Física
CinemáticaUECE · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
27.392 questões encontradas. Mostrando a página 1187 de 1370.

Uma massa A de 4 kg puxa horizontalmente uma massa B de 5 kg por meio de uma mola levemente esticada, conforme ilustrado na figura abaixo. Desconsidere qualquer tipo de atrito. Em um dado instante a massa B tem uma aceleração de 1,6 m/s . Nesse instante, a força resultante na massa A e sua aceleração são, respectivamente,


A figura abaixo mostra quatro trajetórias de uma bola de futebol lançada no espaço.
Desconsiderando o atrito viscoso com o ar,
assinale o correto.
Em um corredor horizontal, um estudante puxa uma mochila de rodinhas de 6 kg pela haste, que faz 60o com o chão. A força aplicada pelo estudante é a mesma necessária para levantar um peso de 1,5 kg, com velocidade constante. Considerando a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2 , o trabalho, em Joule, realizado para puxar a mochila por uma distância de 30 m é


Trem-bala japonês tem conforto de avião e velocidade de carro de F1: O trem-bala funciona praticamente de forma automática. Quando o maquinista precisa falar algo, basta tocar na tela.
Roberto Kovalick e Katsumi Suzuki, Tóquio (Bom Dia Brasil – 23/07/2010).
Você já deve ter ouvido falar que o Brasil quer o trem-bala para ligar o Rio de Janeiro a São Paulo. Quem pega o trem no Japão, na França, na Inglaterra já sentiu a diferença. Não se ouve nada. É uma supermáquina. A aparência e a velocidade deram origem ao apelido.
A eficiência e a pontualidade fizeram com que se transformasse em um símbolo do Japão, o primeiro país a ter um trem-bala. Cinco décadas atrás, os japoneses tinham um desafio semelhante ao do Brasil: organizar uma Olimpíada, a de 1964, e melhorar o tráfego entre as duas principais cidades, Tóquio e Osaka, que ficam a 400 quilômetros uma da outra, mais ou menos a mesma distância entre Rio de Janeiro e São Paulo.
Hoje, o Shinkansen, como o trem-bala é chamado, liga todas as principais cidades do país, transportando 336 milhões de passageiros por ano, o triplo da população do Japão. E, quando atrasa, a média é de 18 segundos. Ou seja, ninguém percebe.
O chefe da engenharia mostra como o trem consegue ser rápido e ao mesmo tempo confortável. Ele é todo lacrado, como um avião, e as portas são fechadas sob pressão.
O desenvolvimento da aviação como um todo e a brecha deixada pelas grandes companhias impulsionam a retomada de rotas que haviam sido abandonadas.
Leonardo Fuhrmann
Nos últimos tempos, o aumento do número de passageiros e o crescimento da aviação esteve atrelado a uma redução na quantidade de destinos oferecidos. Apesar da aparente contradição, a situação tinha lá sua lógica: operando com aeronaves cada vez maiores, as grandes companhias conseguiam reduzir o custo por passageiro por quilômetro percorrido e, assim, passaram a atrair passageiros com menor poder aquisitivo, que não tinham condições de voar. As cidades pequenas e médias passaram a não ter demanda que justificasse a manutenção dos voos com estas aeronaves maiores e, dessa forma, as companhias deixaram de operar nessas regiões. Além disso, a infraestrutura dos aeroportos, que era suficiente para atender aos antigos aviões, não dava condição de operação para os de maior porte.
PRISONS AND MOBILE PHONES
Bricking the intruders
If mobile phones can’t be kept out of prisons, can they be made useless?
Oct 14th 2010 | RAIFORD, FLORIDA AND PARCHMAN, MISSISSIPPI
THE striking thing about mobile phones in American prisons is not that they exist—though they do, in great numbers—but the ingenuity used to get and keep them. There are the usual entry methods: from visitors, corrupt guards or in packages hurled over the fence. But phones often take more exotic paths. In South Carolina a potato gun was used to fire phones over prison walls from a distance of a third of a mile. In Mississippi a suspiciously heavy and bounceless basketball in the recreation yard was found to contain 19 phones and chargers. (…)
Available on http://www.economist.com/node/17257847?story_id=17257847, accessed on November 4, 2010
them, in bold type refers to:A questão se refere ao texto abaixo.
“A atividade que a televisão desempenha no contexto educacional é externa a ela [...] A televisão depende do entorno. Nesse sentido, a televisão está – ou pode estar mais relacionada, paradoxalmente, com a realidade. A atividade gerada na Internet está intrinsecamente unida ao meio. Tudo é feito dentro da Internet. Essa autosuficiência pode levar à endogamia, ao autismo e à ilusão de uma realidade tecnológica que possa substituir o entorno humano. A televisão tradicional tem uma dimensão mais humanóide, porque a relação com o mundo, na televisão, está estreitamente vinculada à imagem antropocêntrica [...] Por isso, a televisão tende a aprisionar o espectador em seu próprio mundo; a fazer com que ele não se interesse pelo que acontece com os outros. A Internet não pode desenvolver-se sem a participação dos usuários. Isso não obriga ninguém a ter interesse social pelo outro, mas a atividade de cada um depende, sim, da atividade do outro.”
VILCHES, L. A migração digital. São Paulo: Edições Loyola, 2003.
De acordo com o texto, pode-se afirmar que:Text 3
The gorilla joke
A gorilla went into a bar and ordered a whisky. The barman thought that it was unusual to see a gorilla in a bar drinking whisky and, thinking that gorillas must be stupid, he thought he would try to take advantage of the situation and overcharge him. He served the gorilla the whisky and said, 'That'll be fifty dollars please'. The gorilla immediately took out his wallet and paid the barman, who was very happy. The gorilla drank his whisky quietly and then ordered another. The barman served him and charged him another fifty dollars. As the gorilla was drinking his whisky, the barman got curious and decided to find out why the gorilla was in the bar. So, to strike up a conversation, he said, 'It's funny, we don't get many gorillas in here'.
'I'm not surprised with the price of your whisky.' the gorilla replied.
Disponível em:
<http://teachingenglish.org.uk/sites/teacheng/files/joke.pfd>
Acessado em 6 de novembro de 2010.
Answer the follow question based on Text 3.
For the barman,