ano é que é um tanto remoto, mas eu não hei de trocar as datas à minha vida só para agradar as pessoas que não amam histórias velhas; o ano era de 1857.

        – D. Glória, a senhora persiste na idéia de meter o nosso Bentinho no seminário? É mais que tempo, e já agora pode haver uma dificuldade.

        – Que dificuldade?

        – Uma grande dificuldade.

        Minha mãe quis saber o que era. José Dias, depois de alguns instantes de concentração, veio ver se havia alguém no corredor; não deu por mim, voltou e, abafando a voz, disse que a dificuldade estava na casa ao pé, a gente do Pádua.

        – A gente do Pádua?

        – Há algum tempo estou para lhe dizer isto, mas não me atrevia. Não me parece bonito que o nosso Bentinho ande metido nos cantos com a filha do Tartaruga, e esta é a dificuldade, porque se eles pegam de namoro, a senhora terá muito que lutar para separá-los.

        – Não acho. Metidos nos cantos?

        – É um modo de falar. Em segredinhos, sempre juntos. Bentinho quase que não sai de lá. A pequena é uma desmiolada; o pai faz que não vê; tomara ele que as coisas andassem de tal maneira, que... Compreendo o seu gesto, a senhora não crê em tais cálculos, parece-lhe que todos têm a alma cândida...

        – Mas, Sr. José Dias, tenho visto os pequenos brincando, e nunca vi nada que faça desconfiar. Basta a idade: Bentinho mal tem quinze anos. Capitu fez quatorze à semana passada; são dois criançolas. Não se esqueça que foram criados juntos, desde aquela grande enchente, há dez anos, em que a família do Pádua perdeu tanta coisa; daí vieram as nossas relações. Pois eu hei de crer?... Mano Cosme, você que acha?

        Tio Cosme respondeu com um “Ora!” que, traduzido em vulgar, queria dizer. “São imaginações de José Dias; os pequenos divertem-se, eu divirto-me; onde está o gamão?”

         – Sim, creio que o senhor está enganado.

         – Pode ser, minha senhora. Oxalá tenham razão; mas creia que não falei senão depois de muito examinar... ......................................................................................................................................................................................................................

    José Dias desculpava-se: “Se soubesse, não tinha falado, mas falei pela veneração, pela estima, pelo afeto, para cumprir um dever amargo, um dever amaríssimo...” 

    Em relação às opiniões da personagem machadiana José Dias, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


    ( ) Namoro com Bentinho representa oportunidade de ascensão social para a gente do Pádua.

    ( ) Descuido do Tartaruga na vigilância da filha era intencional, puro cálculo.

    ( ) Projeto de fazer Bentinho padre pode ser dificultado por eventual namoro com Capitu.

    ( ) Dona Glória acreditava na capacidade do Pádua fazer cálculos, planejar um futuro melhor para Capitu.


    Assinale a seqüência correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 8075a241-df
  • C560BC02-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Marque a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c560bc02-6e
  • C260F59A-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2008Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    m “Os olhos da mulher, súplica e esperança, o meio sorriso, ferida aberta no meio da cara [...] Mas ela nada diz de sua boca, impõe com as mãos febris, com as pernas magras, com o corpo esquálido de bicho fêmea que ele lhe entregue seu corpo duro de bicho macho [...] Ela vê volume nos bolsos dele, mete as mãos e as traz cheias de brita que atira pela janela, o dinheiro, cadê o dinheiro?” (p.16-17) e em “Irene [...] provado devagarinho, por primeira vez, quem sabe?, o sabor que pode ter tocar-se o corpo de um homem por nada, só por carinho” (p. 57), é possível afirmar

    I - que o fio de esperança por dias melhores, alimentado por Irene, depois de conhecer Rosálio, opera uma mudança na sua forma de ver e de sentir o outro.

    II - que, embora lutando por sobreviver e alimentar um “guri e uma velha”, Irene encontra momentos para pensar em si, cuidar de si, ao mesmo tempo em que cuida do outro (Rosálio);

    III - que não há alusão a uma possível mudança na forma de Irene sentir a si e ao outro: ela apenas quis agradá-lo (como mostra o fragmento), depois retoma a dura vida de prostituta, uma vez que a sobrevivência é um imperativo maior que “o prazer de ler”;

    Está(ão) correta(s) apenas a(s) proposição(ões)
    Escolha uma alternativa para a questão c260f59a-6e
  • C0E696E9-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    O vôo da guará vermelha traz à tona momentos em que a sinestesia e recursos gráficos e fônicos, mais recorrentes na poesia, têm liberdade de se fazerem presentes na narrativa. Pode-se dizer que,

    I - em “cores desmaiadas, manchadas, nas cores, todas as cores, em trapos de vestir, em colchas e cortinas, almofadas desbotadas e bonecas estropiadas,nos restos de tintas e papéis nas paredes [...] cores de vida, fanada mas vida, ainda pulsante, cores redobradas” (p. 15), é possível entender o chamar a atenção para o vermelho que é presente em toda a obra, seja com o significado de vida (paixão, desejo de viver), seja com o significado de morte (ave/mulher ferida, condenada = guará (vermelha), mulher (de vestido vermelho = prostituta).

    II - em “Esta mulher saber ler!, leia mais, lia tudinho, me diga onde está ‘guará’ e onde está ‘vermelha’ e ‘sangue’ e ‘espinhos’ e ‘penas’. Aqui, ali, acolá, Rosálio corre as linhas buscando a guará vermelha nos espinheiros das letras até vê-la com clareza distinguir luminosos, espinhos, penas e sangue” (p. 24), os termos em destaque (guará, vermelho,sangue, espinhos, pena) compõem um conciso inventário terminológico que induz o leitor a entender que, articulados como se encontram, aludem à vida, paixão e morte de Irene.

    III - em “Rosálio olha intrigado tentando compreender que, quando lê ‘avó’, por quê, quando lê ‘avô’, parece que alguma coisa lembra-lhe a ave guará? A mulher ri da pergunta e lhe explica o ‘a’, o ‘v’, o ‘ó’, o ‘ô’, e o ‘e’ e ele fica deslumbrado com as letras do abc” (p. 42), constrói-se uma harmonia fônica em que os grafemas e os sons de ‘ave’, ‘avó’ e ‘avô’ são, poeticamente, imaginados na seqüência “ave, avó, avô, guará”, jogo lingüístico-poético que atualiza, na história contada, o título da obra, disseminado ao longo da narrativa (ave – guará; avó/avô – vôo, guará – ave de coloração vermelha);

    Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões)
    Escolha uma alternativa para a questão c0e696e9-6e
  • BF6A5F80-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos
    Em O vôo da guará vermelha, Irene conta (e ouve) histórias de “fazer durar” ou estender o tempo, atitude similar a de Sherazade, que, para evitar a sua morte pelo sultão, seu esposo, cumpre a tarefa de, à noite, contar-lhe um “conto”, deixando a história em suspenso para que ele tome gosto e queira ouvir a continuação na noite seguinte. No que diz respeito a O vôo da guará vermelha, pode-se afirmar
    Escolha uma alternativa para a questão bf6a5f80-6e
  • BDF3B3FF-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia os fragmentos 1 e 2, abaixo, e analise o que se afirma sobre eles em seguida.

    1. “O meu nome é Severino,/não tenho outro de pia./Como há muitos Severinos,/que é santo de romaria,/deram então de me chamar/ Severino de Maria [...] Somos muitos Severinos/iguais em tudo na vida” (seis primeiros versos do poema Morte e vida severina)

    2. “[...] E aqui arribou, onde havia tantos outros, Rosálios, chegados pelas mesmas veredas, macambúzios, revestidos de cinzenta tristeza [...]” (O vôo da guará vermelha. p. 12)

    A leitura dos fragmentos permite o leitor perceber

    I - que ambos convergem para um mesmo ponto semântico: a aproximação entre Severino e Rosálio, que, pelo nome, comum ou adotado de uma “linhagem sem precedentes”, enfatiza um sujeito social sem grande “função”, espécie de “peso morto”, aparentemente vivendo à revelia dos prazeres, uma vez que a prioridade na vida de ambos é a sobrevivência.

    II - que, diferentemente de Severino, Rosálio sobrepõe-se à mera atividade funcional por ele desenvolvida, porque encontra alimento para o seu espírito no “prazer de ler”, e somente isso na vida lhe basta.

    III - que Severino, assim como Rosálio, encontra nas tradições culturais de sua comunidade respostas para uma vida melhor, daí migrar do interior para centros urbanos mais desenvolvidos, onde, à custa de bastante sacrifício, encontra uma forma de viver dignamente.

    É(São) correto(s) apenas:
    Escolha uma alternativa para a questão bdf3b3ff-6e
  • BC8387A6-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia as assertivas abaixo a respeito de Morte e vida severina:

    I - Poema narrativo no qual predomina a construção imaginária de um Nordeste rico em tradições culturais, idealizando um espaço social sem divisões rígidas, onde a morte, tema principal do autor, aparece como signo da renovação constante, do nascimento e da vida.

    II - Poema narrativo que usa preferencialmente o verso heptassílabo, ou redondilha maior, próprio à tradição ibérico-medieval e ao folclore nordestino, as duas principais influências temático-formais do texto.

    III - Severino, que conota ao mesmo tempo sujeito e condição, substantivo e adjetivo (Severina), vai em busca da própria vida, retirando-se de um espaço pautado pela exclusão sócio-econômica em que predominam as diversas facetas da morte, reveladoras da própria divisão social;

    IV - O acentuado cunho social de Morte e vida severina destoa da obra de João Cabral de Melo Neto, preocupada exclusivamente com os aspectos formais da poesia.
    Escolha uma alternativa para a questão bc8387a6-6e
  • BB089A4C-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 010.jpg

    Assinale a alternativa que NÃO SE APLICA ao romance de Raul Pompéia:
    Escolha uma alternativa para a questão bb089a4c-6e
  • B99D9869-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia as assertivas abaixo a respeito da obra poética de João Cabral de Melo Neto:

    I - Poesia de profunda consciência formal, que conseguiu aliar as conquistas poéticas do modernismo a uma reflexão sobre a realidade social brasileira, sobretudo do homem nordestino.

    II - Filiou-se à Geração de 45, sendo um dos seus principais expoentes e o grande disseminador de seus pressupostos estéticos e ideológicos.

    III - Opôs-se ao lirismo sentimental, dominante na história da poesia brasileira, e construiu uma poesia impessoal, com o intuito de alcançar pela palavra a dimensão mais concreta possível da realidade.
    Escolha uma alternativa para a questão b99d9869-6e
  • 628F54CB-60

    Português

    Interpretação de Textos
    UFLA · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    A descrição da natureza constitui recurso estético que contribui para integrar as personagens aos ambientes onde vivem.

    Em “Sarapalha”, de Guimarães Rosa, essa integração e também a humanização da natureza com Argemiro expressa-se na seguinte alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 628f54cb-60
  • 9563BFD4-5F

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Em “Contra todas as expectativas, o homem teve de voltar ao presídio”, a oração se encontra estrategicamente colocada em que posição e com que objetivo semântico?
    Escolha uma alternativa para a questão 9563bfd4-5f
  • 8C778A8D-5F

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Observe o parágrafo abaixo:


    “O ex-prefeito de Juiz de Fora Carlos Alberto Bejani é mesmo um fenômeno. Em pleno Brasil do ano de 2008, onde tão pouca gente chega a se meter em algum problema mais sério, de verdade, por cometer atos de delinqüência na vida pública, ele conseguiu ser preso duas vezes seguidas, entre abril e junho. Para começar, deixou-se pegar em flagrante, naquele tipo de cena que hoje em dia se tornou um clássico da nossa política: recebendo pacotes de dinheiro vivo, em valor um pouco acima de 1,1 milhão de reais, numa gravação com imagem e som. Ficou catorze dias na cadeia e foi solto, como acontece sempre: e, como acontece sempre, tudo deveria ir acabando por aí. Neste caso, porém, nem mesmo a incomparável proteção que as leis e a justiça brasileira oferecem a gente como o exprefeito foi suficiente para mantê-lo solto. O documento que ele apresentou para justificar a origem do dinheiro – a já tradicional venda de uma ‘fazenda’, variante da venda de bois, cavalos etc. – foi considerado falso. Diante de sua absoluta falta de cuidado com o que dizia enquanto era gravado, ficou claro que o dinheiro lhe fora entregue em troca da concessão de diversos aumentos no preço das passagens municipais de ônibus. Contra todas as expectativas, o homem teve de voltar ao presídio.” (GUZZO, J. R. Agravo x embargo. Veja, São Paulo, 25 jun. 2008. Seções, p. 140) 


    O autor utiliza um recurso de repetição no meio do parágrafo (como acontece sempre) que enfatiza um aspecto importante para o reforço da idéia a ser desenvolvida. Isso demonstra, na seqüência, que ele:

    Escolha uma alternativa para a questão 8c778a8d-5f
  • 89C8F799-5F

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 001.jpg

    O autor do artigo estabelece, logo no início do texto, uma qualidade de exceção ao ex-prefeito de Juiz de Fora. Como estratégica de construção do artigo, a palavra “fenômeno” ganha um sentido irônico ao longo do próprio parágrafo que acaba nos revelando:
    Escolha uma alternativa para a questão 89c8f799-5f
  • 4579B38D-5E

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMG · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO:As questões de 45 a 48 baseiam-se nas obras indicadas para leitura prévia.

    A antologia Meus poemas preferidos contém poemas representativos de toda a trajetória de Manuel Bandeira.

    Em obra sobre o poeta, afrma um de seus críticos:

    A passagem dos três primeiros livros para Libertinagem [que é o quarto livro] talvez seja o assunto mais abordado pelos estudiosos do poeta. Lúcia Miguel Pereira se refere a ela como a vitória da “vida exterior sobre a interior”, o resultado do “esforço que o poeta fez para sair de si, para se objetivar”.

    MOURA, Murilo Marcondes de. Manuel Bandeira. São Paulo: Publifolha, 2001. p. 40

    Esse traço, que apareceu na passagem do terceiro para o quarto livro, persistiu nas obras posteriores do autor.

    Assinale a alternativa em que, segundo a perspectiva apontada pelos críticos, os versos transcritos, de Meus poemas preferidos, pertencem a um dos três primeiros livros de Manuel Bandeira.
    Escolha uma alternativa para a questão 4579b38d-5e
  • 43F903B8-5E

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMG · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO:As questões de 45 a 48 baseiam-se nas obras indicadas para leitura prévia.

    Entre as funções do Palhaço, em Auto da compadecida, NÃO se inclui a de
    Escolha uma alternativa para a questão 43f903b8-5e
  • 427B8466-5E

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMG · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO:As questões de 45 a 48 baseiam-se nas obras indicadas para leitura prévia.

    Leia esta passagem de S. Bernardo:

    O meu fto na vida foi apossar-me das terras de S. Bernardo, construir esta casa, plantar algodão, plantar mamona, levantar a serraria e o descaroçador, introduzir nestas brenhas a pomicultura e a avicultura, adquirir um rebanho bovino regular.

    RAMOS, Graciliano. S. Bernardo. Rio de Janeiro: Record, 2007. p. 12.

    Assinale a alternativa em que a ação narrada NÃO contribuiu para que Paulo Honório alcançasse seu objetivo.
    Escolha uma alternativa para a questão 427b8466-5e