Questões do ENEM: Modernismo

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484 questões encontradas. Mostrando a página 11 de 25.

  • 479402CC-B1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Federal do Amazonas · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o Modernismo, assinale a alternativa INCORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão 479402cc-b1
  • A375C351-B1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Ninguém imaginará que, topando os obstáculos mencionados, eu haja procedido invariavelmente com segurança e percorrido, sem me deter, caminhos certos. Não senhor, não procedi nem percorri. Tive abatimentos, desejo de recuar; contornei dificuldades: muitas curvas. Acham que andei mal? A verdade é que nunca soube quais foram os meus atos bons e quais foram os maus. Fiz coisas boas que me trouxeram prejuízo; fiz coisas ruins que deram lucro. E como sempre tive a intenção de possuir as terras de São Bernardo, considerei legítimas as ações que me levaram a obtê-las.
    (RAMOS, G. São Bernardo. 42. ed. Rio de Janeiro: Record, 1984. p. 39.)
    Com base na leitura prévia de São Bernardo e no trecho do romance, considere as afirmativas a seguir sobre as correlações com os elementos da narrativa.



    I. O espaço é essencial no romance, desde o título do livro, até as justificativas, incluídas no trecho, para determinadas ações.

    II. O tempo é linear, sem retrospectivas, pois o narrador não se arrepende de eventuais deslizes cometidos em sua trajetória.

    III. O narrador limita-se a relatar fatos, sem parcialidade, ainda que a presença de circunstâncias desconhecidas lhe cause angústia.

    IV. A condição de protagonista é construída no trecho sem o recurso de dotá-lo de estabilidade moral e do enobrecimento que caracterizam heróis tradicionais.


    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão a375c351-b1
  • EDFDF0A2-AF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNIOESTE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Com base nos contos e o que se declara a respeito, assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão edfdf0a2-af
  • E80EF499-AF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão refere-se ao romance A hora da estrela, de Clarice Lispector.  Assinale a alternativa correta sobre a obra.
    Escolha uma alternativa para a questão e80ef499-af
  • E80714C3-AF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão refere-se à peça Gota d’água, de Chico Buarque e Paulo Pontes. 

    Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações sobre a peça.


    ( ) Joana ajudou Jasão a tornar-se um compositor de sucesso, e é a quem ele demonstra, a todo instante, sua gratidão.

    ( ) Joana é quatorze anos mais velha do que Jasão.

    ( ) A cantoria dos vizinhos tem o papel do coro da tragédia grega.

    ( ) Creonte escolhe Jasão para sua sucessão no poder, visando ao bem-estar da comunidade.



    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

    Escolha uma alternativa para a questão e80714c3-af
  • E802837C-AF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão refere-se à peça Gota d’água, de Chico Buarque e Paulo Pontes.  Assinale a alternativa correta sobre a peça.
    Escolha uma alternativa para a questão e802837c-af
  • E7FDAF11-AF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa correta sobre o álbum Tropicalia ou panis et circenses.
    Escolha uma alternativa para a questão e7fdaf11-af
  • E7F925E5-AF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a abertura e um trecho final da crônica É chato ser brasileiro!, de Nélson Rodrigues.

    Dizem que o Brasil tem analfabetos demais. E, no entanto, vejam vocês: – a vitória final, na Copa da Suécia, operou o milagre. Se analfabetos existiam, sumiram-se na vertigem do triunfo. A partir do momento em que o rei Gustavo, da Suécia, veio apertar as mãos dos Pelés, dos Didis, todo mundo, aqui, sofreu uma alfabetização súbita. Sujeitos que não sabiam se gato se escreve com ―x‖ iam ler a vitória no jornal. Sucedeu essa coisa sublime: — analfabetos natos e hereditários devoravam vespertinos, matutinos, revistas, e liam tudo com uma ativa, uma devoradora curiosidade, que ia do ―lance a lance‖ da partida até os anúncios de missa. Amigos, nunca se leu e, digo mais, nunca se releu tanto no Brasil.
    E a quem devemos tanto? Ao escrete, amigos, ao escrete, que, hoje, é o meu personagem da semana, múltiplo personagem. Personagem meu, do Brasil e do mundo. Graças aos 22 jogadores, que formaram a maior equipe de futebol da Terra, em todos os tempos, graças a esses jogadores, dizia eu, o Brasil descobriu-se a si mesmo. Os simples, os bobos, os tapados hão de querer sufocar a vitória nos seus limites estritamente esportivos. Ilusão! Os 5 x 2, lá fora, contra tudo e contra todos, são um maravilhoso triunfo vital de todos nós e de cada um de nós. Do presidente da República ao apanhador de papel, do ministro do Supremo ao pé-rapado, todos, aqui, percebem o seguinte: — é chato ser brasileiro!
    (...)
    Outra característica da jornada: — o brasileiro sempre se achou um cafajeste irremediável e invejava o inglês. Hoje, com a nossa impecabilíssima linha disciplinar no Mundial, verificamos o seguinte: — o verdadeiro inglês, o único inglês, é o brasileiro.


    Sobre a crônica, considere as seguintes afirmações.

    I - A vitória na Copa do Mundo de Futebol, na Suécia, em 1958, manteve o sentimento de inferioridade do brasileiro em relação ao inglês.

    II - O cronista destaca o efeito da vitória da seleção brasileira de futebol como forma de superar o sentimento de inferioridade.

    III- A vitória e o reconhecimento de Didis e Pelés permitiram ao Brasil descobrir a si mesmo.


    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão e7f925e5-af
  • E7F512D8-AF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia abaixo o diálogo entre Severino e Mestre Carpina, retirado de Morte e vida Severina, de João Cabral de Melo Neto.


    — Seu José, mestre carpina,
    que lhe pergunte permita:
    há muito no lamaçal
    apodrece a sua vida?
    e a vida que tem vivido
    foi sempre comprada à vista?
    — Severino, retirante,
    sou de Nazaré da Mata,
    mas tanto lá como aqui
    jamais me fiaram nada:
    a vida de cada dia
    cada dia hei de comprá-la.
    — Seu José, mestre carpina,
    e que interesse, me diga,
    há nessa vida a retalho
    que é cada dia adquirida?
    espera poder um dia
    comprá-la em grandes partidas?
    — Severino, retirante,
    não sei bem o que lhe diga:
    não é que espere comprar
    em grosso tais partidas,
    mas o que compro a retalho
    é, de qualquer forma, vida.
    — Seu José, mestre carpina,
    que diferença faria
    se em vez de continuar
    tomasse a melhor saída:
    a de saltar, numa noite,
    fora da ponte e da vida?



    Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações.


    ( ) Severino, retirante chegado ao Recife, questiona a vida miserável de Mestre Carpina.
    ( ) Mestre Carpina defende a necessidade de viver mesmo que em condição precária.
    ( ) Mestre Carpina nega-se a ouvir os infundados questionamentos de Severino.
    ( ) Severino, em sua última interrogação, aponta uma hesitação entre viver e morrer.


    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão e7f512d8-af
  • E7F14546-AF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão refere-se ao romance O continente, de Erico Verissimo.
    Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações sobre o capítulo A Teiniaguá.


    ( ) Aguinaldo Silva vem do Norte e chega a Santa Fé depois de muitas andanças pelo Brasil, emprestando dinheiro a juro alto.

    ( ) Luzia, neta adotiva de Aguinaldo Silva, vem da Corte para Santa Fé e torna-se a ―senhora do Sobrado‖.

    ( ) Luzia escolhe Bolívar Cambará para casar, apaixonada por seu jeito sofisticado e urbano.

    ( ) Dr. Carl Winter frequenta o Sobrado e nutre grande admiração por Luzia, a quem compara com Melpômene, musa da tragédia.



    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão e7f14546-af
  • E7EE36FD-AF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão refere-se ao romance O continente, de Erico Verissimo.

    Associe adequadamente o bloco inferior ao superior, levando em consideração o contexto histórico que subjaz a cada capítulo do romance.


    1 - A fonte

    2 - Ana Terra

    3 - Um certo capitão Rodrigo

    4 - A guerra

    5 - Ismália Caré



    ( ) Emergência e apogeu dos gaudérios, Revolução Farroupilha e chegada dos primeiros imigrantes alemães.

    ( ) Surgimento da oposição republicana e abolicionista e criação do PRR (Partido Republicano Riograndense).

    ( ) Últimos anos das Missões Jesuíticas, os Sete Povos das Missões.

    ( ) Conquista do território sul-rio-grandense por famílias paulistas e criação dos primeiros povoados.


    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

    Escolha uma alternativa para a questão e7ee36fd-af
  • E7EADFAC-AF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema José, de Carlos Drummond de Andrade.


    E agora, José?

    A festa acabou,

    a luz apagou,

    o povo sumiu,

    a noite esfriou,

    e agora, José?

    e agora, você?

    Você que é sem nome,

    que zomba dos outros,

    Você que faz versos,

    que ama, protesta?

    e agora, José?



    Está sem mulher,

    está sem discurso,

    está sem carinho,

    já não pode beber,

    já não pode fumar,

    cuspir já não pode,

    a noite esfriou,

    o dia não veio,

    o bonde não veio,

    o riso não veio,

    não veio a utopia

    e tudo acabou


    e tudo fugiu

    e tudo mofou,

    e agora, José?



    (...)



    Se você gritasse,

    se você gemesse,

    se você tocasse,

    a valsa vienense,

    se você dormisse,

    se você cansasse,

    se você morresse....

    Mas você não morre,

    você é duro, José!



    Sozinho no escuro

    qual bicho-do-mato,

    sem teogonia,

    sem parede nua

    para se encostar,

    sem cavalo preto

    que fuja a galope,

    você marcha, José!

    José, para onde?



    Assinale a alternativa correta sobre o poema.

    Escolha uma alternativa para a questão e7eadfac-af
  • E7E7133A-AF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia os trechos abaixo, retirados respectivamente do segundo e do penúltimo capítulos de Vidas Secas, de Graciliano Ramos.


    – Fabiano, você é um homem, exclamou em voz alta.
    Conteve-se, notou que os meninos estavam perto, com certeza iam admirar-se ouvindo-o falar sozinho. E, pensando bem, ele não era um homem; era apenas um cabra ocupado em guardar coisas dos outros. Vermelho, queimado, tinha olhos azuis e os cabelos ruivos; mas como vivia em terra alheia, cuidava de animais alheios, descobria-se, encolhia-se na presença de brancos e julgava-se cabra. (Capítulo II).


    Cabra ordinário, mofino, encolhera-se e ensinara o caminho. Esfregou a testa suada e enrugada. Para que recordar a vergonha? Pobre dele. Estava tão decidido que ele viveria sempre assim? Cabra safado, mole. Se não fosse tão fraco, teria entrado no cangaço e feito misérias. Depois levaria um tiro de emboscada ou envelheceria na cadeia, cumprindo sentença, mas isto não era melhor que acabar-se numa beira de caminho, assando no calor, a mulher e os filhos acabando-se também. Devia ter furado o pescoço do amarelo com faca de ponta, devagar. Talvez estivesse preso e respeitado, um homem respeitado, um homem. Assim como estava, ninguém podia respeitá-lo. Não era homem, não era nada. Aguentava zinco no lombo e não se vingava. (Capítulo XII).



    Assinale a alternativa correta sobre os trechos acima.
    Escolha uma alternativa para a questão e7e7133a-af
  • E7E32524-AF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho abaixo do poema Poética, de Manuel Bandeira.


    Estou farto do lirismo comedido

    do lirismo bem comportado

    Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente protocolo

    [e manifestações de apreço ao Sr. Diretor



    Estou farto do lirismo que para e vai averiguar no dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo


    (...)


    De resto não é lirismo

    Será contabilidade tabela de cossenos secretário do amante exemplar com


    [cem modelos de cartas e as diferentes maneiras de agradar às mulheres, etc.


    Quero antes o lirismo dos loucos

    O lirismo dos bêbedos

    O lirismo difícil e pungente dos bêbedos

    O lirismo dos clowns de Shakespeare


    - Não quero mais saber do lirismo que não é libertação.



    Considere as seguintes afirmações sobre o poema.


    I - Poética é um poema que defende a concepção libertária da criação artística.

    II - O poema, publicado no livro Libertinagem, de 1930, reforça o ideário modernista de inovação estética.

    III- Bandeira intensifica a rigidez da forma poética, que já havia em Os sapos, do livro Carnaval, de 1919.



    Quais estão corretas?

    Escolha uma alternativa para a questão e7e32524-af
  • E7DF6DF8-AF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa correta sobre Mensagem, de Fernando Pessoa.
    Escolha uma alternativa para a questão e7df6df8-af
  • E7DC57F1-AF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema abaixo, de Fernado Pessoa.


    Pobre velha música!


    Pobre velha música!

    Não sei porque agrado,

    Enche-se de lágrimas

    Meu olhar parado.


    Recordo outro ouvir-te.

    Não sei se te ouvi

    Nessa minha infância

    Que me lembra em ti.


    Com que ânsia tão raiva

    Quero aquele outrora!

    E eu era feliz? Não sei:

    Fui-o outrora agora.



    Considere as seguintes afirmações sobre o poema.


    I - O sujeito-lírico elege a ―pobre velha música‖ para expressar o desejo de recuperar a infância.


    II - O verso final indica que a felicidade passada pode ser uma memória vivida no presente.


    III- A musicalidade do poema, de métrica tradicional, traduz uma luta contra a poesia moderna, através da nostalgia presente em outros heterônimos.



    Quais estão corretas?


    Escolha uma alternativa para a questão e7dc57f1-af
  • 361AD518-6E

    Literatura

    Escolas Literárias
    INSPER · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

                                           Essas coisas


                             “Você não está mais na idade

                             de sofrer por essas coisas.”


                              Há então a idade de sofrer

                              e a de não sofrer mais

                              por essas, essas coisas?


                              As coisas só deviam acontecer

                              para fazer sofrer

                              na idade própria de sofrer?


                               Ou não se devia sofrer

                               pelas coisas que causam sofrimento,

                               pois vieram fora de hora, e a hora é calma?


                               E, se não estou mais na idade de sofrer,

                               é porque estou morto, e morto

                               é a idade de não sentir as coisas, essas coisas?

                         (Carlos Drummond de Andrade. As impurezas do branco, 2012)

    Entre os propósitos renovadores instaurados pela Semana de Arte Moderna de 1922, flagra-se, no poema de Drummond, a
    Escolha uma alternativa para a questão 361ad518-6e
  • 7A9D1E1D-2D

    Literatura

    Escolas Literárias
    ENEM · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Sou um homem comum

    brasileiro, maior, casado, reservista,

    e não vejo na vida, amigo

    nenhum sentido, senão

    lutarmos juntos por um mundo melhor.

    Poeta fui de rápido destino

    Mas a poesia é rara e não comove

    nem move o pau de arara.

    Quero, por isso, falar com você

    de homem para homem,

    apoiar-me em você

    oferecer-lhe meu braço

    que o tempo é pouco

    e o latifúndio está aí matando

    [...]

    Homem comum, igual

    a você,

    [...]

    Mas somos muitos milhões de homens

    comuns

    e podemos formar uma muralha

    com nossos corpos de sonhos e margaridas.

    FERREIRA GULLAR. Dentro da noite veloz. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013 (fragmento).


    No poema, ocorre uma aproximação entre a realidade social e o fazer poético, frequente no Modernismo. Nessa aproximação, o eu lírico atribui à poesia um caráter de

    Escolha uma alternativa para a questão 7a9d1e1d-2d
  • 67C9B23A-CB

    Literatura

    Escolas Literárias
    ENEM · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2017


    A obra de Rubem Valentim apresenta emblemas que, baseando-se em signos de religiões afro-brasileiras, se transformam em produção artística. A obra Emblema 78 relaciona-se com o Modernismo em virtude da

    Escolha uma alternativa para a questão 67c9b23a-cb
  • 6787FD53-CB

    Literatura

    Escolas Literárias
    ENEM · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    O farrista


    Quando o almirante Cabral

    Pôs as patas no Brasil

    O anjo da guarda dos índios

    Estava passeando em Paris.

    Quando ele voltou de viagem

    O holandês já está aqui.

    O anjo respira alegre:

    “Não faz mal, isto é boa gente,

    Vou arejar outra vez.”

    O anjo transpôs a barra,

    Diz adeus a Pernambuco,

    Faz barulho, vuco-vuco,

    Tal e qual o zepelim

    Mas deu um vento no anjo,

    Ele perdeu a memória...

    E não voltou nunca mais.

    MENDES, M. História do Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1992.


    A obra de Murilo Mendes situa-se na fase inicial do Modernismo, cujas propostas estéticas transparecem, no poema, por um eu lírico que

    Escolha uma alternativa para a questão 6787fd53-cb