Geografia
Geografia FísicaUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
Com base na análise do quadro, sobre a água na superfície terrestre, pode-se afirmar que está correto o que se afirma nos
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27.392 questões encontradas. Mostrando a página 1082 de 1370.

Com base na análise do quadro, sobre a água na superfície terrestre, pode-se afirmar que está correto o que se afirma nos
itens

Relacione essas questões com as áreas indicadas no mapa com 1, 2, 3, 4 e 5.

LOBEL, Mark. Disponível em: <www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2011/04/110411_witn_floating_debris_page.shtml>. Acesso em: 4 jun. 2010.
The only alternative without a pair of opposites is
EVANS, Stephen. Disponível em: <www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2011/05/110518_witn_electric_cars_page.shtml>. Acesso em: 2 jun. 2011.
Considering language use in the text, it’s correct to say:
EVANS, Stephen. Disponível em: <www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2011/05/110518_witn_electric_cars_page.shtml>. Acesso em: 2 jun. 2011.
Fill in the parentheses with T (True) or F (False).
( ) Eco-friendly cars won’t have to pay tax in Germany.
( ) Germany intends to give twice as much money to electric car industries.
( ) When compared to Japan, Germany has manufactured more electric cars.
( ) One of the reasons for green cars not having become popular in Germany is that car batteries are too heavy there.
According to the text, the correct sequence, from top to bottom, is

OXENDEN, Clive; LATHAM-KOENIG, Christina American English File,
MultiPack 4A, 2010. p.51

APAIXONE-SE pela língua... Disponível em: <http://filipevargas.wordpress.com/>. Acesso em: 30 maio 2011.
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SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O
equívoco de uma nova lei de imprensa. Disponível em: . Acesso
em: maio 2011. Adaptado.



SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O
equívoco de uma nova lei de imprensa. Disponível em: . Acesso
em: maio 2011. Adaptado.

Como um pregador que anuncia um inferno de “fogo e enxofre”, Nathan S. Lewis vem proferindo um discurso sobre a crise energética que é, ao mesmo tempo, aterrador e estimulante. Para evitar um aquecimento global potencialmente debilitante, o químico do California Institute of Technology (Caltech) afirma que a civilização deve ser capaz de gerar mais de 10 trilhões de watts de energia limpa e livre de carbono até 2050. Isso corresponde a três vezes a demanda média americana de 3,2 trilhões de watts. O represamento de todos os lagos, rios e riachos do planeta, avalia ele, só forneceria 5 trilhões de watts de energia hidrelétrica. A energia nuclear poderia dar conta do recado, mas o mundo precisaria construir um novo reator a cada dois dias nos próximos 50 anos.
Antes que seus ouvintes fiquem excessivamente
deprimidos, Lewis anuncia uma fonte de salvação:
o Sol lança mais energia sobre a Terra por hora do
que a energia que a humanidade consome em um
ano. Mas ressalta que, para se salvar, a humanidade
carece de uma descoberta radical em tecnologia de
combustível solar: folhas artificiais que captem seus
raios e produzam combustível químico em massa
no local, de modo muito semelhante ao das plantas.
Esse combustível pode ser queimado como petróleo
ou gás natural para abastecer carros e gerar calor ou
energia elétrica, e também armazenado e utilizado
quando o Sol se põe. (REGALADO, 2010, p. 76-79).
Com base nos conhecimentos relacionados ao processo de fotossíntese que ocorre em folhas naturais, pode-se afirmar:

Existe vida de uma forma completamente diferente de tudo que se conhece até agora. A descoberta revelada pela Nasa é de uma bactéria que pertence ao grupo das halomonodáceas, que vive nas águas salgadas e ricas em arsênio do lago Mono, na Califórnia. A bactéria é uma forma de vida que incorpora no DNA, no lugar do fósforo, um elemento químico tóxico que não deveria fazer parte, em tese, da química da vida: o arsênio.
Uma análise dessas informações e da sequência de nucleotídeos do DNA, representada pela estrutura na figura, permite afirmar:

Habitantes de uma região do Cerrado deixaram de utilizar GLP para a produção de energia de uso doméstico e passaram a produzir e a usar o biogás, combustível rico em metano, obtido a partir da fermentação anaeróbica de restos de biomassa e de dejetos de bovinos e de suínos. A preferência pelo biogás em lugar do gás liquefeito de petróleo, GLP, que contém propano e butano, se deu por razões de economia de energia.
Considerando-se essas informações, é correto afirmar: