Questões do ENEM: nível fácil

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15.661 questões encontradas. Mostrando a página 19 de 784.

  • C5FBF24C-CC

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Uma criança de oito anos de idade pesa 42 kg e está recebendo um medicamento intravenoso diluído em soro fisiológico. Segundo a bula do medicamento, a dose completa a ser recebida deve ser de 5 mg para cada kg de massa corporal do paciente.

    Se a solução é administrada com vazão constante de 1 mg/min, o tempo necessário para a sua conclusão é de
    Escolha uma alternativa para a questão c5fbf24c-cc
  • C5F721F8-CC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUCTION: Read the following text to answer the question.

    How can neuroscience lead to treatments for nicotine addiction?
    Around a billion people still smoke, so we clearly have more to learn about effective treatments for nicotine addiction. Medications that can help include bupropion, a classical antidepressant, which mostly helps people who are depressed to stop smoking; and varenicline, which imitates nicotine in some ways but prevents nicotinic receptors from being fully activated.
    Some nicotine cessation products, such as gums and patches and inhalers, use nicotine itself in the hope that it can be delivered in small enough quantities and over a long enough period of time that nicotine receptors will only be partially chaperoned, helping to reduce upregulation while the individual works on quitting smoking.
    We still need more and better science to figure out the pharmacokinetics of nicotine: How fast does it enter the body? How long does it stay in the body? To that end, along with a team of collaborators — including Caltech professors Wei Gao (professor of medical engineering), Dennis Dougherty (George Grant Hoag Professor of Chemistry), and Stephen Mayo (Bren Professor of Biology and Chemistry), and Professor Neal Benowitz of UC San Francisco — we have been working to develop a wearable device that resembles the continuous glucose monitor used by Type 1 diabetes patients.
    We will use this monitor to measure nicotine while a person smokes or vapes or uses a nicotine pouch so that we can fully understand how an individual metabolizes nicotine and relate this knowledge to a century’s worth of work on nicotinic receptors and nicotine addiction.
    Available at: https://scienceexchange.caltech.edu/topics/neuroscience/neuroscience-experts/nicotine-addictionneuroscience-henry-lester#what-happens-in-the-brainwhen-people-smoke. Accessed on: Aug 1st, 2025
    The text suggests that products designed to help people quit nicotine, such as gums and patches, are effective by
    Escolha uma alternativa para a questão c5f721f8-cc
  • C5F23363-CC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUCTION: Read the following text to answer the question.

    What happens in the brain when people smoke?
    When nicotine enters the lungs, it’s in the brain 20 seconds later. In this journey, nicotine has traveled through the cells in the lungs to the blood — and then from the blood to the brain, passing through the blood‑brain barrier. In all, nicotine passes through six membranes when it’s smoked or vaped.
    Once nicotine is in the brain, it activates the most sensitive nicotinic receptors on membranes of nerve cells, or neurons, but it also travels through the membrane to enter the neuron. Finally, it passes into the organelles of the neuron, where proteins, including the nicotinic receptor, are being made. When a person smokes, nicotine actually helps the cell to assemble more nicotinic receptors, which travel out of the endoplasmic reticulum (part of the cellular transportation system) and onto the surface of the cell. It’s as though nicotine is acting as a pharmacological “chaperone” to bring those receptors to the surface of the cell.
    We have labeled this process “inside out” pharmacology. In trying to unravel the cell biology of nicotine addiction, my lab and others study how this so‑called chaperoning or upregulating of nicotinic receptors is necessary for the early stages of nicotine dependence, ultimately underlying the brain’s addiction to nicotine. When a person stops taking nicotine, the natural acetylcholine cannot sufficiently activate the upregulated receptors. They produce craving and other symptoms of withdrawal.
    Available at: https://scienceexchange.caltech.edu/topics/ neuroscience/neuroscience-experts/nicotine-addictionneuroscience-henry-lester#what-happens-in-the-brainwhen-people-smoke. Accessed on: Aug 1st, 2025.
    What is the primary function of nicotine in the process the author calls “inside out” pharmacology?
    Escolha uma alternativa para a questão c5f23363-cc
  • C5E88511-CC

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
    TEXTO II
    Raquel Castanharo, influenciadora e fisioterapeuta, foi diagnosticada com câncer de mama apenas 17 dias antes de sua primeira maratona. Apesar de já sentir um nódulo há anos, exames anteriores não indicaram a presença da doença. O tumor, classificado como luminal B, media 5 centímetros e crescia lentamente. Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.
    Em julho, Raquel iniciou a quimioterapia, começando com os ciclos vermelhos a cada 15 dias. O exercício físico se tornou um aliado importante para lidar com os efeitos colaterais do tratamento. A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.
    Disponível em: https://www.portaltela.com/cotidiano/saude/2025/09/02/corredora-e-diagnosticada-com-cancer-demama-antes-da-estreia-em-maratona. Acesso em: 2 set. 2025
    O texto II apresenta uma finalidade motivacional ao
    Escolha uma alternativa para a questão c5e88511-cc
  • C5E3427F-CC

    Português

    Interpretação de Textos
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    Releia o trecho a seguir.


    “Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias ‘revolucionárias’ como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.”


    O emprego das aspas na palavra em destaque no trecho tem por finalidade 

    Escolha uma alternativa para a questão c5e3427f-cc
  • C5E04173-CC

    Português

    Sintaxe
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    Releia o trecho a seguir.

    “A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente.

    A função da oração subordinada em destaque no período é
    Escolha uma alternativa para a questão c5e04173-cc
  • C5DD9C00-CC

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    No artigo, os autores procuram sustentar sua tese a partir de diferentes estratégias argumentativas.

    Considerando os critérios de pertinência, relevância, coerência e consistência, pode‑se concluir que os argumentos utilizados são
    Escolha uma alternativa para a questão c5dd9c00-cc
  • C5DAC580-CC

    Português

    Interpretação de Textos
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    A progressão dos argumentos no texto é construída principalmente a partir da
    Escolha uma alternativa para a questão c5dac580-cc
  • C5D858CA-CC

    Português

    Interpretação de Textos
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    Os autores destacam no artigo cinco aspectos que contrapõem a defesa de “ideias disruptivas”.


    O terceiro e o quinto aspectos relacionam‑se na medida em que

    Escolha uma alternativa para a questão c5d858ca-cc
  • C5D41014-CC

    Português

    Interpretação de Textos
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    A partir da análise dos procedimentos argumentativos empregados, pode‑se inferir que o objetivo central desse texto é
    Escolha uma alternativa para a questão c5d41014-cc
  • ECD93C74-CC

    Química

    Termoquímica: Energia Calorífica, Calor de reação, Entalpia, Equações e Lei de Hess.
    FAME · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Os carboidratos são a principal fonte de energia do corpo. Durante a digestão, eles são convertidos em glicose, que é absorvida pelo sangue e transportada às células para ser usada como combustível. No organismo, essa glicose circulante é chamada de açúcar no sangue. Sua queima para liberar energia pode ser representada pela equação química não balanceada apresentada a seguir.

    Imagem da questão de Química, da prova de 2025

    Qual o valor da energia liberada, em quilojoules, quando 36 g de glicose são queimados? 
    Escolha uma alternativa para a questão ecd93c74-cc
  • ECCF174A-CC

    Química

    Polímeros - Plásticos e Borrachas
    FAME · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos

    A borracha natural é extraída da seringueira (Hevea brasiliensis) na forma de látex, um líquido esbranquiçado. Esse material contém partículas de poli‑isopreno, um polímero derivado do isopreno. A polimerização do isopreno pode ser representada pela equação química apresentada a seguir.


    Imagem da questão de Química, da prova de 2025


    Nesse contexto, o monômero utilizado para a obtenção da borracha natural é um 

    Escolha uma alternativa para a questão eccf174a-cc
  • ECC4B4A0-CC

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    FAME · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    A calculadora de gordura corporal é uma ferramenta usada para estimar o percentual de gordura de uma pessoa. Ao inserir o valor da densidade corporal na calculadora, é possível identificar o percentual de gordura e, é claro, associar o nível de condicionamento físico da pessoa, os riscos à saúde e o bem‑estar em geral. A ferramenta é particularmente valiosa para atletas, entusiastas do condicionamento físico e indivíduos que buscam gerenciar sua composição corporal.

    Observe, na tabela a seguir, as estimativas de densidades corporais típicas e os percentuais de gordura correspondentes.

    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2025

    Disponível em: https://calculatorshub.net/pt/calculadorasde-fitness/calculadora-de-densidade-corporal-para-gorduracorporal/. Acesso em: 18 de ago. 2025 (adaptado).

    Para um adulto que apresenta um volume de 71 000 cm3 e uma massa de 74,2 kg, qual será, aproximadamente, seu percentual estimado de gordura corporal?
    Escolha uma alternativa para a questão ecc4b4a0-cc
  • ECB05A9C-CC

    Biologia

    Moléculas, células e tecidos
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Pesquisa desvenda mecanismo dentro da célula que melhora produção de calor no tecido adiposo marrom


    A pesquisa identificou que o fechamento do canal de potássio sensível ao ATP das usinas de energia das células é essencial para maximizar a produção de calor no tecido adiposo marrom. O estudo demonstrou que, em camundongos e células humanas, a inibição desse canal aumenta o consumo de oxigênio durante a ativação da termogênese — processo que libera energia na forma de calor em vez de adenosina trifosfato. A descoberta aponta caminhos para estratégias de combate à obesidade.


    Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/pesquisa-desvendamecanismo-dentro-da-celula-que-melhora-producao-de-calor-notecido-adiposo-marrom/. Acesso em: 16 ago. 2025 (adaptado).

    De acordo com a pesquisa, a organela responsável pela produção de calor é
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  • ECADBAF3-CC

    Biologia

    Moléculas, células e tecidos
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Pomada com própolis vermelha é testada para cicatrização de queimaduras

    Uma pomada feita a partir da própolis vermelha pode representar um avanço na cicatrização rápida de queimaduras, agindo nos dois tecidos mais superficiais da pele. Um estudo desenvolveu e testou o produto. Os resultados mostraram que graças aos componentes químicos do princípio ativo, a formulação tem potencial para auxiliar vítimas dessas lesões.

    Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/pomadacom-propolis-vermelha-e-testada-para-cicatrizacao-dequeimaduras/. Acesso em: 16 ago. 2025 (adaptado).
    A pomada de própolis vermelha age diretamente na ativação do processo celular do tipo
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  • ECA155FF-CC

    História

    História do Brasil
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    Vargas foi um dos primeiros a perceber como ator político fundamental um grupo social até então visto apenas como fonte de distúrbios para a ordem oligárquica que o antecedeu: as grandes massas urbanas. Se os direitos trabalhistas garantidos pela CLT decorrem também da luta dos trabalhadores, ele foi um dos pioneiros dentro da elite política da época a reconhecer a necessidade de instaurar esses novos marcos legais. [...] Mesmo seu maior adversário, Carlos Lacerda, reconheceu isso: “Foi mérito seu, indiscutível, o de haver compreendido o valor do homem sem importância (...). Enquanto muitos políticos continuavam a falar apenas para um grupo, ele e outros, depois de 1930, passaram a falar às grandes massas do povo”.

    CHALOUB, Jorge. Ecos de Getúlio. Revista de História da Biblioteca Nacional, n. 109. Rio de Janeiro: SABN, 2014. p. 21.

    Getúlio Vargas é reconhecido como o grande líder trabalhista da história brasileira por
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  • EC8B7902-CC

    Matemática

    Análise de Tabelas e Gráficos
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    O gráfico de barras a seguir apresenta a quantidade de unidades habitacionais, de mesmo valor, vendidas por uma construtora no ano de 2024. E o gráfico de linha apresenta a evolução mensal do preço dos imóveis vendidos por essa construtora no mesmo ano.


    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2025

    O faturamento da construtora com a venda dessas unidades habitacionais no último trimestre de 2024, em milhões de reais, foi de
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  • EC85C87B-CC

    Matemática

    Aritmética e Problemas
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    Uma balança de comparação possui uma barra e meia de chocolate e 2 quilogramas de açúcar de um mesmo lado. Do outro lado dessa mesma balança, há duas barras de chocolate e 1 quilograma de feijão.

    Se os dois lados da balança estão em perfeito equilíbrio, o peso da barra de chocolate, em kg, é igual a
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  • EC78D6A2-CC

    Matemática

    Aritmética e Problemas
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    Durante um processo de tratamento médico, um bebê perdeu 1/10 da quantidade de água que havia em seu organismo. Inicialmente, a composição corporal desse bebê era de 4/5 de água, e seu peso corporal era de 8 quilogramas.

    A quantidade de água remanescente no corpo do bebê, após esse processo de perda, em gramas, é igual a
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  • EC6E20AA-CC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    INSTRUCTION: Read the following text to answer the question.


    Abstract


    Rare diseases are diseases that affect fewer than 1 in 2,000 people. Due to their rarity, it can be extremely challenging for doctors to diagnose these diseases in their patients — it often takes 6 – 8 years for some patients to get a diagnosis. Even though they are uncommon, rare diseases still have a significant impact on families and communities and need greater attention. Fatal familial insomnia (FFI) is a rare disease that affects the brain and gradually reduces a person’s ability to sleep. FFI gets worse over time and causes severe complications. There is currently no cure for FFI, so more research is crucial — not only for understanding FFI but also for unlocking potential treatments for other rare diseases. Rare disease research brings hope for a better future to those living with FFI and other rare conditions.


    Available at: https://kids.frontiersin.org/articles/10.3389/frym.2025.1523273. Accessed on: Aug 2nd, 2025.

    As used in the abstract, what is the best definition for the word diagnose?
    Escolha uma alternativa para a questão ec6e20aa-cc