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Questões do ENEM: nível fácil

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Resultados

15.661 questões encontradas. Mostrando a página 731 de 784.

  • 043F6269-8D

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão toma por base duas passagens do livro A linguagem harmônica da Bossa Nova, do docente e pesquisador da Unesp José Estevam Gava. 

                                                                     Momento Bossa Nova

    Nos anos 1940, o samba-canção já era uma alternativa para o samba tradicional, batucado, quadrado. Em sua gênese foram empregados recursos correntes na música erudita europeia e na música popular norte-americana. Já era algo mais sofisticado, praticado por compositores e arranjadores com maior preparo musical e sempre de ouvido aberto para as soluções propostas pela música estrangeira. O jazz, por exemplo, mais tarde permitiria fusões interessantes como o “samba-jazz” e o “samba moderno”, com arranjos grandiosos e com base nos instrumentos de sopro. Mas, em termos de poesia e expressividade, o samba-canção tendia a manter seu caráter escuro, sombrio, com muitos elementos que lembravam a atmosfera tensa e pessimista do tango argentino e do bolero, gêneros latinos por excelência.
    O samba-canção esteve desde logo ambientado em Copacabana, lugar de vida noturna intensa, boates enfumaçadas, mulheres adultas e fatais envoltas num clima de pecado e traição, enquanto a Bossa Nova ambientou-se mais para o Sul, em Ipanema, além de tornar-se representativa de um público mais jovem, amante do sol e da praia. Nesse ambiente solar, a mulher passou a ser a garota da praia, a namorada. Deu-se um descanso às imagens de “amante proibida e vingativa, com uma navalha na liga. E as letras da Bossa Nova não tinham nada de enfumaçado. Eram uma saga oceânica: a nado, numa prancha ou num barquinho, seus compositores prestaram todas as homenagens possíveis ao mar e ao verão. Esse mar e esse verão eram os de Ipanema” (Castro, 1999, p. 59).
    A Bossa Nova levou aos extremos a tendência intimista de cantar sobre temas do cotidiano, sem muita complicação poética. Em vez da negatividade do samba-canção, explorou ao máximo a positividade expressiva e um otimismo sem precedentes. Esse foi o grande traço distintivo entre a Bossa Nova e o samba-canção. O otimismo diante do amor trouxe consigo imagens de paz e estabilidade possibilitadas por relacionamentos amorosos felizes e amores correspondidos, sem as cores patológicas e dramáticas que tanto marcavam os sambas-canções. Mesmo a dor, quando ocorria, era encarada como um estágio passageiro, deixando de assumir o antigo caráter terminal.
    Em plenos anos 1950, quando nas rádios predominava o derramamento vocal e sentimental, Tom Jobim já buscava um retraimento expressivo pautado por um discurso poético/musical mais sereno, mais em tom de conversa do que de súplica. Se os mais jovens identificavam-se com essas coisas novas, os mais velhos e tradicionalistas viam-nas com estranheza, sendo compreensível que as descrevessem como canções bobas e ingênuas, não obstante a sofisticação harmônica e rítmica.

    (José Estevam Gava. A linguagem harmônica da Bossa Nova. São Paulo: Editora Unesp, 2002.)
    A partir do texto apresentado, aponte a alternativa que não caracteriza a Bossa Nova.
    Escolha uma alternativa para a questão 043f6269-8d
  • 1147585D-36

    Matemática

    Circunferências
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    O papelão utilizado na fabricação de caixas reforçadas é composto de três folhas de papel, coladas uma nas outras, sendo que as duas folhas das faces são “lisas” e a folha que se intercala entre elas é “sanfonada”, conforme mostrado na figura.


    Imagem da questão de Matemática, UNESP 2010, Circunferências


    O fabricante desse papelão compra o papel em bobinas, de comprimento variável. Supondo que a folha “sanfonada” descreva uma curva composta por uma sequência de semicircunferências, com concavidades alternadas e de raio externo (RExt) de 1,5 mm, determine qual deve ser a quantidade de papel da bobina que gerará a folha “sanfonada”, com precisão de centímetros, para que, no processo de fabricação do papelão, esta se esgote no mesmo instante das outras duas bobinas de 102 m de comprimento de papel, que produzirão as faces “lisas”.

    Dado: π ≈ 3,14.


    Escolha uma alternativa para a questão 1147585d-36
  • 11421149-36

    Matemática

    Função de 1º Grau ou Função Afim, Problemas com Equação e Inequações
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Observe o gráfico da função f(x) e analise as afirmações a seu respeito.


    Imagem da questão de Matemática, UNESP 2010, Função de 1º Grau ou Função Afim, Problemas com Equação e Inequações


    I. Se x1 , x2 ∈ Dom(f) e x2 > x1 , então f(x2 ) > f(x1 ).


    II. Se x > 1, então f(x) < 0.


    III. O ponto (2, –2) pertence ao gráfico de f(x).


    IV. A lei de formação de f(x) representada no gráfico é dada por f(x) = - 1/2 ( x -1).


    A alternativa que corresponde a todas as afirmações verdadeiras é:

    Escolha uma alternativa para a questão 11421149-36
  • 1084E45A-36

    Biologia

    Biomas brasileiros
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    O pau-brasil foi a primeira matéria tintorial vinda da América a ser comercializada na Europa [...] A exploração do pau-brasil é reconhecida como o primeiro ciclo econômico da história do Brasil. [...] Foi explorado pelas maiores potências comerciais de então (portugueses, franceses, holandeses e ingleses, entre outros). [...] Em 1501, dom Manuel declarou o paubrasil monopólio da Coroa portuguesa. [...] Embora tenha sido oficialmente designado como espécie em perigo de extinção, o pau-brasil continua sendo alvo de comércio ilegal e também avança incessantemente o desmatamento de seu hábitat natural. [...] A redução da área original é o fator que mais coloca em risco a sobrevivência do pau-brasil, implacavelmente devastada ao longo dos últimos 500 anos.


    (Eduardo Bueno. Pau-Brasil, 2002. Adaptado.)


    O hábitat natural do pau-brasil é o bioma

    Escolha uma alternativa para a questão 1084e45a-36
  • 107AD624-36

    Geografia

    Geografia Política
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Observe o mapa.


    Imagem da questão de Geografia, UNESP 2010, Geografia Política


    A ocupação desse território pelos argentinos foi durante o período de 1820 a 1833. Essa disputa de posse vem desde 1833, quando os britânicos tomaram posse e demarcaram como sendo terras britânicas. Hoje, esse território extraeuropeu pertencente ao Reino Unido é reivindicado pela presidente da Argentina, Cristina Kirchner, como parte do território argentino.


    O texto refere-se às ilhas

    Escolha uma alternativa para a questão 107ad624-36
  • 1028FB90-36

    História

    História Geral
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    O Haiti se tornou livre da França em 1804. Cuba libertou-se da Espanha apenas em 1898, quase um século depois. Sobre os dois processos de independência, é possível afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 1028fb90-36
  • 10240CCB-36

    História

    História do Brasil
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o emprego da mão de obra escrava no Brasil colonial, é possível afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 10240ccb-36
  • 100A7578-36

    História

    Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    A Ilíada, de Homero, data do século VIII a.C. e narra o último ano da Guerra de Troia, que teria oposto gregos e troianos alguns séculos antes. Não se sabe, no entanto, se esta guerra de fato ocorreu ou mesmo se Homero existiu. Diante disso, o procedimento usual dos estudiosos tem sido:
    Escolha uma alternativa para a questão 100a7578-36
  • 0FB5ED4B-36

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A  questão  toma  por base o soneto Acrobata da dor, do poeta simbolista brasileiro Cruz e Sousa (1861-1898):


                                                 Acrobata da Dor


                                 Gargalha, ri, num riso de tormenta,

                                 como um palhaço, que desengonçado,

                                 nervoso, ri, num riso absurdo, inflado

                                 de uma ironia e de uma dor violenta.


                                 Da gargalhada atroz, sanguinolenta,

                                 agita os guizos, e convulsionado

                                 Salta, gavroche, salta clown, varado

                                 pelo estertor dessa agonia lenta...


                                 Pedem-te bis e um bis não se despreza!

                                 Vamos! retesa os músculos, retesa,

                                 nessas macabras piruetas d’aço...


                                 E embora caias sobre o chão, fremente,

                                 afogado em teu sangue estuoso e quente,

                                 ri! Coração, tristíssimo palhaço.


                    (João da Cruz e Sousa. Obra completa. Rio de Janeiro: Editora Aguilar, 1961.)

    O Simbolismo se caracterizou, entre outros aspectos, pela exploração dos sons da língua para estabelecer nos poemas uma musicalidade característica, por meio de diferentes processos de repetição de sons ao longo dos versos e em estrofes inteiras. Na primeira estrofe do soneto de Cruz e Sousa nota-se esse procedimento de repetição, especialmente no


    I. primeiro verso.


    II. segundo verso.


    III. terceiro verso.


    IV. quarto verso.

    Escolha uma alternativa para a questão 0fb5ed4b-36
  • 0FA37EB1-36

    Português

    Adjetivos
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A  questão  toma  por base o soneto Acrobata da dor, do poeta simbolista brasileiro Cruz e Sousa (1861-1898):


                                                 Acrobata da Dor


                                 Gargalha, ri, num riso de tormenta,

                                 como um palhaço, que desengonçado,

                                 nervoso, ri, num riso absurdo, inflado

                                 de uma ironia e de uma dor violenta.


                                 Da gargalhada atroz, sanguinolenta,

                                 agita os guizos, e convulsionado

                                 Salta, gavroche, salta clown, varado

                                 pelo estertor dessa agonia lenta...


                                 Pedem-te bis e um bis não se despreza!

                                 Vamos! retesa os músculos, retesa,

                                 nessas macabras piruetas d’aço...


                                 E embora caias sobre o chão, fremente,

                                 afogado em teu sangue estuoso e quente,

                                 ri! Coração, tristíssimo palhaço.


                    (João da Cruz e Sousa. Obra completa. Rio de Janeiro: Editora Aguilar, 1961.)

    O soneto Acrobata da dor revela, entre outras, uma das características notáveis do estilo poético de Cruz e Sousa, que é a grande presença de adjetivos, colocados antes ou após os substantivos a que se referem. Observe estes cinco exemplos retirados do texto:


    I. Riso absurdo.


    II. Gargalhada atroz.


    III. Agonia lenta.


    IV. Macabras piruetas.


    V. Tristíssimo palhaço.


    Aponte os dois exemplos em que o adjetivo precede o substantivo:

    Escolha uma alternativa para a questão 0fa37eb1-36
  • 0F9E8D46-36

    Português

    Sintaxe
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A  questão  toma  por base uma passagem do livro Palhaços, do docente e pesquisador da UNESP Mario Fernando Bolognesi:


          [...] O circo é a exposição do corpo humano em seus limites biológico e social. O espetáculo fundamenta-se na relação do homem com a natureza, expondo a dominação e a superação humanas. O adestramento de feras é demonstração do controle do homem sobre o mundo natural, confirmando, assim, a sua superioridade sobre as demais espécies animais. Acrobacias, malabarismos, equilibrismos e ilusionismos diversos deixam evidente a capacidade humana de superação de seus próprios limites. Mas, ao apresentar espetacularmente a superação, terminam por confirmar a contingência natural da existência, expressa na sublimidade do corpo altivo, distante do cotidiano.

          Os riscos dos artistas circenses são reais, dentro do contexto espetaculoso de cada função. No espetáculo, os artistas não apresentam “interioridades”; eles são puro corpo exteriorizado, sublime ou grotesco, que se realiza e se extingue na dimensão mesma do seu gesto. Eles não são atores a interpretar um “outro”, uma realidade externa e distante. O espetáculo, assim, se aproxima de um ritual que se repete e que evidencia a possibilidade concreta de fracasso. A emoção da plateia então oscila entre uma possível frustração diante do malogro do acrobata e a sugestão de superação de limites presente a cada número. Um trapezista pode cair, como acontece vez ou outra. Por isso o público não afasta o olhar das evoluções aéreas. Estabelece-se, assim, uma relação ritualística que encontra eco, em última instância, nas estruturas coletivas de sobrevivência e necessidade de transposição dos percalços do cotidiano. Se o artista falha, ele é aplaudido porque ao menos tentou. Ele ousou, e isso já é o bastante para impulsionar a fantasia coletiva da superação.

          Os números cômicos, por sua vez, ao explorar os estereótipos e situações extremas, evidenciam os limites psicológicos e sociais do existir. Eles trabalham, no plano simbólico, com tipos que não deixam de ser máscaras sociais biologicamente determinadas (os palhaços são desajeitados, lerdos, fisicamente deformados, estúpidos etc.). Esses limites se revelam com o riso espontâneo que escancara as estreitas fronteiras do social. Quando os palhaços entram no picadeiro, o olhar espetaculoso se desloca objetivamente para a realidade diária da plateia.

          [...]

       [...] O movimento de superação da natureza e a possibilidade (quando não a capacidade) de subjugar as limitações biológicas e de criticar as máscaras sociais garantem a legitimidade do exercício do sonho. Está aberto, no espetáculo de circo, o terreno da utopia.


                        (Mario Fernando Bolognesi. Palhaços. São Paulo: Editora da Unesp, 2003.)

    Está aberto, no espetáculo de circo, o terreno da utopia.


    Na oração, “o terreno da utopia” exerce a função sintática de:

    Escolha uma alternativa para a questão 0f9e8d46-36
  • 0F964062-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A  questão  toma  por base uma passagem do livro Palhaços, do docente e pesquisador da UNESP Mario Fernando Bolognesi:


          [...] O circo é a exposição do corpo humano em seus limites biológico e social. O espetáculo fundamenta-se na relação do homem com a natureza, expondo a dominação e a superação humanas. O adestramento de feras é demonstração do controle do homem sobre o mundo natural, confirmando, assim, a sua superioridade sobre as demais espécies animais. Acrobacias, malabarismos, equilibrismos e ilusionismos diversos deixam evidente a capacidade humana de superação de seus próprios limites. Mas, ao apresentar espetacularmente a superação, terminam por confirmar a contingência natural da existência, expressa na sublimidade do corpo altivo, distante do cotidiano.

          Os riscos dos artistas circenses são reais, dentro do contexto espetaculoso de cada função. No espetáculo, os artistas não apresentam “interioridades”; eles são puro corpo exteriorizado, sublime ou grotesco, que se realiza e se extingue na dimensão mesma do seu gesto. Eles não são atores a interpretar um “outro”, uma realidade externa e distante. O espetáculo, assim, se aproxima de um ritual que se repete e que evidencia a possibilidade concreta de fracasso. A emoção da plateia então oscila entre uma possível frustração diante do malogro do acrobata e a sugestão de superação de limites presente a cada número. Um trapezista pode cair, como acontece vez ou outra. Por isso o público não afasta o olhar das evoluções aéreas. Estabelece-se, assim, uma relação ritualística que encontra eco, em última instância, nas estruturas coletivas de sobrevivência e necessidade de transposição dos percalços do cotidiano. Se o artista falha, ele é aplaudido porque ao menos tentou. Ele ousou, e isso já é o bastante para impulsionar a fantasia coletiva da superação.

          Os números cômicos, por sua vez, ao explorar os estereótipos e situações extremas, evidenciam os limites psicológicos e sociais do existir. Eles trabalham, no plano simbólico, com tipos que não deixam de ser máscaras sociais biologicamente determinadas (os palhaços são desajeitados, lerdos, fisicamente deformados, estúpidos etc.). Esses limites se revelam com o riso espontâneo que escancara as estreitas fronteiras do social. Quando os palhaços entram no picadeiro, o olhar espetaculoso se desloca objetivamente para a realidade diária da plateia.

          [...]

       [...] O movimento de superação da natureza e a possibilidade (quando não a capacidade) de subjugar as limitações biológicas e de criticar as máscaras sociais garantem a legitimidade do exercício do sonho. Está aberto, no espetáculo de circo, o terreno da utopia.


                        (Mario Fernando Bolognesi. Palhaços. São Paulo: Editora da Unesp, 2003.)

    Pelo que se depreende do posicionamento assumido pelo autor em todo o fragmento, o emprego da palavra utopia, no final,
    Escolha uma alternativa para a questão 0f964062-36
  • F3C247A5-E4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFGD · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
                             FOR CATS, A BIG GULP WITH A TOUCH OF THE TONGUE

                 It has taken four highly qualified engineers and a bunch of integral equations to figure it out, but we now know how cats drink. The answer is: very elegantly, and not at all the way you might suppose. Cats lap water so fast that the human eye cannot follow what is happening, which is why the trick had apparently escaped attention until now. With the use of high-speed photography, the neatness of the feline solution has been captured. The act of drinking may seem like no big deal for anyone who can fully close his mouth to create suction, as people can. But the various species that cannot do so - and that includes most adult carnivores - must resort to some other mechanism. Dog owners are familiar with the unseemly lapping noises that ensue when their thirsty pet meets a bowl of water. The dog is thrusting its tongue into the water, forming a crude cup with it and hauling the liquid back into the muzzle.
                 Cats, both big and little, are so much classier, according to new research by Pedro M. Reis and Roman Stocker of the Massachusetts Institute of Technology, joined by Sunghwan Jung of the Virginia Polytechnic Institute and Jeffrey M. Aristoff of Princeton. Writing in the Thursday issue of Science, the four engineers report that the cat’s lapping method depends on its instinctive ability to calculate the balance between opposing gravitational and inertial forces. What happens is that the cat darts its tongue, curving the upper side downward so that the tip lightly touches the surface of the water.
                 The tongue is then pulled upward at high speed, drawing a column of water behind it. Just at the moment that gravity finally overcomes the rush of the water and starts to pull the column down - snap! The cat’s jaws have closed over the jet of water and swallowed it. The cat laps four times a second - too fast for the human eye to see anything but a blur - and its tongue moves at a speed of one meter per second. Being engineers, the cat-lapping team next tested its findings with a machine that mimicked a cat’s tongue, using a glass disk at the end of a piston to serve as the tip. After calculating things like the Froude number and the aspect ratio, they were able to figure out how fast a cat should lap to get the greatest amount of water into its mouth. The cats, it turns out, were way ahead of them - they lap at just that speed. To the scientific mind, the next obvious question is whether bigger cats should lap at different speeds.


    WADE, Nicholas. For cats, a big gulp with a touch of the tongue. Disponível em: Acesso em: 20 nov. 2010.


    The main goal of the scientific text above is to reveal how:
    Escolha uma alternativa para a questão f3c247a5-e4
  • F2BE62C1-E4

    Inglês

    Tradução | Translation
    UFGD · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
                             FOR CATS, A BIG GULP WITH A TOUCH OF THE TONGUE

                 It has taken four highly qualified engineers and a bunch of integral equations to figure it out, but we now know how cats drink. The answer is: very elegantly, and not at all the way you might suppose. Cats lap water so fast that the human eye cannot follow what is happening, which is why the trick had apparently escaped attention until now. With the use of high-speed photography, the neatness of the feline solution has been captured. The act of drinking may seem like no big deal for anyone who can fully close his mouth to create suction, as people can. But the various species that cannot do so - and that includes most adult carnivores - must resort to some other mechanism. Dog owners are familiar with the unseemly lapping noises that ensue when their thirsty pet meets a bowl of water. The dog is thrusting its tongue into the water, forming a crude cup with it and hauling the liquid back into the muzzle.
                 Cats, both big and little, are so much classier, according to new research by Pedro M. Reis and Roman Stocker of the Massachusetts Institute of Technology, joined by Sunghwan Jung of the Virginia Polytechnic Institute and Jeffrey M. Aristoff of Princeton. Writing in the Thursday issue of Science, the four engineers report that the cat’s lapping method depends on its instinctive ability to calculate the balance between opposing gravitational and inertial forces. What happens is that the cat darts its tongue, curving the upper side downward so that the tip lightly touches the surface of the water.
                 The tongue is then pulled upward at high speed, drawing a column of water behind it. Just at the moment that gravity finally overcomes the rush of the water and starts to pull the column down - snap! The cat’s jaws have closed over the jet of water and swallowed it. The cat laps four times a second - too fast for the human eye to see anything but a blur - and its tongue moves at a speed of one meter per second. Being engineers, the cat-lapping team next tested its findings with a machine that mimicked a cat’s tongue, using a glass disk at the end of a piston to serve as the tip. After calculating things like the Froude number and the aspect ratio, they were able to figure out how fast a cat should lap to get the greatest amount of water into its mouth. The cats, it turns out, were way ahead of them - they lap at just that speed. To the scientific mind, the next obvious question is whether bigger cats should lap at different speeds.


    WADE, Nicholas. For cats, a big gulp with a touch of the tongue. Disponível em: Acesso em: 20 nov. 2010.


    Qual é o significado do substantivo sublinhado na seguinte oração?

    "The neatness of the feline solution has been captured".
    Escolha uma alternativa para a questão f2be62c1-e4
  • E99BCB8A-E4

    História

    Era Vargas – 1930-1954
    UFGD · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    O Brasil viveu, em 2010, mais um processo eleitoral em sua história republicana. Com relação à história das eleições desde a Proclamação da República, em 1889, até a atualidade, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão e99bcb8a-e4
  • E7928590-E4

    História

    História Geral
    UFGD · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.


    "O corpo está no centro de toda relação de poder. Mas o corpo das mulheres é o centro, de maneira imediata e específica. Sua aparência, sua beleza, suas formas, suas roupas, seus gestos, sua maneira de andar, de olhar, de falar e de rir (provocante, o riso não cai bem às mulheres, prefere-se que elas fiquem com as lágrimas) soa o objeto de uma perpétua suspeita. Suspeita que visa o seu sexo, vulcão da terra. Enclausurá-las seria a melhor solução: em um pesco fechado e controlado, ou no mínimo sob um véu que mascara sua chama incendiária. Toda a mulher em liberdade é um perigo e, ao mesmo tempo, está em perigo, um legitimando o outro. Se algo de mal lhe acontece, ela está recebendo apenas aquilo que merece."


    PERROT, Michele. As mulheres ou os silêncios da história. Bauru: EDUSC, 2005. p. 447.


    Michele Perrot faz referência à descrição das normas de controle impostas às mulheres na Idade Média. Em relação às mulheres europeias no período medieval, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão e7928590-e4
  • DF750C58-E4

    Geografia

    Geografia Econômica
    UFGD · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Analise a tabela a seguir, que apresenta informações referentes aos principais produtos exportados por Mato Grosso do Sul em 2008.

    Imagem da questão de Geografia, UFGD 2010, Geografia Econômica

    Com base nessas informações e considerando as características da economia desse Estado, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão df750c58-e4
  • DB6CC019-E4

    Geografia

    Clima
    UFGD · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Analise a figura apresentada a seguir e assinale a alternativa correta.

    Imagem da questão de Geografia, UFGD 2010, Clima

    Escolha uma alternativa para a questão db6cc019-e4
  • DA6ACFB7-E4

    Geografia

    Clima
    UFGD · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Analise a figura apresentada a seguir.

    Imagem da questão de Geografia, UFGD 2010, Clima

    A partir dela, pode-se dizer que
    Escolha uma alternativa para a questão da6acfb7-e4