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Interpretação de texto | Reading comprehensionPUC - RJ · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

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Leia as informações:
1968 não foi um ano qualquer. Em vários países, os jovens se rebelaram, embalados pelo sonho de um mundo novo. [...] Esse clima, que no Brasil teve efeitos visíveis no plano da cultura em geral e da arte [...], deu também impulso à mobilização social. [...] O catalisador das manifestações de rua em 1968 foi a morte de um estudante secundarista. Edson Luís foi morto pela Polícia Militar durante um pequeno protesto realizado no Rio de Janeiro, no mês de março [...]. Esses fatos criaram condições para uma mobilização mais ampla, reunindo não só os estudantes como setores representativos da Igreja e da classe média do Rio de Janeiro. O ponto alto da convergência dessas forças que se empenhavam na luta pela democratização foi a chamada Passeata dos 100 Mil, realizada em 25 de junho de 1968.
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. SP: Edusp, 2012, p. 407-408.)

Tomando por base o excerto, assinale a alternativa que mais bem representa o momento político vivido pelo Brasil em 1968.
Leia as informações para responder à questão:

[...] nas últimas décadas do século XVIII, a sociedade mineira entrava em uma fase de declínio, marcada pela queda contínua da produção de ouro e pelas medidas da Coroa no sentido de garantir a arrecadação do quinto. [...] Em sua grande maioria [os inconfidentes] constituíam um grupo da elite colonial, formado por mineradores, fazendeiros, padres envolvidos em negócios, funcionários, advogados de prestígio e uma alta patente militar [...].
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. SP: Edusp, 2012, p. 100.)

De todos os movimentos de revolta que eclodiram no Brasil colonial, a Conjuração baiana de 1798 foi o mais abrangente em termos dos objetivos políticos, da abertura à participação das camadas populares e dos ideais de mudanças sociais propostos. Assim como os inconfidentes mineiros, os conjurados baianos defendiam a emancipação política do Brasil através do rompimento do pacto colonial. Mas foram mais além, ao propor profundas mudanças sociais como a abolição dos privilégios vigentes que garantissem a igualdade entre os homens, de diferentes raças e cor, e o fim da escravidão.
(Conjuração Baiana teve grande participação popular.
Disponível em: https://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia-brasil/ conjuracao-baiana-revolta-dos-alfaiates-teve-grande-participacao-popular.htm.
Acesso em: 15 ago. 2018, às 17h40.)
Tomando por base as informações e o contexto por elas retratado, julgue os itens:
I. A ausência de negros na primeira imagem, bem como as vestimentas dos participantes, aponta para o caráter elitista da Conjuração Mineira, em oposição ao caráter popular da rebelião na Bahia, na qual os principais líderes eram negros.
II. Apesar de ambas as conspirações terem sofrido influências comuns, como a dos ideais iluministas, enquanto a Mineira apresentou caráter econômico, a Baiana apresentou um conteúdo social.
III. Apesar das diferenças em relação aos participantes, ambas as conspirações apresentaram a abolição da escravidão como um princípio básico de seus projetos políticos e sociais.
Está (ão) correto (s):
Considere o texto a seguir para responder à questão.
Facebook’s new data policy: Answers to your privacy questions
Facebook, the world’s largest social network, revamped the policies it uses when collecting data on the more than 2 billion people who use it every month. As part of the new policy, released April 19, the company is also spelling out more clearly how it collects and uses that information about you.
Where does Facebook get information about me?
It finds this information from a mixture of photos, videos and thoughts you post on your timeline. It also gleans data from your interactions with Facebook friends, as well as the pages and posts you “like.” Plus, the company collects seven different kinds of information it takes from a phone, computer or tablet you’re using. That includes data about the version of software you’re running, how low your battery is and how much storage you have left on your device. On top of that, Facebook can access information about devices that are connected to the same network you’re on.
This kind of info is often used for something industry experts call fingerprinting, which is how websites identify you based on all the data they can collect from your device.
(Adaptado de https://www.cnet.com/news/facebook-data-policy-answers-to-your-privacyquestions-cambridge-analytica/. Publicado em: 21 abr. 2018.
Acesso em: 21 ago. 2018, às 16h31.)
Segundo o texto, os usuários do Facebook não costumam:Leia o excerto abaixo:
A cidade ainda sem nome, conhecida por enquanto apenas como a “nova capital administrativa” do país, foi anunciada em março de 2015 como uma das principais iniciativas do governo do general Abdel Fattaf al Sisi, que prevê transferir seu governo para lá dentro de um ano. [...] De acordo com o Serviço de Informação do governo, a principal razão por trás do projeto é aliviar a superlotação do Cairo, uma megacidade com quase 20 milhões de habitantes e que deve chegar aos 40 milhões em 2050.
(Como será a grandiosa e polêmica capital que o Egito está construindo no meio do deserto.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-44320974.
Acesso em: 19 ago. 2018, às 18h15)
De acordo com o texto, entre os motivos que levaram o presidente Abdel Fattaf al Sisi à construção de uma nova capital para o Egito, pode-se destacar:
A voz o chama. Uma voz que o alegra, que faz bater seu coração. Ajudar a mudar o destino de todos os pobres. Uma voz que atravessa a cidade, que parece vir dos atabaques que ressoam nas macumbas da religião ilegal dos negros. Uma voz que vem com o ruído dos bondes onde vão os condutores e motorneiros grevistas. Uma voz que vem do cais, do peito dos estivadores, de João de Adão, de seu pai morrendo num comício, dos marinheiros dos navios, dos saveiristas e dos canoeiros. Uma voz que vem do grupo que joga a luta da capoeira, que vem dos golpes que o Querido-de-Deus aplica. Uma voz que vem mesmo do padre José Pedro, padre pobre de olhos espantados diante do destino terrível dos Capitães da Areia. Uma voz que vem das filhas-de-santo do candomblé de Don’Aninha, na noite que a polícia levou Ogum. Voz que vem do trapiche dos Capitães da Areia. Que vem do reformatório e do orfanato. Que vem do ódio do Sem-Pernas se atirando do elevador para não se entregar. […] Porque é uma voz que chama para lutar por todos, pelo destino de todos, sem exceção. Voz poderosa como nenhuma outra. Voz que atravessa a cidade e vem de todos os lados. Voz que traz com ela uma festa, que faz o inverno acabar lá fora e ser a primavera. A primavera da luta. Voz que chama Pedro Bala, que o leva para a luta. Voz que vem de todos os peitos esfomeados da cidade, de todos os peitos explorados da cidade. Voz que traz o bem maior do mundo, bem que é igual ao sol, mesmo maior que o sol: a liberdade. […] Dentro de Pedro Bala uma voz o chama: voz que traz para a canção da Bahia, a canção da liberdade. Voz poderosa que o chama. Voz de toda a cidade pobre da Bahia, voz da liberdade. A revolução chama Pedro Bala.
(AMADO, Jorge. Capitães da Areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. p. 258-259”)
A “voz” que chama por Pedro Bala, no trecho apresentado, deseja que o garoto:Considere a charge abaixo e, em seguida, responda ao que se pede na questao.
