Questões do ENEM: Escolas Literárias
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1.143 questões encontradas. Mostrando a página 51 de 58.
131C5464-EC Sobre Santiago, de João Moreira Salles, é correto afirmar:1318490E-EC Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Cásper Líbero · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosSobre Rede de intrigas, de Sidney Lumet, é correto afirmar que:1314AC87-EC Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Cásper Líbero · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosSobre a presença das telenovelas brasileiras e das canções de Roberto Carlos no dia a dia das personagens de Os da minha rua, de Ondjaki, é correto afirmar que:131161E2-EC Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Cásper Líbero · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosSobre Os da minha rua, de Ondjaki, é correto afirmar que:130E455D-EC Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Cásper Líbero · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosSobre Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antonio de Almeida, é correto afirmar que:CD5A4755-EB Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Luterana do Brasil · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosObserve o poema A Rosa de Hiroxima, de Vinícius de Morais, abaixo, e marque a resposta INCORRETA:
Pensem nas criançasMudas telepáticasPensem nas meninasCegas inexatasPensem nas mulheresRotas alteradasPensem nas feridasComo rosas cálidasMas oh não se esqueçamDa rosa da rosaDa rosa de HiroximaA rosa hereditáriaA rosa radioativa Estúpida e inválidaA rosa com cirroseA anti-rosa atômicaSem cor sem perfumeSem rosa sem nada
CD576496-EB Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Luterana do Brasil · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o fragmento abaixo e assinale a alternativa correta:Ambientado no interior do Ceará, nos fins de 1878, durante uma grande seca, a história narra a vida de uma mulher arredia, corajosa e destemida de grande força física, que trabalha na construção de uma prisão, junto aos homens, e é desejada pelo soldado Capriúna. Ela, porém, não se interessa por amores e mantém uma relação de amizade e ajuda mútua com Alexandre.CD54A6FA-EB Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Luterana do Brasil · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia as afirmações abaixo e assinale a resposta correta:I – O romance A Moreninha, de Joaquim Manuel de Macedo, mostra ao leitor diversos aspectos, como a descrição e as regras para alcançar e preservar o modus vivendi de uma sociedade de determinada época, assim como a ideologia. Tudo isso é revelado sob uma história de amor, sem deixar de lado, no entanto, a crítica irônica e, por vezes, ferina, dos hábitos de uma sociedade que segue o Romantismo como moda tirânica da qual não pode fugir.II – Aurélia Camargo, filha de uma pobre costureira, e órfã de pai, apaixonou-se por Fernando Seixas – homem ambicioso – a quem namorou. Este, porém, desfez a relação, movido pela vontade de se casar com uma moça rica, Adelaide Amaral, que tinha um considerável dote para o futuro marido. Essa é a trama do romance Lucíola, de José de alencar.III – A partir do paradoxo, “inseto que brilha à beira dos charcos”, Machado de Assis narra a história de Lúcia, do romance Senhora.IV – A morte de um ente querido, muitas vezes, causa sérios problemas, no entanto, ocasionalmente, surpresas são reservadas aos familiares e amigos do falecido, e Machado de Assis descreve bem uma dessas surpresas no romance Helena.Estão corretas:CD51DBED-EB Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Luterana do Brasil · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosO Romantismo surge na Europa em pleno clima de rebeldia; surgia o liberalismo na política; o inconformismo no meio social e, no campo artístico, o repúdio às regras. A Revolução Francesa é o clímax das transformações do século XIX na Europa. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do quadro abaixo, tendo, como base, o ideário romântico, em oposição ao pensamento árcade do século XVIII.
CD4F38D9-EB Literatura
BarrocoUniversidade Luterana do Brasil · 2010FácilEntre para guardar nos favoritosLeia atentamente o fragmento do poema de Gregório de Matos e marque a alternativa correta.
Ontem a vi por minha desventura
De uma mulher, que em anjo se mentia
De um sol, que se trajava em criatura
Matem-me, disse eu, vendo abrasar-me
Se a beleza heis de ver para matar-me
Antes olhos cegueis, do que eu perder-me.
I – Os versos acima mostram o conflito do homem barroco centrado entre o amor divino e o amor carnal.
II – O fragmento acima é repleto de antíteses, uma das figuras mais empregadas no Arcadismo. Podemos destacar, como exemplo, que a antítese de mulher, no poema, é beleza.
III – Uma das características do Barroco é o cultismo, que se constitui no jogo de palavras e construção de imagens. O fragmento destacado confirma essa ideia com a presença de metáforas, paradoxos e antíteses nos seus versos.
Estão corretas:
A3348FA8-EA Literatura
Escolas LiteráriasUNIR · 2010Entre para guardar nos favoritosVila Rica
O ouro fulvo do ocaso as velhas casas cobre;
Sangram, em laivos de ouro, as minas, que ambição
Na torturada entranha abriu da terra nobre:
E cada cicatriz brilha como um brasão.
O ângelus plange ao longe em doloroso dobre,
O último ouro de sol morre na cerração.
E, austero, amortalhando a urbe gloriosa e pobre,
O crepúsculo cai como uma extrema-unção.
Agora, para além do cerro, o céu parece
Feito de um ouro ancião, que o tempo enegreceu...
A neblina, roçando o chão, cicia, em prece,
Como uma procissão espectral que se move...
Dobra o sino... Soluça um verso de Dirceu...
Sobre a triste Ouro Preto o ouro dos astros chove.
(BILAC, O. Poesias. São Paulo: Ed. Martim Claret, 2002.)
Cerro – monte, serra
Ciciar – sussurrar Fulvo – dourado,
louro Laivo – mancha
Urbe – cidade
Cancioneiro da Inconfidência(Excerto Canto XXXI)
Por aqui passava um homem
– e como o povo se ria! –
que reformava este mundo
de cima da montaria.
Tinha um machinho rosilho.
Tinha um machinho castanho.
Dizia: „Não se conhece
país tamanho!‟ „
Do Caeté a Vila Rica,
tudo ouro e cobre!
O que é nosso, vão levando...
E o povo aqui sempre pobre!‟
Por aqui passava um homem
– e como o povo se ria! –
que não passava de Alferes
de cavalaria!
„Quando eu voltar – afirmava –
outro haverá que comande.
Tudo isto vai levar volta,
e eu serei grande!‟
„Faremos a mesma coisa
que fez a América Inglesa!‟
E bradava: "Há de ser nossa
tanta riqueza!"
Por aqui passava um homem
– e como o povo se ria! –
„Liberdade ainda que tarde‟
nos prometia.
(MEIRELES, C. Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar S.A., 1987.)
Sobre o poema Cancioneiro da Inconfidência, analise as afirmativas a seguir.I - O poema mescla dois tempos: o dos eventos relatados e o do presente do sujeito lírico, conforme comprovam os tempos verbais em Por aqui passava um homem / - e como o povo se ria! -II - O sujeito poético se identifica aos recebedores da promessa da personagem, Liberdade ainda que tarde / nos prometia.III - Cancioneiro da Inconfidência é fruto da veia simbolista de Cecília Meireles, marcada pelo vago e impreciso, pela busca de transcendência.IV - A descrição de Tiradentes é interrompida pelo comentário: - e como o povo se ria! - que mostra a ambiguidade no processo de torná-lo herói.
Estão corretas as afirmativasA32D9287-EA Literatura
Escolas LiteráriasUNIR · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritosVila Rica
O ouro fulvo do ocaso as velhas casas cobre;
Sangram, em laivos de ouro, as minas, que ambição
Na torturada entranha abriu da terra nobre:
E cada cicatriz brilha como um brasão.
O ângelus plange ao longe em doloroso dobre,
O último ouro de sol morre na cerração.
E, austero, amortalhando a urbe gloriosa e pobre,
O crepúsculo cai como uma extrema-unção.
Agora, para além do cerro, o céu parece
Feito de um ouro ancião, que o tempo enegreceu...
A neblina, roçando o chão, cicia, em prece,
Como uma procissão espectral que se move...
Dobra o sino... Soluça um verso de Dirceu...
Sobre a triste Ouro Preto o ouro dos astros chove.
(BILAC, O. Poesias. São Paulo: Ed. Martim Claret, 2002.)
Cerro – monte, serra
Ciciar – sussurrar Fulvo – dourado,
louro Laivo – mancha
Urbe – cidade
Cancioneiro da Inconfidência(Excerto Canto XXXI)
Por aqui passava um homem
– e como o povo se ria! –
que reformava este mundo
de cima da montaria.
Tinha um machinho rosilho.
Tinha um machinho castanho.
Dizia: „Não se conhece
país tamanho!‟ „
Do Caeté a Vila Rica,
tudo ouro e cobre!
O que é nosso, vão levando...
E o povo aqui sempre pobre!‟
Por aqui passava um homem
– e como o povo se ria! –
que não passava de Alferes
de cavalaria!
„Quando eu voltar – afirmava –
outro haverá que comande.
Tudo isto vai levar volta,
e eu serei grande!‟
„Faremos a mesma coisa
que fez a América Inglesa!‟
E bradava: "Há de ser nossa
tanta riqueza!"
Por aqui passava um homem
– e como o povo se ria! –
„Liberdade ainda que tarde‟
nos prometia.
(MEIRELES, C. Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar S.A., 1987.)
Sobre a linguagem do poema Vila Rica, assinale a afirmativa correta.36A0C1B2-B7 Literatura
Escolas LiteráriasUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosQuando se compara literatura e cinema, o primeiro fato que ocorre ao estudioso é o do enorme fosso semiótico que separa, aparentemente de modo inconciliável, essas duas formas de expressão, fundadas, cada uma, em espécies de signos e códigos tão diferentes. A literatura, acredita-se, não vai ter nunca a mobilidade plástica do cinema, e este, por sua vez, nunca o nível de abstração da literatura. Por outro lado, por grande e intransponível que seja esse fosso, há um número considerável de semelhanças que podem ser apontadas e que mantêm literatura e cinema numa espécie de estado sincrônico de compatibilidade permanente.BRITO. J.B. Literatura no cinema. São Paulo: Unimarco, 2006.Os diálogos entre literatura e cinema, frutos da reflexão de diversos pensadores, como o crítico de cinema paraibano João Batista de Brito, e da prática artística de inúmeros escritores e diretores, NÃO permitem concluir que3698B410-B7 Literatura
Escolas LiteráriasUEPB · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosO nome da rapsódia é Macunaíma, mas não é só Macunaíma. Mario de Andrade quis dizer alguma coisa do seu protagonista e acrescentou ao título um atributo paradoxal: O herói sem nenhum caráter. O nome, Macunaíma, centro da rapsódia. O epíteto, herói. A diferença está na cauda de cada proposição: no começo, sem nenhum caráter; no fim, de nossa gente. O que se pode inferir é a presença viva, no autor, de duas motivações tão fortes que se converteram em molas da composição da obra: a) por um lado, o desejo de contar e cantar episódios em torno de uma figura lendária que o fascinara pelos mais diversos motivos e que trazia em si os atributos do herói, entendido no senso mais lato possível de um ser entre humano e mítico, que desempenha certos papéis, vai em busca de um bem essencial, arrosta perigos, sofre mudanças extraordinárias, enfim, vence ou malogra. b) por outro lado, o desejo não menos imperioso de pensar o povo brasileiro, nossa gente, percorrendo as trilhas cruzadas ou superpostas da sua existência selvagem, colonial e moderna, à procura de uma identidade que, de tão plural que é, beira a surpresa e a indeterminação; daí ser o herói sem nenhum caráter. Compreender Macunaíma é sondar ambas as motivações: a de narrar, que é lúdica e estética; a de interpretar, que é histórica e ideológica.BOSI. A. Situação de Macunaíma. In: ANDRADE. M. Macunaíma. São Paulo: Scipione Cultural, 1997 (adaptado).Com base no fragmento acima do crítico literário Alfredo Bosi é possível inferir que o Macunaíma de Mário de Andrade3692091C-B7 Literatura
Escolas LiteráriasUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosO mar e o canavialO que o mar sim aprende do canavial:a elocução horizontal de seu verso;a geórgica de cordel, ininterrupta,narrada em voz e silêncio paralelos.O que o mar não aprende do canavial:a veemência passional da preamar;a mão de pilão das ondas na areia,moída e miúda, pilada do que pilar.O que o canavial sim aprende do mar:o avançar em linha rasteira da onda;o espraiar-se minucioso,de líquido,alagando cova a cova onde se alonga.O que o canavial não aprende do mar:desmedido do derramar-se da cana;o comedimento do latifúndio do mar,que menos lastradamente se derrama.MELO NETO. J.C. A educação pela pedra. Rio de Janeiro: Alfaguara/Objetiva, 2009Com base no poema “O mar e o canavial” NÃO é correto afirmar:
368D7F89-B7 Literatura
Escolas LiteráriasUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosAs razões do divórcio entre o poeta e seu leitor na poesia moderna reside mais na preferência dos poetas pelos temas intimistas e individualistas. Pesquisas no sentido de se encontrarem formas ajustadas às condições de vida do homem moderno, principalmente através da utilização dos meios técnicos de difusão que surgiram em nossos dias, poderão contribuir para resolver, ao menos até certo ponto, o que parece o problema principal da poesia hoje – que é de sua própria sobrevivência. Quando nada, a consciência desse problema poderá ajudar aqueles poetas contemporâneos menos individualistas, capazes de interesse por temas da vida em sociedade e que também não encontraram ainda o veículo capaz de levar a poesia à porta do homem moderno. A falta de tal veículo está, também, condenando a poesia destes últimos autores à espera, desesperançada, de leitores que venham espontaneamente à sua procura, leitores, de resto, cada dia mais problemáticos.MELO NETO. J.C. Da função moderna da poesia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998 (adaptado).O fragmento acima permite concluir, corretamente, que
368379F9-B7 Literatura
Escolas LiteráriasUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosDepois de analisar O Cortiço, é correto afirmar:I - A relação direta das tensões entre os “donos” dos cortiços se estabelece não só no acirramento das diferenças entre os moradores de ambos os cortiços, como também na própria nominação desses espaços coletivos nos quais se percebe, metaforicamente, uma relação animalesca e predatória entre os cabeça-de-gato (termo que alude à imagem do predador) e os carapicus (termo cujo valor semântico, vinculado ao de cabeça-de-gato, atualiza a imagem de presa).II - O final trágico de Bertoleza e o “diploma de sócio benemérito” dado a João Romão pela “comissão de abolicionistas” expressam as dissimetrias sociais, de gênero, étnico-culturais, dentre outras, viabilizando os estratagemas naturalistas que apontavam para suas personagens fortes, tornando improdutiva, em determinados momentos, a luta dos vencidos ou dos que procuravam sair da condição de menor, de fraco.III - No trecho “E, durante muito tempo, fez-se um vaivém de mercadores. Apareceram os tabuleiros de carne fresca e outros de tripas e fatos de boi; só não vinham hortaliças, porque havia muitas hortas no cortiço” (cap. 3), percebe-se que o espaço do cortiço formava uma espécie de mundo à parte e à margem da sociedade em que se assentava. Parecia independente, autônomo, inclusive em seus aspectos econômicos.367E0D68-B7 Literatura
Escolas LiteráriasUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosSobre O Cortiço de Aluísio Azevedo, é correto afirmar:I - Romance cujo enredo traz à tona questões de ordem pessoal (de determinadas personagens) e coletiva (há personagens cujas tensões vividas remetem o leitor para questões de ordem mais geral, centradas num coletivo). As questões problematizadas numa perspectiva coletiva podem ser visualizadas em episódios como aquele em que os moradores do Carapicus e do Cabeça-de-gato se enfrentam e a tensão criada denuncia uma demanda coletiva e não apenas individual.II - Romance cujo enredo aponta, embora timidamente, para a resolução de conflitos coletivos, visando uma melhoria do espaço urbano em que se assentam os cortiços Carapicus e Cabeça-de-gato, principalmente no que diz respeito ao projeto de saneamento básico e do fornecimento de energia elétrica, projetos que davam início à modernização dos centros urbanos do País no final do século XIX.III - Romance cujo enredo problematiza muito mais as questões do pré-modernismo brasileiro, com a construção de um pensamento sanitarista e de modernização do espaço urbano do Rio de Janeiro do início do século XX, do que a proposta naturalista que insistia nas tensões particulares de suas personagens, demanda da “escola naturalista” cujas narrativas são as melhores representantes, no Brasil, dessa época.36784A79-B7 Literatura
Escolas LiteráriasUEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosSobre o Naturalismo literário, é correto afirmar:I - Ao aprofundar aspectos realistas da literatura, cientificiza um discurso, assumido no plano estético pela ficção, induzindo o leitor a buscar não somente entretenimento em seus romances, mas também a problematização de estruturas sociais e de aspectos psicológicos das personagens.II - O romance de tese, a exemplo de O cortiço, é o melhor projeto para o naturalista, uma vez que este só é considerado naturalista na medida em que sua produção literária se realiza unicamente no chamado romance de tese.III - O realce de traços físicos e psicológicos nos romances de tese ratifica a ideia de o naturalismo, em suas narrativas, acentuar as tensões sociais e de demandas coletivas como proposta a ser problematizada a partir do elemento com o qual o leitor estabelece um grau de intimidade ou identificação, a saber, a personagem de ficção.9E2F7F29-B6 Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade do Estado do Amapá · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosAnalise as afirmações sobre a obra Ensaio Sobre a Cegueira, de José Saramago e, posteriormente, assinale a alternativa correta.I- Tem como cenário principal o sertão, onde os migrantes lutam contra o sistema latifundiário que os oprime.II- Os personagens apresentados na narrativa não têm nomes, suas identidades são marcadas por seus sentimentos e suas atitudes.III- Faz crítica aos valores sociais e da sociedade urbana em transformação, tanto do ponto de vista moral quanto material.IV- A narrativa é predominantemente alinear, ou seja, pode ir ao passado e ao futuro, sem obedecer à ordem do tempo cronológico.