Questões do ENEM: nível médio
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27.392 questões encontradas. Mostrando a página 1098 de 1370.
AA4CED5A-B5 Um chuveiro tem as seguintes especificações: 4400 W - 220 V. Se esse chuveiro for ligado em uma tensão de 110 V, pode-se afirmar que a potência dissipada passa a ser igual a:AA423B91-B5 Física
Espelhos EsféricosIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosUm objeto real é colocado sobre o eixo principal de um espelho esférico côncavo, de raio de curvatura 40cm, obtendo-se uma imagem real e de mesmo tamanho do objeto. Afasta-se o objeto do espelho até que sua imagem fique reduzida a 25% da altura do objeto. Pode-se afirmar que a nova distância entre o objeto e sua imagem é igual a:AA2B91E1-B5 Inglês
Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctionsIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosThe price of consumerismNorman Myers[...]Moreover, consumption is not an issue for rich countries alone. In developing and transition countries there are well over one billion people with enough income to enjoy an affluent lifestyle. Their aggregate spending in purchasing-power parity (as measured in local terms) already matches that of the United States. Certain effects of their consumerism, such as pollutant emissions from cars, which cause urban smog and global warming, are a salient concern both locally and worldwide. China alone, with 300 million new consumers and possibly twice as many within ten years, could soon exert an environmental impact to rival that of the United States.http://www.nature.com/nature/journal/v418/n6900/full/418819a.htmlO trecho acima refere-se a questão“Certain effects of their consumerism, such as pollutant emissions from cars, which cause urban smog and global warming, are a salient concern both locally and worldwide”.Such as is a very commonly used expression, in English. What does it indicate in the sentence above?AA0DF052-B5 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosA tela denominada “Noite Estrelada”, de Vincent Van Gogh, nos remete ao livro “Noite na Taverna”, de Álvares de Azevedo.

Disponível em:<eternosaprendizes.com/2009/10/12/uma-noite-estrelada-por-vicent-van-gogh/> Acesso em abril de 2011.
Sobre a tela e o livro, considere as afirmativas a seguir.I - Os textos não apresentam diálogos entre si, pois representam contextos diferentes.II - Tanto o nome da tela quanto o nome do livro, dialogam entre si, partindo da semelhança no título de ambos que têm como palavra central noite.III- Pode-se observar outra diferença entre a tela e o livro: enquanto em um o ambiente é natural, dinâmico, no outro é soturno, macabro, aflorando através da narrativa o lado destrutivo dos autores ultrarromânticos.IV- Vincent Van Gogh e Álvares de Azevedo experimentam, através de suas obras, a evasão para dar sentido aos sentimentos individuais e às visões idealizadas na infância.Estão corretas apenas as afirmativas:AA0A3C06-B5 Português
CraseIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão.

Disponível em: <http://colmeia.eng.br/zum-zum/preservacao-do-solo/> Acesso em abril de 2011.
Assinale a alternativa correta.EB1D24CE-B5 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosNobel Peace Prize Awarded to Three Activist WomenMore than 250 people were nominated for the prize this year, and there had been speculation that the committee would reward activists from the Middle East who used social networking sites and other Internet platforms as they challenged entrenched dictatorships.But if the committee had singled out the Arab Spring, it could have courted criticism that, far from rewarding efforts toward peace, it had chosen a phenomenon whose final outcome in Egypt and Tunisia is far from clear, and which has provoked bloodletting and strife in Libya, Syria, Yemen and Bahrain.Mr. Jagland said the 2011 prize recognized those “who were there long before the world’s media was there reporting.”The announcement in the Norwegian capital followed intense speculation that the prize would be awarded variously to a figure from the Arab Spring, the European Union or exclusively to Mrs. Johnson Sirleaf, 72, a Harvardeducated economist, who has often been cast as a pioneer in African politics.She was broadly perceived as a reformer and peacemaker when she took office after several years in exile.In Yemen, Ms. Karman has been widely known as a vocal opponent of the pro-American regime of Mr. Saleh since 2007, leading a human rights advocacy group called Women Journalists Without Chains. But it was only earlier this year that her readiness to take to the streets inspired thousands more in Yemen to do the same.In Liberia, Ms. Gbowee, 39, was cited by the Nobel committee for uniting Christian and Muslim women against her country’s warlords. As head of the Women for Peace movement, she was praised for mobilizing women “across ethic and religious dividing lines to bring an end to the long war” that had raged for years in Liberia until its end in 2003 and for ensuring “women’s participation in elections.”Adaptado de: <http://www.nytimes.com/2011/10/08/world/nobel-peace-prizejohnson-sirleaf-gbowee-karman.html?pagewanted=2&_r=1&hp> Acessado em 7 de outubro de 2011.Ms. Gbowee managed toEAE3B7EB-B5 Literatura
Escolas LiteráriasUESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosCitando Alberto Camus, H. Dobal diz que “um processo cômodo de se conhecer uma cidade é procurar como se trabalha nela, como se ama, como se morre”. Partindo deste enunciado de Camus, assinale a afirmativa incorreta.EABCEC3E-B5 Literatura
Escolas LiteráriasUESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosFilho do Classicismo português, Luís Vaz de Camões sofreu influência de vários autores da Antiguidade. Quanto aos escritores que foram lidos e que terminaram por formar o gosto classicista do poeta lusitano, podemos incluir:
1) Virgílio.
2) Horácio.
3) Padre Antônio Vieira.
4) Petrarca.
5) Carlos Magno.
Estão corretas apenas:
EAAE8041-B5 Literatura
Escolas LiteráriasUESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosRomance escrito em 1865, Iracema, de José de Alencar, aborda fatos e feitos da colonização portuguesa no Brasil. Sobre esta obra, é correto afirmar que:EA9AB08F-B5 Português
Coesão e coerênciaUESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosAnalise o trecho: “Como leitores, interagimos com o que lemos”. O segmento sublinhado poderia ser substituído por:EA89AA51-B5 Português
Funções morfossintáticas da palavra QUEUESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO 2
A literatura nos ajuda a construir nossa identidade(1) Ainda que nasça e morra só, o indivíduo tem a sua existência marcada pela coletividade de que faz parte e que funciona segundo “leis” e “regras” preestabelecidas. Um dos primeiros desafios a serem enfrentados pelo ser humano é compreender que leis e regras são essas, decidir quais delas deve seguir e quais precisam ser questionadas de modo a permitir que sua jornada individual tenha identidade própria.(2) Nos textos literários, de certo modo, entramos em contato com a nossa história, o que nos dá a chance de compreender melhor nosso tempo, nossa trajetória. O interessante, porém, é que essa “história” coletiva é recriada por meio das histórias individuais, das inúmeras personagens presentes nos textos que lemos, ou pelos poemas que nos tocam de alguma maneira. Como leitores, interagimos com o que lemos. Somos tocados pelas experiências de leituras que, muitas vezes, evocam nossas vivências pessoais e nos ajudam a refletir sobre nossa identidade e também a construí-la.(3) Como toda manifestação artística, a literatura acompanha a trajetória humana e, por meio de palavras, constrói mundos familiares – em que pessoas semelhantes a nós vivem problemas idênticos – e mundos fantásticos, povoados por seres imaginários, cuja existência é garantida somente por meio das palavras que lhes dão vida. Também exprime, pela criação poética, reflexões e emoções que parecem ser tão nossas quanto de quem as registrou.(4) Por meio da convivência com poemas e histórias que traçam tantos e diversos destinos, a literatura acaba por nos oferecer possibilidades de resposta a indagações comuns a todos os seres humanos.(5) Além disso, em diferentes momentos da história humana, a literatura teve um papel fundamental: o de denunciar a realidade, sobretudo quando setores da sociedade tentam ocultá-la. Foi o que ocorreu, por exemplo, durante o período do regime militar no Brasil. Naquele momento, inúmeros escritores arriscaram a própria vida para denunciar, em suas obras, a violência que tornava a existência uma aventura arriscada. A leitura dessas obras, mesmo que vivamos em uma sociedade democrática e livre, nos ensina a valorizar nossos direitos individuais, nos ajuda a desenvolver uma melhor consciência política e social. Em resumo, a literatura permite também que olhemos para a nossa história e, conhecendo algumas de suas passagens, busquemos construir um futuro melhor.(Maria Luiza M. Abaurre; Marcela Pontara. Literatura Brasileira – tempos leitores e leituras. Ensino Médio. São Paulo: Moderna, 2005, pp., 10-11. Adaptado.)No fragmento: “Como toda manifestação artística, a literatura acompanha a trajetória humana”, a palavra sublinhada tem o mesmo sentido que na alternativa:EA72F0CC-B5 Português
Interpretação de TextosUESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosAlfabetização, língua escrita e norma culta(1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.(2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.(3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.(4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.(5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.(6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)(7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.(Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado).No texto, quando o autor diz que: “temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística”, pretende dizer que:EA6E8B52-B5 Português
Coesão e coerênciaUESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosAlfabetização, língua escrita e norma culta(1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.(2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.(3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.(4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.(5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.(6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)(7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.(Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado).O segmento “Essas questões linguísticas”, que aparece no início do 6º. parágrafo tem a função de:EA64E555-B5 Português
Interpretação de TextosUESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosAlfabetização, língua escrita e norma culta(1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.(2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.(3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.(4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.(5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.(6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)(7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.(Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado).Releia o trecho: “Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.” No segmento em destaque, o autor:727AB4F5-B4 História
História do BrasilUESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosApesar de alguns grupos sociais vivenciarem momentos bem difíceis durante o período pós-1964, o tricampeonato mundial do futebol, em 1970, foi bastante festejado. Esse evento ocorreu durante a presidência do general:
72628CB9-B4 História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889UESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosEm várias obras historiográficas, D. Pedro II é representado como tendo sido um mecenas, protetor das artes e da cultura, e, o seu longo reinado, como um período de paz social. A propósito, analise as seguintes proposições.1) O imperador estimulava a produção de obras artísticas e literárias que possibilitassem ao povo brasileiro identificar-se como Nação.2) O imperador rejeitava qualquer manifestação artística ou cultural que seguisse padrões europeus.3) O imperador chegou a presenciar a consolidação da economia cafeeira e incentivou o desenvolvimento urbano.4) O imperador, excetuando-se a Guerra do Paraguai, não enfrentou conflitos ou rebeliões locais.5) O imperador envolveu-se em questões diplomáticas com a Inglaterra, com a Igreja e com os Militares .Estão corretas apenas:
72592C73-B4 História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889UESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosDurante o governo Regencial, foi criada no Brasil a Guarda Nacional (1831), que teve entre seus objetivos:72306ABF-B4 Geografia
Geografia PolíticaUESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosO capitalismo se propagou em busca de mercados e de novas técnicas de produção. No entanto, o progresso desejado não atingia a todos e provocava desigualdades. Uma crítica radical ao capitalismo se expressou na obra de Marx, que:
720EDA70-B4 Geografia
Geografia FísicaUESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosA fotografia abaixo mostra um fenômeno que acarreta sérios danos ambientais, sobretudo às atividades agrícolas. Assinale-o.
720B4D53-B4 Geografia
ClimaUESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosUm grupo de estudantes, realizando um trabalho de campo para estudos ambientais, se defrontou com a situação atmosférica, desenhada esquematicamente a seguir.
O que estava acontecendo naquele momento?