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Questões do ENEM: nível fácil

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Resultados

15.661 questões encontradas. Mostrando a página 301 de 784.

  • 79BA2E33-07

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do livro A dança do universo, do físico brasileiro Marcelo Gleiser, para responder à questão.

         Na dedicatória de seu livro O progresso da sabedoria (1605) a Jaime I, sir Francis Bacon declara: “de todas as pessoas ainda vivas que conheci, sua Majestade é o melhor exemplo de um homem que representa a opinião de Platão, de que todo conhecimento é apenas memória”. Embora Platão tenha provavelmente escrito essas linhas como uma alegoria à sua crença na imortalidade da alma, e Bacon, como parte de um astuto plano para obter certos favores do rei, podemos nos referir a elas como uma alegoria à enorme importância que o pensamento grego exerceu e exerce no desenvolvimento da cultura ocidental.
          Após derrotar os persas em uma série de conflitos durante as primeiras décadas do século V a.C., a civilização grega viveu um século e meio de grande esplendor, inspirada pela liderança de Péricles, que governou Atenas por 32 anos, de 461 a 429. Nem mesmo as amargas disputas entre Atenas, Esparta e outros Estados, que acabaram resultando na Guerra do Peloponeso, entre 431 e 404, conseguiram ofuscar o incrível nível de sofisticação atingido durante esse período. Nas palavras de H. G. Wells, “durante esse período o pensamento e o impulso criativo e artístico dos gregos ascenderam a níveis que os transformaram numa fonte de luz para o resto da História”. Que essa luz tenha continuado a brilhar através dos tempos, sobrevivendo a séculos de intolerância religiosa e muitas guerras, é a prova concreta de coragem intelectual daqueles que acreditam que a busca do conhecimento é o antídoto contra a cegueira causada pela repressão e pelo medo.

    (A dança do universo, 2006. Adaptado.)
    Está empregado em sentido figurado o termo sublinhado em:
    Escolha uma alternativa para a questão 79ba2e33-07
  • 79AF40F8-07

    Português

    Figuras de Linguagem
    Centro Universitário São Camilo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema do escritor português Fernando Pessoa para responder à questão. 

    Às vezes, em sonho triste
    Nos meus desejos existe
    Longinquamente um país
    Onde ser feliz consiste
    Apenas em ser feliz.

    Vive-se como se nasce
    Sem o querer nem saber.
    Nessa ilusão de viver
    O tempo morre e renasce
    Sem que o sintamos correr. 

    O sentir e o desejar
    São banidos dessa terra.
    O amor não é amor
    Nesse país por onde erra
    Meu longínquo divagar.

    Nem se sonha nem se vive:
    É uma infância sem fim.
    Parece que se revive
    Tão suave é viver assim
    Nesse impossível jardim.

    (Obra poética, 1997.)
    O eu lírico recorre a uma construção paradoxal em:
    Escolha uma alternativa para a questão 79af40f8-07
  • 79AB9063-07

    Português

    Artigos
    Centro Universitário São Camilo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a crônica “Conto carioca”, de Vinicius de Moraes, para responder à questão.

         O rapaz vinha passando num Cadillac novo pela avenida Atlântica. Vinha despreocupado, assoviando um blue, os olhos esquecidos no asfalto em retração. A noite era longa, alta e esférica, cheia de uma paz talvez macabra, mas o rapaz nada sentia. Ganhara o bastante na roleta para resolver a despesa do cassino, o que lhe dava essa sensação de comando do homem que paga: porque tratava-se de um “duro”, e o automóvel era o carro paterno, obtido depois de uma promessa de fazer força nos estudos. O show estivera agradável e ele flertara com quase todas as mulheres da sua mesa. A lua imobilizava-se no céu, imparticipante, clareando a cabeleira das ondas que rugiam, mas como que em silêncio.
         De súbito, em frente ao Lido, uma mulher sentada num banco. Uma mulher de branco, o rosto envolto num véu branco, e tão elegante e bonita, meu Deus, que parecia também, em sua claridade, um luar dormente. O freio de pé agiu quase automaticamente e a borracha deslizou, levando o carro maneiroso até o meio-fio, onde estacou num rincho ousado. Depois ele deu ré, até junto da dama branca.
          – Sozinha a essas horas?
       Ela não respondeu. Limitou-se a olhar serenamente o rapaz do Cadillac, com seu olhar extraordinariamente fluido, enquanto o vento sul agitava-lhe docemente os cabelos cor de cinza.
         – Sabe que é muito perigoso ficar aqui até estas horas, uma mulher tão bonita?
         A voz veio de longe, uma voz branca, branca como a mulher, e ao mesmo tempo crestada por um ligeiro sotaque nórdico:
          – Perdi a condução... Não sei... é tão difícil arranjar condução...
         O rapaz examinou-a já com olhos de cobiça. Que criatura fascinante! Tão branca... Devia ser uma coisa branca, um mar de leite, um amor pálido. Suas pernas tinham uma alvura de marfim e suas mãos pareciam porcelanas brancas. Veio-lhe uma sensação estranha, um arrepio percorreu-lhe todo o corpo e ele se sentiu entregar a um sono triste, onde a volúpia cantava baixinho. Teve um gesto para ela: 
          – Vem... Eu levo você... 
        Ela foi. Abriu a porta do carro e sentou-se a seu lado. Fosse porque a madrugada avançasse, a noite se fizera mais fria e, ao tê-la aconchegada – talvez emoção –, o rapaz tiritou. Seus braços eram frios como o mármore e sua boca gelada como éter. Vinha dela um suave perfume de flores que o levou para longe. Ela se deixou, passiva, em seus braços, entregue a um mundo de beijos mansos.
          Quando a madrugada rompeu, ele acordou do seu letargo amoroso. A moça branca parecia mais branca ainda, e agora olhava o mar, de onde vinha um vento branco. Ele disse:
            – Amor, vou levar você agora.
           Ela deu-lhe seus olhos quase inexistentes, de tão claros:
           – Em Botafogo, por favor.
         Tocou o carro. A aventura dera-lhe um delírio de velocidade. Entrou pelo túnel como um louco e fez, a pedido dela, a curva de General Polidoro num ângulo quase absurdo. 
          – É aqui – disse ela em voz baixa.
          Ele parou. Olhou para ela espantado:
           – Por que aqui?
          – Eu moro aqui. Venha me ver quando quiser. Muito obrigada por tudo.
        E dando-lhe um último longo beijo, frio como o éter, abriu a porta do carro, passou através do portão fechado do cemitério e desapareceu.

    (Para uma menina com uma flor, 2009.)
    “O rapaz examinou-a já com olhos de cobiça. [...] Veio-lhe uma sensação estranha, um arrepio percorreu-lhe todo o corpo e ele se sentiu entregar a um sono triste, onde a volúpia cantava baixinho.” (8° parágrafo)

    Os termos sublinhados constituem, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 79ab9063-07
  • 79A80747-07

    Português

    Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo
    Centro Universitário São Camilo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a crônica “Conto carioca”, de Vinicius de Moraes, para responder à questão.

         O rapaz vinha passando num Cadillac novo pela avenida Atlântica. Vinha despreocupado, assoviando um blue, os olhos esquecidos no asfalto em retração. A noite era longa, alta e esférica, cheia de uma paz talvez macabra, mas o rapaz nada sentia. Ganhara o bastante na roleta para resolver a despesa do cassino, o que lhe dava essa sensação de comando do homem que paga: porque tratava-se de um “duro”, e o automóvel era o carro paterno, obtido depois de uma promessa de fazer força nos estudos. O show estivera agradável e ele flertara com quase todas as mulheres da sua mesa. A lua imobilizava-se no céu, imparticipante, clareando a cabeleira das ondas que rugiam, mas como que em silêncio.
         De súbito, em frente ao Lido, uma mulher sentada num banco. Uma mulher de branco, o rosto envolto num véu branco, e tão elegante e bonita, meu Deus, que parecia também, em sua claridade, um luar dormente. O freio de pé agiu quase automaticamente e a borracha deslizou, levando o carro maneiroso até o meio-fio, onde estacou num rincho ousado. Depois ele deu ré, até junto da dama branca.
          – Sozinha a essas horas?
       Ela não respondeu. Limitou-se a olhar serenamente o rapaz do Cadillac, com seu olhar extraordinariamente fluido, enquanto o vento sul agitava-lhe docemente os cabelos cor de cinza.
         – Sabe que é muito perigoso ficar aqui até estas horas, uma mulher tão bonita?
         A voz veio de longe, uma voz branca, branca como a mulher, e ao mesmo tempo crestada por um ligeiro sotaque nórdico:
          – Perdi a condução... Não sei... é tão difícil arranjar condução...
         O rapaz examinou-a já com olhos de cobiça. Que criatura fascinante! Tão branca... Devia ser uma coisa branca, um mar de leite, um amor pálido. Suas pernas tinham uma alvura de marfim e suas mãos pareciam porcelanas brancas. Veio-lhe uma sensação estranha, um arrepio percorreu-lhe todo o corpo e ele se sentiu entregar a um sono triste, onde a volúpia cantava baixinho. Teve um gesto para ela: 
          – Vem... Eu levo você... 
        Ela foi. Abriu a porta do carro e sentou-se a seu lado. Fosse porque a madrugada avançasse, a noite se fizera mais fria e, ao tê-la aconchegada – talvez emoção –, o rapaz tiritou. Seus braços eram frios como o mármore e sua boca gelada como éter. Vinha dela um suave perfume de flores que o levou para longe. Ela se deixou, passiva, em seus braços, entregue a um mundo de beijos mansos.
          Quando a madrugada rompeu, ele acordou do seu letargo amoroso. A moça branca parecia mais branca ainda, e agora olhava o mar, de onde vinha um vento branco. Ele disse:
            – Amor, vou levar você agora.
           Ela deu-lhe seus olhos quase inexistentes, de tão claros:
           – Em Botafogo, por favor.
         Tocou o carro. A aventura dera-lhe um delírio de velocidade. Entrou pelo túnel como um louco e fez, a pedido dela, a curva de General Polidoro num ângulo quase absurdo. 
          – É aqui – disse ela em voz baixa.
          Ele parou. Olhou para ela espantado:
           – Por que aqui?
          – Eu moro aqui. Venha me ver quando quiser. Muito obrigada por tudo.
        E dando-lhe um último longo beijo, frio como o éter, abriu a porta do carro, passou através do portão fechado do cemitério e desapareceu.

    (Para uma menina com uma flor, 2009.)
    As palavras do texto cujos prefixos exprimem ideia de negação são
    Escolha uma alternativa para a questão 79a80747-07
  • 79A4F818-07

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a crônica “Conto carioca”, de Vinicius de Moraes, para responder à questão.

         O rapaz vinha passando num Cadillac novo pela avenida Atlântica. Vinha despreocupado, assoviando um blue, os olhos esquecidos no asfalto em retração. A noite era longa, alta e esférica, cheia de uma paz talvez macabra, mas o rapaz nada sentia. Ganhara o bastante na roleta para resolver a despesa do cassino, o que lhe dava essa sensação de comando do homem que paga: porque tratava-se de um “duro”, e o automóvel era o carro paterno, obtido depois de uma promessa de fazer força nos estudos. O show estivera agradável e ele flertara com quase todas as mulheres da sua mesa. A lua imobilizava-se no céu, imparticipante, clareando a cabeleira das ondas que rugiam, mas como que em silêncio.
         De súbito, em frente ao Lido, uma mulher sentada num banco. Uma mulher de branco, o rosto envolto num véu branco, e tão elegante e bonita, meu Deus, que parecia também, em sua claridade, um luar dormente. O freio de pé agiu quase automaticamente e a borracha deslizou, levando o carro maneiroso até o meio-fio, onde estacou num rincho ousado. Depois ele deu ré, até junto da dama branca.
          – Sozinha a essas horas?
       Ela não respondeu. Limitou-se a olhar serenamente o rapaz do Cadillac, com seu olhar extraordinariamente fluido, enquanto o vento sul agitava-lhe docemente os cabelos cor de cinza.
         – Sabe que é muito perigoso ficar aqui até estas horas, uma mulher tão bonita?
         A voz veio de longe, uma voz branca, branca como a mulher, e ao mesmo tempo crestada por um ligeiro sotaque nórdico:
          – Perdi a condução... Não sei... é tão difícil arranjar condução...
         O rapaz examinou-a já com olhos de cobiça. Que criatura fascinante! Tão branca... Devia ser uma coisa branca, um mar de leite, um amor pálido. Suas pernas tinham uma alvura de marfim e suas mãos pareciam porcelanas brancas. Veio-lhe uma sensação estranha, um arrepio percorreu-lhe todo o corpo e ele se sentiu entregar a um sono triste, onde a volúpia cantava baixinho. Teve um gesto para ela: 
          – Vem... Eu levo você... 
        Ela foi. Abriu a porta do carro e sentou-se a seu lado. Fosse porque a madrugada avançasse, a noite se fizera mais fria e, ao tê-la aconchegada – talvez emoção –, o rapaz tiritou. Seus braços eram frios como o mármore e sua boca gelada como éter. Vinha dela um suave perfume de flores que o levou para longe. Ela se deixou, passiva, em seus braços, entregue a um mundo de beijos mansos.
          Quando a madrugada rompeu, ele acordou do seu letargo amoroso. A moça branca parecia mais branca ainda, e agora olhava o mar, de onde vinha um vento branco. Ele disse:
            – Amor, vou levar você agora.
           Ela deu-lhe seus olhos quase inexistentes, de tão claros:
           – Em Botafogo, por favor.
         Tocou o carro. A aventura dera-lhe um delírio de velocidade. Entrou pelo túnel como um louco e fez, a pedido dela, a curva de General Polidoro num ângulo quase absurdo. 
          – É aqui – disse ela em voz baixa.
          Ele parou. Olhou para ela espantado:
           – Por que aqui?
          – Eu moro aqui. Venha me ver quando quiser. Muito obrigada por tudo.
        E dando-lhe um último longo beijo, frio como o éter, abriu a porta do carro, passou através do portão fechado do cemitério e desapareceu.

    (Para uma menina com uma flor, 2009.)
    O desfecho da crônica pode ser caracterizado como
    Escolha uma alternativa para a questão 79a4f818-07
  • 79A1A2A5-07

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a crônica “Conto carioca”, de Vinicius de Moraes, para responder à questão.

         O rapaz vinha passando num Cadillac novo pela avenida Atlântica. Vinha despreocupado, assoviando um blue, os olhos esquecidos no asfalto em retração. A noite era longa, alta e esférica, cheia de uma paz talvez macabra, mas o rapaz nada sentia. Ganhara o bastante na roleta para resolver a despesa do cassino, o que lhe dava essa sensação de comando do homem que paga: porque tratava-se de um “duro”, e o automóvel era o carro paterno, obtido depois de uma promessa de fazer força nos estudos. O show estivera agradável e ele flertara com quase todas as mulheres da sua mesa. A lua imobilizava-se no céu, imparticipante, clareando a cabeleira das ondas que rugiam, mas como que em silêncio.
         De súbito, em frente ao Lido, uma mulher sentada num banco. Uma mulher de branco, o rosto envolto num véu branco, e tão elegante e bonita, meu Deus, que parecia também, em sua claridade, um luar dormente. O freio de pé agiu quase automaticamente e a borracha deslizou, levando o carro maneiroso até o meio-fio, onde estacou num rincho ousado. Depois ele deu ré, até junto da dama branca.
          – Sozinha a essas horas?
       Ela não respondeu. Limitou-se a olhar serenamente o rapaz do Cadillac, com seu olhar extraordinariamente fluido, enquanto o vento sul agitava-lhe docemente os cabelos cor de cinza.
         – Sabe que é muito perigoso ficar aqui até estas horas, uma mulher tão bonita?
         A voz veio de longe, uma voz branca, branca como a mulher, e ao mesmo tempo crestada por um ligeiro sotaque nórdico:
          – Perdi a condução... Não sei... é tão difícil arranjar condução...
         O rapaz examinou-a já com olhos de cobiça. Que criatura fascinante! Tão branca... Devia ser uma coisa branca, um mar de leite, um amor pálido. Suas pernas tinham uma alvura de marfim e suas mãos pareciam porcelanas brancas. Veio-lhe uma sensação estranha, um arrepio percorreu-lhe todo o corpo e ele se sentiu entregar a um sono triste, onde a volúpia cantava baixinho. Teve um gesto para ela: 
          – Vem... Eu levo você... 
        Ela foi. Abriu a porta do carro e sentou-se a seu lado. Fosse porque a madrugada avançasse, a noite se fizera mais fria e, ao tê-la aconchegada – talvez emoção –, o rapaz tiritou. Seus braços eram frios como o mármore e sua boca gelada como éter. Vinha dela um suave perfume de flores que o levou para longe. Ela se deixou, passiva, em seus braços, entregue a um mundo de beijos mansos.
          Quando a madrugada rompeu, ele acordou do seu letargo amoroso. A moça branca parecia mais branca ainda, e agora olhava o mar, de onde vinha um vento branco. Ele disse:
            – Amor, vou levar você agora.
           Ela deu-lhe seus olhos quase inexistentes, de tão claros:
           – Em Botafogo, por favor.
         Tocou o carro. A aventura dera-lhe um delírio de velocidade. Entrou pelo túnel como um louco e fez, a pedido dela, a curva de General Polidoro num ângulo quase absurdo. 
          – É aqui – disse ela em voz baixa.
          Ele parou. Olhou para ela espantado:
           – Por que aqui?
          – Eu moro aqui. Venha me ver quando quiser. Muito obrigada por tudo.
        E dando-lhe um último longo beijo, frio como o éter, abriu a porta do carro, passou através do portão fechado do cemitério e desapareceu.

    (Para uma menina com uma flor, 2009.)
    Ao intitular a narrativa de “Conto carioca”, o cronista chama a atenção para
    Escolha uma alternativa para a questão 79a1a2a5-07
  • 799CCD2F-07

    Português

    Figuras de Linguagem
    Centro Universitário São Camilo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Examine a tira do cartunista americano Bill Watterson.

    Imagem da questão de Português, Centro Universitário São Camilo 2018, Figuras de Linguagem
    (Criaturas bizarras de outro planeta!:
    as aventuras de Calvin & Haroldo, 2011.)

    No último quadrinho, o garoto Calvin faz uso do seguinte recurso expressivo:
    Escolha uma alternativa para a questão 799ccd2f-07
  • B26B4494-05

    Sociologia

    Relação entre Indivíduo e Sociedade
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Se quisermos definir ‘Sociedade’, de acordo com a disciplina acadêmica denominada ‘Sociologia’, devemos dizer que se trata de um determinado conjunto:
    Escolha uma alternativa para a questão b26b4494-05
  • B26763BD-05

    Sociologia

    Cultura e sociedade
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    'Herança Social', conforme entendida e conceituada na disciplina acadêmica denominada ‘Sociologia’, deve definir-se como:
    Escolha uma alternativa para a questão b26763bd-05
  • B26430E7-05

    Sociologia

    O nascimento da sociologia
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    A inserção da disciplina ‘Sociologia’ nos currículos acadêmicos é considerada muito importante, pois:
    Escolha uma alternativa para a questão b26430e7-05
  • B2574356-05

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
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    Quando o ser humano consegue agir, conforme sua própria vontade, e, entre várias opções, escolher aquela que sua reta razão lhe diz ser o melhor bem, estamos afirmando que esse mesmo ser humano:
    Escolha uma alternativa para a questão b2574356-05
  • B239BBBF-05

    Geografia

    Meio Ambiente na Geografia
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    O Acordo do clima, firmado em 2015, no qual quase todas as nações se comprometeram a reduzir emissões de carbono, deveria ter sido um ponto de virada na luta contra a mudança climática. Mas muitos países já estão atrás de suas metas, e os EUA agora anunciaram que abandonarão o pacto. Enquanto isso, as emissões globais crescem. O único modo de recuperar o tempo perdido, e ter algum sucesso, é buscar uma abordagem que aproveite todas as estratégias possíveis para reduzir as emissões.

    (revista Scientific American,out. de 2018, Edição Especial)

    O texto acima está se referindo ao:
    Escolha uma alternativa para a questão b239bbbf-05
  • B22C65F9-05

    História

    História do Brasil
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Algumas das formas mais conhecidas de resistência escrava, durante o período colonial brasileiro, foram a fuga e a formação de quilombos. Contudo, a historiografia recente sobre esta temática evidenciou outras formas de resistência que ocorriam no cotidiano dos cativos, podendo-se destacar:
    Escolha uma alternativa para a questão b22c65f9-05
  • B2262E14-05

    História

    História do Brasil
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    No Brasil colonial, a palavra 'sertão' designava os territórios interioranos e litorâneos (“sertões de dentro” e “sertões de fora"), onde a presença lusa era quase inexistente ou ainda não havia se consolidado. Diante da necessidade de buscar espaços que pudessem produzir novas formas de sustento material e obtenção de lucros, o processo de conquista e colonização dos sertões se deu através de atividades como:
    Escolha uma alternativa para a questão b2262e14-05
  • B21F096E-05

    Geografia

    Geografia Econômica
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    A integração dos espaços e populações africanas e asiáticas aos circuitos capitalistas europeus é visível em dois momentos históricos: durante a expansão marítima dos séculos XV e XVI, por meio das navegações, e durante o Imperialismo do século XIX, também conhecido como a época do neocolonialismo. A diferença entre as fases do capitalismo, nestes dois períodos corresponde, respectivamente, às chamadas etapas:
    Escolha uma alternativa para a questão b21f096e-05
  • B21C1467-05

    História

    História Geral
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Entre os séculos XVI e XVII, alguns pensadores políticos europeus escreveram obras sobre a natureza do Estado e suas finalidades. Dentre eles, destaca-se o italiano Maquiavel (O Príncipe, 1532), cujas ideias justificavam uma forma específica de organização política que vigorou, na Europa Moderna, e pela qual
    Escolha uma alternativa para a questão b21c1467-05
  • B211C3C7-05

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Read the text below and answer the following question.

    Is it time you went on a social media detox?

        In today's world, social media is central to our lives. It helps us to stay in touch with our friends, promote our work, and follow the latest news. How do these networks impact our mental and physical health?
        A number of studies have linked social media use with increased levels of depression, anxiety, and isolation.
        Social media lovers have twice the risk of depression, compared with their less enthusiastic peers.
        Research has revealed that younger and older users alike are in danger of breaking under the pressure of unachievable standards of beauty and success.
        Among young adult users, social media notably increases the incidence of anxiety and depression, according to the results of a sizeable study conducted in 2016.
      In fact, the researchers saw that users who frequently checked their accounts had a more than twice as high a risk of depression than their less social media-oriented peers.
        This may partly be due to the fact that social networks create an artificial need to be available 24/7, to respond to messages and emoji reactions instantly. But this attitude creates an unnecessary amount of low-key stress that takes its toll on our emotional well-being.
        And, despite the fact that such platforms are supposed to enhance our sense of connectedness with other people, research has found that they actually have the opposite effect: they render dedicated users lonelier and more isolated.
         However, this shouldn't really surprise us. The hyperconnectedness takes place at a superficial level, eliminating all of the extra elements that make communication more valuable and psychologically constructive.
       Such elements include eye contact, body language, the possibility of listening for changes in our interlocutor's tone of voice, or the possibility of physical touch.
        An over-active social media presence can leave its mark not just on our mental health, but also on our physical health — particularly by altering our sleep patterns.
       Lastly, researchers have proven that our commitment to social media platforms can negatively affect our commitment to our own creative and professional lives in complex ways.

    Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/321498.php?sr> Acessado em 19 de outubro de 2018.
    The pernicious effects of social media
    Escolha uma alternativa para a questão b211c3c7-05
  • B1FCD3BD-05

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    A região Nordeste, e sua realidade sofrida, dura e frequentemente castigada pelas agruras de grandes estiagens, foi tema de grandes produções literárias, entre as quais convém citar as obras:

    1) Vidas Secas, de Graciliano Ramos, à volta de personagens, como Fabiano, Sinhá Vitória, os filhos e a cachorra Baleia.
    2) O Quinze, de Rachel de Queiroz, que narra o drama da seca de 1915: “o cenário é a caatinga, caracterizada pela seca que devasta a vegetação e o solo, e castiga seus habitantes.”
    3) Seara Vermelha, de Jorge Amado, que gira em torno da saga de migrantes nordestinos que fogem da privação provocada pela seca.

    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão b1fcd3bd-05
  • B1F61006-05

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    O Romantismo brasileiro se distinguiu, em relação a outros períodos da literatura nacional, pois:
    Escolha uma alternativa para a questão b1f61006-05
  • B1E90119-05

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Como e por que leio o romance brasileiro

         Leitora apaixonada, fã de carteirinha, me envolvo com os romances de que gosto: curto, torço, roo as unhas, leio de novo um pedaço que tenha me agradado de forma particular. Se não gosto, largo no meio ou até no começo. O autor tem vinte ou trinta páginas para me convencer de que seu livro vai fazer diferença. Pois acredito piamente que a leitura faz a diferença. Se não, adeus! O livro volta para a estante e vou cuidar de outra coisa...
          Ao terminar a leitura de um romance de que gosto, fico com vontade de dividi-lo com os amigos. Recomendar a leitura, emprestar, dar de presente. Mas, sobretudo, discutir. Nada melhor do que conversar sobre livros... eu acho uma coisa, meu amigo acha outra, a colega discorda de nós dois...
         Na discussão, pode tudo, só não pode não achar nada nem concordar com todo mundo. No fim do papo, cada um fica mais cada um, ouvindo os outros. Quem sabe o livro tem mais de um sentido? Como foi mesmo aquele lance? E aquele personagem... vilão ou herói?
           Na minha geração e nas minhas relações, é assim que se lê romance.
        A leitura de romance, no entanto, não é só esta leitura envolvida e vertiginosa. Junto com o suspense, ao lado do mergulho na história, transcorre o tempo de decantação. Enredo, linguagem e personagens depositam-se no leitor. Passam a fazer parte da vida de quem lê. Vêm à tona meio sem aviso, aos pedaços, evocados não se sabe bem por quais articulações...
        Vida e literatura enredam-se em bons e em maus momentos, e os romances que leio passam a fazer parte da minha vida, me expressam em várias situações.

    Marisa Lajolo. Como e por que ler o romance brasileiro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004, p. 13-14.
    Na crônica vista acima, Marisa Lajolo revela que adota uma concepção de leitura:
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