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Questões do ENEM: nível fácil

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Resultados

15.661 questões encontradas. Mostrando a página 115 de 784.

  • 64817864-B0

    Geografia

    Energia
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos

    A charge faz referência à crise energética de 2021, que elevou os valores do quilowatt balizados por bandeiras de cores que passaram ao patamar mais elevado, o vermelho.

    Naquele momento, os reservatórios das usinas hidrelétricas estavam em níveis baixíssimos, mesmo sem aumento do consumo de energia elétrica, já que o país passava por retração do mercado, aumento da inflação e diminuição da produção por causa da pandemia causada pelo Sars-Cov-2. 


    Imagem da questão de Geografia, Universidade Estadual do Maranhão 2022, Energia

    https://web.facebook.com/guilhermecerveira


    A crise retratada na charge tem como justificativa as seguintes causas:

    Escolha uma alternativa para a questão 64817864-b0
  • 6473DD07-B0

    História

    História do Brasil
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos

    A personagem central de A Escrava é uma mulher escravizada que sofre pela perda de seus filhos, retirados à força de sua companhia e vendidos para outra província, prática conhecida como tráfico interprovincial. Esse sofrimento materno, associado aos maus tratos decorrentes do cotidiano do cativeiro, resultou na fuga da escrava e, em seguida, na sua morte.

    O trecho selecionado é um diálogo fictício do referido conto e trata de um direito adquirido pelos escravos com a Lei n. 2040, de 1871, também conhecida como a lei do Ventre Livre.


    — Sim, minha cara senhora, redarguiu, terminando a leitura: o direito de propriedade, conferido outrora por lei a nossos avós, hoje nada mais é que uma burla...

    A lei retrogradou. Hoje protege-se escandalosamente o escravo, contra seu senhor; hoje qualquer indivíduo diz a um juiz de órfãos:

    — Em troca desta quantia exijo a liberdade do escravo fulano – haja ou não aprovação do seu senhor.

    REIS, Maria Firmina. A Escrava. In. MORAIS FILHO, Nascimento. Maria Firmina: fragmentos de uma vida. São Luís, s/e, 1975.


    Pode-se afirmar a respeito das mudanças dessa lei abolicionista que 

    Escolha uma alternativa para a questão 6473dd07-b0
  • 646E7C0A-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos

    Low-Context Versus High-Context Cultures


        If you have traveled much, perhaps you have noticed that people in various parts of the world differ in how direct and explicit their language is. You may have spent time in both low- and high-context cultures in your travels, with context here referring to the broad range of factors surrounding every act of communication.

        In a low-context culture, people are expected to be direct and to say what they mean. Individuals in lowcontext cultures prefer precise, concrete language for sending and receiving messages, and are unlikely to rely on the context of a message to determine its meaning. The United States is an example of a low-context society, as are Canada, Israel, and most northern European countries.

        In contrast, people in a high-context culture — such as Korea and the cultures of Native Americans and the Maori of New Zealand — are taught to speak in a much less direct way. In such cultures, maintaining harmony and avoiding offense are more important than expressing true feelings. Speech is more ambiguous and people convey much more of their meaning through subtle behaviors and contextual cues, such as their facial expressions and tone of voice.

        The difference between low-context and high-context cultures is evident in the ways in which people handle criticism and disagreement. In a low-context culture, a supervisor might reprimand an irresponsible employee openly, to make an example of the individual. The supervisor would probably be direct and explicit about the employee’s shortcomings, the company’s expectations for improvement, and the consequences of the employee’s failing to meet those expectations.

        In a high-context culture, however, the supervisor probably wouldn’t reprimand the employee publicly for fear that it would put the employee to shame and cause the worker to “lose face.” Criticism in high-context cultures is more likely to take place in private. The supervisor would also likely use more ambiguous language to convey what the employee was doing wrong, “talking around” the issue instead of confronting it directly. To reprimand an employee for repeated absences, for example, a supervisor might point out that responsibility to coworkers is important and that letting down the team would be cause for shame. The supervisor may never actually say that the employee needs to improve his or her attendance record. Instead, the employee would be expected to understand that message by listening to what the supervisor says and paying attention to the supervisor’s body language, tone of voice, and facial expressions.

        When people from low- and high-context cultures communicate with one another, the potential for misunderstanding is great. To appreciate that point, imagine that you’ve asked two of your friends to meet you tomorrow evening for a coffee tasting at a popular bookstore cafe. Tina, an American, says, “No, I’ve got a lot of studying to do, but thanks anyway.” Lee, who grew up in South Korea, nods his head and says, “That sounds like fun.” Thus, you’re surprised later when Lee doesn’t show up.

        How can you account for those different behaviors? The answer is that people raised in a high-context culture (such as that of South Korea) are often reluctant to say no—even when they mean no—for fear of causing offense. Another person raised in the South Korean culture might have understood from Lee’s facial expression or tone of voice that he didn’t intend to go to the coffee tasting. If you, like Tina, grew up in a low-context society, however, then you probably interpreted his answer and his nods to mean he was accepting your invitation.


    Referência Bibliográfica FLOYD, KORY. Communication Matters. New York: McGraw-Hill Education. 2018.


    The traits of a person who’s grown up in a low-context culture country is

    Escolha uma alternativa para a questão 646e7c0a-b0
  • 64612C85-B0

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO I

     Por qualquer modo que encaremos a escravidão, ela é, e sempre será um grande mal. Dela a decadência do comércio; porque o comércio, e a lavoura caminham de mãos dadas, e o escravo não pode fazer florescer a lavoura; porque o seu trabalho é forçado. Ele não tem futuro; o seu trabalho não é indenizado; ainda dela nos vem o opróbrio, a vergonha; porque de fronte altiva e desassombrada não podemos encarar as nações
    livres; por isso que o estigma da escravidão, pelo cruzamento das raças, estampa-se na fronte de todos nós. Embalde procurará um dentro nós convencer ao estrangeiro que em suas veias não gira uma só gota de sangue escravo...
     E depois, o caráter que nos imprime, e nos envergonha!
     O escravo é olhado por todos como vítima – e o é.

    REIS, Maria Firmina dos. A escrava. <https://www.letras.ufmg.br/literafro


    TEXTO II

    E Lentz via por toda parte o homem branco apossando-se resolutamente da terra e expulsando definitivamente o homem moreno que ali se gerara. E Lentz sorria com orgulho na perspectiva da vitória e do domínio de sua raça. Um desdém pelo mulato, em que ele exprimia o seu desprezo pela languidez, pela fatuidade e fragilidade deste, turvou-lhe a visão radiosa que a natureza do país lhe imprimira no espírito. Tudo nele era agora um sonho de grandeza e triunfo...

    ARANHA, Graça (1868-1931). Canaã. 3 ed. São Paulo: Martins Claret, 2013.
    Em relação à coesão textual dos textos I e II, é correto afirmar que, no texto
    Escolha uma alternativa para a questão 64612c85-b0
  • 645C014A-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos

        Custou a ir à cidade: quando foi demorou-se algumas semanas, e quando chegou, entregou a meu pai uma folha de papel escrita, dizendo-lhe:

        – Toma, e guarda, com cuidado, é a carta de liberdade de Joana. Meu pai não sabia ler, de agradecido beijou as mãos daquela fera. Abraçou-me, chorou de alegria, e guardou a suposta carta de liberdade.

        Então furtivamente eu comecei a aprender a ler, com um escravo mulato, e a viver com alguma liberdade.

        Isso durou dois anos. Meu pai morreu de repente, e, no dia imediato, meu senhor disse a minha mãe:

        – Joana que vá para o serviço, tem já sete anos, e eu não admito escrava vadia.

        Minha mãe, surpresa e confundida, cumpriu a ordem sem articular uma palavra.

        Nunca a meu pai passou pela ideia, que aquela suposta carta de liberdade era uma fraude; nunca deu a ler a ninguém; mas, minha mãe, à vista do rigor de semelhante ordem, tomou o papel, e deu-o a ler, àquele que me dava as lições. Ah! Eram umas quatro palavras sem nexo, sem assinatura, sem data! Eu também a li, quando caiu das mãos do mulato. Minha pobre mãe deu um grito, e caiu estrebuchando.


    Reis, Maria Firmina dos, 1825-1917. Úrsula e outras obras [recurso eletrônico] / Maria Firmina dos Reis. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2018. – (Série prazer de ler; n. 11 e-book).


    Os discursos sexista e escravocrata, manifestações da sociedade patriarcal, denunciadas por Maria Firmina, em A Escrava, se fazem representados no trecho

    Escolha uma alternativa para a questão 645c014a-b0
  • 64540388-B0

    Português

    Figuras de Linguagem
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos

    [...] E os dois imigrantes, no silêncio dos caminhos, unidos enfim numa mesma comunhão de esperança e admiração, puseram-se a louvar a Terra de Canaã.

    Eles disseram que ela era formosa com os seus trajes magníficos, vestida de sol, coberta com o manto do voluptuoso e infinito azul; que era amimada pelas coisas; sobre o seu colo águas dos rios fazem voltas e outras enlaçam-lhe a cintura desejada; [...]

    Eles disseram que ela era opulenta, porque no seu bojo fantástico guarda a riqueza inumerável, o ouro puro e a pedra iluminada; porque os seus rebanhos fartam as suas nações e o fruto das suas árvores consola o amargor da existência; porque um só grão das suas areias fecundas fertilizaria o mundo inteiro e apagaria para sempre a miséria e a fome entre os homens. Oh! poderosa!...

    Eles disseram que ela, amorosa, enfraquece o sol com as suas sombras; para o orvalho da noite fria tem o calor da pele aquecida, e os homens encontram nela, tão meiga e consoladora, o esquecimento instantâneo da agonia eterna...

    Eles disseram que ela era feliz entre as outras, porque era a mãe abastada, a casa de ouro, a providência dos filhos despreocupados, que a não enjeitam por outra, não deixam as suas vestes protetoras e a recompensam com o gesto perpetuamente infantil e carinhoso, e cantam-lhe hinos saídos de um peito alegre...

    Eles disseram que ela era generosa, porque distribui os seus dons preciosos aos que deles têm desejo; a sua porta não se fecha, as suas riquezas não têm dono; não é perturbada pela ambição e pelo orgulho; os seus olhos suaves e divinos não distinguem as separações miseráveis; o seu seio maternal se abre a todos como um farto e tépido agasalho... Oh! esperança nossa!

    Eles disseram esses e outros louvores e caminharam dentro da luz...


    ARANHA, G. (1868-1931). Canaã. 3 ed. São Paulo: Martins Claret, 2013.

    A presença constante da repetição de termos e de expressões no início do parágrafo é conhecida como anáfora.

    O uso da anáfora – Eles disseram – , no contexto, expressa tom 

    Escolha uma alternativa para a questão 64540388-b0
  • 6446913E-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos

    O estrangeiro apertou a mão calosa e áspera do velho, que abriu os lábios numa rude expressão de riso, mostrando as gengivas roxas e desdentadas. A cafuza não se mexeu; apenas, mudando vagarosamente o olhar, descansou-o, cheio de preguiça e desalento, no rosto do viajante. A criança acolheu-se a ela, boquiaberta, com a baba a escorrer dos beiços túmidos.

    [...]

    — Mora aqui há muito tempo? perguntou Milkau.

    — Fui nascido e criado nessas bandas, sinhô moço... Ali perto do Mangaraí.

    — E, tateando o espaço, estendia a mão para o outro lado do rio. — Não vê um casarão lá no fundo? Foi ali que me fiz homem, na fazenda do Capitão Matos, defunto meu sinhô, que Deus haja!

    O estrangeiro, acompanhando o gesto, apenas divisava ao longe um amontoado de ruínas que interrompia a verdura da mata.

    E a conversa foi continuando por uma série de perguntas de Milkau sobre a vida passada daquela região, às quais o velho respondia gostoso, por ter ocasião de relembrar os tempos de outrora, sentindo-se incapaz, como todos os humildes e primitivos, de tomar a iniciativa dos assuntos.

    [...]

    — Ah, tudo isto, meu sinhô moço, se acabou... Cadê fazenda? Defunto meu sinhô morreu, filho dele foi vivendo até que governo tirou os escravos. Tudo debandou. Patrão se mudou com a família para Vitória, onde tem seu emprego; meus parceiros furaram esse mato grande e cada um levantou casa aqui e acolá, onde bem quiseram. Eu com minha gente vim para cá, para essas terras do seu coronel. Tempo hoje anda triste. Governo acabou com as fazendas, e nos pôs todos no olho do mundo, a caçar de comer, a comprar de vestir, a trabalhar como boi para viver. Ah! tempo bom de fazenda!

    [...]

    — Mas, meu amigo — disse Milkau

    —, você aqui ao menos está no que é seu, tem sua casa, sua terra, é dono de si mesmo.

    — Qual terra, qual nada... Rancho é do marido de minha filha, que está aí sentada, terra é de seu coronel, arrendada por dez mil-réis por ano. Hoje em dia tudo aqui é de estrangeiro, Governo não faz nada por brasileiro, só pune por alemão... ARANHA, G. (1868-1931). Canaã. 3 ed. São Paulo: Martins Claret, 2013.

    Dentre os trechos extraídos do diálogo dos personagens, indique aquele em que predomina a intenção crítica do autor acerca da política da época. 

    Escolha uma alternativa para a questão 6446913e-b0
  • 6440FD64-B0

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos

    O (não) lugar do “pardo”

         Lá no fim do século XIX e no começo do XX, o Brasil passava pelo dilema que todas as nações modernas enfrentaram (e, de certa maneira, ainda enfrentam): como criar uma identidade nacional que justifique e mantenha o Estado?

         Notem que eu ouso criar, porque é bem isso mesmo, inventar uma história que servisse aos interesses da elite dominante e homogeneizasse a população brasileira. Ora, essa população era formada, principalmente, por pretos escravos ou ex-escravos, indígenas perseguidos e uma parcela de gente branca. No centro da discussão estava: quem seria o cidadão brasileiro.

         Houve quem defendesse a educação para o trabalho: ensinar os pretos amolecidos e degenerados pela escravidão (faz me rir) a trabalhar resignado. Teve aqueles que achavam que a inferioridade dos pretos era tão grande que não adiantava educar nem nada, era melhor expulsar ou deixar morrer. O Brasil, em seus debates sobre a nação e seus cidadãos, bebeu muito das teorias racialistas que estavam em voga na Europa e sendo amplamente utilizadas para justificar a colonização na África depois de séculos e séculos de saque humano. [...]

        Daí surge o pardo como a gente conhece hoje. O pardo não é raça, não é povo, não é cidadão brasileiro. Ele é o estágio transitório entre a base da pirâmide (os negros) e o topo (os brancos). Não é branco, ainda não chegou no estágio sublime de branquitude que garante o direito à vida, oportunidades e cidadania, mas é prova viva da boa vontade e do esforço de se embranquecer tão valorizado por uma elite branca que, desde sempre, morre de medo dos pretos fazerem daqui o Haiti.

         Como fala Foucault, o poder, no estado moderno, não é negativo, ele é normatizador. Ou seja, estabelece normas de conduta, estéticas, discursivas, e beneficia aqueles que fazem o jogo. No caso do Brasil, o jogo da branquitude. Quanto mais branco você tentar ser, seja usando intervenções estéticas ou compartilhando o discurso político e social, mais “tolerável” você vai ser. Nisso, nós que somos claros, temos uma vantagem: o branqueamento estético é mais alcançável para nós. Mas nada disso garante que você vai passar de boa em uma sociedade racialmente hierarquizada, o embranquecimento é, sobretudo, uma mutilação. E pra quem ainda tem dúvidas, mutilação é sempre ruim ok? Não tem gradação de violência e mutilação. [...]


    https://medium.com/@isabelapsena/o-n%C3%A3o-lugar-do-pardo 

    Dos fragmentos a seguir, a palavra sublinhada cuja relação morfossintática difere das demais é
    Escolha uma alternativa para a questão 6440fd64-b0
  • B654999A-A9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    T E X T

    Nearly Half of Covid Patients Haven’t Fully Recovered Months
    Later, Study Finds 

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UECE 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UECE 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension 

    Adapted from: https://www.nytimes.com/2022/10/12/
    At a global level, according to the director of the World Health Organization, the effects of long Covid on people’s lives is considered
    Escolha uma alternativa para a questão b654999a-a9
  • B64FBC32-A9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    T E X T

    Nearly Half of Covid Patients Haven’t Fully Recovered Months
    Later, Study Finds 

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UECE 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UECE 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension 

    Adapted from: https://www.nytimes.com/2022/10/12/
    Among the recurrent symptoms reported by people with long Covid who participated in the study, the text mentions, among others, problems related to  
    Escolha uma alternativa para a questão b64fbc32-a9
  • B64D616B-A9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    T E X T

    Nearly Half of Covid Patients Haven’t Fully Recovered Months
    Later, Study Finds 

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UECE 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UECE 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension 

    Adapted from: https://www.nytimes.com/2022/10/12/
    The text mentions that in the United States, according to statistics, people affected by long Covid reach the mark of  
    Escolha uma alternativa para a questão b64d616b-a9
  • B646893E-A9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    T E X T

    Nearly Half of Covid Patients Haven’t Fully Recovered Months
    Later, Study Finds 

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UECE 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UECE 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension 

    Adapted from: https://www.nytimes.com/2022/10/12/
    According to Dr. Ziyad Al-Aly, long Covid is a health disorder that affects  
    Escolha uma alternativa para a questão b646893e-a9
  • B63FB1E4-A9

    Sociologia

    Cultura de massa e indústria cultural
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Neste início de século XXI, o mundo humano está vivenciando em uma dimensão nunca antes vivida na história: a Era da Informação e da Sociedade em Rede. As relações sociais, na maioria das sociedades, estão se organizando, cada vez mais, em torno da Informação e das Redes. As relações sociais, nesse cenário, se tornam dinâmicas e em autoexpansão. Tecnologias, nesse contexto, transformam todas as esferas da vida sociocultural, política e econômica, mundialmente. E a Sociedade em Rede não tem um Centro, como aponta o sociólogo espanhol Manuel Castells, mas uma série de Nódulos de importâncias variadas. Castells entende as Redes como sendo estruturas abertas capazes de se expandir de forma ilimitada, integrando novos Nódulos desde que consigam compartilhar os mesmos códigos de comunicação.

    Partindo do exposto sobre a Era da Informação e da Sociedade em Rede, atente para o que se diz a seguir e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.  

    ( ) A Era da Informação e da Sociedade em Rede são impulsionadas, de modo predominante, pela economia mundial, que já está embasada no desenvolvimento das novas tecnologias de comunicação.
    ( ) Uma das consequências econômicas da Sociedade em Rede é que as grandes empresas, em conjunto com os Estados nacionais, modificam o processo produtivo de vários países pelo mundo.
    ( ) As elites econômicas mundiais estabelecem agora sua dominação mundial a partir dos países desenvolvidos onde se encontram fisicamente os grandes computadores que redirecionam as informações.
    ( ) As novas tecnologias de comunicação e os processos de interconexões globais fazem com que as identidades culturais estejam mais ligadas às comunidades tradicionais e menos às Nações.

    A sequência correta, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão b63fb1e4-a9
  • B638ADC2-A9

    Sociologia

    Karl Marx e as Classes Sociais
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    A pesquisa Perfil dos Entregadores Ciclistas de Apps da cidade de São Paulo, realizada pela Associação Brasileira do Setor de Bicicletas, Aliança Bike, em 2019, feita com 270 pessoas, revelou, dentre outros resultados, o seguinte: a maioria desses trabalhadores autônomos, à época, possuíam uma jornada diária de 12 horas pelos 7 dias da semana, eram majoritariamente homens jovens e ganhavam em média R$ 936,00 mensais. Desse perfil, conclui-se que há uma grande disparidade de ganho desses entregadores comparados com os trabalhadores empregados legalmente e com direitos e, mais ainda, se considerarmos que o salário mínimo no emprego formal no Brasil, em 2019, era de R$ 998,00 mensais com uma jornada diária de 8 horas por 6 dias semanais. No ano de 2021, a Prosus, investidora da plataforma Ifood no Brasil, declarou ter faturado 10 milhões apenas com o ramo de entregas para restaurantes parceiros da companhia.

    Na perspectiva de Karl Marx, todos os trabalhadores nas economias capitalistas são explorados, pois trabalham bem mais do que ganham. Isso porque o Capital apenas existe e persiste produzindo Mais-Valia na relação com o Trabalho. A Mais-Valia resulta do tempo gasto no trabalho pelo trabalhador e não pago pelos empregadores. Em resumo, ocorre quando os valores pagos aos trabalhadores são bem menores do que os valores que eles produzem.

    Partindo do exposto, marque a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão b638adc2-a9
  • B6342805-A9

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    “A relação que constatamos entre o nascimento do filósofo e o aparecimento do cidadão não é para nos surpreender. A Cidade (pólis) realiza no plano das formas sociais uma separação entre a sociedade e a natureza; e essa separação pressupõe, no plano das formas mentais, o exercício de um pensamento racional. Com a Cidade, a ordem política se separou da organização cósmica; a Cidade aparece como objeto de uma constante indagação e reflexão, de uma discussão apaixonada e, ao mesmo tempo, argumentada”.

    VERNANT, J.-P. A formação do pensamento positivo na Grécia arcaica. In:
    Mito e pensamento entre os gregos. Tradução de Haiganuch Sarian. Rio de
    Janeiro: Paz e Terra, 1990, p. 462-263. (Texto adaptado)

    Com base na citação anterior, é correto afirmar que a filosofia grega nasceu
    Escolha uma alternativa para a questão b6342805-a9
  • B6319AA0-A9

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    “O medo é a causa que origina, conserva e alimenta a superstição. Poderíamos acrescentar muitos exemplos que provam com toda a clareza o seguinte: os homens só se deixam dominar pela superstição enquanto têm medo; todas essas coisas que alguma vez foram inutilmente objeto de culto religioso não são mais do que fantasmas e delírios de um ânimo triste e amedrontado; finalmente, é quando o Estado se encontra em maiores dificuldades que os adivinhos detêm o maior poder sobre a plebe e são mais temidos pelos seus reis”.

    SPINOZA, B. Tratado teológico-político. Tradução de Diogo Pires Aurélio.
    Lisboa: Casa da moeda, 2004, p. 126. (Texto adaptado)

    Conforme Spinoza, o sentimento de medo conduz o homem à superstição. Por isso, os momentos em que os adivinhos têm grande influência sobre a população e os governos são aqueles de grandes dificuldades. A superstição é uma incerteza dos bens desejados, e se desenvolve na  
    Escolha uma alternativa para a questão b6319aa0-a9
  • B61E70F2-A9

    Biologia

    IST´s e Métodos contraceptivos
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Considerando doenças e seus sintomas, numere os parênteses de acordo com a seguinte indicação.

    1. Cólera
    2. Sífilis
    3. Hanseníase
    4. Tuberculose

    ( ) Infecção sexualmente transmissível causada por Treponema pallidum.
    ( ) Causa diarreia aguda, vômito e pode provocar câimbra e olhos turvos.
    ( ) Transmitida pela inalação de gotículas contendo o bacilo de Koch.
    ( ) Afeta pele e nervos periféricos e é causada por Mycobacterium leprae.

    A sequência correta, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão b61e70f2-a9
  • B61ACAB7-A9

    Biologia

    Ciclos biogeoquímicos
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Em relação ao ciclo do nitrogênio, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão b61acab7-a9
  • B618867F-A9

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Em relação ao sistema excretor humano, escreva V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma nos itens abaixo.

    ( ) Os néfrons são estruturas presentes nos rins em grande quantidade.
    ( ) A uretra faz a comunicação dos rins com a bexiga.
    ( ) Ureia, ácido úrico e amônia são substâncias encontradas na urina.
    ( ) A bexiga é um órgão muscular com capacidade elástica que armazena a urina.

    Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
    Escolha uma alternativa para a questão b618867f-a9
  • B6141E1C-A9

    Biologia

    IST´s e Métodos contraceptivos
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    DADOS QUE PODEM SER USADOS NESTA PROVA

    Imagem da questão de Biologia, UECE 2022, IST´s e Métodos contraceptivos 
    Sobre os métodos contraceptivos, marque a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão b6141e1c-a9