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15.661 questões encontradas. Mostrando a página 5 de 784.
39DB250A-69 Para responder à questão, leia um trecho da obra Ideias para adiar o fim do mundo, uma adaptação de duas palestras e uma entrevista realizadas com o autor Ailton Krenak.O fim do mundo talvez seja uma breve interrupção de um estado de prazer extasiante que a gente não quer perder. Parece que todos os artifícios que foram buscados pelos nossos ancestrais e por nós têm a ver com essa sensação. Quando se transfere isso para a mercadoria, para os objetos, para as coisas exteriores, se materializa no que a técnica desenvolveu, no aparato todo que se foi sobrepondo ao corpo da mãe Terra. Todas as histórias antigas chamam a Terra de Mãe, Pacha Mama, Gaia. Uma deusa perfeita e infindável, fluxo de graça, beleza e fartura. Veja-se a imagem grega da deusa da prosperidade, que tem uma cornucópia1 que fica o tempo todo jorrando riqueza sobre o mundo… Noutras tradições, na China e na Índia, nas Américas, em todas as culturas mais antigas, a referência é de uma provedora maternal. Não tem nada a ver com a imagem masculina ou do pai. Todas as vezes que a imagem do pai rompe nessa paisagem é sempre para depredar, detonar e dominar.O desconforto que a ciência moderna, as tecnologias, as movimentações que resultaram naquilo que chamamos de “revoluções de massa”, tudo isso não ficou localizado numa região, mas cindiu o planeta a ponto de, no século XX, termos situações como a Guerra Fria, em que você tinha, de um lado do muro, uma parte da humanidade, e a outra, do lado de lá, na maior tensão, pronta para puxar o gatilho para cima dos outros. Não tem fim do mundo mais iminente do que quando você tem um mundo do lado de lá do muro e um do lado de cá, ambos tentando adivinhar o que o outro está fazendo. Isso é um abismo, isso é uma queda. Então a pergunta a fazer seria: “Por que tanto medo assim de uma queda se a gente não fez nada nas outras eras senão cair?”.Já caímos em diferentes escalas e em diferentes lugares do mundo. Mas temos muito medo do que vai acontecer quando a gente cair. Sentimos insegurança, uma paranoia da queda porque as outras possibilidades que se abrem exigem implodir essa casa que herdamos, que confortavelmente carregamos em grande estilo, mas passamos o tempo inteiro morrendo de medo. Então, talvez o que a gente tenha de fazer é descobrir um paraquedas. Não eliminar a queda, mas inventar e fabricar milhares de paraquedas coloridos, divertidos, inclusive prazerosos. Já que aquilo de que realmente gostamos é gozar, viver no prazer aqui na Terra. Então, que a gente pare de despistar essa nossa vocação e, em vez de ficar inventando outras parábolas, que a gente se renda a essa principal e não se deixe iludir com o aparato da técnica.(Ideias para adiar o fim do mundo, 2020.) 1 cornucópia: vaso em forma de chifre, com frutas e flores que dele extravasam profusamente, antigo símbolo da fertilidade, riqueza, abundância.No último parágrafo, o autor faz uma analogia que utiliza as imagens da “queda” e do “paraquedas”. Ao propor que fabriquemos paraquedas, Krenak sugere39D66C67-69 Português
Interpretação de TextosEnsino Einstein · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia um trecho da obra Ideias para adiar o fim do mundo, uma adaptação de duas palestras e uma entrevista realizadas com o autor Ailton Krenak.O fim do mundo talvez seja uma breve interrupção de um estado de prazer extasiante que a gente não quer perder. Parece que todos os artifícios que foram buscados pelos nossos ancestrais e por nós têm a ver com essa sensação. Quando se transfere isso para a mercadoria, para os objetos, para as coisas exteriores, se materializa no que a técnica desenvolveu, no aparato todo que se foi sobrepondo ao corpo da mãe Terra. Todas as histórias antigas chamam a Terra de Mãe, Pacha Mama, Gaia. Uma deusa perfeita e infindável, fluxo de graça, beleza e fartura. Veja-se a imagem grega da deusa da prosperidade, que tem uma cornucópia1 que fica o tempo todo jorrando riqueza sobre o mundo… Noutras tradições, na China e na Índia, nas Américas, em todas as culturas mais antigas, a referência é de uma provedora maternal. Não tem nada a ver com a imagem masculina ou do pai. Todas as vezes que a imagem do pai rompe nessa paisagem é sempre para depredar, detonar e dominar.O desconforto que a ciência moderna, as tecnologias, as movimentações que resultaram naquilo que chamamos de “revoluções de massa”, tudo isso não ficou localizado numa região, mas cindiu o planeta a ponto de, no século XX, termos situações como a Guerra Fria, em que você tinha, de um lado do muro, uma parte da humanidade, e a outra, do lado de lá, na maior tensão, pronta para puxar o gatilho para cima dos outros. Não tem fim do mundo mais iminente do que quando você tem um mundo do lado de lá do muro e um do lado de cá, ambos tentando adivinhar o que o outro está fazendo. Isso é um abismo, isso é uma queda. Então a pergunta a fazer seria: “Por que tanto medo assim de uma queda se a gente não fez nada nas outras eras senão cair?”.Já caímos em diferentes escalas e em diferentes lugares do mundo. Mas temos muito medo do que vai acontecer quando a gente cair. Sentimos insegurança, uma paranoia da queda porque as outras possibilidades que se abrem exigem implodir essa casa que herdamos, que confortavelmente carregamos em grande estilo, mas passamos o tempo inteiro morrendo de medo. Então, talvez o que a gente tenha de fazer é descobrir um paraquedas. Não eliminar a queda, mas inventar e fabricar milhares de paraquedas coloridos, divertidos, inclusive prazerosos. Já que aquilo de que realmente gostamos é gozar, viver no prazer aqui na Terra. Então, que a gente pare de despistar essa nossa vocação e, em vez de ficar inventando outras parábolas, que a gente se renda a essa principal e não se deixe iludir com o aparato da técnica.(Ideias para adiar o fim do mundo, 2020.) 1 cornucópia: vaso em forma de chifre, com frutas e flores que dele extravasam profusamente, antigo símbolo da fertilidade, riqueza, abundância.Segundo as ideias do autor, o “fim do mundo” é representado142B9229-69 Português
Interpretação de TextosEnsino Einstein · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o poema de José Carlos Capinan (1941-) para responder à questão.o rebanho e o homemO rebanho trafega com tranquilidade o caminho:é sempre uma surpresa ao rebanho que ele chegueao campo ou ao matadouro.Nenhuma raivanenhuma esperança o rebanho leva,pouco importa que a flor sucumba aos cascosou ainda que sobreviva.Nenhuma pergunta o rebanho não diz:até na sede ele é tranquiloaté na guerra ele é mudo —o rebanho não pronuncia,usa a luz mas nunca explica a sua faltausa o alimento sem nunca se perguntar.Sobre o rebanho o sexoque ele nunca explicavae as fêmeas cobertasrecebem a fecundidade sem admiração.A morte ele desconhece, e a sua vida,no rebanho não há companheiroshá cada corpo em si sem lucidez alguma.O rebanho não vê a cara dos homensaceita o caminho e vai escorrendonum andar pesado sobre os campos.(Heloisa Buarque de Hollanda (org.). 26 poetas hoje: antologia, 2021.)Há entre os vocábulos “morte” e “vida” (18° verso) uma relação lógica semelhante à relação existente entre:1423B876-69 Português
PontuaçãoEnsino Einstein · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do romance O cortiço, de Aluísio Azevedo (1857-1913), para responder à questão.Passaram-se semanas. Jerônimo tomava agora, todas as manhãs, uma xícara de café bem grosso, à moda da Ritinha, e tragava dois dedos de parati1 “pra cortar a friagem”.Uma transformação, lenta e profunda, operava-se nele, dia a dia, hora a hora, reviscerando-lhe o corpo e alando-lhe os sentidos, num trabalho misterioso e surdo de crisálida. A sua energia afrouxava lentamente: fazia-se contemplativo e amoroso. A vida americana e a natureza do Brasil patenteavam-lhe agora aspectos imprevistos e sedutores que o comoviam; esquecia-se dos seus primitivos sonhos de ambição; para idealizar felicidades novas, picantes e violentas; tornava- -se liberal, imprevidente e franco, mais amigo de gastar que de guardar; adquiria desejos, tomava gosto aos prazeres, e volvia-se preguiçoso resignando-se, vencido, às imposições do sol e do calor, muralha de fogo com que o espírito eternamente revoltado do último tamoio entrincheirou a pátria contra os conquistadores aventureiros. [...]E o curioso é que quanto mais ia ele caindo nos usos e costumes brasileiros, tanto mais os seus sentidos se apuravam, posto que em detrimento das suas forças físicas. Tinha agora o ouvido menos grosseiro para a música, compreendia até as intenções poéticas dos sertanejos, quando cantam à viola os seus amores infelizes; seus olhos, dantes só voltados para a esperança de tornar à terra, agora, como os olhos de um marujo, que se habituaram aos largos horizontes de céu e mar, já se não revoltavam com a turbulenta luz, selvagem e alegre, do Brasil, e abriam-se amplamente defronte dos maravilhosos despenhadeiros ilimitados e das cordilheiras sem fim, donde, de espaço a espaço, surge um monarca gigante, que o sol veste de ouro e ricas pedrarias refulgentes e as nuvens tocam de alvos turbantes de cambraia2 , num luxo oriental de arábicos príncipes voluptuosos.(O cortiço, 2011.)1parati: cachaça.2cambraia: tecido fino, branco, de algodão.No primeiro parágrafo, o narrador emprega aspas a fim de142155D3-69 Português
Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...Ensino Einstein · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do romance O cortiço, de Aluísio Azevedo (1857-1913), para responder à questão.Passaram-se semanas. Jerônimo tomava agora, todas as manhãs, uma xícara de café bem grosso, à moda da Ritinha, e tragava dois dedos de parati1 “pra cortar a friagem”.Uma transformação, lenta e profunda, operava-se nele, dia a dia, hora a hora, reviscerando-lhe o corpo e alando-lhe os sentidos, num trabalho misterioso e surdo de crisálida. A sua energia afrouxava lentamente: fazia-se contemplativo e amoroso. A vida americana e a natureza do Brasil patenteavam-lhe agora aspectos imprevistos e sedutores que o comoviam; esquecia-se dos seus primitivos sonhos de ambição; para idealizar felicidades novas, picantes e violentas; tornava- -se liberal, imprevidente e franco, mais amigo de gastar que de guardar; adquiria desejos, tomava gosto aos prazeres, e volvia-se preguiçoso resignando-se, vencido, às imposições do sol e do calor, muralha de fogo com que o espírito eternamente revoltado do último tamoio entrincheirou a pátria contra os conquistadores aventureiros. [...]E o curioso é que quanto mais ia ele caindo nos usos e costumes brasileiros, tanto mais os seus sentidos se apuravam, posto que em detrimento das suas forças físicas. Tinha agora o ouvido menos grosseiro para a música, compreendia até as intenções poéticas dos sertanejos, quando cantam à viola os seus amores infelizes; seus olhos, dantes só voltados para a esperança de tornar à terra, agora, como os olhos de um marujo, que se habituaram aos largos horizontes de céu e mar, já se não revoltavam com a turbulenta luz, selvagem e alegre, do Brasil, e abriam-se amplamente defronte dos maravilhosos despenhadeiros ilimitados e das cordilheiras sem fim, donde, de espaço a espaço, surge um monarca gigante, que o sol veste de ouro e ricas pedrarias refulgentes e as nuvens tocam de alvos turbantes de cambraia2 , num luxo oriental de arábicos príncipes voluptuosos.(O cortiço, 2011.)1parati: cachaça.2cambraia: tecido fino, branco, de algodão.Em “quanto mais ia ele caindo nos usos e costumes brasileiros, tanto mais os seus sentidos se apuravam” (3° parágrafo), há duas orações associadas de maneira que7E1125BA-68 Português
Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e SufixoEnsino Einstein · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do romance Os ratos, de Dyonelio Machado, para responder às questões.
1 Havia momentos a conversa tinha esfriado. Alcides, à sua frente, olha, longe, a rua. Naziazeno acompanha, meio furtivamente, os gestos do Carvalho, que se prepara para sair. Já tirou o porte-monnaie1 do bolso de trás das calças, torcendo--se um pouco; tornou a colocá-lo onde estava, depois de o examinar com o olho bem metido dentro dele, e puxou uma cédula dum dos bolsos do lado da calça, torcendo-se ainda mais. O garçom, a seu lado, sereno, mas com um certo grau de impaciência latente, faz rapidamente o troco, mal lhe cai o dinheiro nas mãos. Vai tirando as moedas de vários bolsos e depondo-as no mármore da mesa. Carvalho, a cabeça baixa, confere, separando-as com um dedo, como uma cozinheira “escolhendo” feijão na tábua da mesa. Destaca uma moedinha, que põe de parte, com dedo moroso. Recolhe o resto. Pega da bengala e dos jornais que colocara numa cadeira ao lado e levanta-se, relanceando um olhar pelo café, olhar que vem “ferir” o rosto de Naziazeno, que estremece, como se um jato de holofote subitamente o iluminasse. Desvia precipitadamente a cara; põe-se a olhar para o Alcides. A figura porém do Carvalho avança pouco a pouco na franja do seu campo visual; é apenas um vulto negro e alto, avançando cadenciadamente. Seus passos soam já... Naziazeno mantém o pescoço duro... Qualquer relaxamento de músculos põe-no cara a cara com o outro... Está começando a sentir um calor no rosto... Os passos são mais sonoros... Alcides volta-se lentamente para trás, na direção deles...
2 — Bom dia.
3 — Bom dia!
4 — Bom dia, Carvalho!...
5 ... E os passos agora cada vez ressoam menos... menos... extinguem-se...
6 A onda de calor foge progressivamente do seu rosto. Naziazeno tem a impressão de haver mergulhado a face na água fria. Acha-se um pouco trêmulo.
7 Alcides ali à sua frente, ele não se sente tão só. A cara deslavada e ausente do outro bem podia passar por ingênua. Ele curvava um pouco o tórax para diante, olhava em frente, as feições iguais, como de quem dorme. Quando tirava o olhar dum foco para colocá-lo num outro, fechava habitual mente os olhos, como quem faz um “entreato” entre as duas visadas. Isto repetido várias vezes dava-lhe um ar de sono, que o tornava mais ausente e ingênuo.
(Os ratos, 2022.)
1 porte-monnaie: porta-moedas.
Uma palavra formada com um prefixo que expressa negação ocorre em:7DFE21A4-68 Português
Coesão e coerênciaEnsino Einstein · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do romance Os ratos, de Dyonelio Machado, para responder às questões.
1 Havia momentos a conversa tinha esfriado. Alcides, à sua frente, olha, longe, a rua. Naziazeno acompanha, meio furtivamente, os gestos do Carvalho, que se prepara para sair. Já tirou o porte-monnaie1 do bolso de trás das calças, torcendo--se um pouco; tornou a colocá-lo onde estava, depois de o examinar com o olho bem metido dentro dele, e puxou uma cédula dum dos bolsos do lado da calça, torcendo-se ainda mais. O garçom, a seu lado, sereno, mas com um certo grau de impaciência latente, faz rapidamente o troco, mal lhe cai o dinheiro nas mãos. Vai tirando as moedas de vários bolsos e depondo-as no mármore da mesa. Carvalho, a cabeça baixa, confere, separando-as com um dedo, como uma cozinheira “escolhendo” feijão na tábua da mesa. Destaca uma moedinha, que põe de parte, com dedo moroso. Recolhe o resto. Pega da bengala e dos jornais que colocara numa cadeira ao lado e levanta-se, relanceando um olhar pelo café, olhar que vem “ferir” o rosto de Naziazeno, que estremece, como se um jato de holofote subitamente o iluminasse. Desvia precipitadamente a cara; põe-se a olhar para o Alcides. A figura porém do Carvalho avança pouco a pouco na franja do seu campo visual; é apenas um vulto negro e alto, avançando cadenciadamente. Seus passos soam já... Naziazeno mantém o pescoço duro... Qualquer relaxamento de músculos põe-no cara a cara com o outro... Está começando a sentir um calor no rosto... Os passos são mais sonoros... Alcides volta-se lentamente para trás, na direção deles...
2 — Bom dia.
3 — Bom dia!
4 — Bom dia, Carvalho!...
5 ... E os passos agora cada vez ressoam menos... menos... extinguem-se...
6 A onda de calor foge progressivamente do seu rosto. Naziazeno tem a impressão de haver mergulhado a face na água fria. Acha-se um pouco trêmulo.
7 Alcides ali à sua frente, ele não se sente tão só. A cara deslavada e ausente do outro bem podia passar por ingênua. Ele curvava um pouco o tórax para diante, olhava em frente, as feições iguais, como de quem dorme. Quando tirava o olhar dum foco para colocá-lo num outro, fechava habitual mente os olhos, como quem faz um “entreato” entre as duas visadas. Isto repetido várias vezes dava-lhe um ar de sono, que o tornava mais ausente e ingênuo.
(Os ratos, 2022.)
1 porte-monnaie: porta-moedas.
Na cena, a presença de Carvalho4B2C89C6-2D Português
Interpretação de TextosCentro Universitário Padre Albino - UNIFIPA · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia o soneto do poeta português Manuel Maria Barbosa du Bocage.
(Manuel Maria Barbosa du Bocage. Poemas escolhidos, 1974.)1esmaltar: colorir.2sensabor: insípido, desinteressante.3númen: ser divino.Em “Bem que me aclare as sombras da tristeza, / Um tempo sensabor me principia.” (1ª estrofe), a locução sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido do texto, por:4B26335B-2D Português
Interpretação de TextosCentro Universitário Padre Albino - UNIFIPA · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia o soneto do poeta português Manuel Maria Barbosa du Bocage.
(Manuel Maria Barbosa du Bocage. Poemas escolhidos, 1974.)1esmaltar: colorir.2sensabor: insípido, desinteressante.3númen: ser divino.No soneto, a divindade a quem o eu lírico dirige suas preces é retratada como um ser4B1D1D51-2D Física
Física ModernaCentro Universitário Padre Albino - UNIFIPA · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosUma empresa especializada na produção de radioisótopos para uso em medicina produziu, em um mesmo dia, massas iguais dos radioisótopos samário-153, com tempo de meia-vida de 48 horas, e iodo-131, com tempo de meia-vida de 8 dias. Após 16 dias, a razão entre as massas de iodo-131 e samário-153 será igual a4B0C6D0D-2D Química
Soluções e Substâncias InorgânicasCentro Universitário Padre Albino - UNIFIPA · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosO metilmercúrio (CH3Hg+) é a espécie mais tóxica do mercúrio, sendo formada no ambiente quando íons Hg2+ são adicionados ao metano por ação de bactérias. Sintomas neurológicos como formigamento, dificuldade de coordenação motora e tremores começam a aparecer, em geral, quando o nível de CH3Hg+ no sangue apresenta a concentração de 0,5 microgramas por mililitro. Considerando que um indivíduo adulto apresenta, em média, 5 litros de sangue no organismo, os primeiros sintomas de contaminação por CH3Hg+ começarão a aparecer quando existir, em sua corrente sanguínea, uma massa total de metilmercúrio, em miligramas, igual a4AFBD468-2D História
História GeralCentro Universitário Padre Albino - UNIFIPA · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosAnalise a charge publicada pelo cartunista Belmonte em 1939.
(www.ensinarhistoria.com.br)A charge ironiza o Pacto Germano-Soviético ao expor4AF6276A-2D Português
Interpretação de TextosCentro Universitário Padre Albino - UNIFIPA · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosApesar do elevado número de trabalhadoras presentes nos primeiros estabelecimentos fabris brasileiros, não se deve supor que elas foram progressivamente substituindo os homens e conquistando o mercado de trabalho fabril. Ao contrário, as mulheres vão sendo progressivamente expulsas das fábricas, na medida em que avança a industrialização e a incorporação da força de trabalho masculina. As barreiras enfrentadas pelas mulheres para participar do mundo dos negócios eram sempre muito grandes, independentemente da classe social a que pertencessem. Da variação salarial à intimidação física, da desqualificação intelectual ao assédio sexual, elas tiveram sempre de lutar contra inúmeros obstáculos para ingressar em um campo definido — pelos homens — como “naturalmente masculino”. Esses obstáculos não se limitavam ao processo de produção; começavam pela própria hostilidade com que o trabalho feminino fora do lar era tratado no interior da família.(Margareth Rago. “Trabalho feminino e sexualidade”. In: Mary del Priore (org.). História das mulheres no Brasil, 2015.)Ao abordar o trabalho feminino no Brasil entre o final do século XIX e as primeiras décadas do XX, o excerto destaca4AF395D0-2D História
História do BrasilCentro Universitário Padre Albino - UNIFIPA · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosNo Brasil, é clara a diferença entre o uso e o abuso do escravizado antes e depois de 1830 e, mais ainda, de 1850. [...] Antes, podia ser um bom negócio para um dono de escravizados fazê-los trabalhar até a exaustão, gastá-los rapidamente, mantê-los mal alimentados e mal vestidos — e substituí-los por novos africanos quando eles morriam.(Alberto da Costa e Silva. A África e os africanos na história e nos mitos, 2021. Adaptado.)A diferença de conduta dos senhores em relação aos escravizados, mencionada no excerto, foi provocada4AF0F922-2D História
Construção do Estado Liberal: Revolução FrancesaCentro Universitário Padre Albino - UNIFIPA · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos[...] o que é o Terceiro Estado? Tudo — mas um todo entravado e oprimido. Que seria ele sem a ordem privilegiada? Tudo, mas um todo livre e florescente. Nada se pode fazer sem ele, tudo se fará infinitamente melhor sem os outros [...]. O Terceiro Estado abarca, assim, tudo que pertence à nação; e tudo o que não é do Terceiro Estado não se pode considerar como sendo da nação.(Emmanuel de Sieyès. “O que é o Terceiro Estado?”. apud: Daniel Gomes de Carvalho. Revolução Francesa, 2024.)O panfleto “O que é o Terceiro Estado?” circulou na França no início de 1789 e representou um questionamento4AEB92B1-2D Português
Interpretação de TextosCentro Universitário Padre Albino - UNIFIPA · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosPara os europeus que se relacionavam com as sociedades africanas, a poligamia era algo a ser combatido, ligado a formas de viver atrasadas e condenado pela religião. Para os africanos, quanto mais mulheres pudessem ter, mais amplos seriam os laços de solidariedade e fidelidade, pois os casamentos garantiam alianças entre os grupos. E aquele que possuísse muitas mulheres, além de ter laços com diversas linhagens, teria uma descendência maior, nascida de suas várias mulheres. Quanto mais pessoas um chefe tivesse sob sua dependência e proteção, mais sólida seria sua posição e maior o seu prestígio.(Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano, 2007.)Segundo o excerto, a poligamia era,4AE62FAF-2D História
História GeralCentro Universitário Padre Albino - UNIFIPA · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosNa democracia ateniense de 451 a.C., todos os cidadãos podiam participar da assembleia do povo (Eclésia), que tomava as decisões relativas aos assuntos políticos, em praça pública.(Pedro Paulo Funari. Grécia e Roma, 2019. Adaptado.)Na Atenas de 451 a.C.,4ADDCB79-2D Física
Oscilação e OndasCentro Universitário Padre Albino - UNIFIPA · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosConsidere um observador em repouso em um ambiente em que ondas sonoras são emitidas por um alto-falante fixo. Devido à reflexão sofrida pelas ondas sonoras nesse ambiente, o observador pode perceber três fenômenos acústicos distintos, assim descritos:Fenômeno 1: o observador percebe o som refletido pelos obstáculos do ambiente depois de o som original emitido pelo alto-falante ter desaparecido, com um atraso entre esses sons;Fenômeno 2: o observador percebe o som refletido pelos obstáculos do ambiente antes de o som original emitido pelo alto-falante ter desaparecido, e não consegue distinguir esses sons;Fenômeno 3: o som refletido pelos obstáculos do ambiente se soma ao som original emitido pelo alto-falante, aumentando sua intensidade.Os três fenômenos acústicos descritos são, respectivamente:4AD84D1B-2D Física
Oscilação e OndasCentro Universitário Padre Albino - UNIFIPA · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosAs ondas de rádio podem ser classificadas em função de seu comprimento de onda, e o conjunto dessas ondas recebe o nome de espectro radioelétrico. Na tabela, são apresentadas algumas categorias de ondas do espectro radioelétrico utilizadas nos sistemas de comunicação e seus respectivos comprimentos de onda.
Considere uma onda eletromagnética que se propaga pelo ar com velocidade de 3 × 108 m/s, com frequência de 2 × 106 Hz. De acordo com os valores indicados na tabela, essa onda é classificada como4AD2E9E4-2D Física
ÓticaCentro Universitário Padre Albino - UNIFIPA · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosUma moeda de R$ 1,00, cujo diâmetro é d = 27 mm, está apoiada no fundo de um copo com água, de modo que a face superior dessa moeda esteja a uma profundidade h, em relação ao nível da água no copo. Um raio de luz, emitido por essa moeda, incide na superfície que separa a água do ar com ângulo de incidência i, refrata-se para o ar com ângulo de refração r e chega ao olho de um observador. A figura ilustra a situação descrita.
Sabendo que sen (30 º) = 1/2, cos (30 º) = √3/2 e sen (r) = 2/3 e adotando os valores 1 e 4/3 para os índices de refração absolutos do ar e da água, respectivamente, a profundidade h é de