Questões do ENEM: Escolas Literárias
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1.143 questões encontradas. Mostrando a página 21 de 58.
10F1FDCB-CC Identifique a única alternativa em que a relação escola literária – características - autor está incorreta:D617D23F-CC Literatura
Escolas LiteráriasIFN-MG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosSobre as características das escolas literárias brasileiras, é INCORRETO afirmar que:41CAA586-CC Literatura
Escolas LiteráriasUFMS · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir.
[...]Coração, portal vermelhoPedra, com plumagem de aveCobra, coral que arranhaE alisaE é pele de salDelírio ao olhar pras Cagarras
Pupila, kajal tão verdeEsmeralda, manchada de somOnda, dedilhar que afogaE desabaO meu temporalArrepio ao cantar das cigarras
Cabelo, silêncio da noiteNegrume, cintura de raioBicho, seu dançar me engoleE desabotoaO meu ato finaDeslizo ao chorar das guitarras(E ao cantar das cigarras)Fumaça!Manchada de somFumaça!Na pista a luz de cigarrosEu sou do tipo que também passa malCom ciúmes do sabor da fumaçaQue penetra sua bocaEsse amor marginal[...]
NOPORN. Fumaça. In: NOPORN. Boca. São Paulo: Tratore Distribuidora dos Independentes, 2016. 1 CD. Faixa 3 (4’48”)
A canção “Fumaça”, do duo NoPorn, composto por Liana Padilha e Luca Lauri, emprega dois recursos caros a duas poéticas da virada do século XIX para o século XX: primeiro, a aproximação de elementos distantes, criando novas realidades, por vezes oníricas, como a imagem de uma “pedra, com plumagem de ave”; segundo, a sinestesia, que promove o cruzamento de sensações, perceptível em construções como “manchada de som” e “sabor da fumaça”. O primeiro e o segundo recursos criativos expostos podem ser associados, respectivamente, ao:
26B4605D-CB Literatura
Escolas LiteráriasUFRGS · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosSobre autores do Naturalismo brasileiro, assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações.
( ) Em A carne, de Júlio Ribeiro, faz-se presente a tensão entre intelectualidade e desejo sexual, em especial no corpo da protagonista Lenita.
( ) Em Bom-crioulo, de Adolfo Caminha, há o relacionamento homossexual entre o escravo fugido Amaro e o marinheiro branco Aleixo.
( ) Em O Ateneu, de Raul Pompéia, há denúncia de preconceito sofrido pelo menino negro Sérgio, no colégio interno onde estuda.
( ) Em O mulato, de Aluísio Azevedo, o casal formado pelo “mulato” Raimundo e por sua prima branca Ana Rosa é bem aceito pelos demais personagens do romance.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
26B1156F-CB Literatura
ArcadismoUFRGS · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosNo bloco superior abaixo, estão listados os movimentos literários brasileiros; no inferior, características desses movimentos.
Associe adequadamente o bloco inferior ao superior.
1 - Arcadismo
2 - Parnasianismo
3 - Simbolismo
( ) Representa um afastamento dos problemas sociais brasileiros, seguindo uma estética rígida.
( ) Surge na periferia intelectual brasileira: Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
( ) Recupera o padrão estético clássico, fazendo ressurgir a epopeia.
( ) Busca transfigurar a condição humana, dando-lhe horizontes transcendentais.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
6A6101E9-A5 Literatura
Escolas LiteráriasUFU-MG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosLevando-se em consideração as obras selecionadas e seus personagens, é correto afirmar que32455205-58 Literatura
ArcadismoUNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosEsse movimento descobriu algo que ainda não havia sido conhecido ou enfatizado antes: a “poesia pura”, a poesia que surge do espírito irracional, não conceitual da linguagem, oposto a toda interpretação lógica. Assim, a poesia nada mais é do que a expressão daquelas relações e correspondências, que a linguagem, abandonada a si mesma, cria entre o concreto e o abstrato, o material e o ideal, e entre as diferentes esferas dos sentidos.
Sendo a vida misteriosa e inexplicável, como pensavam os adeptos desse movimento, era natural que fosse representada de maneira imprecisa, vaga, nebulosa, ilógica e ininteligível.
(Afrânio Coutinho. Introdução à literatura no Brasil, 1976. Adaptado.)
O comentário do crítico Afrânio Coutinho refere-se ao movimento literário denominado
A85F7847-02 Literatura
Escolas LiteráriasUEG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o poema e observe a imagem a seguir para responder à questão.
PICASSO, Pablo. Guernica (1937). In: PROENÇA, Graça. História da Arte. 17. ed. São Paulo: Ática, 2008. p. 257.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Disponível em:<http://trabalhohistoriagce.blogspot.com/p/poesias.html>. Acesso em: 24 mar. 2017.
Em 2017, o quadro cubista “Guernica”, obra emblemática da carreira de Pablo Picasso, completa oitenta anos. A estética cubistaA85C9B11-02 Literatura
Escolas LiteráriasUEG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o poema e observe a imagem a seguir para responder à questão.Um sonhoEu tive um sonho esta noite que não quero esquecer,por isso o escrevo tal qual se deu:era que me arrumava para uma festa onde eu ia falar.O meu cabelo limpo refletia vermelhos,o meu vestido era num tom de azul, cheio de panos, lindo,o meu corpo era jovem, as minhas pernas gostavamdo contato da seda. Falava-se, ria-se, preparava-se.Todo movimento era de espera e aguardos, sendoque depois de vestida, vesti por cima um casacoe colhi do próprio sonho, pois de parte algumaeu a vira brotar, uma sempre-viva amarela,que me encantou por seu miolo azul, um azulde céu limpo sem as reverberações, de um azulsem o ‘z’, que o ‘z’ nesta palavra tisna.Não digo azul, digo bleu, a ideia exatade sua seca maciez. Pus a flor no casacoque só para isto existiu, assim como o sonho inteiro.Eu sonhei uma cor.Agora, sei.
PRADO, Adélia. Bagagem. 26. ed. Rio de Janeiro: Record, 2007. p. 75.
DALÍ, Salvador. Dalí, aos seis anos, quando acreditava que era uma garotinha, levantando a pele da água para ver um cão dormindo na água do mar (1950). Óleo sobre tela. In: PROENÇA, Graça. História da Arte. 17. ed. São Paulo: Ática, 2008. p. 270.
O poema de Adélia Prado é modernista, ao passo que a pintura de Salvador Dalí é6C8820B4-FF Literatura
Escolas LiteráriasURCA · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosTambém faz parte da obra de Eça de Queirós:6C84767D-FF Literatura
Escolas LiteráriasURCA · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosAinda sobre o romance de Eça de Queirós é correto afirmar:6C79DCAC-FF Literatura
Escolas LiteráriasURCA · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosSobre o romance de Eça de Queirós, A Cidade e as Serras, publicado em 1901, podemos afirmar que:6C76A170-FF Literatura
Escolas LiteráriasURCA · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosSobre a obra Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles, é correto afirmar:6C5BDAA4-FF Literatura
Escolas LiteráriasURCA · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosESPINHOS E FLORES
Os subúrbios do Rio de Janeiro são a mais curiosa cousa em matéria de edificação de cidade. A topografia do local, caprichosamente montuosa, influiu decerto para tal aspecto, mais influíram, porém, os azares das construções. Nada mais irregular, mais caprichoso, mais sem plano qualquer, pode ser imaginado. As casas surgiam como se fossem semeadas ao vento e, conforme as casas, as ruas se fizeram. Há algumas delas que começam largas como boulevards e acabam estreitas que nem vielas; dão voltas, circuitos inúteis e parecem fugir ao alinhamento reto com um ódio tenaz e sagrado. Às vezes se sucedem na mesma direção com uma frequência irritante, outras se afastam, e deixam de permeio um longo intervalo coeso e fechado de casas. Num trecho, há casas amontoadas umas sobre outras numa angústia de espaço desoladora, logo adiante um vasto campo abre ao nosso olhar uma ampla perspectiva.
Marcham assim ao acaso as edificações e conseguintemente o arruamento. Há casas de todos os gostos e construídas de todas as formas. Vai-se por uma rua a ver um correr de chalets, de porta e janela, parede de frontal, humildes e acanhados, de repente se nos depara uma casa burguesa, dessas de compoteiras na cimalha rendilhada, a se erguer sobre um porão alto com mezaninos gradeados. Passada essa surpresa, olha-se acolá e dá-se com uma choupana de pau-a-pique, coberta de zinco ou mesmo palha, em torno da qual formiga uma população; adiante, é uma velha casa de roça, com varanda e colunas de estilo pouco classificável, que parece vexada a querer ocultar-se, diante daquela onda de edifícios disparatados e novos. Não há nos nossos subúrbios cousa alguma que nos lembre os famosos das grandes cidades européias, com as suas vilas de ar repousado e satisfeito, as suas estradas e ruas macadamizadas e cuidadas, nem mesmo se encontram aqueles jardins, cuidadinhos, aparadinhos, penteados, porque os nossos, se os há, são em geral pobres, feios e desleixados.
Os cuidados municipais também são variáveis e caprichosos. Às vezes, nas ruas, há passeios em certas partes e outras não; algumas vias de comunicação são calçadas e outras da mesma importância estão ainda em estado de natureza. Encontra-se aqui um pontilhão bem cuidado sobre um rio seco e passos além temos que atravessar um ribeirão sobre uma pinguela de trilhos mal juntos. Há pelas ruas damas elegantes, com sedas e brocados, evitando a custo que a lama ou o pó lhes empane o brilho do vestido; há operário de tamancos; há peralvilhos à última moda; há mulheres de chita; e assim pela tarde, quando essa gente volta do trabalho ou do passeio, a mescla se faz numa mesma rua, num quarteirão, e quase sempre o mais bem posto não é que entra na melhor casa. Além disto, os subúrbios têm mais aspectos interessantes, sem falar no namoro epidêmico e no espiritismo endêmico; as casas de cômodos (quem as suporia lá!) constituem um deles bem inédito. Casas que mal dariam para uma pequena família, são divididas, subdivididas, e os minúsculos aposentos assim obtidos, alugados à população miserável da cidade. Aí, nesses caixotins humanos, é que se encontra a fauna menos observada da nossa vida, sobre a qual a miséria paira com um rigor londrino. Não se podem imaginar profissões mais tristes e mais inopinadas da gente que habita tais caixinhas. Além dos serventes de repartições, contínuos de escritórios, podemos deparar velhas fabricantes de rendas de bilros, compradores de garrafas vazias, castradores de gatos, cães e galos, mandingueiros, catadores de ervas medicinais, enfim, uma variedade de profissões miseráveis que as nossas pequena e grande burguesias não podem adivinhar. Às vezes, num cubículo desses se amontoa uma família, e há ocasiões em que os seus chefes vão a pé para a cidade por falta do níquel do trem. Ricardo Coração dos Outros morava em uma pobre casa de cômodos de um dos subúrbios. Não era das sórdidas, mas era uma casa de cômodos dos subúrbios. Desde anos que ele a habitava e gostava da casa que ficava trepada sobre uma colina, olhando da janela do seu quarto para uma ampla extensão edificada que ia da Piedade a Todos os Santos.
Vistos assim do alto, os subúrbios têm a sua graça. As casas pequeninas, pintadas de azul, de branco, de oca, engastadas nas comas verde-negras das mangueiras, tendo de permeio, aqui e ali, um coqueiro ou uma palmeira, alta e soberba, fazem a vista boa e a falta de percepção do desenho das ruas põe no programa um sabor de confusão democrática, de solidariedade perfeita entre as gentes que as habitavam; e o trem minúsculo, rápido, atravessa tudo aquilo, dobrando à esquerda, inclinando-se para a direita, muito flexível nas suas grandes vértebras de carros, como uma cobra entre pedrouços. Era daquela janela que Ricardo espraiava as suas alegrias, as suas satisfações, os seus triunfos e também os seus sofrimentos e mágoas. Ainda agora estava ele lá, debruçado no peitoril, com a mão em concha no queixo, colhendo com a vista uma grande parte daquela bela, grande e original cidade, capital de um grande país, de que ele a modos que era e se sentia ser, a alma, consubstanciado os seus tênues sonhos e desejos em versos discutíveis, mas que a plangência do violão, se não lhes dava sentido, dava um quê de balbucio, de queixume dorido da pátria criança ainda, ainda na sua formação... Em que pensava ele? Não pensava só, sofria também. Aquele tal preto continuava na sua mania de querer fazer a modinha dizer alguma cousa, e tinha adeptos. Alguns já o citavam como rival dele, Ricardo; outros já afirmavam que o tal rapaz deixava longe o Coração dos Outros, e alguns mais – ingratos! – já esqueciam os trabalhos, o tenaz trabalhar de Ricardo Coração dos Outros em prol do levantamento da modinha e do violão, e nem nomeavam o abnegado obreiro.
(Triste Fim de Policarpo Quaresma, pp.160-165)
É correto afirmar sobre as personagens da narrativa de Lima Barreto, EXCETO:211DEAE6-00 Literatura
Escolas LiteráriasUNICENTRO · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosSobre o Modernismo no Brasil, é correto considerar queBDF88629-FF Literatura
Escolas LiteráriasUNICENTRO · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa características do simbolismo.13D2312F-FD Literatura
Escolas LiteráriasUNICENTRO · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosSobre o Romance Luzia-Homem de Domingos Olímpio é errado afirmar que13C9A3A5-FD Literatura
Escolas LiteráriasUNICENTRO · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho a seguir retirado do conto “A Causa Secreta” e assinale a alternativa correta no que diz respeito ao referido conto e a estética de Machado de Assis.Fortunato saiu, foi deitar-se no sofá da saleta contígua, e adormeceu logo. Vinte minutos depois acordou, quis dormir outra vez, cochilou alguns minutos, até que se pegue e voltou à sala. Caminhava nas pontas dos pés para não acordar a parenta, que dormia perto. Chegando à porta, estacou assombrado.Garcia tinha-se chegado ao cadáver, levantara o lenço e contemplara por alguns instantes como feições defuntas. Depois, como se a morte espiritualizasse tudo, inclinou-se e beijou-a na testa. Foi nesse momento que Fortunato chegou à porta. Estacou assombrado; não podia ser o beijo da amizade, podia ser o epílogo de um livro adúltero. Não tinha ciúmes, note-se; a natureza compô-lo de maneira que lhe não deu ciúmes nem inveja, mas dera-lhe vaidade, que não é menos cativa ao ressentimento. Olhou assombrado, mordendo os beiços.Entretanto, Garcia inclinou-se ainda para beijar outra vez o cadáver; mas então não pôde mais. O beijo rebentou em soluços, e os olhos não puderam conter como lágrimas, que predomina em borbotões, lágrimas de amor calado, e irremediável desespero. Fortunato, à porta, onde ficara, saboreou tranquilo essa explosão de dor moral que foi longa, muito longa, deliciosamente longa.(Várias Histórias - Machado de Assis - WM Jackson Inc Editores - 1946.)
13C5941E-FD Literatura
Escolas LiteráriasUNICENTRO · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosSobre Dias Gomes e O Pagador de Promessas é correto afirmar que:13C10EEF-FD Literatura
Escolas LiteráriasUNICENTRO · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosAssinale o que for incorreto sobre Clarice Lispector e seus contos em Laços de Família.